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PRONAC 190780Prestação de Contas AprovadaMecenato

PLANO ANUAL 2020 – FUNDAÇÃO BACHIANA FILARMÔNICA

FUNDACAO BACHIANA FILARMONICA
Solicitado
R$ 3,88 mi
Aprovado
R$ 3,88 mi
Captado
R$ 3,63 mi
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (9)
CNPJ/CPFNomeDataValor
10519123000197HUAWEI GESTAO E SERVICOS DE TELECOMUNICACOES DO BRASIL LTDA.1900-01-01R$ 1,25 mi
03634220000165Banco Honda S/A1900-01-01R$ 650,0 mil
61366936000125Ernst & Young Auditores Independentes S.C. Ltda1900-01-01R$ 640,0 mil
52568821000122BRADESCO ADMINISTRADORA DE CONSORCIOS LTDA.1900-01-01R$ 550,0 mil
04270778000171SANTANDER CORRETORA DE SEGUROS, INVESTIMENTOS E SERVICOS S.A.1900-01-01R$ 162,0 mil
62375134000144Bram - Bradesco Asset Management S/A DTVM1900-01-01R$ 150,0 mil
03484293000118Voith Turbo Ltda1900-01-01R$ 120,0 mil
05991437000158Sistema de Transmissão Nordeste S.A1900-01-01R$ 100,0 mil
***713768**HUEI DIANA LEE1900-01-01R$ 3,0 mil

Eficiência de captação

93.4%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Instrumental
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Planos anuais e plurianuais
Ano
19

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2020-01-01
Término

Resumo

PLANO ANUAL _ FUNDAÇÃO BACHIANA FILARMÔNICA _ compreende as atividades regulares da Fundação Bachiana: apresentações musicais da Orquestra Bachiana Filarmônica e o curso de musicalização para crianças e jovens.

Sinopse

APRESENTAÇÕES DA ORQUESTRA : Repertório | variado Classificação indicativa | livre Duração | 1h30

Objetivos

PLANO ANUAL _ FUNDAÇÃO BACHIANA FILARMÔNICA é um projeto que visa gerar acesso a concertos e contribuir para a formação de público e de jovens músicos no gênero erudito e instrumental. Visa ainda contribuir para a manutenção e continuidade das atividades regulares da Fundação Bachiana, no que envolve as apresentações musicais da Orquestra Bachiana Filarmônica e o trabalho pedagógico-musical da equipe de ensino da Fundação.Neste projeto, os objetivos estão divididos em duas frentes de atuação:1) Temporada de Concertos e2) Atividades de Musicalização para Crianças e Jovens.1) Temporada de ConcertosO projeto prevê a realização de:- 24 apresentações/concertos musicais com público- 10 apresentações em formato de LIVETodas as apresentações com repertórios que contemplem obras de importantes compositores nacionais e internacionais da música erudita e instrumental. As apresentações produzidas pela Fundação neste projeto serão realizadas prioritária e preferencialmente pela Orquestra Bachiana Filarmônica.Todos os concertos estão previstos para serem realizados durante o ano de 2020.2) As Atividades de Musicalização para Crianças e Jovens serão realizadas sob o título ?A Música Venceu _ Projeto de Musicalização? onde a proposta pedagógico-musical da Fundação Bachiana Filarmônica vem oferecer atividades de musicalização a crianças e jovens da Capital e Grande São Paulo.A partir de metodologia própria - e com o apoio de profissionais experientes, o projeto de musicalização da Fundação tem entre seus objetivos o propósito de ensinar a crianças e jovens os principais conceitos da linguagem musical, estimular a aptidão para a prática musical e desenvolver novas percepções no aprendizado infanto-juvenil.A metodologia oferece aulas de teoria musical presenciais e on line _ aulas de teoria músical, dinâmicas corporais e estudo de instrumentos. As aulas de instrumentos serão ministradas nos naipes de corda - violino, viola e violoncelo; canto coral, percussão e iniciação musical.Os polos de ensino são: · Bairro de Jaraguá (SP);· Bairro de Paraisópolis (SP);· Bairro do Centro (SP);· Bairro do Bom Retiro (SP);· Suzano (SP).Todos os 05 polos contarão com dois instrutores cada - será um instrutor para aula de iniciação musical e um instrutor para aula de instrumento por polo/núcleo.Os módulos promovem encontros durante o período de 12 meses, sendo 02 encontros semanais de 50 minutos de duração para 05 turmas de 12 participantes/estudantes em cada polo. Ao final, os participantes/estudantes montarão grupos para apresentação, totalizando 05 apresentações públicas.Para a realização das atividades, o projeto precisará adquirir instrumentos/materiais: violino, viola, violoncelo e material apoio pedagógico.Realizar-se-á para cada núcleo uma apresentação musical para os pais e comunidade local. Esta atividade tem como objetivo principal integrar professores, familiares e comunidade com as atividades desenvolvidas com as crianças e jovens participantes.Todas as ações das Atividades de Musicalização para Crianças e Jovens serão GRATUITAS aos participantes.O projeto está previsto para o período de janeiro a dezembro de 2020.O projeto e os seus músicos e professores estão sob a coordenação geral e pedagógica do maestro João Carlos Martins.======================================================================OBJETIVOS ESPECÍFICOSDar continuidade às atividades regulares da Fundação Bachiana Filarmônica;Realizar 28 concertos da Orquestra Bachiana Filarmônica, a saber: 20 CONCERTOS GRATUITOS E 08 COM COBRANÇA DE INGRESSOS; - sendo 10 em formato de LIVE Oferecer curso de musicalização (orquestral/instrumental) para até 300 crianças e jovens durante o período de 01 ano;Realizar 05 apresentações públicas com os participantes do curso de musicalização;Realizar 2 workshops para FORMAÇÃO DE PLATÉIA;======================================================================

Justificativa

Para a realização do PLANO ANUAL _ FUNDAÇÃO BACHIANA FILARMÔNICA o incentivo através da Lei Rouanet do Ministério da Cultura é imprescindível, pois somente assim conseguiremos a oportunidade de buscar recursos na iniciativa privada e circular com apresentações de Música Erudita e Instrumental em diferentes cidades do Estado de São Paulo. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; O projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Art. 3º da Lei 8313/91): · I) Incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) Manutenção de curso de musicalização; · II Fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de apresentações musicais; · IV) Estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) Distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; A Fundação Bachiana Filarmônica foi constituída com a finalidade de apoiar, incentivar, assistir e promover o desenvolvimento de atividades de excelência e referência na formação musical e cultural, especialmente nas artes clássicas, da educação e da assistência social. A possibilidade de captação de recursos para a realização de eventos GRATUITOS para a população é a grande fonte de INCLUSÃO de pessoas formando plateia em música, história da música e a possibilidade de crianças e jovens de aprender a tocar um instrumento e deixar de ser um mero ouvinte da música tocada no rádio ou na TV. O projeto PLANO ANUAL _ FUNDAÇÃO BACHIANA FILARMÔNICA visa contribuir para a continuidade e o incremento das atividades previstas para a Fundação Bachiana no ano de 2020; também para completar a estratégia de trabalho estabelecida no planejamento de 2011 na montagem de um calendário prévio de médio/longo prazo com o oferecimento de eventos e atividades continuada à população de forma garantida e gratuita e a preços populares. O projeto proposto tem a missão de democratizar a música erudita e diversificar o público, formando plateias e difundindo repertório sinfônico. ======================================================================

Estratégia de execução

Temos ciência da obrigatoriedade de encerramento do PLANO ANUAL 2019 até o dia 31/12/2019. ============================================================================

