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O presente projeto prevê a circulação do espetáculo Pauliceia Desvairada, obra desenvolvida pelo Teatro de Brancaleone, da Cooperativa Paulista de Teatro, entre 2014 e 2017. O espetáculo foi desenvolvido em parceria com o Teatro Didático da Unesp e estão previstas20 apresentações do espetáculo, na cidades de São Paulo (SP), durante o ano de 2019 e 2020.
Pauliceia Desvairada é um espetáculo de Teatro Visual inspirado na obra poética de Mário de Andrade. O que está em cena não é a ilustração visual de seus poemas, mas um diálogo ulterior com o conteúdo da sua produção poética. Trata-se de outra maneira de se relacionar com a poesia. Ou seja: por meio da materialização visual de significados que estão além das palavras. O sentimento poético mais profundo do autor manifesta-se visualmente. A poesia, nesse caso, está além da palavra e da comunicação a-priori. Pauliceia Desvairada é poesia para os olhos, não para os ouvidos. Nesse contexto, podemos inferir uma possível conotação simbólica na encenação no sentido que as imagens criadas nos remetem à uma interpretação intuitiva e de múltiplos significados. Do ponto de vista da criação teatral, o espetáculo situa-se em um contexto estético chamado de Teatro Visual. O Teatro Visual trata-se de uma linguagem localizada dentro do universo do Teatro de Formas Animadas que articula em cena diversos elementos no mesmo nível de igualdade: marionetes, matérias diversas, objetos e atores. É uma linguagem cujo conceito ainda está em desenvolvimento. Nasce na década de oitenta na Europa em um momento em que a linguagem verbal, em declínio, não dava mais conta de uma realização estética plena. Nesse contexto, devido a uma incidência cada vez mais intensa e constante de manipuladores em cena atuando junto de marionetes e outros materiais, naquele momento não era possível qualificar esse novo teatro nem como teatro de marionetes e nem como teatro de ator. Tratava-se de uma linguagem que incorporava elementos muito fortes oriundos das artes visuais, sobremodo a pintura, e por isso se aproximava significativamente da performance. A obra encontra-se em Domínio Público, dispensando autorização do autor para montagem. A encenação do espetáculo é de autoria do Teatro de Brancaleone em parceria com o Teatro Didático da Unesp. Vídeo completo do espetáculo: https://www.youtube.com/watch?v=AFFdfOveY4Y
OBJETIVOS GERAIS O projeto pretende atingir um público de 1500 pessoas, sempre com ingressos a preço popular ou distribuidos gratuitamente. O valor do ingresso será destinado ao pagamento dos teatros que o grupo circular, quando for o caso. O grupo pretende levar o seu espetáculo, que é fruto de um denso processo de pesquisa acerca da linguagem do Teatro Visual, fazendo conhecer esta linguagem pouco explorada no Brasil. Um dos poucos grupos que reconhecidamente trabalham com o Teatro Visual no Brasil é o Teatro de Brancaleone e o Teatro Didático da Unesp, desde a encenação de O Rio. Pauliceia Desvairada foi produzida entre 2015 e 2017 e já ganhou prêmios em festivais de teatro, como o 21º FESTIL Pindamonhangaba (Melhor Espetáculo, Iluminação, Cenografia, Direção e Sonoplastia), o 14º FESTIBI de Ibiporã (prêmio de melhor espetáculo) e o XXXVI FESTE (Melhor Espetáculo, Melhor Direção, Melhor Música Inédita, Melhor Figurino, Melhor Iluminação e Melhor Cenografia). Serão realizadas 20 apresentações do espetáculo Pauliceia Desvairada, na cidade de São Paulo. OBJETIVOS ESPECÍFICOS - Circulação de um espetáculo encenado em uma linguagem pouco conhecida no Brasil (Teatro Visual), a partir da obra Pauliceia Desvairada de Mário de Andrade, realizando 20 apresentações com um público estimado de 75 pessoas por apresentação, totalizando 1500 pessoas. - Realizar rodas de debate ao final de todos os espetáculos visando a democratização do processo de construção do espetáculo e da linguagem do Teatro Visual. - Realizar 4 oficinas de introdução ao Teatro Visual, visando democratizar e ampliar o acesso da população á linguagem, com público esperado de 150 pessoas.
