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PRONAC 190795Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

VOANDO SOBRE A AMAZONIA: RIO MADEIRA

Espaço Vídeo e Cinema
Solicitado
R$ 950,1 mil
Aprovado
R$ 950,1 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Prod. Av Games
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
19

Localização e período

UF principal
RO
Município
Porto Velho
Início
2019-09-02
Término
2023-12-31
Locais de realização (10)
Borba AmazonasHumaitá AmazonasItacoatiara AmazonasManaus AmazonasManicoré AmazonasNova Olinda do Norte AmazonasNovo Aripuanã AmazonasGuajará-Mirim RondôniaNova Mamoré Rondônia

Resumo

VOANDO SOBRE A AMAZÔNIA: RIO MADEIRA _ produça~o de média-metragem (documentário, 26 min, alta definicao), em formato de alta definição (HD formato de finalização/resolução), o qual registrará o trajeto do Rio Madeira _ desde sua nascente até o encontro com rio Amazonas, com imagens inéditas e conteúdo original. A abordagem cinematográfica se propõe a contar historias desse extenso território, sobre personagens que vivem na Amazônia em territórios isolados e pouco conhecidos.

Sinopse

ARGUMENTO O projeto VOANDO SOBRE A AMAZÔNIA: RIO MADEIRA trata-se de produção de média-metragem, documentário com 26 minutos, em formato de alta definição, com captação de imagens aéreas, formato de finalização/resolução HD , o qual registrará o trajeto do Rio Madeira – desde sua nascente até o encontro com rio Amazonas, com imagens inéditas, todas vistas “de cima”, através de drone. Compreende-se que é imprescindível o registro da cultura da população tradicional dessa Região visando a preservação da memória e costumes para as presentes e futuras gerações. Historicamente, desde os primeiros colonizadores europeus ainda no século XVIII, seguida pela exploração de bandeirantes e seringalistas, os rios amazônicos são vitais no vasto território amazônico, desde o aparecimento e o surgimento dos povoados que definiram o processo de ocupação, até o controle de seu território e expropriação de seus recursos naturais. No contexto brasileiro, mesmo antes de se constituir em Estado Nacional, o Brasil teve sua ocupação territorial, em especial na Amazônia, determinada sob forte influência dominante dos interesses mercantis, orientando suas atividades econômicas visando ao atendimento, predominantemente, da exportação de produtos coloniais e essas atividades econômicas sempre foram desenvolvidas a partir da navegação pelos rios. O Rio Madeira por ser considerado a segunda via de transporte mais importante da Amazônia, atrás apenas do rio Amazonas, sempre foi vital desde os séculos passados. Navegável numa extensão de 1.086 quilômetros entre Porto Velho e a foz, em Itacoatiara/AM, sendo aproximadamente 180 km dentro dos limites de Rondônia e 876 km no estado do Amazonas, permite a navegação de grandes comboios, com até 18 mil toneladas, mesmo durante a estiagem. O período de águas baixas vai de Julho a Outubro, e o de águas altas, de Fevereiro a Maio. No período de estiagem há formação de bancos de areia, que alternam o canal preferencial de navegação. A largura do Rio Madeira varia entre 440 metros e 9.900 metros. A profundidade oscila de acordo com as estações seca e chuvosa, e pode chegar a 13 metros. O Rio Madeira nasce a partir do encontro de dois rios Amazônicos - Rio Mamoré e Rio Beni. O Rio Mamoré recebe as águas do Rio Guaporé em Guajará-Mirim, e segue pela fronteira até encontrar o Rio Beni - este que nasce na Serra de Cochabamba, na Bolívia nas proximidades dos contrafortes dos Andes. O encontro dos dois rios (Mamoré e Beni) formam o Rio Madeira, na cidade de Nova Mamoré (RO). Em um trecho de aproximadamente 360 km, a partir de sua formação, o Rio Madeira tem um desnível de declividade de 20 cm/km e segue passando por dezoito cachoeiras e corredeiras, sendo que duas delas foram utilizadas, na atualidade, para a construção das Usinas do Madeira (Santo Antônio e Jirau). A partir de sua formação, o rio Madeira nasce no sentido norte fazendo fronteira entre o Brasil e a Bolívia até foz do rio Abunã. A partir daí, ele atravessa o estado de Rondônia no sentido noroeste, norte, até a foz do igarapé Maici, divisa dos estados de Rondônia e Amazonas. Após essa divisa, o Madeira percorre o estado do Amazonas e tem sua foz no rio Amazonas. A importância do Rio Madeira é tamanha para toda a biodiversidade da região, uma vez que todos os rios que nascem no estado de Rondônia são afluentes ou sub-afluentes dele e a maioria tem a foz dentro dos limites do Estado. Considerando a extensão, volume e importância do Rio Madeira, sua hidrovia é o principal meio de escoamento produção de grãos, como soja e milho proveniente das plantações de Mato Grosso. Esses grãos chegam ao porto de Porto Velho, depois de um percurso de 800 km pela BR-364. De lá, por comboios integrados, seguem para o terminal de Itacoatiara/AM, e para o exterior. O rio Madeira no período de seca, ocasiona grande assoreamento em seu leito - dai o seu nome de Madeira, pela quantidade de troncos de arvores e sedimentos que carrega. O rio Madeira é representativo para as populações que vivem em suas margens, com grande intervenção na cultura, tradições e no sentido do “viver”. O território é foco de grandes projetos de desenvolvimento voltados para a construção de hidrelétricas, plantação de soja e criação de gado, além da extração de madeira e recursos naturais. Certamente, a partir das recentes intervenções no território por onde passa o Rio Madeira, em especial, a partir da construção das Hidrelétricas do Madeira (Santo Antônio e Jirau), há o desaparecimento e surgimento de povoados e o deslocamento populacional em toda região. A lista de locações são as seguintes: 1. Em RONDÔNIA: GUAJARÁ-MIRIM/ NOVA MAMORÉ/ PORTO VELHO 2. No Amazonas: HUMAITÁ/ MANICORÉ/ NOVO ARIPUANÃ/ BORBA/ NOVA OLINDA DO NORTE/ ITACOATIARA e MANAUS. PLANO DE DIREÇAO: As imagens aéreas só serão capturadas durante o dia, por se tratar da geografia amazônica, a cor predominante nas composições será o verde com nuances que enriquecerão ainda mais a narrativa sem a pressa do tempo passar, sem agredir quem assiste e capturando o olhar com um tempo amazônico. O espectador será convidado a vivenciar uma nova forma de conhecer a Amazônia, diversas cidades e vilas ao longo do trajeto realizado pelo Rio Madeira - desde sua nascente até o encontro com o Rio Amazonas - serão reveladas sob diferentes ângulos em imagens aéreas capturadas por drones, com a facilidade de voar mais baixo e abordando ângulos variados. As belezas naturais como as cachoeiras/corredeiras, o traçado da Estrada de Ferro Madeira Mamoré (EFMM), os portos, as pessoas, animais, rica fauna e flora serão incorporados a narrativa da produção. As referencias cinematográficas do vídeo remontam ao trabalho, de mais de 20 anos do fotografo e ambientalista francês Yann Arthus-Bertrand, que viaja sobre os céus ao redor do mundo, capturando com seus clicks a beleza da Terra e sua fragilidade, considerando as modificações ambientais das ações pelos seres humanos.

