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A exposição fotográfica "Caminhos e Histórias", com fotografias de Érico Hiller, tem o objetivo de mostrar a mobilidade paulistana por meio de fotografias e histórias de dez pessoas, moradores de São Paulo, que acessam diariamente o metrô para se locomover. Essa mobilidade pulsante de São Paulo, com pessoas indo e vindo diariamente de lugares longínquos ou próximos, para cumprirem os mais diferentes objetivos, é carregada de histórias, de emoção, de sentido. A exposição irá mergulhar nesse princípio, dando cor, cara, voz e sentimento à mobilidade de São Paulo, ela será realizada em estações de metrô, através de módulos fotográficos, com acesso livre ao público, onde milhares de pessoas circulam diariamente. O projeto tem pesquisa e curadoria de Chantal Brissac e também prevê um catálogo-livro com todas as imagens e os textos completos das ricas histórias das pessoas escolhidas.
Classificação indicativa livre para todos os públicos
Objetivos gerais A exposição fotográfica "Caminhos e Histórias", com fotografias de Érico Hiller, tem o objetivo de mostrar a mobilidade paulistana por meio de fotografias e histórias de dez pessoas. Serão selecionados dez moradores de São Paulo que acessam diariamente o metrô paulistano para se locomover, além de outros modais. Alguns vão de bicicleta, outros usam a multimodalidade (metrô, ônibus e eventualmente carro) e outros também caminham bastante (40% dos deslocamentos na cidade são feitos exclusivamente a pé). A pesquisa para escolha dessas pessoas será conduzida pelo Pró-Coletivo, formado por Anna Paula Serodio e Chantal Brissac, e pelo fotógrafo Érico Hiller. A ideia é buscar histórias relevantes, ricas e inspiradoras de homens e mulheres de idades, gêneros, etnias, classes sociais, profissões e estilos de vida diferentes que saem todos os dias rumo a seus objetivos na capital paulista. Além de fotografar essas pessoas em movimento (no metrô, pedalando, caminhando etc.), elas também serão mostradas em suas casas, em suas rotinas diárias, no trabalho e no lazer, ao lado de pessoas queridas. Um dos princípios do projeto é dar vida aos anônimos que se movem freneticamente em São Paulo. Vistas de forma rápida, como acontece no nosso dia a dia, essas pessoas são percebidas como uma massa humana, praticamente isenta de emoções e histórias. Mas é o contrário que pretende-se passar: essa mobilidade pulsante de São Paulo, com pessoas indo e vindo diariamente de lugares longínquos ou próximos, para cumprirem os mais diferentes objetivos, é carregada de histórias, de emoção, de sentido. Portanto, a exposição irá mergulhar nesse princípio, dando cor, cara, voz e sentimento à mobilidade de São Paulo. A exposição será montada em duas estações de metrô, em uma expografia modular, que contará com cerca de 40 fotografias e textos que contam a história de cada personagem. Ela terá a duração de um mês.Será produzido um catálogo-livro, onde estará registrada toda a pesquisa, textos e imagens do projeto. A Exposição também contará com um projeto de ações formativas, que será desenvolvido para contextualizar o projeto e orientar professores e alunos de instituições de ensino públicas para que os mesmos tenham uma maior compreensão sobre o assunto. O objetivo é criar, promover e projetar a cultura de uma mobilidade urbana mais sustentável a um público cada vez mais amplo, por isso a escolha do metrô como espaço expositivo, onde em cada estação circulam mais de 30 mil pessoas por dia. Objetivos Específicos a) Realizar uma exposição gratuita com duração de um mês no metrô de São Paulo. A exposição contará com cerca de 40 fotografias de Érico Hiller e textos de Chantal Brissac. O conteúdo da mostra conta com imagens e textos que retratam perfis de 10 usuários do metrô que optaram por mobilidade inteligente (ativa ou coletiva). Previsão de 40.000 visitantes. b) Desenvolvimento de um catálogo-livro com o conteúdo da exposição e textos e fotografias adicionais. O livro terá tiragem de 1.000 (mil) exemplares e será distribuido gratuitamente para escolas e instituições públicas. c) Ações formativas para professores e alunos de instituições de ensino públicas através de palestras de 30 a 100 participantes, totalizando 1.000 (mil) beneficiários. Estimativa de 20 palestras/oficinas na cidade de São Paulo.
