| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 00624964000100 | COMPANHIA DE GAS DO AMAZONAS - CIGAS | 1900-01-01 | R$ 250,0 mil |
| 02750988000131 | Termo Norte - Energia Ltda | 1900-01-01 | R$ 250,0 mil |
Realização do "AMAZÔNIA DAS PALAVRAS ITINERANTE _ SEGUNDA EDIÇÃO", Projeto de Literatura Itinerante, onde serão realizadas oficinas literárias e atividades lúdicas, voltadas as escolas públicas. O projeto realizará ainda produto secundário - a confecção de conteúdo de curta metragem e oficina de formação para educadores.
SINOPSE Realização do “AMAZÔNIA DAS PALAVRAS ITINERANTE – SEGUNDA EDIÇÃO”, trata-se de Projeto de Literatura Itinerante, onde serão realizadas oficinas literárias com atividades lúdicas (noite), voltadas as escolas públicas e estudantes do ensino fundamental e médio. Ocorrerão 05 (cinco) oficinas (manhã e tarde) em cada local da realização das atividades (08 cidades). O projeto realizará ainda, produto secundário: a confecção de conteúdo de curta metragem (15 min), tendo como foco as oficinas, os quais terão tiragem de mil (1.000) exemplares e distribuídos em instituições públicas (escolas/bibliotecas). As atividades literárias se concentram na realização das seguintes oficinas: 1. OFICINA POESIA: NARRATIVA E ESCUTA (manhã e tarde), com a participação do escritor e professor CELDO BRAGA – carga horária total em cada localidade – 8horas; 2. OFICINA DE PRODUÇÃO DA CULTURA INDÍGENA E POESIA (manhã e tarde), realizada pelo professor, poeta e musico ELIAKIN RUFINO – carga horária total em cada localidade – 8horas; 3. OFICINA SONS DO COTIDIANO (manhã e tarde), ministrada pelo musico e professor THIAGO THIAGO DE MELLO – carga horária total em cada localidade – 8horas; 4. OFICINA PALAVRA ANIMADA (manhã e tarde), com o cineasta MARCOS MAGALHÃES – carga horária total em cada localidade – 8horas; 5. OFICINA IMAGENS DA AMAZÔNIA (manha e tarde), ministrada com a educadora e fotografa BETE BULLARA – 8horas; 6. AULA ESPETÁCULO MEMÓRIAS DA AMAZÔNIA com o escritor e jornalista AILTON KRENAK e ESPETÁCULO CIRCENSE “SILENCIO TOTAL” com o ator LUIZ CARLOS VASCONCELOS - com 4horas. Total de carga horaria em cada localidade: 44 horas. Em todas as atividades literárias (Oficinas), o “AMAZÔNIA DAS PALAVRAS ITINERANTE – SEGUNDA EDIÇÃO”.” é responsável pela mobilização das escolas, material de consumo a ser utilizado e profissionais envolvidos. Serão escolhidas escolas públicas municipais e/ou estaduais em cada cidade, onde ocorrerá o envolvimento de educadores e estudantes do ensino fundamental e médio, por turno e turmas. EMENTA GERAL: Apresentação – Vivemos em uma sociedade que se expressa em múltiplas linguagens, às vezes utilizando-as simultaneamente, como na internet, onde temos escrita, fala, música, ruídos, fotografias, filmes, desenhos e vasta iconografia. Torna-se cada vez mais importante para a vida que saibamos compreender e nos expressarmos em todos esses códigos. Nesse contexto, a linguagem literária tem um papel predominante, embora nem sempre tenhamos plena competência para compreender a parte semântica, sutil, dessa linguagem e a influência que exerce sobre nosso subconsciente. É também papel da escola desenvolver essa competência. Objetivos – oferecer aos professores e estudantes informações e reflexões sobre a formação social do olhar e a construção das linguagens literárias; o seu uso no cotidiano da nossa sociedade e sua utilização em sala de aula; o aprofundamento da leitura crítica das obras literárias, através da musica e do cinema e sua importância para a educação no mundo contemporâneo. Metodologia – Palestras, contação de histórias, rodas de literatura, atividades lúdicas, discussão de textos e apresentação musical e fílmica, seguidos de debate; sensibilização para as estéticas e as linguagens diferentes das que são vistas com mais frequência nos diversos meios de comunicação. Dinâmicas e exercícios para