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O projeto trata de exposição que vai abordar a identidade feminina no Brasil, através de pinturas, gravuras, desenhos, instalações, documentos, material audiovisual, e objetos pessoais. Além da exposição teremos outros dois produtos: um catálogo bilingue e ações de Programa Educativo.
Três módulos temáticos, não cronológicos, comporão o trajeto expositivo: 1- A casa e a Rua Aristóteles “O espaço público remete à praça, espaço simbólico totalmente contraposto ao domínio privado: se o primeiro remete à cidadania, igualdade e liberdade, o segundo remete à submissão e à necessidade” Hannah Arendt “Onde há política há espaço público, e onde há espaço público há diálogo e onde há diálogo há direitos”. Segregadas ao mundo privado, às mulheres foi negado o acesso ao espaço público durante muito tempo ao longo de nossa história. Essa exclusão determinou o apagamento dela dos centros de decisões e da história em geral. Bela, recatada e do lar: e se o espaço doméstico fosse também um local de clausura, de dominação e de exclusão da mulher? Obras emblemáticas abrem este módulo: Debret - Mulheres que olham “a rua” através das grades de uma janela (Sec. XIX); Louise de Bourgeois: Aranha e Mulheres Casa (1940), em ambas a artista revela até que ponto as mulheres são devoradas pelo ambiente doméstico; Niki de Saint Phalle: Nana (1970). Mostra mulheres mais felizes. Corresponde a um período de avanço das lutas feministas. A obra de Niki exprime estas conquistas. 2- No Calor da Luta Ao longo dos últimos 100 anos as mulheres vêm travando batalhas que, dizendo de modo muito simplificado, visam o fim da dominação de um gênero sobre o outro. Pontos de convergências destas lutas: Direito ao voto; Fim da diferença salarial entre gêneros; Acesso à educação; Participação feminina na esfera pública; Fim da violência física ou psicológica exercida pelos homens contra as mulheres. Serão apresentadas, neste módulo, personagens emblemáticas desta longa jornada assim como obras de artistas que refletem a respeito do tema: Sufragistas: lutaram pelo direito ao voto. Pioneira: Carlota Queiroz Acesso à educação: Nísia Floresta Outras Pioneiras: Pagú Dandara Nise da Silveira Marta (jogadora de futebol feminino) Maria da Penha As transgressoras: Leila Diniz Rita Lee Artistas Plásticas: Ana Maria Maiolino (trabalho feminino invisível) Maria Martins Tarsila do Amaral Rosane Paulino Santarosa Barreto Rosangela Rennó Anita Malfati Sônia Andrade Documentos, áudios e vídeos, também compõem esse segmento. A célebre entrevista de Leila Diniz ao Pasquim, a Lei Maria da Penha, trechos de músicas de Rita Lee, imagens da jogadora Marta, referências ao trabalho de Doutora Nise da Silveira, fazem parte da iconografia desse módulo. 3- O Corpo que Habito A expressão “quarta onda feminista” começa a tomar forma por volta de 2005 e tem como foco principal a luta pela emancipação do corpo feminino. Uma batalha contra práticas opressoras e violentas tais como assédio sexual nos ambientes públicos e privados, estupro, culto ao corpo (gordofobia), misoginia e feminicídio. Números mais recentes indicam a urgência de se falar sobre a violência contra o corpo da mulher no Brasil. Pesquisa Datafolha de dezembro de 2017 aponta que 42% das mulheres entrevistadas revelaram ter sofrido assédio sexual e outros tipos de violência pelo menos uma vez na vida. Movimentos como o americano “#me too” e o brasileiro “#mexeu com uma, mexeu com todas” são provas de que estamos saindo de uma sociedade indiferente, para uma outra, pautada pelo respeito ao outro. No campo das artes plásticas o corpo feminino tornou-se local da redescoberta de uma nova e radical linguagem visual, que desafiou o jeito de compreender o mundo. A apropriação do corpo como objeto de indagação estética contribuiu, definitivamente, para mudar a linguagem das artes visuais. Aliás, foi a pioneira instalação - Dinner Party - de Judy Chicago (1974) remontada este ano no Brooklyn Museum, onde a artista senta em uma mesa 39 mulheres