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Realizar durante a Semana Farroupilha, festival de música, com participação de renomados músicos gaúchos que trabalhem os ritmos regionais a partir da linguagem instrumental. A entrada será franca.
Apresentações musicais: média de 1h por apresentação. Classificação livre.
Objetivo Geral Realizar o festival PIRATINI INSTRUMENTAL, evento inédito de música instrumental com foco nos ritmos regionais do RS Objetivos Específicos - Realizar SEIS shows musicais - Realizar UMA oficina de música - Valorizar a produção regional de música gaúcha através das apresentações de 06 artistas gaúchos que trabalhem com a linguagem instrumental, a partir dos diferentes gêneros musicais regionais do RS. - Incentivar o mercado regional da música gaúcha através da criação deste festival inédito - Possibilitar que os artistas que trabalham com esta linguagem musical tenham um espaço/tempo próprio para apresentar suas obras.
O PIRATINI INSTRUMENTAL será um evento inédito, com ênfase nos ritmos regionais gaúchos. Além disso, é importante informar que são poucos, quase nenhum, os eventos no Rio Grande do Sul com esta temática. Através da isenção fiscal que esta lei proporciona, será possível uma maior captação de recursos, assim garantindo ao evento estruturas, logística e demais processos com altíssima qualidade. O projeto se enquadra no seguintes incisos do Art. 1˚: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Afirmamos ainda que o projeto incentiva à formação artística e cultural, realizando um festival de música regional, assim preservado e difundindo o patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;
Não se aplica.
Não se aplica.
FESTIVAL Acessibilidade física: o local do evento é totalmente acessível. Para garantir visibilidade total para pessoas portadoras de deficiência, será providenciada estrutura elevada para melhor visualização e ou audição. Será contratado profissional para traduzir para libras as falas do apresentador do evento, nos intervalos de cada uma das apresentações. Complemento: pessoas com deficiência visual acessam o conteúdo na íntegra através de suas audições, tratando-se de músicas instrumentais.
Enquanto medidas de ampliação do acesso, a partir do art 21 da IN 02/2019, serão tomadas as seguintes medidas: Art. 21. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22;
Coordenação Geral, Produção Executiva e Administração do projeto: MJ Produtora de Eventos (PROPONENTE, rubricas remuneradas) A MJ Produtora é uma das mais articuladas realizadoras culturais do Rio Grande do Sul, tendo como foco a promoção e produção de eventos no interior do estado. Com mais de dez anos de atuação no cenário gaúcho, desenvolve, produz e colabora com projetos das mais diferentes linguagens artísticas, de carnavais de rua à restauração de acervos, de festivais competitivos de músicas nativistas à mostras de danças tradicionais. Realizando projetos a partir da aprovação das leis de incentivos fiscais estadual e nacional, tem como parceiras e colaboradores prefeituras, entidades tradicionalistas e profissionais com grande experência em suas áreas de atuação. SHOWS PREVISTOS RENATO BORGHETTI: Poucos sabem que Renato Borghetti é hoje um dos artistas brasileiros de mais solida carreira internacional. Tournés europeias são uma constante na vida do gaiteiro, cidades italianas (sua origem), passando ainda por festivais na Croácia, Republica Tcheca, Áustria e Alemanha. Na Áustria, onde se apresenta regularmente desde 2000, Renato se sente em casa, pois não há cidade em que não tenha tocado. “Lá tenho até um fã clube, as pessoas vão a tudo que é show, saem de Viena para assistir em cidades do interior e vice-versa, sempre lotando os lugares”, conta. com show de lançamento previsto para outubro, no Teatro do Bourbon Country. No verão europeu, as apresentações são na maioria ao ar livre, para milhares de pessoas; mas também teatros, clubes de jazz, casas noturnas e centros culturais daqueles países e da França, Portugal, Hungria, Holanda, Eslovênia, Bélgica, Suíça tem programado a musica do gaucho. Para os que gostam de rótulos e classificações (como os jornalistas), o instrumental, o instrumental de Borghetti costuma entrar nos arquivos de etnomusic, world music, jazz fusion. Mesmo tendo na essência ritmos como vanerão, chote, milonga e chamamé, não causa nenhum estranhamento. Até pelo contrario: “A sonoridade do acordeon é familiar para o público europeu, e como partimos de nossas raízes para uma música mais elaborada, uma coisa mais jazzística, a aceitação é total. São normalmente shows longos, não saímos sem fazer diversos bis”. Bonitinho: Juliano Trindade "Bontinho" é o guitar-hero dos pampas. Natural de Itaqui, onde começou a tocar influenciado por Pepeu Gomes, Joe Pass, Carlos Santana, Antoninho Duarte, entre outros. É hoje um dos mais importantes instrumentistas da música gaúcha, agitando bailes em todo o estado do Rio Grande do Sul. Neste show, intitulado “Bujazz”, Bonitinho mostra todo o seu virtuosismo no instrumento, acompanhado pelo baixista Eduardo Lá e pelo guitarrista João Pedro Cé. Edilberto Bergamo: Nascido em Santo Antônio da Patrulha/RS, desde criança demonstrou grande familiaridade com o acordeon, ganhando diversos troféus em concursos de seu instrumento. No início de sua carreira, transitou com importância pela cena musical dos bailes gaúchos, formando seu primeiro conjunto e adquirindo aquela fundamental experiência para um músico, que é tocar nos bailes da vida. Participou depois dos grupos Quero-Quero e Tchê Guri. Na sequência entrou no circuito dos festivais nativistas onde arrebanhou vários prêmios como melhor instrumentista. Demonstrando muita versatilidade com seu acordeon, tocou ao lado de artistas como Luis Carlos Borges, Renato Borghetti, Ângela Maria, Sérgio Reis Gaúcho da Fronteira, entre outros. Na continuação expandiu seu universo musical levando seu instrumento a navegar pelas águas do Samba, do Choro, da Bossa-Nova e do Tango criando uma música inovadora, surpreendente e cheia de brasilidade. É interessante ver esse instrumento de tanto sucesso no âmbito da música regional do Brasil, ser levado pelas mãos de um virtuose do acordeon a novos caminhos pouco explorados, dialogando com violões de 7 cordas, bandolins, violinos e pianos. Samuel Costa, o Samuca, lançou no final de 2010 seu primeiro CD De Tudo um Pouco, onde ao lado de releituras de obras de Jacob do Bandolim, Piazzolla e Hermeto Pascoal, mostra seus próprios Choros, Chamamés e Xotes reinventados. CONTRAPARTIDA SOCIAL Rafael Rodrigues - Músico, arranjador, compositor, educador musical. Diretor musical do projeto Sindusom. Atua com diversos artistas em Porto Alegre/RS.
PROJETO ARQUIVADO.