uso em sala de aula. Exercícios de contos, poesia e de técnica em percussão e em Pixilation. Palavras chave – Educação; Estética; Linguagem Literária. VÍDEO (CURTA METRAGEM) “AMAZÔNIA DAS PALAVRAS ITINERANTE – SEGUNDA EDIÇÃO”. – produção de conteúdo audiovisual (15 min, formato HDTV), com o registro das atividades realizadas junto ao Festival itinerante. Haverá a captação de depoimentos de escritores, educadores, alunos e das comunidades envolvidas junto as atividades a serem realizadas, bem como, sobre a região onde ocorrerá o Festival de Literatura, com captação de imagens que revelam a extensão e rica biodiversidade desse território (rios e cidades/fauna e flora), bem como, TODAS AS ATIVIDADES E PRODUTO SERÃO GRATUITOS COM CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA LIVRE.
OBJETIVO GERALOs objetivos do projeto AMAZONIA DAS PALAVRAS _ SEGUNDA EDIÇAO são a realização das 05 (cinco) oficinas literárias: OFICINA POESIA: NARRATIVA E ESCUTA; OFICINA SONS DO COTIDIANO; OFICINA LITERA?RIA - PRODUC?A?O DE CULTURA INDI?GENA E POESIA; OFICINA PALAVRA ANIMADA e OFICINA IMAGENS DA AMAZO?NIA _ que acontecerão de forma virtual, e portanto, serão gravadas, realizadas e disponibilizadas junto as redes sociais e canal do projeto Amazônia das Palavras. Serão ainda realizadas AULA ESPETÁCULO, ESPETÁCULO CIRCENSE e HOMENAGEM _ os quais serão gravadas, realizadas e disponibilizadas de forma virtual junto as redes sociais e canal do projeto Amazônia das Palavras; Como produto secundário, será realizado o VÍDEO (CURTA METRAGEM _ 15 min) que será realizado a partir das oficinas a serem realizadas de forma virtual e distribuído on-line; quanto a Contrapartida social prevista no artigo 22 - OFICINA CINEMA NA ESCOLA: VER E FAZER - será gravada e disponibilizadas de forma virtual junto as redes sociais e canal do projeto Amazônia das Palavras.OBJETIVOS ESPECÍFICOS1) Incentivar a prática da leitura através da realização de oficinas literárias e atividades lúdicas, de forma virtual;2) Difundir, divulgar, integrar e promover discussões em torno da produção literária de língua portuguesa a partir da realização das oficinas virtuais junto ao canal do Projeto Amazônia das Palavras;3) Mobilizar a sociedade em geral para a importância do hábito da leitura; 4) Democratizar ao público o acesso a conteúdos literários, sem qualquer custo a estudantes, educadores e pesquisadores;5) Difundir a literatura regional da Região Norte brasileira, com a projeção da cultura produzida a partir da Amazônia;6) Propiciar aos estudantes e educadores que acompanhem as oficinas virtuais, o acesso a bens culturais;7) Cooperação cultural e intercâmbio cultural;8) Confecção de conteúdo audiovisual de curta metragem com tiragem de mil (1.000) exemplares cada, a ser disponibilizado junto a rede virtual do projeto Amazônia das Palavras e distribuído junto as escolas da rede pública de ensino; As atividades literárias se concentram na realização das seguintes oficinas:1. Realização virtual da OFICINA LITERÁRIA - PRODUÇÃO DE CULTURA INDÍGENA E POESIA com a participação do poeta roraimense Eliakin Rufino;2. Realização virtual da OFICINA POESIA: NARRATIVA E ESCUTA - realizada pelo escritor amazonense CELDO BRAGA;3. Realização virtual da OFICINA SONS DO COTIDIANO ministrada pelo professor e músico amazonense Thiago Thiago de Mello;4. Realização virtual da OFICINA PALAVRA ANIMADA ministrada pelo professor e cineasta Marcos Magalhães;5. Realização virtual da OFICINA IMAGENS DA AMAZÔNIA ministrada pela educadora e fotografa Bete Bullara;6. Realização virtual da AULA ESPETÁCULO MEMÓRIAS DA AMAZÔNIA a ser ministrada pelo escritor indígena AILTON KRENAK;7. Realização virtual da ESPETÁCULO CIRCENSE ?SILÊNCIO TOTAL?- com o ator Luíz Carlos Vasconcelos.8. HOMENAGEM virtual ao escritor amazonense MILTON HATOUM;9. Realização virtual da OFICINA CINEMA NA ESCOLA: VER E FAZER - contrapartida social.
