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O projeto prevê a realização da 9ª edição do Festival Internacional de Filmes sobre Deficiência - Assim Vivemos no Centro Cultural Banco do Brasil no Rio de Janeiro. O Festival acontece bienalmente no Centro Cultural Banco do Brasil no Rio de Janeiro, em Brasília e em São Paulo desde 2003. O festival exibe o melhor da produção mundial cinematográfica a cerca dos temas relativos ás pessoas com deficiência, inclusão e acessibilidade. É integralmente acessível ás pessoas com deficiência por oferecer audiodescrição e legendas LSE em todas as sessões e Interpretação em LIBRAS nos debates. O festival também realiza debates com profissionais e pessoas com deficiência e já se tornou uma referência de espaço de compartilhamento de ideias e troca de informações. São exibidos aproximadamente 30 filmes, em uma média de 40% longas, 30% médias e 30% curtas-metragens. Público estimado: Aproximadamente 3840 pessoas.
9ª edição do Festival Assim Vivemos no Rio de Janeiro – Festival Internacional de Filmes sobre Deficiência, evento bienal realizado desde 2003 no Centro Cultural Banco do Brasil (RJ, DF e SP) e em outras cidades desde 2010, com exibição de aproximadamente 30 filmes de diversos países e realização de debates, e com a disponibilização de acessibilidades para pessoas com deficiência visual e auditiva em todas as sessões, desde a primeira edição. Evento pioneiro em oferecer o recurso da Audiodescrição no Brasil.
Objetivo Geral: Realização da 9ª edição do Festival Assim Vivemos - Festival Internacional de Filmes sobre Deficiência no Centros Cultural Banco do Brasil do Rio de Janeiro. Trata-se de um festival de cinema único no Brasil, que apresenta o melhor da produção cinematográfica internacional e nacional sobre o tema da deficiência sob a ótica da inclusão e da autonomia. Este festival já se firmou como um espaço fundamental de encontros, debates e reflexões sobre o tema da inclusão. A cada edição, reúne pessoas com deficiência, familiares, profissionais das diversas áreas relacionadas as questões como educadores, profissionais da saúde, das artes e afins que vêem em busca de novos olhares, saberes e ideias. Objetivo Específico: São exibidos filmes sem restrições de duração, formato ou ano de produção, nas categorias ficção, documentário e animação, todos sobre pessoas com deficiência, visando montar um conjunto de experiências positivas, criativas e pioneiras, trazidas de todos os lugares do mundo. A curadoria busca trazer filmes que trazem a pessoa com deficiência no protagonismo da sua narrativa, dando voz aos anseios a esta parcela da população que por anos teve lugar de coadjuvante. O festival Assim Vivemos é pioneiro na disponibilização dos recursos de acessibilidade comunicacional no Brasil, por ter introduzido o recurso da Audiodescrição em filmes em 2003 e oferece recursos de acessibilidade em todas as sessões. Portanto, continuaremos incluindo absolutamente todas as pessoas oferecendo em todas as sessões do festival as seguintes acessibilidades: Audiodescrição, feita por dois atores em todas as sessões, transmitida para fones de ouvidos disponibilizados para o público de pessoas com deficiência visual; catálogos em Braille; legendas LSE (Legendas Para Surdos e Ensurdecidos) em todos os filmes, sistema que inclui informações extra-diálogos, para as pessoas surdas e interpretação em LIBRAS nos debates. O festival só é realizado em espaços que tenham acessibilidade física para cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida. Desde 2003, o Assim Vivemos é realizado bienalmente no Centro Cultural Banco do Brasil. O projeto é selecionado através de edital. Desta forma realizamos o festival nos CCBBs do Rio de Janeiro, Brasília e São Paulo. O festival promove debates temáticos motivados pelas questões levantadas nos filmes. Para os debates são convidados profissionais com e sem deficiência que trazem seus relatos tornando o festival também um espaço de encontro e compartilhamento de idéias. O Festival Assim Vivemos é uma referência em âmbito nacional entre profissionais, pessoas com deficiência e familiares, aguardado por estes grupos justamente por seu caráter transformador e revelador de novas práticas e soluções. São exibidos aproximadamente 30 filmes, em uma média de 40% longas, 30% médias e 30% curtas-metragens. Público estimado: 3840 pessoas. Ingressos: Gratuitos.