Objetivos

OBJETIVO GERAL VOANDO SOBRE A AMAZÔNIA: RIO MADEIRA _ produça~o de média-metragem (documentário, 26 min, alta definicao), em formato de alta definição (HD formato de finalização/resolução), o qual registrará o trajeto do Rio Madeira _ desde sua nascente até o encontro com rio Amazonas, com imagens inéditas e conteúdo original. A abordagem cinematográfica se propõe a contar historias desse extenso território, sobre personagens que vivem na Amazônia em territórios isolados e pouco conhecidos. Havera´ ainda, a produça~o de produto secunda´rio Livro de Fotografia, da regia~o citada, em especial, do território onde há a intervenção da Estrada de Ferro Madeira Mamoré (EFMM). OBJETIVOS ESPECI´FICOS: 1. Registro cinematogra´fico representado pelo maior afluente da margem direita do Amazonas, o Rio Madeira _ importante hidrovia amazônica - com imagens dos rios afluentes que o formam desde seu aparecimento, até sua desembocadura, bem como, as florestas e os povoados que estão às suas margens e o compo~em; 2. Difusa~o e visibilidade ao publico em geral, atrave´s do conteu´do audiovisual, da dimensa~o e importância do Rio Madeira, na vida de milhões de pessoas que dependem diretamente dele, seja para sua mobilidade e transporte, seja para a subsistência da vida, estimulando-se dessa forma, o conhecimento acerca da complexidade e importância da regia~o; 3. Compartilhar e doar o vi´deo, as comunidades, Escolas e Bibliotecas Pu´blicas de toda a regia~o, onde havera´ captaça~o de imagens, para que sejam estimulados ao conhecimento e futuras pesquisas quanto a memo´ria, histo´ria e belezas naturais do Rio Madeira e cidades que o margeiam; 4. Pesquisar, investigar e observar atrave´s das imagens em vi´deo, quanto as mudanças vivenciadas no territo´rio nos u´ltimos anos e o impacto dessas alteraço~es junto as comunidades e o meio ambiente; 5. Formaça~o de banco de imagens da cultura produzida a partir da Amazônia dos povos dessas localidades fomentando-se dessa forma, o empoderamento cultural das populaço~es envolvidas; 6. Mobilizar a sociedade em geral para a importância da produça~o audiovisual brasileira; 7. Democratizar ao pu´blico em geral o acesso ao acervo cinematogra´fico produzido; 8. Propiciar as localidades escolhidas, distantes dos centros urbanos, o acesso a bens culturais; 9. Cooperaça~o cultural e estreitamento cultural dos laços entre os povos dos Estados de Rondônia e Amazonas; 10. Distribuir ambos os produtos propostos (Vídeo e Livro) com tiragem de 1.000 (mil) exemplares cada, junto as escolas, bibliotecas e demais instituicoes de cultura, de forma gratuita.

