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Realizar a 9ª edição da Flica, evento literário mais importante da Bahia, seja pelo critério de variedade da programação, seja pelo critério de público presente, seja pelo critério de repercussão. O projeto, com programação completamente gratuita e projeção nacional, incentiva a leitura e aproxima o público baiano de quem faz literatura aqui e no mundo; promove o encontro de autores internacionais, nacionais e locais em mesas temáticas, com programação principal, juvenil e infantil, além de programação artística, envolvendo manifestações culturais, espetáculos, performances e ações educacionais.
Não se aplica.
Objetivo Geral Realizar a 9ª edição da Festa Literária Internacional de Cachoeira - Flica, evento destacado no calendário cultural da Bahia, que vem atraindo mais e mais público e repercussão ano a ano. Reunir, na cidade histórica de Cachoeira, autores voltados aos públicos infantil, juvenil e adulto, autores baianos, brasileiros de outros estados e estrangeiros, juntamente com artistas de outras expressões, por quatro dias, interagindo com os visitantes em mesas temáticas, espetáculos e performances. Registrar em áudio e vídeo todos os debates e apresentações das programações principais (mesas literárias adultas, Fliquinha e Geração Flica). Objetivos Específicos - Realizar, no espaço do claustro do Convento da Ordem Terceira do Carmo de Cachoeira, climatizado, com capacidade para 300 espectadores sentados, 10 (dez) mesas de debates com um a três autores e um mediador, de uma hora e meia a duas horas de duração cada, com programação voltada ao público adulto (porém aberta e apropriada ao público juvenil), sendo duas no primeiro dia do evento, três no segundo dia do evento, quatro no terceiro dia do evento, e uma no último dia do evento, todas com acesso gratuito. O espaço contará com uma extensão, ao lado: a igreja da Ordem Primeira do Carmo de Cachoeira, com capacidade para 400 espectadores sentados, acompanhando as mesas de debates por um telão. - Realizar, no Cine-Theatro Cachoeirano, em Cachoeira, com capacidade para 200 espectadores sentados, a Fliquinha, com 22 (vinte e duas) sessões de espetáculos, contações de histórias, debates (autor e mediador) e apresentações literárias na programação de literatura infantil. As sessões estão especificadas nesta proposta, distribuídas ao longo dos quatro dias de evento. - Realizar, no Espaço Cultural da Fundação Hansen Bahia, em Cachoeira, com capacidade para 250 espectadores, a Geração Flica, com 09 (nove) atrações diversas, bate-papos com autores literários, três sessões em três dias do evento (de quinta a sábado). - Realizar, na Praça da Aclamação e proximidades, em Cachoeira, programação denominada Intervenções Artísticas, com 12 atrações, entre apresentações musicais, teatro, dança, performances e folclore, sendo quatro atrações em cada um dos primeiro, segundo e terceiro dias do evento. - Realizar, durante a segunda quinzena do mês de setembro e a primeira quinzena de outubro, com o protagonismo de duas autoras, professora/contadora de histórias e musicoterapeuta/mestre no brincar, eventos de formação nas escolas públicas de Cachoeira, público que será chamado a interagir nos eventos finais da Flica. - Dar visibilidade a autores e editoras, com espaço para editoras baianas e livraria para comercialização da produção literária e promoção da cadeia produtiva do livro, ambas no mesmo espaço, alocado na sede do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional _ Iphan em Cachoeira. - Fomentar a cadeia criativa do livro. - Garantir acesso gratuito e amplo a atrações literárias e culturais. - Dar visibilidade à cidade histórica de Cachoeira, com mais de 450 anos de trajetória urbana, dezenas de edificações tombadas pelo Iphan e rica variedade de manifestações e tradições culturais. - Apresentar uma programação de alta qualidade, correspondendo à expectativa gerada pela Flica, tendo em vista as oito edições anteriores coroadas de êxito e aprovação de público e crítica. - Promover, num espaço nobre, a literatura infantil, aproximando as crianças de contadores de histórias, escritores e criadores outros de ludicidade e interatividade. Encantar o público infantil com a já tão esperada programação da Fliquinha, marca associada ao melhor da literatura e das artes voltadas a esse público. - Propiciar debates e atividades, visando integrar literatura e educação pública. - Inovar, com uma programação exclusivamente voltada ao público juvenil (Geração Flica), que em geral não se interessa pela literatura infantil e tem suas próprias preferências, em grande parte diversas das do público adulto. - Promover a realização de apresentações, exposições e espetáculos de música, artes plásticas, poesia, performances e outras expressões do fazer artístico, em programação própria ou em colaboração com patrocinadores e parceiros. - Realizar intercâmbio entre autores baianos, nacionais e internacionais, transformando Cachoeira, por quatro dias, em interação permanente, nos espaços da Flica, nas ruas, nos bares, em todos os espaços, entre escritores de diversos matizes, população local e visitantes. - Promover ações de formação de leitores.