O Teatro de Brancaleone e o Teatro Didático da Unesp são referência no Brasil quando o assunto é Teatro Visual. Os grupos, desde a encenação do espetáculo O Rio, já se apresentaram em diversos festivais nacionais e internacionais. O espetáculo Pauliceia Desvairada vem se mostrando um trabalho inovador e consistente no seu desenvolvimento de linguagem e expressão artística, e também das ações ações educativas que acompanham o seu fazer artístico. O grupo faz questão de sempre realizar uma roda de discussão ao final do espetáculo, para difundir seus conceitos e sua linguagem de pesquisa. Também é destacada a utilização de práticas sustentáveis para a construção de seus elementos cênicos, com a utilização de materiais que seriam descartados e destinados ao lixo, como jornal velho e papel de embrulho. Pauliceia Desvairada é um espetáculo de Teatro Visual inspirado na obra poética de Mário de Andrade. O que está em cena não é a ilustração visual de seus poemas, mas um diálogo ulterior com o conteúdo da sua produção poética. Trata-se de outra maneira de se relacionar com a poesia, ou seja, por meio da materialização visual de significados que estão além das palavras. O sentimento poético mais profundo do autor manifesta-se visualmente. A poesia, nesse caso, está além da palavra e da comunicação a-priori. Pauliceia Desvairada é poesia para os olhos, não para os ouvidos. Nesse contexto, podemos inferir uma possível conotação simbólica na encenação no sentido que as imagens criadas nos remetem à uma interpretação intuitiva e de múltiplos significados. Do ponto de vista da criação teatral, o espetáculo situa-se em um contexto estético chamado de Teatro Visual. O Teatro Visual trata-se de uma linguagem localizada dentro do universo do Teatro de Formas Animadas que articula em cena diversos elementos no mesmo nível de igualdade: marionetes, matérias diversas, objetos e atores. É uma linguagem cujo conceito ainda está em desenvolvimento e é um território desconhecido, sobretudo no Brasil, onde o pesquisador Wagner Cintra, diretor do espetáculo, é a principal referência. A linguagem nasce na década de oitenta na Europa em um momento em que a linguagem verbal, em declínio, não dava mais conta de uma realização estética plena. Nesse contexto, devido a uma incidência cada vez mais intensa e constante de manipuladores em cena atuando junto de marionetes e outros materiais, não era possível qualificar esse novo teatro nem como teatro de marionetes e nem como teatro de ator. Tratava-se de uma linguagem que incorporava elementos muito fortes oriundos das artes visuais, sobremodo a pintura, e por isso se aproximava significativamente da performance. O Teatro Visual é indissociável da arte pictórica e tem como princípio a utilização de toda matéria como substância criativa, incluindo a presença ativa do ator que é colocado em cena no mesmo nível dos demais elementos. Pauliceia Desvairada também é um diálogo intenso com as artes visuais. Podemos entender o espetáculo como uma espécie de pintura em movimento no mesmo sentido atribuído às actions paintings de Jasckson Pollock, mas não no sentido de um expressionismo abstrato, como no caso do pintor Norte Americano, mas na direção de um Caravaggio e de um Rembrandt. No espetáculo, o jogo de sombra e luz, como na obra de Caravaggio e Rembrandt, mestres do chiaroscuro , trabalham com um fundo totalmente escuro trazendo para o primeiro plano da cena os tons mais claros. A luz reforça a idéia do palco como tela suporte e propõe distância de forma que o olhar do observador é sempre encaminhado na direção da experiência de observação de uma obra de arte exposta em uma