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O Projeto tem por intuito promover o encontro de duas culturas tradicionais mineiras, o queijo artesanal e a viola caipira através da realização de apresentações de grupos diversos de viola caipira, dança catira e apresentações artístico-teatrais, bem como a promover e divulgar os queijos artesanais mineiros das sete regiões produtoras em parceria com seus produtores.
Não é o caso.
"Receita: Sete pedaços generoso de queijo artesanal mineiro, acrescente ponteados de viola à gosto, bata pés e palmas num catira e por fim salpique pitadas de humor caipira. Sirva ao público em porções diárias. Rende três porções inesquecíveis". Assim é o Projeto Minas à Queijo e Viola que tem por objetivo geral: Realizar apresentações de viola caipira, dança catira e de humor caipira no espaço do Camaru - Sindicato Rural de Uberlândia com o apoio da Secretaria Municipal de Agricultura integrando o queijo artesanal mineiro e a viola caipira, dois bens tombados como patrimônio cultural e imaterial Brasileiro; E, por objetivos específicos: Realizar 3 dias de apresentações artístico-musicais; Realizar apresentações com grupos de catira - dança tradicional do sudeste e centro oeste brasileiro, que traz em sua gênese uma relação íntima com a viola; Realizar 1 apresentação de violeiro solista, 2 apresentações de duplas de violeiros, 2 apresentações de orquestras de violeiros, 2 apresentações de artistas de humor caipira e 3 de dança catira; Interagir com a gatronomia mineira através da valorização e fortaleximento do Queijo Artesanal Mineiro e de sua cadeia produtiva; Interagir e ceder espaço para os produtores de queijo mineiro artesanal das sete regiões produtoras (Araxá, Serra do Salitre, Serro, Canastra, São Roque de Minas, Cerrado e Triângulo Mineiro) a participar da exposição e divulgação de seus produtos durante os dias de evento, disponibilizando extrutura de tendas e pisos. Tais produtores são parceiros da Secretaria Municipal de Agriopecuária e Abastecimento cuja carta de anuência se encontra em anexo; Realizar parcerias com produtores de agroecológicos que dialogam com o queijo mineiro, tais como: mel, café, doces, entre outros, para apresentação dos mesmos durante os dias previstos para o evento. Entende-se por agroecológicos os produtos decorrentes da agricultura familiar, produzidos a partir de uma prática sustentável que alinha conhecimento científico e conhecimento tradicional, Proporcionar ao público um espaço propício para apreciação da legítima culinária mineira a partir da disponibilização da estrutura de uma Praça de Alimentação temática, com a participação de restaurantes rurais convidados; Promover, preservar e divulgar a viola caipira em sua formação instrumental, solo, duplas e orquestras com apresentações musicais diárias; Contribuir para a formação de público para a música instrumental ligada à viola caipira em suas diversas formações; Criar um cenário rural através da composição do ambiente com elementos cenográficos; Realizar apresentação astístico-teatral de ator/atriz que aborda a temática do humor caipira; Propiciar ao público a imersão em um universo rural que contempla música instrumental, gastronomia mineira e humor caipira de forma gratuita;
O estado de Minas Gerais tem uma das tradições queijeiras mais antigas do país, graças aos colonizadores portugueses, que transmitiram seus métodos de produção no século 18. A produção artesanal do queijo de leite cru foi inscrita no Livro de Registro de Saberes em junho de 2008, afirmando-o como um bem imaterial que retrata a identidade cultural das regiões onde é produzido, e também do povo mineiro. Estas regiões produtoras compreendem Araxá, Serra do Salitre, Serro, Campo das Vertentes, Canastra, Cerrado e Triângulo Mineiro sendo mais de 30 mil pequenos produtores distribuídos em 600 municípios. Cada uma dessas regiões forjaram um modo de fazer próprio, expressado na forma de manipulação do leite, dos coalhos e das massas, na prensagem, na cura e até no comércio. De acordo com o IPHAN, "o mineiro desenvolveu um saber próprio da produção de queijo, que hoje é uma das tradições mais marcantes de sua cultura. A identidade que o queijo artesanal de Minas e seu modo de fazer conferem à comunidade é um dos principais fatores para o seu reconhecimento como patrimônio cultural brasileiro". Assim, o projeto se justifica pela valorização e preservação do queijo artesanal