O primeiro livro escrito no Brasil, a primeira academia de escritores, o primeiro livro publicado, Vieira, Gregório, Castro Alves, Jorge Amado. Origem do samba, do Candomblé, criação e recriação de manifestações culturais impregnadas na alma baiana, impregnantes na alma brasileira e global. Bahia, sonora, escrita, manifestada em expressões e movimentos, Glauber, Carybé, Caymmi. Surgimento e ressurgimento nas artes, na arte literária de Adonias e Antônio Torres. Mas de onde vem a Bahia? Para onde vai a Bahia? Lá pelo século XVI, a Bahia ia e vinha de Cachoeira, ponto último da navegação costeira, ponto inicial das jornadas ao Brasil profundo, território a desvendar. Cá pelo século XXI, desde 2011, a Bahia vai a Cachoeira, ponto de encontro, desde muito antes, do samba, do Candomblé, de escritas, expressões e movimentos que sintetizam a Bahia navegante e a Bahia andante, profunda. Vai a Cachoeira para encontrar gentes de alhures, convidados a se fazer conhecer pelos baianos, a confraternizar com os locais e outros visitantes numa festa sobretudo literária, mas também ponto de encontro de manifestações e expressões culturais diversas. Vai à Flica, desde 2011, a síntese das influências do mundo sobre Cachoeira, sobre a Bahia, com as influências locais sobre o mundo. A Flica surgiu de diversas necessidades. A maior delas, sem dúvida, era a ausência de um evento literário de grande porte realizado por baianos. Era questão de honra para um estado tão literário, em muitos sentidos, preencher esse vazio. Sucesso. Ao longo das edições, outras necessidades surgiram, demandas de uma cadeia criativa da literatura e produtiva do livro, orgulho de uma cidade que se descobriu novamente no centro de ligação do estado todo, expectativas diversas de um público amplamente diverso e cada vez mais amplo. Necessidades costumam corresponder a dificuldades. Como atender a tantas e crescentes expectativas com recursos finitos e algumas vezes escassos? Patrocinadores foram se juntando, uns renovando a aposta naquele que se revelou o mais notável evento literário do estado, um dos mais notáveis do Brasil na área dos debates e expressões literárias, um dos mais notáveis da Bahia em todo seu calendário artístico e cultural. Outros nos deixaram, novos se agregaram, mas até aqui não conseguimos acessar patrocínios além do apoio de alguns parceiros, da via do incentivo fiscal estadual: o programa FAZCultura e, no ano passado, pela primeira vez, via incentivo fiscal federal (Rouanet), mas tendo captado pouco mais de 20% do valor autorizado para captação. A necessidade de crescer, de expandir, dado, entre outros, o fato de que a 8ª edição, em 2018, teve todas as atrações do evento lotadas, com muitos ficando de fora, faz-se mais imperiosa. Então a Flica dá um passo além, agregando um espaço e uma programação próprios para o público juvenil, tão fã do evento, porém contemplado até aqui aquém das necessidades. Por esse passo e para manter o território conquistado, conquista que inspirou o surgimento de diversas festas literárias novas no estado (Salvador, Mucugê, Barreiras, Jequié, entre outras cidades), a 9ª edição da Flica precisa captar mais patrocínios, pois é exclusivamente por eles que se mantém, posto que nunca ninguém pagou nada para acessar sua programação e isso será mantido. A Flica necessita captar via leis de incentivo federais, via o presente instrumento