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PRONAC 190764Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Órfão de Pai

AUTONAUTA PRODUCOES CULTURAIS LTDA
Solicitado
R$ 995,3 mil
Aprovado
R$ 995,3 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
19

Localização e período

UF principal
PR
Município
Curitiba
Início
2019-05-31
Término
2022-12-31
Locais de realização (2)
Curitiba ParanáRio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

Realizar a montagem, estreia e temporada do espetáculo "PLATONOV" (nome provisório), baseado no texto "Platonov", de Anton Tchekhov, sob direção de Marcio Abreu, nas cidades de Curitiba/PR (12 sessões) - teatro privado a ser definido, capacidade 140 pessoas e Rio de Janeiro/RJ (35 sessões) - Teatro 1 do CCBB RJ, capacidade 150 pessoas, totalizando 47 sessões do espetáculo e um público estimado em6690 pessoas. Em cada cidade haverá ao menos 2 dias com debate após o espetáculo, com todo elenco e direção do espetáculo,além de 1 oficina de "Dramaturgia, Performance e Processos Criativos" com a equipe de direção do espetáculo: Giovana Soar, Marcio Abreu e Nadja Naira, com duração de 8 horas cada uma, para público de estudantes de teatro, a serem selecionados pelos ministrantes. Serão escolhidos no mínimo 25 pessoas por cidade, em cada oficina. Alem disso, 40% dos ingressos serão distribuídos gratuitamente, de acordo com Artigo 21, Inciso I, da IN 2/2019.

Sinopse

Todo verão, a pequena sociedade se encontra nas profundezas do interior da Rússia na casa de uma jovem viúva. Platonov, jovem aristocrata falido, faz parte dela. Ele se tornou professor, por despeito e para camuflar sua revolta contra seu falecido pai e a sociedade. Bem articulado, brilhante e sedutor, ele é admirado e invejado. Seu reencontro com Sofia, seu amor de juventude, reaviva seu desespero. A festa se transformara brevemente num drama. A peça trata de temas recorrentes em toda obra de Tchekhov, como o conflito entre gerações, as transformações sociais através das mudanças internas do indivíduo, as questões do homem comum e do pequeno que existe em cada um de nós, o legado para as gerações futuras, tudo isso na fronteira entre o drama e a comédia e com múltiplas linhas narrativas. Reler Tchekhov hoje, e mais, lançar uma obra sua inédita no Brasil, com um olhar inquieto e comprometido, significa descobrir novas dimensões tanto em sua obra como em nós mesmos.

Objetivos

Objetivo Geral: ‐ Realizar a montagem, estreia e temporada do espetáculo "Órfão", baseado em Platonov, de A. Tchekhov, novo espetáculo da companhia brasileira de teatro, sob direção de Marcio Abreu, nas cidades de Curitiba/PR (12 sessões) - teatro privado a ser definido, capacidade media de 140 pessoas; Rio de Janeiro/RJ (35 sessões) - Teatro 1 do CCBB RJ, capacidade 150 pessoas, totalizando 47 sessões do espetáculo e um público estimado em 6690 pessoas. Objetivos específicos: - Realizar pesquisa e criação sobre a obra do autor através de: encontros semanais de estudo e prática, oficina de integração autor/ator e oficinas de aprimoramento; ‐ Realizar encontros mensais para o trabalho de tradução e adaptação do texto objeto da pesquisa; ‐ Avançar nos conteúdos já trabalhados pela companhia em sua trajetória e conduzi‐los a uma criação inédita; ‐ Agregar valor ao trabalho já realizado através das diversas ações de intercâmbio; ‐ Promover a troca de experiências profissionais entre artistas de diversos estados do país através de sua participação na equipe e elenco do novo trabalho. ‐ Fortalecer os vínculos da companhia com a sociedade através das ações destinadas ao público. ‐ Criar uma peça teatral fruto de pesquisa sobre a obra de Anton Tchekhov.

