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O projeto prevê a realização de: a) Shows de música instrumental brasileira; b) Depoimentos em forma de palestras de personalidades de destaque no cenário da música brasileira; c) Oficinas e Concertos Didáticos direcionados a alunos da rede pública de ensino, tendo por tema a música instrumental brasileira, suas origens e grandes mestres.
Shows - serão shows de música brasileira, com foco principal no choro. O projeto tem por meta mesclar o trabalho de veteranos com jovens talentos, de forma democrática e abrindo espaço para novas propostas. Serão realizados nos auditório Radamés Gnattali, na Casa do Choro, com capacidade para 100 pessoas. Depoimentos - esta série prevê dar continuidade às series já realizadas desde 2015, através da qual registramos o depoimento de importantes expressões da música nacional como Paulo Cesar Pinheiro, Herminio Bello de Carvalho, Wilson das Neves, Izaias Bueno, Pedro Amorim, Deo Rian, Jorginho do Pandeiro, Cristovão Bastos, Celsinho Silva e dos dirigentes da Casa do Choro, Luciana Rabello e Mauricio Carrilho. Serão realizados nos auditório Radamés Gnattali, na Casa do Choro, com capacidade para 100 pessoas. Oficinas e Concertos Didáticos - atividades direcionadas a crianças e jovens da rede municipal de ensino, que serão realizadas por músicos e professores da Escola Portátil de Música. Nos Concertos Didáticos serão executadas obras do repertório de clássico do choro de mestres como Pixinguinha, Ernesto Nazareth, Chiquinha Gonzaga, Henrique Alves de Mesquita, Luiz Americano, Abel Ferreira, Altamiro Carrilho e Antonio Callado, traçando um panorama histórico da música instrumental brasileira desde os seus primórdios aos dias de hoje. Nas Oficinas será dada aos alunos a oportunidade de travar contato com os instrumentos musicais e até mesmo as primeiras noções da sua execução, aproximando essas crianças e jovens do universo da Música, experiência que possibilita e estimula a socialização e a sensibilização do indivíduo de maneira incalculável.
Objetivo Geral: O objetivo principal do projeto é dar continuidade específicamente aos projetos realizados em anos anteriores de ocupação da Casa do Choro, continuando a oferecer à população conteúdo de relevante valor cultural, em prol da preservação de um dos maiores bens da cultura musical nacional - o choro. Não se trata, portanto, de projeto que tem por finalidade o entretenimento e sim a preservação e divulgação de uma de nossas mais genuínas manifestações populares e Patrimônio Imaterial Cultural Carioca (Decreto n° 35550 de 03 de maio de 2012). A Casa do Choro está sediada em imóvel tombado, cedido pelo Governo do Estado do Rio de Janeiro, restaurado, reformado, mobiliado e equipado através de projetos, em sua maioria incentivados pela Lei Rouanet. Inaugurada em 2015, vem se firmado como o mais importante e completo centro cultural dedicado ao choro, sendo referencia inclusive internacional na matéria. O Instituto Casa do Choro recebeu do Governo do Estado do Rio de Janeiro o título de Entidade de Utilidade Pública em reconhecimento ao mérito de suas ações culturais (Lei 7288). Objetivo específico: O projeto prevê a realização de: a) 50 shows de música instrumental a serem realizados no auditório Radamés Gnattali, na Casa do Choro, com capacidade para 100 pessoas, tendo 20% da capacidade total (1.000 ingressos) distribuídos a estudantes de instituições públicas de ensino de música como Unirio, UFRJ e Escola Villa Lobos; b) 03 depoimentos em forma de palestras de personalidades do cenário da música brasileira a serem realizados no auditório Radamés Gnattali, na Casa do Choro, em datas a serem agendadas de acordo com a disponibilidade dos depoentes convidados, com entrada franca e 20% dos convites distribuídos a estudantes de instituições públicas de ensino de música como Unirio, UFRJ e Escola Villa Lobos; c) até 05 oficinas e concertos didáticos direcionados a alunos e professores da rede pública de ensino, de qualquer nível, tendo por tema a música instrumental brasileira, suas origens e grandes mestres. Nesta atividade os alunos serão estimulados a sua iniciação, inclusive prática, no universo da Música, trazendo sensibilização dos individuos através desta arte. Essas atividades serão divididas em dois momentos, sendo os concertos a parte mais contemplativa e as oficinas a parte prática, que dará aos alunos a oportunidade de tirar os primeiros sons dos instrumentos e se familiarizar com a linguagem musical. Essa atividade poderá ser realizadas em local à escolha da Secretaria Municial de Educação do Rio de Janeiro, incluindo a Casa do Choro. Citamos aqui a Casa do Choro como local de realização das ações previstas pelo fato do projeto ter sua realização específicamente neste local, tendo inclusive o título do projeto vinculado ao referido local.
