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Quem estudar a história da fotografia contemporânea tem que passar pela obra de Antonio Guerreiro _ que em 2019 está comemorando 50 anos de carreira _e não existe um livro, que registre a retrospectiva de sua brilhante trajetória para: o público, pesquisadores, estudiosos, os amantes da fotografia e para as próximas gerações. Assim, este projeto propõe a publicação de um livro de fotografias, em preto e branco, dos 50 anos de trabalho do artista. O livro também incluirá fotos inéditas, a serem produzidas para este projeto. Além do livro, teremos ainda um Hot Site que, posteriormente, disponibilizará de forma gratuita, todo o conteúdo produzido por este projeto.
Trata-se de uma obra de seção única, sem capítulos, com fotografias de personalidades, registradas por Antônio Guerreiro nos últimos 50 anos + fotografias novas a serem produzidas para este projeto. Teremos legendas explicativas, com texto em português e inglês.
São objetivos desde projeto: GERAIS: - Produzir um livro comemorativo dos 50 anos de carreira do fotógrafo Antônio Guerreiro de fotografias e textos explicativos em português e inglês; - Desenvolver um Hot Site do projeto; - Realizar palestras em escolas públicas do Grande Rio, para alunos e professores, sobre "Tecnicas para uma boa fotografia". ESPECÍFICOS: - Imprimir 1.000 exemplares, em preto e branco, do livro produzido; - Disponibilizar no Hot Site do projeto, todo o conteúdo produzido, de forma gratuita. O site ficará no ar, pelo menos 12 meses após a prestação de contas deste projeto; - Ministrar 05 palestras de forma gratuita, para professores e alunos de escolas públicas do Grande Rio, com expectativa de público total de 1.000 pessoas. Uma das palestras será registrada em vídeo e disponibilizada, também de forma gratuita, pelo Hot Site do projeto.
Este projeto, conforme critérios da Lei 8.313 se justifica, pois: I - contribui para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promove e estimula a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoia, valoriza e difundi o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - protege as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguarda a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimula a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - prioriza o produto cultural originário do País. Temos ainda que este projeto é: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de livro de arte/humanidades Sobre o proponente e o projeto, colocamos: Antonio Guerreiro é um artista diferenciado, pois além dos portraits, preto e branco, com nuances de cinza e luz, que só ele sabe fazer, também fez campanhas publicitárias e de moda, além de dezenas de capas de Lps e discos de cantores brasileiros, dentre eles: Maysa, Beth Carvalho, Gonzaguinha, Gal Costa, Jorge Benjor, Nelson Gonçalves, Caetano Veloso, dentre tantos outros. Levando em conta os aspectos políticos e culturais da história do país, que inspiraram o artista, após Guerreiro fotografar a capa do álbum "Índia", de Gal Costa, fez com que o close frontal da cantora vestida de índia com um biquíni, e os seios nus foi censurada pelo Governo militar. Foi vetada a capa e o disco foi vendido nas lojas dentro de um plástico azul. A história do fotógrafo Antonio Guerreiro tem a ver com a história da imigração no Brasil. Espanhol, nascido por acaso, em Madri, veio criança para o Brasil, acompanhar o pai, empresário, que veio de Lisboa, para investir em fábricas no País. Na época, Juiz de Fora, em Minas Gerais, vivia o apogeu do desenvolvimento econômico, conhecida como a Manchester Mineira, e empreendimentos também foram realizados nessa cidade. A família se estabeleceu no Rio de Janeiro, onde Antonio concluiu o curso de Economia, hoje, UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), mas