Justificativa

O presente projeto VOANDO SOBRE A AMAZÔNIA: RIO MADEIRA se encontra perfeitamente enquadrado junto as diretrizes, objetivos e princi´pios da Lei 8313/91, que institui o Programa Nacional de Apoio à Cultura, o qual prevê o fomento à produça~o cultural e arti´stica brasileira, de forma que cumpra com valores que possibilitem a democratizaça~o do acesso à cultura, dos mais variados e diversificados segmentos populacionais brasileiros. Ale´m do mais, a Lei 8313/91, apo´s vigência de mais de 25 anos, e´ o mais importante e principal mecanismo de promoça~o da cultura no Brasil. No caso de projetos culturais atrave´s do Estado de Rondônia, a lei Rouanet e´ o u´nico mecanismo de incentivo à cultura existente, o qual prevê renu´ncia fiscal, considerando que na~o ha´ leis de incentivo estadual, nem municipais, que possibilitem aos agentes culturais a realizaça~o de seus projetos. Essa afirmaça~o e´ comprovada inclusive, pelo pro´prio levantamento do MINC, o qual demostra que os projetos com valores captados junto ao respectiva unidade da federaça~o, nos u´ltimos cinco anos, na~o ultrapassaram a 5 (cinco) projetos. No caso em tela, o presente projeto sera´ enquadrado junto ao artigo 18 da Lei 8313/91, considerando tratar de proposta que visa, em especial, a democratizaça~o do acesso à bens culturais numa regia~o (Rondônia e Amazonas), com pouqui´ssimo incentivo e somente passi´vel em ver contemplada com produtos culturais, forma gratuita. O projeto esta´ plenamente enquadrado nas exigências e principios proclamados no art. 3o da referida Lei 8313/91, por se tratar de projeto de valor cultural artistico, o qual sera´ distribui´do de forma inteiramente Gratuita (art.18). O projeto VOANDO SOBRE A AMAZÔNIA: RIO MADEIRA trata-se de produção de média-metragem (26 min), documentário, em formato de alta definição (HD formato de finalização/resolução), o qual registrará o trajeto do Rio Madeira _ desde sua nascente até o encontro com rio Amazonas, com imagens inéditas e conteúdo original. A abordagem cinematográfica se propõe a contar historias desse extenso território, sobre personagens que vivem na Amazônia em territórios isolados e pouco conhecidos, ou mesmo desconhecidos do grande público, a partir de um personagem condutor ficcional, que é o publicitário e escritor Normando Andrade. Formado em Publicidade, encontrou nas andanças pela Amazônia, a sua veia literária e poética. Normando anda sempre munido de sua máquina de escrever portátil acompanhado de sua filmadora, e é um apaixonado pela natureza e a oralidade das histórias da região. Dos encontros que a viagem proporciona, escuta e documenta personagens que habitam os Rios da Amazônia (Madeira e Amazonas). São testemunhos vivos, que narram como é a vivência cotidiana a partir da floresta e das margens dos rios. Esses personagens amazônicos contarão suas histórias singulares cotidianas, na interação de forma plena no ambiente em que vivem, com seus respectivos problemas contemporâneos, seu imaginário e esperanças. A Amazônia. As várias Amazônias. Várias cores, línguas e culturas. Vários povos. Os rios costuram a Amazônia. Os sonhos correm com os rios. E as esperanças. As lutas. Os contrastes. O que é a Amazônia hoje? De quem é feita a Amazônia? Do que ela vibra? Do que ela sofre? Como ela se vê na tela do cinema? Cidades e florestas sem fim. Histórias sem fim. VOANDO SOBRE A AMAZÔNIA: RIO MADEIRA é um documentário que terá 07 personagens, onde veremos com grande proximidade a vida desses personagens de diferentes raças,, idades e profissões. Sempre mergulhados no universo da Amazônia, às margens dos Rios Madeira e Amazonas.. O documentario terá narrativa construída com relatos em voz off do personagem condutor e com os diálogos com outros personagens que surgirão pelo caminho. Com imagens captadas por câmeras muito próximas dos personagens, busca-se a aproximação do público com a emoção dos personagens. VOANDO SOBRE A AMAZÔNIA: RIO MADEIRA será em grande parte realizada com imagens em cenas externas, em cenários como cidades, vilarejos, os rios. Sempre acompanhando o olhar de cada personagem, seu modo de entender a Amazônia, suas inquietações, seus sentimentos. Sempre que houver necessidade, serão inseridas cenas e fotografias de arquivo dos personagens em outras épocas. Mas o foco central será sempre o olhar sobre a Amazônia hoje, acontecendo no presente. Ademais, e´ imprescindi´vel o registro da cultura da populaça~o tradicional dessa Regia~o visando a preservaça~o da memo´ria e costumes para as presentes e futuras geraço~es. Historicamente, desde os primeiros colonizadores europeus ainda no se´culo XVIII, seguida pela exploraça~o de bandeirantes e seringalistas, os rios amazônicos são vitais no vasto territo´rio amazônico, desde o aparecimento e o surgimento dos povoados que definiram o processo de ocupação, até o controle de seu territo´rio e expropriaça~o de seus recursos naturais. No contexto