para o qual inscreve este projeto. E o faz afirmando que se enquadra em critérios legais objetivos, como se pode constatar a seguir. A Flica facilita o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais (inciso I do art. 1 da lei 8.313/1991), pois dá acesso gratuito a todas as atrações, sem distinções. A Flica promove e estimula a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais (inciso II do art. 1 da lei 8.313/1991), promovendo o diálogo entre autores locais, de um estado do Nordeste, de uma cidade do interior do Nordeste, e o público leitor, entre autores locais e autores dos grandes centros do país e estrangeiros. Ainda nesse ponto, nesse inciso, promove a produção das editoras baianas, dando-lhes visibilidade e a oportunidade de expor suas criações em um local com grande afluxo de público, grande seja pelo apelo turístico, seja pelo apelo histórico-cultural, seja pelo apelo literário. A Flica, ainda nesse ponto, nesse inciso, propicia a artistas e contadores de história locais, cachoeiranos e baianos, a oportunidade de se apresentar a um público amplo e variado. A Flica apoia, valoriza e difunde o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores (inciso III do art. 1º da lei 8.313/1991), ao dar voz a autores de poesias, de romances, de contos, a criadores literários, além de contadores de histórias, performistas e outros artistas, muitos deles exaltando a cultura local e suas ricas manifestações culturais. Por suas características, salvaguarda a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira (inciso V do art. 1º da lei 8.313/1991), por registrar em áudio e vídeo toda a programação principal, em seguida disponibilizada em meios públicos, o processo de criação do artista literário traduzido pelo próprio artista literário na forma de sua participação no evento. A Flica, por suas características, desenvolve a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações (inciso VII do art. 1º da lei 8.313/1991), ao dar voz a criadores literários estrangeiros, pondo-os em contato com autores nacionais e com o público brasileiro, não apenas no evento, mas pela internet através do registro e difusão em áudio e vídeo. Por suas características, estimula a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória (inciso VIII do art. 1º da lei 8.313/1991), por seu foco na literatura, bem cultural de valor universal, formador e informador de conhecimento, cultura e memória sem par, dando voz e presença ao público de autores de todos os quadrantes. Ainda por suas características, prioriza o produto cultural originário do país (inciso IX do art. 1º da lei 8.313/1991), ao valorizar a edição brasileira de livros, tanto de autores nacionais quanto de internacionais presentes ao evento. Sessões de autógrafos e livraria, além das apresentações em si, são momentos de apoio significativo para o produto cultural livro originário do Brasil. A Flica, em linha com disposições do art. 3º da lei 8.313/1991, é uma ampla exposição de criação literária e artística, aberta ao público, com acesso gratuito a todos, garantindo o fomento à produção cultural e artística e o estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais. Assim, solicitamos o apoio da Secretaria Especial de Cultura do Ministério da Cidadania, via mecanismo de incentivo a projetos culturais, à 9ª edição da Festa Literária Internacional de Cachoeira-Flica.