galeria. O espetáculo, em 2018, participou de diversos festivais de teatro - IV Mostra Tropé (Itapira); 21º Festival Nacional de Teatro Estudantil de Pindamonhangaba (recebeu os prêmios de Melhor Espetáculo, Melhor Direção, Melhor Iluminação, Melhor Sonoplastia e Melhor Cenografia); VI Festival Nacional de Teatro de Patos de Minas - II Mostra Internacional (foi indicado ao prêmio de melhor espetáculo); 14º Festival de Teatro de Ibiporã (prêmio de melhor espetáculo) O público atingido pelo projeto abrange todas as classes sociais e faixas etárias, e será executado em Teatros públicos, preferencialmente os mais periféricos (como em centros culturais e Teatros Municipais da região). Também serão realizadas apresentações em teatros particulares, onde o valor dos ingressos será destinado ao pagamento do espaço. Os locais selecionados para as apresentação estarão localizados em regiões estratégicas, com fácil acesso ao sistema de transporte público e com sinalização, rampas de acesso, estacionamento e banheiros adaptáveis que facilitam a circulação, mobilidade e acessibilidade de pessoas com deficiência. O projeto possui impactos positivos nos âmbitos cultural, social e econômico: no âmbito cultural o projeto viabilizará a circulação de um espetáculo baseado em um dos livros de poemas mais importantes do modernismo brasileiro, um marco na literatura brasileira, escrita pelo poeta Mário de Andrade: Pauliceia Desvairada, que hoje se encontra no domínio público; no âmbito social o projeto prevê diversas medidas para democratização do acesso à cultura, como distribuição de ingressos gratuitos para estudantes e venda de todos os ingressos pagos a preços populares; No âmbito econômico, o projeto pretende movimentar cerca de 50 profissionais de diferentes áreas.
Classificação Indicativa: 12 anos Duração: 55min Iluminação Ideal: 20 elipsoidais. Mínimo: 11 elipsoidais e 17 PCs 24 canais independentes na mesa Preferencialmente mesa digital Necessidade de cortinas laterais O espaço utilizado deve possibilitar o escuro total (blackout)
Os locais que serão selecionados para a circulação do espetáculo estarão localizados em regiões estratégicas, com fácil acesso ao sistema de transporte público e possuirão sinalização, rampas de acesso ou elevadores, estacionamento e banheiros adaptáveis que facilitam a circulação, mobilidade e acessibilidade de pessoas com deficiência. A produção do espetáculo prestará atendimento prioritário às pessoas idosas e com deficiência, como mais uma forma de lhes possibilitar o pleno exercício de seus direitos culturais. As mesmas medidas serão aplicadas para as oficinas realizadas. O material entregue no dia dos espetáculos (programas) serão disponibilizados em braille para pessoas com deficiência visual. Como o espetáculo é construído em uma linguagem puramente visual, não havendo falas, não será necessário a tradução em libras (não há texto).
Todas as atividades do espetáculo terão seus ingressos vendidos a preços populares, quando não distribuidos gratuitamente. O projeto prevê a distribuição gratuita de ingressos para a população de baixa renda, que será feita através parceria com ONGs, escolas da rede pública de ensino e órgãos públicos - como as secretarias municipais e estaduais de assistencia social, de cultura e de educação; Também serão também distribuídos ingressos gratuitos para todas as pessoas que forem cadastradas em programas sociais do governo federal, como o Bolsa Família, o ID Jovem e outros. O grupo disponibilizará, na internet, em sites de fácil acesso, o vídeo completo do espetáculo, como medida de ampliação de acesso prevista no art. 21 da IN nº 02/2019.
