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PRONAC 190823Projeto não executado por insuficiência de captação de recursosMecenato

Sombras das casas da poesia - Thiago de Mello e suas casas em meio à agua e à floresta

TERRA VIRGEM EDITORA E PRODUCOES CULTURAIS LTDA.
Solicitado
R$ 757,5 mil
Aprovado
R$ 757,5 mil
Captado
R$ 65,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

8.6%

Classificação

Área
—
Segmento
Livros ou obras de referência - valor Artístico
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
19

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2019-10-01
Término

Resumo

Sombras das casas da poesia - Thiago de Mello e suas casas em meio à agua e à floresta, versa sobre a publicação de um livro e a produção de uma exposição de fotografias de Valdir Cruz de três casas do poeta amazonense Thiago de Mello. A primeira casa, ponto de partida das outras, é a única obra do arquiteto modernista Lucio Costa na Amazônia. Valdir Cruz retrata o estado atual das casas e a relação do poeta com elas e com os ambientes onde estão.

Sinopse

LIVRO “Sombras das casas da poesia - Thiago de Mello e suas casas em meio à água e à floresta” (título provisório) é uma obra fotográfica com aproximadamente 70 imagens em preto&branco produzidas por Valdir Cruz retratando as três casas do poeta Thiago de Mello. Textos de autores renomados criados especialmente para o projeto complementam o conjunto da obra: Agnaldo Farias, curador e escritor, faz uma abordagem curatorial. Guilherme Wisnik, arquiteto e escritor, apresenta texto sobre Lucio Costa e a arquitetura das casas de Thiago de Mello. Milton Hatoum, escritor amazonense, aborda poeticamente as casas e seus entornos. Thiago Thiago de Mello, artista e escritor, escreve sobre as memórias do poeta correlacionando-as às suas moradias. EXPOSIÇÃO FOTOGRÁFICA Exposição fotográfica com 50 imagens de Valdir Cruz das casas do poeta Thiago de Mello na Amazônia. Curadoria de Agnaldo Farias. PALESTRAS O projeto contempla a realização de palestras gratuitas para jovens, adultos e estudantes, tendo como temas centrais a fotografia, a literatura e a arquitetura. As palestras apresentam visual e textualmente as casas de Thiago de Mello inseridas na floresta amazônica, catalisando a arquitetura modernista de Lucio Costa com a literatura de Thiago de Mello.

Objetivos

Objetivo Geral - Oferecer ao grande público a possibilidade de conhecer as casas onde viveu o poeta Thiago de Mello na Amazônia. A primeira delas, ponto de partida das outras, é a única obra do arquiteto Lucio Costa na Amazônia. - Estimular, inspirar e incentivar as pessoas a refletirem sobre a relação entre a arquitetura e o meio ambiente. - Reforçar a importância da preservação dos patrimônios arquitetônico, artístico e histórico nacional. - Difundir, valorizar e sensibilizar o olhar da sociedade para a poesia, a arquitetura e a fotografia. Neste projeto, as 3 formas de arte mantém uma relação harmoniosa e simbiótica. - Possibilitar a democratização do acesso aos bens culturais e apoiar o desenvolvimento da cultura no Brasil. Objetivo específico - Publicar livro impresso numa tiragem de 2.000 exemplares. - Produzir Exposição Fotográfica com imagens de Valdir Cruz selecionadas do livro impresso e com curadoria de Agnaldo Farias.