jamais atuou na profissão. Começou a trabalhar como fotógrafo em 1969, dando início a sua brilhante carreira. Antes da existência das redes sociais Antonio Guerreiro se tornou uma celebridade no meio artístico - foi considerado o melhor fotógrafo e tornou-se o mais famoso do Brasil, e em um movimento contrário dos paparazzi, todas as celebridades queriam ser fotografadas(os) por ele: artistas, intelectuais, personalidades, orbitavam em torno dele, seja nas artes, na literatura, na sociedade, eram atraídos pelas suas lentes como mariposas em busca de luz. Antonio antecedeu um fenômeno de hoje - a era das celebridades - Guerreiro, nos anos 1970 a 1990, registrou todo o glamour da fama, em especial o universo feminino, onde também viveu os seus amores, foi casado com as atrizes: Sonia Braga e Sandra Bréa, Denise Dumont. A captura da beleza, num instante único e que hoje é substituída pelos Photoshoping em damasia. Mas Antonio Guerreiro também trabalhou na imprensa da época, passou pelas redações dos jornais: Correio da Manhã, O Pasquim, Jornal do Brasil Antonio Guerreiro também um craque nos editoriais de moda para revistas como: Manchete, Playboy, Status, Realidade e Interview. São os seus primeiros trabalhos na área da moda; as fotos de roupas e lojas, que saem pequeninas, em P&B, verdadeiros embriões dos editoriais que causariam impacto no setor. Não é exagero afirmar que, Antonio Guerreiro revolucionou os editoriais de moda brasileiros. Em contraste com os editoriais convencionais, que geravam imagens plácidas, estéticas e pasteurizadas, com grande influência européia, Guerreiro passa a imprimir um movimento ao corpo das modelos, a revelar a sensualidade das brasileiras e o colorido exuberante do nosso país tropical. Sua atuação não se restringiu ao Brasil, Guerreiro dirigiu o estúdio de moda da revista Manchete em Paris, onde eram fotografadas todas as coleções francesas de moda antes dos seus lançamentos oficiais. A diretora do estúdio parisiense, Mariah Sroulevich, atual Bourgeois, tinha sido a primeira manequim de Pierre Cardin e possuía trânsito livre com todos os nomes da alta costura, entre eles Féraud e Dior, além do próprio Cardin. Guerreiro fica em Paris um ano e meio, trazendo ao Brasil, em primeiríssima mão, os lançamentos dos grandes estilistas, mas sempre dando um toque nacional, mais cor, mais ação, menos mulheres plastificadas, elas eram reais, mais ousadas, saltitantes. Quando retorna ao Brasil, Guerreiro monta no Rio maior e mais bem equipado estúdio fotográfico da época.
O livro terá as seguintes características: Sobrecapa: 40x60 cm, 4x0 cores em couché liso 170 g. Capa: 30x35 cm, 4x1 cores em couché liso 150 g. Guardas: 42x62 cm, 4x4 cores e verniz ir brilho F/V em couché fosco 170 g. Miolo: 180 págs, 30X35cm, 4 cores e verniz ir brilho F/V em couché fosco 150 g. Luva: 50x70 cm, 4x0 cores em supreme 400 g. Lombada: 25 mm, dobrada, lombada quadrada. Verniz UV Total = 1 lado(sobrecapa), laminação fosca = 1 lado(capa), costurado(miolo), plastificação fosca = 1 lado(luva), corte/vinco(luva), corte/vinco(sobrecapa), dobra(sobrecapa) Tiragem: 1.000 exemplares bilingues: portugues/inglês.
A Acessibilidade deste projeto se dará: 1) O livro será disponibilizado pelo Hot site, com legedas audiodescritivas; 2) Na contrapartida social, o palestrante será acompanhado de um intérprete de libras.
A democratização deste projeto se dará: 1) Serão doados 40% dos exemplares produzidos para bibliotecas e escolas públicas; 2) Serão comercializados 20% dos livros, a preço promocional (R$ 20,00); 3) Todo o conteúdo do livro será disponibilizado gratuitamente pelo hot site e ficará mais 12 meses no ar, pelo menos, depois da finalização/prestação de contas deste projeto; 4) As palestras de contrapartida deste projeto serão gratuitas.