Justifica-se à apresentação do projeto "AMAZÔNIA DAS PALAVRAS ITINERANTE - SEGUNDA EDICÃO", considerando-se a necessidade em promover o acesso das populações das localidades escolhidas na Região Norte brasileira, aos bens culturais, em especial, a LITERATURA, valorizando dessa forma, grupos minoritários e populações tradicionais. No Brasil, segundo a última pesquisa IBOPE (2016), ocorreu um ligeiro aumento de leitores, de 50% para 56%, que equivale a 104 milhões de pessoas. Foram entrevistadas 5.012 pessoas de 5 anos ou mais, alfabetizadas, ou não, e foram considerados leitores aqueles que leram algum livro nos três meses anteriores à pesquisa. Este índice demonstra que o brasileiro lê, em média, apenas 4,96 livros por ano, sendo que 2,53 dos livros não são terminados pelo leitor. No caso da LITERATURA está distante de ser o formato preferido, dados que 54% dos alfabetizados não leem romances, contos e poesia, por vontade própria. Esses números considerados baixíssimos, em especial, junto a região Norte, os quais representam, tão somente, 1,51%. O projeto "AMAZÔNIA DAS PALAVRAS ITINERANTE_ SEGUNDA EDIÇÃO", acaba por democratizar e estimular as populações a serem atendidas, o acesso ao livro e a literatura, contribuindo dessa forma, com a leitura como fonte de prazer, conhecimento e conquista da cidadania. O "AMAZÔNIA DAS PALAVRAS ITINERANTE_ SEGUNDA EDIÇÃO", considerando tratar-se de projeto, que por ser itinerante e realizado em comunidades ribeirinhas junto aos rios Amazônicos, observa-se que há envolvimento dessas populações e escolas, bem como, de escritores, contadores de histórias, com oficinas e aulas literárias, acaba por contribuir no sentido, da diminuição dos riscos e vulnerabilidades sociais, das comunidades atendidas. Na Primeira Edição do "AMAZÔNIA DAS PALAVRAS ITINERANTE", no ano de 2018, foram realizadas oficinas litera´rias com atividades lu´dicas, voltadas as escolas pu´blicas e estudantes do ensino fundamental e me´dio, bem como, para profissionais da educação, artistas, escritores, agentes culturais e públicos. Partindo de Manaus (AM) até Porto Velho (RO), uma equipe de oficineiros percorreu de barco, cerca de 1.300 Km pelos Rios Negro, Amazonas e Madeira, levando para cidades, Literatura, Cultura e Circo. Além, das duas capitais dos Estados do Amazonas e Rondônia receberam o "AMAZÔNIA DAS PALAVRAS ITINERANTE" as cidades de Itacoatiara, Nova Olinda do Norte, Borba, Novo Aripuanã, Manicoré e Humaitá, em uma expedição entre os dias 05 a 21 de novembro de 2018. Em todas as 08 (oito) cidades, durante o dia (manhã e tarde) foram realizadas 05 (cinco) Oficinas Literárias junto as escolas públicas e no período noturno, foram realizadas Atividades Lúdicas com Aula Espetáculo e Apresentação Circense, em espaço aberto para a população em geral. A recepção das escolas publicas e do público em geral, foi surpreendente e superou a expectativa da coordenação do projeto, uma vez que, as cidades se envolveram de forma plena com as atividades do "AMAZÔNIA DAS PALAVRAS". O público estimado nessa primeira edição do projeto representa mais de 5.000 (cinco mil) pessoas, além de