Especificação técnica

01- Resumo dos conteúdos que serão ministrados. O trabalho de musicalização proposto fundamenta-se de modo a garantir ao participante a possibilidade de vivenciar e refletir sobre questões musicais, num exercício sensível e expressivo que também oferece condições para o desenvolvimento de habilidades, de formulação de hipóteses e de elaboração de conceitos. Os alunos participam da aula de musicalização com um instrumento, onde recebem noções de iniciação em teoria, percepção, ritmo e de todo o universo musical. De acordo com a demonstração de interesse e desenvolvimento de cada um ocorre a indicação para as aulas de outros instrumentos, com atendimento em grupo e/ou individualizado. Este procedimento é adotado porque qualquer aluno pode participar da musicalização e ter a oportunidade de desenvolvimento, independente de talento, mas como estímulo para a disciplina, terá que demonstrar interesse para dar os próximos passos. Quando os alunos apresentam crescimento dentro do ensino básico, são formados grupos para aulas em conjunto de câmara. Este é o primeiro passo para a formação do grupo/orquestra do núcleo de ensino do projeto. A aula de musicalização em grupo engloba exercícios de solfejo simples, canto coral, violino, viola e violoncelo, onde os alunos conseguem por em prática toda a vivência teórica e expressiva da linguagem musical simultaneamente desde as aulas iniciais. ====================================================================== 02 – Coordenação Pedagógica: João Carlos Martins A história do pianista e maestro João Carlos Martins certamente o eleva a um patamar raramente alcançado por outros músicos brasileiros no século XX. Em setembro de 1982, o exigente jornal New York Times se referia a ele como um dos maiores pianistas da atualidade. Já a revista New York Magazine, juntamente com o Boston Globe, ressaltavam o talento de João Carlos Martins, colocando-o como o mais excitante intérprete de Bach a surgir depois do legendário Glenn Gould. Toda esta relação lírica tecida com o piano teve início aos oito anos de idade, quando João Carlos Martins passou a estudar com o professor José Kliass. Após nove meses já se mostrava um virtuose, vencendo o concurso da Sociedade Bach de São Paulo. Jovem ainda despertou a atenção de toda a crítica musical brasileira com suas performances, únicas pela intensidade com que eram interpretadas. Aos dezoito anos foi o único escolhido no Festival Casals, entre candidatos das três Américas, a dar o Recital Prêmio em Washington. A apresentação bem-sucedida teve como conseqüência sua estréia no Carnegie Hall, de Nova Iorque, patrocinada pela ex-primeira-dama dos Estados Unidos, Eleonor Roosevelt. A partir de então, passou a tocar com as maiores orquestras americanas. E sua gravação de O Cravo Bem Temperado, de Bach, aos vinte e três anos, foi best-seller durante muito tempo nos Estados Unidos. Em 1983, João Carlos Martins inaugurou o Glenn Gould Memorial, em Toronto, Canadá. Sua carreira teve como um dos pontos altos o fato de ter gravado a obra completa de Bach para teclado. A paixão de João Carlos Martins pela música originou o documentário franco-alemão “Martins Passion”, vencedor de quatro Festivais Internacionais. E esta mesma paixão o fez iniciar a carreira de regente, quando problemas irreversíveis prejudicaram a mobilidade de suas mãos para a profissão de pianista. Em menos de um ano, gravou cinco CDs que foram lançados internacionalmente em 2005. Três deles foram gravados com a English Chamber Orchestra, em Londres. E os outros dois, com a Bachiana Chamber Orchestra, orquestra organizada e dirigida por João Carlos, que reúne alguns dos melhores músicos do Brasil. Ainda em 2005, no dia 20 de junho, fez sua estréia para o público europeu como maestro, quando regeu a Orquestra Sinfônica Pasdeloup, em Paris, em uma programação dedicada a Beethoven, Rossini e Strauss. Em 2006, além de sua agenda com a Bachiana no Brasil, João Carlos regeu na Argentina, França, Rússia, Bélgica e Estados Unidos. Em 2007, inicia o ano regendo a BACHIANA FILARMÔNICA ORQUESTRA no Carnegie Hall em Nova York, em concerto inédito com o tema Amazônia, Respeito e Preservação, seguido de inúmeros concertos realizados em São Paulo e outros estados, entre eles, as temporadas da BACHIANA CHAMBER ORCHESTRA e do TEATRO CULTURA ARTÍSTICA. Sempre à frente da Bachiana, em 2008, apresentou-se em diversas cidades de todo o Brasil e fez seu segundo concerto como regente no Carnegie Hall, em Nova York. Paralelamente às apresentações coordena todas as atividades (aulas, ensaios e apresentações) da Orquestra Bachiana Jovem. Em dezembro de 2008, João Carlos Martins submete-se a mais uma das várias cirurgias nas mãos, que bem sucedida, conseguiu recuperar parcialmente alguns movimentos das mãos. Em 11 de março de 2009, regendo a Orquestra Bachiana Filarmônica, o maestro surpreende a todos executando duas obras ao piano. À frente da Bachiana Filarmônica, João Carlos Martins apresentou-se durante todo o ano de 2009. Em outubro de 2009 rege a Orquestra Bachiana Filarmônica no Lincoln Center em Nova Iorque. AiNda em 2009, rege as apresentações da Orquestra Bachiana Jovem que resultam, em 2010, na gravação do CD A História da Dança na Música, também sob sua coordenação. Durante o ano de 2010 João Carlos rege inúmeras apresentações da Bachiana Filarmônica. ====================================================================== 03 - Profissionais envolvidos e respectivas formações. CURSO DE MUSICALIZAÇÃO Diretor Artístico e Coordenador Pedagógico: João Carlos Martins Professor de violino/viola: Anderson Lacerda, Ezequiel Francisco Sieba, Felippe Santarelli e Caroline da Silva Professor de violoncelo: Cassiano Figueira Fernandes Sampaio e Boris Bellini Professor de iniciação musical e canto coral: Raquel Soares Pereira de Quadros e Augusto Girotto Professor de Percussão: Vinicius Batista de Oliveira ====================================================================== CURRÍCULOS Diretor Artístico e Coordenador Pedagógico: João Carlos Martins A história do pianista e maestro João Carlos Martins certamente o eleva a um patamar raramente alcançado por outros músicos brasileiros no século XX. Em setembro de 1982, o exigente jornal New York Times se referia a ele como um dos maiores pianistas da atualidade. Já a revista New York Magazine, juntamente com o Boston Globe, ressaltavam o talento de João Carlos Martins, colocando-o como o mais excitante intérprete de Bach a surgir depois do legendário Glenn Gould. Toda esta relação lírica tecida com o piano teve início aos oito anos de idade, quando João Carlos Martins passou a estudar com o professor José Kliass. Após nove meses já se mostrava um virtuose, vencendo o concurso da Sociedade Bach de São Paulo. Jovem ainda despertou a atenção de toda a crítica musical brasileira com suas performances, únicas pela intensidade com que eram interpretadas. Aos dezoito anos foi o único escolhido no Festival Casals, entre candidatos das três Américas, a dar o Recital Prêmio em Washington. A apresentação bem-sucedida teve como conseqüência sua estréia no Carnegie Hall, de Nova Iorque, patrocinada pela ex-primeira-dama dos Estados Unidos, Eleonor Roosevelt. A partir de então, passou a tocar com as maiores orquestras americanas. E sua gravação de O Cravo Bem Temperado, de Bach, aos vinte e três anos, foi best-seller durante muito tempo nos Estados Unidos. Em 1983, João Carlos Martins inaugurou o Glenn Gould Memorial, em Toronto, Canadá. Sua carreira teve como um dos pontos altos o fato de ter gravado a obra completa de Bach para teclado. A paixão de João Carlos Martins pela música originou o documentário franco-alemão “Martins Passion”, vencedor de quatro Festivais Internacionais. E esta mesma paixão o fez iniciar a carreira de regente, quando problemas irreversíveis prejudicaram a mobilidade de suas mãos para a profissão de pianista. Em menos de um ano, gravou cinco CDs que foram lançados internacionalmente em 2005. Três deles foram gravados com a English Chamber Orchestra, em Londres. E os outros dois, com a Bachiana Chamber Orchestra, orquestra organizada e dirigida por João Carlos, que reúne alguns dos melhores músicos do Brasil. Ainda em 2005, no dia 20 de junho, fez sua estréia para o público europeu como maestro, quando regeu a Orquestra Sinfônica Pasdeloup, em Paris, em uma programação dedicada a Beethoven, Rossini e Strauss. Em 2006, além de sua agenda com a Bachiana no Brasil, João Carlos regeu na Argentina, França, Rússia, Bélgica e Estados Unidos. Em 2007, inicia o ano regendo a BACHIANA FILARMÔNICA ORQUESTRA no Carnegie Hall em Nova York, em concerto inédito com o tema Amazônia, Respeito e Preservação, seguido de inúmeros concertos realizados em São Paulo e outros estados, entre eles, as temporadas da BACHIANA CHAMBER ORCHESTRA e do TEATRO CULTURA ARTÍSTICA. Sempre à frente da Bachiana, em 2008, apresentou-se em diversas cidades de todo o Brasil e fez seu segundo concerto como regente no Carnegie Hall, em Nova York. Paralelamente às apresentações coordena todas as atividades (aulas, ensaios e apresentações) da Orquestra Bachiana Jovem. Em dezembro de 2008, João Carlos Martins submete-se a mais uma das várias cirurgias nas mãos, que bem sucedida, conseguiu recuperar parcialmente alguns movimentos das mãos. Em 11 de março de 2009, regendo a Orquestra Bachiana Filarmônica, o maestro surpreende a todos executando duas obras ao piano. À frente da Bachiana Filarmônica, João Carlos Martins apresentou-se durante todo o ano de 2009. Em outubro de 2009 rege a Orquestra Bachiana Filarmônica no Lincoln Center em Nova Iorque. Ainda em 2009, rege as apresentações da Orquestra Bachiana Jovem que resultam, em 2010, na gravação do CD A História da Dança na Música, também sob sua coordenação. Durante o ano de 2010 João Carlos rege inúmeras apresentações da Bachiana Filarmônica. ====================================================================== Professor de violino/viola: Anderson Lacerda Formado na Escola de Música da Universidade de São Paulo em Ribeirão Preto. Foi aluno de violino dos professores Milton Bergo e Claudio Micheletti. Integra o Quinteto da Bachiana de São Paulo e é violinista da Filarmônica Bachiana SESI São Paulo sob regência do maestro João Carlos Martins Participou de diversos festivais no Estado de São Paulo. Leciona violino em escolas nas cidades de Ribeirão Preto, Suzano e São Paulo. Experiência Profissional: Orquestra Filarmônica Bachiana SESI/SP - Cargo: Músico/BolsistaPeríodo: 2012 até o presente momento – São Paulo Fundação Bachiana Filarmônica - Cargo: Instrutor de violino e violaPeríodo: Maio de 2010 até o presente momento – São Paulo Projeto Guri - Cargo: Instrutor de violino e violaPeríodo: Junho de 2007 a Dezembro de 2009 - Orlândia – SP Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto - Cargo: músicoPeríodo: Setembro de 2004 a Fevereiro de 2008 - Ribeirão Preto – SP Conservatório Arte e Som - Cargo: professor de violino e ViolaPeríodo: Maio de 2004 a Dezembro de 2005 - Ribeirão Preto – SP Conservatório Villa-lobos - Cargo: Professor de violino e ViolaPeríodo: Março de 2002 a maio de 2004 - Ribeirão Preto – SP Conservatório Cantabile - Cargo: Professor de violino e ViolaPeríodo: Fevereiro de 2001 a Agosto de 2003 -Ribeirão Preto – SP Orquestra Jovem de Ribeirão Preto - Cargo: MúsicoPeríodo: Fevereiro de 1999 a 2001 - Ribeirão Preto – SP Cursos de capacitação Profissional: Festival de música de Jaraguá do Sul/SC – Oficina de Violino com a professora Clara Takarabe(2006) Festival de música de São João Del Rei/MG Oficina de Violino com o Prof. Dr Nichola Viggiano(2004) Festival de música de Curitiba/PR – Oficina de Violino com a Prof.(a) Betina Stegman, (2002). MASTER CLASS Festival de música de Curitiba/PR, Chaim Taub. Universidade de São Paulo (USP) ,Prof. Dr Bernard Zinck (University of Wisconsin – Milwaukee e Merit School of Music em Chicago – USA), Fredi Gerling (Prof.) Dr. UFRS) Prof. Dr Ricardo Kubala(USP) Prof. Dr Julian Trycinsky(USP). ====================================================================== Professor de violino/viola: Ezequiel Francisco Sieba Cursos de capacitação Profissional: A Música como processo Formador da Criança e do Adolescente. Festival Internacional de Inverno de Campos dos Goytacazes.RJ X e XI Curso Internacional sobre o Método Koday. SP Curso de Especialização de Nível Técnico no Festival Internacional de Verão em Brasília. 3° Semana da Música de Ouro Branco. MG III Festival de Inverno Unisinos. R G S Femusc Festival de Música de Santa Catarina. IX Festival Eleazar de Carvalho.Fortaleza Curso de capacitação para professores do Método Suzuki. Lima Peru Antropomúsica curso de formação em Antroposofia e formação de professores Waldorfs Novas Práticas Pedagógicas do Ensino Coletivo de Cordas - UNESP O Ensino Coletivo de Cordas: metodologias e estratégias pedagógicas Psicomotricidade como auxiliar na Educação Musical Experiência Profissional Músico: Orquestra Sinfônica Jovem do Estado de São PauloOrquestra Jovem Municipal de GuarulhosCamerata VittaOrquestra Acadêmica da UNESPOrquestra do Limiar Associação Paulista de MedicinaEscola Waldorf Micael São Paulo Professor de violino Guri Santa MarcelinaProfessor de Violino e Viola e Prática de CordasEscola Municipal de Música de Ribeirão PiresProfessor de Violino/Viola e Coordenador do ensino coletivoProjeto de Ensino Coletivo da UNESP - Acorda TodaProdutor e coordenador do núcleo de cordas friccionadas===================================================================== Professor de violino/viola: Felippe Santarelli Natural de São Paulo iniciou seus estudos de violino aos 12 anos de idade posteriormente estudou na Universidade Livre de Música (ULM) e no curso de BachaRel em violino na FAAM de são Paulo. Participou de vários festivais de música e teve como orientadores como Evguenia Popova (Bulgária), Sthefani Moraly (França) Martin Tuksa (Austria) Maria Fernanda Krug e já participou de Master Classes com Daniel Guedes, Julian Rachilyn, Leyla Josefowicz e Maxim Venderov. No 2009 foi vencedor do concurso jovem Solistas onde resultou no concerto de premiação onde atuou como solista do concerto n2 de H.Wieniavsky, como solista atuou a frente das orquestras Sinfônica de Poá, sinfônica de Santo André, sinfônica jovem de Guarulhos, Bachiana Filarmônica, orquestra Antunes câmara entre outras. Em seus trabalhos se destaca com a Orquestra Bachiana com concertos em todo brasil e nos EUA, também é musico convidado da Orquestra Sinfônica da USP (OSUSP). Foi Spalla da Orquestra Jovem de Guarulhos por 2 anos atualmente toca na Orquestra da Fundação Bachiana e na Sinfônica de Santo André e é professor da Fundação Bachiana. ====================================================================== Professor de violino/viola: Caroline da Silva Natural de Osasco, professora de Violino desde 2011 no ABCD Nossa Casa, com formação básica pelo Projeto IPAH Grupo Pão de Açúcar e ONG ABCD Nossa Casa, Formação Técnica em Violino no Conservatório Musical Beethoven (2016). Estagiou na Orquestra Grupo Pão de Açúcar com Renata Jaffé e Maestro Daniel Misiuk. Aluna de Mariela Giovanini Micheletti, Ana Camila Castilho Bordino e Nicolas Krassik. Graduanda em Regência pelo Instituto de Artes da UNESP. Participou do Festival de Música de Ourinhos (2015) com aulas de João Mauricio Galindo e na 35ª e 36ª Oficina de Música de Curitiba, com aulas de Mara Campos e Lúcia Passos. Trabalhou em diversas instituições e oficinas de música, entre elas: EMEF Tenente José Maria Pinto, CIEM, MAXISOM, CCA Dom Bosco, CCA Italianos, Conservatório Musical Beethoven, Regente Titular do Grupo PIAP. ====================================================================== Professor de violoncelo: Cassiano Figueira Fernandes Sampaio Nascido em Uberlândia, Cassiano Sampaio iniciou seus estudos de violoncelo no Conservatório Musical Heitor Villa-Lobos sob orientação de Daniel Martins. Logo após foi primeiro violoncelo da Orquestra Filarmônica Jovem de São Bernardo do Campo e da Orquestra Filarmônica Infanto-Juvenil de São Paulo. Foi primeiro colocado no processo seletivo da Fundação das Artes de São Caetano do Sul onde cursou violoncelo sob orientação de Ana Chamorro. Posteriormente, ingressou no Instituto Fukuda onde foi aluno de André Micheletti. Desde então participou de diversas orquestras e grupos de câmara, tais como: Orquestra Filarmônica Jovem