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PRONAC 190850Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

TROVADORES URBANOS - 30 ANOS DE CAUSOS E CRONICAS (título provisório)

INSTITUTO DOS TROVADORES URBANOS
Solicitado
R$ 267,7 mil
Aprovado
R$ 267,7 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Livros ou obras de referência - valor Humanístico
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
19

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2020-01-06
Término
2021-01-01
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

O projeto pretende a criaçao de um livro de causos e crônicas, escrito pelos irmãos e fundadores do grupo Trovadores Urbanos, Juca Novaes e Maída Novaes, como comemorativo dos 30 anos de carreira do grupo. Serão causos engraçados ocorridos em serenatas e crônicas em forma de curiosidades sobre a carreira dos Trovadores Urbanos. A ilustração do livro, ficará por conta de cartunista Paulo Caruso. Haverá um dia de lançamento com apresentação dos Trovadores Urbanos com entrada franca

Sinopse

- Apresentação escrita por Paulo Caruso - Prefácio (Maída Novaes e Juca Novaes) - o livro de 120 páginas terá histórias em capítulos individuais, em forma de contos e crônicas vividas pelo grupo Trovadores Urbanos nos 30 anos de existência CRONICAS COMO O EXEMPLO ABAIXO, escrito por Juca Novaes Silvio Caldas e Trovadores Urbanos Silvio Caldas se encontrou com os Trovadores Urbanos numa encruzilhada do destino. Ele já trilhando os seus mais de oitenta anos . Nós chegando aos trinta. Estávamos no começo da nossa trajetória , jovens , cantando música brasileira de todos os tempos – inclusive dos já distantes idos da fase áurea do ‘’ Caboclinho querido ‘’. Nosso primeiro encontro foi quase um fracasso , pois aquele senhor desconfiado não estava disposto a fazer um show com o grupo ainda pouco conhecido , como pretendiam os produtos do Sesc Pompéia . Era uma manhã ensolarada de 1991 em Atibaia e o quase desprezo de Silvio Caldas á nossa abordagem parecia condenar tudo a um frustrante esquecimento. Foi então que tiramos da cartola a canção de Lamartine Babo e Francisco Matoso , ‘’Eu sonhei que tu estavas tão linda ‘’, e emocionamos o velho seresteiro , naquela que talvez aquela tenha sido a nossa serenata mais bem-sucedida. As lágrimas do ‘’Cabocinho querido’’ vinham de onde ? Quem sabe tivesse vislumbrado em nossa cantoria uma esperança de preservação de canções como aquela , num mundo novo e impiedoso para com as gerações mais antigas . Talvez a emoção tivesse em ouvir vozes jovens e sem vibrato , harmonizando melodias qu ele ajudara a eternizar com seus timbre privilegiado. O fato é que naquele inicio dos anos 90 do século XX . Silvio Caldas era uma lenda viva . Algo assim como Frank Sinatra avançado nos anos . Sua importância estava registrada em todos os livros da história da música popular brasileira. Sua voz estava dentre as mais influentes do século , na cultura do Brasil , íntima de reis e presidentes. Pois a partir dali , nossos caminhos se encontraram , e os Trovadores Urbanos nunca mais foram os mesmos . Fizemos shows inesquecíveis , em especias no 150 Night Club do Maksoud Piaza , e no Mistura Fina , no Rio de Janeiro . Na plateia desse segundo show , diversos , do palco , um elenco estrelado : Beth Carvalho , João Nogueira , Mário Lago , Braguinha –nossos ídolos . E no último show de sua vida , no Sesc Pompéia , estávamos ao seu lado no palco , juntamente com Dóris Monteiro , Miltinho e Noite Ilustrada . Foi um casamento artístico bem –sucedido e a confirmação de uma grande amizade. Tanto que Maida Novaes , uma dentre os quatro trovadores originais , se tornou sua empresária e confidente . Por fim , dentre tantas conversas e palcos compartilhados , recebemos grandes lições de brasilidade , profissionalismo , história e música . E nossa história passou se entrelaçar com a do velho seresteiro . São essas experiências que queremos compartilhar com cada um de vocês , através de imagens , objetos e sons . Lembranças de momentos que convivemos com o ‘’Cabocinho querido’’ . Obrigado , grande querido Silvio Caldas ! - será elaborado video com legendas em português e inglês, além de janela em braille, que será disponibilizado nas midias virtuais para acesso livre - os vídeos descreverão as etapas de produção do livro e contação de algumas histórias para que o portador de deficiência visual também tenha contato com o produto LIVRO: Classificação etária: livre