notáveis que foram subjugadas, que deu origem a noção de “empoderamento feminino”. Caiu a máscara da ideia canônica de beleza. As mulheres passaram a investigar cada célula, cada membro, cada fluido de seus corpos e foram responsáveis por criarem a maior transformação iconográfica do sec. XXI, abrindo as portas para problemáticas contemporâneas como as complexas teorias de gênero e sexualidade. Neste último módulo da exposição apresentaremos trabalhos de mulheres que refletiram e continuam refletindo sobre esta temática: Aleta Valente: a artista usa o próprio corpo para denunciar abusos e preconceitos (Série Miss Bangu); Celeida Tostes: expõe o nascimento como um trauma; Leticia Parente: o corpo feminino em primeiro plano (vídeo arte); Lenora de Barros: poeta e artista visual que utiliza em suas obras recursos diversos como o vídeo, a fotografia, a palavra e as instalações. Sempre tomando como tema a relação mulher/corpo Adriana Varejão: do barroco à contemporaneidade, a artista é hoje o retrato da importância e representatividade da produção feminina na atualidade.
Objetivo Geral _ realizar a exposição "Gramática Feminina" que vai retratar a identidade feminina no Brasil, no Farol Santander em Porto Alegre/RS Objetivos Específicos _ Atender a um público de cerca de 47.000 pessoas; Colaborar na preservação, pesquisa e reflexão acerca da situação da mulher no mundo;Realizar, como Contrapartidas Sociais, ações formativas culturais/oficinas com 1.000 estudantes de escolas públicas e privadas, professores , e público em geral; Realizar visitas monitoradas e oficinas com cerca de 3.780 pessoas entre estudantes de escolas públicas e privadas, professores , e público em geral;Editar Catálogo bilíngüe Português/Inglês com 2.000 exemplares;Produzir 50 áudiobooks, com as principais informações da exposição e da coleção atendendo às normas de acessibilidade de conteúdo.
As lutas pela "libertação" das mulheres são antigas e já deram muito o que falar. Não obstante, nada mais contemporâneo que algumas das questões que vêm inquietando o universo feminino há séculos: afinal o que querem as mulheres? Que mundo diferente imaginam quando exigem seus direitos? Mais ainda: que caminhos podem conduzi-las à "libertação"? Muitas variáveis atravessam estas indagações, mas é certo que um traço comum une todas elas: estamos falando do desejo das mulheres de compartilharem o mundo, em condições de igualdade com os homens. Esta reivindicação fundamental expressa o mal-estar das mulheres em relação ao que lhes foi legado. Porque mesmo admitindo que, hoje, a realidade feminina é menos penosa que há 50 anos atrás, é certo que as mulheres ainda arcam com um pesado handicap. Em quase todos os países do mundo os estatutos legais discriminam (de alguma forma) a participação feminina na vida pública. E mesmo quando as leis são idênticas para homens e mulheres, as tradições, os usos e costumes, encarregam-se de estabelecer a hierarquia entre os sexos. Em pleno século XXI o fato é que a indagação de Simone de Beauvoir- afinal o que querem as mulheres? - feita em sua celebrada obra O Segundo Sexo (1949) parece mais atual que nunca. Essa exposição pretende colaborar nas respostas às questões femininas e suas lutas. O projeto se coaduna com os seguintes incisos do art.1º da lei 8313/91: Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. O projeto cumpre os seguintes objetivos previstos no art. 3º da lei 8313/91: Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos
Na mítica democracia Grega, por exemplo, a cidadania era atribuída exclusivamente aos homens. Para um grego cidadão era aquele que nascia homem não mulher, livre não escravo, grego não estrangeiro. As mulheres consideradas “naturalmente” passivas, os escravos tidos como passivos por sua condição de dominados e os estrangeiros por não merecerem as prerrogativas dos nacionais, constituíram categorias sociais sem nenhum status na sociedade grega. Durante toda a idade média o estatuto das mulheres permaneceu inalterado. Dois grandes teóricos deste período (Sto. Agostinho e Sto. Tomas de Aquino) introduziram idéias que alcançaram larga tradição no pensamento ocidental. Sto. Agostinho dizia que “é da ordem natural entre humanos que as mulheres estejam submetidas aos homens porque é uma questão de justiça que a razão mais fraca se submeta a mais forte”. Sto. Tomás de Aquino não pensava de forma diferente: “ a mulher é, por força da natureza, submissa ao homem, porque o homem por natureza possui maior discernimento da razão”. Em ambos os argumentos estão presentes duas idéias que fundamentam e justificam a hierarquia entre os sexos: primeiro por difundirem a crença de que a razão constitui a única possibilidade para apreender o mundo. E, em seguida, por identificarem o homem como ser racional em contraponto à mulher, destituída de razão. O cruzamento destas premissas leva à conclusão de que ao homem, por possuir o discernimento da razão, cabe entender e dominar o mundo enquanto à mulher, irracional e puramente intuitiva, resta assumir um destino secundário, entregue aos desígnios do homem. Note-se que a crença nesta linha de raciocínio produziu efeitos especialmente dramáticos para as mulheres. Admitir estes pressupostos como verdadeiros significou acreditar (por séculos) que a situação das mulheres desafiava qualquer possibilidade de mudança: eram inferiores aos homens porque nasciam com um déficit de razão, equiparando-se aos loucos e às crianças. No início do séc XIX as mulheres começam timidamente a ingressar no mercado de trabalho. Com a revolução industrial a mão de obra masculina já não era suficiente para atender as demandas geradas pelas novas unidades de produção. O mercado começa a absolver as mulheres que iniciam uma lenta transição do mundo doméstico (privado) para o espaço público. Os fatos atestam que o ingresso das mulheres no mundo do trabalho operou mudanças substanciais no estatuto feminino. Entretanto enfrentaram o mercado em absoluta desigualdade de condições: foram utilizadas para execução de tarefas mais penosas, cumpriram jornadas mais extensas e fizeram jus a salários sempre inferiores aos dos homens. Passaram a constituir, com as crianças, um exército industrial de reserva inesgotável, o que equivale a dizer, força de trabalho sem nenhum poder de barganha no mercado. Guardadas as devidas proporções, reflexão semelhante pode ser feita a respeito condições de vida e trabalho das mulheres contemporâneas, especialmente quando falamos da mulher brasileira. Dados recentes atestam que, no Brasil, a mulher continua sendo uma trabalhadora descriminada, ganhando muito menos que os homens e raramente tendo acesso a ocupações de maior responsabilidade e qualificação. Estudo recentíssimo da consultoria I Dados que utilizou números coletados pelo Ministério do Trabalho no mercado formal, revelam que em 2017 a diferença salarial entre homens e mulheres significou algo em torno de 49 dias de trabalho não remunerados para as mulheres. Além disso, o trabalho doméstico (guarda e proteção das crianças e demais “afazeres domésticos”)continua, para a imensa maioria, sendo estendido como atribuição predominantemente feminina. No capítulo “usos e costumes” ainda temos uma longa estrada a seguir. Aliás, nos últimos dias, os meios de comunicação não se cansam de divulgar inúmeras manifestações de caráter evidentemente machista, vindas dos mais diversos setores de nossas elites. O jornal o Globo (18/11/2018) lembra recentes episódios como o que envolveu o apresentador Silvio Santos que, em seu programa de televisão, declarou-se “excitado” com a roupa da cantora Claudia Leite. Assedio duplo - moral e sexual- já que ele é dono do programa e da televisão. Isso não obstante o aparente sucesso da campanha ”# Mexeu com ela, mexeu comigo” que, baseada na americana “# me Too”, atingiu, lá e aqui inúmeras celebridades envolvidas em denúncias de assédio sexual ou moral. Em pleno século XXI o fato é que a indagação de Simone de Beauvoir- afinal o que querem as mulheres? -Feita em sua celebrada obra O Segundo Sexo (1949) parece mais atual que nunca.