O preconceito e o desconhecimento sobre a qualidade do transporte público atual em São Paulo paralisam e impedem as pessoas de conhecer por suas próprias pernas o potencial e as condições do ônibus, do metrô, do uso da bicicleta e também do recurso do pedestrianismo. A melhora da mobilidade urbana só acontecerá se as pessoas se mobilizarem para isso, mudando hábitos arraigados, quebrando tabus e preconceitos. Por isso, acreditamos que o uso de transporte público, bicicleta e a prática do pedestrianismo vão ajudar as pessoas a viver melhor, com mais saúde e felicidade, em uma cidade menos poluída, menos barulhenta e menos estressante. Apenas a perda de tempo no trânsito gera prejuízo no Brasil de R$ 62 bilhões por ano, cerca de 1,5% do PIB, segundo dados do IBRE/FGV. Há ainda prejuízos na área de saúde por causa da poluição (em SP, 90% da poluição vem dos carros) e dos acidentes (o Brasil é o país com maior número de mortes de trânsito por habitante da América do Sul). O projeto como um todo visa aproximar o público brasileiro dessa reflexão acerca da mudança de hábitos através de textos, depoimentos e fotografias artísticas. O metrô foi escolhido para a realização da exposição por ser estratégico quando à sua localização e alcance do público, bem como por se conectar com o tema da exposição. Estamos com conversas em andamento com a Via Quatro, responsável pela Linhas 4 do metrô, que demonstrou interesse na parceria caso o projeto seja aprovado. Caso não seja concretizada esta parceria, nos comprometemos a realizar a exposição em uma outra linha de metrô. O presente projeto atende os seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91 I ‐ contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais. II ‐ promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais. III ‐ apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores. IV ‐ proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V ‐ salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VII ‐ desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII ‐ estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX ‐ priorizar o produto cultural originário do País. Serão atendidas as seguintes finalidades do Art. 3° da referida norma serão alcançadas com o projeto: II ‐ fomento à produção cultural e artística, mediante realização de exposição de artes. IV ‐ estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante distribuição gratuita e pública de ingressos para todos os produtos propostos (exposição e livro).
Catálogo-livro com até 80 páginas, capa mole, papel Euro Bulk ou similar. Tiragem: 1000 unidades
Da Acessibilidade FÍSICA: Declaramos para os devidos fins nos comprometemos a somente realizar o projeto Entre Idas e Vindas em local cujas medidas de acessibilidade e democratização do acesso às suas dependências estejam de acordo com as elencadas na Lei nº 13.146/2015 e Decreto nº 9.404, de 2018, a saber: a) Rampa de acesso a cadeirantes: 0,90m de largura com área para rotação de 1,50m; b) Sanitário exclusivo sinalizado, com rota acessível, próxima a área principal, com barras de apoio e área de transferência. c) Equipe treinada para auxiliar cadeirantes, deficientes auditivos e visuais. d) A participação dos idosos terá acesso preferencial a todas as atividades realacionadas ao projeto. Em atendimento ao Art. 18 da Instrução Normativa nº 05/2017 do MinC e ao Art. 22 . da IN nº 2, de 23 de abril de 2019 do Ministério da Cidadania, as seguintes ações serão adotadas para acessibilidade de CONTEÚDO: Exposição 1. Deficientes visuais: Será disponibilizada audiodescrição de obras da exposição. 2. Deficientes auditivos: Não haverá conteúdo de áudio na exposição, apenas imagens e textos, portanto não será necessária ação para deficientes auditivos. 3. O projeto será gratuito e aberto a todos. Ações formativas/ Contrapartidas sociais 1. Deficientes visuais: caso solicitado pelas escolas públicas, será providenciado um educador especializado para realizar a descrição de todo o conteúdo visual das palestras 2. Deficientes auditivos: caso solicitado pelas escolas públicas, será providenciado um educador assistente tradutor de libras.