Camargo Guarnieri, Orquestra Sinfônica Jovem de São Caetano do Sul, Fukuda Cello Ensemble, Orquestra de Cordas Laetare e Orquestra do Porto de Santos. Cassiano Sampaio participou de Festivais de Música onde teve masterclasses com Watson Clis eAntônio Del Claro. Lecionou violoncelo no Projeto Veredas, Espaço Musical Harmonia, Conservatório Arte Musical e Conservatório Musical André da Silva Gomes. Esteve em turnê pela Alemanha como primeiro violoncelo da Camerata FJCG realizando concertos em diversas cidades, tais como: Hamburg, Wuppertal, Nürnberg, Hersbruck e München. Atualmente está fazendo um trabalho de aperfeiçoamento técnico em violoncelo com Raiff Dantas. Também é violoncelista titular da Orquestra Filarmônica do SENAI de São Paulo e professor de violoncelo nos projetos: Músicos do Futuro e Fundação Bachiana. ====================================================================== Professor de violoncelo: Boris Bellini Aluno de Richard Gonçalves (violoncelista da Orquestra Experimental de Repertório e da OSUSP), também estudou com Sueldo Francisco. Estudou no Conservatório Musical Villa Lobos. Participou do masterclass com Antônio Lauro Del Claro e Peteris Sokolovskis (violoncelista da kremerata báltica). Foi violoncelista da Orquestra de Câmara do Conservatório Villa Lobos (2013-2018), sendo o primeiro violoncelo nos últimos dois anos de atuação. Também foi membro da Orquestra Visconde de Porto Seguro (2017-2018). Leciona violoncelo desde 2015 na ABCD nossa casa e nesse período também trabalhou no Conservatório Beethoven (2018-2019) e como professor substituto no Conservatório Villa Lobos (2016-2017). ====================================================================== Professor de iniciação musical e canto coral: Raquel Soares Pereira de Quadros Formada em habilitação em canto (curso superior de música) pelo Conservatório de Música da Universidade Federal de Pelotas (RS) 1997-2002. Atua como regente de coro, preparadora vocal, professora de canto erudito e popular e produtora cultural. ====================================================================== Professor de iniciação musical e canto coral: Augusto Girotto Bacharel em Regência pelo Instituto das Artes da UNESP. Curso de Regência Coral no Festival de Curitiba com Mara Campos (2013); no Festival de Londrina com Ângelo Fernandes (2015); na UNESP com Paulo Moura (2014); na EMESP (curso de formação avançada – 2016 – 2019). Aluno Ativo da Masterclass de regência coral com: Rolph Beck (2016); Paulo Moura (2016); Valentina Peleggi (2017) e Tiago Pinheiro (2017). Professor de instrumento e teoria na escola de música OBRADEC em São Bernardo do Campo. Diversas atuações como coralista e regente convidado. Sendo a mais recente o convite para reger o Coral Jovem do Estado de São Paulo em um Concerto no CEU Navegantes (2017) e um convite para reger um movimento no concerto de encerramento da Oficina de Música de Curitiba (2018). Regente Titular do Coral do cursinho Da Capo – São Paulo (2016 – 2017). Diretor Musical da Ópera Betly – Donizetti na montagem realizada pela Fábrica de Óperas da UNESP (2017). Diretor musical do espetáculo Canções para amores líquidos – realizado pela Companhia Opsis de Teatro em Fevereiro de 2018. ====================================================================== Professor de Percussão: Vinicius Batista de Oliveira Formado em 2015, pela Universidade de São Paulo, no curso de Bacharelado em Música com habilitação em percussão com o professor Ricardo Bologna, também estudou com Elizabeth Del Grande na Escola Municipal de Música – SP entre 2008 e 2011, e com Ruben Zuniga, no Instituto Baccarelli, em 2016. Como bolsista, participou do Festival Música nas Montanhas em 2012, e também da 45ª edição do Festival de Inverno de Campos do Jordão. Já integrou a Orquestra Jovem Municipal – SP, nos anos em que estudou na E.M.M.; e por sete anos foi músico da Banda Sinfônica Conselheiro Mairinque, onde, na mesma, ministrou aulas de percussão e musicalização no período de dois anos. Foi chefe de naipe da Orquestra Filarmônica Infanto-Juvenil em 2012 - 2013 (onde participou dos musicais “João e Maria”, e “Pedro e o Lobo” com récitas em São Paulo, Paraná e Brasília); timpanista da OCAM (Orquestra de Câmara da ECA - USP) em 2014 e 2015; e percussionista da Orquestra Jovem e Orquestra Sinfônica Heliópolis, do Instituto Baccarelli, em 2016. Em 2017, concluiu o curso de Extensão, “Aspectos da Música Contemporânea”, na USP. Atualmente é músico da Orquestra Experimental de Repertório, e do grupo de percussão Percussivo USP. ====================================================================== 04 – Objetos gerais. O projeto será realizado sob o título “A Música Venceu – Projeto de Musicalização”. A proposta pedagógico-musical da Fundação Bachiana Filarmônica oferece atividades de musicalização a crianças e jovens da Capital, região da Grande São Paulo e um município do Estado do Rio de Janeiro. A partir de metodologia própria - e com o apoio de professores experientes -, o projeto de musicalização da Fundação tem entre seus objetivos o propósito de ensinar a crianças e jovens os principais conceitos da linguagem musical, estimular a aptidão para a prática musical e desenvolver novas percepções no aprendizado infanto-juvenil. A metodologia oferece aulas de teoria musical e aulas práticas, com dinâmicas corporais e estudo de instrumentos. As aulas de instrumentos serão ministradas nos naipes de corda: violino, viola e violoncelo. O projeto visa dar continuidade ao trabalho já em desenvolvimento pela Fundação em 06 polos atendidos, Jaraguá (SP), Paraisópolis (SP), Itatiaia (RJ), São Bernando do Campo (SP), São Paulo (centro) (SP) e Suzano (SP). Todos os 06 polos estão localizados em áreas de vulnerabilidade social e contarão com dois professores cada - será um professor para aula de iniciação musical e um professor para aula de instrumento por polo/núcleo. Os módulos promovem encontros durante o período de 12 meses, sendo 02 encontros semanais de uma 1,5h de duração para 06 turmas de 10 participantes/estudantes em cada polo. Para a realização das atividades, o projeto precisará adquirir instrumentos/materiais: violino, viola e violoncelo. Como material de apoio pedagógico os alunos precisarão de partituras, quadro pautado, caderno pautado, cordas de reposição, breus para instrumentos de cordas, compêndios para atividades musicais entre outros materiais necessários. Realizar-se-á para cada núcleo uma apresentação musical para os pais e comunidade local. Esta atividade tem como objetivo principal integrar professores, familiares e comunidade com as atividades desenvolvidas com as crianças e jovens participantes. Todas as ações das Atividades de Musicalização para Crianças e Jovens serão GRATUITAS aos participantes. O projeto está previsto para o período de janeiro a dezembro de 2017. O projeto e os seus músicos e professores estão sob a coordenação geral do maestro João Carlos Martins. ============================================================================= 05 – Objetivos específicos - Promover a identidade pessoal e o desenvolvimento cultural dos alunos, pais e da comunidade envolvida; - Desenvolver nos alunos um estado favorável à aquisição de novos conhecimentos e outros aspectos ligados à criatividade, coordenação motora, raciocínio lógico e matemático e organização, facilitando a fixação e aprendizagem; - Auxiliar na expressividade, despertando uma efetiva consciência corporal e de movimentação; - Estimular sentimentos de crítica e avaliação. Desenvolver aspectos da ética e cidadania; - Pelo fato do estudo de música ser desafiador, construtivo e prazeroso, a variedade de repertório cuidadosamente escolhido manterá os alunos motivados a alcançarem os próximos níveis; - Por meio de aulas em grupo (interpretação em coletividade), fazer com que o aluno se sinta integrado com os companheiros e perceba que cada um tem a sua importância, que existe a necessidade de cooperação, pois da conjunção de esforços dependerá alcançar o objetivo comum. Com isso são apreendidas regras de socialização, respeito, disciplina e integração. - Com o equilíbrio entre técnica e expressão, auxiliar no equilíbrio emocional, pois a aquisição de conhecimentos musicais - juntamente com as apresentações em público - atuam na auto-estima que motiva o processo de desenvolvimento infanto-juvenil. ============================================================================= 06 – Justificativa Atualmente, de maneira genérica, as atividades de ensino “informal” da música são vistas como recreação. Recreação que, sem dúvida, pode vir a proporcionar prazer aos executantes e aos ouvintes, com foco voltado para o plano estético-musical. Porém, o trabalho de musicalização realizado adequadamente, e com profissionais comprometidos com a música e com a sua pedagogia, deve vir a produzir efeitos que extrapolam a recreação e o estético-musical, sendo benéficos tanto ao psicológico individual como o à vida social das comunidades atendidas. As iniciativas culturais são de vital importância para a transformação da realidade social e cultural das comunidades, e por conseqüência, do País. A prática de conjunto em orquestras, corais e outros grupos musicais colaboram na formação de crianças e adolescentes, fazendo com que sintam a necessidade de cooperação através da integração com experiências prazenteiras de trabalho em grupo. A atividade musical pode ser desenvolvida em qualquer contexto social, até mesmo nas mais modestas comunidades periféricas da cidade. O projeto parte do pressuposto que é dever de toda a sociedade moderna promover um ambiente que garanta e aprimore a cidadania. Para os produtores culturais a tarefa passa ainda pelo aumento de oportunidades e do acesso às mais diversas manifestações de formação artística e cultural. O projeto agrega valor aos objetivos da Fundação Bachiana, uma vez que colabora, por meio do estudo e da fruição da música, com a formação e ascensão de jovens residentes em áreas de vulnerabilidade social que, de outra maneira, teriam grandes dificuldades de expressão, sobretudo a musical. O curso estimula a participação dos alunos e assim, acaba por contribuir com o despertar e identificação de novos talentos. O projeto visa também aproximar a população da música erudita e instrumental, desmistificando vários de seus aspectos e eliminando alguns preconceitos, muitos deles equivocados. O contato com o produto cultural deve provocar mais do que experiências e sensações momentâneas, ele deve instigar os sentidos e o raciocínio na continuidade do fazer ou da fruição artística. Para alguns, a participação pode significar uma maneira de abrir portas para a diversificação da fruição cultural. Para outros, pode significar uma oportunidade de treinamento e avaliação das habilidades para iniciar um novo caminho na vida. Através do processo de musicalização, a arte deixa de ser mera recreação e privilégio de expressão de poucos, e favorece a vivência estética além de estimular o desenvolvimento dos meios de expressão, recuperando, assim, sua condição artística. ============================================================================ 07 – Carga horária completa. Os polos de ensino são: · Bairro de Jaraguá (SP); · Bairro de Paraisópolis (SP); · Bairro do Centro (SP); · Bairro do Bom Retiro (SP); · Suzano (SP). Todos os 05 polos contarão com dois instrutores cada - será um instrutor para aula de iniciação musical e um instrutor para aula de instrumento por polo/núcleo. Os módulos promovem encontros durante o período de 12 meses, sendo 02 encontros semanais de 50 minutos de duração para 05 turmas de 12 participantes/estudantes em cada polo. Ao final, os participantes/estudantes montarão grupos para apresentação, totalizando 05 apresentações públicas. ============================================================================ 08 – Cliente/público alvo (características e idade). Curso de musicalização Faixa Etária: 06 a 18 anos Número: 300 crianças e jovens Atendimento: Gratuito Crianças e jovens em situação de vulnerabilidade social Apresentações públicas Faixa Etária: livre Número: 1.500 pessoas Atendimento: Gratuito Moradores em geral das comunidades atendidas pelo projeto. ============================================================================ 09 – Metodologia que será aplicada. Para a realização do Projeto, a Fundação Bachiana cumpre as metas estabelecidas da seguinte forma: 1) DIVULGAÇÃO Primeiramente, vamos até o núcleo definido, acompanhado de 02 (dois) instrutores musicais para que visitem todas as salas de aulas, munidos de instrumentos musicais, assim, os instrutores conversam com os alunos sobre a realização do projeto e tocam algumas músicas para despertar nesses alunos o desejo de participarem do projeto. 2) INSCRIÇÕES Após, a apresentação do projeto no núcleo, as inscrições são abertas e, todos aqueles alunos que desejam participar fazem suas inscrições. Nesta etapa, contamos com o auxílio da direção da escola. 3) DEFINIÇÃO DAS TURMAS Em seguida, é realizada a seleção dos alunos de acordo com a faixa etária, interesses musicais e afinidades e formam-se as salas onde o projeto acontece. 4) AQUISIÇÃO DOS MATERIAIS Com as salas formadas, a Fundação providencia os instrumentos musicais que serão utilizados pelas crianças, de acordo com o tamanho das mesmas, pois cada instrumento é muito peculiar a altura e faixa etária de cada criança. 5) INÍCIO DAS AULAS Depois de todas as etapas descritas acima, o projeto se inicia dentro da sala de aula, envolvendo todos os alunos inscritos e selecionados dentro do critério já exposto e, as aulas acontecem da seguinte maneira: a) Iniciação:a1) Introdução teórica sobre instrumentos de orquestra; a2) Cordas do violino; a3) Notas musicais; a4) Escalas; a5) Memorização; b) Empunhadura do arco:b1) Posição do arco com o lápis; c) Posicionamento do instrumento sobre o corpo:c1) Posição do instrumento com a caixa de ovo; c2) Posicionamento do instrumento tocando em pizzicato; c3) Posicionamento dos dedos indicador, médio e anelar da mão esquerda para execução dos dedilhados sobre as cordas do instrumento em pizzicato; d) Movimentos da mão e braço direito necessários à manipulação do arco do violino:d1) Exercícios com arco sobre caixa de ovos (movimentos horizontais da mão direita); d2) Ritmos com arco sobre o violino (em corda solta); e) Movimentos da mão esquerda necessários à digitação:e1) Movimentos verticais dos dedos da mão esquerda (movimentos responsáveis pela digitação sobre as cordas) e2) Atividades utilizando o tetracorde maior a partir das cordas soltas do instrumento através de melodias e temas musicais conhecidos; f) Movimentos de mão e braço direito necessários à manipulação do arco do violino:f1) Variações rítmicas para ampliação do controle dos movimentos horizontais da mão direita; f2) Exercícios para controle dos movimentos verticais do braço direito responsáveis pela troca de cordas ao longo das músicas; g) Movimentos da mão esquerda necessários à digitação:g1) Exercícios para ampliação da agilidade de digitação; g2) Exercícios e melodias para a ampliação da afinação e percepção auditiva; h) Repertório Musical:h1) Atividades para memorização das melodias a serem utilizadas na apresentação de encerramento anual h2) Aquisição técnica do repertório a ser utilizado na apresentação de encerramento; h3) Atividades para ampliação do domínio do repertório musical final. Durante a realização do projeto a Fundação Bachiana procura incentivar os alunos, para que não haja desistência, para tanto, faz reuniões periódicas, interagindo com eles para saber o que deve ser alterado para que se tenha um melhor aproveitamento. No Brasil, a música clássica não é muito difundida e leva-la até as periferias das grandes cidades é uma tarefa que requer muita coragem e força de vontade, e percebemos que nosso esforço tem valido a pena, pois além de formar novas salas com crianças com vontade de aprender também estamos sempre incentivando as salas antigas a não desistirem. ======================================================================= 10 – Material didático utilizado. Material/Instrumentos Musicais a adquirir: 1. Instrumentos de cordas: ViolinosViolasVioloncelos 2. Materiais de apoio: Caderno PautadoQuadro Branco PautadoCompêndios de Atividades e exercíciosArranjos Musicais (confeccionados pela Fundação)Materiais de Papelaria em geral =====================

