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PRONAC 190900Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Influência

Eduardo Rocha Paz
Solicitado
R$ 585,2 mil
Aprovado
R$ 585,2 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Livros ou obras de referência - valor Humanístico
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
19

Localização e período

UF principal
RS
Município
Porto Alegre
Início
2019-06-12
Término
2022-12-31
Locais de realização (3)
Bagé Rio Grande do SulDom Pedrito Rio Grande do SulPorto Alegre Rio Grande do Sul

Resumo

O Projeto prevê a concretização da pesquisa de Henrique Fagundes da Costa e editoração produção do livro Influência - Uma breve história de como a equitação transformou o curso da humanidade e como estas influências chegaram ao Pampa para forjar o gaúcho; e lançamento do livro com realização de uma exposição fotográfica itinerante, por três cidades do Rio Grande do Sul.

Sinopse

O Livro O livro influência conta uma breve história de como a equitação transformou o curso da humanidade e como essas influências chegaram ao Pampa para forjar o gaúcho. Integram seu conteúdo, os seguintes capítulos: Preliminar O livro inicia com um breve conto para ilustrar que, embora as tradições gaúchas e sua equitação não tenham bases teóricas, sendo difundidas de forma puramente oral, elas são comuns numa área muito grande e que envolve um povo extremamente rico em cultura e nos serve de ligação para analisar como essa cultura pode ser universal mesmo limitada a uma parte bastante especifica do nosso continente. Livro I - Velho Mundo De forma didática, o Livro Influência é dividido em dois livros. O primeiro trata dos temas desde o momento ancestral onde o homem toma pela primeira vez o cavalo até a chegada dos conquistadores na recém descoberta América. Capítulo I - O Início da Equitação O primeiro capítulo começa no exato momento que o homem monta, pela primeira vez nos cavalos, no que chamamos de “pacto com o cavalo” e como essa equitação se desenvolve e evolui. Como se da sua expansão e generalização. Como se governavam esses cavalos e como esses elementos de controle, como freios, selas e estribos evoluem e influenciam outros povos. Passamos pelas cruzadas com a sua Escola da Brida, que traria grandes influências ao nosso gaúcho, para finalizar com a Renascença e o auge das Escolas de Equitação. Capítulo II – Bases Histórico-Culturais da Ibéria No segundo capítulo tratamos das influências mouras, mas mais que isso. Quais culturas estão associadas com essa cultura? Quais eram os atores nesse cenário político que tinha Roma como centro do Mundo? Analisamos as origens do islamismo, bem como sua expansão até a chegada na Espanha, com a invasão de 711. Analisamos a Escola de Equitação da Jineta, suas bases, seus elementos e apresentamos uma nova teoria da sua origem. Os séculos se passam, os cristãos retomam, pouco a pouco seus territórios perdidos, na chamada Reconquista, que daria a segurança necessária para um novo momento da história: as Grandes Navegações, culminadas pela descoberta da América. Livro II – Novo Mundo No segundo livro, deixamos a velha Europa a bordo das caravelas e aportamos a um novo mundo, onde os conquistadores que, chegados em terras americanas se deparariam com um mundo totalmente desconhecido, um enorme choque de culturas. Desse encontro, dessa verdadeira aventura americana, resultaria o povo gaúcho. Capítulo I – Formação dos povos autóctones No primeiro capítulo, começamos percorrendo o nosso cenário natural. A beleza dos campos, sua geografia e os animais que lá viviam. Tentamos delimitar nossa área de estudo, bem como traçar os caminhos que trilharam os primeiros povoadores da América, através das teorias existentes. Também, de forma ampla, apresentamos as populações nativas do sul do continente, com uma classificação etnográfica desses povos. Apresentamos seu modo de vida, armas, seus usos e costumes e sua cultura original, antes de ser impactada por todo um universo que se chocaria de maneira irreversível. Capítulo II – Origem da cavalhada platina No segundo capítulo, tratamos do desenvolvimento de duas das maiores