Realizado no Centro Cultural Banco do Brasil e patrocinado pelo Banco do Brasil por meio da Lei Rouanet desde 2003, o Assim Vivemos _ Festival Internacional de Filmes sobre Deficiência, evento bienal, caminha para sua 9ª edição, promovendo a reflexão sobre temas como preconceito, invisibilidade social, superação, inclusão e acessibilidade, trazendo para o Brasil o melhor da produção audiovisual mundial sobre o assunto. Ao longo desses anos, foram muitas as conquistas, entre elas, o fato de ser o primeiro evento a implementar a audiodescrição no Brasil e de ser o primeiro evento cultural brasileiro a oferecer todas as acessibilidades para pessoas com deficiência, sendo um dos poucos projetos que incluem todas as pessoas. Pode-se dizer também que o Assim Vivemos rapidamente se consolidou como uma espécie de congresso sobre a deficiência, haja vista que coleciona relatos de profissionais que se agendam para não perder nenhuma edição e de professores universitários que mobilizam suas turmas para participar de sessões e debates. Não fosse o bastante, a cada edição, o festival tem recebido uma quantidade cada vez maior de inscrições de filmes brasileiros, o que demonstra que também tem sido bem sucedido na missão de estimular que os nossos realizadores voltem sua atenção para as pessoas com deficiência. Este projeto se enquadra nos seguintes insisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; As finalidades deste projeto se enquadram nos seguintes itens abaixo: Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante:b) concessão de prêmios a criadores, autores, artistas, técnicos e suas obras, filmes, espetáculos musicais e de artes cênicas em concursos e festivais realizados no Brasil;II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;
Peças gráficas (o formato e a quantidade depende de cada patrocínio) previstas: Catálogo; Cartaz; Catálogo em Braille; Sítio de internet próprio do festival (www.assimvivemos.com.br); Páginas em redes sociais;
Esse festival é considerado maior celebração da inclusão em um evento cultural do Brasil, por ter oferecido de forma pioneira desde 2003 os recursos de acessibilidade para pessoas com deficiência, especialmente a audiodescrição, que é realizada em todas as sessões do festival nos filmes nacionais e estrangeiros. No caso dos filmes estrangeiros acrescenta-se á descrição das informações visuais também a leitura interpretada dos diálogos que compõe as legendas proporcionando com isso a acessibilidade para as pessoas com deficiência visual também nos conteúdos estrageiros. Esse serviço é feitos por uma equipe de atores/audiodescritores competentes, que desde a primeira edição colecionam elogios e já tornaram-se referência nacional e internacional de qualidade. A audiodescrição realizada no festival Assim Vivemos já foi levada a congressos internacionais como o AMADIS - Congresso de Acessibilidade aos Meios Audiovisuais para pessoas com Deficiência, que acontece na Espanha. Todos os filmes são exibidos com Legendas LSE (legendas para surdos e ensurdecidos) que contém indicação de elementos sonoros, como ruídos e música. Também oferecemos a interpretação em LIBRAS em todos os debates.Essas acessibilidades são úteis para pessoas com deficiência visual, auditiva, idosos com limitações sensoriais, além de pessoas com deficiências intelectuais, como síndrome de Down, autismo, dislexia e outros. O Festival Assim Vivemos é intrinsecamente inclusivo e acessível. A equipe de produção proporciona as acessibilidades comunicacionais e realiza o evento apenas em locais que já contam com acessibilidade física. Pelo menos uma sessão em cada cidade será realizada com interpretação em LIBRAS ao vivo ao lado da tela. Em todas as outras, há o recurso