Justificativa

Depois de alguns anos dedicados à criação de dramaturgia original e à tradução e montagem de autores contemporâneos inéditos, chega o momento da companhia brasileira retornar aos clássicos sem perder, no entanto, o caráter de inovação e ineditismo. Órfão é um texto a ser criado pela companhia a partir da obra PLATONOV, inédita no Brasil, escrita ainda na juventude do autor russo Anton Tchekhov. Foi descoberto depois de sua morte nos arquivos do seu irmão e só foi publicado e incluído em suas obras completas a partir de 1923. Apenas no final da década de 1990 teve traduções e montagens em importantes teatros da Europa e, desde então, a cada ano, esta peça tem novas encenações e versões de artistas renomados no mundo inteiro. Em 2000 teve uma tradução para o espanhol dentro de uma universidade chilena. No Brasil ainda não há nenhuma tradução da peça e poucos aficcionados pelo autor tem notícia dessa obra seminal. Existe, portanto, uma lacuna histórica e temos a oportunidade agora de preenchê‐la. O texto original, Platonov, foi encontrado ainda sem título definitivo e reúne questões fundamentais à revolução do teatro provocada pela obra de Tchekhov, como o deslocamento do conflito dramático para o interior dos personagens, a ruptura com os gêneros e a crônica implacável de seu tempo. Esta revolução tem um paralelo também com o nosso tempo. Assim como Tchekhov, vivemos uma época que não reconhece verdades absolutas e que está mudando substancialmente as bases da vida do homem e da sociedade, o tempo da reflexão, do reencontro com as raízes culturais próprias, à margem de ideologismos, o tempo no qual o enorme trabalho de transformação se realiza no interior das pessoas comuns. A época de Tchekhov é radicalmente parecida com a nossa, caracterizada como pós industrial, pós guerra‐fria, pós moderna, pós dramática. Cada vez mais se faz necessária a participação da Lei Federal de Incentivo à Cultura para garantir a montagem de um projeto deste porte. Com custo estimado em R$ 900 mil, e receita estimada em pouco mais de R$ 50 mil, não seria possível fazer tantas sessões, para público tão diverso, cobrando preços tão populares e ainda, distribuir 40% dos ingressos com caráter social, educativo e de formação artística para beneficiários que atendam os criterios do Ministério da Cidadania, 5% para formadores de opinião, 10% para patrocinadores e 10% com valores que não ultrapassem o valor do Vale-Cultura. Com a realização deste Projeto, damos continuidade ao trabalho da companhia, uma das mais respeitadas no cenário das artes cênicas no Brasil, e garantimos não só a montagem e estreia no Rio de Janeiro/RJ, mas circulação do espetáculo em mais uma cidade do país, Curitiba/PR, cidade sede da companhia. Administrar corretamente um investimento público e fazer com que ele se multiplique em mais sessões e mais arte para todas as regiões do país é o que buscamos com mais este Projeto. Fica claro, com isso, que o Projeto se enquadra nos incisos I, III, IV, V e VIII do Art. 1º da Lei 8313/91, uma vez que contribui para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; apóia, valoriza e difunde o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; protege as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; salvaguarda a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; estimula a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. O Projeto ainda está devidamente enquadrado no Artigo 3o da Lei 8313/91, nos incisos II - letra c e Inciso IV, letras a e b, uma vez que fomenta à produção cultural e artística, mediante a realização de espetáculos de artes cênicas e estimula ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante a distribuição gratuita e pública de 20% de seus ingressos para espetáculo teatral, além de gerar estudos, pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos e formação de artistas nas 2 cidades em que o projeto será realizado.

