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PRONAC 190666Prestação de Contas AprovadaMecenato

Nastácia

Pyramo Produções Artísticas LTDA
Solicitado
R$ 492,2 mil
Aprovado
R$ 487,8 mil
Captado
R$ 375,9 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (1)
CNPJ/CPFNomeDataValor
00000000000191BANCO DO BRASIL SA1900-01-01R$ 375,9 mil

Eficiência de captação

77.1%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
19

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2019-05-15
Término

Resumo

Aprovado no Programa de Patrocínios do Banco do Brasil 2019, o projeto propõe a montagem e apresentação do espetáculo teatral Nastácia, com dramaturgia nacional, inédita, inspirada na obra O Idiota, de Dostoiévski. A adaptação contemporânea será montada em Belo Horizonte e cumprirá temporada popular com 20 apresentações na capital mineira. Uma instalação artística, com vídeo-arte, servirá de cenário para a peça e ficará em exposição para visitação, gratuita, durante toda a temporada.

Sinopse

A ESTÓRIA / por Paulo Bezerra: "Certamente não se encontrará na literatura universal uma personagem feminina capaz de atingir a dimensão humana e ética de Nastácia Filíppovna. Humilhada e ofendida pelo milionário Totski que a transformara em concubina quando ainda era adolescente, Nastácia é dotada de uma beleza ímpar que deixa estonteados todos os ricaços que gravitam em torno de Totski, e trata a todos e ao seu dinheiro com o mais altivo desdém. Totski resolve se casar com uma dama da alta sociedade, e precisa ficar livre de Nastácia. Ela então é submetida a um verdadeiro leilão, no qual é reduzida à condição de mercadoria, mas se vinga de todos os seus compradores na noite do seu aniversário. Atira ao fogo da lareira um pacote com a milionária quantia de cem mil rublos com a qual pretendiam comprá-la, mostrando a toda a sociedade presente a profunda aversão que nutria pelo dinheiro. É na certa a cena da maior densidade humana, ética e dramática vivida por uma personagem feminina em toda a história da literatura universal." A PEÇA / por Pedro Brício A peça se passa no apartamento de Nastácia, na noite do seu aniversário. Nastácia deve anunciar, nesta noite, se aceitará se casar com Gánia. O casamento está sendo articulado pelo proprietário de terras e empresário Totski que 'cuidou' da moça desde a infância, e a escravizou sexualmente quando ela tinha 16 anos. Agora, Totski quer se livrar da moça, portanto, ofereceu uma quantia milionária para Gánia se casar com essa mulher de reputação manchada. Por mais bela e irresistível, dona de uma personalidade hipnotizante, Nastácia sempre será mal-vista aos olhos da sociedade – maculada, concubina, deflorada. Repulsa e atração são forças conflitantes nos três personagens. Em relação ao desejo, ao casamento, ao dinheiro. Na festa, além deles, há outros convidados que não vemos, estão subtraídos na encenação, são apenas mencionados. São aparências e ausências desta festa. A peça começa com o fim da festa, Gánia e Totski estão no apartamento abandonado por Nastácia que fugiu para Moscou, após os acontecimentos da noite, deixando para trás Gánia, Totski, as taças de champanhe vazias, os móveis deslocados, a cinza dos charutos, a ausência dos outros convidados. Na dramaturgia, que será desenvolvida no processo, os três personagens do texto contracenam e também monologam sobre suas estórias. A festa não acontece de maneira cronológica, linear. No meio dessa festa, vemos cenas do passado dos três, na forma de lembranças, confissões ou imagens. Na imagem do tempo e na sua manifestação no palco, os limites também estão borrados. O passado irrompe de repente e toma conta da cena. A força do que aconteceu antes da festa está ali. Entendemos claramente a estória; a potência do drama dos personagens é o que nos arrebata, por ser tão vertiginoso, por se transformar de uma hora para outra, diante dos nossos olhos. O PROJETO / por Flávia Pyramo A estrutura da peça pode ser visualizada na balança apocalíptica, símbolo da ganância desenfreada que gera exploração e provoca violência. De um lado, Totski, Chico Pelúcio, que representa o poder, o dinheiro, a exploração, a dominação; do outro lado, Gánia, Odilon Esteves, que representa a vontade de poder nietzschiana – Gánia acredita que "com dinheiro ele será um homem original"; segundo ele, "o dinheiro é mais abjeto e odioso porque ele dá talento". Nesta relação de compra e venda, Totski compra Gánia tentando vender-lhe sua mercadoria, o fiel da balança – Nastácia, Flávia Pyramo, que representa a luta contra toda forma de exploração e objetificação do ser; a luta a favor da autonomia, da liberdade, do direito de escrever a própria história. Nastácia é a história de um feminicídio. Ela foi assassinada, aos 25 anos, com uma facada no coração. Hemorragia interna. Jacilene Oliveira, 39 anos, assassinada com facadas do marido, no dia 24/03/19, em Belo Horizonte, MG. Isabela Miranda, 19 anos, morta queimada pelo namorado, no dia 03/03/19, em Franco da Rocha, SP. Gabriele Dias, 24 anos, morta a tiros pelo ex-companheiro, no dia 08/04/19, no Rio de Janeiro, RJ. A lista se multiplica a cada dia. https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/2019/04/03/justica-do-rj-registra-mais-de-22-mil-processos-de-violencia-contra-a-mulher-em-dois-meses.ghtml O Idiota foi criado por Dostoiévski para retratar "o homem positivamente belo"; no entanto, sua heroína foi assassinada. Este cenário escatológico, em que se passa a estória, será apresentado pela vídeo-instalação. São os conteúdos jornalísticos, atuais, que justificam a urgência de levar para o centro do palco a denúncia sobre as consequências drásticas de uma sociedade extremamente materialista; sensualista; que rebaixa, em certa medida, princípios básicos e valores morais. O objetivo é criar reflexão sobre pulsões de elevação, de transcendência; incentivar a contemplação do Belo; e sobretudo, influenciar futuras atitudes transformadoras. Afinal, "o homem positivamente belo" não é um "idiota". A PESQUISA Paulo Bezerra (tradutor da obra O Idiota, de Dostoiévski) e Flávio Ricardo Vassoler (pós-doutor em Literatura Russa) orientarão a pesquisa, auxiliando na construção da dramaturgia de Pedro Brício, e na criação do espetáculo com toda a equipe. O intuito é fortalecer o estudo sobre o escritor Dostoiévski, especialmente sobre a obra O Idiota, de forma que possamos determinar, com maior conhecimento e clareza, os motivos das ações dadas, a lógica por trás delas e os significados destas terem sido retratadas na obra. A PALESTRA O projeto prevê um workshop no formato de aula aberta/palestra, sobre o livro O Idiota, de Dostoiévski, ministrada pelo tradutor da obra no Brasil, Paulo Bezerra. Classificação indicativa para todos os eventos (espetáculo, exposição e palestra): 14 anos.