REJANE GUERRA: Coordenação Geral e Financeira + Textos Graduada em Comunicação Social (Jornalismo) / Faculdades Integradas Hélio Alonso (FACHA) - Conclusão 1996 / Registro profissional: JP30553 - FENAJ (Federação Nacional dos Jornalistas). Jornalista que atua desde 1994 como assessora de comunicação nas áreas da cultura, literatura, arte e entretenimento com trânsito em editorias e colunas que repercutem nas redações, blogs, sites e outrosmeios de divulgação. O trabalho consiste em confecção de release, plano de mídia, divulgação e difusão dos eventos e fatos relevantes, consultoria de imagem, publicação de artigos, acompanhamento e atendimento pessoal, quando necessário, em todo o processo de relacionamento com a mídia além da produção de clipping. - Autora do livro “Meu Avô, Leonel – Frases de Brizola”, junto com Juliana Brizola (Editora Letra Capital), em 2016, na segunda edição; - Assistente de projetos e assessora de imprensa da galeria cultural do La Fiorentina, fundado em 1957, no Rio de Janeiro, um tradicional reduto de artistas, escritores, intelectuais e cineastas, prova disso são as centenas de fotos e de autógrafos dos grandes nomes da cultura brasileira, registrados na parede da fama da casa. Desde janeiro de 2017; - Assistente de projetos e assessora de imprensa ao cantor e compositor Martinho da Vila. Foi relações públicas do artista e responsável pela imagem e comunicação dos lançamentos de CDs, DVDs, livros, organizadora dos eventos de sua carreira e pelas listas de convidados de todos os seus shows e em receber os artistas em seu camarim, neste período, de fevereiro de 1996 até outubro de 2014; - Assessoria de imprensa permanente ao Departamento de Letras da PUC-Rio, de janeiro de 2011 até outubro de 2014; - Assistente de projetos e assessora de Imprensa de Oscar Niemeyer (1907-2012), da “Revista Nosso Caminho”, publicação dedicada à cultura, arquitetura e arte fundada pelo arquiteto, sendo responsável pela comunicação dos seus últimos trabalhos e eventos, no período de 2007 até 2012: o livro “As Igrejas de Oscar Niemeyer” (2011); a revista “Nosso Caminho”, homenagem aos 50 anos de Brasília com textos e projetos inéditos de Niemeyer lançada em 3/6/2010, no escritório no RJ, além do livro de fotos “Projetos Oscar Niemeyer 1999–2009”. Ainda em 19/10/2009, foi responsável pela comunicação do livro de sua autoria, “O Ser e a Vida”, na Galeria Anna Maria Niemeyer, Gávea, RJ. Trabalhou nos lançamentos do livro “Crônicas”, de Niemeyer, em 19/10/2008, na Galeria Anna Maria Niemeyer e da revistas “Nosso Caminho” edição especialsobre a fundação do Centro Administrativo do Governo de MG, projeto de sua autoria, com a presença do arquiteto, em Belo Horizonte, no Palácio das Artes, em 23/09/2008. Responsável pela comunicação e a lista de convidados dos festejos pelo aniversário de 100 anos de Oscar Niemeyer, realizado na Casa das Canoas, em São Conrado, no RJ, em 15/12/2007, e do aniversário de 104 anos do arquiteto, em 15/12/2011, no RJ, o último de sua vida. - Assistente de projetos e assessora de Imprensa do lançamento do livro biografia “Dorival Caymmi – O mar e o tempo”, de Stella Caymmi, Editora 34, cuja noite de autógrafos aconteceu na sede do Consulado de Portugal, no Rio de Janeiro. Dezembro de 2001 o trabalho se estendeu até dezembro de 2002; - Assessoria de imprensa ao Teatro Rival. Responsável pela divulgação da casa e da programação dos shows, elaboração de releases e da lista e recepção de