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Traduzir, editar as obras literárias clássicas A pequena sereia e outros contos de fadas, A ilha do dr. Moreau, O vento nos salgueiros, Vinte mil léguas submarinas, Pinocchio e As aventuras do Barão de Munchausen, todas em domínio público; e publicá-las no site www.DaoP.org.br em formatos diversificados como html, epub, azw — Kindle, pdf e audiobook;colocando-as à disposição, gratuitamente, ao público, incluindo pessoas com deficiências; de maneira que possam ser reproduzidos em praticamente todos os dispositivos digitais atuais, como smartphones, tablets, eReaders e computadores.
A pequena sereia e outros contos de fadas - Hans Christian Andersen Original: Den Lille Havfrue (DEN) Publicação: 1837 Laudas: 189 Nas regiões mais profundas do oceano, onde a água é tão azul quanto a centáurea e tão clara quanto o cristal, havia uma linda cidade aquática, reinada por um único soberano. O povo sereia não tem alma, e cada indivíduo vive cerca de 300 anos. Quando jovens, recebem permissão para subirem à superfície e constatarem por conta própria que o reino onde vivem é muito melhor que o mundo dos humanos. Em sua visita ao mundo exterior, a filha mais nova do rei acaba salvando um príncipe de um naufrágio, e nele está sua chance de conseguir uma alma e escapar ao inevitável destino de todos do seu povo: se transformar em espuma do mar quando morrer. Para conseguir o que quer, a pequena sereia terá de se sujeitar a um terrível acordo com a bruxa do mar. Uma história sobre desejos, ambição, o preço da beleza e suas consequências desastrosas. A ilha do Dr. Moreau – H.G. Wells Original: The Island of Dr. Moreau (ENG) Publicação: 1896 Laudas: 123 A ilha do Dr. Moreau é um dos primeiros romances de ficção científica já escritos — embora também seja uma mistura de fábula e romance de aventuras. Foi pensado como um comentário sobre a teoria de Darwin, na qual H.G. Wells acreditava firmemente. A história é narrada por Charles Prendick, resgatado em alto-mar por um navio com uma missão incomum: levar algumas espécies de animais selvagens a uma pequena ilha no Pacífico. Lá, conhece o obscuro Dr. Moreau, que realiza experimentos macabros com seus animais: seres de feições diabólicas, misturas de homem e besta, sedentos por sangue. Embora as ideias de engenharia biológica contida no livro já não sejam novidade, as visões de H.G. Wells e as questões éticas que ele levantou há mais de um século ainda assombram os leitores. O vento nos salgueiros - Kenneth Grahame Original: The Wind in the Willows (ENG) Publicação: 1873 Laudas: 154 Um livro concebido como um conjunto de estórias de ninar para seu filho, onde Kennet Grahame cria uma sociedade de animais com suas próprias regras de conduta. Os contos relatam as aventuras de vários amigos que vivem no interior da Inglaterra. Embora conversem, filosofem e se comportem como humanos, cada criatura também mantém os hábitos característicos de sua espécie. O Vento nos Salgueiros apresenta personagens cativantes, com virtudes e falhas, amigos que contribuem para o crescimento moral um do outro. Vinte mil léguas submarinas - Jules Verne Original: Vingt Mille Lieues sous les mers (FRA) Publicação: 1870 Laudas: 286 Vinte mil léguas submarinas conta a história do Náutilus, um submarino comandado pelo Capitão Nemo. Na tentativa de descobrir a identidade de um misterioso ser marinho, o professor Aronnax, seu assistente Conselho e o arpoador Ned Land embarcam em uma missão pelas profundezas e mistérios do fundo do mar. A equipe é atacada pelo suposto monstro, que descobrem se tratar de um submarino. Ele os salva da morte, mas cobra um preço alto para isso: serão prisioneiros para sempre. Jules Verne é considerado um dos pais da ficção científica. Suas histórias são lidas até hoje, e Vinte mil léguas submarinas é sem dúvida uma das maiores aventuras da literatura mundial. Pinocchio - Carlo Collodi Original: Le avventure di Pinocchio (ITA) Publicação: 1883 Laudas: 100 Pinocchio não é um menino comum. É um boneco vivo de madeira, feito pelo seu pai, o velho carpinteiro Gepetto. É levado, gosta muito de brincar e nem um pouco de estudar. Seu maior desejo é ser uma criança, como seus amigos. Muitos consideram o texto de Pinocchio inclassificável. Embora tido como