Objetivos

Objetivo geral: Contribuir para o desenvolvimento cultural, social e econômico da cidade de Belo Horizonte. Objetivos específicos: * Favorecer o crescimento qualitativo e quantitativo do teatro mineiro, por meio da montagem e 20 apresentações do espetáculo Nastácia, realizando uma convergência entre diferentes áreas das artes num importante intercâmbio de linguagens, pesquisas e experimentações de artistas mineiros com artistas de outros estados; *Oportunizar à população de Belo Horizonte o acesso à Arte e à Cultura, oferecendo ingressos a preços populares (R$ 30,00 inteira e R$ 15,00 meia-entrada) em todas as apresentações do espetáculo Nastácia, e entrada gratuita para visitação da instalação artística; *Proporcionar a cerca de 3200 cidadãos brasileiros uma experiência, através da Arte, que afete seus sentidos e sentimentos, revelando um novo entendimento do mundo e deles mesmos. Um incentivo ao desenvolvimento pessoal e ao equilíbrio social; * Impulsionar o segmento teatral gerando empregos com a contratação de profissionais e técnicos do teatro (cerca de 45 pessoas), assim como de empresas especializadas (cerca de 20 empresas), contribuindo para o desenvolvimento econômico e social da cidade; * Promover a inclusão social, a democratização cultural, a popularização do Teatro e a formação de plateia com o programa Van ao Teatro: Ingressos e transporte gratuitos para 160 cidadãos; * Difundir o conhecimento e a educação, oferecendo uma aula/palestra, gratuita, para 150 pessoas, em Belo Horizonte, sobre a obra prima de Dostoiévski, O Idiota. Oportunidade de transformação e desenvolvimento individual instigando o desenvolvimento socio-cultural da região (programa Trocultura / ação formativa cultural); * Incentivar o desenvolvimento de artistas criadores através de oficina formativa cultural oferecida a 10 alunos do curso de Artes Cênicas da Universidade Federal de Minas Gerais (programa Trocultura / ação formativa cultural); * Intervir nas relações sociais provocando reflexões e discussões sobre a liberdade de escolha dos indivíduos, desenvolvendo a consciência crítica, formando cidadãos mais participativos no contexto social, impactando assim no desenvolvimento cultural e social de suas regiões.