internautas que acompanharam em redes sociais. Justifica-se dessa forma, a necessidade imprescindível em realizar "AMAZÔNIA DAS PALAVRAS ITINERANTE_ SEGUNDA EDIÇÃO", o qual estará estimulando a leitura e o acesso da LITERATURA de língua portuguesa e de autores e produções da própria Amazônia, e dando continuidade a um projeto de grande envergadura na região Norte. Importante ainda ressaltar que, faz-se necessário o uso da lei de INCENTIVO A CULTURA, artigo 18, com entrada GRATUITA em todos os lugares, porque é uma forma de descentralização dos apoios que ocorrem no eixo Rio - São Paulo. O número de projetos contemplados com lei de incentivo na região norte do Brasil, não alcança 1%, contra 77% do Sudeste (Fonte: Salic). A Região Norte brasileira é a que menos consegue viabilizar investimento via Lei de Incentivo. Ao viabilizar a aprovação do projeto, o Ministério da Cidadania, contribui para uma correção histórica, considerando também os custos amazônicos, reparando dessa forma a disparidade de recursos aportados pela Lei, além de cumprir com importante papel econômico e social para a região. O "AMAZÔNIA DAS PALAVRAS ITINERANTE _ SEGUNDA EDIÇÃO", atende o estabelecido junto ao art. 1 da Lei 8.313/91, e respectivos incisos quanto a promoção e regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais, através do pluralismo da cultura nacional; a contribuição, e nesse projeto em especial, a facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; a proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; a salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; a preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; bem como estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória, priorizando o produto cultural originário do País. Dessa forma, o respectivo projeto cumpre com 100% dos objetivos de democratização do acesso a bens e valores culturais brasileiros, através de apoio as atividades culturais a serem efetivamente realizadas, bem como, vai ao encontro dos parametros estabelecidos junto a nova Instrução Normativa n.02, de 23 de abril de 2019.
As atividades programadas foram planejadas para acontecer no primeiro semestre de 2020, de forma PRESENCIAL, junto aos Municípios de PORTO VELHO/ HUMAITÁ/ MANICORÉ/ NOVO ARIPUANÃ/ BORBA/ NOVA OLINDA DO NORTE/ ITACOATIARA/ MANAUS. No entanto, em 11 de março de 2020, a Organização Mundial da Saúde (OMC), decretou a pandemia de um novo coronavirus, chamado Sars-Cov-2, o Covid-19. Naquele momento, a doença que aparecera na China, havia aumentado em 13 vezes e registrado infecções em 114 nações, sendo que 4.291 pessoas haviam morrido, em todo o mundo. O primeiro caso do vírus Covid-19 no Brasil foi registrado na cidade de São Paulo, na data do dia 26 de fevereiro de 2020, e junto aos Estados do Amazonas e Rondônia, os primeiros casos foram registrados em 13 e 14 de março de 2020.A produtora do AMAZÔNIA DAS PALAVRAS -SEGUNDA EDIÇÃO, acreditava ainda na possibilidade em realizar as oficinas, de forma PRESENCIAL, e as transferiu para os meses de outubro e novembro de 2020. Novamente, de forma atônita e inesperada observou o vírus se