enquanto expressão cultural do povo mineiro. A tradição do queijo artesanal estará a lado de outro bem cultural de extrema relevância para a cultura popular: a viola caipira. Esse instrumento chegou ao Brasil por volta de 1500, trazido pelos Jesuítas. A viola era inicialmente utilizada na catequese dos índios, ganhou o interior brasileiro com a denominação viola caipira, construída pelos caboclos a partir de madeiras toscas. Neste contexto, a viola e a dança catira foram as "ferramentas lúdicas" que permitiram ultrapassar os obstáculos da inexistente comunicação falada por causa da língua. A dança também foi utilizada como forma de aproximação, tendo sua maior referência no catira, que é uma dança genuinamente brasileira de origem indígena, que foi incorporada pelos primeiros caipiras em seus roçados, sendo apresentado por eles e suas famílias. O Catira é dançado ao som da Viola Caipira de dez cordas, com batidas de pés e palmas e tem em seus diversos grupos o legado da preservação desta cultura. A música caipira se inicia com a gravação do disco de Mariano e Caçula em 1929 com a moda de viola "Jorginho do Sertão", composição de Cornélio Pires (1884 -1958). A gravação obteve sucesso imediato e abriu caminho para o surgimento de várias duplas, tais como: Raul Torres e Serrinha, Torres e Florêncio, Tonico e Tinoco, Carreiro e Carreirinho entre outros. Ao longo dos anos a viola passou por diversas transformações como inserção de novos ritmos e novas formas de tocar, e vem se reafirmando no cenário da música popular com solistas como: Bambico, Tião Carreiro, Nestor do Viola, Julião, Renato Andrade e os mais recentes Roberto Corrêa, Almir Sater, Arnaldo Freitas, Marcos Biancardini entre outros. As orquestras de violeiros também alcançaram destaque e contribuíram substancialmente para a preservação e divulgação da viola. Entre elas temos: Orquestra de Violeiros Coração da Viola, formada no final dos anos 70 na cidade de Guarulos/SP idealizada pela dupla Tonico e Tinoco; A Orquestra Paulistana de Viola Caipira criada nos anos 90 e Orquestra de Violeiros de Mauá/SP formada no começo de 1990, Orquestra Paranaense de Violas criada em 2002 em Cascavel/PR, entre outras. Neste mesmo período foi formada Orquestra Violeiros do Cerrado na cidade de Uberlândia/MG. E, foi também em Uberlândia/MG no ano 2018, a viola alçou voos ainda não vislumbrados: Entrou para o Guinnes Book através do projeto Mil Violas com a formação da maior Orquestra de Viola Caipira do Mundo (Largest Viola Caipira Ensemble), registrando 661 violeiros que juntos tocaram sete músicas do cancioneiro brasileiro e uma canção de domínio público (La Paloma). Neste mesmo ano, a viola foi reconhecida como patrimônio imaterial do estado de Minas Gerais, através do registro dos Saberes, Linguagens e Expressões Musicais da Viola em Minas Gerais. O Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais pesquisou e identificou as diversas manifestações culturais da viola em Minas em uma ação colaborativa entre diversos violeiros, representantes da sociedade civil, pesquisadores e poder público. Assim, a captação de recursos para a realização do Projeto Minas à Queijo e Viola vem contribuir substancialmente para promoção, difusão e preservação da cultura mineira através da gastronomia, da música de viola, da dança catira e do humor caipira, proporcionando ao público experiências legítimas com o universo caipira. O evento também permitirá ao púlbico o acessso aos bnes culturais originalmente brasileiros evidenviados pelas açoes do projeto, bem como o contato com múltiplas expressões artísticas, através do acesso gratuito da população, fortalecendo e incentivando a produção artística e cultural. E ainda, fortalecer a cadeia artística e produtiva da cidade de Uberlândia, de Minas Gerais e do Brasil. A presença dos produtores de queijo, dos restaurantes rurais e dos produtores de agroecológicos proporcionarão ao público uma experiência gatronômica legitimamente mineira, com uma programação musical e artística que exalta e promove a cultura popular mineira. Ressalto que o evento não possui caráter competitivo e nem seletivo, desta forma, não haverá uma curadoria ou regulamento que estabeleça as participações dos produtores de queijo, atores, músicos e grupos de dança catira. Estes serão convidados pela equipe técnica do projeto em função da relevância de seus trabalhos e alinhamento com os objetivos propostos para esta ação.