Da Ampliação do Acesso 1. Atendendo ao Inciso I, estipulado pelo Art. 20 . da IN nº 2, de 23 de abril de 2019 do Ministério da Cidadania, a entrada à exposição será gratuita e destinada a todas as camadas sociais, como forma de democratização de acesso. 2. Atendendo ao Inciso I, estipulado pelo Art. 21 . da IN nº 2, de 23 de abril de 2019 do Ministério da Cidadania, ao menos 20% dos livros serão doados a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados 3. Atendendo ao Inciso III, estipulado pelo Art. 21 . da IN nº 2, de 23 de abril de 2019 do Ministério da Cidadania, serão disponibilizados, na Internet (site do projeto e redes sociais), registros audiovisuais da exposição, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; 4. Atendendo ao Inciso IV, estipulado pelo Art. 21 . da IN nº 2, de 23 de abril de 2019 do Ministério da Cidadania, será permitida a captação de imagens das atividades e sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; 5. Atendendo ao Inciso I, estipulado pelo Art. 22 . da IN nº 2, de 23 de abril de 2019 do Ministério da Cidadania, serão realizadas ações formativas culturais para 1.000 (mil beneficiários). 6. Atendendo ao Inciso II, estipulado pelo Art. 22 . da IN nº 2, de 23 de abril de 2019 do Ministério da Cidadania, 50% (cinquenta por cento) do quantitativo de beneficiários das ações formativas culturais se constituirá de estudantes e professores de instituições públicas de ensino. Quantidade do público atendido pela distribuição gratuita de cada produto cultural cadastrado no plano de distribuição: a) Exposição de Artes = 40.000 pessoas b) Livro = 1.000 exemplares, sendo que no mínimo 200 serão distribuídos para escolas e instituições públicas c) Ações formativas = 500 pessoas como público visitante e oficinas para 500 alunos e professores de escolas públicas, total de 1000 beneficiários
JULIA BORGES ARAÑA (proponente) O proponente realizará a função de Produtor Executivo no projeto, e recebers por essa rubrica. Também será responsável pela total gestão administrativa e financeira do projeto, de forma voluntária. Currículo: Julia Borges Araña é curadora, pesquisadora e produtora especializada em projetos de Arte Contemporânea e Novas Mídias. É diretora da produtora cultural Phi Projetos e do Instituto URBE. Organizou e produziu diversos projetos culturais, com destaque para as exposições: Chantal Akerman - Tempo Expandido (Oi Futuro/ 2018-2019), URBE – Mostra de Arte Pública (2016 e 2018), Perfume de Sonho, exposição individual de Sebastião Salgado (Instituto Tomie Ohtake/ 2016), Eija‐Liisa Ahtila ‐ Sobre assuntos desconhecidos, natureza dos milagres e possibilidades da percepção, exposição com curadoria de Catherine de Zegher (Oi Futuro Flamengo/ 2015), Memórias da Obsolecência – com obras de videoarte da coleção de Ella Fontanals Cisneros (Paço das Artes/ 2014), Retumbante Natureza Humanizada, com fotografias de Luiz Braga e curadoria de Diógenes Moura (Sesc Pinheiros – 2014), Rumos Legado, curadoria de Aracy Amaral, Paulo Myiada e Regina Silveira (Itaú Cultural – 2014), Expoprojeção 1973‐2013, curadoria de Aracy Amaral e Roberto Cruz (Sesc Pinheiros ‐ 2013), Bom Retiro e Luz – Um Roteiro, curadoria de Diógenes Moura e Benjamin Seroussi (Sesc Bom Retiro, Pinacoteca e Parque da Luz – 2013), Stanley Kubrick, em parceria com o