de acessibilidade para surdos LSE (Legendas para Surdos e Ensurdecidos, que contém a descrição do conteúdo sonoro do filme, além dos diálogos traduzidos.) Estas legendas também aparecem nos filmes brasileiros. Além da acessibilidade para pessoas com deficiências, o festival Assim Vivemos é gratuito e disponibiliza transporte para grupos, instituições e escolas públicas voltadas ao publico com deficiência, que participa do festival de forma intensa. Serão oferecidas também duas oficinas em cada cidade, destinadas ao público em geral, que poderá vivenciar situações comuns ás pessoas com deficiência como se deslocar sem ver ou ouvir ou de cadeira de rodas;
Todas as sessões do festival têm entrada franca, ou seja 100% dos ingressos são gratuitos, não há cobrança de ingressos em nenhuma sessão do festival. Catálogos impressos, em Braille e folders são distribuidos gratuitamente para o público. Para atender ao disposto no art. 22 da IN nº 02/2019 do Ministério da Cidadania estão previstas as seguites ações formativas (contrapartida social): - Disponibilização de transporte gratuito (ônibus) para a ida de grupos de pessoas com deficiência de instituições e alunos e professores de escolas públicas ou centros universitários dos cursos relacionados ao tema da pessoa com deficiência. - Estão previstas no escopo orçamentário 10 viagens de ida e volta da instituição ou escola por cidade. Totalizando 30 viagens que atenderão a 1.200 alunos e professores. - Disponibilização de equipe de apoio especializada incluíndo intérpretes de LIBRAS para receber e conduzir o público participante da ação para a sala de cinema e conversa posterior. - Conversa entre os produtores do festival e os professores e alunos após a sessão, dando oportunidade para que reflitam e opinem sobre os assuntos motivados pelos filmes. - Disponibilização de lanche para os alunos e professores participantes da ação da Contrapartida Social como forma de confraternização da experiência; - Serão oferecidas também duas oficinas em cada cidade, totalizando 6 oficinas, gratuitas, destinadas ao público em geral, que poderá vivenciar situações comuns ás pessoas com deficiência como se deslocar sem ver ou ouvir ou de cadeira de rodas; Os locais escolhidos para a exibição dos filmes são locais que necessariamente possuem fácil acesso em transporte público para o público em geral e a acessibilidade física do entorno e dentro do equipamento cultural para as pessoas com mobilidade reduzida.
Ficha técnica: Graciela Pozzobon - Diretora Atriz e primeira audiodescritora do Brasil, pioneira que iniciou o trabalho e a formação de audiodescritores em 2003, responsável por centenas projetos acessíveis de filmes (50 DVDs da Programadora Brasil / MinC), peças de teatro (Oi Futuro, Vivo Rio, CCBB, Teatro Dulcina, Sala Baden Powell, Teatro Carlos Gomes, Maison de France, Teatro SESI etc) e outros eventos como conferências e seminários, entre eles a Conferência das Nações Unidas Rio+20, na qual coordenou uma equipe de 30 pessoas fazendo audiodescrição em português e inglês e as Cerimônias Olímpicas e Paralímpicas dos Jogos Rio 2016, com audiodescrição em português e inglês. Realizou a Coordenação de Acessibilidade do Festival Assim Vivemos desde a primeira edição em 2003 acompanhando a diretora Lara Pozzobon todas as etapas da produção do festival. Rodrigo de Bonis - Produtor Executivo Ator, Audiodescritor e Produtor Cultural. Formado em 2003 pela Casa das Artes de Laranjeiras - CAL. Conselheiro Municipal de Cultura do Rio de Janeiro, no biênio 2016-2018, representando a sociedade civil na vaga das Expressões Culturais da Pessoa com Deficiência. Como produtor executivo participou, dentre outros, dos espetáculos: "Mistério Bufo" (CCBB-DF), "A história