Estratégia de execução

Declaramos para os devidos que obteremos alvará ou autorização equivalente emitida pelo órgão público competente, caso o espetáculo venha a ser realizado em espaço público; Declaramos para os devidos fins que destinaremos para fins culturais, todo e qualquer bem ou material permanente a ser adquirido ou produzido com recursos de incentivo fiscal, após finalização do projeto ou dissolução da instituição, devendo ainda apresentar recibo na prestação de contas, no caso de direcionamento do bem a outra entidade de fim cultural; Declaramos que obeteremos autorização dos titulares dos direitos autorais, conexos e de imagem em relação aos acervos, às obras e imagens de terceiros como condição para utilizá-los no projeto. Declaramos, conforme documento emitido pela SBAT (Sociedade Brasileira de Autores Teatrais) e anexada ao Projeto que a obra de Anton Tchekhov é considerada domínio público. Sobre a Planilha de Deslocamento, considerar: Origem: Belo Horizonte - Josi Lopes (atriz), Paulo André e Gilma Oliveira (figurinistas) e Marcelo Alvarenga (cenógrafo) - Belo Horizonte- Rio de Janeiro - 12 trechos, sendo 5 para a atriz Josi Lopes (2 passagens para ensaios e 3 passagens para temporada no segundo semestre) e 3 passagens para o cenógrafo Marcelo Alvarenga (para criação durante ensaios) e 4 passagens para Gilma Oliveira e Paulo André (2 para cada um), ambos figurinistas, para montagem, estreia e temporada no RIO. - Belo Horizonte - Curitiba - 3 passagens, sendo 2 para a atriz Josi Lopes durante 3 semanas de temporada e 1 passagem para cenógrafo Marcelo Alvarenga para temporada em Curitiba. Origem: São Paulo - José Maria (diretor de produção) e Rodrigo Bolzan (ator) - SP - Rio de Janeiro - 10 trechos, sendo 5 para o produtor José Maria (2 passagens para ensaios e 3 passagens para temporada no segundo semestre) e 5 para o ator Rodrigo Bolzan (2 passagens para ensaios e 3 passagens para temporada no segundo semestre), ambos residentes em SP/SP. - SP - Curitiba - 4 passagens, sendo 2 para o produtor José Maria e 2 para o ator Rodrigo Bolzan durante as 3 semanas de temporada em Curitiba. Origem: Rio de Janeiro - Marcio Abreu (diretor), Camila Pitanga (atriz), Cris Larin (atriz), Renato Carrera (ator), Felipe Storino (trilha sonora). - RIO - Curitiba - 10 trechos, sendo 2 para o diretor Marcio Abreu (02 passagens para temporada no segundo semestre), 2 passagens para o ator Renato Carrera (2 passagens para temporada no segundo semestre), 2 passagens para a atriz Cris Larin (2 passagens para temporada no segundo semestre), 2 passagens para a atriz Camila Pitanga (2 passagens para temporada no segundo semestre), 2 para o compositor e diretor musical Felipe Storino; Origem: Curitiba/PR - Kauê Personna (ator), Edson Rocha (ator), Rodrigo Ferrarini (ator), Nadja Naira (iluminadora e assistente), Giovana Soar (dramaturgia e assistente), 3 técnicos (1 palco, 1 som e 1 luz) - Curitiba - RIO - 34 trechos, sendo 5 passagens para o ator Kauê Personna (para montagem, ensaios e temporada), 5 passagens para o ator Edson Rocha (para montagem, ensaios e temporada), 5 passagens para o ator Rodrigo Ferrarini (para montagem, ensaios e temporada), 5 passagens para a iluminadora e assistente Nadja Naira (para montagem, ensaios e temporada), 5 passagens para a dramaturga e produtora Giovana Soar (para montagem, ensaios e temporada), 9 passagens, sendo 3 delas para cada 1 dos três técnicos que ensaiaram com todos em Curitiba e vão ao RIO para fazer a montagem, estreia e temporada.