um conto de fadas, apresenta também elementos de romance moderno e acaba sendo uma fábula do avesso. Cada confusão que o boneco cria é cercada de moral. Ele é previamente avisado e aconselhado a não fazer o que planeja, muitas vezes por animais, porta-vozes do bom-senso e da sabedoria. Pinocchio, no entanto, erra sistematicamente. Ao Pinocchio, uma história repleta de humor, ironia e fantasia, Carlos Collodi criou uma obra-prima sobre o esforço do crescimento e a adaptação aos padrões sociais. O processo metafórico de transformação de boneco em menino continua a fascinar leitores de todas as idades. As Aventuras do Barão Munchausen - Rudolph Erich Raspe Original: Baron Munchausen's Narrative of his Marvellous Travels and Campaigns in Russia - Rudolph Erich Raspe (GER) Publicação: 1785 Laudas: 150 É possível ir até a lua num pé de feijão? Ou fugir da barriga de uma baleia? O Barão é um personagem quixotesco, vive em seu mundo particular e inventa as maiores aventuras que um homem comum já possa ter vivido. Engraçadas, absurdas e divertidas, as histórias do Barão de Munchausen foram publicadas pela primeira vez em 1785, por Rudolf Erich Raspe. A edição logo percorreu toda a Europa, e vários outros autores se animaram a acrescentar novas histórias às dezessete iniciais.
Objetivo Geral Proporcionar o acesso gratuito a seis obras clássicas da literatura universal, que atendam ao público composto por crianças de 4 a 6 anos, pais e professores da Educação Infantil e Ensino Fundamental, mediadores de leitura e contadores de histórias, bibliotecários; incluindo o público composto por pessoas com deficiência (LeiNº 13.146, DE 6 de julho de 2015) Objetivos específicos: Traduzir e revisar as obras A pequena sereia e outros contos de fadas, A ilha do dr. Moreau, O vento nos salgueiros, Vinte mil léguas submarinas, Pinocchio e As aventuras do Barão de Munchausen, produzindo novos originais de qualidade; Elaborar o projeto gráfico, incluindo as capas das publicaçõres e realizar a editoração eletrônica das seis obras literárias; Publicar as seis obras em formatos diversificados (html, epub, azw — Kindle, pdf e audiobook) — e que possam ser reproduzidos em praticamente todos os dispositivos digitais atuais, como smartphones, tablets, eReaders e computadores; Promover ampla divulgação projeto para os públicos que possam se beneficiar das obras. A divulgação será feita na mídia tradicional e de internet, pelo trabalho de assessoria de comunicação; Realizar oficinas com os participantes do projeto, para harmonização dos procedimentos, escolhas, edições; Produzir e realizar postagens em rede pelo período de seis meses.
O programa Domínio [ao] Público apresentará dições digitais de obras em Domínio Público traduzidas para livre acesso em Língua Portuguesa, por intermédio de uma plataforma de Cultura Participativa, para gerar Espaços de Afinidade, para gerenciamento e produção online de versões multilíngues. Esse programa se fundamenta na necessidade de compatibilizar o direito à informação em contraposição às leis de direitos autorais que preveem que certas, obras, decorridas um lapso temporal, passam ao domínio Público. O programa Domínio [ao] Público parte do pressuposto de que uma das maiores barreiras para a livre circulação do conhecimento humano, em geral é, a falta de traduções de obras clássicas, traduções que sejam confiáveis e livres em outros idiomas. No Brasil, signatário de pactos internacionais nesse campo, o regulamento em vigor é a Lei nº 9.610, de 19 de fevereiro de 1998, que altera, atualiza e consolida a legislação sobre direitos autorais e dá outras providências. Segundo essa norma, além das obras em relação às quais decorreu o prazo de proteção aos direitos patrimoniais, pertencem ao domínio público as de autores falecidos que não tenham deixado sucessores; e as de autor desconhecido, ressalvada a proteção legal aos conhecimentos étnicos e tradicionais (art. 45, I e II, da Lei n 9.610, de 1998). Desse ponto de vista, as obras selecionadas para este projeto são aquelas que se encontram em domínio público, seja pela condição acima, seja porque decorreram os setenta anos de proteção aos direitos patrimoniais, nos termos do art. 41 da Lei do Direito Autoral. Entretanto, o que ocorre é que essa mesma lei admite ser titular de direitos de autor quem adapta, traduz, obra caída no domínio público, não podendo opor-se a outra adaptação, salvo se for cópia de uma tradução já realizada (art. 14). Em consequência disso, obras caídas em domínio público são, frequentemente traduzidas ou adaptadas; e os tradutores, adaptadores e respectivos editores se assenhoram dos direitos autorais, negando o acesso ao público (de quem é o domínio), salvo se este vier a pagar por tais obras. Por isso, para assegurar o direito à informação, o projeto Domínio ao Público pretende traduzir e editar obras em domínio público, com a qualidade que estas requerem, para, efetivamente, colocá-las à disposição, gratuitamente, do público, em plataforma digital. Para tanto, são necessários recursos incentivados, pois tal operação demanda custos de profissionais, tais como tradutores, revisores, editores, designers, profissionais de informática, custos de locação de espaços na internet; e, assim, por diante. O Programa Domínio [ao] Público resgata obras clássicas, pela tradução e pelo fácil acesso. Depois de traduzir, editar e publicar documentos gratuitamente no ambiente digital, o segundo objetivo é criar uma plataforma de gestão de traduções livres contando com o público e o voluntariado. Na sequência, o Programa D[ao]P, em alguns anos, entregará ao público obras de autores da África, América Latina, Ásia e mundo Árabe, dentro do conceito de diálogo intercontinental "Sul-Sul" iniciado por intelectuais no famoso encontro em Dar-Es-Salaam, na Tanzânia, em 1976. As traduções dessas obras representarão, portanto, mais um capítulo do processo que Enrique Dussel chamou de "projeto de libertação cultural". Mas, a título de popularidade, estabelecermos que os primeiros módulos contemplam idiomas modernos como Alemão, Inglês, Italiano e Francês. Isso porque é preciso ampliar a noção de que as ideias são livres e de que a história do conhecimento é um projeto humano profundo presente em todas as civilizações, sem fronteiras geográficas; pela criação de uma aliança transcultural para o fortalecimento e geração de poder para o âmbito internacional. O propósito do Domínio [ao] Público é o de criar um Espaço de Afinidade e uma Comunidade de Prática voltados à comunicação intercultural, incentivando a leitura, mas, em outra e mais duradoura instância, sendo um laboratório de traduções livres. Com esse objetivo, o primeiro artefato no ambiente digital do Programa Domínio [ao] Público será uma plataforma livre com obras em Domínio Público em formatos digitais diversos, bilíngues, sem custo para o público. As obras publicadas terão curadoria multidisciplinar voltada à formação juvenil, com obras clássicas orbitadas por conteúdos contextualizadores que incentivam o aprofundamento dos leitores: suas repercussões culturais, midiáticas, artigos diversos, ensaios, análises, críticas, derivações e documentos relacionados. Eis o conjunto das seis primeiras obras do projeto: A Pequena Sereia e Outros Contos Fada (Den Lille Havfrue), do dinamarquês, Hans Christian Andersen; 1837A Ilha do Dr. Moreau (The Island of Dr. Moreau), do inglês, de H. G Wells, 1896; O Vento nos Salgueiros (The Wind in the Willows) do inglês, de Kenneth Grahame, 1873; Vinte Mil Légua Submarinas (Vingt Mille Lieues sous les mers), do francês, de Jules Verne, 1870; Pinocchio (Le avventure di Pinocchio), do italiano, de Carlo Collodi, 1883; As Aventuras do Barão Munchausen(Baron Munchausen's Narrative of his Marvellous Travels and Campaigns in Russia), do alemão, de Rudolph Erich Raspe, 1785.Essas obras foram selecionadas com base em sua representatividade no imaginário dos leitores do Ocidente, e pelo caráter canônico que estabeleceram. Não obstante o grande valor destas, as versões disponíveis são ou de má qualidade de tradução e edição; ou excessivamente caras para o público comum. O que se pretende é oferece-las gratuitamente, no programa Domínio [ao] Público. A difusão e colaboração inicial se dará no que se denomina Espaços de Afinidade, que são afiliações distintas e distantes do sistema de ensino formal de diversas maneiras; entretanto, bem efetivas para aprendizagens efetivas, que é o que se pretende com o projeto; particularmente, o desenvolvimento do hábito de ler; e o cultivo saudável e em alto nível dessa fruição