Deutsches Filmmuseum (MIS ‐ 2013), STILL EM MOVIMENTO: Lição de pintura, curadoria de Berta Sichel (Paço das Artes – 2013), Piotr Kunce (MIS ‐ 2012), Game On, em parceria com o Barbican Center, de Londres (MIS ‐ 2012), VALIE EXPORT: CORPO = LINGUAGEM, curadoria de Berta Sichel (Centro de Arte Contemporânea e Fotografia ‐ 2011), Cinema Sim – Narrativas e Projeções (Itaú Cultural ‐ 2008), Ocupação Rogério Sganzerla (Itaú Cultural – 2010). É diretora do Instituto Urbe, com foco em arte pública, curadora e responsável na América Latina pela The Wrong ‐ Digital Art Biennale (2013, 2015, 2017 e 2019). De 2004 a 2012 trabalhou na equipe de programação do Itaú Cultural e do MIS‐SP. Foi curadora do Festival Internacional Over‐View (2015) e júri do FLUXUS (Sesc Pompéia, 2011). Como artista participou da exposição Dashboard (KALPANY artspace, Milão, 2014) e da 29ª Bienal de São Paulo (2010). Possui MBA em Bens Culturais: Cultura, Economia e Gestão, pela Fundação Getúlio Vargas e é graduada em Comunicação Social ‐ Cinema pela FAAP. ÉRICO HILLER Função: fotógrafo/ artista Érico Hiller nasceu em Belo Horizonte (MG), mas adotou São Paulo como cidade para residir. Seu interesse pela fotografia despertou desde muito cedo, mas foi durante a Faculdade de Comunicação Social (ESPM) que realmente houve sua conexão com a fotografia de uma maneira mais intensa e definitiva. Em 2008, realizou um longo ensaio documental sobre as tensões sociais em grandes cidades da Argentina, Brasil, China, Índia, México e Rússia. Entre 2011 e 2012 esteve no Ártico, na Tanzânia, na Etiópia, nas Maldivas e na Mata Atlântica retratando regiões ameaçadas. Essas expedições pelo mundo – Érico já esteve em mais de 50 países — propiciaram a publicação de três livros: Emergentes (2008), Ameaçados (2012) e A Jornada do Rinoceronte (2016). Neste mesmo ano, algumas de suas fotos compuseram a exposição Diários de Viagem, na Leica Gallery, em São Paulo. No Brasil, suas fotos já foram veiculadas nas revistas National Geographic, Marie Claire e Rolling Stone, entre outras publicações. Érico guia grupos de entusiastas e profissionais de fotografia para praticar sua linguagem em viagens para diversos países como Myanmar, Laos e Etiópia. Atualmente Érico Hiller presta serviços para empresas, ONGs e ministra palestras mostrando seus trabalhos documentais para um grande público. Seu projeto atual chama-se A Marcha do Sal (2018) sobre o caminho que Mahatma Gandhi percorreu na Índia em 1930 de Ahmedabad até a praia de Dandi. Um novo livro está programado para outubro de 2018. CHANTAL BRISSAC Função: pesquisa/ curadoria Jornalista e publicitária formada pela Faculdade Cásper Líbero, diretora da revista 29HORAS, que circula no Aeroporto de Congonhas, trabalhou na Folha, no Estadão, na Veja SP e na IstoÉ, entre outros veículos. Foi diretora da agência Ex-Libris, especializada em assessoria de imprensa. É autora de livros sobre comportamento, carreira, saúde e bem-estar. ANNA PAULA SERODIO Função: comunicação e captação de recursos do projeto Publicitária, com MBA em Marketing (USP) e especializações em Comunicação Empresarial (ESPM), Gerenciamento de Marcas (Harvard/EUA) e MBA de Finanças (IBMEC SP). Tem mais de vinte anos de experiência em posições de liderança em empresas multinacionais do segmento de bens de consumo.
PROJETO ARQUIVADO.