riquezas do sul do continente: o gado e os cavalos. E para isso, começamos analisando uma velha e recorrente questão? Existiam cavalos na América antes da chegada dos conquistadores? A seguir tratamos da introdução dos cavalos, nas suas diferentes correntes. Analisamos antigas crônicas da conquista que descrevem, de forma clara e interessante, o espanto e o medo que foi o encontro dos nativos com os soldados ibéricos montados a cavalo. A seguir descrevemos a origem do gado, no seu contexto histórico com as diferentes ondas de conquista e como esse gado se desenvolveu para chegar aos enormes rebanhos que ficaram conhecidos como Vacarias. Percorremos a importância das missões jesuíticas nesse processo que marcaria, de forma inexorável a cultura gaúcha. Capítulo III – Contribuição Índia na Equitação Gaúcha No terceiro capítulo tratamos da Escola Índia de Equitação. Aqui entramos num dos cernes deste trabalho. Mas, como registramos, os nativos americanos desconheciam os cavalos, então, primeiro e talvez de forma inédita no Brasil, descrevemos como esse processo se deu, no que os antropólogos chamaram Horse Complex e como essa transformação, essa transculturação impactou na sua vida e os modificou de forma profunda e irreversível. Nesse contexto da mudança de cultura, percorremos transformações mais profundas, como a Araucanização da Planície Pampeana. Passamos pelas formas índias de domar e tirar proveito dos cavalos e finalizamos com uma descrição das origens dos arreios utilizados pelos nativos das nossas pampas. Capítulo IV – A escola Gaúcha de Equitação No quarto capítulo analisamos as raízes para a formação de uma Escola exclusivamente gaúcha, ao passo que estudamos a saga da adaptação e exploração da América, para resultar num panorama completo e ao mesmo tempo acessível da formação deste humano tipo singular. Para isso, percorremos suas áreas de atuação, seus trabalhos – Vacarias, O ciclo das tropeadas, a Estância e por fim suas guerras - ao longo da história e buscamos as primeiras menções da palavra gaúcho. Trazemos de forma aprofundada a importância do cavalo na sua vida e como este fato molda o seu caráter. Trazemos ainda as antigas formas de doma, falamos sobre a Tropilha Entablada, pedra fundamental da Equitação Gaúcha. Por fim fazemos uma análise de como as influências europeias e americanas contribuíram para essa especial maneira de andar e tirar proveito do cavalo. Capítulo V – Os arreios gaúchos O quinto capítulo vem, talvez, com o maior orgulho dos gaúchos, junto com o seu cavalo: os arreios. Mas antes de entrarmos no tema, percorremos todas as influências. A influência da Marinha em terras sul americanas e a influência Militar na Equitação são temas quase obrigatórios e merecem nossa atenção. A seguir, analisamos a importância dessas peças que, em alguns casos permitia até um triplo proposito e como essas peças, de rusticas ferramentas de trabalho, evoluem para peças ricamente elaboradas. Descrevemos essa riqueza, que culminou numa das maiores artes do sul da América com a prataria gaúcha e toda a sua cultura no entorno do homem-cavalo, o gaúcho. Por fim, descrevemos todas as peças que compõe ou que já fizeram parte da encilha e que, no decorrer do tempo, sofreram processos de evolução. Entre essas peças descrevemos: Manta; matra e Xergão; Caronas; Lombilhos, Serigotes e Bastos; Coxinilhos e Pelegos; Preparos de couro e chapeados; Cabeçada e rédeas; Fiador; maneia e maneador; Buçal e Cabresto; Cincha e Sobre-cincha; Freio; Estribos; Esporas; Peiteira, peitoral e rabicho; Arreador e rebenque e Laço e Sovéu. Capítulo VI – A equitação atual Chegamos ao último capítulo. Aqui, mais que fazer um panorama da nossa equitação atual, buscamos uma reflexão entre passado e presente, entre todo o caudal de conhecimentos acumulados e como esses conceitos são aplicados hoje, nos novos tempos que vivemos. E ao trazer esse raciocínio, somos obrigados a trazer o questionamento referente a evolução, que por vezes se confronta com tradição. Estamos esquecendo o nosso passado ou evoluindo com base em duas das leis que tanto mencionamos nesse trabalho: Lei do acerto e do erro e adaptação.