Justificativa

A obra poética de Thiago de Mello dispensa apresentações, a arquitetura de Lucio Costa, idem. No entanto, poucos são os que sabem suas poesias de cor, ou têm na mente a excelência da contribuição de Costa para a produção do espaço. E, neste caso, um outro aspecto se eleva: o cruzamento, por meio de imagens fotográficas, entre arquitetura, paisagem e poesia. Um enigma que o olhar excepcional de Valdir Cruz, um dos nossos fotógrafos mais cultuados, cuida em ampliar. Sim, trata-se disso, Valdir Cruz artista como Thiago de Melo e Lucio Costa, parafraseia Drummond quando este escreve Claro Enigma. O Brasil não conhece o Brasil, escreveu Aldir Blanc. Cientistas de todas as extrações dedicam-se a conhecê-lo, explicá-lo. Deixemos os artistas presentear-nos com seus pontos de vistas. Livro e exposição, ambos essenciais ao projeto, são, não obstante suas particularidades, complementares. O livro, documento duradouro uma vez publicado, segue pelo tempo convertendo-se paulatinamente em registro histórico. Fincado, quando de sua publicação, num presente pautado em contrastes, de país que combina a maior selva do mundo com uma urbanização avassaladora, irá se transformar em notícia de uma situação singular: um poeta que, contrariando a regra, isolou-se para melhor pensar o imenso e complexo país em que vivia. A exposição, diversamente da natureza íntima da fruição propiciada pelo livro, é um acontecimento público, um espaço aberto à visitação, onde as fotografias, ampliadas numa escala muito maior e com variações que as publicações não logram alcançar, reinventam a mesma narrativa que é trazido rente aos olhos, sob a cabeça debruçada do leitor. Uma exposição fala ao corpo, é operação sinestésica, visitada por vagas de pessoas que terão reações diversas, com a espontaneidade própria de quem foi apanhado de surpresa. A exposição é assunto rápido, é provável que a maioria dos visitantes só irá uma vez, mas seu impacto sobre cada uma delas tem efeitos insuspeitados e duradouros. A realização de um projeto com fotografias de qualidade, conteúdo relevante e inédito e que além disso incentiva a preservação da memória de um ambiente que vive um acelerado movimento de transformação é por si só um enorme impacto cultural. Ao apresentar as casas de Thiago de Mello e o projeto único criado por Lucio Costa na Amazônia, abre-se um leque de oportunidades para multiplicar o conhecimento e reconhecimento dos artistas e suas obras, pelo desdobramento em reportagens nas mídias impressas e principalmente eletrônicas (web, mídias sociais, blogs, etc.). O uso do Incentivo Federal viabiliza a produção do projeto, facilitando o acesso da população a um produto de alta qualidade, possibilitando o compartilhar desse conhecimento (Art 1º - Inc. I da Lei nº 8.313). A proposta é um produto cultural originário do Brasil e transmite conhecimento, cultura e memória (Art 1º - Inc. VIII e IX), além de ser uma obra que apoia outras atividades culturais e artísticas mediante a contratação de serviços para a elaboração da proposta e com distribuição gratuita de exemplares do livro à população e realização de exposição (Art 3º - Inc. II/b e c e V/b). Por todas essas razões, aliadas ao fato do projeto reunir nomes importantes, profissionais gabaritos e ser um produto de qualidade, que requer recursos compatíveis, consideramos imprescindível o Incentivo Federal para sua viabilização.

Estratégia de execução

- Justificativa de recursos técnicos para o trabalho com as imagens: O fotógrafo Valdir Cruz, continua produzindo suas imagens utilizando-se da fotografia analógica. Continua fazendo uso dos filmes fotográficos e é esta uma das características pelas quais ele é reconhecido: a qualidade de sua produção imagética. Suas fotografias em prata, platina ou paládio, apresentam tonalidades quase tácteis. Valdir é um expert do claro-escuro, dos tons e dos semitons, como se fosse um artista gravador executando uma obra sobre metal, com a requintada técnica de água-tinta ou a maneira negra, onde o ácido ou o berçaux estriam a forma para dar aquele tom negro profundo, aveludado pela concentração da tinta ou pelas nuanças de diferentes tons de cinza que se vê em suas imagens. Valdir também é o laboratorista de suas imagens. Realiza todos os processos de revelação, interrupção, fixação, lavagem, secagem e ampliação de suas cópias. Usando técnicas específicas Valdir mantém um processo equilibrado entre arte e técnica. Sua particular estética visual é pontuada de originalidade, ousadia e incansável dedicação. Por essas razões, executar um projeto de livro e exposição fotográfica com imagens de Valdir Cruz solicita reais recursos técnicos de fundamental importância para os resultados pretendidos. Tais recursos técnicos fazem parte do projeto e de sua planilha de orçamento. - Justificativa da despesa de passagem aérea em classe econômica Nova York/São Paulo/Nova York para Valdir Cruz, autor das imagens do livro e da exposição: Valdir Cruz reside em Nova York desde 1978 e precisa estar fisicamente no Brasil para acompanhar in loco a execução de várias etapas de produção relacionadas ao livro e à exposição fotográfica e assim garantir excelência na qualidade das imagens e nos resultados almejados. Porisso foi incluida no orçamento do projeto passagem aérea para seu traslado. Não foi incluído no deslocamento, pois o projeto não se realiza em Nova York. - Desenvolvimento do projeto expográfico: Um profissional ou empresa será contratada pelo projeto após a captação de recursos para criar o projeto expográfico da mostra com 50 imagens selecionadas do livro.

