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Trata-se da elaboração de uma obra literária contendo 1.000 exemplares com finalidade de focar e resgatar um recorte da história da ocupação e desenvolvimento do ponto mais meridional do país, a barra do Chuí no Rio Grande do Sul, mais precisamente a história da família de João Pedro Pereira, o Jóca Documento, proprietário das terras doadas à Marinha Do Brasil para a construção dos faróis da faixa litorânea entre Rio Grande e Barra do Chui, que foram fundamentais para a navegação da época e servem até os dias atuais.
O ponto mais extremo ao sul do Rio Grande do Sul e do Brasil, possui um balneário denominado de Praia da Barra do Chui, que fica localizado no município de Santa Vitória do Palmar as margens do arrio Chui que divide os territórios Brasil e Uruguai. Este local até hoje distante é mais frequentado no verão por uruguaios que brasileiros possui uma história muito rica que remete aos tempos antes mesmo da guerra da cisplatina e que sempre exerceu um importante papel na história dos dois países. Nossa abordagem porem, tem início no começo do século XX quando, João Pedro Pereira, um morador local criou o referido balneário ponto de partida da nossa história. João Pedro Pereira era um importante comerciante do local, era conhecido também pelo apelido de Joca Documento, ele tinha este recebeu este apelido pois na época não existia cartórios e os negócios era firmados na presença do seu Joca da venda, ele servia de testemunha dos negócios e por isso levou o apelido de Joca Documento. Pai de 30 filhos de seus dois casamentos, foi ele quem doou as terras no inicio do século XX para a construção dos Faróis pela Marinha Brasileira, fazendo uma única exigência que seus filhos e seus desentendestes fossem os faroleiros. E assim foi através dos tempos. Pois essa obra vai contar justamente a história dos faróis na região sul do Brasil, os últimos construídos nas terras doadas por Joca Documento, seus filhos netos e bisneto que até os dias atuais estão levando essa história a diante. Um resgate desta importante passagem da história que se desenvolveu no ponto mais meridional do nosso Brasil, a partir da memória viva de seu Bisneto, Sanger Nelson de Lima, o ultimo faroleiro da dinastia de Joca Documento, e porque o último? Por qual motivo essa história termina com seu bisneto?
Objetivo geral;O projeto pretende resgatar a história do patriarca de uma família de faroleiros, uma história deste personagem que casou-se diversas vezes, teve 30 filhos e tinha este apelido porque era um comerciante bem sucedido e em seu estabelecimento as pessoas realizavam negócios, sendo a única documentação, a presença do Sr. João Pedro Pereira que avalizava negócios, transações e por isso ficou assim conhecido. Dentro da obra desse personagem fascinante, vamos abordar, resgatar e registrar para a história o fato dele doado as terras para construções dos faróis na faixa litorânea entre Rio Grande e a Barra do Chui, que foram fundamentais para a navegação da época e servem até os dias atuais. Joca Documento fez a doação das terras para a MARINHA DO BRASIL com a seguinte condição, que ele fosse faroleiro e seus descendentes fossem os únicos faroleiros. Assim foi feito o tratado do início do século XX. A dinastia destes descendentes, Os Guardiões dos Faróis, localizados na maior praia do mundo, uma das faixas litorâneas mais desertas do planeta, está chegando ao fim. O bisneto de Joca Documento, Sanger Nelson, não teve filhos homens, condição para ocupar a posição de faroleiro,colocando assim um ponto final na dinastia da família dos guardiões dos faróis, todos descendentesdeste grande personagem, Joca Documento.A partir de seu bisneto iremos resgatar a história da família de faroleiros, onde tudo começou, até os dias atuais e como se encerra essa dinastia de guardiões dos faróis da costa sul do Brasil.Objetivos específicos;- Resgatar a história de Joca Documento e sua ligação com os faróis da Marinha Brasil;- Criar o registro histórico desta família de faroleiros, que tem como patriarca Joca Documento.- Elaborar um material rico em informações e pesquisas que servirá de fonte de entudos para estudantes e público em geral. - Levar ao conhecimento do público a harmoniosa relação entre a Marinha do Brasil e a família de Joca Documento. - Distribuir a obra para as bibliotecas do Estado, objetivando atingir o máximo de estudantes possíveis. - Lançar esta importânte obra na feira do livro de Porto Alegre e Chui-RS
Justifica o projeto como medida de proposta, a preservação dos bens culturais imateriais e materiais, tendo em vista que a obra ¨JOCA DOCUMENTO - O GUARDIÃO DOS FARÓIS¨ é um patrimonio cultural brasileiro, uma vez que o senhor João Pedro Pereira contribuiu com a Marinha do Brasil e cedeu suas terras para que fossem construidos os faróis do extremos sul brasileiro, porém, este pratado tinha uma condição, que os decendentes homens de Joca Documento fossem os faroleiros, condições aceitas pela Marinha do Brasil. Esta ¨parceria¨ entre Joca Documento e Marinha do Brasil chega ao fim, uma vez que seu último decendente homem, Sanger Nelson de Lima não teve filhos homens. Esta rica história precisa ser registrada, valorizada e difundida atingindo os alunos do Rio Grande do Sul e do Brasil. O projeto foi apresentado para a Marinha do Brasil que manifestou apoio ao referido projeto.