Objetivos

Objetivo Geral O objetvo é concretizar uma pesquisa sobre a formação cultural dos gaúchos, sob o olhar da equitação crioula e produzir um livro com textos, fotografias e exposição itinerante. Objetivos Específicos - Produzir textos para o livro; - Produzir fotografias para ilustrar o livro e para a exposição conforme relatório fotográfico em anexo; - Produzir um Livro com 2.000 cópias; - Realizar exposição itinerante com lançamento do livro em três cidades do RS; - Realizar uma palestra gratuita, em cada uma das três cidades, no local do lançamento do livro; - Realizar duas oficinas gratuitas, em cada uma das três cidades, em local público (biblioteca ou escola) totalizando seis oficinas.

Justificativa

Muito já se escreveu sobre a cultura do Rio Grande do Sul. A nossa história foi contada de diversas formas. Nossas danças, nossa música e nosso folclore foram estudados pelos mais eminentes pesquisadores. Mas no que tange à cultura campeira, e, em especial os aperos e a equitação crioula ainda temos lacunas importantes a serem investigadas. Pensando nisso, o projeto Influência tem como objetivo contar uma história da formação cultural dos gaúchos, sob o olhar da equitação crioula, forjada na luta de adaptação de um povo ao novo continente americano. Essa história, que embora, conhecida, renasce através de uma releitura, buscando, nas entrelinhas, uma revisão de acontecimentos que se cruzam, se mesclam e perseguem fontes abrangentes para culminar com uma história concisa, de meticulosa pesquisa e enriquecida com fragmentos de textos com grafias originais, resultado de quatorze anos de ininterrupta pesquisa de Henrique Fagundes da Costa. Aliada aos textos, o projeto traz, de uma forma inédita, cenas basilares da formação da identidade gaúcha sob o olhar aguçado do fotógrafo Eduardo Rocha, produzindo fotografias que são mais que recriações históricas, são testemunhos vivos que renascem das descrições literárias ganhando uma conexão com a pesquisa. Dessa forma, utilizando uma escrita ágil e substancial, aliada a um projeto gráfico arrojado, o livro oferece um conteúdo com uma grande carga cultural, valorizando o regionalismo e o culto às tradições gaúchas e dando novas perspectivas às novas gerações. O projeto se enquadra se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Tendo como finalidade de acordo com o Art. 3º da Lei 8313/91 os seguintes incisos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; e c) realização de exposições (...).

Estratégia de execução

Em resposta à diligência: - Foi anexado o Portfólio atualizado com as atividades realizadas pelo proponente na área cultural; - No campo “FICHA TÉCNICA " foi esclarecido as atividades que o proponente irá realizar no projeto; - No campo “DESCRIÇÃO DE ATIVIDADES”, foi acrescentado as ações formativas culturais, conforme o artigo 22 da IN 02/2019, bem como rubricas orçamentárias próprias.

Especificação técnica

Especificações Técnicas do Livro 2.000 Livros - Livro 30x30 Capa (aberto): 330x650mm, 4x0 cores, Tinta Escala em Couche Brilho LD 150g. Guarda: 600x300mm, 4x4 cores, Tinta Escala e Verniz Off Set Fosco frente em Papel sulfite LD 180g. Miolo (fechado): 252 págs, 300x300mm, 4 cores, Tinta Escala e Verniz Off Set Fosco F/V em Couche Brilho LD 150g. Lombada18mm, Colado, Costurado, Acoplamento Papelão(2mm), Boneco, Shirinkado(Individual), Laminação Fosca(1 Lado (Capa (aberto), Laminação Fosca(1 Lado (Guarda), Hot Stamping, Verniz UV, CTP, Frete CIF. Especificações das Fotos Impressão das imagens tamanho 120x76cm

Acessibilidade

Os espaços onde serão realizados o lançamento do livro e a exposição de fotos, possuem acessibilidade, atendendo o parágrafo 1º do Art. 18, da Instrução Normativa nº 2, de 23 de abril de 2019 e com cumprindo das exigências contidas na Lei 13.146 de 06 de julho de 2015. Serão realizadas duas ações direcionadas ao público com deficiência visual: Produto Livro: Realizar uma palestra gratuita pelo autor do livro, em cada uma das três cidades, com uma apresentação narrativa de todo o conteúdo do livro; Produto Exposição: Será realizada uma visita guiada, por um profissional da área da acessibilidade visual, em cada uma das três cidades, apresentando os detalhes e os motivos que inspiraram a capturarão das imagens. Obs. Foram definidas estas ações em detrimento do Braille, para não onerar mais o orçamento.

Democratização do acesso

Com relação à democratização do acesso, conforme o Art. 20, da Instrução Normativa nº 2, de 23 de abril de 2019, o projeto prevê a seguinte distribuição dos livros: Produto Livro a) 20% exclusivamente para distribuição gratuita, nos três lançamentos do livro e para bibliotecas públicas; b) 10 % para distribuição gratuita aos patrocinadores; c) 10 % de distribuição gratuita em ações de divulgação do projeto; d) 20% para comercialização em valores que não ultrapassem R$ 75,00; e) 40% para comercialização no valor médio de R$ 160,00. A distribuição gratuita dos livros será comprovada conforme o Art. 20 da Instrução Normativa nº 2, de 23 de abril de 2019 Produto Exposição de Fotografias As três exposições terão entrada gratuita, aberto ao público em geral. Conforme art. 21 da Instrução Normativa nº 2, de 23 de abril de 2019, o projeto prevê a seguinte distribuição: Produto Livro: I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como: palestras, além da previsão do art. 22. Produto livro e exposição: V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como: palestras, além da previsão do art. 22; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil. Ação Formativa: O projeto irá realizar duas oficinas gratuitas, em cada uma das três cidades, onde ocorrerá o lançamento do livro, em local público (biblioteca ou escola) totalizando seis oficinas, visando assegurar a ampliação do acesso à cultura e ações formativas, conforme o Art. 22 da Instrução Normativa nº 2, de 23 de abril de 2019. Público alvo: alunos e professores de escolas públicas Duas oficinas: 35 vagas cada, sendo 70 vagas para cada cidade. Total de vagas: 210

