Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
O projeto apresentado pelo Coletivo Colérico prevê apresentações do espetáculo Ananse e a realização de oficinas de construção de bonecos (contrapartida social), ministrada pelos integrantes do Coletivo Colérico, em todas as regiões da cidade de São Paulo. O espetáculo em questão foi desenvolvido na linguagem do teatro de bonecos pelo grupo, entre os anos de 2016 e 2018. Tendo como base poética a personagem Ananse, da cultura ashanti, que faz parte de um conjunto contos da África Ocidental, especialmente de Gana, a dramaturgia do espetáculo foi desenvolvida pelo coletivo, transformando a linguagem presente nos contos em uma linguagem específica para o teatro de bonecos. As apresentações e as oficinas serão itinerantes, em espaços públicos e privados.
O espetáculo de teatro de bonecos é inspirado nas histórias e contos de Ananse, personagem da cultura Ashanti, da região de Gana. Ananse, uma criança cheia de imaginação, vive muitas aventuras depois de um episódio importante de sua infância. Em um espetáculo cheio de símbolos ancestrais, a trilha sonora e os bonecos levam as crianças a construir sua própria história. O Coletivo Colérico mostra que toda criança pode ser o que quiser, basta sonhar. Classificação: Livre.
Objetivos Gerais Difundir o teatro de animação, que, no caso específico de Ananse, refere-se ao teatro de bonecos, em espaços culturais da cidade de São Paulo, contribuindo para a diversificação de estéticas oferecidas aos espectadores e proporcionando ao público um contato mais próximo com essa linguagem e com suas potencialidades, por meio tanto das apresentações quanto de oficinas e debates. Democratizar o acesso ao teatro de animação. Objetivos Específicos: ● Colocar em turnê o espetáculo de bonecos infanto-juvenil Ananse, com 30 apresentações a serem realizadas por todas as regiões da cidade de São Paulo, com público esperado de 40 pessoas por apresentação, totalizando 1200 espectadores; ● Realizar debates com o público após a apresentação de todos os espetáculos; ● Realizar 6 oficinas de Teatro de Bonecos, cada turma com cerca de 20 alunos, totalizando 120 alunos. (contrapartida social).
O processo de criação de Ananse trouxe ao Coletivo Colérico muitos conhecimentos na área e o desejo de dar continuidade à pesquisa, bem como de divulgar os resultados até então obtidos por meio do trabalho realizado. O grupo acredita que a circulação, ao permitir o diálogo com o público, significa etapa muito importante para o aperfeiçoamento do trabalho e crescimento artístico do Coletivo. Além disso, é por meio da circulação do espetáculo que o grupo pretende reafirmar o compromisso apontado nos projetos desenvolvidos anteriormente, de difundir a linguagem do Teatro de Animação na vertente Teatro de Bonecos oferecendo aos espectadores das escolas públicas e equipamentos culturais da cidade de São Paulo uma obra que se diferencie dos clichês desta linguagem comumente oferecidos ao público infantil. Quando a produção geralmente oferecida ao público infanto-juvenil é olhada com mais atenção, pode-se notar que ainda prevalecem imposições da indústria cultural, como a abundância de personagens dos desenhos animados e de programas televisivos voltados ao público infantil ou o atrelamento dos espetáculos à oferta de algum produto com a personagem midiática, incentivando o consumismo. Ancorados em enredos muitas vezes superficiais ou estereotipados, estes bonecos são apresentados aos pequenos espectadores, saltando aos olhos, por vezes, a falta de cuidados com a estética e as poéticas oferecidas, demonstrando certa falta de respeito em relação ao público em questão. Às vezes estes grupos de teatro de bonecos são contratados pelas escolas no intuito de oferecer às crianças uma programação diferenciada ou uma experiência artística que possa ser minimamente