Direção: Wagner Cintra Atores: Elis Regina Alonso Lágua, Igor Erbert dos Santos, Luísa Pinti Dias, Salomão Pôlegar Alves Silva e Victor Hugo Souza Amaral Trilha Sonora Original: Diego Osmani Soares Althaus O proponente do projeto, Salomão Pôlegar Alves Silva, desenvolverá as atividade de Produção, gestão orçamentária e administrativa do projeto e atuação, conforme currículo abaixo. Elis Regina Alonso Lagua Graduanda em Licenciatura em Arte-Teatro na Universidade Estadual Júlio Mesquita Filho (UNESP). Técnica em Arte Dramática na Incenna Escola de Teatro e Televisão. No período de 2015 a 2017 participou dos seguintes eventos, cursos, oficinas: “KANTOR-MÁQUINA”. Palestra ministrada pelo Prof. Dr. Wagner Cintra, 2015. “Oficina de marionetes da Cia Navegante”. Realizada pela Cia Navegante, 2015. “Contação de Histórias”, na Biblioteca Narbal Fontes, 2015. “O teatro de objetos e o universo sensível, (12h). Instituto Itaú Cultural, 2015. Realizou a mediação das atividades práticas da oficina ministrada pelo Prof. Dr. Wagner Cintra “Da matéria a forma: uma introdução ao Teatro Visual” na “Universidade Júlio de Mesquita Filho” em 2016 e na “Universidade Autônoma da Cidade do México” em 2017. Diego Osmani Soares Althaus Formação: 2019 - Pedagogia - Licenciatura Plena (Pedagogia para a Liberdade), conclusão em 12/ 2019. 2018 - Collegium Musicum (Alemanha) Curso em Performance Musical (orquestral e música de câmara). 2014-2017 - UNESP (Universidade Estatudal Paulista) - Bacharelado em música (Habilitação em instrumento percussão). 2013-2014 EMESP (Escola de Música do Estado de São Paulo) Formação Continuada 4º ciclo (Percussão Erudita). 2010-2011 - Escola Municipal de Música (Percussão erudita). Experiência Profissional: 2019, 2018, 2017 – Arte-Educador de Música (Percussão popular/erudita e Bateria) no Centro Livre de Música de São Bernardo do Campo. 2018 – Premio de Melhor Trilha Sonora no Festival de teatro Universitário de Pidamonhangaba/SP como compositor com a peça “Paulicéia Desvairada”. 2018 e 2017- Freelancer na Orquestra Sinfônica de Santo André 2018- Freelancer na Orquestra Filarmônica de São Bernardo do Campo 2019, 2018 e 2017- Percussionista da Orquestra Acadêmica Mozarteum Brasileiro 2017, 2016, 2015 e 2014- Percussionista do grupo PIAP. Grupo de referência em música contemporânea da UNESP. 2014, 2013, 2012, 2011, 2010, 2009- Percussionista da Orquestra Sinfônica Heliópolis Igor Erbert Formado em oficinas de Teatro, Artes circenses e música em centros culturais de São Bernardo do Campo, Santo André e São Paulo. Atuou nos espetáculos; Urbanalidades, Dom Quixote, Musiclown, Todo mundo tem um pouco de Romeu e Julieta, Vereda da Salvação, Sobre Espelhos e Rosas, Agreste, Sim Senhor Não Senhor. Trabalhou como sonoplasta por duas temporadas com o grupo Os Pândegos, no espetáculo A Cobiça dos Fanfarrões (Commedia Dell’Arte). Realizou trabalhos como assistente de direção nos espetáculos Vereda da Salvação e Sobre Espelhos e Rosas, direção musical nos espetáculos Agreste e Boca de Ouro pelo SESI Santo André e direção de cena em trabalhos de teatro de rua, Clown e Bufão. Participou por dois anos pelo edital de São Bernardo do Campo de contação de histórias. Recentemente dirige um grupo de atores oriundo da UNESP (Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho”) que têm como abrangência a musicalidade, destrezas circenses de cada ator e principalmente a linguagem bufonesca. Pela mesma Universidade, formou-se em 2017 em Licenciatura em Arte-Teatro. Luísa Pinti Dias Natural de Uberaba-MG, mora atualmente em São Paulo-SP; onde estuda na Escola de Arte Dramática-USP e cursa Artes Cênicas na UNESP. Em Uberaba, participou do núcleo de teatro do SESI e da Cia.Uno de circo e teatro. Em São Paulo, integrou espetáculos e intervenções artísticas através da Turma 68/EAD, do Grupo Guela e da Cia. de Teatro Balé de Pancadaria. Atualmente é, pelo segundo ano, estagiária como artista-orientadora no programa de Qualificação em Artes (Ademar Guerra). Pela UNESP, faz parte do