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Realizar a primeira edição do Cine.Ema na Grande Vitória. O festival de cinema, que já acontece no interior, deseja levar consciência ambiental e reflexões de suas mostras audiovisuais e nas oficinas de educação ambiental para o público da capital e/ou de cidades do entorno, que compreendem a região. O projeto pretende ocorrer por pelo menos 2 dias exibindo pelo menos 6 obras audiovisuais em 2 sessões de cinema ambiental. O Cine.Ema é um projeto de educação ambiental inspirado na Pedra da Ema, ícone paisagístico e natural do Espírito Santo. O projeto exibe gratuitamente filmes de curta metragem que tematizam a sustentabilidade e o meio ambiente de diferentes formas de linguagem. O projeto também realizará 02 oficinas - fotografia e audiovisual, visando formação de público para crianças e jovens de comunidades próximas à áreas de preservação. O principal objetivo da proposta é ampliar o alcance do cinema, aproximando-o de comunidades que margeiam patrimônios naturais.
A mostra pode ser entendida como uma iniciativa socioambiental e cultural que pretende desenvolver um importante papel no diálogo sobre a preservação de áreas ambientais e a valorização de filmes que dialogam sobre esta prática.O produto principal deste projeto é uma Mostra Ambiental, que será construída a partir da curadoria convidada.Participarão filmes de curta e média metragem de até 30 minutos de duração nas categorias: Documentário, Ficção e Animação.Filmes convidados poderão participar da programação desde que acordado pela equipe de curadoria.As apresentações musicais, que encerram as mostras, privilegiam artistas locais com trabalho autoral.
Um dos objetivos principais do projeto é propiciar a ascensão cultural, o acesso (o cinema não afasta o público analfabeto, por exemplo) e o exercício da cidadania junto às comunidades de municípios como também contribuir com a responsabilidade social de cada um de nós. Constituem objetivos da iniciativa: - Apresentar filmes que discutam assuntos como: alimentos e solos contaminados, exploração desenfreada de recurso naturais esgotáveis, cidades inviáveis, ganância, desigualdade social, mas também a busca por soluções sustentáveis, em benefício do homem, da natureza e da saúde e bem estar de todos. - Criar possibilidades de consumo sustentável e modos de vida simples a partir da localidade. - Contribuir para o exercício da cidadania promovendo experiências culturais e compensatórias através da exibição de curtas metragens próximas de patrimônios naturais. - Atuar na sensibilização ambiental e na preservação de recursos naturais através de um evento que incentiva a exibição/premiação de obras audiovisuais. - Criar um mecanismo potencializador na área cinematográfica, possibilitando um intercâmbio de ideias e de fusão cultural, fazendo do patrimônio histórico imaterial de Burarama o cenário de um novo pólo de referência na área. - Possibilitar acesso gratuito a filmes para pessoas do município, incluindo, prioritariamente pessoas de baixa renda. - Oferecer uma nova atividade cultural à população que, muitas vezes, se limita a desfrutar do lazer numa perspectiva funcionalista. - Abrir as portas não apenas a interesses culturais, mas também de caráter social (encontro), intelectual, artístico e até mesmo o turístico. - Sensibilizar as lideranças políticas, sociais e comércio para a valorização do seu espaço enquanto de meio de produção cultural em si. - Provocar a criação de políticas públicas efetivas e eficientes para garantir a permanência de práticas sociais e culturais no município. - Articular um intercâmbio entre a mostra e as Escolas promovendo a discussão sobre uma nova maneira de aprendizagem. - Atrair a atenção dos investidores locais para a futura criação de uma economia criativa inteligente arraigada na identidade local.
