Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 190774Apresentou prestação de contasMecenato

Só mais um pouquinho

AUE - COMERCIO, PROMOCOES E EVENTOS ARTISTICOS E PEDAGOGICOS LTDA
Solicitado
R$ 982,6 mil
Aprovado
R$ 930,5 mil
Captado
R$ 666,7 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (1)
CNPJ/CPFNomeDataValor
33000167000101PETROLEO BRASILEIRO S A PETROBRAS1900-01-01R$ 666,7 mil

Eficiência de captação

71.6%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Instrumental
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
19

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2019-05-31
Término

Resumo

O projeto consiste na realizaçãode uma turnê nacional doespetáculo musicalinfantil "Só mais um pouquinho", criado e realizado pelo Barbatuques. Em cada cidade o grupo também oferecerá oficinas de música corporal para educadores, professores de música, estudantes e crianças.

Sinopse

Só +1 Pouquinho quer inspirar crianças de diversas idades e despertar seus sentidos para a música pela percussão corporal e vocal, “instrumento” acessível a todos. As novas canções são centradas nas relações e situações que permeiam diversas fases da nossa vida, tais como o medo de dormir, as inseguranças na escola, a formação da identidade, a relação com os pais, avós e bichos de estimação, a amizade, sem esquecer das fantasias imaginativas tão presentes e importantes na infância Classificação indicativa: Livre Duração: 60 minutos

Objetivos

Objetivo Geral:Com esse projeto o Barbatuques pretende atrair um público infantil ainda mais diverso, mostrando que é possível envolver as crianças no universo da arte de forma leve, lúdica e ao mesmo tempo com qualidade. As composições de "Só mais um pouquinho" contribuem para ampliar o repertório de escuta do público infantil e extrapolam o formato da música de consumo, possibilitando a percepção de novas experiências estéticas e capacidades criativas.Objetivos específicos:- Transmitir, em formato online e âmbito nacional, 8 apresentações do espetáculo infantil "Só mais um pouquinho";- Produzir registro videográfico para personalizar cada uma das 8 apresentações online;- Realizar 16 oficinas artísticas de percussão corporal de maneira online;- Realizar um curso de formação para educadores em percussão corporal e jogos musicais de maneira online.

Justificativa

Fundado em 1995, o Barbatuques desenvolveu ao longo de sua trajetória uma abordagem única da música corporal através de suas composições, técnicas, exploração de timbres e procedimentos criativos. Sua forma inovadora de fazer música e as inúmeras possibilidades de extrair os sons do corpo tornaram o grupo reconhecido e atuante tanto no meio artístico quanto educacional, e resultaram na criação de espetáculos musicais, álbuns, treinamentos e oficinas, que já foram levados a mais de 20 países ao redor do mundo. Essa trajetória contribuiu significativamente para a música corporal se tornar uma linguagem mais difundida mundialmente como uma estética contemporânea e um importante instrumento em arte educação. Hoje, no Brasil, há um crescente uso da música corporal como ferramenta de musicalização, em diferentes ambientes. Essa vertente pedagógica sempre foi uma das áreas de interesse do grupo que, paralelamente ao trabalho artístico, atua na área educacional, promovendo oficinas, produzindo material didático, debates, workshops e cursos de formação de professores. Com esse projeto, o Barbatuques pretende atrair um público infantil ainda mais diverso, percorrendo novas cidades e praças, mostrando que é possível envolver as crianças no universo da arte de forma leve, lúdica e ao mesmo tempo com qualidade. As composições de "Só mais um pouquinho" contribuem para ampliar o repertório de escuta do público infantil e extrapolam o formato da música de consumo, possibilitando a percepção de novas experiências estéticas e capacidades criativas. Desta maneira, de acordo com seus objetivos e propostas, o projeto atende aos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais e III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores. O projeto atende os seguintes objetivos do Art. 3º da Lei 8313/91 I - incentivo à formação artística e cultural, mediante a instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativo e II - fomento à produção cultural e artística, mediante realização de espetáculos de música.