A preservação e a divulgação da mais antiga e rica cultura musical brasileira - Patrimônio Cultural Carioca (Decreto nº 35550/2012) em imóvel tombado e restaurado com incentivo federal da Lei Rouanet, tornam este projeto de extrema relevância para a cultura do país. O fato do projeto abrir espaço para jovens talentos e paralelamente ter grande potencial cultural, educativo, social e turístico, configura a iniciativa como uma necessidade. Destaca-se ainda a contribuição para a formação musical, cultural e cidadã, através de uma série de iniciativas educativas de alcance e sucesso garantidos, sobretudo se levada em consideração a resposta tão positiva do público ao longo de 4 anos de vida da Casa do Choro e de atividade da Escola Portátil de Música, projeto de educação musical que é realizado pelo Instituto Casa do Choro desde o ano 2000. O projeto prevê também a absorção dos alunos beneficiados pelo projeto ao longo desses 19 anos - aqueles que hoje formados músicos são carentes de espaços para mostrar seus trabalhos e lecionar. Ressaltamos que 18 alunos formados por este projeto hoje são professores de Música na própria Escola Portátil de Música. Importate informar que o projeto Escola Portátil de Música também teve incentivo fiscal da Lei Rouanet em diversas edições/anos. Entendemos que, tendo sido a Casa do Choro, um empreendimento viabilizado em grande parte graças ao incentivo e apoio da Lei Rouanet, seja importantíssimo darmos continuidade ao trabalho realizado, ampliando seu raio de ação, levando à população toda riqueza cultural que conquistou, e sobretudo, justificando e honrando a confiança e o incentivo recebidos. Pelo aqui exposto, entendemos que o projeto se enquadra ao disposto nos incisos II, III, IV, V, VI, VIII e IX do Artigo 1º da Lei 8313/91, bem como tem seus objetivos em conformidade com o previsto na Alínea "c" do Inciso II e pela Alínea " a" do Inciso IV, do Artigo nº 3 da referida norma.
O projeto dará continuidade às ações que vem sendo realizadas na Casa do Choro desde sua inauguração, em 2015. Há, portanto, um público já fidelizado e outro tanto a ser conquistado, que aguardam a continuidade do projeto. A Escola Portátil de Música - projeto de educação musical do proponente que é realizado desde o ano 2000 - conta com média de 1 mil alunos/ano. Muitos desses formam o público do projeto e também se beneficiam das ações produzidas, pois diversos são músicos em inserção no mercado de trabalho, que se apresentarão em shows do projeto. A receita com a bilheteria dos eventos que preveem cobrança de ingressos será distribuida sob o seguinte critério: 10% do bruto - para pagamento do Ecad 80% do liquido - para os artistas que realizarem os shows (único pagamento). 20% do liquido - para o proponente, que serão revertidos para o pagamento de parte das despesas com a manutenção do imóvel tombado, não custeadas pelo projeto ou qualquer tipo de patrocinio.
Não se aplica ao projeto.
Shows - Accessibilidade física: A Casa do Choro possui rampa e espaço exclusivo para cadeirantes, elevador (inclusive com painel em Braille), cadeira elevatória que dá acesso ao Espaço Dino, Meira e Canhoto (localizado no último andar no imóvel) e banheiros adaptados. Acessibilidade de Conteúdo: pelo fato do projeto ser de música instrumental, todos os deficientes terão acesso ao conteúdo, excetuando-se os deficientes auditivos, por razões intransponiveis, no que se refere aos shows. Depoimentos - Accessibilidade física: A Casa do Choro possui rampa e espaço exclusivo para cadeirantes, elevador (inclusive com painel em Braille), cadeira elevatória que dá acesso ao Espaço Dino, Meira e Canhoto (localizado no último andar no imóvel) e banheiros adaptados. Acessibilidade de Conteúdo: terão interprete de Libras, garantindo aos deficientes auditivos o acesso viável às ações do projeto. Oficinas e Concertos Didáticos - Accessibilidade física: A Casa do Choro possui rampa e espaço exclusivo para cadeirantes, elevador (inclusive com painel em Braille), cadeira elevatória que dá acesso ao Espaço Dino, Meira e Canhoto (localizado no último andar no imóvel) e banheiros adaptados. Acessibilidade de Conteúdo: terão interprete de Libras, garantindo aos deficientes auditivos o acesso viável às ações do projeto.