Não é o caso.
A locução e apresentação do evento serão realizadas com a mediação de um intérprete de LIBRAS, atentando para as necessidades da comunidade surda. A legenda descritiva da locução e da apresentação também será utilizada para atender pessoas portadoras de deficiência auditiva. Para os portadores de deficiência visual será realizada ações de audiodescrição. O local de realização do evento, Parque de Exposições Camaru, conta com banheiros adaptados e rampas de acesso para as pessoas com mobilidade reduzida, cadeirantes e idosos, tendo capacidade para acomodar 30.000 pessoas em área controla contendo 5 entradas/saídas posicionadas em diferentes locais do parque.
A gratuidade do evento garante amplo acesso às ações culturais previstas, pretendendo alçançar 10.000 pessoas divididas entre os 3 dias de evento. O Parque está localizado em uma região acessível em função da existência de mais de 15 rotas de transporte público partindo de diferentes regiões da cidade que se direcionam ao local do evento. As apresentações artísticas e musicais do evento terão seu registro audiovisual disponibilizados na internet para ampliar ainda mais as possibilidades de acesso à população em geral.
Diretor Artístico (VIOLA DE NÓIS PRODUÇÕES) PROFISSIONAL: TARCÍSIO PINTO ° Natural de Bambuí/MG, Cantador, Violeiro Catireiro, Incentivador da Cultura Popular e Produtor Cultural.•Agraciado com o “Prêmio Rozini de Excelência da Viola Caipira” na categoria Melhor Grupo de Viola de 2010/2011;•Organizador e Produtor Artístico do I e II Festival Nacional de Viola de Cruzeiro dos Peixotos realizado em fevereiro de 2011 e em junho de 2012;•Produtor Executivo e Artístico de projetos viabilizados por Leis de Incentivo à Cultura (Municipal, Estadual e Federal), desde 2005;•Delegado de Cultura das Conferências Municipal, Estadual e Nacional, nos anos de 2005 e 2006;•Idealizador e Produtor Cultural do 1º, 2º, 3º, 4º, 5º, 6º, 7º, 8º e 9º Encontro de Violeiros realizados em Uberlândia desde 2004;•Apresentações musicais com Pena Branca, Orquestra de Violeiros Viola do Cerrado e Grupo Viola de Nóis em shows e mídia regional (telejornais e entretenimento) e mídia nacional como o Programa “Bem Brasil” e Programa “Viola Minha Viola” (TV Cultura) e “Bom Dia Brasil”, “Globo Rural”, “Jornal Hoje” e “Mais Você” (TV Globo), “Brasil Caipira”(TV Senado e Câmera DF), “Aparecida Sertaneja” (TV Aparecida SP; •Homenageado com o “Prêmio Grande Otelo de Cultura” em menção honrosa e moção de aplausos pela sua contribuição à cultura do município de Uberlândia e seu trabalho junto à Orquestra de Violeiros Viola do Cerrado (idealizador e Produtor Artístico) e Pena Branca nos anos de 2002, 2005 e 2006, ambos os prêmios oferecidos pela Câmara Municipal de Uberlândia;•Produção Musical dos CD’s de “Pena Branca e Grupo Viola de Nóis”, “Cantigas do Cerrado” em 2003, “Orquestra de Violeiros de Uberlândia Viola do Cerrado” em 2004 e 2007, “Sertão Violeiro” em 2005, entre outros. ° Idealizador do Projeto “MIL VIOLAS”. Realizado na cidade de Uberlândia MG, em 2015 com 520 Violeiros e 2017 com 661 Violeiros. Certificado pelo Guinness Book 20018, como a Maior Orquestra de Violeiros do Mundo.