brasileiro, mesmo antes de se constituir em Estado Nacional, o Brasil teve sua ocupaça~o territorial, em especial na Amazônia, determinada sob forte influência dominante dos interesses mercantis, orientando suas atividades econômicas visando ao atendimento, predominantemente, da exportaça~o de produtos coloniais e essas atividades econômicas sempre foram desenvolvidas a partir da navegação pelos rios. O Rio Madeira por ser considerado a segunda via de transporte mais importante da Amazônia, atrás apenas do rio Amazonas, sempre foi vital desde os séculos passados. Navegável numa extensão de 1.086 quilômetros entre Porto Velho e a foz, em Itacoatiara/AM, sendo aproximadamente 180 km dentro dos limites de Rondônia e 876 km no estado do Amazonas, permite a navegação de grandes comboios, com até 18 mil toneladas, mesmo durante a estiagem. O período de águas baixas vai de Julho a Outubro, e o de águas altas, de Fevereiro a Maio. No período de estiagem há formação de bancos de areia, que alternam o canal preferencial de navegação. A largura do Rio Madeira varia entre 440 metros e 9.900 metros. A profundidade oscila de acordo com as estações seca e chuvosa, e pode chegar a 13 metros. O Rio Madeira nasce a partir do encontro de dois rios Amazônicos - Rio Mamoré e Rio Beni. O Rio Mamoré recebe as águas do Rio Guaporé em Guajará-Mirim, e segue pela fronteira até encontrar o Rio Beni, este que nasce na Serra de Cochabamba, na Bolívia, nas proximidades dos contrafortes dos Andes. O encontro dos dois rios (Mamoré e Beni) formam o Rio Madeira, na cidade de Nova Mamoré (RO). Em um trecho de aproximadamente 360 km, a partir de sua formação, o Rio Madeira tem um desnível de declividade de 20 cm/km e segue passando por dezoito cachoeiras e corredeiras, sendo que duas delas foram utilizadas, na atualidade, para a construção das Usinas do Madeira (Santo Antônio e Jirau). A partir de sua formação, o rio Madeira nasce no sentido norte fazendo fronteira entre o Brasil e a Bolívia até foz do rio Abunã. A partir daí, ele atravessa o estado de Rondônia no sentido noroeste, norte, até a foz do igarapé Maici, divisa dos estados de Rondônia e Amazonas. Após essa divisa, o Madeira percorre o estado do Amazonas e tem sua foz no rio Amazonas. A importância do Rio Madeira é tamanha para toda a biodiversidade da região, uma vez que todos os rios que nascem no estado de Rondônia são afluentes ou sub-afluentes dele e a maioria tem a foz dentro dos limites do Estado. Considerando a extensão, volume e importância do Rio Madeira, sua hidrovia é o principal meio de escoamento produção de grãos, como soja e milho proveniente das plantações de Mato Grosso. Esses grãos chegam ao porto de Porto Velho, depois de um percurso de 800 km pela BR-364. De lá, por comboios integrados, seguem para o terminal de Itacoatiara/AM, e para o exterior. O rio Madeira no período de seca, ocasiona grande assoreamento em seu leito, dai o seu nome de Madeira, pela quantidade de troncos de arvores e sedimentos que carrega. O rio Madeira é representativo para as populações que vivem em suas margens, com grande intervenção na cultura, tradições e no sentido do "viver". O territo´rio e´ foco de grandes projetos de desenvolvimento voltados desde a construça~o de hidrele´tricas, plantaça~o de soja e criaça~o de gado, ale´m da extraça~o de madeira e recursos naturais. VOANDO SOBRE A AMAZÔNIA: RIO MADEIRA e´ o registro de uma regia~o de grande valor econômico, ambiental e cinematogra´fico, que nunca foi captado por imagens "vistas de cima". Ale´m do registro cinematogra´fico realizado com imagens de toda extensão do Rio Madeira, com seus afluentes e localidades existentes visto de cima, o projeto VOANDO SOBRE A AMAZÔNIA: RIO MADEIRA tera´ como produto secunda´rio a confecça~o de livro de fotografias que registrara´ as populaço~es locais e sua relaça~o com as localidades em que vivem, o dia a dia e sua relação do o Madeira. Dessa forma, justifica-se a propositura do presente projeto pela importância e imediato registro da biodiversidade e das populaço~es que vivem no entorno do Rio MADEIRA. A proposta VOANDO SOBRE A AMAZÔNIA: RIO MADEIRA atende aos princípios estabelecidos quanto ao conceito de projeto cultural, compreendendo o conjunto de atividades interrelacionadas e coordenadas para alcançar objetivos específicos, que no caso em tela, são as seguintes: Produção independente audiovisual de região desconhecida do grande público brasileiro, o qual envolverá personagens que contarão histórias a partir de realidades diversas das conhecidas; junto ao produto principal (vídeo) estabelece um instrumento de comunicação e expressão social e cultural, com poder de influenciar decisões, pessoas, entre muitas coisas. O referido produto cultural ainda auxilia na ampliação da percepção dos participantes sobre sua realidade e do desenvolvimento da linguagem visual, proporcionando a comunidade o contato da com a imagem e com sua própria cultura.

