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A Proa Cultural propõe a realização de apresentações de música erudita, com uma missa cantada em latim, criada a partir de temas e elementos diversos do compositor austríaco Franz Schubert. Trata-se de uma proposta inédita, que exalta o potencial coralístico de sua música e faz uma releitura sacra de sua obra.
Executaremos essa nova e inédita obra com estrutura de uma missa católica tradicional, a partir de temas vários do compositor Franz Schubert retirados e desenvolvidos como em seguida se demonstra: No Kyrie, que é o ato penitencial, são utilizados temas do 1º movimento da Sinfonia n.º 8 (D.759), também chamada “Inacabada”. O Gloria recebe trechos variados, seja da Marcha Militar n.º 1 (D.733); do Quinteto (D.667), "A Truta", no seu Andantino; do Improviso n.º 4 para piano (D.899), e, do Quarteto de Cordas n.º 14 (D.810), "A Morte e a Donzela", em seu Andante con moto. O Credo está todo calcado no Trio para Piano, Violino e Violoncelo n.º 1 (D.898), 1º movimento. No Sanctus, volta-se à Sinfonia n.º 8 (D759), a "Inacabada", agora no seu 2º movimento. Finalmente o Agnus Dei, retoma o Trio para Piano, Violino e Violoncelo n.º 1 (D.898), desta vez no 2º movimento. Ave Maria, baseada no segundo movimento da Fantasia Wanderer (D.760) para Piano Solo e transformada em Concerto para Piano e Orquestra por Franz Liszt, e, um Pater Noster, inspirado no Improviso em Sol Bemol Maior (D.899) para piano solo. Todas as duas executadas por coro e orquestra. Ambas são composições da Orquestra Bravo arquitetadas pelos regentes Dierson Torres e Alexandre Lemos, e construídas pelo Professor e Maestro Dierson Torres.
Objetivo Geral Apresentar para o público de Pernambuco uma releitura inédita da música clássica romântica de um grande e reconhecido compositor _ Franz Schubert _ por meio de uma releitura de sua obra, inspirada por diversos outros temas presentes em suas composições e tendo as vozes e o canto como protagonistas. Este conjunto de apresentações pretendem resultar em: - Democratização do acesso e fomento ao segmento da música clássica no Nordeste; - Ampliação do repertório e práticas culturais de todo o público impactado pelas apresentações; - Contribuição para a consolidação da carreira de uma das poucas orquestras estritamente clássicas do estado de Pernambuco. Objetivo específico - Realizar 3 apresentações musicais em teatros e/ ou parques de Pernambuco. - Atingir um público de 1500 pessoas, sendo uma média de 500 pessoas por apresentação. - Realizar cada apresentação com com 55 músicos, sendo: 1 regente 5 primeiros violinos 5 segundos violinos 4 violas 4 violoncellos 2 contrabaixos 2 flautas 2 trompetes 1 trombone 2 trompas 1 teclado 2 percussões 4 solistas Coro com 20 vozes - Executar essa nova e inédita obra com estrutura de uma missa católica tradicional, a partir de temas vários do compositor Franz Schubert retirados e desenvolvidos como em seguida se demonstra: No Kyrie, que é o ato penitencial, são utilizados temas do 1º movimento da Sinfonia n.º 8 (D.759), também chamada "Inacabada". O Gloria recebe trechos variados, seja da Marcha Militar n.º 1 (D.733); do Quinteto (D.667), "A Truta", no seu Andantino; do Improviso n.º 4 para piano (D.899), e, do Quarteto de Cordas n.º 14 (D.810), "A Morte e a Donzela", em seu Andante con moto. O Credo está todo calcado no Trio para Piano, Violino e Violoncelo n.º 1 (D.898), 1º movimento. No Sanctus, volta-se à Sinfonia n.º 8 (D759), a "Inacabada", agora no seu 2º movimento. A missa finda com o Agnus Dei, que retoma o Trio para Piano, Violino e Violoncelo n.º 1 (D.898), desta vez no 2º movimento. A apresentação contará também com uma Ave Maria, baseada no segundo movimento da Fantasia Wanderer (D.760) para Piano Solo e transformada em Concerto para Piano e Orquestra por Franz Liszt, e, um Pater Noster, inspirado no Improviso em Sol Bemol Maior (D.899) para piano solo. Todas as duas executadas por coro e orquestra. Ambas são composições da Orquestra Bravo arquitetadas por Alexandre Lemos, e construídas pelo Professor, Compositor e Maestro Dierson Torres.