convidados. Janeiro de 1996 a outubro de 1998. Rio de Janeiro – RJ ANTÔNIO GUERREIRO - Fotógrafo e curadoria: Antonio Guerreiro é um fotógrafo luso-espanhol-brasileiro, que fez muito sucesso dos anos 70 até os dias atuais. Várias de suas fotos ilustraram capas das principais revistas brasileiras, e algumas de suas imagens tornaram-se famosas, como a que retrata o autor de telenovelas Gilberto Braga. Guerreiro estava na faculdade de economia quando em 1966 e com 19 anos, namorando uma baiana herdeira de fazendeiros de cacau, resolvera fotografá-la com uma Rolleiflex e descobriu que tinha jeito para a arte; ele então começou a fotografar as jovens socialites do Rio, depois as prostitutas da Lapa, quando o colunista Daniel Más o conheceu e, trabalhando com ele, formou uma dupla que no Correio da Manhã produzia textos escandalosos com lindas fotografias. Seu trabalho era tão requisitado que o colunista Jacinto de Thormes registrara que deveria ter sido ele, e não David Hemmings, que deveria interpretar o fotógrafo que as beldades perseguiam no filme Blow-Up de Michelangelo Antonioni; o sucesso logo o levou para a revista Setenta da Editora Abril. A revista Setenta, de curta duração, foi contudo um marco na fotografia de moda no país; logo Guerreiro foi contratado por Adolpho Bloch para ser correspondente da Manchete em Paris, onde ficou por dois anos. Quando retornou ao país abriu um estúdio, o Zoom, ao lado da sede da TV Globo, onde passou a fotografar os principais nomes da sociedade, do meio artístico, moda, etc., fazendo mais de setenta capas das principais revistas das maiores editoras e agências de publicidade. Em 1975 inaugurou o Studium, no Catete, onde passou a fotografar nus, tornando-se o principal fotógrafo da Playboy, e que funcionou até 1990; no final desta década os negócios do pai faliram, e ele fechou o estúdio.Mantém um blog pessoal, onde mostra parte de seu trabalho, e possui um acervo com mais de 300 mil negativos e cromos. CRISTINA ÁVILA – Pesquisa: Doutorado em Estudos Literários - Universidade Federal de Minas Gerais, UFMG, Minas Gerais, Brasil. - Bolsista do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico/DF - CNPQ/DF, Brasil. - Mestrado em Artes - Universidade de São Paulo, USP, São Paulo, Brasil. - Título: Relação Texto Imagem no Barroco Mineiro - Bolsista do(a): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico/DF - CNPQ/DF, Brasil - Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização Em Barroco - Fundação Universidade Federal de Ouro Preto, UFOP, Minas Gerais, Brasil - Graduação em História - Universidade Federal de Minas Gerais, UFMG, Minas Gerais, Brasil. Experiência profissional: Possui diversas publicações na área de artes, história empresarial e cultura em periódicos nacionais, internacionais, CD-Roms, livros etc. Trabalhou como consultora de história/ me-mória e editoração para diversas empresas, incluindo o jornal “O Estado de São Paulo”, Museu Mineiro, Instituto Renné Rachau, Fundação Roberto Marinho, Rede Globo Minas, Petrobras, Patrimonium e Museu Guggenheim de Nova Iorque (curadoria e livro), Museu Ashmolen de Oxford (curadoria e livro), Itaú Cultural (curadoria da exposição sobre mo-dernismo), Prefeitura de Ouro Preto, Casa França Brasil, Secretaria de Estado da Cultura de Minas Gerais (curadoria da exposição Brava Gente Brasileira e da exposição JK – o esta-dista da modernidade), Vilma Alimentos, Guerdau, C/Arte, Filme Vinho de Rosas, Filme Órfãs da Rainha, Minas