literária. Enquanto a educação formal é quase sempre conservadora, a aprendizagem informal é quase sempre experimental, pois seu funcionamento é ad hoc e localizado, ao passo que a formal é cada vez mais burocrática e de âmbito nacional. Portanto, os Espaços de Afinidade incentivados por este programa são ambientes altamente geradores, com experiências estéticas e inovações que dão base à criatividade — um importante motor de transformação cultural. Em consonância com os propósitos da Lei nº 8.313, de 23 de dezembro de 1991 (Lei Rouanet), este projeto busca captar recursos com o apoio do Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), para, entre outros objetivos, contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais (art. 1º, I); por intermédio da tradução e publicação de obras clássicas universais e também de obras de grande valor literário, mesmo que ainda não conhecidas no Brasil, pretende auxiliar a desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações (art. 1º, VII); nessa mesma esteira de propósitos, estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória (art. 1º, VIII). E, ainda, Com fundamento no art. 3° da Lei Rouanet, este projeto tem como objetivo fomentar a produção cultural e artística, mediante a edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes (art. 3º, II, b ); e, ainda, estimular o conhecimento dos bens e valores culturais, mediante a distribuição gratuita e pública obras literárias (art. 3º, IV, a); valendo-se do levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos (art. 3º, IV, a). O programa também traz a apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante a contratação de serviços para elaboração de projetos culturais (art. 3º V, b).
O projeto Domínio ao Público tem como visão e metodologia a criação de uma cultura participativa. Apresentação do proponenteA Mojo.org (Instituto Mojo de Comunicação Intercultural) é uma associação sem fins lucrativos que trabalha com repertórios multidisciplinares filtrados por prismas curatoriais, criando e transformando obras — clássicas e contemporâneas; acadêmicas e populares — por meio de processos de Cultura Participativa, Ambientes de Afinidade e Comunidades de Prática. Esse ferramental alimenta a criação de novos modelos de Comunicação Intercultural. A tecnologia digital veio permitir a comunicação interpessoal direta e acelerar o tráfego de informação. Nessa nova fase planetária, a Mojo.org quer viabilizar a construção de wormholes culturais para ampliar a compreensão entre as pessoas, suas culturas e ideologias. Queremos que o encantamento pelo saber redescubra o sentimento da empatia; que as diferenças culturais sejam sentidas como aspirações a algo mais completo do ser humano. Trabalhamos a Comunicação Intercultural de maneira direta. Entre uma cultura e outra sempre existe uma área de intersecção, por mínima que seja — positiva ou negativa, que se atraem ou repelem. Para equalizar essa polaridade basta que ao menos um dos lados se interesse pela outra cultura. Assim, a Mojo.org cria programas, projetos e ideias de aproximação intercultural, preparando pessoas para assimilar as diferenças; busca reavivar o interesse pelo conhecimento e pela cultura usando a admiração como vetor, incentivando a curiosidade, semeando o respeito mútuo e estreitando laços culturais. Embora o Instituto Mojo seja uma iniciativa recente, a trajetória da Mojo começou em 2006 — com a MojoBooks, a primeira editora 100% digital do Brasil, em um projeto de Tradução Intersemiótica. A realização dos projetos MojoBooks, em 2006 — com foco em Cultura Remix —, e, em 2013, do BoicotaSP — Empowerment e Democracia Social —, traduzem o processo de materialização dos conceitos da Mojo para o mercado, criados a partir do Planejamento Estratégico por profissionais especialistas em Comunicação Transmedia, Storytelling, Serendipidade, Empowerment, Gamification, Teoria dos Jogos e Cultura Remix. MojoBooks: 300 eBooks e outros 1000 contos inéditos de novos autores, publicados entre 2006 e 2010; mais de R$ 12 milhões gerados em mídia espontânea; BoicotaSP: 80 mil likes em 48 horas de projeto; 2 milhões de mídia espontânea em um mês; prova conceitual de algoritmo preditivo comprovando a teoria da Democracia Digital sobre tendências sociais nas redes.
Cada um dos textos será formatado como e-books, nos formatos e-pub, mobi, azw e html, podendo ser lidos em 95% dos leitores digitais e mobiles e computadores existentes. Todos os livros digitais serão desenvolvidos seguindo os padrões internacionais criados pelo Standard Ebooks. Cada livro será dividido em até cinco partes:1 ) Capa 2 ) Conteúdo ficcional 3 ) Breve biografia do autor 4 ) Índice5 ) Prefácio ou posfácio, quando necessário
A acessibilidade será ofertada por meio das edições digitais dos livros. Uma vez disponibilizados ao público, poderão ser lidos por programas de computador, em desktops, notebooks, tablets e outros leitores, com possibilidade de ampliação de letras e, também, de leitura em voz alta.
para o produto livro O plano de distribuição consiste em disponibilizar - gratuitamente - , no portal do Instituto Mojo, dez mil cópias dos livros traduzidos e editados. Atendimento ao art. 21 da IN nº 2, do Ministério das Cidades: Democratização do acesso para o produto Livro: de acordo com o art. 21, da IN nº 2, de 2019, do Ministério da Cidadania, em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das medidas de ampliação do acesso listadas no respectivo artigo. O Instituto Mojo se compromente com o cumprimento no previsto no inciso VIII, isto é, "estabelecer parceria visando à capacitação de agentes culturais em iniciativas financiadas pelo poder público". Essa parceria consiste no atendimento a ser realizado, pela Associação Cultural Jornada Literária do Distrito Federal: a Jornada Literária do Distrito Federal, realiza atividades de formação de mediadores de leitura e de formação de leitores. É um programa gratuito, para professores e alunos". Em cada edição da Jornada Literária são atendidos, em média, dez mil pessoasi, incluindo professores (mediadores de leitura) e estudantes de escolas públicas das regiões administrativas fora do centro de Brasília (antigamente denominadas cidades satélites). Entre 2016 de 2018, com seis edições, a Jornada Literária atendeu a aproximadamente 50 mil pessoas, nas AR do Paranoá, Gama, Ceilândia, Brazlândia e Sobradinho. Em 2019, em associação com o Instituo Mojo, realizará uma edição da Jornada Literária em São Sebastião (DF), atendendo, em média a 4 mil pessoas; e uma Jornada Literária em Sobradinho e Sobradinho II (DF), atendendo, em média, a dez mil pessoas. As informações do programa constam do portal: https://www.jornadaliterariadf.com.br/.
O Instituto Mojo se responsabiliza pela curadoria do projeto, ou seja, da seleção de títulos. Também criará os parâmetros editoriais a serem seguidos por todos os colaboradores (desde o tradutor, passando pelo preparador, revisores, direção de arte e produção dos ebooks) para que haja harmonia nas decisões editoriais de todos os títulos. Fará a produção editorial, distribuindo as tarefas e se assegurando de que todas foram cumpridas a contento. Ricardo GiassettiEscreveu sobre Cultura Pop para grandes veículos como O Estado de São Paulo, Folha (Caderno 2, Ilustrada e ZAP!) e revistas como Superinteressante e Aventuras na História (Editora Abril) entre 1992 e 2007. Como editor e tradutor, foi responsável por títulos premiados como Sandman, Sin City, Spiderman etc., entre 1995 e 2001: Pioneiro na transição do mercado de quadrinhos brasileiros das bancas de jornal para livrarias (1998); Pesquisa e redação de artigos como “É isso aí!”, junho/2006, para Aventuras na História (Ed. Abril). A história de um produto pouco documentado no Brasil e sua relevância econômica frente às marcas estrangeiras no decorrer do século XX. Indicado ao Prêmio Abril; Editou (+300) e traduziu (+500) títulos de quadrinhos entre 1997 e 2008 para editoras como Abril, Panini, Pandora Books, Aleph; Consultor de Localização e produção de roteiros para a Marvel Comics (2001-03); Redigiu 600 verbetes da “Enciclopédia Herói” (1998), um dos primeiros trabalhos de conteúdo multimídia do Brasil; Em 1999 fundou a Pandora Books Editora, com planejamento estratégico para transição das vendas dos títulos das bancas para as livrarias. Função no projeto: curador função remunerada: receberá como curador e como Coordenação editorial abrange também a responsabilidade pela gestão administrativa/técnico-financeira