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PRONAC 190763Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Festival de Ópera do Recife

Gárgula Produções
Solicitado
R$ 1,14 mi
Aprovado
R$ 1,14 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Ópera
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Festivais
Ano
19

Localização e período

UF principal
PE
Município
Recife
Início
2019-08-18
Término
2021-06-01
Locais de realização (1)
Recife Pernambuco

Resumo

O projeto prevê a realização de um Festival de Ópera no Recife, a ser executado no teatro histórico Santa Isabel, na cidade do Recife _ Pernambuco, com diversas apresentações de óperas.

Sinopse

Serão selecionadas 3 óperas para serem apresentadas ao longo do projeto. A seleção destas ainda não foi realizada, pelo que solicitamos o envio desta informação após o início da pré-produção.

Objetivos

OBJETIVO GERAL: Realizar um Festival de Ópera na cidade do Recife, com a duração de 3 semanas, sendo uma ópera por semana, no total de 9 apresentações (3 por cada ópera). OBJETIVOS ESPECÍFICOS: - Possibilitar ao público o contato com óperas realizadas por grupos de Pernambuco; - Realizar nove apresentações no teatro de Santa Isabel para público de todas as idades; - Realizar uma apresentação exclusiva (ensaio geral), gratuita, para estudantes das redes de ensino público, com roda de conversa com a equipe da ópera, como fomento do conhecimento e formação de plateia; - Ingressos a preços subsidiados para todo o público, como forma de democratizar o acesso a bens culturais; - Fomentar, oportunizar e fortalecer mercado de músicos instrumentista e cantores líricos locais; - Dinamizar o uso do Teatro de Santa Isabel com montagens de óperas, uma vez que é um teatro histórico que foi construído especialmente para espetáculos de óperas. PÚBLICO-ALVO: - Professores e estudantes das instituições de ensino de música, de arte cênica e dança; - Apreciadores de ópera e de música erudita; - Alunos e professores de escolas públicas de Recife; - Público em geral. PÚBLICO IMPACTADO DIRETAMENTE: - 5.643 (cinco mil, seiscentos e quarenta e três) pessoas no total das 9 apresentações públicas, mais os ensaios abertos (3), que serão exclusivamente para professores e estudantes das redes de ensino público da cidade de Recife; PÚBLICO IMPACTADA INDIRETAMENTE: - 30.000 (trinta mil) pessoas através de mídia paga e espontânea, divulgação e redes sociais. GERAÇÃO DE RENDA Empregos Diretos: Músicos Instrumentistas, Cantores Líricos, Coro Infantil, Atores, Dançarinos, Diretor de Cena, Diretor Musical, Regente, Coreógrafo, Bailarinos, Preparador Cênico, Preparador Vocal, Figurinista, Cenógrafo, Aderecista, Camareira, Maquiadores, Iluminadores de cena, Assistentes de Produção, Produtor Executivo, Fotografo, Filmador, Contra Regra, Cenotécnico, Costureiras, Contador, Adminstrador do Projeto, Assessor de Imprensa, Programador Visual, Editor das Partituras, Editor das Legendas, Executor de Legendas. Total aproximado: 140 pessoas. Empregos Indiretos Funcionários do teatro nas três semanas do Festival, Vendedores Ambulantes em torno do teatro, Motorista de taxi e Restaurantes. Total aproximado: 200 pessoas