Acessibilidade

ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO 1. APRESENTAÇÕES MUSICAIS Realizar 15 apresentações da Orquestra Bachiana Filarmônica com áudio descrição e Intérprete em Libras. Realizar as 05 apresentações do curso de musicalização com áudio descrição e Intérprete em Libras. Temos ciência da obrigatoriedade da disponibilização das medidas de acessibilidade através do material de divulgação elaborado. 2. CURSO DE MUSICALIZAÇÃO A Fundação disponibiliza aulas para alunos com deficiência intelectual nos cursos de musicalização. Desta forma a Fundação compartilha a importância em promover a Acessibilidade Cultural, através da música, independentemente dos problemas de aprendizagem que possam apresentar, procurando contemplar a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência – Nr. 13.146/2015. 3. CONTRAPARTIDA SOCIAL 02 workshops com áudio descrição e intérprete em libras e gravado na íntegra com disponibilização na Internet para acesso sem limites ========================================================================= ACESSIBILIDADE FÍSICA: Para as Apresentações, Curso de musicalização e Contrapartida Social A produção se responsabiliza por locar espaço adequado para o atendimento preferencial a idosos e portadores de deficiência, disponibilizando, ainda, rampas de acesso, espaço e assentos adequados que permitam o gozo e o pleno exercício de seus direitos culturais, atendendo ao disposto no art. 27, inciso II, do decreto 5.761/06, nos termos do art. 23 da Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2003, e do art. 46 do Decreto 3.298, de 20 de dezembro de 1999, principalmente no que tange ao capítulo/seção "Da Educação, Cultura, do Desporto, do Turismo e do Lazer". ============================================================================