Especificação técnica

O espetáculo "Órfão de Pai" (nome provisório) deverá ter aproximadamente 100 minutos de duração. Todos os materiais de divulgação serão feitos em papel certificado. Programas do espetáculo - 4 páginas, 20X20cm, 4X4 cores, couche 180 gramas (distribuição gratuita). Oficina: Dramaturgia, Performance e Processos Criativos Ministrantes: Marcio Abreu, Giovana Soar e Nadja Naira Participantes: Estudantes e profissionais de Teatro. No mínimo 25 pessoas em cada cidade, selecionadas pelos ministrantes a partir da análise de currículo dos interessados. 1 oficina por cidade com duração de 8 horas cada uma. Proposta de Trabalho: Esta oficina parte do estudo de alguns exemplos de escrita de teatro contemporâneo, incluindo o repertório da companhia brasileira de teatro. A partir da análise dos textos , das suas estruturas e suas ferramentas de escrita tentamos compreender seus desdobramentos na cena e no ator. Para uma nova escrita é necessário um novo ator e uma nova visão sobre o espaço do teatro, no seu mais amplo sentido. Nesta oficina são utilizados textos de diversos autores da dramaturgia contemporânea, onde a questão da língua/linguagem, a tradução, sua adaptação para a língua portuguesa, entre outras considerações, também são temas contemplados. Os integrantes da oficina poderão entrar em contato com novos textos, autores e estímulos provocados a partir de novas dramaturgias, vislumbrando assim perspectivas para uma nova encenação e atuação. Currículos dos Ministrantes: Marcio Abreu - Diretor e dramaturgo. Fundou a companhia brasileira de teatro em 1999, sediada em Curitiba. Seus principais trabalhos estão: Volta ao dia..., (2002); Suíte 1, de Philippe Minyana, (2004); Daqui a duzentos anos, textos de Anton Tchekhov, (2004/2005); Apenas o fim do mundo, de Jean-Luc Lagarce, (2005/2006); O que eu gostaria de dizer, (2008); Vida, (2010); Oxigênio, de Ivan Viripaev, (2010); Isso te interessa?, de Noëlle Renaude, (2011); De Verdade, adaptação do romance do autor húngaro Sándor Márai (2012); Esta Criança, (2012). Em 2012 escreveu Os três Porquinhos para a Commedie Française, e a peça L’histoire du rock, também na França. Em 2012 foi escolhido como personalidade teatral do ano pelo jornal Folha de São Paulo. Recebeu o Prêmio SHELL RJ de Melhor Direção pelo espetáculo Esta criança. Em 2015 dirigiu KRUM de Hanock Levin e escreveu e dirigiu PROJETO bRASIL. Em 2017, escreveu e dirigiu PRETO. Em 2016 dirigiu o renomado Grupo Galpão no espetáculo NÓS. Esta parceria com Galpão foi continuada num novo espetáculo, Outros, que estreou em 2018. Giovana Soar - atriz, diretora e tradutora possui bacharelado em Artes Cênicas, pela PUC/PR, desde 1991, com habilitação em Direção Teatral. Fez licenciatura e mestrado em Teatro, pela Universidade Paris III – Sorbonne Nouvelle. Tem formação e cursos de especialização com diretores como: Antunes Filho, Antonio Abujamra, Marcio Aurélio, Celso Nunes, Sotigui Kouiaté, entre outros. Atua como atriz, e dentre seus principais trabalhos estão os desenvolvidos com a companhia brasileira de teatro: Suíte 1(2015); Apenas o fim do mundo (2006); VIDA (2010), Isso te interessa? (2011), Esta Criança (2012), Projeto brasil (2015). Desenvolveu parceria artística com o grupo francês Théâtre de la Tentative, entre 2001/2005. Atua também como interprete e assistente de diretores franceses, já tendo trabalhado com: Claude Regy, Georges Lavaudant, Sotigui Kouiaté, Gildas Milin, Benoit Lambert, Jean Damien Barbin, Guy-Pierre Coulout e Lea Dant. Em 2003 dirigiu a peça A Melhor Parte do Homem, fruto do intercâmbio com o grupo francês Théâtre de la Tentative. É tradutora e lançou em 2006 numa edição bilíngüe a peça de Apenas o Fim do Mundo de Jean-Luc Lagarce, primeiro volume da coleção Palco sur Scène, em 2008, na mesma coleção lançou Suite 1, de Philippe Minyana. Em 2007 também foi editado o texto Eva Perón do autor franco-argentino COPI, pela editora 7 Letras. Desde 2015 é responsável pela coordenação do evento de Interlocuções dentro do Festival de Curitiba. Em 2016 assumiu a Direção Artística da Mostra Novas Repertórios, na cidade de Curitiba. Nadja Naira - Iluminadora, diretora teatral e atriz formada pelo Curso Superior de Artes Cênicas – PUC/PR e Centro Cultural Teatro Guaíra em 1993, mora em Curitiba PR. Como iluminadora, trabalha há mais de 25 anos com importantes diretores de teatro como Marcio Abreu e Grace Passô. Trabalha também com companhias de dança e tem diversos trabalhos em música. Recebeu diversas indicações a prêmios e em 2015 recebeu o Prêmio APTR e o Prêmio Questão de Crítica de melhor iluminação pelo espetáculo KRUM. Em 2012 recebeu o Prêmio Shell RJ de melhor iluminação pelo espetáculo Esta Criança. Recebeu o Prêmio Governador do Estado PR – Troféu Gralha Azul de melhor iluminação em 2000, 1999 e 1998 e o Prêmio Café do Teatro Curitiba PR- Troféu Poty Lazarotto em 2001 e 1999. Em 2015, participou da equipe da representação brasileira para a Seção dos Países e Regiões da Quadrienal de Praga (Espaço e Design da Performance) com trabalhos sobre as peças Nômades e Esta Criança. Como diretora realizou: Mesmas coisas (2017), A cidade sem mar (2016), textos de Manoel Carlos Karam e A Viagem (2009), ambas em co-direção com Giovana Soar; Mar Paraguayo (2015) de Wilson Bueno; Bolacha Maria (2008), textos de Manoel Carlos Karam; Os Leões (2006), de Pablo Miguel de la Vega y Mendoza. Dirigiu e adaptou textos para leituras dramáticas: Sabor Brasilis Cena HQ (2014), Mar Paraguayo (2008) de Wilson Bueno, Encrenca (2007) e outros textos de Manoel Carlos Karam. Como atriz participou recentemente dos trabalhos da companhia brasileira de teatro em: PRETO (2017), PROJETO bRASIL (2015), Nus ferozes e antropófagos (2014), Isso te interessa? (2011), Vida (2010), Distraits Nous Vaincrons (2010), Descartes Com Lentes (2009), Polifonias, (2006), Suíte 1 (2004). Em 2018 realiza oficina/laboratório sobre ausência de luz - Blackout, na companhia brasileira de teatro. E uma oficina sobre Dramaturgia de luz em parceria com Claudia de Bem e Priscila Costa na UDESC, Laboratório de Luz. Integra a companhia brasileira de teatro desde 2002, tendo participado todas as suas produções.