Tênis Clube, Fundação João Pinheiro (livro sobre o historiador Hélio Gravatá), Museu de Arte da Pampulha, Museu do Oratório de Angela Gutierrez (curadoria do museu, autora do livro de arte e datashow), Coleção Angela Gutierrez (curadoria de exposições em Paris, Lisboa, Venezuela, Chile, Paris e Lisboa), entre inúmeros outros. Possui diversos prêmios literários, destacando-se o Prêmio Nacional Cidade de Belo Horizonte, com o ensaio “A Arte das Iluminuras”. Atualmente dedica-se a pesquisa particular sobre a oratória setecentista e suas correlações históricas e artísticas, com vínculo de Pós-Doutorado pela Universidade Estadual de Campinas, sob a supervisão do professor Edgar Salvatori de Decca. Realiza também estudo sobre Maria Martins FRANCISCO CARAM - Assitente de Produção: Administrador de Empresas, Economista, Consultor e produtor cultural há 15 anos. Como produtor desenvolveu atividades em diversos segmentos, como se segue: - Exposição: “Works” - Sebastião Salgado (MAP 1997) - Festival Nacional de Novos Humoristas (1997/98/99/2000/2001). - Série de Concertos Internacionais (1997/98/99/2000/2001). - World Music – Festival Internacional de Música Étnica (1998/2000) - Exposição: “Tesouros do Renascimento (SP/BH/Curitiba/Porto Alegre 1999) - Confecção dos catálogos da Exposição: “Tesouros do Renascimento - Exposição: “Américo Vespúcio” (Rio/SP/BH/Curitiba/Porto Alegre 2000) - Confecção dos catálogos da Exposição: “Américo Vespúcio” - Coordenação da produção do livro “Crônicas da Cidade de Belo horizonte” (1997) - Teatro Coisa de Doido (1998/99/2000/2001) - Teatro: “Defunto Bom é Defunto Morto” (2001/2002) - Filme: “TIBUM – Um Super Herói Caipira” (2001) - Teatro: “Totonho 100 Conserto” (1999/2000/2001) - Teatro: “ A Vingança de Milonga” (2000/2001) -Coordenação da produção do livro “Queijos de Minas” de Inês Rabelo (2002) - Coordenação da produção do livro “Doces de Tacho de Minas Gerais” de I. R. (2002) - Teatro Coisa de Doido 2003 - Teatro: “Defunto Bom é Defunto Morto” –2003. - Teatro: “O Marido da Minha Mulher” – 2003. - Série Intrumental Internacional - 2003. - Circuito Vilma de Cultura (48 Shows) - 2003. - Teatro: “Três Mulheres para Fernandinho” - CD: Localiza De Concertos Internacionais - CD: Sambelô - CD: World Música - CD: Série RM de Concertos Internacionais - CD Andersen Viana – 2007 Moscou – Orquestra Estatal de Cinema de Moscou Shows Nacionais: Jô Soares, Tom Cavalcante, Chico Anysio, Casseta e Planeta, Nerso da Capetinga, Filomena, Chico César, Tom Zé, Marlui Miranda, UAKTI, Renato Teixeira, Feijão de Corda, João Carlos Assis Brasil, Edson Elias, Tambolelê, Eduardo Dusek, Índios Krenacs, Virgínia Rodrigues , Neguinho da Beija Flor, Chico Lobo, Beth Caligaris, Grupo Wahari e Mestre Romão. Shows Internacionais:Solistas da Scalla de Milão, Nino Rota, Stravinskij Chamber Orquestra, Nuovo Quartetto Italiano, Gli Archi di Firenze, Orquestra de Veneza, Duo Fani, Trio Aedon, Orquestra de Florença, Nova Scolla Gregoriana, Serafin Quartet, Quarteto de Gênova (Itália), Vadim Brodisk e Terem Quartet (Rússia), Lucille Chung (Coréia), Dounia (Palestina), Jogi Hirota (Japão), Eva Maria Alexandre (Alemanha), Gabin Gabiré (Burquina Faso).CONSULTORIA E PRODUÇÃO EM PROJETOS ESPECIAIS PARA: - Fundação Torinho (Grupo FIAT) – Projetos Culturais; - Grupo HH Pichionni – Projetos Culturais e Planejamento Fiscal; - Vilma Alimentos – Circuito Vilma de Cultura e Planejamento Fiscal; - Nonna Eventos - Projetos Culturais e Planejamento