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PRONAC 190803Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Elis Bohrer em Ourvir

Elis Bohrer
Solicitado
R$ 152,7 mil
Aprovado
R$ 152,7 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação Música Popular Cantada
Enquadramento
Artigo 26
Tipologia
Projetos normais
Ano
19

Localização e período

UF principal
SP
Município
São José do Rio Preto
Início
2019-06-04
Término
2022-12-31
Locais de realização (4)
Catanduva São PauloRibeirão Preto São PauloSão José do Rio Preto São PauloSão Paulo São Paulo

Resumo

Gravação de um EP (extended play) com circulação dos shows de lançamento no interior de São Paulo e na capital do estado, além de uma contrapartida formativa constituída por oficinas de iniciação musical para alunos da rede pública de ensino.

Sinopse

O projeto Ouvir, novo trabalho da cantora e compositora mineira Elis Bohrer, é um EP com seis faixas que fazem brotar no coração das pessoas o anseio de ouvir música. fugindo do crescente apelo visual até mesmo da industria musical, este projeto foca na apreciação, no contato audível e na notória existência dos sons. Cercado por uma grande expectativa de estimular essencialmente uma série de sentimentos envolvidos. A esperança é que se entenda através das canções algo mais: amor, respeito, altruísmo e esperança. Elis acredita que a música tem o poder de transformar a sociedade em que vivemos em um mundo melhor para geração vindoura, acumulando bagagens que somatizarão para um futuro onde as pessoas conseguirão se respeitar umas as outras, independente das diferenças.

Objetivos

O objetivo geral deste projeto é a gravação do álbum Ouvir da artista Elis Bohrer no formato EP (extended play) com 6 faixas e a posterior realização de quatro shows em circulação pelo estado de São Paulo. O projeto procura promover uma viagem musical com mescla de ritmos brasileiros com a World Music ( Música do Mundo), fazendo refletir sobre o aspecto que para a música não existe fronteira. Objetivos específicos: Gravação de EP Ouvir com 6 faixas gravadas em estúdio e tem como objetivo específico incentivar as pessoas a ouvirem e apreciarem a música na sua essência. O projeto pretende alcançar o público alvo e difundir-se prezando a democratização do acesso a partir da venda de 50% do material (500 cópias) a preços populares (R$10) e o restante distribuidos gratuitamente atendendo as exigências da IN, além de sua disponibilização em plataformas digitais de streaming. Circulação com os 4 shows de lançamento realizados também buscando a democratização, disponibilizando acesso gratuito ao público. Os shows acontecerão nas cidades de São Paulo, São José do Rio Preto, Ribeirão Preto e Catanduva. Realização de duas oficinas de iniciação musical para alunos da rede pública de ensino em São José do Rio Preto como contrapartida atendendo o total de 500 pessoas.

Justificativa

A Lei de Incentivo à Cultura é uma importante ferramenta para o fomento à cultura nacional, sendo assim, a artista Elis Bohrer pleiteia recursos de incentivo fiscal para a produção de seu novo álbum incluindo todo o processo, da gravação ao lançamento. O projeto é importante para a promoção da diversidade de gêneros e estilos na música nacional, proporcionando espaço para a expansão da artista em um cenário maior, estando, assim, de acordo especialmente com os incisos I, III e IX do Art. 1o da lei 8313/91 (contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; priorizar o produto cultural originário do País). Esta proposta está contemplada no Art 3o da lei 8313/91 Inciso II a, que estabelece o papel da lei como incentivadora no fomento à produção cultural e artística, mediante produção de discos, vídeos, filmes e outras formas de reprodução fonovideográfica de caráter cultural. Por fim, o projeto é marcado pela forte preocupação de contrapartida social, uma vez que são utilizados recursos a públicos, sendo assim, esta proposta também se destina a promover acessibilidade e democratização dos resultados à população em geral e oferecer uma oficina de iniciação musical para alunos da rede pública de ensino.

Especificação técnica

O disco contará com 6 faixas (24 minutos) gravadas em CD prensado-injetado prata com silk manuseado no box acrílico transparente com encarte 12X24 3 lâminas (12 páginas) papel couché 150gr, fundo de caixa 12X15 com plastificação. Os shows terão duração de 90 minutos, indicação classificativa para maiores de 16 anos.

Acessibilidade

Apresentações musicais: Todos os locais dos shows do projeto serão escolhidos e operados visando a acessibilidade para pessoas portadoras de necessidades especiais, o que inclui banheiros, rampas e demais necessidades. As apresentações também contarão com áudio-descrição do palco no início e no final dos shows para deficientes visuais. Oficina de Iniciação Musical: Se houver algum aluno com deficiência auditiva no público, a aula contará com uma intérprete de libras. O local escolhido para a atividade levará em conta a acessibilidade de pessoas com deficiência física ou mobilidade reduzida. * O projeto também conta com a participação de um músico deficiente visual, o baterista Rogério Pinheiro.

Democratização do acesso

Como medida de democratização do acesso, conforme inciso I do artigo 21 da IN 02/2019, o projeto prevê a doação de 200 CDs físicos (excetuando os previstos no art 20 da mesma IN) à Escola Municipal Olga Mallouk Lopes da Silva para distribuição gratuita entre os alunos. As apresentações em um formato circulação pelo estado de São Paulo, contemplando, além da capital, as cidades de São José do Rio Preto, Ribeirão Preto e Catanduva terão sempre entrada gratuita a todo o público com registros disponibilizados gratuitamente na internet, bem como a oficina de iniciação musical, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22, conforme conforme § 3º do art. 21. Também será permitida a captação de imagens das atividades e das apresentações com autorização para veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias, conforme § 4º do art. 21. Também atendendo ao Inciso 7 do art. 21 da IN 02/2019, o projeto prevê a realização de ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil por meio das oficinas de iniciação musical para crianças da rede pública de ensino em São José de Rio Preto. A escola escolhida para esta atividade é a Escola Municipal Olga Mallouk Lopes da Silva. Esta ação contemplará um total de 500 crianças do ensino fundamental, atendendo a necessidade especificada do público alcançado pelo projeto presente na instrução normativa.