Produto – Exposição Montada em 3 módulos, com a apresentação de cerca de pinturas, gravuras, desenhos, instalações, documentos, material audiovisual, e objetos pessoais. Produto - Catálogo Tiragem de 2.000 exemplares capa dura - revestimento em papel couché fosco 170 g - 4/0 formato ferchado - 210 x 270 mm formato aberto - 420 x 270 mm 2 guardas formato 430 x 275 mm em Color Plus 170 g Miolo 200 páginas em papel Pólen (livro e arte) 150 g - 4/4 50 áudiobooks Produto - Contrapartidas Sociais (Programa Educativo – Ações formativas culturais) 50 oficinas de até duas horas para grupos de até 20 pessoas = 1.000 pessoas Produto - Curso/Oficina/ Estágio 156 visitas de até duas horas para grupos de até 20 pessoas = 3.120 pessoas 28 oficinas de até duas horas para grupos de até 20 pessoas = 560 pessoas 05 visitas com Tradução em Libras para grupos de até 20 pessoas = 100 pessoas
Produto - Exposição - O espaço Farol Santander tem banheiros e elevadores adaptados, rampas de acesso, entrada acessível na lateral (Avenida Sepúlveda). Para acessibilidade de conteúdo aos portadores de deficiência visual, serão produzidos 50 áudiobooks para suprir a necessidade de acessibilidade de conteúdo. Para acessibilidade de conteúdo aos portadores de deficiência auditiva teremos visitas monitoradas com intérprete de Libras. Produto - Catálogo – O catálogo será lançado e estará disponível no espaço Farol Santander que tem banheiros e elevadores adaptados, rampas de acesso, entrada acessível na lateral (Avenida Sepúlveda). Para acessibilidade de conteúdo serão produzidos 50 áudiobooks para suprir a necessidade de acessibilidade de conteúdo. Produto - Contrapartidas Sociais (Programa Educativo – Ações formativas culturais) Serão realizadas 50 oficinas de até duas horas para grupos de até 20 pessoas = 1.000 pessoas. O espaço Farol Santander onde serão realizadas as atividades, tem banheiros e elevadores adaptados, rampas de acesso, entrada acessível na lateral (Avenida Sepúlveda). Para Acessibilidade de conteúdo para deficientes auditivos serão realizadas algumas atividades com tradução de Libras (agendar os grupos). Para acessibilidade de conteúdo aos portadores de deficiência visual, serão produzidos 50 áudiobooks para suprir a necessidade de acessibilidade de conteúdo, que poderão ser utilizados nessas ações. Produto - Curso/Oficina/estágio O espaço Farol Santander onde serão realizadas as atividades, tem banheiros e elevadores adaptados, rampas de acesso, entrada acessível na lateral (Avenida Sepúlveda). Para Acessibilidade de conteúdo para deficientes auditivos serão realizadas algumas atividades com tradução de Libras (agendar os grupos). Para acessibilidade de conteúdo aos portadores de deficiência visual, serão produzidos 50 áudiobooks para suprir a necessidade de acessibilidade de conteúdo, que poderão ser utilizados nessas ações.
Produto - Exposição – Haverá acesso gratuito para todo o público Art. 21. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22. Produto - Catálogo – Haverá distribuição gratuita de 20% dos catálogos para a população de baixa renda. Todos os catálogos serão distribuídos gratuitamente. Art. 21. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22. Produto - Contrapartidas Sociais (Programa Educativo – Ações formativas culturais) Acesso gratuito ao público Art. 21. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22. Produto - Curso/Oficina/estágio Acesso gratuito ao público Art. 21. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: III disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22.