A beleza e o potencial coralístico da música de Franz Schubert foram a força motivadora dessa ideia: uma missa tradicional cantada em latim, com a utilização de temas os mais diversos de peças musicais do grande compositor austríaco. Essa inspiração para a música sacra originada da escuta de peças de Schubert, já esteve presente em duas composições da Orquestra Bravo, arquitetadas pelo regente Dierson Torres e por Alexandre Lemos e executadas por coro e orquestra: uma Ave Maria, baseada no segundo movimento da Fantasia Wanderer (D.760) para Piano Solo e transformada em Concerto para Piano e Orquestra por Franz Liszt, e, um Pater Noster, inspirado no Improviso em Sol Bemol Maior (D.899) para piano solo. Trata-se, como se pode perceber, de uma proposta inédita, uma releitura sacra de trechos musicais da monumental obra de Schubert. E aqui se deixa bem claro não ser hipótese que sequer se assemelhe a plágio. A obra que se apresenta neste projeto é declaradamente e expressamente reconhecida como inspirada no compositor romântico. Sem pretender se posicionar nas alturas de tantos grandes compositores eruditos, vale relembrar aqui as inúmeras composições de mestres da música que utilizaram temática de outros compositores na elaboração de novas obras musicais. Cite-se como exemplo o Concerto Para Piano e Orquestra elaborado por F. Liszt, a partir da Fantasia Wanderer para piano solo, já mencionado acima. Dentre inúmeras outras obras criadas a partir de outras, cita-se ainda a orquestração pelo compositor francês Maurice Ravel em 1922, da peça "Quadros de uma Exposição", do russo M. Mussorgsky, de quem, Ravel, juntamente com outra sumidade da música francesa, Claude Debussy, eram grandes admiradores. Por sua vez, homenageando o centenário da ópera "Don Giovanni" de Wolfang Amadeus Mozart, o russo Pyotr Ilyich Tchaikovsky, escreveu a Suíte para Orquestra n. º 4, mais conhecida como "Mozartiana", baseada em peças para piano daquele compositor. Como Mozart, Chopin, e outros, Franz Peter Schubert viveu pouquíssimo: 31 anos! Apesar de haver nascido em 1797, final da era clássica, Schubert foi essencialmente romântico. E, apesar de ter tido vida tão curta, sua obra é magnífica e extensa: "lieds" (canções), escreveu mais de seiscentas; sinfonias; óperas; sonatas; quartetos; quintetos, entre tantas outras peças recorrentemente apresentadas. No campo das canções ou "lieds", Schubert resgatou o respeito a esse gênero como antes havia nos séculos XV e XVI. A literatura é imensa nesse campo, nele utilizando o compositor versos de Shakespeare, Goethe e Schiller, dentre outros. Na música sacra Schubert também tem amplo e belo repertório: Missa em Fá Maior (D.105), Missa em Sol Maior (D.167), Missa em Dó Maior (D.452), Missa em Lá Bemol (D.678), Missa Alemã (D,872), Missa em Mi Bemol (D.950), o oratório inacabada "Lazarus" (D. 689), o "Salmo 23" (D.706), o belíssimo "Tantum Ergo" (D.962), para citar algumas de suas peças religiosas. Em toda a sua obra, a melodiosidade das canções e a sua inventividade ímpar se fizeram presentes. Schubert também foi cantor. Até mesmo nas missas por ele compostas, essas marcas se tornam visíveis. Como poeta dos sons, melhor síntese nos deixou Liszt, quando disse de Schubert que foi "o músico mais poeta que já existiu". A BRAVO nasceu da paixão de seu fundador _ Alexandre Lemos - pela Música. Desde os sete anos de idade, vencendo o desafio de seu pai que só lhe garantiu a compra de um piano depois do primeiro ano de sua iniciação musical. Desde então, vários professores lhe acompanharam a trajetória, culminando com a conclusão do curso completo de música com especialização em piano erudito, no Conservatório Pernambucano de Música. Anos mais tarde, quebrando os limites do resumido repertório erudito em celebrações religiosas, iniciou a assessoria musical, projetando apresentações privadas e públicas as mais diversas. Com a constante colaboração de sua filha Letícia, e em número que supera as duas mil e algumas centenas de projetos e apresentações culturais, vem a BRAVO, há vinte e sete anos, contribuindo significativamente para o fortalecimento da cultura musical pernambucana e nordestina. https://www.produtorabravo.com.br/ Veja aqui apresentações da orquestra: https://youtu.be/k0s6IOy5sJI , https://youtu.be/9vGN-rkN3CM O uso deste mecanismo de incentivo (Lei de Incentivo Fiscal) justifica-se não só pelo mérito cultural do projeto, mas também pela dificuldade em se obter patrocínios diretos ou outros meios de financiamento na região nordeste, como também pelo fato dessa proposta se enquadrar nos incisos I, II, III, IV, V, VI, VII, VIII e IX do Art. 1º da Lei 8313/91. Além disso, contribui para o alcance dos objetivos do Art. 3º da mesma norma, em seus incisos II, alíneas "c" (realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore) e "e" (realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres), e inciso IV, alínea a (distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos). Este projeto se enquadra também no segmento previsto na alínea "c" do parágrafo 3º do Art. 18 (música erudita ou instrumental).