Ficha técnica

Fotógrafo: Eduardo Rocha (Proponente) Gaúcho de Dom Pedrito, Eduardo cresceu entre a linha imaginária que divide o Brasil do Uruguai. Fotógrafo e publicitário, Eduardo Rocha tem seu trabalho fotográfico voltado à arte e cultura regional. Possui experiência fotográfica internacional em países como Argentina, Uruguai, Chile, Peru, Canadá, África do Sul, Mongólia e China. Em 12 anos de experiência, já são mais de 100 álbuns de músicos regionalistas assinados por Eduardo, além de um trabalho de longo tempo voltado à cultura do Rio Grande do Sul envolvendo pesquisa, produção, arte, música e história. O proponente prestará os serviços de fotografia artística para o livro e para a exposição, é responsável pela concepção do projeto, bem como pela gestão administrativa e técnico-financeira. Textos: Henrique Fagundes da Costa Nasceu em Bagé, na Campanha gaúcha. Vindo de uma família de campo, cresceu em meio às atividades rurais, onde conviveu com as gentes simples que formam esse cenário e que tanto o influenciou. Ainda cedo, começou a reunir antigas peças do universo gaúcho, como freios, esporas e estribos e que mais tarde seriam inspiração para o início dos estudos sobre os aperos, o gaúcho e a equitação crioula. Foi integrante da Comissão Jovem da Associação Rural de Bagé. La organizou o primeiro desfile histórico, embrião do Memorial do Gaúcho, que retrata os distintos períodos da nossa história, bem como um dos primeiros Concursos de Aperos do Brasil. Recentemente foi indicado para integrar a Comissão de Cultura da Associação Brasileira dos Criadores de Cavalos Crioulos. Seus estudos e a busca incessante por novas fontes, levaram o autor a percorrer os caminhos da América, bem como buscar os rastros da cultura equestre no velho mundo, a fim de encontrar as influências da Equitação Gaúcha. Com esse objetivo, pesquisou nos principais Museus do mundo, como no Vaticano, Louvre, Les Invalides e Britânico. Atualmente, reside em Porto Alegre, onde concilia a carreira de Médico Veterinário com as pesquisas históricas e atividades de cunho cultural. É autor de Influência e já está trabalhando no seu próximo livro. Coordenação Geral: Babilônica Arte e Cultura - LETÍCIA LAU Assina a exposição Siga a Regra de Ouro como curadora e produtora. É especialista em Gestão Cultural, possui bacharelado em Pintura (IA/UFRGS) e Licenciatura em Arte Educação (IA/UFRGS). Dirige a Babilônica Arte e Cultura há 12 anos, desenvolvendo o trabalho de produção cultural, organizando exposições de arte na cidade de Porto Alegre e no exterior, além de assessoria e coaching para artistas visuais, auxiliando em suas carreiras com relação ao mercado de arte. Realizou curadorias de algumas exposições que produziu e atuou por três anos como curadora assistente no Museu de Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul. Foi membro da diretoria da gestão da Associação Chico Lisboa (2014-2016) e membro do Conselho Estadual de Cultura (2015-2017). Produtora executiva: Adriana Donato Doutoranda em Políticas Públicas - UFRGS. Mestra em Comunicação Social - PUCRS. Especialista em Economia da Cultura - UFRGS. Graduada em Artes Visuais - UFRGS. Produtora Cultural. Professora de Legislação Cultural no Curso Superior - Produção Cênica, na Faculdade Monteiro Lobato. Atualmente é produtora cultural da Feira do Livro de Porto Alegre e da Associação Sol Maior. Foi gestora dos projetos do escritor Alcy Cheuiche e dos livros do Historiador Gunter Axt. Prestou Assessoria a Fundação Iberê Camargo e Theatro São Pedro entre outros projetos culturais. Entre 2005 e início de 2009, atuou no Ministério da Cultura - Regional Sul, em Porto Alegre, na assessoria à Lei Rouanet. Em 2009 foi e Gerente Artística da Fundação ECARTA. Em 2003 e 2004 foi Coordenadora do Espaço de Arte da Prefeitura de Alvorada (RS).

Providência

PROJETO ARQUIVADO.