grupo de pesquisa “Poéticas Cênicas: visuais e performativas”(CNPq). E atua como atriz-manipuladora no espetáculo de bonecos "Ananse" do Coletivo Colérico. Salomão Pôlegar Alves Silva Formado em teatro pela Companhia Patoktak (2011-2015), onde apresentou os espetáculos “Tempo de Despertar”, “Dona Preguicinha”, “A Menina que Sonhava em Ter a Lua”, “Fúria dos Deuses”, “O Mito de Dionísio”e “Cannabis: La Vieille Histoire”. Atualmente é graduando em Licenciatura em Arte-Teatro no Instituto de Artes da Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” - Unesp, onde apresentou os espetáculos “Pequenos Homicídios” e “Orikis: Um Canto para Homens e Orixás”, como finalização das disciplinas de Teatro de Formas Animadas I e II, respectivamente. É integrante do Cursinho Popular Heleny Guariba, projeto de extensão universitária orientado pela Profª Drª Lúcia Romano. Integrante do Coletivo Colérico, onde desenvolve o projeto, contemplado pelo Programa VAI, da prefeitura de São Paulo, no ano de 2017. Victor Hugo Souza Amaral Cursando Graduação em Artes Cênicas na Universidade de São Paulo (USP) – 3° Semestre. Formou-se na Escola Técnica de Artes de São Paulo (Etec de Artes) em Artes Dramáticas (2017). Cursou 2 anos de Formação Teatral no Espaço Cultural Les Trupps (2014/16). Formação em oficinas cedidas pelo Edital N. 37/2016 do Programa de Ação Cultural (PROAC) “Concurso Para Bolsa de Aprimoramento Técnico- Artístico no Estado de São Paulo” pelo grupo Núcleo Emquadros, com Julián Boal, Sérgio de Carvalho (Cia do Latão), Ademir de Almeida (Brava Cia), Georgette Fadel (Cia São Jorge), Ruth Melchior (Cia Antropofágica), Nei Gomes (Cia Estável) e Alessandro Conceição (CTO-Rio). Trabalhou na Cia PatokTak de Teatro, onde participou como ator nos espetáculos “Intervenção Carcará” (2014); “Nosferatu” (2015); assistente de produção e iluminador no espetáculo “Mito de Dionísio” (2015/6) e no Coletivo Teatral 7 minutos com o espetáculo “Sobre Telas” (2017), como ator e responsável musical. Contrarregra na Divinéia Coletiva de Teatro no espetáculo “5m2 ou eles não querem esquecer essa história” (2016). No grupo Núcleo Emquadros de teatro como ator nos espetáculos “Emquadros: Diálogos para uma Juventude Viva” (2016) e “Emquadra Funk” (2016/7). Fundador do Grupo Folha da MetroCasa onde ministrou oficinas de teatro pelas Zona Norte, Lauzane Paulista, Zona Leste, Jd. Keralux e Zona Oeste, Jd. São Remo através do “Projeto Sementes” (2017/9). Diretor do Espetáculo “Singela Quimera” (2017/9). Assistente de Direção e Montador do Espetáculo “Epidemia Prata” da Cia. Mungunzá de Teatro (2018). Wagner Cintra Possui graduação (direção teatral), mestrado e Doutorado em Artes Cênicas, todos realizados na ECA-USP (Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo). É professor na cadeira Laboratório de Formas Animadas e Visualidades no Departamento de Artes Cênicas do Instituto de Artes da Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho – UNESP (São Paulo – Brasil) onde foi coordenador do curso de Licenciatura em Arte-Teatro de 2008 a 2012. É professor do programa de pós-graduação em Artes, Área de Concentração: Artes Cênicas na mesma universidade orientando trabalhos de mestrado e doutorado. Suas pesquisas, mestrado e doutorado, tornaram-se referências no estudo sobre Tadeusz Kantor no Brasil. Desenvolve pesquisa na área da praxis teatral investigando as relações que ocorrem na interface do teatro com as artes visuais. Nesse contexto, o seu trabalho orienta-se na direção do estudo teórico/prático, daquilo que seriam os pressupostos essenciais da linguagem do Teatro Visual, uma disciplina do Teatro de Formas Animadas que articula em cena, no mesmo nível de igualdade, marionetes, objetos, matérias diversas, além da presença do ator. Possui inúmeros artigos publicados na área do teatro, sobretudo na área do teatro de animação. É o atual Vice-Diretor do Instituto de Artes da Unesp (2016-2020). Como diretor teatral dirigiu cerca de 80 espetáculos em 30 anos de carreira.
PROJETO ARQUIVADO.