Ficha técnica

Elis Bohrer (compositora, intérprete) Interprete e compositora, Elis Bohrer é ícone do Carnaval Cultural de Ouro Preto/MG, sua cidade natal.Já se apresentou no Sesc Rio Preto por diversas vezes, inclusive no Festival Sesc Jazz in Blues, também no Sesc Presidente Prudente. Teve três músicas autorais classificadas no FEM (Festival Estadual de Música), onde realizou apresentações no Teatro Municipal Humberto Sinibaldi Neto,em Rio Preto. Classificou duas músicas autorais no Prêmio de Música Mineira, realizado em Belo Horizonte/MG. Realiza quase que anualmente apresentações no Largo da Alegria durante o Carnaval Cultural de Ouro Preto/MG. Elis leciona canto lírico, popular e improviso. Suas maiores influências vocais são, Billie Holiday, Ray Charles, Elza Soares e Alcione. Com letras e músicas de sonoridade marcante e timbre único, a cantora se destaca por mesclar o contemporâneo ao retrô, sem deixar de lado a consciência social e política, latentes em suas composições. Rogerio de Oliveira Pinheiro (baterista) Formado pela Drum Institute em Percussão e Bateria. Baterista no grupo Confusion Factory – 1990; no Coral e orquestra Renascer 1991; no grupo Vencedores por Cristo- 1991 a 1993; do cantor Edson D´almeida - 1994 a 1996; no grupo Carpe Dien – 1997; da Banda Municipal Sinfônica de São José de Rio Preto – 1999 a 2001; da Banda Millenium – 2003 a 2008; do grupo Maracangalha – 2006 a 2009; do grupo baião de três – 2009 a 2011; no grupo Brazilian Soul – 2010 a 2012; do cantor Nei Candido – 1997 a 2017; cantor Luis Dilah 2008 a 2015; da cantora Nany Zac – 2007 a 2009; do cantor André Madi – 2010 a 2016; do cantor Moacir Franco – 1995; Professor de música no Conservatório M7 – 1993 e 1994; no Conservatório Etelvina Ramos – 1998; no Projeto Social Cisne – 2012; Produção do CD do cantor Marcelo Zyon – 2017; Produtor musical, arranjador e músico pelo estúdio AudioGrav – 2010 a 2017; Baterista e palestrante no projeto "É Coisa Nossa" da banda Sonho Ótuco - Vencedor do Prêmio Nelson Seixas 2018, na categoria música circulação ( projeto aprovado no PROAC em fase de captação de recurso) - 2018/2019; Acompanha a cantora Elis Bohrer - 2015/2019 e é baterista no grupo instrumental " Anonymus Band" - 2018/2019. Shiderley Junior (Guitarra) Natural de Osasco/SP, o multi-instrumentista Shiderley Junior iniciou sua carreira na música aos 4 ans de idade, filho de músico, desde novo ele se descobriu na arte, seu dom foi aprimorado desde então. Junior somatiza quatro CDs autorais gravados: Renascer, Sentido de Tudo, Êmith e Fácil. Também desenvolve a atividades como Professor de Música desde 1994 nos cursos: Iniciação Musical, Música Popular, Violão, Guitarra, Baixo, percussão e voz. Cláudio Junbass ( Contra-baixo); Músic contrabaixista há 20 anos, é discente do curso de Educação Musical da UFSCAR (Universidade Federal de São Carlos), atuou como educador entre 2011 e 2015 no projeto Guri em São José do Rio Preto e, desde 2010, no Conservatório Musical Etelvina Ramos Viana. Tem passagem por várias bandas como a Sunshine, Uns e Outros (Andradina), Tema Livre, Oxigênio (São José do Rio preto), Grupo Sambalada, Seu Moço e Sambavip . Em 2013 participou da gravação do DVD da dupla Vitor e Gustavo. Entre 2013 e 2015 tocou com a dupla Maycon e Renato e no projeto Varal de Renda, com o cantor Renato Honorato. Atualmente é contrabaixista do grupo Raizeiros. Eder Nicolau (Teclado); Rogerio Pinheiro (bateria); Djair Rodolff ( Trombone) Brunner Guimarães - Violeta Bélica (produtor) Formado em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal de Uberlândia - UFU (2010 - 2014) com graduação sanduíche em Ciências da Comunicação com habilitação em Assessoria de Comunicação e Imprensa pela Universidade do Porto em Portugal (2012-2013). Cursa atualmente pós-graduação em Estudos Culturais em nível de mestrado pela Universidade de São Paulo - USP (2017 - ) e atua como produtor cultural na cidade de São Paulo. Atuou junto às instituições culturais Casa da Música em Portugal (2012 - 2013), fundou a agência de comunicação e produção cultural Agência Livre na cidade do Rio de Janeiro em 2014, assumiu a produção cultural da cia teatral Pessoal do Faroeste em São Paulo (2016 - 2018) e fundou em 2018 a produtora Violeta Bélica com a qual também tem trabalhado com instituições como Paço das Artes e Estúdio Lâmina, na capital paulista. Técnicos Assistente de Palco: Nilson Vendrusculo Técnico de som: Hélio Oliveira Fotografia: Ilze Ferreira Estilista : Walerio Araújo Cabelo e Maquiagem: Marina Barbosa Ministrante oficina de iniciação musical: Elis Bohrer

Providência

PROJETO ARQUIVADO.