Democratização do acesso

MEDIDAS DE DEMOCRATIZAÇÃO: AMPLIAÇÃO DO ACESSO: 1. APRESENTAÇÃO MUSICAL O projeto oferece 28 apresentações/concertos, sendo 20 gratuitas e 08 a preços populares. - 16.000 pessoas: 800 pessoas por concerto - público previsto para as 20 apresentações gratuitas; - 8.000 pessoas: 1.000 pessoas por concerto - público previsto para as 08 apresentações com cobrança de ingressos sendo 04 no Teatro Santander e 04 no Theatro Municipal em São Paulo; - 24.000 pessoas: Total de público previsto para as 28 apresentações Total de público previsto para os concertos: 24.000 pessoas Distribuição dos 8.000 ingressos referente às apresentações com cobrança de ingressos: 10% ou 800 unidades gratuitos | para o patrocinador;20% ou 1.600 unidades gratuitos | público de baixa renda;10% ou 800 unidades gratuitos para divulgação;10% ou 800 unidades |vendidos a R$ 50,00 | para atendimento ao programa do VALE CULTURA;50% ou 4.000 unidades |vendidos a R$ 70,00 e R$ 35,00. 1. Em atendimento a Instrução Normativa nº 2 de 23 de abril de 2019, artigo 21, inciso I, a distribuição de ingressos para população de baixa renda se dará em observação ao inciso I: doação de ingressos ou produtos para instituições ou associações que tenham por finalidade atender camadas menos assistidas da população e com menor poder aquisitivo; Temos ciência da obrigatoriedade de comprovação dos ingressos destinados às instituições ou associações através de declarações comprovando a quantidade de ingressos doados. 2. Em atendimento a Instrução Normativa nº 2 de 23 de abril de 2019, artigo 21, inciso V e no intuito de contribuir com a democratização do acesso a bens culturais, o projeto, através do curso de musicalização GRATUITO, que tem por objetivo capacitar crianças e jovens nos principais conceitos da linguagem musical, estimular a aptidão para a prática musical e desenvolver novas percepções no aprendizado infanto-juvenil. ============================================================================ 2. CURSO DE MUSICALIZAÇÃO - gratuito 300 alunos |total previsto de participantes: 60 alunos x 5 núcleos. Para o curso de musicalização estão previstas 05 turmas de 12 alunos em cada um dos 05 núcleos. Para as apresentações resultantes das atividades pedagógicas, no final do ano os alunos de cada núcleo farão 01 apresentação pública - gratuita - totalizando 5 apresentações - público previsto por apresentação - 300 pessoas - entre pais dos alunos, familiares e comunidade local. 1.500 pessoas | público previsto para as apresentações dos alunos. ========================================================================= 3. CONTRAPARTIDA SOCIAL - gratuito Em atendimento a Instrução Normativa nº 2 de 23 de abril de 2019, artigo 22, § 1º realizaremos 02 workshops com áudio descrição e intérprete em libras e gravado na íntegra com disponibilização na Internet para acesso sem limites. Por se tratar de projeto de circulação, com apresentações em diversas cidades os workshops serão realizados na cidade de São Paulo. Em atendimento a Instrução Normativa nº 2 de 23 de abril de 2019, artigo 22, § 2º temos ciência que 50% do quantitativo de beneficiários das ações formativas culturais devem se constituir de estudantes e professores de instituições públicas de ensino e que a ação deve ser comprovada através de declarações das escolas convidadas. 1.000 pessoas - wm 2 workshops ============================================================================ TOTAL GERAL DE ALUNOS E PÚBLICO PREVISTOS PARA O PROJETO: 1. 24.000 PESSOAS - APRESENTAÇÕES MUSICAIS DA ORQUESTRA 2. 1.500 PESSOAS - APRESENTAÇÕES DOS ALUNOS DOS CURSOS DE MUSICALIZAÇÃO 3. 300 ALUNOS - ATENDIDOS EM 5 NÚCLEOS DOS CURSOS DE MUSICALIZAÇÃO 4. 1.000 ALUNOS, PROFESSORES E PÚBLICOS EM GERAL - CONTRAPARTIDA SOCIAL TOTAL GERAL = 26.800 PESSOAS