- 3 apresentações musicais com duração de 1h hora cada, em teatros e/ ou parques de Pernambuco, que têm capacidade para uma média de 500 pessoas cada. - Cada apresentação com 55 músicos, sendo: 1 Regente 5 primeiros violinos 5 segundos violinos 4 violas 4 violoncellos 2 contrabaixos 2 flautas 2 trompetes 1 trombone 2 trompas 1 teclado 2 percussões 4 solistas Coro com 20 vozes
Acessibilidade física: A Orquestra se apresentará em um dos dois principais teatros da cidade do Recife, Teatro de Santa Isabel, ou Teatro Luiz Mendonça. Ambos estão preparados para receber público com necessidades especiais, como cadeirantes e idosos. Acesso, área de circulação, banheiros e plateia, contam com estrutura física para tal público. Ressaltamos ainda que o Teatro Luiz Mendonça tem capacidade para 587 lugares na plateia, sendo seis poltronas para pessoas com baixa mobilidade e dez reservadas para cadeirantes. Já o Teatro de Santa Isabel tem entrada acessível para cadeirantes, além de elevador e frisa exclusiva para esse público. Acessibilidade de conteúdo: Por meio de consulta a COM acessibilidade Comunicacional - empresa especializada em acessibilidade (carta de anuência anexa) - planejamos a melhor forma para que este projeto seja usufruído pelo público de pessoas cegas. A primeira ação será o contato com instituições, a exemplo da APEC – Associação de Cegos de Pernambuco e Instituto de Cegos Antônio Pessoa de Queiroz. Pretendemos articular com essas entidades a parceria para engajar este público específico. Este projeto contará com 3 apresentações musicais. Para essas apresentações contaremos com audiodescrição para pessoas cegas ou de baixa visão. Apesar desse púbico ser apto para ouvir a apresentação, a audiodescrição proporcionará um aproveitamento bem maior do espetáculo, uma vez que dará, antes mesmo do início da apresentação, uma descrição completa do espaço, do movimento das pessoas chegando ao teatro, do apagar das luzes, até uma descrição detalhada da cenografia e iluminação do espetáculo, descreverá as reações das pessoas, como dançar, por exemplo. Dessa forma o cego aproveitará de forma mais completa do espetáculo musical. Ao final da apresentação, a produção do projeto ofertará ao público cego presente a oportunidade de conversar um pouco com alguns músicos da orquestra, dando oportunidade para que essas pessoas ouçam de perto e toquem nos instrumentos, percebendo assim a sua forma, além do seu som individual.
As apresentações serão gratuitas, dessa forma o projeto proporcionará democratização do acesso para todos os cidadãos independente de poder aquisitivo e classe social. Com o objetivo de ampliar ainda mais o acesso e a difusão da música clássica, serão divulgados a realização de ensaios abertos gratuitos, principalmente para as escolas. Ofertaremos um ensaio aberto para cada uma das 3 cidades que receberão apresentação. Dessa forma o público estudantil poderá apreciar um ensaio que servirá também apra divulgar a apresentação. Com essa ação, atenderemos o previsto no artigo 21, inciso V, da IN 2 de abril de 2019.