Especificação técnica

Livro capa dura e sobrecapa Formato fechado 25 x 20 cm Formato aberto 50 x 20 cm 168 páginas papel couché fosco 150 gr tiragem 2.000 exemplares bilingue - português e inglês Exposição fotográfica 50 imagens ampliadas e emolduradas. Texto do curador e legendas.

Acessibilidade

O livro, essencialmente imagético (aproximadamente 70% do conteúdo composto por imagens), é acessível a todos os cadeirantes, idosos e deficientes físicos. Como medida de acessibilidade para deficientes visuais, o projeto prevê a elaboração e produção de versão em áudio do livro impresso. No audiolivro são feitas as adaptações necessárias como a leitura/gravação dos textos e elaboração de audiodescrições das imagens presentes no livro impresso e a leitura/gravação das mesmas. A produção do audiolivro ficará a cargo da Fundação Dorina Nowill, organização sem fins lucrativos e de caráter filantrópico, que há mais de 70 anos dedica-se à inclusão social de pessoas com deficiência visual. O arquivo do audiolivro em MP3 estará disponível no acervo da Biblioteca Digital da Instituição Dorina Nowill (Dorinateca) para acesso gratuito e também disponibilizado gratuitamente para download no site do Proponente. O evento de lançamento do livro e da abertura da exposição fotográfica acontece em local que possui medidas de acessibilidade asseguradas ao público com deficiência, com mobilidade reduzida e idosos, possuidor de rampas e elevadores para acesso aos espaços expositivos, monitores treinados e cadeiras de rodas disponíveis aos visitantes que delas necessitarem. Uma fala do Curador durante esse evento, gratuita e aberta ao público, conta com tradução de libras para os deficientes auditivos.