Ficha técnica

A Fundação Bachiana Filarmônica emitirá notas para o Diretor Artístico e Regente para a Orquestra e Diretor Artístico e Coordenador Pedagógico para o Curso de Musicalização. A gestão administrativo-financeira é feita pela FUNDAÇÃO BACHIANA FILARMÔNICA, sem ônus para o projeto. APRESENTAÇÕES MUSICAIS Diretor Artístico e Regente: João Carlos Martins Maestro Assistente ou 2º regente: Heitor Fujiname Músicos: Orquestra da Fundação Bachiana Filarmônica Solistas: Ana Beatriz, Artur Moreira Lima, David Campolongo, Jean Willian e Marcelo Bratke CURSO DE MUSICALIZAÇÃO Diretor Artístico e Coordenador Pedagógico: João Carlos Martins Professor de violino/viola: Anderson Lacerda, Ezequiel Francisco Sieba, Felippe Santarelli e Caroline da Silva Professor de violoncelo: Cassiano Figueira Fernandes Sampaio e Boris Bellini Professor de iniciação musical e canto coral: Raquel Soares Pereira de Quadros e Augusto Girotto Professor de Percussão: Vinicius Batista de Oliveira ============================================================================ CURRÍCULOS Diretor Artístico, Regente e Coordenador Pedagógico: João Carlos Martins A história do pianista e maestro João Carlos Martins certamente o eleva a um patamar raramente alcançado por outros músicos brasileiros no século XX. Em setembro de 1982, o exigente jornal New York Times se referia a ele como um dos maiores pianistas da atualidade. Já a revista New York Magazine, juntamente com o Boston Globe, ressaltavam o talento de João Carlos Martins, colocando-o como o mais excitante intérprete de Bach a surgir depois do legendário Glenn Gould. Toda esta relação lírica tecida com o piano teve início aos oito anos de idade, quando João Carlos Martins passou a estudar com o professor José Kliass. Após nove meses já se mostrava um virtuose, vencendo o concurso da Sociedade Bach de São Paulo. Jovem ainda despertou a atenção de toda a crítica musical brasileira com suas performances, únicas pela intensidade com que eram interpretadas. Aos dezoito anos foi o único escolhido no Festival Casals, entre candidatos das três Américas, a dar o Recital Prêmio em Washington. A apresentação bem-sucedida teve como conseqüência sua estréia no Carnegie Hall, de Nova Iorque, patrocinada pela ex-primeira-dama dos Estados Unidos, Eleonor Roosevelt. A partir de então, passou a tocar com as maiores orquestras americanas. E sua gravação de O Cravo Bem Temperado, de Bach, aos vinte e três anos, foi best-seller durante muito tempo nos Estados Unidos. Em 1983, João Carlos Martins inaugurou o Glenn Gould Memorial, em Toronto, Canadá. Sua carreira teve como um dos pontos altos o fato de ter gravado a obra completa de Bach para teclado. A paixão de João Carlos Martins pela música originou o documentário franco-alemão “Martins Passion”, vencedor de quatro Festivais Internacionais. E esta mesma paixão o fez iniciar a carreira de regente, quando problemas irreversíveis prejudicaram a mobilidade de suas mãos para a profissão de pianista. Em menos de um ano, gravou cinco CDs que foram lançados internacionalmente em 2005. Três deles foram gravados com a English Chamber Orchestra, em Londres. E os outros dois, com a Bachiana Chamber Orchestra, orquestra organizada e dirigida por João Carlos, que reúne alguns dos melhores músicos do Brasil. Ainda em 2005, no dia 20 de junho, fez sua estréia para o público europeu como maestro, quando regeu a Orquestra Sinfônica Pasdeloup, em Paris, em uma programação dedicada a Beethoven, Rossini e Strauss. Em 2006, além de sua agenda com a Bachiana no Brasil, João Carlos regeu na Argentina, França, Rússia, Bélgica e Estados Unidos. Em 2007, inicia o ano regendo a BACHIANA FILARMÔNICA ORQUESTRA no Carnegie Hall em Nova York, em concerto inédito com o tema Amazônia, Respeito e Preservação, seguido de inúmeros concertos realizados em São Paulo e outros estados, entre eles, as temporadas da BACHIANA CHAMBER ORCHESTRA e do TEATRO CULTURA ARTÍSTICA. Sempre à frente da Bachiana, em 2008, apresentou-se em diversas cidades de todo o Brasil e fez seu segundo concerto como regente no Carnegie Hall, em Nova York. Paralelamente às apresentações coordena todas as atividades (aulas, ensaios e apresentações) da Orquestra Bachiana Jovem. Em dezembro de 2008, João Carlos Martins submete-se a mais uma das várias cirurgias nas mãos, que bem sucedida, conseguiu recuperar parcialmente alguns movimentos das mãos. Em 11 de março de 2009, regendo a Orquestra Bachiana Filarmônica, o maestro surpreende a todos executando duas obras ao piano. À frente da Bachiana Filarmônica, João Carlos Martins apresentou-se durante todo o ano de 2009. Em outubro de 2009 rege a Orquestra Bachiana Filarmônica no Lincoln Center em Nova Iorque. Ainda em 2009, rege as apresentações da Orquestra Bachiana Jovem que resultam, em 2010, na gravação do CD A História da Dança na Música, também sob sua coordenação. Durante o ano de 2010 João Carlos rege inúmeras apresentações da Bachiana Filarmônica. ====================================================================== Maestro Assistente ou 2º regente: Heitor Fujiname Iniciou seus estudos musicais com piano aos 6 anos de idade, logo se destacando em concursos e recitais. Dois anos depois inicia estudos de violino com o professor Tosio Takeda. Posteriormente esteve sob a orientação do professor Ayrton Pinto. Integrou diversas orquestras: Sinfônica Juvenil do Estado de São Paulo. Orquestra Sinfônica de Santo André, Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo, Orquestra da Rádio e Televisão Cultura e Orquestra de Câmara Villa-Lobos, atuando diversas vezes como spalla e solista. Integrou de 2001 a 2004 como chefe de naipe na Orquestra Sinfônica do Teatro Municipal de São Paulo. De 2004 a 2007 atuou como músico convidado da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo. Desde 2007 é violinista da Orquestra Sinfônica do Teatro Municipal de São Paulo. Realizou turnês com diversas orquestras por todo o Brasil, América do Sul, Estados Unidos e Europa. ============================================================================ Músicos: Orquestra da Fundação Bachiana Filarmônica Até final de 2007, a Orquestra apresentava-se sob o título de Bachiana Chamber; em meados 2008, com uma proposta mais ousada, incorpora novos músicos e instrumentos e forma um elenco com mais de 40 integrantes, passando a se apresentar como Bachiana Filarmônica. De maneira geral, as Filarmônicas, assim como as Sinfônicas, diferenciam-se das outras orquestras pelo número de integrantes e instrumentos que as compõem. Neste projeto, a Bachiana como Filarmônica fará temporada com instrumentos nas seções de cordas, sopro madeira, sopro metais e percussão, com o uso de instrumentos como violino, viola, violoncelo, contrabaixo, flauta, oboé, corne-inglês, clarineta, Fagote, contra-fagote, trompa, trompete, trombone, tuba, tímpano, triângulo, Bombo, prato, xilofone e outros. A Orquestra é composta por músicos de formação nacional e internacional e professores, que além de ministrar aulas para a Orquestra Bachiana criaram a Bachiana Jovem, formada por jovens talentos, recrutados em escolas e, na maioria dos casos, sem possibilidades financeiras de custear os estudos e o seu aperfeiçoamento. O termo Bachiana remete à riqueza musical do Brasil, através de uma homenagem ao imortal maestro e compositor Heitor-Villa Lobos, autor da célebre Bachianas Brasileiras, e a Johann Sebastian Bach. O nome traduz também o ideal e a perspectiva de tornar a orquestra um produto de exportação da cultura musical do nosso país. Seu principal selo de qualidade é o maestro João Carlos Martins, que teve de abandonar a sua consagrada carreira de pianista por problemas físicos, e canalizou para a regência sua paixão pela música e pela obra de Bach. Além de ser um dos idealizadores da iniciativa, ele é o diretor da Orquestra. Mas o alto nível e a abnegação de seus músicos é que dão movimento ao projeto. Com formação no Brasil, e também no Exterior, eles constituem a nata da música erudita brasileira e encaram o ofício também imbuídos de paixão pela música. Em dezembro de 2005, a orquestra gravou 2 CDs, que contém as Quatro Suítes Orquestrais de Bach e tiveram lançamento internacional. E o som da Bachiana Orquestra já ecoa por todos os cantos do país. Sua estréia, em 27 de outubro de 2004 na Sala São Paulo, foi um enorme sucesso. A temporada de 2005 também teve êxito total, com 5 apresentações inéditas no Teatro Cultura Artística, nas quais o maestro regeu a orquestra, acompanhada de 5 grandes pianistas brasileiros. Outras apresentações foram realizadas na capital paulista, no interior de São Paulo e pelo Brasil, em cidades como Curitiba, Fortaleza, Rio de Janeiro, Brasília, Porto Alegre e Belo Horizonte, Belém e Manaus. Em 2007, a Bachiana abriu a Temporada de concertos do Carnegie Hall de NY e realizou concertos nas seguintes cidades: Piracicaba, São Paulo, Campinas, Araçatuba, Curitiba, Florianópolis, São Carlos, São José dos Campos, Indaiatuba, Araras, Ribeirão reto, São José do Rio Preto, Sorocaba, Presidente Prudente, Rio de Janeiro, Itapetininga, São Bernardo do Campo, Salvador, Fortaleza, Águas de Lindóia, Belém, Manaus, Registro, Brasília, Itatiba, Santos, Votorantim, Araxá, Franca, Volta Redonda, Juazeiro do Norte, Marília, Blumenau e Goiânia. Iniciou em 2008, com diferentes patrocínios, uma nova fase de concertos, apresentando em inúmeras cidades e com sucesso absoluto sempre tendo a frente seu diretor musical e regente o maestro João Carlos Martins. No mesmo ano fez sua segunda apresentação no Carnegie Hall. A temporada de 2009, entre várias outras apresentações no Brasil, contou com o terceiro concerto internacional, agora no Lincoln Center de Nova Iorque - EUA. ====================================================================== Solista: Artur Moreira Lima Arthur Moreira Lima começou a estudar piano aos seis anos de idade, tendo por professora Lúcia Branco que também tivera por alunos nomes como Tom Jobim ou Nelson Freire.. Aos oito, tocou um concerto de Mozart com a Orquestra Sinfônica Brasileira. Seus mestres foram Lúcia Branco (Rio de Janeiro), Marguerite Long (Paris) e Rudolf Kehrer (Conservatório Tchaikovsky de Moscou) . Moreira Lima projetou-se internacionalmente na Competição Internacional de Piano Frédéric Chopin de 1965, em que conseguiu o segundo lugar. Laureou-se também em várias outras competições, incluindo a também prestigiosa Competição Internacional Tchaikovsky de 1970, ficando em terceiro lugar. Moreira Lima apresentou-se em diversas salas de concerto através da Europa e da América Latina e também nos Estados Unidos e na Rússia. É considerado um grande intérprete de compositores românticos como Chopin e Liszt e também de modernistas tais como Prokofiev e Villa-Lobos. Notabilizou-se também como um intérprete da música popular brasileira, gravando Ernesto Nazareth e clássicos do repertório do choro e do samba. Moreira Lima criou o projeto Piano pela Estrada na área social, mesclando o popular ao erudito. O projeto faz parte de uma campanha pela democratização da cultura erudita, levando a música, através de um caminhão a partir do qual se monta um palco em uma hora, aos mais distantes cantos do Brasil. O Caminhão de Teatro participou antes de outros projetos sociais, antes de Arthur decidir criar o seu próprio, como Francisco - Um Rio de Música (2003), São Paulo 450 Anos, CTBC 40 Anos, Embratel 21 (todos em2004), Light 100 Anos (2005), Nos