PROA CULTURAL | Proponente Função no projeto: A proponente Proa Cultural será a produtora executiva do projeto ora proposto e se responsabilizará por toda a elaboração do projeto, seu acompanhamento perante a Lei de Incentivo Fiscal, coordenará a execução do projeto e fará a sua devida prestação de contas. A Proa - Marketing Cultural e Projetos é uma empresa há 8 anos sediada no Recife, mais especificamente no ambiente do Porto Digital. Sua expertise é criar e produzir projetos de diversos segmentos culturais para responder às estratégias de comunicação das empresas. Na sua carteira de projetos, destacam-se os mais recentes: o Festival Arte na Usina, música e artes visuais na Mata Sul de Pernambuco (2016, 2017 e 2018); o Filig - Festival Internacional de Literatura Infantil de Garanhuns em PE (2014, 2015, 2017 e 2018); a Flitin - Feira de Literatura Infantil, na Academia Pernambucana de Letras (2018); o Pequeno Encontro da Fotografia, em Olinda (2017e 2018); a Exposição Não-Dito da artista Ana Lira através do Prêmio Funarte de Arte Contemporânea em Belém/PA (2016); o livro “Memória Gráfica no Agreste” (2018); Festival Transborda de Cultura sem Gênero (2018); Laboratório de Projetos Culturais (2017 e 2018); Festival Reconhecer (2018); Curadoria Local do Festival Path (SP, 2018). Principais clientes: Núcleo de Gestão do Porto Digital, Instituto JCPM de Compromisso Social, Chesf, Sebrae, Universidade Católica de Pernambuco, Galo da Madrugada, Ferreira Costa, CEPE – Companhia Editora de Pernambuco, Associação Jacuípe (Usina de Arte), entre outros. ORQUESTRA BRAVO ALEXANDRE TADEU RABELO DE LEMOS (Produtor Musical) Formação: Curso Completo de Música do Conservatório Pernambucano de Música.Especialização: Piano Erudito. Atividades na área: há vinte e sete anos projeta, coordena e executa eventos culturais na área de música, prestando assessoria e coordenando a realização de eventos. LETÍCIA BEZERRA DE MELLO LEMOS (Coordenação artística) Atividades na área: economista, há vinte anos projeta, coordena e executa eventos culturais na área de música, prestando assessoria e coordenando a realização de eventos. DIERSON TORRES (REGENTE E ARRANJADOR)–Natural de Recife, bacharel em Regência pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, com o título acadêmico “Magna cum Laude”. Ainda na Escola de Música da UFRJ estudou Composição com o maestro Henrique Morelenbaum. Como regente, trabalhou com diversos coros e orquestras. No Recife, fundou e dirigiu o Coral da Faculdade de Ciências Humanas de Olinda – FACHO, compondo para os 10 anos dessa entidade a Missa “Cantabo Domino”, Além de um Te Deum. Lecionou no Conservatório Pernambucano de Música onde criou o Coro de Câmara e Conjunto de Música Antiga. Atuou também como regente convidado da Orquestra Sinfônica do Recife. Como compositor podemos destacar a canção La Colmeña escrita como trilha sonora do Curta Metragem “Me Faz Voar”, de Marcone Simões; e na música instrumental, a Pequena Suite Brasileira para Orquestra de Cordas e Toada e Desafio sobre um Tema de Capiba. Os seus mais recentes trabalhos foram as Três Danças para Orquestra de Câmara; Aboio e Embolada para Percussão; Maracatu para Clarinete e Piano e uma Abertura de Concerto, além de quatro canções para Contralto e Piano, Das Estações da Morte. A obra Um Requiem Nordestino, foi composta em homenagem a Ariano Suassuna e ao Movimento Armorial que nesse ano (2015) completou 45 anos de existência. O trabalho mais recente foi Três Parábolas (2018), para solistas, coro, orquestra de sopros, piano e percussão. Atualmente é professor do Departamento de Música da UFPE, onde administra as disciplinas de Estética e Estruturação Musical, Fundamentos da Construção Musical e Composição. CURRÍCULO BRAVO Projeto BRAVO 25 ANOS, com concerto realizado no Teatro de Santa Isabel, no Recife/PE, dia 16 de março de 2017, com apoio do SESI, Copergás, Urbana-PE, entre outros. Nesse concerto foram apresentadas músicas dos Beatles em arranjos para coral, solista e orquestra; Missa de Consagração da Igreja do Instituto Ricardo Brennnand, no Recife-PE, em 10 de maio de 2014; Projeto Circuito das Igrejas, com concerto realizado na Igreja da Madre de Deus, no Recife/PE, dia 29 de abril de 2012, com repertório composto de danças antigas – minuetos, mazurcas e valsas – de diversos compositores. Projeto realizado pela Empetur, Fundação Gilberto Freyre, e pelo Governo do Estado de Pernambuco, com apoio de diversas outras entidades públicas; Projeto BRAVO 20 ANOS, com concerto realizado no Teatro de Santa Isabel, no Recife, dia 03 de novembro de 2011, com apoio da EMPETUR, do Governo do Estado de Pernambuco, da Prefeitura da Cidade do Recife, entre outros. Nesse concerto foram apresentados coros de óperas famosas, como Tannhäuser, de R. Wagner, Cavalleria Rusticana, de P. Mascagni, Aída, de G. Verdi, Nabuco de G. Verdi, La Forza del Destino, de G. Verdi, Fausto, de C. Gounod, La Traviata, de G. Verdi, Carmen, de G. Bizet, Casanova, de J. Strauss, e, Turandot, de G. Puccini. Concerto de Natal em Praça Pública, patrocinado pela Prefeitura de São Lourenço da Mata, 17 de dezembro de 2011; Projeto BRAVO CHOPIN - concerto foi apresentado na Igreja da Madre de Deus, no Recife/PE, 07 de dezembro de 2010, em que se comemorou o aniversário de 200 anos de seu nascimento. Projeto Circuito das Igrejas com apresentação de concerto de músicas sacras na Igreja da Madre de Deus, no dia 16 de maio de 2010. O programa desse concerto constou exclusivamente de músicas eruditas religiosas, executando-se na parte inicial peças em louvor a Nossa Senhora, e na segunda parte Kyries e Glórias de diversos compositores. Este projeto foi realizado pela Empetur, Fundação Gilberto Freyre, e pelo Governo do Estado de Pernambuco; Projeto Circuito das Igrejas (Recife, Olinda e Jaboatão) com apresentações do Coro BRAVO, juntamente com a orquestra Jovem do Conservatório Pernambucano de Música, na Igreja da Madre de Deus, no Recife, Pernambuco, no dia 7 de março de 2010. Neste concerto foi apresentada a Grande Missa Sertaneja do compositor pernambucano Clóvis Pereira, entre outras peças suas. Esse projeto foi realizado pela Empetur, Fundação Gilberto Freyre, e pelo Governo do Estado de Pernambuco, com apoio de diversas outras entidades; Jantar de posse do Arcebispo de Olinda e Recife, Dom Fernando Saburido, na Arcádia de Apipucos, em Recife/PE, dia 16 de agosto de 2009; Em comemoração ao aniversário de 200 anos de falecimento de J. Haydn, foi realizado na Praça em frente à Igreja do Poço da Panela, na cidade do Recife, concerto com apresentação de quartetos de cordas de J. Haydn. Esse evento teve o patrocínio do consulado da Áustria na cidade do Recife - PE; Também foi realizado e executado o Projeto BRAVO HAYDN, com preparação e apresentação na íntegra da MISSA NELSON, do grande compositor clássico austríaco, J. Haydn, em 2009, em que se comemorou mundialmente, o aniversário de 200 anos de seu falecimento. O concerto ocorreu na Igreja da Madre de Deus, dia 02 de dezembro de 2009, com a participação de grande orquestra e coro, com quatro cantores solistas. Com patrocínio privado; Concerto no projeto CULTURA NA USINA, na casa de recepções Usina Dois Irmãos, no Recife/PE, dia 30 de outubro de 2007. Esse evento, que teve patrocínio privado, foi uma fusão das artes literária, plástica e musical; Missa de Consagração da Igreja de Nossa Senhora da Conceição, na Oficina Brennand, no Recife/PE, no dia 08 de dezembro de 2006; Posse do Presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Pernambuco, Des. Fausto Freitas, cerimônia de posse e jantar, no Recife-PE, no dia 9 de fev. de 2006; Projeto para o Concerto de Inauguração do Instituto Ricardo Brennand, no Recife/PE, patrocinado pelo próprio IRB, em 2002. Nesse projeto foram sucessivamente e concomitantemente apresentados, face à extensão do espaço em que o evento se realizou, quinteto de sopro, orquestra e coral e quarteto de cordas.
PROJETO ARQUIVADO.