Estratégia de execução

DETALHAMENTO DAS ATIVIDADES DE CONTRAPARTIDAAÇÕES FORMATIVAS CULTURAISEm atendimento ao art.22, propomos a realização de:- 8 oficinas de formação musical para educadores, professores de música e estudantes (grupos de até 50 pessoas);- 8 oficinas de percussão corporal para crianças (grupos de até 20 crianças);- 1 Curso online de formação de educadores em percussão corporal e jogos musicais.Todas as atividades serão realizadas de maneira aberta e gratuita. O projeto pedagógico completo das oficinas (educadores e crianças) está disponível no campo Especificações técnicas do produto e a proposta pedagógica do curso de formação de educadores em percussão corporal foi anexada junto aos documentos do projeto.

Especificação técnica

PROJETO PEDAGÓGICO DAS OFICINAS DE PERCUSSÃO CORPORALConceitoO núcleo oferece uma proposta pedagógica baseada na utilização do corpo como instrumento musical. De forma prática e coletiva, as oficinas proporcionam aos participantes a exploração e descoberta dos inúmeros sons produzidos pelo corpo: palmas, estalos, batidas, sapateados, recursos vocais entre outros; e a utilização deles na produção de ritmos e melodias.As oficinas Barbatuques acontecem desde 1995, com grupos formados por adultos e crianças, em várias partes do Brasil e também no exterior. Escolas, empresas, ONGs, corais, espaços culturais e grupos artísticos das mais variadas áreas já vivenciaram esse trabalho (como o elenco do espetáculo Saltimbanco do Cirque de Soleil).São indicadas a qualquer pessoa, independente da idade e formação, principalmente a quem deseja desenvolver a capacidade rítmica e de improvisação, aprimorar a coordenação motora e conhecer uma forma ampla de ?musicalizar-se?. Profissionais educadores, das mais variadas áreas, podem enriquecer sua didática com elementos da percussão corporal. O conteúdo das oficinas atende ainda, com bastante aproveitamento, grupos específicos, como em projetos sociais, turmas infantis e grupos artísticos.O corpo humano pode ser considerado nosso primeiro instrumento musical. Temos nele, desde o início, a presença do ritmo como a batida do coração, a respiração e o caminhar. São processos que envolvem regularidade, repetição e que trazem referências rítmicas. Não é a toa que no vocabulário musical são utilizadas as palavras pulsação e andamento.A criança explora ludicamente os sons do corpo e dos objetos ao seu redor, o adulto também utiliza sons corporais em seu cotidiano para se comunicar ou fazer música. As oficinas Barbatuques resgatam esta percepção e o momento infantil de brincar sonoramente com o corpo, revivendo sons familiares e gerando novos sons para nosso repertório.Pesquisando os sons produzidos pelo corpo, entramos em contato com nossas características e sotaques. Cada pessoa tem um corpo diferente, com tamanho e dimensões individuais, timbre de voz, facilidade para produzir certos sons e dificuldades com outros. A prática em grupo nas oficinas Barbatuques promove a convivência entre esses diferentes corpos sonoros e intenções que se chocam e se complementam. Ouvindo o colega, o participante exercita o diálogo musical, a cooperação e a concentração.O aprendizado de diversos ritmos e dos jogos de improvisação estimula a capacidade de criar, ouvir e interagir em grupo. Além disso, a prática da percussão corporal trabalha a percepção musical.A linguagem artística e a técnica específica, utilizada pelo Barbatuques, foi desenvolvida pelo músico Fernando Barba com base em pesquisas que realiza desde 1988, as oficinas são ministradas pelos integrantes sob sua supervisão.Objetivos didáticos?Promover o aprendizado do amplo repertório de sons que podem ser produzidos pelo corpo.?Estimular o contato do aluno com seu próprio corpo.?Promover a integração desses sons corporais com a intenção de produzir ritmos e melodias.?Estimular a capacidade de memorização, concentração e assimilação corporal do ritmo.?Desenvolver a coordenação motora e a percepção rítmica, melódica e harmônica?Incentivar a capacidade de criação musical espontânea, individualmente e em grupo.?Despertar no aluno a atitude lúdica e cooperativa, incentivando-o a se expressar musicalmente em grupo, considerando as diferentes qualidades de seus integrantes.CONTEÚDO, PÚBLICO E DURAÇÃOO conteúdo será misto, sendo uma parte gravada e parte ao vivo (assíncrona e síncrona). O material gravado conterá uma atividade prévia para que os participantes possam praticar a percussão corporal. A parte ao vivo, em forma de