| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| ***899109** | JOSE IRAJA DE ALMEIDA | 1900-01-01 | R$ 50,0 mil |
| 32216171000149 | Ahau Produções ArtÃsticas Ltda | |
| ***331374** | CLAUDENILDE PEREIRA BARBOZA | |
| 19460269000189 | COLOMBINA ASSOCIACAO ARTISTICA E CULTURAL | colombinarealizacoes@gmail.com |
| 04196890000100 | Contabilidade Largura LTDA ME | |
| 60047743000149 | Editora e Livraria SEFER LTDA | |
| 33854010000143 | Luiza Nicoletti | |
| ***723819** | MARIA DAS GRACAS MACHADO | |
| ***357809** | PAULINHO LIMA DOS SANTOS | |
| 33030267000180 | UNA CRIATIVIDADE LTDA | una@unacriatividade.com.br |
| 83715003000139 | (não ingerido) |
(1) Realizar a conclusão de pesquisa e montagem da peça Navegar às Estrelas, (2) registrar e divulgar o processo de montagem com reflexões dos diretores Amir Haddad e Clarice Nikier, (3) realizar temporada de estreia, com Libras e Audiodescrição em parte da temporada, seguidas de conversa com o público no final do espetáculo e realizar ações de formação de plateia e de compartilhamento de saberes (em escolas, OSCs e cursos livres de teatro) com conversas sobre o teatro, sobre a montagem e com cessão gratuita de ingressos.
Um homem que não se conforma com a superficialidade da vida, com a descrição de mundo feita pela sociedade e suas convenções, se percebe limitado em sua existência e expressão. Neste contexto reconhece sua co-responsabilidade por tudo aquilo que acontece ao seu redor e consigo próprio, não aceitando o papel de vítima em sua própria história. Esta tensão o provoca a trilhar uma profunda jornada de rupturas e reconstruções de paradigmas na busca de si mesmo: a paradoxal simplicidade de ser quem se é. Ao ampliar a percepção acerca de si inicia uma revolução que afeta diretamente a interação com o mundo, reajustando perspectivas e valores que estavam desvirtuados devido ao afastamento de sua própria natureza humana. Historicamente, diz-se que a Esfinge fazia três perguntas aos viajantes, devorando-os caso não respondessem: Quem és? De onde vens? Para onde vais? “Decifra-me ou te devoro”. Mais inquietante que precisar saber as respostas é saber quem faz as perguntas: e neste caso, é a pessoa - o próprio indivíduo - que pergunta a si mesma. Ele é a própria esfinge-humana e quando não se decifra devora a si mesma a cada dia, ao longo da vida. Nas questões em que o saber presente está em falta, convém ampliar os horizontes e consultar. Percorrer estórias antigas - evocar a força da poesia e a sabedoria de muitos que já passaram e que ainda hão de passar por esta nossa humanidade... É por aí que vamos! É desta reflexão que nasce a peça “Navegar às Estrelas”.
Objetivo Geral Montar e realizar temporada de estreia com 06 apresentações do espetáculo teatral Navegar às Estrelas, contribuindo com a difusão e fruição de dramaturgia autoral de Marcos Reis e com ações de troca de conhecimentos e formação de plateia. Objetivos específicos: - Realizar montagem da peça teatral Navegar às Estrelas; - Reunir e divulgar saberes e reflexões artísticas dos diretores Amir Haddad e Clarice Niskier durante o processo de montagem; - Realizar temporada de estreia com 06 apresentações no espaço Àgora Teatro (Bela Vista, São Paulo), ao longo de três meses, sendo 03 com interpretação em Libras e recurso de Audiodescrição; - Realizar ações de formação de plateia e troca e conhecimentos em escolas, cursos livres de teatro e OSCs; - Oportunizar o acesso da população ao espetáculo teatral por meio da cessão de ingressos aos públicos participantes das ações de formação de plateia e de política de acesso aos beneficiários de programas sociais por meio da apresentação do Cadastro Único (CadÚnico);
Navegar às Estrelas é um texto em desenvolvimento pelo ator e pesquisador Marcos Reis e traz ao palco a história de um homem que não se conforma com a superficialidade da vida, com a descrição de mundo feita pela sociedade e suas convenções, se percebe limitado em sua existência e expressão. Neste contexto reconhece sua co-responsabilidade por tudo aquilo que acontece ao seu redor e consigo próprio, não aceitando o papel de vítima em sua própria história. Esta tensão o provoca a trilhar uma profunda jornada de rupturas e reconstruções de paradigmas na busca de si mesmo: a paradoxal simplicidade de ser quem se é. A relevância desta montagem está alicerçada na reflexão dos valores e conceitos que moldam nossa sociedade, mitos, lendas, escritos sagrados e aspectos espirituais, movido pelas inevitáveis indagações humanas: quem somos? De onde viemos? Para onde vamos? A montagem reúne em torno de si as expertises e pesquisas de Amir Haddad e Clarice Niskier que ao longo de suas trajetórias criaram leituras, percepções artísticas e saberes práticos sobre o trabalho do ator e sobre o teatro