Fiscal; - Mãos de Minas (ONG da área de artesanato) – Atuação em projetos nacionais e internacionais, no segmento de capacitação e Microcrédito; - CENTRO DE CAPACITAÇÃO E APOIO AO EMPREENDEDOR (CCAPE): Coordenação Nacional do Projeto “Sala do Empreendedor”. SÉRGIO LUZ – Projeto Gráfico e Designer Formação: Bacharel em Desenho pela Escola de Belas Artes da UFMG - 1983 Trabalhou na Superintendência de Museus do Estado de Minas Gerais no período de 1983 a 1986; no estúdio Janela Gráfica no período de 1986 a 1992; na Contexto Propaganda no período de 1993 a 1996; como diretor de arte e designer na Publivendas Comunicação no período de 2000 a 2003; como diretor de arte da Impacto Comunicação de dezembro 2003 a junho de 2005; como diretor de criação da Comunicação Corporativa da Newton Paiva. Professor substituto de Projeto Gráfico no curso de Comunicação da PUC/MG em 1987. Professor substituto de Projeto Gráfico no curso de Comunicação da UFMG em 1988. Professor da Oficina de Ilustração Editorial no 35º Festival de Inverno de Ouro Preto. 2003. Experiência profissional: Prêmios: Roteiro e direção do vídeo-arte "O Jardim dos Animais" (texto de Ronald Claver) Prata no 28º Prêmio Colunistas Norte e Nordeste – Área TV/cinema – campanhas. Categoria Produtos e Serviços de Telecomunicações. "1 Milhão", da PUBLIVENDAS para TIM / Alô Card - Blu. (direção de arte) Ouro no 13º Colunistas da Bahia – Área TV/cinema – campanhas. Categoria Varejo de Grande Porte. Série "Novela", da PUBLIVENDAS para Maxitel. (direção de arte) / Ouro no 13º Colunistas da Bahia – Área TV/cinema – campanhas. Categoria Produtos e Serviços de Telecomunicações. "Alô!card Pega", da PUBLIVENDAS para Maxitel. (direção de arte) Livros (projeto gráfico): Almanaque da Cachaça". 1990 •"Aníbal Mattos" para a PBH. 1991 •"100 anos da Secretaria de Estado da Fazenda de Minas Gerais". 1991 •"Revista BARROCO 15". 1992 •"Metrópole - Uma Trajetória Cultural" - Secretaria de Cultura-PBH. 1993 •Coleção Mineiriana - Série Clássicos, da Fundação João Pinheiro (11 livros) de 1994 a 1998 •"Minas Gerais - Monumentos Históricos e Artísticos - Circuito do Diamante", comemorativo dos 25 anos da Revista BARROCO (nº 16) fazendo parte da Coleção Mineiriana - Série Municípios e Regiões, da Fundação João Pinheiro. 1994 •"Minor - livro de louvores" de Affonso Ávila - Rona Editora. 1996 •"Condições de vida nos municípios de Minas Gerais" - Fundação João Pinheiro. 1996 •"Revista BARROCO 16". 1996 •“1º Guia Cultural de Belo Horizonte” - Fundação João Pinheiro. 1997 •“Notas Cronológicas de Belo Horizonte” - 1711/1930. Fundação João Pinheiro. 1997 •“Belo Horizonte & o Comércio - 100 anos de História” - Fundação João Pinheiro/Federação do Comércio do Estado de Minas Gerais. 1997 •“Dicionário Biográfico de Construtores e Artistas de Belo Horizonte - 1894/1940” - IEPHA/MG. 1997 •“A Questão Ambiental em Minas Gerais”. Fundação João Pinheiro/FEAM. 1998. •“Efemérides Mineiras” (3 volumes). Fundação João Pinheiro. 1998. •“Ecologizar - Pensando o Ambiente Humano” de Maurício Andrés - Rona Editora. 1998. •“Minas Tênis Clube - Tradição e Modernidade” para o Minas Tênis Clube. 1999. • “Campo Grande - 100 Anos de Construção” para a Editora Matriz - Campo Grande. 1999. •“Revista BARROCO” nº 18. 2000. •“Caderno de Diretrizes Museológicas 1” para aSuperintendência de museus do Estado de Minas Gerais. 2002. •“Cinqüenta Anos de Supermercado no Brasil” para Fundação Abras - São Paulo. 20
PROJETO ARQUIVADO.