alastrar rapidamente por todo o país, num contexto geográfico amplo e dentre as 4 (quatro) pandemias registradas no século XXI, a pandemia do Covid-19 já é considerada por vários estudiosos, a mais letal e com um número maior de vitimados em todo o mundo. Novamente, considerando as condições impostas e necessárias, de que não fossem realizadas atividades com aglomeração de pessoas e presenciais, a ASSOCIAÇÃO MAPINGUARI suspendeu, tão somente, seus trabalhos presenciais.Ainda no ano de 2020, a produtora do AMAZÔNIA DAS PALAVRAS -SEGUNDA EDIÇÃO, diante do cenário descrito acima, acabou por realizar atividades preparatórias de forma virtual, através de lives, com os oficineiros que estiverem na primeira edição do projeto, o qual descreveram e dialogaram sobre suas atividades, realizações, indicação de livros e sugestões de ensino-aprendizagem. Assim, as lives preparatórias ocorreram com a participação dos oficineiros da primeira edição: escritor José Roberto Torero, professor José Ribamar Bessa, cineasta Léo Ribeiro, artista circense Diego Gamarra, escritor Daniel Munduruku, professora Bete Bullara e músico Bira Lourenço. As lives foram realizadas através do canal do projeto junto as redes sociais e Youtube.Considerando ainda, o planejado para a Segunda Edição do AMAZONIA DAS PALAVRAS e a INSTRUC?A?O NORMATIVA No 5, DE 20 DE ABRIL DE 2020, o qual estabelece procedimentos extraordina?rios para captac?a?o, execuc?a?o, prestac?a?o de contas e avaliac?a?o de resultados de projetos culturais financiados por meio do mecanismo incentivo a projetos culturais do Programa Nacional de Apoio a? Cultura (Pronac) em raza?o da Covid-19 e em face das diretrizes fixadas pela Unia?o, Estados, Munici?pios e Distrito Federal, a produtora optou por realizar suas atividades previstas junto ao PRONAC 19.0904, da seguinte forma: 01. Realização das oficinas literárias: OFICINA POESIA: NARRATIVA E ESCUTA; OFICINA SONS DO COTIDIANO; OFICINA LITERA?RIA - PRODUC?A?O DE CULTURA INDI?GENA E POESIA; OFICINA PALAVRA ANIMADA e OFICINA IMAGENS DA AMAZO?NIA – serão gravadas, realizadas e disponibilizadas de forma virtual junto as redes sociais e canal do projeto Amazônia das Palavras;02. AULA ESPETA?CULO, ESPETÁCULO CIRCENSE e HOMENAGEM - serão gravadas, realizadas e disponibilizadas de forma virtual junto as redes sociais e canal do projeto Amazônia das Palavras;03. Realização do VI?DEO (CURTA METRAGEM – 15 min) - será realizado a partir das oficinas a serem realizadas de forma virtual e distribuído on-line;04. Contrapartida social - OFICINA CINEMA NA ESCOLA: VER E FAZER - será gravada e disponibilizadas de forma virtual junto as redes sociais e canal do projeto Amazônia das Palavras;05. TODAS as atividades serão disponibilizadas de forma inteiramente GRATUITA junto aos canais virtuais das redes sociais do AMAZÔNIA DAS PALAVRAS – SEGUNDA EDIÇÃO, visando as cidades contempladas no projeto, mas permitindo, agora, acesso para todo o território brasileiro;06. A planilha orçamentária não será alterada, tão somente, rubricas previstas com deslocamento da equipe não serão utilizadas, até mesmo porque não há captação integral.