brasileiro na contemporaneidade. Durante o processo de montagem pretende-se, através da prática, registrar e divulgar esses saberes e as reflexões artísticas e sociais destes profissionais. Este compilado será reunido e divulgado em um blog sobre a montagem, como uma espécie de "Diário de Bordo" disponibilizando conteúdos em texto, áudio, imagem, vídeos e outros formatos, permitindo a troca de informação e o acesso a qualquer público interessado (e.g. estudantes de teatro, pesquisadores e público em geral).O projeto realizará 06 apresentações na cidade de São Paulo, no espaço Àgora Teatro, no bairro Bela Vista, com capacidade para 90 pessoas por sessão. Deste total, 03 apresentações serão realizadas com interpretação em Libras e recurso de Audiodescrição. Como forma de contrapartida social serão desenvolvidas ações de formação de plateia e de compartilhamento de saberes por meio da visita a 05 instituições para uma conversa sobre (1) o processo de montagem, (2) a pesquisa, (3) os profissionais envolvidos, (4) percepções sobre o teatro e a cultura brasileira e (5) cessão gratuita de ingressos para os participantes. O projeto atende os seguintes objetivos do art. 1° da Lei 8.313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; O projeto também está alinhado aos seguintes incisos e alíneas do art. 3º da Lei 8.313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;
As 06 apresentações serão divididas entre 02 semanas, com três apresentações semanais. Desas, 03 apresentações serão acessíveis em Libras e contarão com recursos de Audiodescrição, sendo a estreia oficial e mais uma apresentação por semana. O espaço Àgora Teatro está de acordo com as normas vigentes para o recebimento e acomodação confortável das pessoas com deficiência física ou mobilidade reduzida. As ações de contrapartida social, aqui realizadas por meio de conversas em OSCs, escolas e cursos livres de teatro serão realizadas in loco, onde os espaços e a interpretação de Libras normalmente se faz presente de acordo com as necessidades dos públicos locais. De todo modo, a produção deste projeto se compromete em garantir acessibilidade em Libras caso alguma das entidades parceiras (que serão definidas durante a execução do projeto) caso haja a necessidade. O hotsite do espetáculo e Diário de Bordo da montagem será desenvolvido de acordo com as normas de acessibilidade para websites da ABNT e a equipe trabalhará para que o máximo das imagens disponibilizadas sejam descritas em formato de texto, assim como os documentos compartilhados sejam acessíveis aos leitores de tela.
Os ingressos serão comercializados a preços populares (R$ 40 e R$ 20 meia) e do total de ingressos 60 (10 ingressos por sessão) serão disponibilizados aos participantes das atividades de contrapartida social. Também será oportunizada a entrada gratuita (conforme disponibilidade de lotação, respeitados os limites fixados na IN 05/2019) às pessoas que sejam beneficiários de programas da do Ministério do Desenvolvimento Social, mediante a apresentação do cartão de Cadastro Único (CadÚnico) e para alunos do ensino médio que sejam beneficiários do Bolsa Família. Serão realizadas duas conversas formativas (120 minutos de duração) com 60 pessoas de cursos livres de teatro de escolas de São Paulo como medida de formação de plateia complementar e ação socioeducativa. As 60 pessoas que participarem das atividades receberão ingressos para apreciação gratuita do espetáculo e transporte acessível, conforme previsto na IN. A atividade também será desenvolvida com interpretação em Libras. As atividades serão gravadas e disponibilizadas na íntegra na internet, bem como os debates que serão realizados após cada apresentação. Além dessas medidas o projeto também atenderá os seguintes incisos do art. 20 da IN 05/2017: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22;
Marcos Reis Neto (Coordenação Geral e Atuação) Funções: Resposnável pela tomada de decisão, coordenação do planejamento geral do projeto e interface com a mídia. Marcos Reis também será o ator da montagem, fruto deste projeto. Currículo Resumido: É formado em Artes Cênicas pela Escola Livre de Teatro – Interpretação, onde fundou o grupo: “Teatro da Terra”. Começou a atuar profissionalmente em 2005. Premiado Melhor Ator Festival Sumaré - São Paulo: Peça Curral - Inspirada na obra “Asfalto Selvagem” de Nelson Rodrigues. No teatro atuou em A Cabala do Dinheiro, Inspirada na Obra de Nilton Bonder. Autor: Marcos Reis, Clarice Niskier e Letícia Tomazella. Direção: Clarice Niskier. Também atuou nas peças As Palavras da Chuva (Fala Comigo Doce Como Chuva), O Abajur Lilás, Mínimo Contato, Pequenos Holocaustos, Simples Cidade, O Curral, Popol Vuh, Woyzeck, Como Contar Carneirinhos, Dois Perdidos Numa Noite Suja e O Despertas da Primavera. Na