Objetivos

o projeto pretende registrar a história de 30 anos de carreira do grupo Trovadores Urbanos e sua relação com o público e seus parceiros, num livro de 120 páginas, formato 16X23 em Capa Supremo 250 gr, com Ilustração de Paulo Caruso. O livro terá uma tiragem de 1.000 cópias, sendo 30% distribuido destinado à pessoas de baixa renda, 10% para patrocinador, 10% para divulgação, 10% distribuido em bilbiotecas municipal da cidade de São Paulo e 40% para venda à preço popular, onde parte da renda será revertida as aões sociais do Instituto dos Trovadores Urbanos. Pretende também lançamento na Casa dos Trovadores Urbanos, no dia da tradicional "Seresta de Sexta" e um bate papo dos integrantes com o público presente. A Seresta de Sexta, tem capacidade para 100 pessoas e é totalmente aberto e gratuito ao público. transmitir live do lançamento via internet e produzir videos para disponibilização nas redes sociais Realizar a palestra-musical "Seresteiros do Brasil" em 3 Escolas da Rede pública de Ensino em São Paulo, gratuitamente para crianças e professores. Estima-se 80 crianças e 10 professores em cada escola. Disponibilizar fotos e videos nos canais de internet da palestra "Seresteiros do Brasil" para maior democratização de conteúdo

Justificativa

São muitas as histórias colecionadas em 30 anos de carreira do grupo de seresteiros Trovadores Urbanos. Naturais de Avaré, os integrantes e fundadores Maída Novaes e Juca Novaes, escritores desse projeto, escolheram São Paulo como sua segunda cidade natal. Maída veio pra São Paulo como jornalista e numa época de crise econômica, teve a idéia de reproduzir as serestas que eram feitas nas ruas de Avaré e dentro de casa, com a familia de músicos e cantores. Algo muito inusitado naquela época, mas, de lá pra cá, foram mais de 100 mil serenatas e shows pelo mundo afora. Além de jornalista e trovadora, Maída é empresária dos Trovadores e produtora cultural. Já produziu nomes importantes da cidade como Tom Zé, Walter Franco e até mesmo o ilustre padrinho seresteiro Silvio Caldas, esse, até o final da vida. Só essas três personalidades, dariam muita história, mas tem muito mais. Em 1999, baseado em pesquisa de Zuza Homem de Melo, produziu um dos trabalhos mais importantes do grupo, dentro do cenário da música de São Paulo: "Canções Paulista", que reuniu no Cd e nos shows, 60 compositores paulistas, entre eles: Adauto Santos, Antonio Rago, Paulo Vanzolini, Zica Bergami, Eduardo Gudim...entre tantos e tantas histórias. Muitos deles já não estão mais entre nós, por isso, a importância cultural de se registrar em contos e crônicas, contribuindo com a preservação da memoria nacional, especialmente, dessas importantes personalidades de São Paulo, que na maioria das vezes, tem tão pouco registro nos meios disponíveis para pesquisa. Já, o compositor, produtor cultural e advogado Juca Novaes, peça fundamental dentro da história do grupo, por influência do tio, Israel Dias Novaes, bibliófilo que, mais tarde, pertenceria à Academia Paulista de Letras, vivia viajando pelas maravilhas, clássicos e raridades da imensa biblioteca. Como produtor e agitador cultural, Juca Novaes criou a Feira Avareense de Música Popular (Fampop), em sua cidade natal, evento que preside até hoje. Em 2000 atuou como consultor da Rede Globo de Televisão na realização do Festival da Música Popular Brasileira. Dentre outras atividades ligadas à música, editou o jornal "Tambores"; produziu e apresentou o programa de rádio "Feira Brasil", e é signatário da criação do Fórum Nacional de Música. Além desse fundamental resgate da cultura popular através de histórias e crônicas inéditas, busca-se também exaltar em forma de curiosidades, a beleza e o dia a dia de pessoas comuns das metrópolis que são parte importante da vida dos Seresteiros. Pequenos causos interessantes como por exemplo: "Uma Recepção de Impacto" A casa tinha um quintal enorme. A ficha de pedido dizia para os Trovadores entrarem cantando. Entraram e... foram recebidos por três dobermanns enormes, que os perseguiram quarteirão abaixo. O jeito foi correr mais e mais, até se livrarem das feras. Antes disso, porém, uma Trovadora ficou sem ¼ do vestido. "Trova em Trânsito" A serenata não podia ser na casa da moça, porque a família não sabia do namoro. Também não podia ser no trabalho dela, pois a empresa não permitia. Sugeriu-se, então, que apresentação fosse no trajeto da empresa para casa. Os Trovadores cantaram no ônibus, em pleno trânsito. O motorista nem cobrou a viagem. entre tantos outros "causos" colhidos em 30 anos de muita interação com as pessoas que recebem os Trovadores Urbanos, diariamente, como se fossem parte da família. Eles já são reconhecidos pelas ruas da cidade, com seus trajes de anos 20 e o seresteiro de violão em punho. Todos tem um aceno e um sorriso para doar aos seresteiros. Tudo isso, ilustrado pelo importante cartunista Paulo Caruso, que também é uma personalidade da cidade e que conheceu Maída Novaes, ainda nos tempos em que exercia sua profissão de jornalista na TV Cultura. De lá pra cá, Paulo Caruso acompanha a carreira dos Trovadores e é o ilustrador da identidade visual do projeto Abra Sua Janela para São Paulo, que existe até hoje, como uma gentileza para a cidade e apoiado, também, por Lei de Incentivo à Cultura. A aprovação desse projeto na Lei Rouanet, torna-se fundamental para sua realização e fará parte dos Comemorativos dos 30 anos dos Trovadores Urbanos que se dará em 2020. De acordo com o Art. 1º da Lei 8313/91, o projeto se enquadra nos seguintes itens: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. De acordo com o artigo 3º a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;