Acessibilidade

A acessibilidade é essencial para o desenvolvimento e aprofundamento da nossa democracia. Significa permitir que todos desfrutem de todos os espaços e serviços que a sociedade oferece, independentemente da capacidade física de cada um. Significa não apenas permitir que pessoas com necessidades especiais de locomoção participem de atividades culturais, mas a inclusão e extensão do uso destes para uma determinada população. Os espaços urbanos, sejam públicos ou privados, devem permitir o acesso à qualquer cidadão, atendendo às suas necessidades quer sejam em locomoção, deslocamento ou consumo. As atividades básicas do ser humano dependem da sua possibilidade de deslocamento e acesso. Para isso, os Teatros a serem escolhidos para realização do espetáculo teatral "Órfão de Pai" (nome provisório), produto principal deste projeto, deverão obrigatoriamente possuir as melhores condições de segurança e autonomia em suas dependências para atender ao maior número possível de pessoas, a fim de oferecer atenção especial a todos aqueles que possuem mobilidade reduzida ou quaisquer outras deficiências físicas e aos idosos. Declaramos, com isso, que os espaços a serem selecionados e/ou já selecionados deverão possuir entre outros quesitos, rampas de acesso para cadeirantes, corrimão, banheiros para deficientes, poltronas para pessoas acima do peso, iluminação de solo, acompanhamento presencial a ser contratado pelo Projeto para auxiliar na locomoção de portadores de deficiência visual ou auditiva, além de todo e qualquer outro benefício para atender de forma responsável aos portadores de qualquer deficiência e aos idosos em atendimento ao disposto no art. 27, inciso II, do Decreto 5761/06, e nos termos do art. 23 da lei no 10 741, de 1o de outubro de 2003, e a portadores de deficiência, conforme o disposto no art. 46. Para isso, em 10 sessões do espetáculo nas 02 cidades já citadas haverá intérprete em libras e áudio-descrição para que portadores de deficência visual e surdos possam usufruir plenamente do conteúdo do espetáculo.Os custos para todas estas ações estão devidamente previstos na Planilha Orçamentária. As 10 sessões serão assim distribuídas: 07 sessões no Rio de Janeiro, 3 sessões em Curitiba, mantendo assim 20% das sessões com acessibilidade total.