A proponente RKF Rio será responsável pela coordenação administrativo-financeira Curadoria e projeto de Cenografia - Daniela Thomas É diretora de cinema e teatro, cenógrafa, roteirista e dramaturga. Seus filmes, entre eles, Vazante, O Banquete, Terra Estrangeira e Linha de Passe, foram agraciados com vários prêmios, como a Palma de Ouro no festival de Cannes para melhor atriz, O Grand Prix do Festival de Havana, o Ariel do México e o Grande Prêmio do cinema Brasileiro. Concebeu os cenários de inúmeros espetáculos de teatro e ópera em vários países. Recebeu a Triga de Ouro da Quadrienal de Cenografia de Praga e os prêmios Shell, APETESP, APCA, APTR, Molière e Mambembe por seus cenários e figurinos. Junto com Felipe Tassara, desenha exposições nacionais e internacionais e desenvolve a museografia de exposições permanentes, como o Museu do Futebol no estádio do Pacaembu em São Paulo. Foi um dos diretores da Cerimônia da Abertura das Olimpíadas Rio 2016 e fez também a direção de Arte e cenografia do espetáculo Curador Assistente - Fabrícia Jordão Doutora e mestre em História, Teoria e Crítica de Arte pela Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo. Professora titular do departamento de Artes Visuais da UFPR, sendo responsável pelas disciplinas de mediação e curadoria. Atua como crítica e curadora, com interesse nas relações entre arte e política. Faz parte do grupo de críticos de artes visuais do Centro Cultural São Paulo. Dentre outras exposições, foi curadora ou co-curadora, das mostras Iminência de Tragédia. (Funarte, São Paulo, 2018/ Casarão 34, João Pessoa, 2018-2019); Design(io) de Jota Medeiros ( Centro Cultural São Paulo, 2016); Círculo do tempo de Falves Silva (Centro Cultural São Paulo, 2016); Sinais de Falves Silva (Galeria Superfície, São Paulo, 2016); Paulo Bruscky em Movimento (Centro Cultural São Paulo, 2014). Atualmente desenvolve pesquisas de curadoria da exposição I Bienal Latino-Americana de São Paulo, 40 anos depois, com inauguração prevista para março de 2019 no Centro Cultural São Paulo e para a Bienal Internacional de Curitiba. Produtor Executivo - Jocelino Pessoa Produtor cultural especializado em artes visuais, Jocelino Pessoa há 13 anos desenvolve exposições, projetos educativos e publicações vinculados à instituições culturais públicas e privadas. Iniciou sua carreira no Centro de Artes Visuais da Funarte em 2006 onde foi produtor executivo do Programa Rede Nacional Artes Visuais e colaborou na primeira edição do Prêmio Marcantônio Vilaça. No Museu Bispo do Rosário Arte Contemporânea, instituição a qual passa a fazer parte em 2008, idealiza e coordena, entre outros projetos, o I Encontro de Agentes Culturais da Zona Oeste e a primeira edição do Programa Casa B Residência Artística. Ainda no Museu, organiza importantes exposições nacionais e internacionais, como Azul dos Ventos: Arthur Bispo do Rosário, realizada no Victoria and Albert Museum (Londres/UK) e no Museu da Cidade (Lisboa/PT), e é curador assistente da mostra Arthur Bispo do Rosário: a poesia do fio, realizada no âmbito do Festival Europalia (Bruxelas/BE), além de editor da publicação Um Canto, Dois Sertões, Bispo do Rosário e os 90 anos da Colônia Juliano Moreira. Como profissional independente, produziu, entre outras, a mostra Narrativas Poéticas – Coleção Santander Brasil, que percorreu nove cidades brasileiras e foi contemplado no Rumos - Itaú Cultural 2018-2019 com o projeto Brígida, de organização da obra audiovisual da artista Brígida Baltar. Atualmente também é Assessor de Artes Visuais do Sesc Nacional. Projeto Gráfico - Rita Faria Carioca, designer gráfica formada pela ESDI/UERJ. Trabalhou durante dez anos no escritório Jair de Souza Design, em que