Enquadramento legal A 9ª Edição da Festa Literária Internacional de Cachoeira-Flica se enquadra nos seguintes incisos do art. 1º da lei 8313/1991: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. As finalidades do art. 3º da lei 8313/1991 contempladas pelo presente projeto: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: c) ações não previstas nos incisos anteriores e consideradas relevantes pelo Secretário Especial de Cultura, consultada a Comissão Nacional de Apoio à Cultura. Nas edições anteriores do evento, participaram 31 autores internacionais, entre eles Meg Cabot, Patricia Hill Collins, Matéi Visniec, Javier Moro, Sylvia Day, Gonçalo M. Tavares, Helon Habila, e Juan Gabriel Vásquez; 73 autores nacionais não locais, entre eles Ana Maria Machado, Martha Medeiros, Cristovão Tezza, Laurentino Gomes, Martha Medeiros, Antonio Prata, Paula Pimenta e Nelson Ascher; e 85 locais, entre eles Antonio Torres, Hélio Pólvora, Ruy Espinheira Filho, Állex Leila, Mayrant Gallo, Mãe Stella de Oxóssi, Capinam e João José Reis. Impacto Ambiental A programação Flica contempla cinco ambientes com características particulares. Cada um deles com características distintas em relação ao impacto ambiental: 1. Claustro da Ordem Terceira do Carmo e Igreja da Ordem Primeira do Carmo. Patrimônio Arquitetônico tombado pelo Iphan, não sofre intervenção de monta por conta de regras estritas de utilização e preservação. Possui estrutura própria de banheiros, com esgoto escoando para a rede de coleta da Embasa, empresa responsável pelo tratamento integral dos resíduos líquidos gerados na cidade de Cachoeira. Lixo extra será recolhido por coletores espalhados pelo ambiente, corredores de acesso e arredores, sendo entregue à coleta da prefeitura municipal. 2. Cine-Theatro Cachoeirano. Igualmente tombado pelo Iphan, nas mesmas condições e providências adotadas para o Claustro da Ordem Terceira. 3. Centro Cultural da Fundação Hansen Bahia. Estrutura completa de banheiros próprios, regulares, e de coletores de lixo. Resíduos líquidos destinados à rede coletora da Embasa, empresa responsável pelo tratamento. Resíduos sólidos recolhidos pela estrutura de limpeza urbana e recolhimento de lixo da prefeitura municipal, que, por sua vez, cumpre os requisitos de adequada destinação do lixo. 4. Escadarias da Câmara. Nas escadarias, ficam apenas os grupos que se apresentam, sem impacto ambiental significativo a um prédio tombado pelo Iphan. Na Praça da Aclamação, em frente, são colocados banheiros químicos, com destinação adequada dos resíduos pela empresa responsável pela locação do equipamento. O serviço de varrição e coleta de lixo é reforçado pela prefeitura municipal para o evento. 5. Território Flica. Contíguo à Praça da Aclamação, recebe o mesmo tratamento descrito no item anterior. O material de divulgação afixado em postes e outros espaços públicos não estará sujeito à degradação durante a exposição e será recolhido e entregue à reciclagem tão logo o evento seja concluído.
Não se aplica.
Acessibilidade pessoas com deficiência visual - Todas as atividades contêm áudio. A programação adulta, em especial, é composta por mesas de debate em que o áudio dos autores/mediador é o principal atrativo. Nas mesas literárias em que houver estrangeiros entre os autores, é disponibilizado a todos, incluídos os deficientes visuais, fones de ouvidos com dois canais, tradução na língua estrangeira ou em português. - Um produtor em cada local-sede do evento acompanhará os deficientes visuais, fornecendo informações adicionais e os conduzindo até o local em que possam ficar sentados enquanto ouvem os debates e apresentações. Deficientes visuais terão prioridade para ocupar assentos nas plateias. Acessibilidade pessoas com deficiência física - O evento contará com cinco locais para a realização das programações, cada um deles com características próprias: 1. Igreja da Ordem Primeira do Carmo e Claustro da Ordem Terceira do Carmo: será colocada uma rampa de acesso em madeira apropriada para vencer o desnível entre o passeio público e o interior da igreja e outra rampa no mesmo material para vencer o pequeno desnível entre o piso mais extenso e o piso do altar-mor da igreja, que por sua vez dá acesso (plano) ao interior do Claustro. 2. Cine-Theatro Cachoeirano: será colocada uma rampa de acesso em madeira apropriada para vencer o pequeno desnível entre o hall de entrada e o interior do cine-teatro. 3. Centro Cultural da Fundação Hansen Bahia: acesso sem desnível ao interior do prédio. Atividades ocorrerão no pavimento térreo, que é plano. 4. Praça da Aclamação (posição do público para assistir espetáculos sediados nas escadarias da Câmara): praça pública sem necessidade de adaptação para pessoas com deficiência física. Há desníveis na praça, mas em forma de rampa, sem escadas, vãos ou degraus. 5. Território Flica: entorno da Praça da Aclamação. Mesma situação da Praça, sem necessidade de adaptação para pessoas com deficiência física. Todas as pessoas com deficiência têm prioridade para ocupar os assentos das primeiras fileiras das plateias sentadas e a frente das plateias em pé. Produtores em cada local-sede de evento auxiliarão as pessoas com deficiência física, indicando os melhores caminhos para se posicionarem à plateia e, eventualmente, os auxiliando na própria locomoção. Acessibilidade pessoas com deficiência auditiva - Todas as programações Flica, Fliquinha e Geração Flica contarão com intérprete em libras posicionado no palco ou ao lado do palco, em local visível a todos, de frente para a plateia.