Estratégia de execução

produtos 100% GRATUITOS CONTRAPARTIDA SOCIAL Com intuito de atender o art. 22 da IN 02, de 23 de abril de 2019, será ministrada como CONTRAPARTIDA SOCIAL, OFICINA DE PINHOLE. A oficina será realizada junto a duas escolas públicas, em Manaus (AM), no período de filmagens do Media Metragem, com a participação de alunos do ensino fundamental, na faixa etária dos 12 a 14 anos. O passaporte para esse mundo mágico será técnica de animação, conhecida como Pixilation, a ser aplicada por oficineiros e assistentes. Cinema, em qualquer formato, possui uma dimensão inexplicável, feita de sonho. Tanto para quem faz como para quem vê. E para crianças que já se encantaram com filmes de animação que foram sucesso de bilheteria mundo afora, produzir o seu próprio filme sempre parece sonho impossível de ser alcançado. A partir da Oficina será gerado dois curtas de animação realizado pelos alunos que realizarão a oficina. DETALHES DA OFICINA OFICINA DE PINHOLE (ATIVIDADE SÓCIO-EDUCATIVA – CONTRAPARTIDA SOCIAL) Será realizada a oficina de Pinhole, como atividade sócio-educativa do Projeto VOANDO SOBRE A AMAZÔNIA: RIO MADEIRA, que será acompanhada por equipe técnica preparada para o desenvolvido do respectivo trabalho e realizado em duas (02) escolas públicas na cidade de Manaus (AM). A oficina se propõe a promover um mergulho nos primórdios da fotografia, utilizando a técnica da fotografia Pinhole, também conhecida como estenopéica. Esta técnica faz uso da câmera escura, fenômeno ótico conhecido há cerca de 3000 anos pela humanidade. A oficina começa com um histórico da fotografia no século XIX, e a seguir concentra-se na prática com a manufatura de artefatos artesanais óticos e fotográficos, culminando com a pós-produção das imagens. 1. Fotografia na Escola: Ver e Refletir – Poesia, Simbólico e Realidade - projeção de imagens fotográficas e filmes (animações e utilização de material didático); 2. Fotografia na Escola: Fazer (Oficina de Fotografia em Pinhole); ETAPAS DA OFICINA: 1º Dia: Introdução/História da Fotografia/Porque fotografar? Como fazer fotografias? Expositiva com projeção de imagens. O princípio ótico da câmara escura: Origens, representações gráficas através dos tempos; Seu uso como acessório na pintura em acessórios pelos pintores clássicos; Descoberta da fotografia no século XIX; as primeiras imagens, personagens importantes no processo; o uso do princípio da câmara escura nas "pinholes"; 2º Dia: Os visores pinhole artesanais; demonstração e construção; A foto na lata - como funciona, como construir; fundamentos básicos; Adaptação de câmeras comuns como pinhole; pinhole estereoscópica; exemplos; construção de latas fotográficas pelos alunos (exercício); 3º Dia: Prática de foto pinhole; alunos fotografam e revelam posteriormente no próprio local; orientações sobre a dinâmica pinhole, as características próprias, claro/escuro, campo de visão, enquadramentos, áreas de sombra. Edição e Finalização das imagens (exercício). Público alvo: estudantes de escolas públicas do ensino fundamental (pré-adolescentes com faixa etária de 10 a 14 anos). CARGA HORARIA: 24 horas/aula. OFICINA/PINHOLE: Bete Bullara - Formada em Cinema pela Universidade Federal Fluminense. Jornalista e fotógrafa. Faz parte da equipe do CINEDUC desde 1975, onde participou de cursos para crianças e adolescentes, treinamento de professores, mesas redondas e palestras, tanto no Brasil como no exterior. Preparou materiais didáticos, tanto teóricos como de exercícios. Atualmente é Secretária Executiva da entidade. Seus últimos trabalhos foram oficinas de Linguagem Cinematográfica e de Linguagem Fotográfica no Museu de Imagem e do Som em Campo Grande (MS); Oficina de Linguagem Cinematográfica na Mostra Cine Conquista (BA) (2009 e 2010) e no Projeto Cineducando, na Caixa Cultural. Realizou 67 oficinas para professores e para jovens em 16 estados brasileiros para o SESC Nacional; curso de Imagem e Educação em sistema de vídeo-conferência em circuito nacional para o SESC; curso de professores para a Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro; curso para professores no Festival Nueva Mirada, em Buenos Aires; oficina de leitura de imagens para jovens de vários países no Fórum dos Adolescentes da 4ª Cúpula Mundial de Mídia para Crianças e Adolescentes; oficinas nas Mostras de Cinema de Tiradentes nos 8 últimos anos consecutivos, nas 2ª a 5ª Mostras de Cinema de Ouro Preto, na 1ª a 4ª Mostras de Cinema de Belo Horizonte e nas 32ª, 33ª e 35ª edições do Festival de Gramado. Curadoria da Mostra Geração do Festival Internacional do Rio 2008, 2009 e 2010, onde também coordenou a produção.