coordenou equipes em projetos como Museu do Futebol, Museu de Arte do Rio e o CRAB - Centro de Referência do Artesanato Brasileiro. Em São Paulo, participou de projetos em parceria com T+T Projetos, como o Festival Back 2 Black. Em 2015 passa a representar a Tuut em São Paulo, coordenando e prospectando novos clientes como o Museu Judaico de São Paulo e a empresa Tomara!, para quem desenvolveu a identidade visual do projeto cultural Saberes do Vale. Como designer autônoma criou a identidade e comunicação visual para mostras na Caixa Cultural São Paulo e CCBB-SP, além de projetos para o Theatro Municipal de São Paulo. Atualmente é sócia do estúdio de design Rima gráfica.Veja alguns dos projetos em www.rimagrafica.com Revisão texto e tradução: Manoel Giffoni Graduado em Comunicação Social pela PUC-Rio em 2007 Mestrado em Relações Internacionais pela FLACSO-Argentina, em 2017 Consultor de comunicação. Produção de conteúdos digitais, relatórios de projetos, etc. Tradução - UNESCO desde oct/2018 Analista de Comunicação. Criação e implementação de estratégias de comunicação, produção de publicações, eventos e vídeos - Instituto Sul-Americano de Governo em Saúde (Isags-Unasur) entre out/2015 e mar/2018 Redator - Company Cue entre mar/2014 e out/2015 Correspondendente internacional e produtor de pacotes de notícias - PressTV entre mar/2014 e out/2015 - Buenos Aires, Argentina Inicialmente como estagiário e, a partir de 2007, como prestador de serviços. Análise de produto (telenovelas, minisséries, etc); redação de sinopses, releases; e assistência em coproduções internacionais - TV Globo – Divisão Internacional, entre ago/05 e dez/10 Pesquisa – Mari Nagem Mari Nagem (Belo Horizonte, 1984) é mestre em Artes Visuais pela Haute École d’Art et Design de Genève, na Suíça. Atua como artista visual, designer e coordenadora de projetos. Interessada na artificialidade do mundo contemporâneo, na transformação das paisagens a partir das intervenções humanas e nas questões existenciais entre homem e tecnologia, investiga as relações do ser com seu meio, ora criando instalações, objetos ou desenvolvendo conceitos. 2018 (São Paulo, Brasil) Curadora, gerente de projetos e artista - Exposição ESTUFA, na São Paulo Fashion Week (SPFW). Na exposição, artistas com sólida carreira no circuito de arte contemporânea encontram jovens criadores de diferentes áreas em um experimento para misturar conhecimentos e técnicas como um exercício no futuro e para o futuro, como a própria palavra ESTUFA sugere. 2018 (Itabirito, MG, Brasil) Fundadora e gerente – Brisa Creative Residence. Brisa Creative Residenceé um espaço de imersão nas montanhas mineiras para artistas, escritores e cientistas desenvolverem projetos pessoais. 2017 (Itália e Turcomenistão) Produtora de conteúdo –Asian Indoor and Martial Games, AIMAG. Gerência, coordenação e estruturação do conteúdo audiovisual para a cerimônia de encerramento. 2016 (Arizona, EUA) Assistente de direção e produtora associada. Trabalho realizado durante as filmagens de Zona Árida, dirigido por Fernanda Pessoa. 2016 – 2014 (São Paulo e Rio de Janeiro, Brasil) Coordenadora Criativa e Assistente de Direção naCerimônia de Abertura das Olimpíadas do Rio de Janeiro;com Fernando Meirelles, Daniela Thomas e Andrucha Waddington - Cerimônias Cariocas 2016. Atuação múltipla em diferentes etapas do projeto ao longo de 2.5 anos. Pesquisa e estruturação de conteúdo criativo e referências. Suporte geral para a equipe de criação. Responsável pelo fluxo de comunicação entre os diretores, os departamentos de arte e a produção para garantir a execução precisa de ideias, conceitos e objetos de cena. Organização de agenda, logística e acompanhamento de ensaios.
PROJETO ARQUIVADO.