Justificativa

O Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais é imprescindível para arcar com os custos necessários para a realização do espetáculo teatral Nastácia e sua vídeo-instalação, abrangendo todas as etapas de produção: criação (pesquisa, dramaturgia, ensaios, projeto multimídia, projeto de cenografia (instalação artística), projeto de iluminação e composição da trilha sonora original); execução; divulgação; apresentações e pós-produção. O Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais torna possível, ainda, democratizar o acesso da população aos bens culturais produzidos pelo projeto: espetáculo teatral a preços populares (R$ 30,00 inteira e R$ 15,00 meia-entrada); e entrada gratuita para a visitação da instalação artística. O projeto Nastácia foi aprovado pelo Edital de Patrocínios do Centro Cultural do Banco do Brasil 2019/2020 que utiliza a Lei de Incentivo à Cultura para viabilizar a realização dos projetos contemplados. O projeto Nastácia se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais. O projeto oferece entrada gratuita para a visitação da vídeo-instalação artística; oferta ingressos a preços populares (R$ 30,00 inteira e R$ 15,00 meia entrada) para o espetáculo teatral; promove ações de acessibilidade (espaços adequados, legendagem e tradução em libras); e apresenta programas que propiciam a democratização cultural (os programas Van ao Teatro e Trocultura estão descritos em Responsabilidade Social). II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais. O projeto Nastácia será montado e realizado na cidade de Belo Horizonte, impulsionando a produção cultural e artística da região, e valorizando os recursos humanos e conteúdos artísticos locais. Ficha técnica de Belo Horizonte / criação: Flávia Pyramo, Odilon Esteves, Chico Pelúcio, Ronaldo Fraga, Cao Guimarães e Gabriel Lisboa. Equipe técnica de Belo Horizonte / execução: (produtor executivo; assistente de direção; assistente de produção; assistente de cenografia; assistente de multimídia; cenotécnico e técnicos de montagem de luz, cenário, som e vídeo-instalação; equipe de filmagem vídeo-arte; camareira; contra-regra; costureira; operadores de luz, som e vídeo; assessor de imprensa; fotógrafo; dentre outros). VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. O projeto Nastácia estimula a produção da dramaturgia brasileira com a criação de um texto inédito cuja inspiração vem de uma das obras mais relevantes da literatura universal - O Idiota, de Dostoiévski. Desta forma, não apenas produz a expansão da dramaturgia nacional como proporciona a ampliação do conhecimento ao apontar para a literatura mundial. A palestra oferecida pelo projeto, ministrada pelo tradutor da obra de Dostoiévski, Paulo Bezerra, tem como objetivo difundir o conhecimento (gratuitamente), apresentando o clássico literário que originou a criação nacional do espetáculo contemporâneo e sua vídeo-instalação artística. IX - priorizar o produto cultural originário do País. O projeto Nastácia é uma criação nacional a ser realizada em Minas Gerais, mais especificamente, em Belo Horizonte. O texto inédito, do dramaturgo brasileiro Pedro Brício, propõe um foco preciso na história de Nastácia Filíppovna. O propo´sito e´ adaptar e encenar o episo´dio que constitui uma das pa´ginas mais nota´veis da literatura mundial: a compra de Nasta´cia Fili´ppovna e o lançamento do dinheiro ao fogo por ela, na noite do seu aniversa´rio _ momento apresentado na primeira parte do romance O Idiota, de Dostoie´vski. A escolha deste recorte se justifica pela força que há nesta trama e nas discussões que ela provoca, atuais, incômodas, reveladoras da nossa época. Nossas escolhas poderiam ser tão livres, mas por que não as são? Que tipo de aprisionamento cada um de nós estabelece com a sociedade? De que maneira o desejo nos liberta ou nos aprisiona? Que força tem o dinheiro em nossas vidas? O que move as nossas escolhas? O objetivo II - c), do Art. 3º da referida norma, será alcançado. Fomento à produção cultural e artística, mediante a realização de espetáculo de artes cênicas e exposição (vídeo-instalação artística). Apresentar um espetáculo teatral e oferecer uma exposição de vídeo-instalação com enorme qualidade artística e técnica, reunindo artistas brasileiros, talentosos e com trajetórias diversificadas na cena nacional, é assumir o nosso papel de comunicadores e honrar a responsabilidade de incitar as reflexões e as discussões propostas, influenciando futuras atitudes transformadoras.

Estratégia de execução

COMPROVANTE DE APROVAÇÃO EM EDITAL PÚBLICO: Link do resultado do edital do Centro Cultural Banco do Brasil 2019/2020 (o arquivo pdf está anexado nesta proposta): https://www.bb.com.br/docs/portal/pub/ListaProjetosDivulgacao.pdf Carta de Intenção do Banco do Brasil anexada nesta proposta.

Especificação técnica

1) ESPETÁCULO: 20 sessões de aproximadamente 1 hora e meia de duração. Temporada: de 09 de agosto a 09 de setembro de 2019, de sexta a segunda, às 19 horas, no CCBB BH. 2) INTALAÇÃO ARTÍSTICA: aberta para visitação gratuita do público, em geral, do dia 09/08/2019 a 09/09/2019. De quarta a segunda, de 9:00 às 17:00 horas / 224 horas de exposição (8 horas por dia / 28 dias). 3) WORKSHOPS: As inscrições para os eventos serão divulgadas pela assessoria de imprensa do espetáculo e nas redes sociais. a) Palestra A palestra será aberta ao público, com entrada gratuita, e será realizada na segunda semana da temporada do espetáculo. Carga Horária: 90 minutos/aula. Público: 150 pessoas / todas as classes sociais, sendo 70 professores e/ou alunos da rede pública. Local: teatro II do CCBB BH. Os primeiros 150 inscritos participarão da aula/ palestra (70 espaços serão reservados nas inscrições para professores e alunos da rede pública). b) Ensaio aberto/ abertura do processo criativo Miwa Yanagizawa, diretora do espetáculo, irá ministrar a oficina Abertura do Processo Nastácia. Durante os ensaios, atores e/ou estudantes de Artes Cênicas, da UFMG, serão selecionados (a partir das inscrições) para participar do processo criativo por 5 dias. Uma mistura de ensaio aberto e residência artística. Carga Horária: 20 horas aula / 5 dias / 4 horas por dia. Público: 10 participantes. Local: sala de ensaio do espetáculo. 4) MATERIAL DE DIVULGAÇÃO: 1 banner externo (teatro), 2 banners de pedestal (internos), 150 Cartazes A3, 6 Cartazes A2, 2200 Folders /Programas. Todo o material será produzido com material reciclado e qualquer sobra será doada para reciclagem.

Acessibilidade

* Acessibilidade Física: O espetáculo Nastácia foi aprovado no Edital de Patrocínios do Centro Cultural Banco do Brasil e será realizado no teatro II do CCBB de Belo Horizonte. A exposição da vídeo-instalação e a realização da palestra serão no mesmo local, teatro II. O espaço oferece instalações adequadas, estruturalmente, para garantir o acesso a pessoas idosas e aos portadores de necessidades especiais (sinalização, rampas de acesso, elevadores, banheiros e espaço especial na plateia). * Acessibilidade de Conteúdo: a) O espetáculo será apresentado com legenda para deficientes auditivos; b) A palestra será realizada com tradução em libras para deficientes auditivos. A disponibilização dos serviços de acessibilidade será difundida no material de divulgação com o intuito de promover a participação e a inclusão do público com deficiência auditiva e visual no projeto.

Democratização do acesso

1) 320 ingressos gratuitos para população de baixa renda (20%): Art.21 (IN2, 23/04/19) I - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos; * Programa Van ao Teatro: o projeto disponibilizará uma van com 16 lugares para buscar o público na Comunidade do Alto Vera Cruz, com ingressos gratuitos e, ao final do espetáculo, levar os espectadores de volta para casa, dois dias por semana, durante a temporada de apresentações do espetáculo na cidade. Este programa visa a democratização do acesso à Arte e à Cultura, a popularização do Teatro, a formação de plateia e a inclusão social. Serão beneficiados 160 cidadãos (jovens e adultos) carentes de recursos e/ou bens culturais. O programa será divulgado com cartazes e filipetas dentro da Comunidade (da mesma forma que o espetáculo é divulgado em toda a cidade) com as datas, horários e local de partida da Van. Os ingressos serão entregues no ponto de partida da van por ordem de chegada. Após a lotação da van, será permitida reserva de lugares (junto ao produtor do espetáculo presente no ponto de partida da van) para as próximas apresentações, sempre respeitando a ordem de chegada. (obs: este programa foi criado e realizado, com sucesso, pela proponente Pyramo Produções Artísticas, em 2012, no projeto "O Trem, o Vagão e a Moça de Luvas", no Complexo da Maré, no Rio de Janeiro). * 160 ingressos serão oferecidos, gratuitamente, para o Centro de Referência da Juventude de Belo Horizonte. (https://prefeitura.pbh.gov.br/noticias/centro-de-referencia-da-juventude-apresenta-seus-projetos) 2) 960 ingressos serão vendidos, na bilheteria do teatro onde a peça será realizada, a preços populares, para jovens e adultos de todas as classes sociais, em todas as apresentações do espetáculo: R$ 30,00 inteira e R$ 15,00 meia-entrada; 160 serão oferecidos ao patrocinador e 160 serão distribuídos para divulgação do espetáculo. 3) 1600 ingressos gratuitos para a instalação artística que servirá de cenário para a peça ficará aberta para visitação gratuita durante toda a temporada do espetáculo (de quarta a segunda, de 9:00 às 17:00 hs / às terças o Centro Cultural do Banco do Brasil fecha para manutenção). Art. 22. (IN2, 23/04/19) As propostas culturais deverão apresentar ações formativas culturais em suas atividades ou equivalente, em território brasileiro, com rubricas orçamentárias próprias. ( 4) Programa Trocultura: * Workshop Difusão de Conhecimento / Dostoiévski: aula/palestra com Paulo Bezerra, tradutor da obra de Dostoiévski, O Idiota, oferecida, gratuitamente, a 150 jovens e adultos de todas as classes sociais, em Belo Horizonte. A palestra/aula será divulgada nas redes sociais e jornais locais, pela assessoria de imprensa contratada do espetáculo, com informações sobre as inscrições. Além disso, 70 lugares serão reservados para atender ao convite que será realizado, formalmente, a professores e alunos da rede pública. Um vídeo com o conteúdo da palestra será disponibilizado, gratuitamente, em sua íntegra na internet (canal Youtube e Facebook) - Art. 21 (IN2, 23/04/19), III. * Workshop Abertura do Processo Nastácia: Miwa Yanagizawa, diretora do espetáculo, irá ministrar a oficina Abertura do Processo Nastácia. Durante os ensaios do espetáculo, 10 estudantes de Artes Cênicas, da Universidade Federal de Minas Gerais, serão convidados a participar do processo criativo por 5 dias. Uma mistura de ensaio aberto e residência artística.