Especificação técnica

VOANDO SOBRE A AMAZÔNIA: RIO MADEIRA (PRODUTO PRINCIPAL) Conteúdo audiovisual documentário de 26 min, filmado em alta definicao, atraves de imagens aéreas/DRONE, com formato de finalização/resolução HD. LIVRO DE FOTOGRAFIA (PRODUTO SECUNDÁRIO) CONTEÚDO: o livro de Fotografia proposto como produto secundário, nos revelará a extensão do território entre o Rio Mamoré (Guajara-Mirim) até o Rio Madeira na cidade de Porto Velho (RO), onde a partir do Rio Madeira foi construída a lendária Estrada de Ferro Madeira Mamoré (EFMM). O livro pretende retratar, em imagens, a localidade que representa o percurso ocupado da Estrada de Ferro Madeira Mamoré (EFMM), na atualidade, incluindo os Distritos de Porto Velho e sua relação fluvial. FICHA TÉCNICA DA IMPRESSÃO DO LIVRO DE FOTOGRAFIA Os textos explicativos do Livro serão em português. Tipo: LIVRO CAPA DURA Paginas :200 Formato Fechado: 215x255 Formato Aberto: 430x255 Especificações: REVESTIMENTO (4pags): Form.Fechado 215x255mm, Form.Aberto 430x255mm, Couche Fosco** 170grs a 4x0 cores Prova A2; Termolaminação Fosca 1x0; GUARDA_1E2 (8pags): Form.Fechado 215x255mm, Form.Aberto 430x255mm, Couche Fosco** 170grs a 4x0 cores Prova A2; Termolaminação Fosca 1x0; Vinco; Dobra paralela; MEIO (4pags) : Form.Fechado 215x255mm, Form.Aberto 430x255mm, Papelão No 12 1780grs a 0x0 cores CAD_1E13 (32pags) : Form.Fechado 215x255mm, Form.Aberto 430x255mm, Couche Fosco** 150grs a 4x4 cores + VERNIZ BA frente/verso Prova A2; Dobra Cruzada; CAD_2A11 (160pags): Form.Fechado 215x255mm, Form.Aberto 430x255mm, Couche Fosco** 150grs a 4x4 cores + VERNIZ BA frente/verso Prova A2; Dobra Cruzada; CAD_12 (8pags) : Form.Fechado 215x255mm, Form.Aberto 430x255mm, Couche Fosco** 150grs a 4x4 cores + VERNIZ BA frente/verso Prova A2; Dobra Cruzada; Acabamento Geral: Capa Dura; Alcear; Costura; Lombada quadrada - hot mel