Live, possibilitará o esclarecimento de dúvidas e a participação dos envolvidos por meio de chat. Manteremos a quantidade de pessoas que consta no projeto. Serão 50 educadores, para as oficinas adulto e 20 crianças (7 a 12 anos), nas oficinas infantis. Enviaremos aos participantes, antes da live, 5 vídeos, com cerca de 5 minutos cada, com atividades de percussão corporal para que as pessoas possam se familiarizar com o conteúdo, onde o grupo ensinará timbres e sequências corporais presentes no amplo repertório do grupo, além de apresentar jogos lúdicos musicais aplicando esse conteúdo. Na atividade "ao vivo" estes conteúdos serão relembrados e aprofundados. Haverá espaço para as perguntas dos participantes, por meio do chat. Assim, com os conteúdos prévios, o público terá a oportunidade de absorver melhor as práticas da percussão corporal e poder esclarecer as dúvidas e curiosidades na "live".A oficina on line para crianças terá duração de até 40 minutos, além dos 25 minutos de vídeos enviados antecipadamente. A oficina para educadores terá a duração de até 1h30min, além dos 25 minutos de vídeos enviados antecipadamente. ?Aquecimento: preparação corporal para atividade com alongamentos, movimentos, respirações, vocalizações e exercícios que trabalham a percepção, o olhar e o andar.?Coordenação motora: exercícios de independência rítmica, trabalhando a coordenação entre pés, mãos e voz.?Repertório de sons corporais: tipos de palmas (grave, estrela, estalada, flecha etc.), estalos de dedo, sapateados, vácuos de boca, estalos de língua, batidas no peito e bochecha, percussão vocal, assobios, sopros, línguas fictícias, sonoplastia corporal.?Montagem de ritmos: adaptação de ritmos para o universo da percussão corporal. Os ritmos brasileiros (samba, baião, maracatu, afoxé, etc.) são trabalhados com prioridade, além dos ritmos de etnias diversas: funk, rock, salsa, reggae, música árabe, africana, mediterrânea, latina, indígena, etc. Os ritmos são trabalhados individualmente e em naipes (grupos), a criação é estimulada.?Jogos: exercícios que trabalham atenção, reflexo, memorização e relacionam sons com movimentos (flechas, relógio, sequência linear).?Improvisações: exercícios de criação e composição utilizando os sons e ritmos estudados. São voltados para aplicação e sintetização do conteúdo aprendido, estimulando a expressão individual nessa linguagem. Visa ainda o desenvolvimento da percepção, o senso de escuta dentro de um grupo e a prática de produzir música coletivamente (sequência minimal, maestro, ecos, naipes, contágio livre).METODOLOGIA O grupo Barbatuques oferece uma proposta pedagógica baseada na utilização do corpo como instrumento musical. De forma prática, tal vivência proporciona aos participantes a exploração e descoberta dos inúmeros sons produzidos pelo corpo, como palmas, estalos, batidas, sapateados, recursos vocais entre outros; e a utilização deles na produção de ritmos e melodias. A criança explora ludicamente os sons do corpo e dos objetos ao seu redor, o adulto também utiliza sons corporais em seu cotidiano para se comunicar ou fazer música. As atividades com o Barbatuques resgatam esta percepção e o momento infantil de brincar sonoramente com o corpo, revivendo sons familiares e gerando novos sons. As atividades on line, neste momento de Pandemia, tem sido a forma de continuarmos vivenciando a arte. O grupo adaptou seu conteúdo para que estas atividades on line sejam uma experiência única, lúdica e divertida. Em cada vídeo, um músico apresenta um mini conteúdo em percussão corporal, para que as crianças e as famílias possam participar juntas da atividade. TRANSMISSÃO Usaremos as redes sociais do grupo Barbatuques para a transmissão da Live (YouTube e Facebook). O cadastro dos participantes será realizado por um link enviado previamente. Desta forma, conseguiremos comprovar o número de participantes. VÍDEOSOs vídeos gravados (assíncrono) deverão ter uma edição para que tenhamos uma uniformidade no layout e para colocarmos todas as marcas do patrocinador e da Lei de Incentivo, bem como, os créditos necessários. Para isto, teremos que remanejar verbas, de outras rubricas do projeto, para que isto seja viável. DIVULGAÇÃO Como estas atividades serão direcionadas a um público específico, não divulgaremos abertamente nas mídias. Os shows, quando forem realizados, terão a comunicação conforme conta no projeto inicial. Enviaremos um flyer com as informações das oficinas, como todas as marcas gráficas exigidas, e com o link para a inscrição.