Democratização do acesso

LIVRO: O livro é distribuído conforme abaixo: - 20% da tiragem - 400 exemplares do livro impresso são distribuídos gratuitamente em ações de caráter social, educativo ou formação artística conforme Art 20 Inciso I alínea a da IN de nº 2 de 2019. - até 10% da tiragem - 200 exemplares do livro impresso são para distribuição gratuita aos patrocinadores conforme Art 20 Inciso I alínea b da IN de nº 2 de 2019. - até 3% da tiragem - 60 exemplares do livro impresso são para distribuição gratuita promocional em ações de divulgação do projeto conforme Art 20 Inciso I alínea c da IN de nº 2 de 2019. - 10 % da tiragem - 200 exemplares do livro impresso são comercializados por valores que não ultrapassem R$ 50,00 (cinquenta reais - valor do Vale Cultura na data atual) conforme Art 20 Inciso I alínea d da IN de nº 2 de 2019 - 37% da tiragem - 740 exemplares são comercializados a critério do proponente conforme Art 20 Inciso I alínea e da IN de nº 2 de 2019 - 20% da tiragem - 400 exemplares são distribuídos gratuitamente para escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, como forma de atender o Art 21 Inciso I da IN de nº 2 de 2019.* *Estes exemplares estão quantificados no Quadro do Plano de Distribuição na Distribuição Gratuita/População (onde constam 800 exemplares = 400 exemplares Art 20 Inciso I alínea a e 400 exemplares Art 21 Inciso I) EXPOSIÇÃO FOTOGRÁFICA Uma exposição fotográfica com as imagens de Valdir Cruz acontece no Instituto Tomie Ohtake, localizado na Rua Brigadeiro Faria Lima, 201 - Pinheiros - São Paulo-SP com acesso gratuito à população e período de visitação de no mínimo um mês. Complementando a mostra, ocorre no dia da abertura da exposição e lançamento do livro, uma fala do Curador aberta ao público e com entrada gratuita. A exposição versa sobre poesia, arquitetura e fotografia, três temas relevantes e contemporâneos, que devem atrair além do grande público, fotógrafos, arquitetos, amantes da literatura, antropólogos, historiadores, formadores de opinião, professores e estudantes. A facilidade de acesso ao local da exposição - próximo à estação de metrô, terminal de ônibus e de trem intermunicipal - aliada à gratuidade do ingresso, contribuem para maximizar o número de visitantes. O Instituto Tomie Ohtake é um espaço privado de realização de mostras de artes nacionais e internacionais, com um programação marcante no cenário da cultura brasileira. Recebe em média 74.000 visitantes por mês e acolhe várias exposições simultaneamente. Para este projeto estimamos que pelo menos metade dos visitantes mensais do Instituto Tomie Ohtake se dirijam para a exposição Sombras das casas da poesia - Thiago de Mello e suas casas em meio à sombra e à floresta. Previsão de público da exposição fotográfica = 37.000 visitantes AÇÕES FORMATIVAS CULTURAIS Para atender os quesitos do Art. 22 da IN nº 2 de 2019, propomos palestras gratuitas sobre o tema do projeto para interessados em geral e para alunos e professores da rede pública. As palestras têm por objetivo conscientizar sobre a importância da fotografia, da arquitetura e da literatura e valorizar a sinergia entre elas, utilizando o projeto como referência. As palestras ocorrem em locais ainda não definidos. Pretendemos realizá-las em instituições ou em eventos, mostras ou festivais que trabalhem a fotografia, a arquitetura e a literatura e que já tenham programação de palestras, criando dessa forma laços de interesses entre os públicos. Ex.: Festival de Fotografia de Paranapiacaba - Santo André-SP, Mostra São Paulo de Fotografia, Primavera Literária de São Paulo-SP, etc. O palestrante pode ser o autor ou o curador. Prevemos a realização de 4 palestras para um público de 50 pessoas cada.