Democratização do acesso

Para que se obtenha a democratização do acesso e da produção da cultura, uma série de medidas devem ser tomadas. Dentre elas, destaca-se a necessidade de conferir a cada indivíduo ou grupo social produtor de cultura o poder de disseminar a sua produção cultural e assim fazer frente à produção massificada para que eles possam preservar a sua diferença, a sua individualidade. Por outro lado, é necessário que o acesso ao bem produzido possa ser levado ao maior número possível de pessoas. A democratização do acesso a cultura só pode ser entendida como a criação de condições que facilitem e promovam o acesso aos bens culturais. Ela significa a garantia de que ninguém, sejam quais forem e qual for a sua origem ou condição social, será impedido de exercer esse direito. Significa desenvolver o espírito crítico, é facilitar a iniciativa pessoal e ajudar os indivíduos a expressar os seus valores e as suas necessidades. Este é um projeto que pretende convidar a sociedade a participar junto com toda a equipe como formadores de opinião e de novas platéias. Pensando na democratização do acesso, atendendo a IN 2/2019, declaramos que será adotada a medida prevista no Inciso I do artigo 21 da referida Normativa para o Principal e único Produto deste Projeto: Espetáculo de Artes Cênicas, a saber: V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; Sendo assim, em cada cidade haverá ao menos 2 dias com debate após o espetáculo, com todo elenco e direção do espetáculo, além de 1 oficina de "Dramaturgia, Performance e Processos Criativos" em cada cidade com a equipe de direção e dramaturgia do espetáculo: Giovana Soar, Marcio Abreu e Nadja Naira, com duração de 8 horas cada uma, para público de estudantes de teatro e artistas de cada cidade, a serem selecionados pelos ministrantes da oficina a partir de apresentação de currículo dos candidatos. Serão escolhidos no mínimo 25 pessoas por cidade, em cada oficina. Alem disso, 40% dos ingressos serão distribuídos gratuitamente, de acordo com Artigo 21, Inciso I, da IN 2/2019, a saber: a) doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 21, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados;