Acessibilidade

PRODUTO PRINCIPAL: VÍDEO Quanto a acessibilidade será observado rigorosamente o cumprimento da Lei 13.146 de 06/07/2015, que disciplina a assegurar e promover o exercício dos direitos e das liberdades fundamentais por pessoa com deficiência, e para tanto adotará as medidas necessárias a audiodescrição, legendagem descritiva e Língua Brasileira de Sinais. Dessa forma está previsto junto a planilha orçamentária os custos do respectivo trabalho.S erá ainda observada a busca no atendimento da Lei n. 13.146/2015 e Decreto n. 9.404, de 2018, os quais disciplinam a assegurar e promover o exercício dos direitos e das liberdades fundamentais por pessoa com deficiência, e para tanto adotará as medidas necessárias a áudio descrição, legendagem descritiva e Língua Brasileira de Sinais, em especial, quanto ao produto secundário (vídeo). Dessa forma está previsto junto a planilha orçamentária os custos do respectivo trabalho. PRODUTO SECUNDÁRIO: LIVRO DE FOTOGRAFIA O livro de Fotografia terá uma versão em formato Audiolivro/audiobook, narrado em voz alta, com profissional qualificado, dentro de um estúdio de gravação, onde se primará pela qualidade da narração. Será ainda colocado efeitos sonoros para criar uma ambientação no áudio. O audiobook será ainda disponibilizado em versão de plataforma digital, na forma gratuita, onde poderá ser realizado o download, com licença pública livre disponível. O formato do áudiobook observará ainda, as normas internacionalmente utilizadas, para o formato Mp4. Além das medidas a serem observadas junto ao audiobook, a fonte e letras dos textos inseridos junto ao livro, terão visibilidade adequada para aqueles com parcial deficiência visual. Ambos os produtos (VÍDEO e LIVRO DE FOTOGRAFIA) serão inteiramente GRATUITOS e distribuídos junto a instituições publicas, como bibliotecas, escolas, comunidades visitadas, dentre outros. Será ainda observada a busca no atendimento da Lei n. 13.146/2015 e Decreto n. 9.404, de 2018, os quais disciplinam a assegurar e promover o exercício dos direitos e das liberdades fundamentais por pessoa com deficiência, e para tanto adotará as medidas necessárias a áudio descrição, legendagem descritiva e Língua Brasileira de Sinais, em especial, quanto ao produto secundário (vídeo). Dessa forma está previsto junto a planilha orçamentária os custos do respectivo trabalho. PRODUTO SECUNDÁRIO (CONTRAPARTIDA SOCIAL) OFICINA DE PINHOLE - Com intuito de atender o art. 22 da IN 02, de 23 de abril de 2019, será ministrada como CONTRAPARTIDA SOCIAL, OFICINA DE PINHOLE. A oficina será realizada junto a duas escolas públicas, na cidade de Manaus/AM, no período de filmagens do Media Metragem, com a participação de alunos do ensino fundamental, na faixa etária dos 12 a 14 anos. O passaporte para esse mundo mágico será realizado através de celulares, a ser aplicada por oficineiros e assistentes. Cinema, em qualquer formato, possui uma dimensão inexplicável, feita de sonho. Tanto para quem faz como para quem vê. E para crianças que já se encantaram com filmes diversos que foram sucesso de bilheteria mundo afora, produzir o seu próprio filme e através de celulares sempre parece sonho impossível de ser alcançado.

Democratização do acesso

O vídeo VOANDO SOBRE A AMAZÔNIA: RIO MADEIRA (produto principal) e o Livro de Fotografia (produto secundário), serão distribuídos GRATUITAMENTE para escolas públicas, bibliotecas, pontos de cultura, pesquisadores e educadores. Além da distribuição gratuita, ambos os produtos serão inseridos em plataforma web, visando a ampliação, em todo o território nacional, do conteúdo da referida produção. O vídeo VOANDO SOBRE A AMAZÔNIA: RIO MADEIRA (produto principal), terá a tiragem de 1.000 (mil) cópias a serem distribuídas conforme informação acima, bem como, será disponibilizado na plataforma Youtube. Quanto ao produto secundário, Livro de Fotografia, o mesmo terá a impressão de 1.000 (mil) exemplares, e disponibilizado na plataforma Issuu.com. Serão observadas os limites estabelecidos junto a IN 02, 23 de abril 2019, quanto a patrocinadores e os produtos serão beneficiados com 100% de gratuidade. CONTRAPARTIDA SOCIAL Com intuito de atender o art. 22 da IN 02, de 23 de abril de 2019, será ministrada como CONTRAPARTIDA SOCIAL, OFICINA DE PINHOLE. A oficina será realizada junto a duas escolas públicas, em Manaus, no período de filmagens do Media Metragem, com a participação de alunos do ensino fundamental, na faixa etária dos 12 a 14 anos. O passaporte para esse mundo mágico será realizado através de celulares, a ser aplicada por oficineiros e assistentes. Cinema, em qualquer formato, possui uma dimensão inexplicável, feita de sonho. Tanto para quem faz como para quem vê. E para crianças que já se encantaram com filmes diversos que foram sucesso de bilheteria mundo afora, produzir o seu próprio filme e através de celulares sempre parece sonho impossível de ser alcançado.