O projeto está alinhado com o Art. 1º da Lei Rouanet, já que pretende contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais (I) e promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais (II) já que envolve moradores e cidadãos desta região. Além disso, está alinhado ao item II - fomento à produção cultural e artística, uma vez que realiza festivais de arte (Art 3º) ao realizar um festival de arte/audiovisual, que exibe/difunde obras de cineastas brasileiros. Este projeto surgiu a partir da conclusão do Cine.Ema realizado em Vargem Alta, no Espírito Santo em 2018. Percebendo a importância de se realizar uma mostra de cinema ambiental próxima da reserva ambiental da região, observou-se o quanto seria importante realizar e manter ações deste tipo na Grande Vitória. Ao longo da execução do projeto citado, e observando fortemente a aderência do evento e a receptividade da comunidade, observou-se a potencialidade das características sociais, visuais, turísticas, simbólicas, instalada em um local ambiental e histórico privilegiado, com muitas possibilidades de transformação social e empreendedora de impacto positivo sobre a qualidade de vida da população. Estes aspectos enriqueceram a proposta da mostra, possibilitando enxergar uma nova forma de atuação, pautada na possibilidade de levar as obras audiovisuais exibidas no festival para outras comunidades. O pesquisador especializado em cinema, Robert Stam, em sua obra "Cinema e multiculturalismo" afirma que "O cinema, enquanto contador de histórias (reais e ficcionais) do mundo por excelência é um veículo ideal para transmitir e reproduzir os discursos, os ícones das nações, assumindo assim um papel importante no fomento das identidades de um grupo". Neste sentido, entendemos que a realização da Mostra, não somente em Burarama como também em outras comunidades do Espírito Santo contribuirá para a democratização da cultura, transformando a cidade e o estado num verdadeiro polo de intercâmbio audiovisual sob o prisma da sustentabilidade, do meio ambiente e, até mesmo, dos direitos humanos. Compreendendo o cinema como atividade de lazer e sua contribuição no processo de desenvolvimento social, este projeto se justifica pela Constituição da República Federativa do Brasil, promulgada em 1988, onde profere no artigo 6º; "são direitos sociais à educação, a saúde, o trabalho, o lazer, a segurança, a previdência social, a proteção à maternidade e a infância, e assistência ao desemprego na forma desta constituição". A Constituição também contempla o direito dos cidadãos ao patrimônio em seu artigo 216, que trata do direito de todos os cidadãos a suas diferenças culturais, reconhecendo nosso direito ao patrimônio cultural brasileiro, com seus bens de natureza material e imaterial. Entretanto, apesar de serem direitos legalmente garantidos, grande parte da população de comunidades do Espírito Santo não tem acesso e não usufrui de atividades culturais de lazer por falta de condições financeiras e de políticas públicas municipais intensas e direcionadas a estes setores.Este projeto propõe repensar as estratégias de construção cultural contra hegemônicas acreditando que seja possível considerar a mostra em parte desta estratégia, oferecendo oportunidades de exercício de práticas democráticas e inclusivas, sendo um potencializador na dinamização de conteúdos audiovisuais que fogem da hegemonia hollywoodiana, colocando nas telas outros temas e formas de tratamento no cinema capixaba e nacional.
Para atender ao disposto no Art. 57 da Instrução Normativa nº01/2017 do Ministério da Cultura, o projeto proporcionará a criação de uma mostra de cinema ambiental infantil que é a própria ação de Contrapartida Social (Formação de Plateia). Além disso, ofereceremos a realização de 02 oficinas culturais: 1 de fotografia de natureza voltada para crianças e outra de vídeo ambiental/audiovisual voltada para jovens. A oficine 1 vai abarcar um número aproximado de 40 crianças A oficina 2 vai abarcar um número aproximado de 10 estudantes jovens. Todos os participantes serão oriundos de escolas públicas. Quantidade público para a ação de formação de plateia: previsão de 50 crianças e/ou jovens, professores e/ou comunidade. Como será garantida a participação do público-alvo: Através de mobilização com as escolas da região. As crianças e os professores que necessitarem de transporte serão atendidas pelo próprio projeto. Faremos o registro da ação através de fotos, disponibilzadas na página do projeto Cine.Ema; Vamos filmar a ação (um clipe de resumo das atividades) e disponibilizá-la na internet com uma medida de acessibilidade atendida;
Mostra de cinema com duração de, no máximo, 2 horas. Apresentação musical com duração de, no máximo, 1 hora. Serão apresentadas obras de ficção, documentário e animação de curta e média duração (máximo de 30 minutos). Apresentações musicais serão selecionadas por curadoria e vão privilegiar artistas e bandas locais com trabalho autoral. Os materiais gráficos produzidos seguirão a seguinte especificação. Cartaz (previsto, sujeito a modificações)45x64cm, 4x0 cores Tinta Escala em Reciclado 150g / PAPEL RECICLADOFolheto150x210mm, 4x4 cores Tinta Escala em Reciclado 150g. CTP Dispensa Fotolito Catálogo (previsto, sujeito a modificações)Capa: 15x40cm, 4x4 cores Tinta Escala em Reciclado 240g. CTP DispensaFotolitoMiolo: 16 págs, 20x15cm, 4 cores Tinta Escala em Reciclado 180g. CTPDispensa FotolitoLombada:2mm, Dobrado, Grampeado.