Especificação técnica

Formato – 16 x 23 cm Capa em Supremo 250g Miolo preto e branco em papel Avena 120 páginas Tiragem – 1.000 exemplares

Acessibilidade

Lançamento do livro na Casa dos Trovadores, que tem o andar térreo, tornando-se acessivel para portadores de deficiência e cadeirantes. O lançamento contará com uma profissional em Libras, que ira atuar no bate-papo com os autores e o ilustrador. Será disponibilizado nos canais virtuais disponíveis, os registros de fotos e vídeos do processo de criação, editados, com janela em braile e legenda. Na contrapartida, haverá 3 palestras "Seresteiros do Brasil" com Trovadores Urbanos em 3 escolas da rede pública, impactando professores e alunos. Todas em pátio, andar térreo, para facilitar a mobilidade. Haverá tradutor em braile.

Democratização do acesso

O livro terá uma tiragem de 1000 cópias, sendo 30% para população de baixa renda, bibliotecas públicas, etc.. 10% para Patrocinadores, 10% para divulgação, 10% para venda à preço popular e 40% para venda Haverá registro de vídeo e foto, durante o processo de criação do livro, com Paulo Caruso, esboçando suas primeiras ilustrações e Juca Novaes e Maída Novaes, contando um pouco sobre detalhes das histórias e crônicas O video terá edição para ser compartilhado nas redes sociais disponíveis. O lançamento terá transmissão simultânea, "live" pela internet Na contrapartida, serão contempladas com ações culturais e educativas, 3 escolas da Rede Pública de São Paulo, preferencialmente, periferias, atingindo 80 crianças por unidade, somando um total de 240 crianças atendidas e seus professores. A palestra com música "Seresteiros do Brasil" terá registro de foto e video, e será divulgada no youtube e páginas do Grupo Trovadores Urbanos e no site do Instituto Trovadores Urbanos I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil;