Justificativa

O FESTIVAL DE ÓPERA DO RECIFE é um projeto singular pelo produto em si, ópera, e pelo seu ineditismo no Estado de Pernambuco. A ópera é uma das mais nobres artes, pois nela se unem teatro, música, dança e muitas possibilidades de artes visuais. A diversidade e efervescência cultural do Estado de Pernambuco abre espaço para infinitas manifestações artísticas, porém uma área artística de grande anseio e necessidade de manifestação é a ópera. Uma montagem operística tem seus desafios, pois, a realização envolve um grande número de profissionais, uma vez que requer a participação de considerável quantitativo de artistas, como cantores líricos, instrumentistas para orquestra de formação sinfônica e até dançarinos e atores, eventualmente, nas óperas mais consagradas mundialmente. No Brasil já existem estados que possuem uma tradição operística por fomentar a música clássica e realizar festivais de ópera anualmente, a exemplo dos festivais que ocorrem no Amazonas, Pará, Curitiba e Goiás. Assim, em vista o inquestionável destaque cultural de Pernambuco no cenário nacional e internacional, não podemos negligenciar a linguagem da ópera. Ela que já não é mais um produto local de um povo específico, tendo se tornado uma expressão artística com dimensões globais, na qual as peculiaridades de culturas regionais são, muitas vezes, expressadas nessa linguagem já universal, como é o caso da Ópera A Compadecida, baseada no clássico romance de Ariano Suassuna. O Festival de Ópera do Recife, que se pretende ser o primeiro de muitos que deverão ocorrer anualmente, vem sanar esta lacuna no contexto cultural de Pernambuco e do próprio Nordeste. Este Festival será realizado por dois grupos pernambucanos que já trabalham em conjunto na realização de óperas e concertos sinfônicos em Pernambuco. São eles: A AOR- Academia de Ópera e Repertório do Recife e a Orquestra Sinfonieta, ambos fundados em 2016 pelo Maestro Wendell Kettle, atual professor de regência da UFPE, a partir de projetos de extensão. Wendell é baiano, radicado em Pernambuco, possuindo Doutorado em Regência Operística e Música Sinfônica pelo conservatório de São Petersburgo na Rússia. A AOR e a Sinfonieta UFPE realizaram, entre 2016 e 2018, nove montagens operísticas, em sua grande maioria no Teatro de Santa Isabel, um teatro histórico de enorme relevância cultural para a história do país. Este projeto tem como sua proponente a Gárgula Produções, empresa de produção cultural especializada em montagens de óperas e música clássica, a única produtora de ópera do estado, cuja sócia administradora é cantora lírica Licenciada em música pela UFPE. Serão três semanas consecutivas de óperas no Teatro de Santa Isabel, onde a cada semana uma nova ópera será exibida: nas duas primeiras semanas com apresentações de sexta a domingo e, na última semana, com apresentações de quinta a sábado. Assim sendo, ao longo do Festival serão apresentadas 3 óperas diferentes. Todas estas montagens operísticas serão, prioritariamente, realizadas por artistas, músicos e cantores líricos locais, fomentando, oportunizando, fortalecendo e dando reconhecimento a esses profissionais. O uso do mecanismo da Lei de Incentivo à Cultura é essencial, considerando que não existe, no Brasil, formação de plateia para o segmento de ópera, o que inviabiliza a realização de um projeto deste nível pensando somente na captação de recursos via bilheteria. Assim sendo, o mecanismo de fomento é essencial para a realização de um projeto com esta dimensão, dado que potencializa a execução, ao mesmo tempo que prevê a formação de plateia. De acordo com o Art. 1º da Lei 8313/91 a presente proposta enquadra-se nos seguintes incisos: "I - contribuir para facilitar , a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais"; "II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais"; "III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores"; "IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional"; "V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira"; "VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória"; Ainda, e considerando o Art. 3º da Lei 8313/91, o projeto atenderá os seguintes objetivos: "II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres"; "III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais"; "IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos"; "V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais".

Estratégia de execução

O proponente do atual projeto será remunerado pela rubrica: “Coordenação Geral”. Outras informações passíveis de serem acrescentadas ao presente Projeto serão enviadas ao Ministério da Cultura para aprovação, dado que a pré-produção ainda não teve início e, possivelmente, após a realização da mesma, o Projeto poderá sofrer alterações.

Especificação técnica

Não se aplica

Acessibilidade

Em respeito às legislações em vigor, apresentamos abaixo as medidas de acessibilidade conforme o produto cultural apresentado: - O projeto irá disponibilizar um resumo da narrativa das óperas (sinopse), bem como um narrador que fará a descrição dos espetáculos às pessoas com dificuldades visuais; - O local onde serão feitas as apresentações já observa todos os requisitos de acessibilidade que permitem a mobilidade e o pleno acesso, de acordo com a legislação em vigor.