ESPECIFICAÇAO TÉCNICA DOS PRODUTOS - (OFICINAS) 1. OFICINA DE PRODUÇÃO DA CULTURA INDÍGENA E POESIA Essa oficina tem como objetivo sensibilizar os estudantes para a prática de contar histórias, em especial, de histórias do cotidiano Amazônico, utilizando recursos elementares de comunicação e expressão oral atrelado a técnicas básicas de leitura e narrativa fomentando a criatividade. Carga horária: 8 horas Público alvo: estudantes ensino fundamental I e II de escolas públicas Ministrante: ELIAKIN RUFINO EMENTA: 1. A contação e o contador de história; 1.1. A importância de se contar e ouvir histórias em todas as idades, em todas as culturas; 1.2. Diferenças entre contar e narrar histórias; 1.3. Os povos originários como os primeiros contadores da história: a memória como compreensão da vida; 1.4. Resgate dos mitos e histórias indígenas; 2. Quem pode contar histórias? 2.1. Expressões regionais e pluralidade cultural; 2.2. A historia contada pelos primeiros habitantes da Amazônia: os contos que perpassam pelas gerações: a memória de velhos e jovens; 2.3. Histórias amazônicas e seus estilos: lendas, fábulas, mitos; 3. Como contar histórias? 3.1. A arte da improvisação; 3.2. Cenário e Ambientação. Exploração de recursos visuais e naturais para se criar a ambientação: objetos de cena e figurinos; 3.3. Dramaticidade e entonação: desenvolvimento do estilo próprio de contar histórias. Possibilidade de poetizar, brincar, aprender, ensinar, refletir e encantar. Diversidade para contar a mesma história; 3.4. Exercícios de contação de histórias. 2. OFICINA POESIA: NARRATIVA E ESCUTA Essa oficina tem como objetivo sensibilizar e estimular a trabalhar a produção de formas ficcionais breves, tendo o conto associado a musicalidade, como estrutura narrativa a ser desenvolvida. Carga horária: 8 horas Público alvo: estudantes ensino fundamental I e II de escolas públicas Ministrante: CELDO BRAGA EMENTA: 1. Os tipos de narrativa existentes para contar uma história – o conto, as lendas, a ficção histórias em quadrinhos, poesias, romance, aventura, dramatizações; 2. Panorama histórico dos contos na literatura: dos antigos aos contemporâneos; 3. História escrita e falada, acontecida ou inventada: 4. A escolha das histórias: por que essa história? 5. Leitura crítica de contos de aventura para estudantes, o qual conduzirá a uma produção, a partir de estratégias de criatividade; 6. “Eu quero contar uma história”: debates que suscitem temas que serão prioritários e digam respeito a realidade dos estudantes; 7. Agora é você quem conta um conto: convite aos estudantes a falarem sobre as histórias de que mais gostam; 8. Exercícios: “Escrevo o meu conto e te conto”; 9. Apresentação oral pelos estudantes dos contos criados; 3. OFICINA SONS DO COTIDIANO Essa oficina tem como objetivo, a partir da experiência melódica musical, desenvolver um trabalho de percepção e composição musical com os sons da natureza. Os sons produzidos e projetados a partir do existente entre nós, a exemplo do vento utilizando um assovio especial, contar histórias e estimular a produção de histórias com os sons conhecidos da natureza e inventados pelos estudantes. Carga horária: 8 horas Público alvo: estudantes ensino fundamental II e médio de escolas públicas Ministrante: THIAGO THIAGO DE MELLO EMENTA 1. A natureza e seus sons: rios, árvores, animais, pessoas; 2. A vivência Amazônica: o conjunto de timbres e ritmos do cotidiano amazônico pela manipulação de objetos e instrumentos diversos, explorando as possibilidades sonoras, resgatando memórias auditivas de beiras de rios com seus mitos, lendas, causos, afazeres cotidianos, ofícios e brincadeiras e construindo paisagens sonoras que estimulam sensações peculiares a esse universo; 3. Os instrumentos musicais do universo físico na Amazônia: bacias, panelas, pedras, penico, cabaças (tambor d’água) e as possibilidades sonoras dos objetos e instrumentos com referenciais nos ritmos mais comuns do cotidiano ribeirinho, para contar historias; 4. A memória auditiva e o imaginário das histórias que conhecemos. 