Ficha técnica

INSTITUTO DOS TROVADORES URBANOS - PROPONENTE - GESTÃO ADMINISTRATIVA E RESPONSÁBEL TÉCNICO E FINANCEIRO Criado em 2012, surgiu para manter viva a cultura seresteira brasileira e a cultura do afeto e gentilezas na cidade de São Paulo. Liderado por Maída Novaes, do grupo TROVADORES URBANOS, o Instituto promove desde então em sua sede (Casa dos Trovadores), a Seresta de Sexta, toda sexta,ininterruptamente, aberto e gratuito ao público. Abriga Saraus Culturais gratuitos, como o Sarau do Tricô, que reúne tricoteiras que confeccionam cobertores de tricô e são doados à asilos públicos da cidade. Promove visitas à hospitais e asilos da Rede Pública, levando serenata e afeto. Em 2012, como recursos próprios, abriu seu primeiro polo de musicalização no bairro carente de Cidade Ademar, com 80 crianças. Esse polo ganhou apoio de Lei de Incentivo em 2013. Também com Incentivo, em 2015, abriram dois pólos em Cajamar e em 2019 o Nucleo Betania em Itapevi, com atividade apoiada até 2020. O Instituto está em andamento com o projeto Afinando o Afeto-Volume 1 na cidade de Lençóis Paulista. MMP PRODUÇÕES E EVENTOS – COORDENAÇÃO GERAL A MMP Produções e Eventos foi fundada em 1980 pelos jornalistas Maída Novaes e Marcelo Baccarini. Atua na área de shows, representando os artistas Silvio Caldas, Tom Zé e Walter Franco. Criadora dos Trovadores Urbanos, administra a carreira do grupo. Em 1990, iniciou a empresa Trovadores Urbanos em São Paulo, oferecendo o serviço de serenatas em domicílio na capital paulista. Em 1991, paralelamente à carreira de serenatas, continuou a produzir o grupo Trovadores Urbanos, sua trajetória de shows e CD´s, produzindo a participação do grupo no projeto "Via Paulista", do SESC Pompéia (SP), ao lado de Sílvio Caldas, parceria que rendeu vários outros shows, com temporadas no 150 Night Club do Hotel Maksoud Plaza (SP) e no Mistura Fina (RJ). Esse início da carreira de shows dos Trovadores levou à gravação do primeiro CD em 1993, pela gravadora RGE, intitulado simplesmente “Trovadores Urbanos”. Em 1995, produziu o CD "Serenata", pela gravadora CID, do Rio de Janeiro, que contou com a participação especial de Sílvio Caldas, último registro fonográfico do compositor. Em 1997, concretizou o projeto "Brejeiro", com um disco contendo clássicos da música popular brasileira e um show dirigido por Myriam Muniz, em cartaz durante três meses no Teatro Brincante (SP). Em 1999, coordenou, produziu e lançou o quarto CD dos Trovadores Urbanos, "Canções Paulistas", baseado em pesquisa de Zuza Homem de Mello. Em 2002, gravou duas faixas para o songbook do compositor Paulo Vanzolini, lançado pela gravadora Biscoito Fino. No final desse mesmo ano, lançou o CD "Copacabana" pela gravadora Dabliú Discos, com repertório selecionado por Zuza Homem de Mello, agenciou shows em vários Estados do Brasil e exterior. Merecem destaque as cinco turnês internacionais: Expo-Lisboa (Portugal, 1998) e Expo-Zaragoza (Espanha, 2008), representando a cidade de São Paulo; viagem de 30 dias pela França (1994); Festival de Música em Guimarães (Portugal, 1996); e Emirados Árabes, numa feira internacional sobre o Brasil, em dezembro de 2003. Foram os proponentes e coordenadores dos Projetos “Canções Paulistas” – Lei Rouanet, tendo como patrocinador a ELETROPAULO - 1999, “I Festival do Samba Paulista” - 2006 pelo Edital do Proac e com realização no Teatro TUCA, Show de “Walter Franco” no Edital Caixa Cultural 2007 em São Paulo e Brasília, e em 2008 “Trovadores Urbanos” com o espetáculo – Serenata para Silvio Caldas, na Caixa Cultural Sé – Sp Edital 2008. Em 2010, produziu os Trovadores Urbanos no novo CD (7º CD da carreira) – “Amor até o fim”, com duas apresentações, em maio, no Memorial da América Latina e uma apresentação no Auditório Ibirapuera, em junho. Em 2011 fez a turnê CANTANDO POR UM MUNDO MELHOR, com 15 shows pelo interior de SP, e na capital, platéia lotada no Auditório Ibirapuera. Edital Sesi Estado de SP, com 10 shows. Em 2012, fez a turnê CASA DE TODOS, com Trovadores Mirins, 12 shows nos CEUS de SP e 6 shows em Sesis do interior, com o quarteto vocal, Trovadores Urbanos . Produz desde 2010 até os dias de hoje a “Seresta de Sexta” aberta à população de SP na Casa dos Trovadores. Produziu Cd “É” e espetáculos de lançamento da cantora Lucila Novaes. Produziu Cd “Paulistinhas” e shows de