Democratização do acesso

Como forma de democratização do acesso o projeto prevê que a cobrança de ingressos seja feita a preços populares, havendo ainda uma cota de ingressos para população carente, cumprindo o art. 20 da IN nº 02/2019. Em atendimento ao artigo 22 da IN nº 02/2019 do Ministério da Cidadania, o projeto prevê realizar ações educativas, 100% gratuitas e voltadas exclusivamente para alunos e professores das escolas públicas do Recife, num total de 10% do público previsto pelo projeto. Ainda, e em atendimento ao art. 21 da IN nº 02/2019 do Ministério da Cidadania, a proposta irá adotar como ações de democratização de acesso os seguintes incisos, por cada um dos produtos: FESTIVAL: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; RESPONSABILIDADE SOCIAL: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22;IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias;

Ficha técnica

JÉSSICA SOARES | COORDENADORA GERAL -> PROPRIETÁRIA DA GÁRGULA PRODUÇÕES, PROPONENTE DO PROJETO Formada em Licenciatura em Música pela UFPE, Jéssica Soares é Mezzo Soprano e Produtora Cultural. Iniciou suas atividades em música erudita em 2003 no Conservatório Pernambucano de Música. Também cursou teatro em 2004/2005 no teatro do SESC de Casa Amarela em Recife-PE. Em fevereiro de 2013 abre sua empresa de produção cultural com ênfase em música erudita chamada Gárgula Produções. Desde então vem sendo contemplada em editais de cultura como na CAIXA Cultural e FUNCULTURA além de realizar/produzir outros Projetos culturais em paralelo. Alguns destaques de suas atividades no campo de produção cultural, além de ter atuado como cantora lírica: 2017 - “Ópera o Contrato de Casamento”, “Concerto Coral Sinfônico Camargo Guarnieri 110 anos”, “Concerto Coral Sinfônico Pe José Maurício 250 anos” e “Concerto Coral Sinfônico Villa Lobos 130 anos”; 2016 - “Ópera Carmen de Bizet”, “Ópera Leonor” e “A Viagem de um Barquinho”; 2015 - “Negro Spirituals”; 2014 – “CD Luís Álvares Pinto”, Projeto “Cancioneiros Ibéricos de Don Quixote”, Projeto “Stabat Mater de G.B. Pergolesi”, Projeto “Henrique Albino e Orquestra da Luz no Ciclo Carnavalesco da Cidade do Recife”, entre muitos outros. WENDELL KETLE | DIREÇÃO MUSICAL Wendell Kettle é Doutor em Regência Sinfônica e Operística pelo Conservatório Estatal “Rimsky-Korsakov” de São Petersburgo – Rússia, onde recebeu a orientação do maestro Aleksander Polischuk (performance) e do Dr. Vladimir Goryachyr (tese), com bolsa do Programa de Doutorado Pleno no Exterior da CAPES. É Mestre em Regência pela Escola de Música da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), onde teve como orientador o maestro Henrique Morelenbaum; é Bacharel em Música com Habilitação em Composição e Regência pelo Instituto de Artes da Universidade Estadual Paulista (UNESP), onde estudou regência com os maestros Samuel Kerr, Jorge Salim Filho e Ronaldo Bologna, e composição com Villani-Côrtes, Edson Zampronha e Eduardo Escalante; e é Bacharel em Piano pela Escola de Música da UFRJ, tendo recebido orientação de Sônia Goulart. Foi regente assistente da Orquestra de Câmera da UNESP (1996) e regente titular da Orquestra e Coro do Bacharelado em Música do IA/UNESP (1999-2000) realizando concertos no Museu Paulista, Itaú Cultural, Teatro Renaissance e Teatro Cultura Artística. Como regente, participou em diferentes óperas, concertos e festivais em diferentes partes do Brasil e do mundo, como São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco, São Petersburgo e Moscou (Rússia), Teplice (República Tcheca), Orvieto (Itália) e Constanta (Romênia). Atualmente, é regente na Academia do Teatro Mariinsky (São Petersburgo), maestro convidado do Teatro “Helikon-Ópera” (Moscou) e em abril de 2016 foi aprovado