O projeto prevê as seguintes medidas de democratização de acesso: a) será permitida a captação de imagens dos shows e depoimentos e autorizada sua veiculaçao por redes públicas de televisão e outras mídias, em conformidade com o previsto no inciso IV do artigo 21 da Instrução Normativa nº 02/2019 do Ministério da Cidadania; b) o proponente tem total interesse em estabelecer parceria e disponibiliza o projeto para ser objeto de capacitação de agentes culturais em iniciativas financiadas pelo poder público, em conformidade com o previsto o inciso VIII do artigo 21 da Instrução Normativa nº 02/2019 do Ministério da Cidadania; c) o projeto realizará oficinas e concertos didáticos sobre a música instrumental brasileira disponibilizados gratuitamente à Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro, em conformidade com o inciso VII do artigo 21 da Instrução Normativa nº 02/2019 do Ministério da Cidadania;
Coordenação Geral, Administrativa e Financeira: Luciana Rabello - Presidente do Instituto Casa do Choro, instituição proponente - responsável pela administração e gestão financeira do projeto e execução de todo o projeto, coordenando todas as equipes contratadas. Eventualmente realizará ainda shows no projeto como artista principal ou convidada; Coordenação Artística: Mauricio Carrilho - Vice-Presidente do Instituto Casa do Choro, instituição proponente - será responsável pela direção artística do projeto, mantendo a excelência do conteúdo a ser disponibilizado ao público em todas as ações: shows, depoimentos e oficinas e concertos didáticos. Fará a coordenação dos curadores dos shows e demais eventos. Eventualmente realizará shows no projeto como artista principal ou convidado; Coordenação Técnica: Alexandre Hang - responsável por toda a equipe técnica do projeto, que incluem técnico de som, iluminador e pela manutenção dos equipamentos, mantendo a segurança dos artistas, prestadores de serviço e do público. Coordenação de Comunicação: Anna Braz - responsável por coordenar todas as ações de divulgação do projeto, incluindo assessoria de imprensa, mídias virtuais e físicas. Produção Executiva: Soraya Nunes - responsável pela produção executiva de todo o projeto. Seguem os curriculos dos Coordenadores do projeto: Luciana Rabello (Presidente) - Contribuinte voluntário do projeto. Profissional do cavaquinho há 42 anos, Luciana Rabello iniciou e consolidou sua carreira tocando choro. Aos 16 anos, já gravava um disco com outros jovens músicos – entre eles seu irmão Raphael Rabello e o também violonista Mauricio Carrilho – no grupo Os Carioquinhas. O LP Os Carioquinhas no Choro, lançado pela Som Livre, marcou o começo de uma intensa dedicação à música instrumental brasileira. Primeira mulher a tocar cavaquinho profissionalmente e uma das maiores expressões do choro contemporâneo, Luciana Rabello viaja pela Europa, em 1981, fazendo participação especial como solista de choro em shows do violonista Toquinho pela Itália, França e Suíça. Apresenta-se em casas como o Teatro Sistina, em Roma e o Olympia, em Paris. A partir de então, passa a ser o cavaquinho preferido de vários maestros do primeiro time da música brasileira, entre os quais Mauricio Carrilho, Cristovão Bastos, Francis Hime, e Radamés Gnattali (que lhe dedicou a peça Variações Sem Tema – para cavaquinho e piano). Luciana construiu sua carreira ao lado de relevantes nomes da música brasileira. Seu cavaquinho está em diversos discos e/ou shows de Paulinho da Viola, Francis Hime, Chico Buarque, Elton Medeiros, Elizeth Cardoso, Nana Caymmi, Nara Leão, Baden Powell, Altamiro Carrilho, Copinha, Amelia Rabello, Cristina Buarque, João Nogueira, entre outros. No ano 2000, funda com Mauricio Carrilho a Acari Records – a primeira gravadora a se dedicar exclusivamente ao choro, que administra e que hoje já conta com mais de 60 títulos em catálogo. É fundadora da Escola Portátil de Música, ao lado de Pedro Amorim, Mauricio Carrilho, Celsinho Silva e Alvaro Carrilho, na cidade do Rio de Janeiro, onde é professora e coordenadora. Produziu todos os mais de 60 Cds lançados pela Acari Records. Em 2006, ganhou o Prêmio Shell de Teatro, pela direção musical da peça Besouro Cordão de Ouro. Foi coordenadora e professora das sete edições do Festival Nacional de Choro, organizado pelo Instituto Casa do Choro, o qual preside o Instituto Casa do Choro. Mauricio Carrilho (Vice Presidente) - Contribuinte voluntário do projeto. Desde sua estréia profissional em 1977, no disco Os Carioquinhas no Choro, do grupo Os Carioquinhas, Mauricio Carrilho vem se dedicando à preservação da história da música brasileira. Sua atuação como violonista (de 6 e 7 cordas) e arranjador é há muito conhecido do público, graças a seus numerosos trabalhos ao lado de ícones como Elizeth Cardoso, Chico Buarque, Francis Hime, Paulinho da Viola e tantos outros. Teve aulas de violão com os mestres Meira e Dino 7 Cordas). Como pesquisador tem como objeto principal a música brasileira que formou bases para gêneros populares urbanos — em especial o choro, tendo feito o levantamento da obra de compositores nascidos entre 1850 e 1880, absolutamente desconhecidos em sua maioria. Essa pesquisa resultou em duas coleções fonográficas absolutamente fundamentais para o entendimento da história da música popular no Brasil: Princípios do Choro (15 CDs, Acari/2002) e Choro Carioca: Música do Brasil (9 CDs, Acari/2006). Tem 10 discos autorais lançados. Alexandre Hang - Coordenação Técnica - Engenheiro de som com formação em Eletrica, engenharia de áudio, técnicas de Construção Civil, Acústica funcional, Iluminação Artística e técnica em eletrônica. Desde 1988 presta serviços de gravação, masterização e mixagem, tendo gravado mais de 300 cds CDs, centenas de trilhas para TV, cinema e teatro. Recebeu 6 indicações ao Grammy Latino por melhor engenharia de som. Trabalhou 28 anos no Estudio Drum (RJ). Presta serviço de mixagem para gravações da Orquestra Petrobras Sinfônica (sem vínculo empregaticio). Foi responsavel por planejar e montar vários estudios de gravação, além de auditórios, salas de teatro e radios, inclusive o auditório Radamés Gnattali e o Estudio Raphael Rabello, ambos da Casa do Choro, onde hoje presta serviço de coordenação técnica, sendo responsável por este indispensável segmento em todas as produções. Anna Braz - Coordenação de Comunicação - Jornalista graduada pela UVA (RJ), criou raiz na música, mas seu trabalho floresceu também na área socioambiental, moda, exposições, educação, circo e até aventuras expedicionárias. Entre grandes projetos, gerenciou por oito anos a comunicação do Centro Cultural Fundição Progresso e da Casa do Choro desde sua inauguração, sempre primando por um trabalho dedicado, com excelente retorno. Também atuou na divulgação de Lenine, Felguk, do Concurso Nacional de Marchinhas Carnavalescas, do Carnaval da Lapa no Rio de Janeiro, do conjunto Casuarina, Ponto de Equilíbrio, dentre outros. Soraya Nunes - Produção Executiva - Produtora Executiva da Casa do Choro desde 2015, tendo prestado serviço para todos os projetos da instituição desde entaõ. Trabalhou como gerente de estúdio de Ary Sperling durante 05 anos. De lá seguiu para a rádio MEC, onde foi produtora dos programas de Bertha Nutels, Ricardo Cravo Albim, Parede 800, com Pedro Luís e a Parede; Concerto MEC. Inaugurou o Selo Rádio MEC, com o Cd do Hermeto Pascoal e liderou a equipe do Selo por 2 anos, quando foram lançados Cds de Paulo Moura, João de Aquino, Nelson Sargento, Paulo César Feital, Grupo Chapéu de Palha, João Carlos de Assis Brasil, Léo Tomasini, Lucina etc. Foi programadora musical da AM e gerente da Rádio Sat (transmissão 24h Rio – Brasília - Todo território nacional). Produziu a ópera “Alabê de Jerusalém” de Altay Veloso, no Teatro Municipal do Rio de Janeiro e Vivo Rio. Foi produtora executiva de duas caixas de CDs e quatro DVDs contendo toda a obra do flautista Altamiro Carrilho (IMMUB/RJ). É autora do livro infanto-juvenil “Casa da Lua”,(editora Rocco). Foi produtora executiva do V Festival Nacional de Choro – Música do Brasil, projeto que levou o choro – shows e oficinas de música – para todo o Brasil em cinco caravanas concomitantes. Foi produtora executiva dos CDs: Amelia Rabello – A delicadeza que vem desses sons (Acari/2011); Alexandra Nicolas – “Festejos” Senhora das Candeias do Maranhão (Acari/2011); Luciana Rabello –"Candeia Branca" (Acari/2014).
Prestação de Contas final apresentada, aguardando análise.