Ficha técnica

Pesquisa e palestra: Paulo Bezerra e Flávio Ricardo Vassoler / Dramaturgia: Pedro Brício / Direção Artística: Miwa Yanagizawa / Elenco: Chico Pelúcio, Odilon Esteves e Flávia Pyramo / Diretor de Arte (Instalação Artística/cenário) e Figurinista: Ronaldo Fraga / Iluminação: Chico Pelúcio / Projeto Multimídia: Cao Guimarães / Trilha Sonora: Gabriel Lisboa / Direção de Produção: Sérgio Saboya / Coordenação Geral: Pyramo Produções Artísticas LTDA. Currículos: Paulo Bezerra: O professor, ensaísta e tradutor, Paulo Bezerra, estudou língua e literatura russa na Universidade Lomonóssov, em Moscou, e foi professor de teoria da literatura na UERJ e de língua e literatura russa na USP. Já verteu diretamente do russo mais de quarenta obras nos campos da filosofia, psicologia, teoria literária e ficção, destacando-se suas premiadas traduções de Crime e Castigo, O idiota, Os demônios e Os irmãos Karamázov, de Dostoiévski. Dentre os prêmios recebidos estão o Jabuti, APCA (Associação Paulista dos Críticos de Arte), Paulo Rónai e Academia Brasileira de Letras, pela tradução do romance Os irmãos Karamázov. Em 2012 recebeu do governo da Rússia a Medalha Púchkin, por sua contribuição na divulgação da cultura russa no exterior. Flávio Ricardo Vassoler: Escrito e professor, é doutor em Teoria Literária e Literatura Comparada pela FFLCH-USP, com pós-doutorado em Lietratura Russa pela Northwestern University (EUA). É autor das obras literárias O Evangelho segundo Talião, Tiro de Misericórdia e Dostoiéviski e a dialética: Fetichismo da Forma, Utopia Como Conteúdo, além de ter organizado o livro de ensaios Fiódor Dostoiévski e Ingmar Bergman: o niilismo da modernidade. Pedro Brício: “Breu”. Direção de Maria Campos e Miwa Yanagizawa. Prêmio Questão de Crítica melhor espetáculo. Indicado ao Prêmio Aptr melhor autor. Texto publicado pelo selo "Questão de Crítica" (2012); “Me salve, musical !”. Texto e direção. Indicado ao Prêmio Shell melhor autor. Prêmio Qualidade Brasil de melhor comédia (2011); “Trabalhos de amores quase perdidos”. Texto e direção. Indicado ao Prêmio Quem de melhor diretor. Texto publicado na coleção 'Dramaturgias' da editora Cobogó (2011); “Comédia russa”. Indicado ao Prêmio Shell e Aptr de melhor autor. Direção de João Fonseca. Com Os Fodidos Privilegiados (2010); dentre outros. Miwa Yanagizawa: Dirigiu “BREU” de Pedro Brício em parceria com Maria Campos, espetáculo que ganhou o prêmio "Questão de Crítica" como melhor espetáculo do ano e melhor iluminação. Dirigiu em parceria com Adriano e Fernando Guimarães o espetáculo “NADA”, que estreou no OI Futuro- RJ. dirigiu o espetáculo da Cia Pequod , “A tempestade” de Shakespeare, junto com Miguel Vellinho. Ainda em direção constam os espetáculos: “Rockantygona” e “Laranja Azul”, co-direção com Guilherme Leme; “Diário do Paraíso”, co-direção de Caio de Andrade. Dentre outros. Chico Pelúcio: Integrante do renomado Grupo Galpão, há 35 anos, Chico acumulou prêmios como ator, diretor, gestor e iluminador. No cinema, atuou nos filmes “Flores Raras” de Bruno Barreto; “Moscow” de Eduardo Coutinho; “Depois daquele baile” de Roberto Bontempo; dentre outros. Na Rede Globo, atuou na novela “Meu pedacinho de chão” dirigido por Luis Fernando Carvalho, e na minissérie “A cura” com direção de Ricardo Waddington. Diretor do Galpão Cine Horto desde a sua fundação (1998), Pelúcio foi ainda presidente da Fundação Clóvis Salgado, do Palácio das Artes; e gestor de diversas edições do FIT-BH. Flávia Pyramo: Atriz do espetáculo Mergulho, de Rita Clemente, em cartaz na cidade de Belo Horizonte. Em março de 2019 a série "Mal me Quer" no canal Warner Brasil, com produção da Boutique Filmes e direção de Ian SBF; atuou na série "PSI", com direção de Laís Bodanzky, da O2 filmes para o canal HBO; e no cinema com o filme "O Tronco", direção de Leonardo Rocha. Foi protagonista da série "Passionais", com direção de Henrique Goldman, da Pródigo films para o canal GloboSat. Foi atriz e coordenadora do projeto do espetáculo "O Trem, o Vagão e a Moça de Luvas", de Xico Abreu, com direção de Renato