Os locais onde serão realizados os eventos terão adaptações necessárias para acesso de deficientes, bem como banheiros, assento, e estratégias de comunicação adaptadas para tal público.Dois sanitários destinados para o uso de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, estarão localizados nos pavimentos acessíveis com entrada independente dos demais sanitários durante os shows musicais.As apresentações musicais terão recuo do palco para abrigar pessoas com mobilidade reduzida.No auditório montado na rua, haverá reserva de 2% dos assentos para acomodação de pessoas com deficiência visual ou mobilidade reduzida e em locais de boa recepção de mensagens sonoras. A exibição dos filmes ocorrerá respeitando as definições abaixo: - Audiodescrição (pelo menos 01 sessão ou 1 filme): narração, em língua portuguesa, integrada ao som original da obra audiovisual, contendo descrições de sons e elementos visuais e quaisquer informações adicionais que sejam relevantes para possibilitar a melhor compreensão da obra.- Legendagem descritiva (em pelo menos 1 sessão): transcrição, em língua portuguesa, dos diálogos, efeitos sonoros, sons do ambiente e demais informações da obra audiovisual que sejam relevantes para possibilitar a melhor compreensão da obra.- Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS (pelo menos 01 sessão ou 1 filme): forma de comunicação e expressão, em que o sistema linguístico de natureza visual-motora, com estrutura gramatical própria, constitui um sistema linguístico de transmissão de ideias e fatos, oriundos de comunidades de pessoas surdas do Brasil.Lembrando que deverão constar na Planilha Orçamentária as rubrica referente às medidas de acessibilidade;
O projeto proporcionará a participação de escolas de comunidades locais, bem como proporcionará acesso gratuito a mostra de filmes de qualidade, proporcionando acesso de pessoas de todas as classes sociais e idades.Uma vez realizado por uma empresa de produção cultural através de captação de recurso também público, a produção busca manter toda a grade de programação do evento totalmente gratuita.As atividades sempre serão realizadas em espaços em localização central, de fácil acesso, sem controle de ingresso, atingindo um número aproximado e esperado de 500 pessoas a cada mostra. A ação formativa cultural (contrapartida social) para atender ao disposto no art. 22 da IN nº 02/2019 do Ministério da Cidadania será realizada com a produção/viabilização de um seminário que relacione educação e meio ambiente, ou tema similar, que desperte a atração de educadores da região. O Seminário será oferecido como contrapartida social do projeto visando transformar a realidade cultural e ambiental dos professores da região. A proposta é conscientizar para a importância da arte, da cultura e, sobretudo, a conexão fundamental com a natureza para que a arte e a cultura possam sobreviver de forma sustentável. Estudantes, inclusive das áreas de sustentabilidade, ecologia e educação também estarão incluídos no hall de temas de interesse e são público alvo da proposta. Dos 200 beneficiários previstos, pelo menos 100 serão estudantes e professores de instituições públicas de ensino.
Direção geral: Léo Alves e Tânia Caju Produtor executivo: Victorhugo Passabon Amorim Curadoria Musical (caso haja) Tania Caju Tânia CajuProprietária da “Caju Produções”, Tânia Silva começou sua carreira como produtora em 1985 ainda como pessoa física. Criou, produziu e coproduziu vários eventos culturais no Brasil e no exterior, principalmente voltado para área da música. Em 1999 abriu a empresa Caju Produções que atua no mercado cultural e empresarial capixaba e nacional. O Foco da empresa é oferecer aos seus clientes um trabalho que visa principalmente a qualidade. Léo AlvesLéo Alves é escritor, roteirista e produtor cultural com formação em Jornalismo na Universidade Federal de Ouro Preto (MG). Possui experiência na produção de cinema, de eventos culturais no Espírito Santo e na publicação de livros (romances e/ou reportagens). É diretor do FECIN, o Festival de TV e Cinema do Interior e do MUltipliqQUI, Festival Jovem de Integração Cultural de Muqui, realizados no maior sítio histórico do Estado do Espírito Santo. Victorhugo Amorim Produtor cultural graduado em jornalismo pela UFES, mestrado em teatro pela Universidade Paris 8 e diretor de produção da Tangerina no Deserto Produções (ES)
PROJETO ARQUIVADO.