no concurso para professor de Regência do Departamento de Música do Centro de Artes e Comunicação da Universidade Federal de Pernambuco onde criou os projetos de extensão “Sinfonieta UFPE” e “Academia de Ópera e Repertório da UFPE”, grupos com os quais realizou suas primeiras apresentações em Recife: a ópera “A sessão da câmara”, de Villani-Côrtes em dezembro de 2016 na Faculdade de Direito do Recife, e mais recentemente o concerto coral-sinfônico “Villa-Lobos 130 anos” em 5 de março de 2017 no Teatro Luiz Mendonça. Dentre seus prêmios recebidos destacam-se: o Primeiro lugar no Concurso Internacional de Regência “Eleazar de Carvalho”, Ceará - São Paulo, 2000; o Prêmio do Jornal do Brasil como “revelação do ano – melhor jovem regente orquestral e de ópera", Rio de Janeiro, 2006; e o Prêmio “Grandes talentos da UFRJ” da Pró-Reitora de Extensão e Cultura – pela estreia mundial, direção musical e regência da ópera "O Pagador de Promessas", Rio de Janeiro, 2006. Em 2009 atuou como regente convidado na montagem da ópera Rita, de Donizetti, no Theatro São Pedro (SP), e ministrou os cursos “Ópera – a obra de arte total” e “Oito noites com a música erudita” na Fundação “Ema Klabin”, em São Paulo. MARCONDES LIMA | Cenógrafo e Coreógrafo Mestre em Artes Cênicas (Universidade Federal da Bahia) e Professor da Universidade Federal de Pernambuco, desde 1992, onde ministra aulas nas disciplinas Teatro para a Infância e Juventude, Introdução aos Elementos Visuais e Sonoros do Espetáculo 1 e 2 e Elementos Visuais do Espetáculo 1 e 2, no Curso de Licenciatura em Teatro e no Curso de Licenciatura em Dança. Como pesquisador, tem investigado a arte dos brincantes pernambucanos, principalmente os Mestres Mamulengueiros. É autor dos livros “A Arte do Brincador” (2009) e “Antônio de Almeida: Zezinho do Santa Isabel” (2009). É também encenador, cenógrafo, figurinista, maquiador, ator e bonequeiro, tendo desempenhado tais funções em mais de trinta produções para a cena pernambucana. Integra dois grupos de teatro: o Mão Molenga - Teatro de Bonecos, onde cria e executa bonecos para os seus espetáculos, e o Coletivo Angú de Teatro. Além de criar para espetáculos teatrais e de dança tem assinado direção de arte também para cinema, vídeo e televisão. Participou como diretor de arte, ator-manipulador e figurinista nos episódios das séries “500 ANOS: O BRASIL REPÚBLICA NA TV”, “O BRASIL IMPÉRIO NA TV”, “O BRASIL -COLÔNIA NA TV” e “UM NOVO MUNDO NA TV”; uma produção da Massangana Multimídia - Fundação Joaquim Nabuco, realizada para a TV Escola - Secretaria de Educação do Ministério da Educação/MEC. Breve destaque para suas produções mais recentes como Encenador e Diretor de Arte: “O PESCADOR E SUA ALMA” (Ópera, 2015), “A NOIVA DO CONDUTOR” (Opereta, 2015), “A MANDRÁGORA” (2015), “MARGEM RIBEIRA” (2014), “A MEDIUM E O TELEFONE” (Ópera, 2014), “LES PLAISIRS DE VERSAILLES” (Ópera, 2014), entre várias outras dezenas de espetáculos e óperas. Foi ainda agraciado com 29 Prêmios APACEPE desde 1999, tendo sido os mais recentes: 2014 em Melhor Cenário na categoria dança, 2013 em Melhor Maquiagem na categoria teatro adulto, 2012 em Melhor Direção na categoria teatro infantil e também Melhor Direção, Cenário e Figurino na categoria teatro adulto, 2011 em Melhor Cenário na categoria teatro adulto e também em Melhor Cenário, Ator e Diretor na categoria teatro infantil. Também venceu Prêmio no Festival Nacional de Teatro Isnard de Azevedo - Ano VIII – em Florianópolis (SC) em 2000 para Melhor Cenário na categoria Infantil; e o Prêmio Federação das Escolas de Samba de Pernambuco, em 1999. Demais profissionais ainda não foram contratados, pelo que não poderemos, desde já, informá-los.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.