Ficha técnica

Coordenação Geral: JOSÉ JURANDIR DA COSTA - Cineasta, Diretor e Produtor de Vídeo e Cinema, Publicitário, Curador e Coordenador Geral do CINEAMAZÔNIA – Festival Latino Americano de Cinema Ambiental. FORMAÇÃO ACADÊMICA 2002-2005 – Publicidade e Propaganda Uniron – Faculdade Interamericana de Porto Velho/ FORMAÇÃO COMPLEMENTAR: 2017 – Curso O Processo Criativo na Realização Audiovisual Com Tizuka Yamasaki. Escola de Cinema Darcy Ribeiro (Rio de Janeiro); 2017 – Curso Desenho de Som – A Narrativa Sonora e a Música dos Ruídos Com Ricardo Mansur. Escola de Cinema Darcy Ribeiro (Rio de Janeiro); 2017 – Curso Cinema Auto-Referencial com Basel Ramsis Escola Internacional de Cinema e TV de Cuba; 2014 - Patrocínio, Marca e Reputação CEMEC – Cultura e Mercado SP; 1997 - Curso de Diretor de Fotografia e Montagem AICTV – Academia Internacional de Cinema Produção: FERNANDA KOPANAKIS - Produtora Executiva Espaço Vídeo LTDA, Diretora Associação Mapinguari, Produtora e Diretora do CINEAMAZÔNIA – Itinerante (2008 a 2018); em 2011 realizou o trabalho de produção executiva do Livro de Fotografia “Viagem de Cores e Sonhos; FORMAÇÃO ACADÊMICA - Doutora em Planejamento Urbano e Regional IPPUR/UFRJ, Mestrado em Direito UFMG. Graduação em Direito – UNIR. Produção do Texto (produto secundário): CARLOS MOREIRA - publicou “Evangelho Segundo Ninguém” e “Duas Palavras” pela Edufro, “Tetralogia do Nada” pelo Clube dos Autores, “Cardume”, pela Editora Valer e “Corpo Aberto” pela Editora Patuá. Publicou também “Viagem de Cores e Sonhos”, comemorando uma década de Festcineamazônia. Teve poemas seus publicados nas Revista Ciência e Cultura, da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), Revista Germina, Revista Expressões, Revista Blecaute, Mallarmargens e Alagoas. É autor de roteiros poéticos para filmes com Jurandir Costa e Fernanda Kopanakis, entre eles “Quilombagem”. Esteve à frente do grupo Klan de performance poética e dos grupos musicais Odisseia e Caixa de Silêncio, em parceria com Gláucio Giordanni. É parceiro também dos músicos Júlio Rangel e André Maria, de Pernambuco, no projeto Idílio Moderno. Sobre seu livro “Cardume”, Affonso Romano de Santanna escreveu: “Carlos, sua poesia é enxuta, e se é cardume, é um cardume ordenado, que faz aqueles balés aquáticos com graça e elegância. Os poemas, me parece, podem ser lidos ad libidum, na ordem que a pessoa quiser: o cardume não tem centro, parece os Três /Quatro mosqueteiros: todos por um, um por todos”. Recentemente, foi entrevistado em pleno Rio Amazonas por Claufe Rodrigues, para o programa Globo News Literatura. Foi um dos finalistas do Prêmio Quem Acontece de Literatura 2013. Criou, em parceria com Marcos Aurélio Marques, o FLAMA, Festival de Literatura da Amazônia. Carlos Moreira nasceu em João Pessoa, em 1974. Pesquisa: (produto secundário): MARCO ANTÔNIO DOMIGUES TEIXEIRA - Possui graduação em História pela Univeridade Federal do Pará (1982), mestrado em História pela Universidade Federal de Pernambuco (1997) e doutorado em Ciências Desenvolvimento Socioambiental pela Universidade Federral do Pará (2004). Atualmente é professor do Departamento de História da Universidade Federal de Rondônia/UNIR. Tem experiência na área de História, com ênfase em História da Amazônia, atuando principalmente nos seguintes temas: Remanescentes de Quilombo do Vale do Guaporé, Populações Afro-Amazônicas, Cidadania, Diversidade Etno-Racial Ações Afirmativas, Religiosidade, cultos Afro-Amazônicos, Gênero e Sexualidade, História Regional, Identidade Social, Cultura e Televisão, Cultura Popular, História. OFICINA/PINHOLE: Bete Bullara - Formada em Cinema pela Universidade Federal Fluminense. Jornalista e fotógrafa. Faz parte da equipe do CINEDUC desde 1975, onde participou de cursos para crianças e adolescentes, treinamento de professores, mesas redondas e palestras, tanto no Brasil como no exterior. Preparou materiais didáticos, tanto teóricos como de exercícios. Atualmente é Secretária Executiva da entidade. Seus últimos trabalhos foram oficinas de Linguagem Cinematográfica e de Linguagem Fotográfica no Museu de Imagem e do Som em Campo Grande (MS); Oficina de Linguagem Cinematográfica na Mostra Cine Conquista (BA) (2009 e 2010) e no Projeto Cineducando, na Caixa Cultural. Realizou 67 oficinas para professores e para jovens em 16 estados brasileiros para o SESC Nacional; curso de Imagem e Educação em sistema de vídeo-conferência em circuito nacional para o SESC; curso de professores para a Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro; curso para professores no Festival Nueva Mirada, em Buenos Aires; oficina de leitura de imagens para jovens de vários países no Fórum dos Adolescentes da 4ª Cúpula Mundial de Mídia para Crianças e Adolescentes; oficinas nas Mostras de Cinema de Tiradentes nos 8 últimos anos consecutivos, nas 2ª a 5ª Mostras de Cinema de Ouro Preto, na 1ª a 4ª Mostras de Cinema de Belo Horizonte e nas 32ª, 33ª e 35ª edições do Festival de Gramado. Curadoria da Mostra Geração do Festival Internacional do Rio 2008, 2009 e 2010, onde também coordenou a produção.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.

Porto Velho Rondônia