Acessibilidade

Para fins de promoção ao acesso aos produtos culturais do projeto serão adotadas as seguintes medidas de acessibilidade física e de conteúdo: Comunicação: Nos shows e nas oficinas serão utilizados os caracteres ampliados, os dispositivos multimídia, assim como a linguagem simples, escrita e oral. Adequações do espaço: Nos shows e nas oficinas os espaços onde acontecerão as atividades terão sua estrutura adaptada com rampas de acesso, barras de apoio, corrimões para receber pessoas com limitações física motoras e portadores de necessidades especiais. Espaços em que há maior facilidade de acesso serão reservadas para acomodar pessoas que tenham limitações físico-motoras, deficiências, idosos e gestantes. Conteúdo: Os shows contarão com a participação de Intérprete em Libras (Língua Brasileira de sinais). Nas oficinas 10 % das vagas serão reservadas para pessoas com necessidades especiais. Todas as ações de acessibilidade seguirão as orientações da Associação Brasileira de Normas Técnicas sobre a acessibilidade, e da Convenção Internacional Sobre os Direitos da Pessoa com Deficiência, da Unesco.

Democratização do acesso

Em conformidade com o conceito da garantia da universalização do benefício ao cidadão, sempre em consideração ao interesse público e a democratização do acesso, o projeto propõe as seguintes medidas que despõe o art. 21 da IN nº 02/2019 do Ministério da Cidadania: Apresentações musicais: - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados- - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil - promover o uso do Vale-Cultura para aquisição dos produtos e serviços culturais resultantes do projeto que, eventualmente, venham a ser comercializados, nos termos da Lei nº 12.761, de 2012, no caso de não enquadramento da proposta cultural ao Parágrafo único do art. 20, desta Instrução Normativa Oficinas (contrapartidas sociais)tais - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 2 - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil

Ficha técnica

Ficha técnica Vozes e percussão corporal: André Hosoi, Marcelo Pretto, André Venegas, Giba Alves, João Simão, Lu Horta, Lu Cestari, Helô Ribeiro, Mairah Rocha, Maurício Maas, Renato Epstein, Charles Raszl e Tais Baliero. Idealização, gestão e Direção Musical: Barbatuques Projeções visuais: Ana Turra Figurinos: Rogério Romualdo Coreografias e direção cênica: Dafne Michellepis Produção Executiva: Renata Pimenta Obs: 8 integrantes do grupo se revezarão durante a turnê, assim os shows são realizados por 8 artistas que compõe o grupo Barbatuques. Equipe que viaja: 8 integrantes do Barbatuques, 1 produtor, 1 roadie, 3 operadores de som, 1 operador de luz e 1operador de projeção (técnico de audiovisual) – total: 15 profissionais. CURRÍCULOS ANDRÉ HOSOI Músico, compositor e arte educador, é coordenador geral do Barbatuques e integrante do grupo desde sua formação. Seus últimos trabalhos incluem a produção da trilha do game “Angry Birds Rio 2”, juntamente com Renato Epstein e a composição da música “Beautiful Creatures”, em parceria com Renato Epstein e Taura Stinson, que entrou na trilha do filme Rio 2, de Carlos Saldanha.Em novembro de 2013, fez a preparação do elenco da Rede Globo para o clipe de final de ano, junto com Maurício Maas e Renato Epstein. Foi produtor do segundo disco do Barbatuques, “O Seguinte é Esse” (2005), junto com Fernando Barba e Bruno Buarque. Além de compor para o Barbatuques, tem um disco solo chamado “Junina”, com co-produção de Sérgio Reze, do qual participam André Mehmari, Monica Salmaso, Luciana Alves, Mané Silveira, entre outros. Também fez trilha para diversos filmes e espetáculos. Entre as mais recentes, destacam-se a vinheta do Animamundi, de Alê Abreu (2011) , a coleção de apps para tablet “Era um vez em Inglês” (2014), e a peça “Doncovim Proncovo” (2014). Há 13 anos toca com o grupo Cochichando, na renomada casa de São Paulo, Ó do Borogodó. Como produtor gráfico, fez mais de 50 capas de CDs, incluindo os três CDs do Barbatuques e também o DVD. Educador, trabalha como professor na Formação de Músicos Educadores da Espaço Musical, sob coordenação de Ricardo Breim, no Colégio Vera Cruz e na pós graduação da Faculdade Cantareira. ANDRÉ VENEGAS Músico, ator e arte-educador, ingressou no Barbatuques em 2001, através da Orquestra Orgânica Performática da Universidade Livre de Música, coordenada por Stênio Mendes e Fernando Barba. Com o Barbatuques, participou de shows e oficinas dentro e fora do Brasil, ministrando aulas para os públicos mais variados, de crianças a grupos de 3a idade, de artistas e educadores a diretores de empresas. Trabalhou por muitos anos na Oficina dos Menestréis, fazendo musicais como: “Good Morning São Paulo”; “1492”; “Putsi”; “A Televisão matou a Janela” e “Noturno”, este com direção de Oswaldo Montenegro. Foi assistente de direção na Cia de Artes em 2002 e 2003 e, entre 1995 e 2003, trabalhou com o ilusionista Issao Imamura. Realizou oficinas de percussão corporal dentro dos projetos “Joaninha” e “Professor Criativo” do Ballet Stagium, direcionado a crianças e educadores. CHARLES RASZL Charles Raszl é violonista, performer, arranjador, compositor, arte-educador e diretor musical e teatral. Estudou violão erudito e regência coral (Escola Municipal de Música – SP/Brasil) e violão popular (Universidade Livre de Música – SP/Brasil) entre 1997 e 2004. É graduado em Educação Musical pela Universidade Federal de São Carlos. É professor no Instituto Brincante, referência em cultura popular brasileira, desde 2013. Concebeu e dirigiu espetáculos cênicos musicais e, como diretor musical, compôs trilhas originais para diversos espetáculos de dança, teatro e curtas metragem (animação em 3D e “stop motion”). Em 2013 desenvolveu o solo “Prato Feito”, apresentado no “Festival Italiano de Percussão Corporal – Terni/Itália”, fruto da pesquisa sobre técnicas de percussão corporal e danças tradicionais brasileiras. Participou de diversos Festivais Internacionais de música com o grupo Barbatuques (EUA, Turquia, Peru, Argentina, Colômbia, Polônia, Áustria, Eslovênia, Alemanha, França, Suiça, Itália e Desde 2013 promove workshops e apresentações em diversos países do mundo como Alemanha (Nuremberg, Hamburg, Kassel, Frankfurt e Hannover), Turquia (Istambul), Polônia (Varsóvia, Wroclaw e Bydgoszcz) e Itália (Roma, Milão, Torino, Trento, Perugia e Terni), difundindo a pesquisa entre a música corporal e danças tradicionais brasileiras (côco, frevo, samba e “capoeira”), por influência direta do Barbatuques e outras manifestações culturais que resultaram numa técnica de percussão corporal (Gumboots, Sapateado americano e Hambone). Atualmente é integrante do grupo Barbatuques e diretor musical de companhias de teatro de São Paulo. GIBA ALVES Baterista e produtor musical, está no Barbatuques desde sua primeira formação, em 1995, onde atua como arte educador e compositor, além de ser responsável pela comunicação do grupo. Desde então, já ministrou oficinas e workshops e fez apresentações em diversos países da América, Europa, Ásia e África. É graduado em bateria pela Los Angeles Music Academy (LAMA) e formado em Produção Musical pela Universidade Anhembi Morumbi. Trabalhou como músico e compositor no programa “ É tudo improviso”, da TV Band; foi monitor de Ivaldo Bertazzo no espetáculo “Mae Gentil”; além de ter se apresentado ao lado de nomes como Bobby Mcferrin, Keith Terry, Carl Smith (Stomp) Çudamani, Banda Gigante, Jogando no quintal, Palhaça Rubra, Badi Assad, Chico César, Estênio Mendes, Marku Ribas, Isadora Canto, Karina Zeviani, Jazzy quartet, entre outros. HELÔ RIBEIRO Cantora e compositora, é integrante do Barbatuques desde sua formação, em 1995, com o qual se apresenta e ministra workshops regularmente no Brasil e no exterior. Fez aula de canto erudito com Ula Wolff e Neyde Thomaz e popular com Ná Ozzetti, Regina Machado e Beth Amin. Estudou flauta transversal com Maicira Trevisan e Zélia Brandão, e teoria e percepção musical com Ricardo Breim e Aída Machado. Desenvolve um trabalho solo autoral e lançou em 2012 o CD “Espaço Invade”, produzido por Rô Fonseca. Faz parte, ao lado da compositora Vanessa Bumagny e do escritor André Sant’Anna, do projeto “Sons e Furyas”, que reúne música e literatura e conta com a participação dos músicos Zeca Loureiro, Henrique Alves e Rogério Bastos. Cantou nos grupos vocais femininos Arirê e Noivas do Allfreeddo (este último em Curitiba, com o qual montou o show “Flores pro Zé”, com repertório inédito de José Eduardo Gramani). Criou, juntamente com as cantoras e compositoras Vanessa Bumagny, Ilana Volcov e Rita Figueiredo, o grupo Quadrilátero Experimental, núcleo de composições que resultou no show “Quadrilátero”, que ficou em temporada no Teatro dos Satyros recebendo convidados como Chico César, Barbatuques e João Carlos Martins. Desenvolveu junto à Companhia Os Satyros um trabalho autoral compondo músicas p/ peças como “120 dias de Sodoma” e “De Profundis”, nesta última participando também como cantora e atriz. Cantou em montagens de óperas em Curitiba sob a direção de Neyde Thomaz no projeto “L’opera Illustratta. JOÃO SIMÃO Graduado em licenciatura pela faculdade de Educação Física da UNICAMP e mestre em Educação pela Faculdade de Educação na UNICAMP, desenvolveu sua pesquisa de mestrado sobre a percussão corporal do Barbatuques. Entre 1995 e 2001 atuou como dançarino, capoeirista, acrobata e músico em grupos de dança e percussão brasileiras: Abaçaí – Bale Folclórico de São Paulo, Cia de Artes Baque Bolado, Cia. Cênica Nau de Ícaros, entre outros. Desde 2003 atua como professor de capoeira e atividades circenses no colégio Oswald de Andrade. Atualmente é professor colaborador da UFSCar – Universidade Aberta do Brasil, atuando no curso de Licenciatura em Educação Musical a distância, na disciplina “Percussão 4 – Percussão. MARCELO PRETTO Cantor auto didata, além de integrante do Barbatuques desde 1999, faz parte do grupo A Barca, que pesquisa a música brasileira tradicional há mais de 15 anos. Paralelamente aos dois grupos, desenvolve uma série de outros projetos, em trabalhos com forró ou samba, além de um show solo, onde canta com diferentes acompanhamentos, como: violão, percussão corporal, pedal de ‘Loop’, berimbau de boca e à capela. Tem um DVD ao vivo, com várias participações, produzido no Itaú Cultural e lançado pela MCD. Tem um duo de voz e violão com Swami