de Romeu e Julieta" (Oi Futuro), "Série 21" (SESC Copacabana), Cassino Coração (CCBB-RJ) e "O homem da cabeça de papelão" e também no projeto "Acessibilidade no Teatro Municipal Carlos Gomes" entre (2012 a 2016). Fez parte, como audiodescritor, dos projetos de acessibilidade dos teatros: Oi Futuro (Flamengo, Ipanema e Belo Horizonte), Vivo Rio e atualmente atua no Teatro Maison de France. Desde 2007 integra a equipe do Festival Assim Vivemos - Festival Internacional de Filmes sobre Deficiência (CCBB)." Lara Pozzobon - Curadora Doutora em Literatura Comparada, Mestre em Literatura Brasileira (UERJ) e produtora de cinema, teatro e festivais de cinema. Produziu os premiados curtas-metragens de ficção Cão Guia (1999), Numa Noite Qualquer (2001), Nada a Declarar (2003) e Mora na Filosofia (2004) e os longas-metragens Incuráveis (2006) e Mulheres no Poder (2015), todos da Lavoro Produções, escritos e dirigidos por Gustavo Acioli. Dirige o Festival Assim Vivemos, Festival Internacional de Filmes sobre Deficiência, desde sua primeira edição, em 2003, no qual o recurso da audiodescrição foi apresentado aos brasileiros pela primeira vez em evento cultural, em filmes brasileiros e estrangeiros (nestes, com voice-over dos diálogos). O festival chega a sua sétima edição em 2015, tendo sido realizado no Rio de Janeiro, Brasília, São Paulo, Porto Alegre, Pelotas, Santa Cruz do Sul e Belo Horizonte, patrocinado desde a primeira edição pelo Banco do Brasil. No Festival Assim Vivemos, convidou em 2007 a primeira pessoa cega no Brasil (no mundo também parece ter sido) a ser membro do júri de um festival de cinema, Marco Antonio de Queiroz, que ganhou homenagem póstuma do festival em 2013. Produziu o Programa Assim Vivemos, exibido na TV Brasil entre 2009 e 2010, com as três acessibilidades, audiodescrição (com voice-over e transmissão aberta), LIBRAS e legendas Closed Caption. O programa, composto de 26 episódios com 26 minutos, era seguido por um Chat ao vivo, sempre com um convidado diferente a cada semana. Produziu as mostras de cinema Oriente Desconhecido, Nouvelle Vague Ontem e Hoje, Analógico-digital e Clandestina Liberdade (realizadas no CCBB SP, DF e RJ, 2007-2008) e as duas edições da extensa Mostra-curso A História da Filosofia em 40 Filmes, na Caixa Cultural RJ – Teatro Nelson Rodrigues (2009-2012), com livro resultante da primeira edição publicado. Produziu as peças de teatro Cassino Coração (CCBB, 2006), Quartos de Tennessee (Centro Cultural dos Correios, 2008-2009) e Leonel Pé de Vento (Oi Futuro, 2011). Coordenou os serviços de Audiodescrição em Português e Inglês na Conferência das Nações Unidas Rio + 20 e no Desfile das Escolas de Samba do Carnaval do Rio de Janeiro em 2011 e 2016. Atualmente, produz os projetos de Acessibilidade no Teatro Carlos Gomes e Imperator, no Rio de Janeiro, dirige a sétima edição do Festival Assim Vivemos e prepara o lançamento do novo filme, Mulheres no Poder (estreia em maio de 2016, com as três acessibilidades veiculadas pelo MovieReading e atualmente disponível no NOW) e o novo projeto de teatro, Paradinha Cerebral (temporada no Teatro Fashion Mall RJ de julho a setembro de 2016). Em 2016, lançou seu primeiro livro de poesia, Uso Interno, pela Editora 7Letras. Rita Mendes - Administradora e Coordenadora de Prestação de Contas Administradora com formação em Produção Cultural (IFRRJ) e Administração/Contabilidade (Universidade Cândido Mendes), responsável desde 2009 pela administração da Lavoro Produções e por todas as prestações de contas dos projetos de teatro, cinema, acessibilidade, mostras e festivais.
Prestação de Contas APROVADA por meio do RELATÓRIO EXECUTIVO DE AVALIAÇÃO DE RESULTADOS Nº 170/2024/CATE/SGPTC/SE/MINC (SEI/MinC 1720332).