lançamento dos Trovadores Mirins. Em 2013 e 2014 em parceria com o Instituto Trovadores Urbanos realizou um projeto de documentação dos seresteiros nas barrancas do rio são Francisco, norte de minas, produzindo um documentário e um livro, parceira de Maida Novaes e a documentadora Patricia Paccini. Em 2015, produziu a participação especial dos Trovadores Urbanos no show com Toquinho no Terra da Garoa, comemorando o aniversario de São Paulo. Produziu o Show “Trovadores Urbanos-25 anos” no Auditório Ibirapuera. Atualmente dedica-se à projetos junto à Casa dos Trovadores e prepara o comemorativo de 30 anos do grupo TROVADORES URBANOS para o ano de 2020. MAÍDA NOVAES - jornalista e trovadora - criação de textos Assistente de Produção · Rádio Jovem Pan (1982 a 1984) · Empresa Gemeleco – Sergio Leite e Luis Rogmanoli · Espetáculo “Engraçado é seus pais” – Sergio Leite - Rádio Excelsior (1986 a 1990): Iniciou com o trabalho de rádio escuta, redatora de AM, redatora de FM. Em 1989, se tornou chefe de redação, coordenando o “Jornal da Manhã”, no comando de Heródoto Barbeiro. Assessora de imprensa · Festival Carrefour de Música – duas edições, em oito capitais · Casa de shows – Inverno e Verão · Haroldo Macedo. Criou o grupo "Trovadores Urbanos", com mais de 100 mil serenatas, com homenageados pelo Brasil e exterior. Recentemente, coordenou os projetos Abra sua Janela Para São Paulo- 1ª edição, Sinfonia Seresteira com o Quinteto Bachianas, Musica e Meditação no Escuro, entre outros. JUCA NOVAES - produtor cultural, advogado e trovador - criação de textos Nascido em Avaré, no interior de São Paulo, Juca Novaes é filho de mãe cantora de rádio, vencedora do Concurso IV Centenário, da Rádio Nacional. Por influência do tio, Israel Dias Novaes, bibliófilo que, mais tarde, pertenceria à Academia Paulista de Letras, Juca vivia viajando pelas maravilhas, clássicos e raridades da imensa biblioteca. O interesse pela história das músicas, das letras, das composições e dos autores só crescia. Juca Novaes conta que tem clara memória de tudo o que aconteceu na música brasileira a partir dos anos 70, com os grandes festivais.E foi justamente nos festivais que Juca se descobriu produzindo música. Adolescente, foi premiado no Festival de Lins (SP), com a letra e música de “Concreto”, uma das suas primeiras criações. Quando Juca muda-se para São Paulo, para cursar Direito na PUC, o contato com os festivais aumenta ainda mais, tendo vestido o Festival da PUC, no último ano do curso, o que lhe abriu as portas para uma gravação no importante programa “FM Inéditos”, da rádio Eldorado. Há 28 anos, Juca Novaes criou a Feira Avareense de Música Popular (Fampop), em sua cidade natal, evento que preside até hoje. Em 2000 atuou como consultor da Rede Globo de Televisão na realização do Festival da Música Popular Brasileira. Dentre outras atividades ligadas à música, editou o jornal “Tambores”; produziu e apresentou o programa de rádio “Feira Brasil”, e é signatário da criação do Fórum Nacional de Música, em Brasília, em 2005. Também é advogado, especializado em direitos autorais. PAULO CARUSO cartunista e ilustrador É irmão gêmeo de Chico Caruso, também cartunista, pai do cineasta Paulinho Caruso e tio do humorista Fernando Caruso. Trabalhou por muitos anos na revista ISTOÉ, onde assinava a charge da semana com o título Avenida Brasil, sempre publicada na última página da revista, que tratava principalmente de aspectos da política brasileira. Atualmente publica suas charges na revista Época e desenha no programa Roda Viva, na TV Cultura. Tem também um trabalho importante com Histórias em Quadrinhos e como músico, através da banda Conjunto Nacional. PUBLICAÇÕES FAMOSAS: As Origens do Capitão Bandeira (1983) Ecos do Ipiranga (1984) Bar Brasil (com a colaboração do jornalista Alex Solnik, 1985) As Mil e Uma Noites (1985) Bar Brasil na Nova República Avenida Brasil - "A Transição Pela Via das Dúvidas" Avenida Brasil - "A Sucessão está nas Ruas" Avenida Brasil - "O Bonde da História" Avenida Brasil - "Assim Caminha a Humanidade" Avenida Brasil - "Se Meu Fusca Falasse" Avenida Brasil - "O Circo do Poder" Avenida Brasil - "Conjunto Nacional" Avenida Brasil - "Se meu Rolls-Royce Falasse" Avenida Brasil - "Enfim um País Sério" São Paulo por Paulo Caruso (2004) Desenhando Longe - a Copa de 94 (2015)

Providência

PROJETO ARQUIVADO.