° Desde de 2017 com o Show “ATEMPORAL”. Em parceria com o Violeiro Arnaldo Freitas.° Projeto “Raízes do Sertão”. Desenvolvido durante 10 anos, em 17 Escolas Municipais de Uberlândia, onde foram desenvolvidas atividades como: História da Viola e música caipira e Sertaneja com suas diferenças ( Campo e Cidade), Contação de Causos, Catira( sendo essa a primeira manifestação artística com a Viola no Brasil), Cultura caipira arte, saberes e fazeres, com a produção da revista Raízes do Sertão, do Método de Viola para iniciantes e do CD Vida no Campo, todos em parceria com a UFU e PMU ( Universidade Federal de Uberlândia e Prefeitura Municipal. ° Conselheiro de Cultura “CONSEC” do Estado de Minas Gerais nos anos de 2015 e 2016. Coordenador Geral (VIOLA DE NÓIS PRODUÇÕES) PROFISSIONAL: Polyana de Oliveira Faria Cursando o Mestrado Profissional em Gestão Empresarial da Faculdade de Gestão e Negócios pela Universidade Federalde Uberlândia-UFU. Produtora Executiva da Viola de Nóis Produções há 11 anos. •Coordenadora Geral da 1ª e 2ª edições do Festival Raízes do Campo a realizar-se em Agosto de 2016 e setembro de 2017,respectivamente;•Produtora Executiva do "Violando o Rock", março de 2017;•Produtora Executiva do "Concertos Cordas da Alma, abril de 2017;•Produtora Executiva das edições da Mostra Viola in foco, realizada em 2016 em Uberlândia e Ituiutaba;•Produtora Executiva do I Festival Viola Encena de Uberaba, a realizar-se em dezembro de 2014;•Agraciada com o "Prêmio Rozini de Excelência da Viola Caipira", na categoria melhor produtor, oferecido pelo IBVC -Instituto Brasileiro da Viola Caipira, 2011-2013;• Delegada, na área de música, da lll Conferência Municipal de Cultura, realizada dias 10,11 e 12 de maio de 2013;•Autora do livro digital Atlas Cultural de Uberlândia viabilizado pelo Programa Municipal de Incentivo à Cultura deUberlândia;• Produtora Executiva do Festival Nacional de Viola de Cruzeiro dos Peixotos 2011-2013;•Produtora Executiva e Artística de projetos viabilizados por Leis de Incentivo à Cultura (Municipal, Estadual e Federal),nos anos de 2007 a 2013;•Produtora Executiva do Encontro de Violeiros de Uberlândia ano 2006 a 2012;•Produtora Executiva de Pena Branca, Grupo Viola de Nóis de 2006 a 2009;•Assistente de produção da Orquestra Infanto-Juvenil de Viola Caipira ano 2005 e 2006;•Homenageada com o “Prêmio Grande Othelo de Cultura” pela contribuição à cultura do município de Uberlândia e seutrabalho junto à Orquestra de Violeiros Viola do Cerrado no ano de 2006, prêmio oferecido pela Câmara Municipal deUberlândia. Produtores Executivos (2 profissionais)- A contratar Assistente de produtor executivo - A contratar Assistente de diretor - A contratar Orquestras de violeiros (2 orquestras) - A contratar Grupos de Dança catira (3 grupos) A contratar Violeiro Solista (1 violeiro) - A contratar Duplas de violeiros ( 2 duplas) - A contratar Palestra (Contrapartida) -História da Música Caipira: Contada e Cantada - A contrtar Violeiro (Contrapartida) - A Contratar Oficina (Contrapartida) - Construção de Instrumentos - A contratar Grupo de Dança Catira (Contrapartida) - Apresentação didática - A contratar Palestrante (Contrapartida) - Gastronomia do Queijo Artesanal Mineiro - A contratar
PROJETO ARQUIVADO.