Jr.com um CD gravado,” A Carne das Canções”(2014),produzido por Beto Villares. Por conta deste trabalho, recebeu o Troféu Cata-Vento 2014,de melhor cantor, pela Rádio Cultura AM. Participou em mais de cinquenta CDs de artistas, no Brasil e fora dele e inúmeros shows, também, como, por exemplo: pocket shows de abertura da turnê “Le Fille”,de Camille(FR),março de 2006;shows com Sandra Nkake, Vincent Segal; participações com Guinga, Dominguinhos, Ná Ozzetti e outros; videoclip com Le Frère Guissé, gravado no Senegal em 2010. Foi um dos cinco finalistas do “Prêmio Visa-Edição Intérpretes” (2002). Ganhou o prêmio de Melhor Intérprete “Festival da Cultura” (2005) Ministra oficinas na cidade, na periferia, em outros estados e fora do Brasil, onde mescla conteúdos de percussão corporal com ritmos tradicionais brasileiros e trabalha, ocasionalmente, como ator, além de locuções e canto em publicidade. LU CESTARI Cantora, flautista e arte-educadora, esteve no Barbatuques entre 2000 e 2001, retornando ao grupo em 2011, com o qual vem se apresentando e ministrando oficinas no Brasil e no exterior. Além de intérprete, atua também na área de elaboração de projetos do grupo. É formada no curso de Licenciatura em Educação Musical, pela UNESP –SP, e em Ciências Sociais pela USP – SP. Estuda canto com Lu Horta desde 1996 e já participou de workshops de técnica vocal e interpretação com renomados professores, como Thomas Adam, Madalena Bernardes e Felipe Abreu. Estudou violão com Remo Pellegrini, Danilo Moraes e John Flavin; flauta transversal com Maicira Trevisan e Élsio de La Torre; e teoria e percepção com Ana Fridman e Ricardo Breim. Foi uma das fundadoras do grupo de circo-teatro Cia. Nau de Ícaros, em 1992, atuando nos espetáculos do grupo até 1996. Foi cantora do grupo de serenatas Trovadores Urbanos, entre 2003 e 2006, com o qual fez inúmeras apresentações na cidade de São Paulo. Também atuou como musicista em espetáculos dos grupos Pé de Palavra dirigido pela contadora de histórias Regina Machado e Lampejo das também contadoras Andy Rubinstein e Urga Maíra Cardoso, além de participar de gravações e shows de diversos artistas independentes. Atualmente grava seu primeiro CD solo como cantora. Como educadora musical, deu aulas nas instituições: Centros de Juventude da Prefeitura de São Paulo, Teca Oficina de Música, Galpão do Circo e Espaço Musical. LU HORTA Cantora e compositora, é uma das fundadoras do Barbatuques. É também educadora e preparadora vocal há mais 15 anos, com formação em arte-educação; canto-terapia; rítmica; percussão vocal e corporal; e técnica vocal. Bacharel em Música Popular pela Unicamp, também formou-se em canto-terapia pela “Escola Raphael de Canto e Cantoterapia (Brasil/Alemanha). Estudo técnica vocal com Maurício Martinazzo; arte-educação com Ricardo Breim (Método PAM); canto com Thomas Adam (Alemanha); rítmica com José Eduardo Gramani e cumpriu o módulo 1 de “Audio Vocal” do Instituto Tomatis em Paris. Junto com Fernando Barba, fez a direção musical do show “TUM PÁ (2011)” e do DVD “TUM PÁ ao Vivo”(2014). Em seu trabalho solo gravou os discos: “Lu Horta” (2003) e “Paraíso Eu” (2009). Em 2013, começou a lançar as faixas e clipes de seu mais novo projeto, “A Noiva da Cidade”, e foi selecionada para turnê no SXSW, um dos maiores festivais de música independente do mundo. MAIRAH ROCHA Iniciou seus estudos musicais ainda criança e ao longo dos anos estudou piano, violão, gaita, canto e percussão até formar-se em Canto Popular pela Faculdade Santa Marcelina, em São Paulo. Por cinco anos foi backing vocal da banda de reggae Afetos. Como cantora, participou dos grupos Tricô, Seus Cometas e Grupo Cardume e como percussionista e vocalista, dos grupos: Baque Bolado, Olho da Rua e Comadre Fulozinha. Já cantou em discos de compositores como Joao Bá, Péricles Cavalcanti, Zeca Baleiro, Lu Horta, Éder “O” Rocha, Manu Maltez e Grupo Cardume, Mariana Aydar, Pipo Pegoraro e Katya Teixeira. Como backing vocal, também cantou ao lado de Hélio Ziskind, Renata Rosa, Helô Ribeiro e Massa Rock. Como professora de musicalização já deu aulas para grupos particulares e nas escolas Teca- Oficina de Música, Espaço Brincar e Te-Arte. Atualmente