A programação da Flica é disponível para todos os tipos de público (crianças, adolescentes, adultos e idosos) que desejarem participar do festival. Não há faixa etária específica ou renda estipulada, pois mesmo quando se anuncia programações “adulta”, “juvenil” ou “infantil”, é livre o acesso de público não pertencente à faixa etária mencionada no anúncio a cada espaço. Todas as atividades da Festa Literária Internacional de Cachoeira são gratuitas: Programação adulta (com autores de relevância internacional e nacional, de expressão midiática e de importância intelectual), Flica, Claustro da Ordem Terceira do Carmo e interior da Igreja da Ordem Primeira do Carmo - expectativa de 7.000 pessoas. Programação Infantil, Fliquinha, Cine-Theatro Cachoeirano – expectativa de 4.400 pessoas; Programação Juvenil, Geração Flica, Centro Cultural da Fundação Hansen Bahia - expectativa de 2.750 pessoas. Programação Intervenções Artísticas – expectativa de 25.000 pessoas. Programação de Formação – no mínimo, público de estudantes professores somando 1.000 pessoas. Programação parceiros (patrocinadores e apoiadores) – expectativa de 15.000 pessoas. O evento é realizado por uma empresa privada, não é de uma ONG ou empresa pública, e, ainda assim, todo ele é de graça – é um diferencial. Não há cobrança de ingressos. Há, porém, prioridade para visitação escolar de escolas públicas. Outras ações de Ampliação de Acesso (Art. 21 da IN nº 2/2019 do Ministério da Cidadania, de 23.04.2019): O evento cumpre as especificações dos incisos III, IV e VII do art. 21 da IN nº 2/2019 do Ministério da Cidadania, de 23.04.2019, tendo conteúdo da programação principal inteiramente gravado e disponibilizado na íntegra na internet; é permitida amplamente a captação de imagens e sua veiculação por qualquer meio; também como descrito na programação, haverá atrações para os públicos infantil e infanto-juvenil. Contrapartidas Sociais (art. 22 da IN nº 2/2019 do Ministério da Cidadania, de 23.04.2019). Em atendimento ao previsto no art. 22 da IN nº 2/2019 do Ministério da Cidadania, de 23.04.2019, serão realizadas ações formativas culturaisnas escolas públicas no município de Cachoeira-BA, durante a segunda quinzena de setembro e primeira quinzena de outubro do corrente ano, visando público de pelo menos 1.000 pessoas, todos eles professores ou estudantes da rede pública. As ações, com curadoria de Lília Gramacho, terão como protagonistas: - Renata Fernandes - autora - Emília Nunes - autora - Tânia Soares – professora e contadora de histórias, atividades que já realiza em diversas escolas da Bahia. - Mariana Caribé – musicoterapeuta, mestre no brincar, para fazer um trabalho de sensibilização musical como estímulo ao processo de imaginação. As protagonistas, juntamente com um produtor, realizarão nas escolas ações formativas culturais. As autoras divulgarão seus textos e as demais protagonistas, apresentações performáticas. Os alunos e professores serão estimulados então a preparar interações com as protagonistas para acontecer durante a programação do evento, de 24 a 27 de outubro de 2019. As formas de interação serão debatidas escola a escola com professores e estudantes, mas deverão incluir obrigatoriamente apresentação de textos dos estudantes sobre as obras das autoras. Alguns desses textos, selecionados, serão apresentados ao público geral durante a programação do evento. Os estudantes e professores contemplados pelas ações formativas culturais terão preferência de acesso aos locais que sediarão os eventos de 24 a 27 de outubro do corrente quando a programação incluir espaço para a interação entre os contemplados e as atrações dos eventos.