televisão fez as telenovelas Alto Astral (TV Globo) e A Terra Prometida (TV Record) e as séries Rio Heroes (FOX), Santo Forte (AXN) e Na Fama e Na Lama (Multishow). No cinema foi protagonista do longa “A Percepção” e participou de diversos Curtas, entre estes “Não me Deixa Aqui Sozinha”. Amir Haddad (Supervisão de Direção) Currículo Resumido: Amir Haddad (Guaxupé, MG, 1937). Diretor e ator. Dirigiu grupos alternativos na década de 1970 fundamentando uma linha de trabalho significativamente pesquisada por essa geração: disposição não convencional da cena; desconstrução da dramaturgia; utilização aberta dos espaços cênicos; e interação entre atores e espectadores. Essa linha de pesquisa se sedimentou no seu trabalho como diretor a partir da fundação do Tá na Rua, em 1980, grupo que encabeça até hoje. Participa da criação do Teatro Oficina, trabalhando em A Ponte, de Carlos Queiroz Telles (1936-1993), e Vento Forte para Papagaio Subir, de José Celso Martinez Corrêa, ambas em 1958. Em 1959, ainda com o Oficina, participa, entre outras, de A Incubadeira, de José Celso Martinez Corrêa, que lhe vale seu primeiro prêmio de melhor direção. Desligando-se do Teatro Oficina, segue em 1961 para Belém, no Pará, realizando uma série de trabalhos para a Escola de Teatro de Belém. Em 1965, o Teatro Universitário Carioca o convida para dirigir O Coronel de Macambira, de Joaquim Cardozo (1897-1978), e Amir acaba por permanecer no Rio de Janeiro. Lá é um dos fundadores do grupo A Comunidade, instalado no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM/RJ), que se projeta em 1969 com o espetáculo A Construção, de Altimar Pimentel (1936-2008), atribuindo a Amir o Prêmio Molière de melhor direção. Em 1970, realiza mais dois espetáculos com o grupo: Agamêmnon, de Ésquilo (525 a.C.-456 d.C.), e Depois do Corpo, de Almir Amorim. No mesmo ano, ganha o segundo Molière, com O Marido Vai à Caça, de Georges Feydeau (1862-1921). Com o Grupo de Niterói, faz SOMMA, no Teatro João Caetano, 1974. Em 1980, funda o Tá na Rua. A capacidade de transitar com a mesma desenvoltura entre produções convencionais e megaespetáculos populares faz de Amir um diretor singular no cenário do teatro brasileiro contemporâneo. Clarice Niskier (Direção)Currículo Resumido: Clarice Niskier estreou no teatro em 1981, no Tablado, na peça "Tambores na Noite", de Bertold Brecht, sob a direção de Dina Moscovitch, no Rio de Janeiro. Já trabalhou com diversos diretores renomados, dentre eles, Paulo José, Domingos Oliveira, Felipe Hirsh e Eduardo Wotzik, diretor cujas peças lhe renderam as indicações para os Prêmios Shell e Mambembe de Melhor Atriz em 93. Com o espetáculo “A Alma Imoral”, solo em cartaz há 12 anos, recebeu indicação para vários prêmios, entre eles os Prêmios Eletrobrás de Melhor Espetáculo, Melhor Atriz e Melhor Figurino, Prêmio Qualidade Brasil de Melhor Atriz e Prêmio Shell de Melhor Atriz (tendo ganhado os dois últimos). Na TV, fez as novelas “Ciranda de Pedra” e “Araguaia” e as séries “Macho Man” e “As Brasileiras”. No cinema, fez vários filmes, entre eles “Amores” e “Feminices”, de Domingos Oliveira, e "A Viagem de Volta", direção de Emiliano Ribeiro. Qiah Salla (Produção Executiva)Funções: Responsável pelos contratos, pagamentos, produção da temporada de estreia, prestação de contas no SalicWeb, monitoramento do plano de atividades e funções correlatas. Currículo Resumido: Produtor cultural e sócio-administrador da Genuí Assessoria e Gerenciamento de Projetos (SP/SC). Elaborou e coordenou mais de 300 eventos e projetos, entre eles, ações financiadas por recursos de fundos nacionais, estaduais, municipais e budgets de marketing de empresas privadas, entre elas atendeu marcas como Bradesco, Pré-Fabricar, Caixa, Serviço Social do Comércio e Souza Cruz. Foi Diretor Administrativo da Fundação Cultural de Rio do Sul de 2013 a 2016 (SC). Na gestão pública coordenou a implementação de sistemas de cultura, conferências, conselhos e prêmios. Foi coordenador de produção do Primeiro Seminário de Acessibilidade Cultural de Santa Catarina, realizado em março de 2018, junto a organizações como Associação Catarinense para a Integração do Cego (ACIC), Associação Brasileira de Audiodescrição (ABAD), Federação Catarinense de Municípios (Fecam) e outros apoiadores. Na Federação Catarinense de Teatro desempenhou a função de Diretor de Projetos (2012-14), Diretor de Comunicação (2014-16) e atualmente é presidente do Conselho da entidade (2016-18). *Os demais integrantes da ficha técnica serão selecionados durante o processo de pré-produção
Prestação de Contas final apresentada, aguardando análise.
Histórico inicial = baseline (situação atual no momento da primeira ingest). Próximas mudanças de status serão capturadas automaticamente a cada nova sincronização SALIC.