está na Escola Antonietta e Leon Feffer. MAURÍCIO MAAS Maurício (Macalé) pesquisa, desde 1997, sobre as possibilidades de integração entre as linguagens cênica e musical e desde 1994 atua em espetáculos teatrais, seja como ator, na direção musical, sonoplastia e trilhas sonoras. A peça “A Rua é um Rio” do grupo Tablado de Arruar e “O Mágico de Nós” da Companhia do Quintal, são um dos seus trabalhos mais recentes. Também é músico-palhaço substituto no espetáculo “Jogando no Quintal”. Como instrumentista participou de diversas bandas, entre estas: Na Roda, Thiago Pethit, Flávio Tris, Kailash, Banda Gigante e Comadre Fulozinha. Leciona teatro e música. RENATO EPSTEIN Compositor, violonista e arranjador, atua desde 1989 na área da música popular brasileira. É integrante do Barbatuques desde sua fundação, em 1995, com o qual vem realizando shows e oficinas pelo Brasil e exterior. É também um dos responsáveis pela produção internacional do grupo. Compôs, juntamente com André Hosoi, a música “Beautiful Creatures”, considerada um dos principais temas do filme “Rio 2” da FOX, lançado em 2014. Coordenou, juntamente com André Hosoi, o arranjo e a gravação do tema “Angry Birds Rio 2”, lançado no inicio de 2014. Em 2012, participou como compositor e arranjador de diversas faixas do CD infantil “TUM PÁ”, do Barbatuques. Como violonista, acompanhou o trabalho da cantora Fabiana Cozza durante dez anos, tendo participado da gravação de seus dois CDs, “O samba é meu dom” e “Quando o céu clarear”, e de seu DVD, lançado em 2010. Também integra o grupo de música judaica Zamarim, formado em 1997, do qual é um dos sócios fundadores. Foi Integrante do grupo Trovadores Urbanos e realizou, durante dez anos, mais de 4.000 serenatas. Graduado em engenharia eletrônica, licenciatura em artes e pós-graduação em educação musical, é professor de música do ensino fundamental 1 e 2, na Escola Lourenço Castanho, desde 2012, onde também ministra a oficina formativa de produção musical e as vivências interculturais (music and drama) em inglês. Coordenou, juntamente com André Hosoi, o arranjo e a gravação do tema “Angry Birds Rio 2”, lançado no inicio de 2014, além da trilha para o seriado “BUUU, Um Chamado para a Aventura”, do canal Gloob em 2015. TAÍS BALIEIRO Tais Balieiro, além de arquiteta, é bailarina profissional de sapateado e percussionista. Realiza shows com o Barbatuques desde 2012, passando a integrar o grupo em 2013. Professora e coreógrafa de sapateado para crianças e adultos. Participou de cursos e workshops com importantes nomes do sapateado nacional e internacional. Integrou o grupo de música, dança e teatro TroupeDhapé, onde teve o primeiro contato com a percussão corporal. Na Espanha, onde morou durante nove anos, fundou o grupo TOK, de percussão corporal, atuou em vários grupos de música, entre eles Tambor de Saia e Mandacarú, de música tradicional brasileira e foi co- criadora do Musical Infantil autoral EPA. É integrante da Orquestra do Corpo, dirigida por Fernando Barba. ANA TURRA Anna Turra é designer multidisciplinar, formada em Arquitetura e Urbanismo pela FAU-USP. Desenvolve projetos de iluminação, vídeo, motion graphics, cenografia, stage design e identidade visual. Responsável pela concepção visual de shows, exposições, montagens teatrais e dança. Destacam-se as criações para Elza Soares, Arnaldo Antunes, Anelis Assumpção, Filipe Catto, 5 a Seco, Aventura Entretenimento, Cristiane Paoli Quito, Paula Picarelli, Associação Cultural Videobrasil, Sesc Pompeia, entre outros. DAFNE SENSE MICHELLEPIS Graduada pela Faculdade de Dança da UNICAMP. Integra a Balangandança Cia. desde sua formação em 1997. Participou de Congressos Internacionais de Dança e Educação (Daci international) na Austrália, Finlândia, Portugal e Holanda. Desde 2004 ministra aulas de dança na Escola Viva – SP, bem como participa de cursos de formação para professores e eventos diversos.

Providência

Prestação de Contas final apresentada, aguardando análise.

2023-04-30
Locais de realização (8)
Salvador BahiaFortaleza CearáCuritiba ParanáCaxias do Sul Rio Grande do SulPorto Alegre Rio Grande do SulRio de Janeiro Rio de JaneiroRibeirão Preto São PauloSão Paulo São Paulo