Ficha técnica

Baseado na obra Platonov, de Anton Tchekhov Direção Marcio Abreu Trilha Sonora: Felipe Storino Iluminação: Nadja Naira Cenário: Marcelo Alvarenga Produção: José Maria e Giovana Soar Elenco: Renato Carrera, Josi Lopes, Camila Pitanga, Kauê Personna, Rodrigo Ferrarini, Cris Larin, Edson Rocha e Rodrigo Bolzan. Marcio Abreu, dirigente da instituição proponente, desenvolverá as atividades de dramaturgo e diretor.Diretor e dramaturgo. Fundou a companhia brasileira de teatro em 1999, sediada em Curitiba. Seus principais trabalhos estão: Volta ao dia..., (2002); Suíte 1, de Philippe Minyana, (2004); Daqui a duzentos anos, textos de Anton Tchekhov, (2004/2005); Apenas o fim do mundo, de Jean-Luc Lagarce, (2005/2006); O que eu gostaria de dizer, (2008); Vida, (2010); Oxigênio, de Ivan Viripaev, (2010); Isso te interessa?, de Noëlle Renaude, (2011); De Verdade, adaptação do romance do autor húngaro Sándor Márai (2012); Esta Criança, (2012). Em 2012 escreveu Os três Porquinhos para a Commedie Française, e a peça L’histoire du rock, também na França. Em 2012 foi escolhido como personalidade teatral do ano pelo jornal Folha de São Paulo. Recebeu o Prêmio SHELL RJ de Melhor Direção pelo espetáculo Esta criança. Em 2015 dirigiu KRUM de Hanock Levin e escreveu e dirigiu PROJETO bRASIL. Em 2017, escreveu e dirigiu PRETO. Renato Carrera, ator Indicado ao Prêmio Shell como melhor Diretor e a melhor Ator, e aos prêmios Cesgranrio, APTR e Questão de Crítica (2016) pela direção de “Abajur Lilás” de Plínio Marcos e por sua atuação em “O Homossexual ou a Dificuldade de se Expressar” de Copi. Dentre seus principais trabalhos podemos citar Gisberta, com Luis Lobianco em 2017. Em 2015 dirige “Dois Amores e um Bicho” de Gustavo Ott, com os Clowns de Shakespeare. Como ator, foi dirigido por Ana Kfouri nos espetáculos “Preguiça”,“ Esfíncter”e “Senhora dos Afogados”. Lecionou no encontro internacional de teatro DRIFT, para atores da Inglaterra, Polônia, Dinamarca e Brasil. Em 2018 atuou em “Vim assim que soube” de sua autoria, sob direção de Marco André Nunes, no Sesc Copacabana. Josi Lopes, atriz Nasceu em Belo Horizonte/MG, no Bairro Goiânia, região nordeste desta cidade. Periferia. Mulher preta, é cantora, compositora, atriz, preparadora vocal e diretora musical de espetáculos. Estreia com 23 anos em O negro, a flor e o rosário. Esta experiência instigou o ingresso no Teatro Universitário da UFMG em 2009. Integrou o elenco de Oratório - A saga de Dom Quixote e Sancho Pança (2012) junto com Maurício Tizumba e Sérgio Pererê, e do espetáculo Zumbi (2012) dirigido por João das Neves. Em 2013 mudou-se para São Paulo. Na capital foi protagonista do musical O Rei Leão e participou de Mudança de Hábito, Ghost - O musical e Alegria, Alegria. Em busca por uma identidade realizou shows autorais e lançou o EP “Essência” em 2016. Já se apresentou no Sesc Belenzinho (SP), SIM São Paulo, no Festival de Arte Negra (BH), Música Mundo (BH) e no MECA Inhotim (Brumadinho/MG). Rodrigo Ferrarini, ator Ator e produtor teatral. Em teatro, atuou em cerca de 30 espetáculos, entre eles: O Tempo e o Lugar (1998), de Botho Strauss, e O que o Mordomo Viu (1999), de Joe Orton; O Despertar da Primavera (1998-1999), de Frank Wedekind, O Caminho da Montanha (2002- 2003), de Brian Friel; Medea Material (2004), de Heiner Muller; e Psicose 44. 