Caminhos da Fronteira (2005-2006), Nos Caminhos de JK (2007) e Nos Caminhos dos Tropeiros (2009). ====================================================================== Solista: Marcelo Bratke “Momentos de uma beleza selvagem, ao mesmo tempo construída com elegância, com sutileza nos deslocamentos rítmicos e um colorido pianístico brilhante” Bernard Holland - The New York Times. Durante esta última década de extraordinárias conquistas e performances, Marcelo Bratke tem se apresentado nas mais prestigiadas salas de concerto do mundo como o Carnegie Hall, o Festival de Salzburg, o Queen Elizabeth Hall, o Wigmore Hall e o Konzerthaus de Berlim. Cada vez mais envolvido em como a arte pode se engajar no desenvolvimento social, Bratke criou em 2007 a Camerata Brasil Música, uma orquestra formada pela fusão entre jovens músicos eruditos e populares vindos de áreas desprivilegiadas da sociedade brasileira. Juntos, realizaram grandes turnês nacionais e internacionais que visitaram o Brasil, Argentina, Inglaterra, Alemanha, França, Holanda, Irlanda, Sérvia, Bósnia, Coréia do Sul, Japão e Estados Unidos, onde realizaram um memorável concerto no Carnegie Hall em Nova York aclamado pelo The New York Times, New York Post e Concert Net USA. Marcelo Bratke foi o músico convidado para inaugurar o Auditório Ibirapuera e tocou em ocasiões especiais o Presidente Fernando Henrique Cardoso e para a Rainha Sylvia da Suécia. Apesar de sempre embasado na tradição da música erudita, Marcelo Bratke é um artista cuja imaginação não é limitada pelas fronteiras do universo da música clássica. Ele tem realizado duetos com grandes músicos da área popular como o pianista britânico de jazz Julian Joseph, o percussionista Naná Vasconcelos, os cantores e compositores Milton Nascimento e Dori Caymmi e as cantoras pop Sandy e Fernanda Takai, bem como em duetos eruditos com a pianista Marcela Roggeri e a soprano Rosana Lamosa. Marcelo Bratke está a frente do projeto Villa-Lobos Worldwide, uma campanha nacional e internacional de divulgação da música de Villa-Lobos que inclui a gravação completa de sua obra para piano solo em 8 CDs com a gravadora britânica Quartz, bem como concertos no Brasil, Europa, Estados Unidos e Ásia. Bratke realizou para a TV Arte 1 uma série de oito documentários sobre Villa-Lobos é o apresentador do programa Alma Brasileira, sobre Villa-Lobos, da Cultura FM de São Paulo. Marcelo Bratke estudou na Juilliard School of Music em Nova York e entre os diversos prêmios que recebeu, figuram o primeiro prêmio no Concorso Internazionale di Musica Tradate na Itália, o Prêmio Revelação da Associação Paulista de Críticos de Arte, o Prêmio Carlos Gomes, o Classic Discoveries Award na Inglaterra o Prêmio Brasil na Alemanha 2006, o 14th Brazilian International Press Award e o Srajevo Winter Festival Award 2013. Seu CD dedicado ao Le Groupe des Six foi considerado pela revista britânica Gramophone como uma das melhores gravações eruditas de todos os tempos. ====================================================================== Solistas: Ana Beatriz Soprano de 21 anos, Anna Beatriz sempre foi apaixonada pelo canto, sendo que iniciou suas aulas de canto lírico aos 14 anos. Durante a adolescência, protagonizou musicais amadores beneficentes em seu colégio e também participou de concursos televisivos de canto, como "Jovens Talentos" (SBT) e "Acesso Girls MTV - 3ª Temporada" (MTV). Devido ao seu forte interesse pelos estudos da voz, realizou curso de dublagem em 2014, mesmo ano em que passou a se apresentar como solista convidada com a Orquestra Filarmônica de Santo Amaro (OFISA). Em 2016, iniciou os estudos de teatro no Centro de Artes e Educação Celia Helena e foi aprovada na Academia de Ópera do Theatro São Pedro, na qual teve a oportunidade de cantar em concertos de câmara e concertos com a Orquestra do Theatro São Pedro (ORTHESP), além de integrar os elencos de diversas óperas, como: “Der Zwerg”, “Albert Herring” (Emmie), “Monsieur Choufleuri” (Ernestine), “Le Nozze di Figaro” (Barbarina), “Die Zauberflote” (Papagena), e “La Cenerentola” (Clorinda). Em 2017, integrou o elenco da estreia mundial da zarzuela “Tres Sombreros de Copa”, de Ricardo Llorca, no Teatro Sérgio Cardoso. Em janeiro de 2018, participou do Festival de Música de Santa Catarina (FEMUSC), onde realizou recitais de música de câmara e integrou o elenco das óperas “La Bohème” e “L’Enfant et les Sortilèges” (Feu). tualmente, além de cantora, Anna Beatriz é Fonoaudióloga formada pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) e atriz pelo Centro de Artes e Educação Célia Helena. ====================================================================== Solista: David Campolongo Começou a fazer aulas de piano para dar vida ao grande Maestro João Carlos Martins no cinema, no filme “João, O Maestro”. Hoje o próprio maestro acompanha seus estudos ao piano. Já se apresentou junto à Orquestra Bachiana Filarmônica SESI-SP, e na Sinfônica do Município de São Paulo, ambas sob regência de João Carlos Martins. O ator dá vida ao cadeirante e pianista “Bento” na novela de grande sucesso do SBT “As Aventuras de Poliana”. ====================================================================== Solista: Jean William É formado em canto e Arte Lírica pela ECA-USP, campus de Ribeirão Preto. Participando de grandes festivais internacionais como o "Festival de Música de Campos do Jordão", Jean encontrou-se ao longo de sua primeira formação musical com grandes nomes do cenário artístico nacional e internacional, entre outros: Fernando Portari, Rosana Lamosa, Ricardo Ballestero, Francisco Campos Neto, Celine Imbert, Elena Obrasztova ( Russia), John Snijders( Holanda), Ana Cervantes ( México) e Luciana Serra ( Itália) . Aos 23 anos e recém-formado, nosso tenor encontrou um grande apoiador, o maestro e pianista João Carlos Martins, que o incluiu em seu programa de jovens talentos e com ele apresentou-se nas principais salas e teatros de concerto do Brasil, incluindo o Teatro Municipal do Rio e Sala São Paulo-SP. Em 2010 participou do projeto "Vocália" dirigido pelo maestro Martinho Lutero e foi bolsista em Milão, onde frequentou aulas e integrou a temporada de concertos ao lado de seu professor de canto Davide Rocca e da diretora da Academia do teatro Alla Scala, Luciana Serra. Em sua primeira passagem pela Europa, Jean William ainda foi recebido pela Rádio Suíça e homenageado no programa Ridoto dell Ópera, dedicado especialmente a ele naquela ocasião. Ao final dessa temporada, o jovem tenor protagonizou a estreia nacional de uma ópera moderna, "A Rainha da Neve" na cidade de Vicenza, Itália. Em 2013 depois de temporada de concertos com a Orquestra Ducale e Orquestra Amadeus na Itália, Jean prepara o lançamento de seu primeiro álbum, intitulado "Dois Atos" que conta com as participações de artistas como: André Mehmari, Monica Salmaso, Nelson Ayres, Ruria Duprat, Jaqcques Morelenbaum, Céu, Fafá de Belém, Paula Morelenbaum e do aclamado maestro João Carlos Martins. Fora do Brasil, Jean William já se apresentou em países como Argentina, Portugal, Suíça, Itália, EUA e Emirados Árabes. ====================================================================== CURSO DE MUSICALIZAÇÃO Diretor Artístico e Coordenador Pedagógico: João Carlos Martins Professor de violino/viola: Anderson Lacerda, Ezequiel Francisco Sieba, Felippe Santarelli e Caroline da Silva Professor de violoncelo: Cassiano Figueira Fernandes Sampaio e Boris Bellini Professor de iniciação musical e canto coral: Raquel Soares Pereira de Quadros e Augusto Girotto Professor de Percussão: Vinicius Batista de Oliveira ==================================================================== Diretor Artístico e Coordenador Pedagógico: João Carlos Martins A história do pianista e maestro João Carlos Martins certamente o eleva a um patamar raramente alcançado por outros músicos brasileiros no século XX. Em setembro de 1982, o exigente jornal New York Times se referia a ele como um dos maiores pianistas da atualidade. Já a revista New York Magazine, juntamente com o Boston Globe, ressaltavam o talento de João Carlos Martins, colocando-o como o mais excitante intérprete de Bach a surgir depois do legendário Glenn Gould. Toda esta relação lírica tecida com o piano teve início aos oito anos de idade, quando João Carlos Martins passou a estudar com o professor José Kliass. Após nove meses já se mostrava um virtuose, vencendo o concurso da Sociedade Bach de São Paulo. Jovem ainda despertou a atenção de toda a crítica musical brasileira com suas performances, únicas pela intensidade com que eram interpretadas. Aos dezoito anos foi o único escolhido no Festival Casals, entre candidatos das três Américas, a dar o Recital Prêmio em Washington. A apresentação bem-sucedida teve como conseqüência sua estréia no Carnegie Hall, de Nova Iorque, patrocinada pela ex-primeira-dama dos Estados Unidos, Eleonor Roosevelt. A partir de então, passou a tocar com as maiores orquestras americanas. E sua gravação de O Cravo Bem Temperado, de Bach, aos vinte e três anos, foi best-seller durante muito tempo nos Estados Unidos. Em 1983, João Carlos Martins inaugurou o Glenn Gould Memorial, em Toronto, Canadá. Sua carreira teve como um dos pontos altos o fato de ter gravado a obra completa de Bach para teclado. A paixão de João Carlos Martins pela música originou o documentário franco-alemão “Martins Passion”, vencedor de quatro Festivais Internacionais. E esta mesma paixão o fez iniciar a carreira de regente, quando problemas irreversíveis prejudicaram a mobilidade de suas mãos para a profissão de pianista. Em menos de um ano, gravou cinco CDs que foram lançados internacionalmente em 2005. Três deles foram gravados com a English Chamber Orchestra, em Londres. E os outros dois, com a Bachiana Chamber Orchestra, orquestra organizada e dirigida por João Carlos, que reúne alguns dos melhores músicos do Brasil. Ainda em 2005, no dia 20 de junho, fez sua estréia para o público europeu como maestro, quando regeu a Orquestra Sinfônica Pasdeloup, em Paris, em uma programação dedicada a Beethoven, Rossini e Strauss. Em 2006, além de sua agenda com a Bachiana no Brasil, João Carlos regeu na Argentina, França, Rússia, Bélgica e Estados Unidos. Em 2007, inicia o ano regendo a BACHIANA FILARMÔNICA ORQUESTRA no Carnegie Hall em Nova York, em concerto inédito com o tema Amazônia, Respeito e Preservação, seguido de inúmeros concertos realizados em São Paulo e outros estados, entre eles, as temporadas da BACHIANA CHAMBER ORCHESTRA e do TEATRO CULTURA ARTÍSTICA. Sempre à frente da Bachiana, em 2008, apresentou-se em diversas cidades de todo o Brasil e fez seu segundo concerto como regente no Carnegie Hall, em Nova York. Paralelamente às apresentações coordena todas as atividades (aulas, ensaios e apresentações) da Orquestra Bachiana Jovem. Em dezembro de 2008, João Carlos Martins submete-se a mais uma das várias cirurgias nas mãos, que bem sucedida, conseguiu recuperar parcialmente alguns movimentos das mãos. Em 11 de março de 2009, regendo a Orquestra Bachiana Filarmônica, o maestro surpreende a todos executando duas obras ao piano. À frente da Bachiana Filarmônica, João Carlos Martins apresentou-se durante todo o ano de 2009. Em outubro de 2009 rege a Orquestra Bachiana Filarmônica no Lincoln Center em Nova Iorque. Ainda em 2009, rege as apresentações da Orquestra Bachiana Jovem que resultam, em 2010, na gravação do CD A História da Dança na