Rocha. Sucesso de público e crítica em São Paulo, no Rio de Janeiro e em Belo Horizonte, em 2012. Outros espetáculos: Gota d’água (Chico Buarque e Paulo Pontes) Dir: Miwa Yanagizawa; O Sétimo Selo (Bergman) - Dir: Renato Rocha; Abajour Lilás (Plínio Marcos) - Dir: Dado Amaral; On the Road (Adaptação 'Louco de Amor' / Shepard) Dir: Wolf Maya. Odilon Esteves: Além dos espetáculos de sucesso nacional “Prazer” e “Aqueles Dois”, o ator Odilon atuou nos longas “Batismo de Sangue”, de Helvécio Ratton; A Hora e a vez de Augusto Matraga” de Vinícius Coimbra; “Deserto Azul” de Éder Santos; dentre outros. Na Rede Globo ficou popular com a travesti Cintia da minissérie “Queridos Amigos”, de Maria Adelaide Amaral com direção de Denise Saraceni. Na TV Record, atuou em “Sertão: Veredas” baseado na obra de Guimarães Rosa, uma produção da Bossa Nova Films. Ronaldo Fraga: O artista plástico é graduado em estilismo pela UFMG. Ronaldo estudou em Nova York, cursou a Parson's School com a bolsa que recebeu por ter vencido um concurso da empresa Têxtil Santista. Em Londres, aprendeu chapelaria na Saint Martins. Em 1996, participou do Phytoervas Fashion, em São Paulo. Em 1997, ganhou o prêmio de estilista revelação. Logo em seguida lançou a sua marca própria. Após participar da semana de moda Casa de Criadores, Fraga foi convidado a entrar no São Paulo Fashion Week e desde então desfila nas duas edições anuais do evento. Logo na segunda participação, as roupas para o verão 2001-2002, inspiradas em Zuzu Angel, foram indicadas como melhor coleção feminina de 2002 para o prêmio Abit - Associação Brasileira da Indústria Têxtil. Cao Guimarães: Cao atua no cruzamento entre cinema e artes plásticas. O artista tem suas obras em numerosas coleções prestigiadas como a Tate Modern (Reino Unido), o MoMA e Museu Guggeinheim (EUA), Fundation Cartier (França), Inhotim (Brasil), Museu Tyssen-Bornemisza (Espanha), dentre outras. Participou em importante exposições como Bienal Internacional de São Paulo (Brasil), Tropicália: The 60s in Brazil (Áustria) e SharjaBiennial 11 FilmPorgramme (Emirados Árabes Unidos). Realizou nove longa-metragens, dentre eles o "Homem das Multidões (2013) e "Otto" (2012) que participaram de renomados festivais internacionais como Cannes, Locarno, Sundance, Veneza, Berlin e Rotterdam. Ganhou retrospectivas de seus filmes no MoMA, no Itaú Cultural, no BAFICI (Buenos Aires), e na cinemateca do México, dentre outros. Gabriel Lisboa: O músico e compositor e o baterista da banda Todos os Caetanos do Mundo. Licenciando em Educação musical pela UEMG, é professor de bateria da Allegretto Educação Musical (Belo Horizonte). Com o lançamento do seu álbum “Quinze Passos”, o músico foi destaque em mídias como Revista Modern Drummer Brasil, sites Batera.com.br, Clube de Jazz, e destaque no site G1 da Globo pelo colunista Antônio Carlos Miguel.Em 2014 foi um dos finalistas do concurso “Novos Talentos do Jazz” promovido pelo Savassi Festival, um dos maiores eventos de música instrumental do país. Como integrante da banda Crivo, produziu em 2014 o primeiro disco autoral da banda e o DVD gravado ao vivo na sala Juvenal Dias, em Belo Horizonte. Contemporâneo. Sérgio Saboya: Produtor cultural, criador e responsável pelo Festival de Teatro Cena Brasil Internacional, Sérgio Saboya atua desde 1996 no panorama cultural brasileiro com projetos como Seleção Brasil em Cena em parceria com o CCBB e o intercâmbio de companhias e grupos teatrais nacionais e internacionais. Acaba de levar para o Fringe Festival de Pequim o espetáculo Trágicas.3 que fez temporadas de sucesso em todos os CCBB (s) do Brasil, SP, RJ, BH e Brasília. Seus últimos trabalhos são O Duelo - Caixa Cultural SP e Espaço Tom Jobim RJ; Rockantygona - SESC Santana e Teatro do Leblon; Cia. Dos a Deux em repertório - Caixa Cultural SP, O Estrangeiro - temporada nacional e internacional, Mistério Bufo - IAB; dentre outros.

Providência

Prestação de Contas Aprovada, conforme Portaria n° 95 de 03 de junho de 2020, publicada no DOU em 04/06/2020.

2019-11-30
Locais de realização (1)
Belo Horizonte Minas Gerais