do projeto Autor: O Catador de Batatas e o Filho da Costureira (Ed. JBC, 2008 ISBN: 978-85-7787-086-8). Ricardo Giassetti (roteirista) e Bruno D'Angelo (desenhista) foram convidados a criar um projeto de Inovação Narrativa para a Fundação Japão e o Bunkyo do Centenário da Imigração Japonesa unindo as leituras oriental e ocidental; O objetivo do livro é a apresentação da dicotomia entre os imigrantes voluntários (japoneses e europeus) e os involuntários (africanos e seus descendentes); ao final, a ajuda mútua entre eles resulta no enriquecimento da cultura miscigenada brasileira. Aclamado pela crítica pelo formato inédito e inovador, foi citado pelos veículos de crítica e comunicação como uma das narrativas mais rebuscadas pela sua estrutura mista e por seu profundo detalhamento histórico sobre um material escasso no Brasil. Gunned Down - Anthology (ISBN: 0-9704149-2-7) Terra Major, EUA; “Bang Bang”, Devir, junho/2005. Coletânea para apresentação de artistas brasileiros para o mercado editorial de quadrinhos nos EUA. Tornou-se um livro seminal da geração criativa dos quadrinhos brasileiros por apresentar nomes atualmente consagrados mundialmente como Rafael Grampá, Kako Bergamini, Fabio Cobiaco e Rafael Coutinho. Indicado ao Prêmio HQ Mix 2009 como melhor roteiro. A partir de 2010, atendeu agências brasileiras como consultor de planejamento estratégico e digital (DPZ, Ogilvy, Fischer, Euro/Havas International, Leo Burnett etc). Metodologia de Localização: especializou-se em Localização Cultural: pesquisa e planejamento que permitem uma comunicação mais coerente a partir de uma fonte cultural, desdobrando-a para outras culturas, adicionando significado e evitando a perda da força da mensagem. Desenvolveu a metodologia para a agência TCorp (braço internacional da brasileira Tribal que, em 2010, foi adquirida pelo Grupo Publicis — Canadá). A Tribal foi a primeira agência digital brasileira a atender clientes globais de porte como Philips (Global e América Latina) e Procter & Gamble (América Latina). Philips Global (2007-2009): criou conceitos e adaptações de campanhas globais da marca em mais de 20 países diferentes. O diferencial dessa consultoria de localização foi a adaptação do conceito e peças de uma campanha-mãe para a cultura vigente em outros países. Durante esse período, foram criadas seis campanhas. Para cada campanha era demandada a localização das peças (redação, direção de arte e conteúdo) para a cultura vigente de cada país. S. Lobo Foi editor das editoras Desiderata e Barba Negra, onde publicou mais de 100 quadrinistas e humoristas brasileiros. Editou de forma independente o álbum Castanha do Pará, de Gidalti Jr., ganhador na estreia da categoria quadrinhos do prêmio Jabuti. Foi curador da Bienal de Quadrinhos de Curitiba, em 2016. Convidado do Salão do Livro de Paris, em 2015, ano em que o Brasil foi o país homenageado. Função no projeto: curador remunerada; receberá como curador Renato Roschel Editor, escritor, tradutor e jornalista. Trabalhou na Folha de S.Paulo e Valor Econômico. Foi correspondente da Rádio Eldorado em Londres. Editou a última versão impressa da Enciclopédia Barsa e participou de sua padronização e transposição para o meio digital. Editou a última edição da Revista Osesp e inúmeros livros para PubliFolha, Planeta Internacional, Oxford University Press e Quatro Cantos. Publicou textos em livros da PubliFolha e da Editora Planeta. É formado em Filosofia pela PUC-SP, Letras na FFLCH-USP com especialização em economia pela Birkbeck, University of London, e mestrado em filosofia na USP. Função no projeto: curador remunerada, receberá como curador Gabriel Naldi Ex-revisor de texto para emissoras de TV e tribunais arbitrais. Tradutor desde 2014, atuando com localização de sites, e-commerces, tradução literária e de marketing. Pós-graduando em tradução pela Estácio de Sá, certificado em revisão de texto e gramática pelo SENAC, certificado de proficiência em inglês pela Universidade de Cambridge e graduado em publicidade e propaganda pela Universidade Metodista de SP — com mais de quinze anos de experiência em mídia digital em agências, portais e publishers. função no projeto: tradutor remunerada, pela rubrica tradução
PROJETO ARQUIVADO.