Emmanuel Mirdad (Coordenador Geral) - Remunerado Baiano de Salvador, de outubro de 1980, formado em Jornalismo pela Facom – UFBA, Emmanuel Mirdad é um dos criadores, donos da marca e coordenadores gerais da Flica (Festa Literária Internacional de Cachoeira). Foi curador de quatro edições da festa (de 2012 a 2014, em parceria, e 2016, sozinho). Sócio-diretor da produtora Cali, que realiza a Flica ao lado da produtora Icontent. Produtor cultural com 20 anos de carreira (começou em 1999), realizou diversos projetos com patrocínio público-privado, via FazCultura, como festivais, shows, premiações e gravações de álbuns, e foi sócio da produtora Putzgrillo Cultura (2008 a 2012). Começou a escrever poemas em 1996, contos em 2002, e em 2014, passou a ter uma rotina profissional na sua produção literária, com o cuidado com a palavra, coerência e precisão, e um hábito de leitura dos mestres e dos contemporâneos. Autor dos livros “O limbo dos clichês imperdoáveis — Todos os contos de Emmanuel Mirdad” (2018), reunindo os 60 contos que escreveu entre 2000 e 2018, e “Quem se habilita a colorir o vazio? — Todos os poemas de Emmanuel Mirdad” (2017), reunindo os 200 poemas que escreveu entre 1996 e 2017. É autor, também, das antologias de poemas “Ontem nada, amanhã silêncio” (2017) e “Yesterday, Nothing; Tomorrow, Silence” (2018), com tradução de Sabrina Gledhill, e do romance inédito “oroboro baobá” (2019) – finalista, em versões anteriores, do Prêmio Sesc de Literatura e Prêmio Cepe Nacional de Literatura, ambos em 2017. Compositor, possui mais de quarenta músicas gravadas, entre rock e reggae progressivo e psicodélico, blues, groove, pop rock e experimental, em inglês e português, e dez trabalhos lançados, entre EP’s e álbuns. Foi produtor fonográfico, artístico e executivo da banda de rock psicodélico progressivo The Orange Poem (2000 a 2014), cujo EP “Ancient” (2014), com a voz de Mateus Aleluia, atingiu a marca de 72 mil views no YouTube em 2019, sem nenhum impulsionamento ou divulgação. Marcus Ferreira (Coordenador Geral e Curador da programação Intervenções Artísticas) - Remunerado Natural de Cachoeira, Bahia, formado em Produção Cultural na UFBA, especializado na elaboração, formatação e execução de projetos culturais voltados às Leis de Incentivo, é sócio-diretor das produtoras Cali e Putzgrillo Cultura. Desde 2011, é coordenador geral dos projetos Flica (Festa Literária Internacional de Cachoeira), Recôncavo Jazz Festival e Santo Antônio Jazz Festival. Em 2011, foi coordenador geral do Festival Brainstorm. Em 2008 e 2010, foi o produtor executivo do Prêmio Bahia de Todos os Rocks. Em 2010, a Putzgrillo Cultura realizou os projetos Festival de Reggae do Pelô e Festival Reggae a Paz, sempre atuando tanto na elaboração e administração dos projetos, quanto na coordenação e produção executiva. Em 2009, atuou como coordenador executivo da exposição Eles Estão Entre Nós – Fatos e Artefatos do Rock Baiano. Em 2007 e 2008, foi o organizador da I e II Semana Cultural de Uauá. É empresário em diversos ramos de atividades. Katia Borges (Curadora Mesas Literárias) Kátia Borges é escritora, jornalista, professora do curso de jornalismo da Unifacs e cronista do jornal Correio, com coluna fixa publicada aos sábados nas versões impressa e digital, além de mestre e doutora em Literatura e Cultura pelo Instituto de Letras da Universidade Federal da Bahia. Em literatura, publicou os livros “De volta à caixa de abelhas”, “Uma balada para Janis”, “Ticket Zen”, “São Selvagem”, “Escorpião amarelo” e “O exercício da distração”. Seus poemas foram publicados ainda em diversas coletâneas no Brasil e em outros países, a exemplo de “Sete Cantares de Amigos”, “Concerto Lírico para 15 vozes”, “Roteiro da Poesia Brasileira – Anos 2000”, “Traversée d’Océans – Voix poétiques de Bretagne et de Bahia”, edição bilíngue organizada por Dominique Stoenesco, “Autores Baianos Um Panorama” (Secult/P55, 2013), edição trilíngue lançada durante a Feira do Livro de Frankfurt, Mini-Anthology of Brazilian Poetry (Placitas: Malpais Review, 2013), publicada em inglês nos Estados Unidos e México, e Micro-antologia de Poesia Brasileira, publicada na Grécia (2018). Uma das criadoras do Sarau Prosa & Poesia, em 2012, teve seu nome incluído em diversos projetos de poesia, a exemplo do “Mídia Poesia”, parceria entre a Rede Bahia e a TVE, “Poesia em Trânsito”, “Palavras Passageiras” e “ArtDoor”. Em teatro, é uma das autoras do espetáculo “Batata!”, encenado pelo grupo teatral baiano Dimenti, em 2008, com o texto do monólogo “O escorpião amarelo”. Seus poemas e contos podem ser encontrados ainda em revistas e jornais literários impressos e eletrônicos, como Rascunho, Jornal da Palavra, Germina, Gueto, Diversos Afins, Sibila e Cardamomo. Em 2008, venceu o edital de literatura da Fundação Cultural do Estado, com o livro “Ticket Zen”, lançado em 2010. Como autora convidada, mediadora e poeta (em apresentação do Sarau Prosa & Poesia), participou da Bienal Internacional do Livro da Bahia, nas edições de 2009, 2011 e 2013, mesmo ano em que esteve na 9ª edição do Caruru dos Sete Poetas em Cachoeira e no projeto Jorge + 100, homenagem ao centenário de Jorge Amado, além da segunda edição da Festa Literária do Sertão de Jequié, Felisquié, promovida pela Academia de Letras de Jequié. No ano seguinte, esteve, ao lado do escritor catarinense Carlos Henrique Schroeder, na mesa “Bibliodiversos”, durante a 4ª edição da Festa Literária Internacional de Cachoeira (Flica), e integrou o elenco de autores da série Nascente e Foz, na Caixa Cultural Salvador, ao lado de Ruy Espinheira Filho, entre outros. Em 2015, como autora convidada, participou da programação principal, na mesa “Uma faca só lâmina”, ao lado de Godofredo de Oliveira Neto, na 5ª edição do Festival Nacional do Conto, em Florianópolis, Santa Catarina. Em 2016, integrou a comissão julgadora da 24ª edição do Prêmio Braskem de Teatro, ministrou a oficina “Trastes e Inutensílios: poesia contemporânea”, na Caixa Cultural Salvador, e participou como avaliadora da Comissão de Seleção Edital Setorial de Literatura, que premiou, entre outros, o livro “A oração do Carrasco”, de Itamar Vieira Júnior, lançado em 2017 e finalista ao Prêmio Jabuti 2018. Em 2018, ministrou a oficina “A poesia é uma festa”, dentro da programação do festival literário “Letra de Mulher”, na Caixa Cultural, e participou, como palestrante dos seminários “Entre Labirintos e Tesouros: a poética de João Carlos Teixeira Gomes” e “Iararana 20 anos”, ambos na Academia de Letras da Bahia (ALB). Atualmente, trabalha em novo livro de poemas, com previsão de conclusão em 2020. Livros lançados De volta à caixa de abelhas (Coleção As Letras da Bahia, 2002) Uma balada para Janis (P55, 2009) Ticket Zen (Escrituras, 2010) São Selvagem (P55, 2012) Escorpião amarelo (P55, 2014) O exercício da distração (Penalux, 2017) Mira Silva (Curadora Fliquinha) Bacharel em Comunicação Social pela Universidade Federal da Bahia com habilitação em jornalismo. Pós-graduada em Relações Públicas pela Universidade do Estado da Bahia e em Roteiro para a Televisão pela Unijorge. Há 18 anos trabalha em televisão. Por oito anos foi diretora do programa Aprovado, da TV Bahia, único programa com cunho educativo entre as afiliadas Globo no país. Atualmente, dirige o programa Conexão Bahia, que vai ao ar todos os sábados, às 8 horas da manhã, pela TV Bahia. Há cinco anos, é uma das curadoras e também mediadora da Fliquinha, parte infantil da Flica (Festa Literária Internacional de Cachoeira). Lilia Gramacho (Curadora Fliquinha) Jornalista, escritora, psicóloga, analista em formação pelo Instituto de Psicologia Analítica da Bahia, pós-graduada em Comunicação de Marketing pela ESPM-SP e em Roteiro para Cinema e Televisão. Curadora da Fliquinha desde a primeira edição da programação infantil da Flica (Festa Literária Internacional de Cachoeira), de 2013 a 2017. Curadora da programação infantil do lançamento da Flica em 2015 e do evento Flica na Caixa em 2016, ambos na sede da Caixa Cultural em Salvador. Curadora da FliCaixinha, a programação infantil da FliCaixa (Festa Literária da Caixa), nas sedes da Caixas Cultural em Salvador, Fortaleza e Curitiba, em abril, maio e setembro de 2017. É autora dos livros infanto-juvenis "Camila e o espelho" e "O filho do meio" – selecionado para integrar o acervo de bibliotecas e escolas públicas de São Paulo. Vencedora do Edital para Curta Metragem de Ficção Infanto-Juvenil do Ministério da Cultura, para realizar o curta-metragem "Camila e o Espelho". Vencedora do prêmio Mirian Muniz de teatro com a peça infanto-juvenil "Camila e o Espelho". Selecionada pela Fundação Pedro Calmon no edital de publicação do livro infantil "A menina que não gostava de ler". Vencedora do concurso de contos da Off Flip 2010. Bárbara Sá (Curadora Geração Flica) Barbara Sé é baiana, formada em Letras e tem 23 anos de idade. Criou o Segredos Entre Amigas (maior veículo literário online da Bahia) há sete anos e desde então dedica grande parte do seu tempo a manutenção do blog, canal no Youtube e suas redes sociais. Em dezembro de 2018 publicou Aconteceu no Natal, história que teve receptividade de seus leitores. Viciada em Chá de Limão e filmes de época, adora compartilhar coisas novas, por isso se conecta tanto com o seu público. Beto Junior (Coordenador de Produção) Formado em Administração, com habilitação em hotelaria, trabalha com produção desde 2001. Possui total conhecimento em toda a área de produção de banda, técnica e eventos, gestão e coordenação de equipe, assim como o conhecimento e excelente relacionamento com os contratantes/empresários e produtores de eventos/bandas de todo o Brasil. Foi o Coordenador de Produção do espaço “Casa do Governo” nas edições 2016 e 2015 da Flica. Foi Produtor Executivo da banda de Claudia Leitte (2012 a 2015), de Saulo Fernandes (2012 a 2013), da Banda EVA (2008 a 2012), do Asa de Águia (2006 a 2008) e André Lellis (2003 a 2006). Trabalhou na produção da gravação dos DVDs de Ivete Sangalo em Trancoso e de Claudia Leitte – Axemusic, no Revezamento da Tocha Olímpica 2016 em Salvador, e em vários eventos, como Festival de Verão, Cordelizando, Camarote Salvador, Flica na Caixa e Forró do Piu-Piu.
PROJETO ARQUIVADO.