8 (2004), de Sara Kane. Em cinema, integrou o elenco de 16 filmes. Seus principais trabalhos incluem os longas Insolação (2008), de Felipe Hirsh; Estômago (2007), de Marco Jorge; O Sal da Terra (2003), de Eloi Pires; e KORDA (2004), de Marcos Andrade. Participou também de uma série de curtas, entre eles; Adeus Menino (2000); O Fim do Ciúme (2000); O Polaco da Nhãnha (2000); Os Primeiros Desertores (2002); e Eternamente (2002). Por este último recebeu o Troféu Pinhão Melhor Ator, no 7o. Festival de Cinema de Curitiba 2003. E com a companhia brasileira de teatro atuou em 2010 em Vida, 2011 em Isso te interessa? e em Krum em 2015. Camila Pitanga, atriz Atriz graduada em Artes Cênicas pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro, diretora do Movimento Humanos Direitos e Embaixadora Nacional da ONU Mulher. Em 2013 a atriz, fez uma temporada de ensaios pelo sertão nordestino com a peça O Duelo uma adaptação feita por Aury Porto da obra de Anton Tchékhov, onde passou alguns meses pelas cidades de Iracema, Arneiroz e Lavras da Mangabeira (ambas cidades do interior do Ceará). Camila junto com todo elenco levaram cultura em forma de teatro à comunidades de menor porte e para a maioria das pessoas que nunca tiveram a oportunidade de assistir uma peça de teatro de perto. No audiovisual, fez inúmeras novelas, series e programas, além de mais de 20 filmes, inclusive na direção de "Pitanga" sobre a obra e vida de seu pai, Antonio Pitanga. Cris Larin, atriz Atriz formada pela CAL em 1989. Continuou sua formação nos cursos Performances Studies na New York University, em 2005; Rasaesthetics, com Michelle Minnick, em NY, em 2005; Viewpoints e Suzuki, com Enrique Diaz e Mariana Lima, em 2003, e posteriormente, com o Siti Company, companhia dirigida por Anne Bougart, em Los Angeles em 2006. Trabalhou como atriz com os diretores Ana Kfouri, Moacyr Goes, Amir Hadad, Felipe Vidal, Renato Carrera, Jeferson Miranda, Joelson Gusson, Sandro Pamponet, Jô Bilac, Eliana Fonseca, Thomas Quillardet, Bia Lessa, Marcio Abreu, entre outros. Trabalhou também com a companhia paulista, Teatro de Vertigem e com a East Coast Artists, companhia americana sediada em Nova York. No cinema, participou dos filmes "Maria, a mãe do filho de Deus", "Trair e coçar é só começar", ambos dirigidos por Moacyr Góes, e "Riscado" de Gustavo Pizzi. Na TV participou da minissérie "Magnífica 70", dirigida por Claudio Torres e Carolina Jabor. Edson Rocha, ator É ator e participou das montagens de Esta Criança, de Jöel Pommerat, e Krum de Hanock Levin, ambos com a companhia brasileira de teatro sob direção de Marcio Abreu; Vamos Transar, de Rote Grutze com direção Volker Quandt; Sonho de uma Noite de Verão e Hamlet, ambos com direção de Marcelo Marchioro; O Vampiro e a Polaquinha, de Dalton Trevisan com direção de Ademar Guerra; A Vida é Cheia de Som e Fúria, Nostalgia e Como Aprendi a Dirigir um Carro, estes três sob direção de Felipe Hirsch; Perfídia, de Azis Bajur, direção de Cleon Jaques. No Cinema atuou em Cafundó, de Paulo Betti; O Sal da Terra e Curitiba Zero Grau, ambos de Eloi Pires Ferreira e Joaquim, de Marcelo Gomes. Kauê Persona é ator profissional desde 2008. Cursou cinema na FAP; no teatro, trabalhou com diretores como Gabriel Villela, Alexandre Reinecke, Ana Rosa Tezza, Nena Inoue, Edson Bueno, Maurício Vogue, Andrei Moscheto, Jean Carlos Sanchez, entre outros. Participou de workshops com Maurice Durozier, Grupo Amok, Jean-Jacques Lemetre, Shawn Kinley, Omar Argentino e Juliana Galdino. No cinema, já trabalhou com nomes como Marco Jorge, Aly Muritiba, Alessandro Yamada, Gil Baroni, entre outros. Atualmente integra o elenco da companhia brasileira de teatro com direção de Márcio Abreu. Rodrigo Bolzan, ator formado pela Escola de Arte Dramática (EAD/ECA/USP) em 2000, colabora com a Companhia Brasileira de Teatro e com os Ultralíricos. Sob direção de Felipe Hirsch, os Ultralíricos recém estrearam a peça FIM, em cartaz até abril de 2019 em São Paulo. Com a Cia. Brasileira participou desde 2015 da criação dramatúrgica, além de atuar, em PRETO e PROJETO bRASIL este último fez temporadas em cidades do Brasil e da Alemanha e lhe rendeu prêmio Gralha Azul (Curitiba) melhor ator e outras indicações na mesma categoria em 2016 (Prêmio Quem/SP, Questão de Crítica/RJ, APCA/SP e APTR/RJ).

Providência

PROJETO ARQUIVADO.