Obra literáriaCapa: 20x56.7cm, 4x0 cores, Tinta escala em Supremo 250g. CTP - Heidelberg. Miolo: 150 págs, 20x20cm, 4x4 cores, Tinta escala em Couche fosco 90g. CTP - Heidelberg. Lombada:7mm, Dobrado(Miolo), Plastificação Prolam Fosco=1 lado(s) (Capa), Costurado(Miolo), Corte/Vinco(Capa).
O projeto além de preve a distribuição da obra de forma gratuita para as bibliotecas do Estado do Rio Grande do Sul, tera como medida de acessibilidade a produção de um AUDIOBOOK, que garantirá acesso para deficientes auditivos, idosos e pessoas com dificuldade em leitura.
O projeto fará a distriubuição dos exemplares de forma gratuita, através do Instituto Estadual do Livro - RS. O projeto prevê palestras em escolas dos municipios onde forão construídos os fárois, contando para os estudantes a história e o trabalho realizado até então. Serão doados para as escolas municipais e estaduais, 25% das exemplares, afim de promover e incentivar a leitura nas crianças. Será disponibilizado na internet, a medida do cumprimento das etapas, trechos do processo de elaboração da obra, como fotos, vídeos, trechos de intrevistas, etc.
A empresa Alternativa Cultural, proponente deste projeto, tem como função a elaboração do projeto, coordenação administrativa e financeira, assim como é responsável pela captação de recursos e produdução executiva, programando as viagens para pesquisas e as palestras.Currículo.Paola Marques da Fonseca ME (ALTERNATIVA CULTURAL)2012 – Assessoria projetos Culturais CODIC ; Famurs2013 – Encontro estadual de cultura Anturvales 2014- Conferencia regional de cultura- CEC RS2016 Assessoria natal brilha pântano –2016 – Inauguração do festival de cinema de gramado2011 – Gestão cultural – 120 horas – Famurs2011 – Escola de gestão- cerimonial- Famurs2014 – Assessoria luzes no pampa - Bagé – Associação comercial2015 – Encontro estadual de conselhos e dirigentes e gestores de cultura - CEC RS2016- Encontro estadual de conselheiros municipais e dirigentes de cultura –AGM RS –CEC2016- Encontro de cultura Pântano grande – prefeitura de pântano grande2016 – Oficina de teatro na educação – Centro de cultura de rio pardo2016 – Assessoria e hospede oficial de Ijuí – Desfile das Etnias2016- Assessoria da festa nacional da erva mate FEMATE – Arvorezinha2016- Auxiliar de produção e execução do projeto FENADI – MOSAICO CULTURAL NA EXPOIJUÍ -20162017- PROPONENTE/ PRODUTORA DO I SEMINARIO INTERNACIONAL DE QORPO-SANTO.2017 – PROPONENTE/PRODUTORA DA OBRA LITERÁRIA ¨PARA SEMPRE IRACEMA¨ José Carlos Longhi. 60 anos. Natural de Canoas, fotógrafo profissional. Iniciou suas atividades com fotografia em meados dos anos 80, pela insistência e por convicção de amigos passou a se interessar pela fotografia como profissão. Seu interesse pela fotografia e primeiros trabalhos vem desde os anos 80, mas foi no início dos anos 90 que sentiu segurança de se assumir como fotógrafo profissional, fazendo dessa sua atividade principal. Desempenhou atividades dentro do jornalismo em jornais do interior, festivais de música, festival de cinema, fotógrafo de missões internacionais de empresários, esporte entre outras. No início dos anos 2000 se fixei praticamente no setor de automobilismo, atuando principalmente em provas de rallye 4x4 e autódromos, com trabalhos realizados para categorias como: Porsche, Audi, Stock Car e outras principais categorias nacionais. Em 2006 foi convidado pelo governo do estado para realizar um trabalho sobre igualdade racial, isso incluiu várias visitas a comunidades quilombolas espalhadas pelo estado. Ao realizar esta missão teve um contato direto com as pessoas que vivem nessas comunidades, surgindo assim essa coletânea de fotos que dediquei especialmente as mulheres. Surgindo assim a Exposição: Expressão da Mulher Quilombola Gaúcha. Em 2014 realizou um trabalho importante que foi o livro dos 80 anos da raça Ideal no Brasil, um trabalho de relevante importância não para a ovinocultura, como um importante trabalho de resgate histórico. Foram 40 propriedades visitadas, no Brasil e Uruguai com mais 14 mil quilômetros percorridos. O resultado para a história é um livro incrível que reúne a história e a realidade atual da ovinocultura dentro da raça Ideal. Mas mesmo dedicando-se profissionalmente ao esporte da velocidade, nunca abandonou as atividades em áreas culturais, trabalhos voltados ao Quilombolas, making off de filmes, recuperação de acervos e responsável da trilogia Saga dos Alemães/RS, também atuando em registro de Aves Migratórias entre outros. Com participação em diversas obras literárias, Longhi se descobriu escritor e hoje faz parte da equipe que produzirá este importante livro, que regatará a história dos faróis do extremo sul brasileiro.
PROJETO ARQUIVADO.