Ficha técnica

TERRA VIRGEM - PROPONENTE A Terra Virgem, proponente, é responsável pela criação e formatação da proposta e projeto cultural. Conduz e define a linha criativa, projeto editorial e elabora e coordena a pesquisa. Responde por toda a estruturação do projeto, define profissionais e fornecedores de serviços com perfil adequado e mantém com todos eles uma conversa próxima. Aprova a conceituação gráfica, o design, todos os textos e imagens selecionadas para o livro e cuida da integração dos talentos envolvidos fazendo a articulação entre os mesmos, além de estruturar e delinear os melhores caminhos. Supervisiona e garante que a montagem da exposição esteja alinhada com a publicação do livro. Tem a responsabilidade de olhar o projeto como um todo. Responde pela administração, contabilidade e fiel execução de todas as etapas do projeto e pela Prestação de Contas ao Ministério da Cidadania. A Terra Virgem também trabalha pela captação do projeto, elaborando e encaminhando material de divulgação específico, pesquisando e contatando potenciais empresas patrocinadoras. VALDIR CRUZ - FOTÓGRAFO E AUTOR O fotógrafo Valdir Cruz nasceu em 1954. Paranaense de Guarapuava, em 1978, mudou-se para Nova York, nos Estados Unidos, e começou a fotografar em 1982. Desde então divide seu trabalho entre Estados Unidos e Brasil, focando sua obra no povo, na arquitetura e na paisagem brasileiras. Freqüentou a Germain School of Photography e foi assistente do fotógrafo George Tice, entre 1986 e 1987. Trabalhou com os arquivos originais de dois grandes mestres da fotografia, Horst P. Horst e Edward Steichen. Com uma obra construída ao longo de mais de 30 anos, Valdir teve dezenas de exposições, além de imagens nos acervos e coleções de importantes museus e fundações, como o Museu de Arte de São Paulo (MASP), Museum of Modern Art (MoMA), de Nova York, Museum of Fine Arts, Houston, TX e o Smithsonian Institute, em Washington, D.C., entre outros. Seu principal representante nos Estados Unidos é a galeria Throckmorton Fine Art, em Nova York, e no Brasil, a Bolsa de Arte de Porto Alegre. Em 1996, conquistou bolsa da Fundação Guggenheim para desenvolver o projeto de uma expedição na Amazônia, o que deu origem ao livro Faces of the Rainforest - The Yanomami (powerHouse Books, 2002), com lançamento e mostra fotográfica na renomada galeria Throckmorton Fine Art, Inc., NYC, garantindo uma página no The New York Times (Oct-20/2002). Esta mostra itinerou pelo Brasil durante 2 anos. Lista de Publicações: · Retratos de Afeto (São Paulo: Terra Virgem Edições, 2017) · Guarapuava (São Paulo: Terra Virgem Edições, 2013) · Bonito – Confins do novo mundo (São Paulo: Capivara Editora, 2010) · Raízes – Árvores na paisagem do Estado de São Paulo (São Paulo: Imprensa Oficial, 2010) · Caminho das águas (São Paulo: Cosac Naify, 2007) · Carnaval, Salvador – Bahia – 1995/2005 (Nova York: Throckmorton Fine Art, 2005) · Faces da Floresta – Os Yanomami (São Paulo: Cosac Naify, 2004) · Faces of the Rainforest – The Yanomami (Nova York: powerHouse Books, 2002) · Faces of the Rainforest (Nova York: Throckmorton Fine Art, 1997) · Catedral Basílica de Nossa Senhora da Luz dos Pinhais (Nova York: Brave Wolf Publishing, 1996) Coleções permanentes: · Acervo Artístico-Cultural dos Palácios – Governo do Estado de São Paulo – São Paulo, Brasil · Asheville Art Museum – Asheville, NC, EUA · Banca Arner – Lugano, Switzerland · Brooklyn Museum – Brooklyn, NY, EUA · Cathedral of St John the Divine – New York City, NY, EUA · Cleveland Museum of Art – Cleveland, OH, EUA · Conjunto Cultural da Caixa – Brasilia, DF – Brasil · Fundação Cultural de Curitiba – Curitiba – Paraná, Brasil · Instituto Itaú Cultural – São Paulo, Brasil · MAB – Museu de Arte Brasileira – FAAP – São Paulo, Brasil · MAE – Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade de São Paulo, São Paulo, Brasil · MAR – Museu de Arte do Rio – Rio de Janeiro, Brasil · MASP – Museu de Arte de São Paulo – São Paulo, Brasil · MON – Museu Oscar Niemeyer – Curitiba, Brasil · Museo de la Solidaridad Salvador Allende – Santiago, Chile · Museum of Fine Arts – Houston, TX, EUA · Museum of Fine Arts - Santa Fé, NM, EUA · Museum of Modern Art – New York City, NY, EUA · Museum of Photographic Art – San Diego, CA, EUA · National Anthropological Archives of the Smithsonian Institution – Washington, DC, EUA · National Arts Club – New York City, NY, EUA · New York Public Library – New York City, NY, EUA · Smithsonian National Museum of American Indian – Smithsonian Institution – Washington, DC, EUA · Tampa Museum of Art – Tampa, Florida, EUA · World Bank – Washington, DC, EUA www.valdircruz.com AGNALDO FARIAS - CURADOR E ESCRITOR Possui graduação em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Braz Cubas (1980), mestrado em História pela Universidade Estadual de Campinas (1990) e doutorado em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade de São Paulo (1997). Atualmente é Professor Doutor do Departamento de História da Arquitetura e Estética do Projeto da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo. Tem experiência na área de Artes, com ênfase em Crítica da Arte e Curadoria, atuando principalmente nos seguintes temas: arte contemporânea, arte e arquitetura, estudos curatoriais e exposições de arte. GUILHERME WISNIK - ARQUITETO E ESCRITOR É professor na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo. É autor dos livros Lucio Costa (Cosac Naify, 2001), Caetano Veloso (Publifolha, 2005) e Estado crítico: à deriva nas cidades (Publifolha, 2009). Editou o volume 54 da revista espanhola 2G (2010) sobre a obra de Vilanova Artigas, e publicou ensaios em livros como Brazil’s Modern Architecture (Phaidon, 2004), Álvaro Siza Modern Redux (Hatje Cantz, 2008) e O desejo da forma (Akademie der Künste, Berlin, 2010). É membro da APCA – Associação Paulista de Críticos de Arte, da LASA – Latin American Studies Association e Vice-Diretor do Centro Universitário Maria Antônia (USP). Crítico de arte e arquitetura, foi curador do projeto de Arte Pública Margem (Instituto Itaú Cultural, 2008-10), das exposições Cildo Meireles: rio oir (Instituto Itaú Cultural, 2011) e Paulo Mendes da Rocha: a natureza como projeto (Museu Vale, 2012). Foi o Curador Geral da 10ª Bienal de Arquitetura de São Paulo (2013). MILTON HATOUM - ESCRITOR Nasceu em Manaus-AM em 1952. Estudou arquitetura na Universidade de São Paulo-USP e estreou na ficção com Relato de um certo Oriente, publicado em 1989 e vencedor do prêmio Jabuti de melhor romance do ano. Seu segundo romance, Dois irmãos, de 2000, mereceu outro Jabuti e foi traduzido para doze idiomas e adaptado para a televisão, teatro e quadrinhos. Com Cinzas do Norte, de 2005, Hatoum ganhou os prêmios Jabuti, Bravo!, APCA e Portugal Telecom. Em 2006, lançou A cidade ilhada, uma reunião de contos breves. Em 2008, sua primeira novela, Órfãos do Eldorado, foi adaptada para o cinema e em 2013 teve suas crônicas reunidas em Um solitário à espreita. É colunista dos jornais, O Estado de S. Paulo e O Globo. Em 2017, recebeu do governo francês o título de Officier de L'Ordre des Arts et des Lettres. THIAGO THIAGO DE MELLO - ARTISTA E ESCRITOR Thiago Thiago de Mello nasceu em 1981. Sua educação musical e poética teve raízes lançadas já na primeira infância, na Amazônia, através de seu pai, Thiago de Melo, um dos poetas brasileiros mais traduzidos no exterior. Artista, músico, compositor e sociólogo, é ativo integrante do cenário artístico brasileiro tendo participado de diversos prêmios musicais, produzido vários CDs e projetos musicais. ELAINE RAMOS - DESIGNER GRÁFICO É designer atuante na área cultural. Formada pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (Fau-Usp), Elaine foi diretora de arte da editora Cosac Naify de 2004 a 2015, onde projetou centenas de livros. Alguns deles receberam prêmios como o Aloisio Magalhães (Fundação Biblioteca Nacional), Jabuti (Câmara Brasileira do Livro), Max Feffer de Design Gráfico (Cia Suzano de Papel e Celulose), American Institute of Graphic Arts (Aiga) e Art Directors Club Annual Awards (ADC). Além do design dos livros, Elaine coordenou a edição de títulos sobre design e, entre 2008 e 2011, dedicou-se, com Chico Homem de Melo, a uma pesquisa sobre o design brasileiro que resultou na publicação Linha do tempo do design gráfico no Brasil, um volume que reúne mais de 1600 imagens e traça um panorama inédito da produção nacional. Esta publicação recebeu o Prêmio do Museu da Casa Brasileira de trabalhos publicados e o Jabuti de melhor Projeto gráfico em 2012. Em 2013, tornou-se membro da Alliance Graphique Internationale (AGI). Em 2014 fez, com Celso Longo e Daniel Trench a curadoria da exposição Cidade Gráfica, no Instituto Itaú Cultural, em São Paulo.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.

2023-12-31
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo