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O presente projeto pretende realizar a edição dos livros da "Trilogia Maya Fujita".
A sinopse com resumo por capitulos está em anexo.
Objetivo geral - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais, ao possibilitar a tiragem das criações de uma jovem autora, com parte dos exemplares dedicado à distribuição gratuita e versões em formato Daisy; - Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores, com a edição e a tiragem da Trilogia Maya Fujita, de autoria de Jéssica Sanz, escritora e participante do projeto; - Salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira, ao produzir uma Trilogia de aspectos fantasiosos e de aventura para o público infanto-juvenil; - Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória, ao incentivar obras que estimulem a criatividade, pensamento crítico e hábitos de leitura; - Priorizar o produto cultural originário do País. Objetivo específico LIVRO - Produzir 3.000 cópias dos livros da Trilogia Maya Fujita. CONTRAPARTIDA SOCIAL Realizar uma oficina de literatura (escrita e leitura) para crianças e adolescentes com a expectativa de 300 beneficiários.
A literatura brasileira contemporânea é marcada pela multiplicidade, pelo contato com os eletrônicos e pela conexão de internet, principalmente. Atualmente, os meios da internet possibilitam aos escritores que publiquem as suas criações sem a aprovação das grandes editoras e do cânone da "boa literatura". Literatura essa que seguia modelos e princípios muito restritos que agora aparecem como inspiração para uma escrita de possibilidades sintáticas e morfológicas, de temas e de abertura interpretativa para os seus leitores. A tradição literária associada à originalidade. Lê-se muito, produz-se muito e, com um olhar otimista, de maneira cada vez mais democrática. É claro que, em um momento de infinidade de informações, a literatura aparenta ter que se provar interessante ao público mais jovem. Desta forma, a originalidade e a fertilidade dos autores mais jovens faz com que se crie uma conexão despretensiosa com um possível leitor e esse contato, anteriormente tido com numerosos instrumentos de mediação, seja reinventado. Isso tem acontecido em diversas áreas relacionadas à criatividade, onde o reconhecimento do interlocutor possibilita uma conexão direta, mesmo que a universalidade não seja o principal objetivo. Nos blogs e nas redes sociais, é possível examinar a quantidade de novos escritores e o engajamento que eles têm criado com o seu público. Diversas figuras da nova literatura começaram no meio digital, com destaque a Ana Paula Maia, de escrita violenta e dedicada ao masculino, que acabou despertando entusiasmo internacional e de grandes editoras brasileiras. No projeto em questão, Trilogia Maya Fujita, a autora Jéssica Sanz publicou quase duas dezenas de suas criações em plataformas digitais e, em formato físico, teve a "Guerra do Tempo", publicado independentemente. Participou de bienais, festas e eventos literários em todo o país. Aqui, busca a publicação das suas obras com material e serviços adequados, parte distribuída para a população e em formato acessível para pessoas com deficiência visual. Quanto à Lei Rouanet, é imprescindível que admissibilidade reconheça a importância de incentivo a escritoras jovens e mulheres, a novos olhares e novas formas de contar histórias. A proposta, ainda, se enquadra nos objetivos expressados no art. 1° da Lei 8.313/1991: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Além disso, o projeto atende os seguintes objetivos previstos pelo artigo 3º da Lei 8.313/1991: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes.
Livro 1 - A Guerra do Tempo Capa: Com orelha: Sim (7 cm). Cores da frente: Colorido com 4 cores. Cores do verso: Sem Cor. Tipo de papel: DuoDesign 250. Miolo: Número de páginas: 268. Formato da página: 14 X 21 cm (Largura X Altura). Cores: 1 Cor. Tipo de papel: Pólen 70. Acabamento da capa: Laminação frente e verso. Finalização: Lombada quadrada (cola). Com verniz localizado e Shirink. Livro 2 - A Joia de Octeto Capa: Com orelha: Sim (7 cm). Cores da frente: Colorido com 4 cores. Cores do verso: Sem Cor. Tipo de papel: DuoDesign 250. Miolo: Número de páginas: 268. Formato da página: 14 X 21 cm (Largura X Altura). Cores: 1 Cor. Tipo de papel: Pólen 70. Acabamento da capa: Laminação frente e verso. Finalização: Lombada quadrada (cola). Com verniz localizado e Shirink. Livro 3 - A Terra dos Perdidos Capa: Com orelha: Sim (7 cm). Cores da frente: Colorido com 4 cores. Cores do verso: Sem Cor. Tipo de papel: DuoDesign 250. Miolo: Número de páginas: 300. Formato da página: 14 X 21 cm (Largura X Altura). Cores: 1 Cor. Tipo de papel: Pólen 70. Acabamento da capa: Laminação frente e verso. Finalização: Lombada quadrada (cola). Com verniz localizado e Shirink.
LIVRO Acessibilidade de Conteúdo: A estrutura organizacional do livro contará com medidas que visem atender a necessidade de pessoas com deficiência cognitiva. Além disso, será lançado versão em formato daisy buscando contemplar pessoas com deficiência visual. CONTRAPARTIDA SOCIAL Acessibilidade Física: O local de realização das oficinas será adequado a pessoas com deficiências físicas e/ou mobilidade reduzida. Contará com banheiros adaptados, corredores largos e rampas de acesso. Acessibilidade de Conteúdo: As oficinas contarão com um intérprete de libras, em caso de participantes com deficiência auditiva, material impresso em braile e monitores para auxiliar pessoas com deficiência visual e cognitiva.
LIVRO Em relação à distribuição, adotaremos o exposto no inciso I do artigo 20 da IN nº 02/2019 do MC, para a doação gratuita de 20% (vinte por cento) do total dos livros e dos ingressos das exposições exclusivamente para distribuição de caráter social ou educativo. Em complemento, o projeto irá adotar a seguinte medida de ampliação do acesso, de modo a cumprir com o artigo 21 da IN n° 02/2019: I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; CONTRAPARTIDA SOCIAL Enquanto Contrapartida Social, o projeto realizará ação formativa cultural da qual visa realizar oficinas de literatura, a fim de incentivar a atividade da escrita e da leitura de crianças e adolescentes, de modo a seguir o exposto no art. 22 da Instrução Normativa nº 2/2019 do Ministério da Cidadania, a saber: “Art. 22. As propostas culturais deverão apresentar ações formativas culturais em suas atividades ou equivalente, em território brasileiro, com rubricas orçamentárias próprias. § 1º As ações formativas culturais deverão corresponder a pelo menos 10% (dez por cento) do quantitativo de público previsto no plano de distribuição, contemplando no mínimo 20 (vinte) limitando-se a 1.000 (mil) beneficiários, a critério do proponente. § 2º 50% (cinquenta por cento) do quantitativo de beneficiários das ações formativas culturais devem se constituir de estudantes e professores de instituições públicas de ensino.”
Antonio Sanz Leal Neto - Proponente e Coordenador Geral Bacharel em Engenharia de Produção pela UCAM - Universidade Cândido Mendes. Possui conhecimento nas áreas de logística, produção, contratos e prestação de serviços. Agente literário da autora Jéssica Sanz. Autor do romance "Meio-Fio", publicado em 2017, e da ficção "A Máquina dos Sonhos - Flamengo", que será lançado no ano de 2019. Já participou da Bienal de Campos - RJ (2016), FLIM - Festa Literária Internacional de Maringá (2016 e 2017), Bienal Internacional de Brasília (2016), FLIR - Feira do Livro de Resende - RJ (2017/2018), Bienal Internacional do Rio de Janeiro (2017), Bienal de Campos (2018) e FLINIT - Feira do Livro de Niterói (2018). Em 2019, foi convidado para tomar posse como membro da Academia de Letras do Brasil – seccional Campos dos Goytacazes. No projeto Trilogia Maya Fujita, é responsável pela gestão administrativa e financeira, bem como por todas as etapas de produção. Jéssica Sanz - Escritora Letrista, escritora e ilustradora. Graduanda em Letras Português - Literatura pelo Instituto Federal Fluminense (Câmpus Campos-Centro). Autora da Trilogia Maya Fujita: A Guerra do Tempo, A Joia de Octeto, A Terra dos Perdidos. Com publicações digitais desde 2014, possui aproximadamente 20 títulos na internet. Quanto às físicas, destaque para Maya Fujita: A Guerra do Tempo, de 2015, e Derrubando paredes: Por um novo ensino de Língua Portuguesa, de 2016, onde foi ilustradora. Luisa de Carvalho - Produtora Executiva Bacharel em Ciências Sociais pela Universidade de Brasília e Formada em Psicologia pela mesma universidade. Trabalha com produção Cultural desde 2006, sua primeira experiência foi como assistente de produção do Grupo de teatro "DE 4 É MELHOR", cargo que ocupou até 2016, nessa posição cuidou do Marketing, logística, Pautas, Recrutamento e seleção, cronograma e clippings dos espetáculos. Concomitantemente realizou cursos de teatro com os profissionais Bernardo Felinto, Abaete Queiroz e Élia Cavalcante e atuou nas peças 'Faces da Terra', 'Histórias inesperadas da Vida', 'Isso é Veríssimo', 'Diário de um adolescente' e 'Bang Bang você morreu'. Em 2013 atuou no Canal 'Só um minuto' que possui 166.056 inscritos no Youtube. Em maio de 2017 produziu o Festival de música MOVA - Movimento Aprático, que trouxe para Brasília nomes como Marcelo Jeneci, Roberta Campos, Tiê e Silva cantando Marisa. Em 2016 se tornou sócia da empresa 'Arte em Curso' e trabalha com Realização de projetos culturais através de Leis de incentivo, atua desde a elaboração do projeto, até a execução e prestação de contas. Luiz Felipe Champloni - Capista Formando em Arquitetura na Universidade de Brasília, possui ampla experiência no setor artístico, foi assistente de cenografia do espetáculo “Agreste”, 2017, ator cantor e dançarino no espetáculo “Broadway para sempre”, 2017 e “Tudo junto e Musicado” em 2016. Ilustrador do livro “O aeroporto que virou Bairro”, 2016. Professor de desenho para crianças de 6 a 12 anos na Nihaaus Arquitetura.
PROJETO ARQUIVADO.