Música, também sob sua coordenação. Durante o ano de 2010 João Carlos rege inúmeras apresentações da Bachiana Filarmônica. ====================================================================== Professor de violino/viola: Anderson Lacerda Formado na Escola de Música da Universidade de São Paulo em Ribeirão Preto. Foi aluno de violino dos professores Milton Bergo e Claudio Micheletti. Integra o Quinteto da Bachiana de São Paulo e é violinista da Filarmônica Bachiana SESI São Paulo sob regência do maestro João Carlos Martins Participou de diversos festivais no Estado de São Paulo. Leciona violino em escolas nas cidades de Ribeirão Preto, Suzano e São Paulo. Experiência Profissional: Orquestra Filarmônica Bachiana SESI/SP - Cargo: Músico/BolsistaPeríodo: 2012 até o presente momento – São Paulo Fundação Bachiana Filarmônica - Cargo: Instrutor de violino e violaPeríodo: Maio de 2010 até o presente momento – São Paulo Projeto Guri - Cargo: Instrutor de violino e violaPeríodo: Junho de 2007 a Dezembro de 2009 - Orlândia – SP Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto - Cargo: músicoPeríodo: Setembro de 2004 a Fevereiro de 2008 - Ribeirão Preto – SP Conservatório Arte e Som - Cargo: professor de violino e ViolaPeríodo: Maio de 2004 a Dezembro de 2005 - Ribeirão Preto – SP Conservatório Villa-lobos - Cargo: Professor de violino e ViolaPeríodo: Março de 2002 a maio de 2004 - Ribeirão Preto – SP Conservatório Cantabile - Cargo: Professor de violino e ViolaPeríodo: Fevereiro de 2001 a Agosto de 2003 -Ribeirão Preto – SP Orquestra Jovem de Ribeirão Preto - Cargo: MúsicoPeríodo: Fevereiro de 1999 a 2001 - Ribeirão Preto – SP Cursos de capacitação Profissional: Festival de música de Jaraguá do Sul/SC – Oficina de Violino com a professora Clara Takarabe(2006) Festival de música de São João Del Rei/MG Oficina de Violino com o Prof. Dr Nichola Viggiano(2004) Festival de música de Curitiba/PR – Oficina de Violino com a Prof.(a) Betina Stegman, (2002). MASTER CLASS Festival de música de Curitiba/PR, Chaim Taub. Universidade de São Paulo (USP) ,Prof. Dr Bernard Zinck (University of Wisconsin – Milwaukee e Merit School of Music em Chicago – USA), Fredi Gerling (Prof.) Dr. UFRS) Prof. Dr Ricardo Kubala(USP) Prof. Dr Julian Trycinsky(USP). ====================================================================== Professor de violino/viola: Ezequiel Francisco Sieba Cursos A Música como processo Formador da Criança e do Adolescente. Festival Internacional de Inverno de Campos dos Goytacazes.RJ X e XI Curso Internacional sobre o Método Koday. SP Curso de Especialização de Nível Técnico no Festival Internacional de Verão em Brasília. 3° Semana da Música de Ouro Branco. MG III Festival de Inverno Unisinos. R G S Femusc Festival de Música de Santa Catarina. IX Festival Eleazar de Carvalho.Fortaleza Curso de capacitação para professores do Método Suzuki. Lima Peru Antropomúsica curso de formação em Antroposofia e formação de professores Waldorfs Novas Práticas Pedagógicas do Ensino Coletivo de Cordas - UNESP O Ensino Coletivo de Cordas: metodologias e estratégias pedagógicas Psicomotricidade como auxiliar na Educação Musical Experiência Profissional Músico: Orquestra Sinfônica Jovem do Estado de São PauloOrquestra Jovem Municipal de GuarulhosCamerata VittaOrquestra Acadêmica da UNESPOrquestra do Limiar Associação Paulista de MedicinaEscola Waldorf Micael São Paulo Professor de violino Guri Santa MarcelinaProfessor de Violino e Viola e Prática de CordasEscola Municipal de Música de Ribeirão PiresProfessor de Violino/Viola e Coordenador do ensino coletivoProjeto de Ensino Coletivo da UNESP - Acorda TodaProdutor e coordenador do núcleo de cordas friccionadas ====================================================================== Professor de violino/viola: Felippe Santarelli Natural de São Paulo iniciou seus estudos de violino aos 12 anos de idade posteriormente estudou na Universidade Livre de Música (ULM) e no curso de BachaRel em violino na FAAM de são Paulo. Participou de vários festivais de música e teve como orientadores como Evguenia Popova (Bulgária), Sthefani Moraly (França) Martin Tuksa (Austria) Maria Fernanda Krug e já participou de Master Classes com Daniel Guedes, Julian Rachilyn, Leyla Josefowicz e Maxim Venderov. No 2009 foi vencedor do concurso jovem Solistas onde resultou no concerto de premiação onde atuou como solista do concerto n2 de H.Wieniavsky, como solista atuou a frente das orquestras Sinfônica de Poá, sinfônica de Santo André, sinfônica jovem de Guarulhos, Bachiana Filarmônica, orquestra Antunes câmara entre outras. Em seus trabalhos se destaca com a Orquestra Bachiana com concertos em todo brasil e nos EUA, também é musico convidado da Orquestra Sinfônica da USP (OSUSP). Foi Spalla da Orquestra Jovem de Guarulhos por 2 anos atualmente toca na Orquestra da Fundação Bachiana e na Sinfônica de Santo André e é professor da Fundação Bachiana. ====================================================================== Professor de violino/viola: Caroline da Silva Natural de Osasco, professora de Violino desde 2011 no ABCD Nossa Casa, com formação básica pelo Projeto IPAH Grupo Pão de Açúcar e ONG ABCD Nossa Casa, Formação Técnica em Violino no Conservatório Musical Beethoven (2016). Estagiou na Orquestra Grupo Pão de Açúcar com Renata Jaffé e Maestro Daniel Misiuk. Aluna de Mariela Giovanini Micheletti, Ana Camila Castilho Bordino e Nicolas Krassik. Graduanda em Regência pelo Instituto de Artes da UNESP. Participou do Festival de Música de Ourinhos (2015) com aulas de João Mauricio Galindo e na 35ª e 36ª Oficina de Música de Curitiba, com aulas de Mara Campos e Lúcia Passos. Trabalhou em diversas instituições e oficinas de música, entre elas: EMEF Tenente José Maria Pinto, CIEM, MAXISOM, CCA Dom Bosco, CCA Italianos, Conservatório Musical Beethoven, Regente Titular do Grupo PIAP. ====================================================================== Professor de violoncelo: Cassiano Figueira Fernandes Sampaio Nascido em Uberlândia, Cassiano Sampaio iniciou seus estudos de violoncelo no Conservatório Musical Heitor Villa-Lobos sob orientação de Daniel Martins. Logo após foi primeiro violoncelo da Orquestra Filarmônica Jovem de São Bernardo do Campo e da Orquestra Filarmônica Infanto-Juvenil de São Paulo. Foi primeiro colocado no processo seletivo da Fundação das Artes de São Caetano do Sul onde cursou violoncelo sob orientação de Ana Chamorro. Posteriormente, ingressou no Instituto Fukuda onde foi aluno de André Micheletti. Desde então participou de diversas orquestras e grupos de câmara, tais como: Orquestra Filarmônica Jovem Camargo Guarnieri, Orquestra Sinfônica Jovem de São Caetano do Sul, Fukuda Cello Ensemble, Orquestra de Cordas Laetare e Orquestra do Porto de Santos. Cassiano Sampaio participou de Festivais de Música onde teve masterclasses com Watson Clis eAntônio Del Claro. Lecionou violoncelo no Projeto Veredas, Espaço Musical Harmonia, Conservatório Arte Musical e Conservatório Musical André da Silva Gomes. Esteve em turnê pela Alemanha como primeiro violoncelo da Camerata FJCG realizando concertos em diversas cidades, tais como: Hamburg, Wuppertal, Nürnberg, Hersbruck e München. Atualmente está fazendo um trabalho de aperfeiçoamento técnico em violoncelo com Raiff Dantas. Também é violoncelista titular da Orquestra Filarmônica do SENAI de São Paulo e professor de violoncelo nos projetos: Músicos do Futuro e Fundação Bachiana. ====================================================================== Professor de violoncelo: Boris Bellini Aluno de Richard Gonçalves (violoncelista da Orquestra Experimental de Repertório e da OSUSP), também estudou com Sueldo Francisco. Estudou no Conservatório Musical Villa Lobos. Participou do masterclass com Antônio Lauro Del Claro e Peteris Sokolovskis (violoncelista da kremerata báltica). Foi violoncelista da Orquestra de Câmara do Conservatório Villa Lobos (2013-2018), sendo o primeiro violoncelo nos últimos dois anos de atuação. Também foi membro da Orquestra Visconde de Porto Seguro (2017-2018). Leciona violoncelo desde 2015 na ABCD nossa casa e nesse período também trabalhou no Conservatório Beethoven (2018-2019) e como professor substituto no Conservatório Villa Lobos (2016-2017). ====================================================================== Professor de iniciação musical e canto coral: Raquel Soares Pereira de Quadros Formada em habilitação em canto (curso superior de música) pelo Conservatório de Música da Universidade Federal de Pelotas (RS) 1997-2002. Atua como regente de coro, preparadora vocal, professora de canto erudito e popular e produtora cultural. ====================================================================== Professor de iniciação musical e canto coral: Augusto Girotto Bacharel em Regência pelo Instituto das Artes da UNESP. Curso de Regência Coral no Festival de Curitiba com Mara Campos (2013); no Festival de Londrina com Ângelo Fernandes (2015); na UNESP com Paulo Moura (2014); na EMESP (curso de formação avançada – 2016 – 2019). Aluno Ativo da Masterclass de regência coral com: Rolph Beck (2016); Paulo Moura (2016); Valentina Peleggi (2017) e Tiago Pinheiro (2017). Professor de instrumento e teoria na escola de música OBRADEC em São Bernardo do Campo. Diversas atuações como coralista e regente convidado. Sendo a mais recente o convite para reger o Coral Jovem do Estado de São Paulo em um Concerto no CEU Navegantes (2017) e um convite para reger um movimento no concerto de encerramento da Oficina de Música de Curitiba (2018). Regente Titular do Coral do cursinho Da Capo – São Paulo (2016 – 2017). Diretor Musical da Ópera Betly – Donizetti na montagem realizada pela Fábrica de Óperas da UNESP (2017). Diretor musical do espetáculo Canções para amores líquidos – realizado pela Companhia Opsis de Teatro em Fevereiro de 2018. ====================================================================== Professor de Percussão: Vinicius Batista de Oliveira Formado em 2015, pela Universidade de São Paulo, no curso de Bacharelado em Música com habilitação em percussão com o professor Ricardo Bologna, também estudou com Elizabeth Del Grande na Escola Municipal de Música – SP entre 2008 e 2011, e com Ruben Zuniga, no Instituto Baccarelli, em 2016. Como bolsista, participou do Festival Música nas Montanhas em 2012, e também da 45ª edição do Festival de Inverno de Campos do Jordão. Já integrou a Orquestra Jovem Municipal – SP, nos anos em que estudou na E.M.M.; e por sete anos foi músico da Banda Sinfônica Conselheiro Mairinque, onde, na mesma, ministrou aulas de percussão e musicalização no período de dois anos. Foi chefe de naipe da Orquestra Filarmônica Infanto-Juvenil em 2012 - 2013 (onde participou dos musicais “João e Maria”, e “Pedro e o Lobo” com récitas em São Paulo, Paraná e Brasília); timpanista da OCAM (Orquestra de Câmara da ECA - USP) em 2014 e 2015; e percussionista da Orquestra Jovem e Orquestra Sinfônica Heliópolis, do Instituto Baccarelli, em 2016. Em 2017, concluiu o curso de Extensão, “Aspectos da Música Contemporânea”, na USP. Atualmente é músico da Orquestra Experimental de Repertório, e do grupo de percussão Percussivo USP. ==============================================================

Providência

Prestação de Contas Aprovada, conforme Portaria n° 522 de 08 de setembro de 2022, publicada no DOU em 09/09/2022.

2020-12-31
Locais de realização (2)
Suzano São PauloSão Paulo São Paulo