significativa, mas, conforme as reflexões feitas anteriormente a respeito de parte deste tipo de produção, o que se acaba oferecendo às crianças são produtos que parecem não primar pela qualidade. O Coletivo Colérico realizou, com o espetáculo Ananse, diversos experimentos na construção dos bonecos e dos demais elementos cênicos, o que configurou um riquíssimo estudo prático. Atrelada à formação teórica autodidata pela qual os integrantes do grupo foram se enveredando, a prática, que muitas vezes incluiu tentativas, erros e descobertas, fez com que a vontade de aprender e aperfeiçoar cada vez mais os trabalhos realizados motivassem o Coletivo Colérico a dar continuidade ao processo "Ananse", entre 2019 e 2020, por meio da circulação da obra. Paralelamente a esta fase de construção física dos bonecos e elementos cênicos - pois este estudo é contínuo - o grupo realizou estudos para manipulação dos bonecos e, consequentemente, estudos sobre o movimento. Durante as pesquisas, o grupo se deparou com uma série de paradigmas da produção teatral convencional, especificamente do teatro de animação com bonecos, que precisaram ser revistos devido às singularidades da própria pesquisa e dos objetos criados, o que fez surgir novos campos de pesquisa: como realizar a manipulação de bonecos que se distanciam da forma humanoide ou ainda que sequer se assemelham a animais ou outras criaturas concretas conhecidas? Como realizar a iluminação dos bonecos negros numa "caixa preta", para que os mesmos recebam o destaque de que precisam? Estas, dentre tantas outras, são questões que também estimulam a continuidade do processo. No desenvolvimento dos projetos anteriores que o grupo foi contemplado (Programa para a valorização das iniciativas culturais (VAI), da Prefeitura Municipal de São Paulo, modalidade I em 2017 e II em 2018), o grupo notou que há uma grande demanda dos espaços culturais em receber atividades artístico-culturais diferenciadas e de forma gratuita. Na divulgação do espetáculo em escolas, muitas mostraram-se interessadas em receber o projeto em questão. A circulação do espetáculo busca contribuir para o atendimento dessa demanda, que em muitos dos casos existe pois muitos espaços culturais e educacionais que o Coletivo pretende circular estão localizados em regiões da cidade carentes de equipamentos culturais. Ao propor a ressignificação de espaços que comumente não são encarados enquanto lugares para apresentações artísticas, é preciso atentar também para as demandas deste espaço que se pretende ressignificar. O Coletivo Colérico possui uma estrutura própria que é levada aos locais das apresentações, não precisando a escola ter nenhum espaço físico especial para isso. As apresentações realizadas mostraram a necessidade de que o grupo possua relativa autonomia no que diz respeito aos recursos materiais, pois por vezes os locais nos quais as apresentações se realizarão não suportam as necessidades de uso do grupo. O Coletivo Colérico teve desde o início de seus trabalhos a itinerância como característica desejável. Ao ser contemplado pelo Programa VAI na Modalidade I e II, conseguiu construir uma estrutura facilmente transportável e montável, permitindo ao grupo oferecer Ananse em espaços que não foram inicialmente pensados para comportar um espetáculo de teatro de bonecos. Para que o esforço de circulação e ressignificação de espaços cotidianos em espaços de possíveis vivências artísticas seja ainda mais efetivo, existe a demanda por manutenção e reforço das estruturas e equipamentos, bem como custeio para deslocamento já que o grupo não possui nem sede nem meios de transporte próprios. Uma das questões que a elaboração e apresentação de Ananse também em espaços escolares trouxe foi: como relacionar ou fomentar o diálogo entre as necessidades da pesquisa artística com as necessidades relacionadas a área da educação, uma vez que o Coletivo Colérico tem se colocado constantemente em contato com escolas? O espetáculo "Ananse" dialoga com as ações amparadas pela lei 11.645/08, que institui o estudo de História e Culturas africanas, afro-brasileiras e indígenas em todos os estabelecimentos educacionais, sejam eles públicos ou privados. O Coletivo Colérico está ciente de que há ações interessantíssimas na perspectiva de uma educação antirracista, assim como ações artísticas ricas e esteticamente muito potentes por fazerem jus a todas as matrizes culturais brasileiras, mas sabe também que tais ações estão ainda aquém do que a sociedade brasileira, da qual mais de 54% declara-se não branca, merece. Esse "estar aquém" se manifestou pela forte demanda das escolas, não apenas pelas apresentações, mas também por rodas de conversa e ações formativas com educadoras/es e estudantes. O desejo de contribuir com a necessária pluralização das cores, histórias, estéticas e memórias foi um impulso para a realização dos projetos "Ananse" e "Ananse: Circulação", aprovados no Programa VAI em 2017 e 2018, respectivamente. Tanto desejo reverbera também na preocupação e cuidado que o grupo busca sempre ter no sentido de pesquisar, refletir, questionar estereótipos sobre as culturas africanas que possam vir a estar presentes durante o próprio processo de produção do espetáculo, não descolando a consciência política da consciência estética. A circulação desse espetáculo teve e está sendo de grande importância no diálogo com professores, professoras e educadores sobre uma temática extremamente necessária nas escolas e equipamentos públicos, em que uma educação antirracista pode vir através de atividades culturais e expressões artísticas. Percebemos que a união do teatro de animação e da cultura ashanti foi inovadora, visto que os meios de comunicação tratam o teatro de animação e as culturas africanas de maneira superficial e estereotipada. Por isso, a circulação de um espetáculo com tais características em acordo com confecção e experimentação de bonecos negros significou muitos aprendizados e reflexões tanto para os espectadores e participantes das oficinas quanto para os integrantes do coletivo.
O Coletivo Colérico leva para as apresentações todo o material de luz e som necessários.
Os locais que serão selecionados para a circulação do espetáculo estarão localizados em regiões estratégicas, com fácil acesso ao sistema de transporte público e possuirão sinalização, rampas de acesso ou elevadores, estacionamento e banheiros adaptáveis que facilitam a circulação, mobilidade e acessibilidade de pessoas com deficiência. A produção do espetáculo prestará atendimento prioritário às pessoas idosas e com deficiência, como mais uma forma de lhes possibilitar o pleno exercício de seus direitos culturais. As mesmas medidas serão aplicadas para as oficinas realizadas. O material entregue no dia dos espetáculos (programas) serão disponibilizados em braille para pessoas com deficiência visual. Como o espetáculo é construído sem nenhum texto, não havendo falas, não será necessário a tradução em libras (não há texto).
Todas as atividades do espetáculo terão seus ingressos vendidos a preços populares, quando não distribuidos gratuitamente. O projeto prevê a distribuição gratuita de ingressos para a população de baixa renda, que será feita através parceria com ONGs, escolas da rede pública de ensino e órgãos públicos - como as secretarias municipais e estaduais de assistencia social, de cultura e de educação; Também serão também distribuídos ingressos gratuitos para todas as pessoas que forem cadastradas em programas sociais do governo federal, como o Bolsa Família, o ID Jovem e outros. O grupo disponibilizará, na internet, em sites de fácil acesso, o vídeo completo do espetáculo, como medida de ampliação de acesso prevista no art. 21 da IN nº 02/2019.
Atores: Beatriz Mendes, Elis Regina, Igor Erbert e Luísa Pinti. * Será contratado mais um ator para completar os 5 atores do espetáculo. Direção: Salomão Pôlegar. Trilha sonora original: Diego Althaus. Proponente: Salomão Pôlegar, responsável pela execução do projeto, pela organização orçamentária e administrativa. O proponente também exerce a função de diretor e produtor do espetáculo. Seu currículo encontra-se abaixo. CURRÍCULO DOS INTEGRANTES Beatriz Mendes FORMAÇÃO Pós-graduação em Artes - Mestrado, pela Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” - Campus de São Paulo, cursando (previsão de término em março de 2020); Graduação em Artes Cênicas – Licenciatura, pela Universidade Federal de Ouro Preto – MG, de 2010 a 2014; Curso Técnico em Técnicas de Palco, pela SP Escola de Teatro – SP, de 2015 a 2016. EXPERIÊNCIAS Pesquisadora no Grupo de pesquisa “Poéticas Cênicas: visuais e performativas” - PPG Artes da UNESP/SP (08/2018 até o momento); Atriz e pesquisadora no Grupo “Teatro Didático da UNESP” - SP (11/2018 até o momento); Cenógrafa no projeto e execução de cenografia para o espetáculo teatral “Cafona - Ensaio sobre brega, preconceito e violência”, do Grupo Teatral MATA! (09/2018 até 12/2018); Cenógrafa e cenotécnica no projeto e execução de cenografia para o espetáculo teatral Arrais Amador (02/2018 até 05/2018); Monitora no Projeto Escambo Literário (03/2015 até 07/2015); Monitora do núcleo de cenografia e figurinos no Programa TUI – Teatro, Universidade e Informação (04/2014 até 12/2014); Arte-educadora bolsista no Programa PIBID – Subprojeto Artes Cênicas (08/2012 até 03/2014); Estagiária/arte-educadora no ensino infantil no Colégio Arquidiocesano de Ouro Preto – MG (05/2012 até 07/2013); Arte-educadora bolsista no Programa Media UFOP – Projeto de Mediação Teatral em escolas públicas de Ouro Preto - MG (03/2012 até 08/2012). ATIVIDADES PROFISSIONAIS Professora no curso modular de Auxiliar de Cenotecnia do PRONATEC SP, contratada pela Fundação Paulistana de Educação, Tecnologia e Cultura (07/2017 até 10/2017); Artista plástica e Coordenadora de projetos de artes plásticas na empresa Cenarivm – Cenografia e Arte (10/2015 até 03/2017); Monitora de curso regular no Ateliê da SP Escola de Teatro, em São Paulo (03/2016 até 07/2016); Monitora do projeto Escambo Literário, em São Paulo (03/2015 até 07/2015). PREMIAÇÕES Em 2012, ganhadora do 1º lugar da Premiação Petrobrás – Cia. Navegante Mostra Bonecos, durante a 6ª Mostra de Teatro de Bonecos de Mariana – MG. Elis Regina Alonso Lagua Graduanda em Licenciatura em Arte-Teatro na Universidade Estadual Júlio Mesquita Filho (UNESP). Técnica em Arte Dramática na Incenna Escola de Teatro e Televisão. No período de 2015 a 2017 participou dos seguintes eventos, cursos, oficinas: “KANTOR-MÁQUINA”. Palestra ministrada pelo Prof. Dr. Wagner Cintra, 2015. “Oficina de marionetes da Cia Navegante”. Realizada pela Cia Navegante, 2015. “Contação de Histórias”, na Biblioteca Narbal Fontes, 2015. “O teatro de objetos e o universo sensível, (12h). Instituto Itaú Cultural, 2015. Realizou a mediação das atividades práticas da oficina ministrada pelo Prof. Dr. Wagner Cintra “Da matéria a forma: uma introdução ao Teatro Visual” na “Universidade Júlio de Mesquita Filho” em 2016 e na “Universidade Autônoma da Cidade do México” em 2017. Diego Osmani Soares Althaus Brasileiro, solteiro, 29 anos. Formação: 2019 - Pedagogia - Licenciatura Plena (Pedagogia para a Liberdade), conclusão em 12/ 2019. 2018 - Collegium Musicum (Alemanha) Curso em Performance Musical (orquestral e música de câmara). 2014-2017 - UNESP (Universidade Estatudal Paulista) - Bacharelado em música (Habilitação em instrumento percussão). 2013-2014 EMESP (Escola de Música do Estado de São Paulo) Formação Continuada 4º ciclo (Percussão Erudita). 2010-2011 - Escola Municipal de Música (Percussão erudita). 2010 - Festival Música nas Montanhas, Poços de Caldas. 2009 - Festival Música nas Montanhas, Poços de Caldas. 2009-2010 - EMESP - Formação Continuada (Bateria) 2008-2012 - Universidade São Marcos – Psicologia (não concluído) 2007 – Festival de Música de Ourinhos 2006-2014- Formação Continuada em percussão erudita e bateria Experiência Profissional: 2019, 2018, 2017 – Arte-Educador de Música (Percussão popular/erudita e Bateria) no Centro Livre de Música de São Bernardo do Campo. 2018 – Premio de Melhor Trilha Sonora no Festival de teatro Universitário de Pidamonhangaba/SP como compositor com a peça “Paulicéia Desvairada”. 2018 e 2017- Freelancer na Orquestra Sinfônica de Santo André 2018- Freelancer na Orquestra Filarmônica de São Bernardo do Campo 2019, 2018 e 2017- Percussionista da Orquestra Acadêmica Mozarteum Brasileiro 2017, 2016, 2015 e 2014- Percussionista do grupo PIAP. Grupo de referência em música contemporânea da UNESP. 2014, 2013, 2012, 2011, 2010, 2009- Percussionista da Orquestra Sinfônica Heliópolis 2008, 2007, 2006 – Percussionista na Orquestra Juvenil do Instituto Baccarelli. Igor Erbert Formado em oficinas de Teatro, Artes circenses e música em centros culturais de São Bernardo do Campo, Santo André e São Paulo. Atuou nos espetáculos; Urbanalidades, Dom Quixote, Musiclown, Todo mundo tem um pouco de Romeu e Julieta, Vereda da Salvação, Sobre Espelhos e Rosas, Agreste, Sim Senhor Não Senhor. Trabalhou como sonoplasta por duas temporadas com o grupo Os Pândegos, no espetáculo A Cobiça dos Fanfarrões (Commedia Dell’Arte). Realizou trabalhos como assistente de direção nos espetáculos Vereda da Salvação e Sobre Espelhos e Rosas, direção musical nos espetáculos Agreste e Boca de Ouro pelo SESI Santo André e direção de cena em trabalhos de teatro de rua, Clown e Bufão. Participou por dois anos pelo edital de São Bernardo do Campo de contação de histórias. Recentemente dirige um grupo de atores oriundo da UNESP (Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho”) que têm como abrangência a musicalidade, destrezas circenses de cada ator e principalmente a linguagem bufonesca. Pela mesma Universidade, formou-se em 2017 em Licenciatura em Arte-Teatro. Luísa Pinti Dias Natural de Uberaba-MG, mora atualmente em São Paulo-SP; onde estuda na Escola de Arte Dramática-USP e cursa Artes Cênicas na UNESP. Em Uberaba, participou do núcleo de teatro do SESI e da Cia.Uno de circo e teatro. Em São Paulo, integrou espetáculos e intervenções artísticas através da Turma 68/EAD, do Grupo Guela e da Cia. de Teatro Balé de Pancadaria. Atualmente é, pelo segundo ano, estagiária como artista-orientadora no programa de Qualificação em Artes (Ademar Guerra). Pela UNESP, faz parte do grupo de pesquisa “Poéticas Cênicas: visuais e performativas”(CNPq). E atua como atriz-manipuladora no espetáculo de bonecos "Ananse" do Coletivo Colérico. Salomão Pôlegar Alves Silva Formado em teatro pela Companhia Patoktak (2011-2015), onde apresentou os espetáculos “Tempo de Despertar”, “Dona Preguicinha”, “A Menina que Sonhava em Ter a Lua”, “Fúria dos Deuses”, “O Mito de Dionísio”e “Cannabis: La Vieille Histoire”. Atualmente é graduando em Licenciatura em Arte-Teatro no Instituto de Artes da Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” - Unesp, onde apresentou os espetáculos “Pequenos Homicídios” e “Orikis: Um Canto para Homens e Orixás”, como finalização das disciplinas de Teatro de Formas Animadas I e II, respectivamente. É integrante do Cursinho Popular Heleny Guariba, projeto de extensão universitária orientado pela Profª Drª Lúcia Romano. Integrante do Coletivo Colérico, onde desenvolve o projeto, contemplado pelo Programa VAI, da prefeitura de São Paulo, no ano de 2017. Integrante do Teatro de Brancaleone, onde desempenha atividades como ator e manipulador nos espetáculos Pauliceia Desvairada e Judas: Piedade para os Ratos.
PROJETO ARQUIVADO.