5. A poética do espaço e sua memória; 6. A construção da poesia a partir da musica: atividades e construção dramatúrgica. 4. OFICINA PALAVRA ANIMADA Tem como objetivo através da técnica de animação, a construção de historias pertencentes ao imaginário dos estudantes, na construção de narrativas cinematográficas. Carga horária: 8 horas Público alvo: estudantes ensino fundamental I e II Ministrante: MARCOS MAGALHÃES EMENTA 1. Como surge o desenho animado – histórico e referencias; 2. O desenho animado como ferramenta para contar historias; 3. Vamos ver alguns exemplos de desenhos (filmes de animação); 4. Como posso fazer um desenho animado; 5. Noções de storyboard; 6. Exercícios de criação de filmes 5. OFICINA IMAGENS DA AMAZÔNIA Carga horária: 8 horas Público alvo: estudantes ensino fundamental I e II de escolas públicas Ministrante: BETE BULLARA EMENTA 1. A formação social do olhar; 2. A semântica da imagem – fotografia; 3. A linguagem cinematográfica e a linguagem literária; 4. Visionamento de pequenos filmes sobre a Amazônia com debates; 5. A construção da linguagem cinematográfica: ficção, documentário, animação; 6. Exercícios de criação de filmes; 7. Avaliação – Vamos construir um filme com imagens da Amazônia? Os resultados das oficinas serão compartilhados em atividades lúdicas no período noturno, onde todos os oficineiros serão convidados a uma roda de bate-papo com os presentes. Finaliza-se a atividade no período noturno com espetáculo circense, tendo como referencias histórias da língua portuguesa. AULA ESPETÁCULO Integram ainda o Projeto “AMAZÔNIA DAS PALAVRAS ITINERANTE – SEGUNDA EDIÇÃO” atividades Lúdicas a exemplo da AULA ESPETÁCULO, como um momento privilegiado do projeto. O responsável para o ano de 2019 é AILTON KRENAK - Mineiro, produtor gráfico, Jornalista, ambientalista e escritor. É considerado uma das maiores lideranças do movimento indígena brasileiro, possuindo reconhecimento interna- cional. Participou da Assembleia Nacional Cons- tituinte, que elaborou a Constituição Brasileira de 1988. Em Minas Gerais, se dedica ao Núcleo de Cultura Indígena. Em 2016 a UFJF concedeu o título de Professor Doutor Honoris Causa, um reconhecimento pela sua importância na luta pelos direitos dos povos indígenas e pelas causas ambientais no país. Nesta mesma universidade, Krenak leciona as disciplinas “Cultura e História dos Povos Indígenas” e “Artes e Ofícios dos Saberes Tradicionais”, ambos em cursos de especialização. Esse é o momento do “AMAZÔNIA DAS PALAVRAS ITINERANTE – SEGUNDA EDIÇÃO” que oS oficineiros e escritores facilitam o vínculo e a aprendizagem entre a escola e a comunidade. A AULA ESPETACULO acontece em espaços abertos das escolas que são contempladas com as oficinas, no período noturno, onde os autores, como que encantadores das palavras, partilham de suas experiências literárias pessoais com o público. O método utilizado na aula-espetáculo é o vivencial, dialógico e partilhado para a elaboração do conhecimento e de um projeto de comunidade/humanidade que tem como foco a expressão da identidade, o vínculo com a ancestralidade e a celebração da vida. O convidado estabelece com o público um vinculo afetivo e cultural, compreendendo o lugar social, político e os saberes ancestrais de tradição oral, com cada localidade que recebe o projeto. O conteúdo proposto para a atividade: O que sabemos sobre os povos indígenas brasileiros nem sempre condiz com a realidade, nem sempre conta a historia deles, mas quase sempre os coloca como um entrave para o crescimento do Brasil. Será isso verdade? Que tal ouvirmos o outro lado da história a partir da fala de alguém que viveu as duas realidades? Através de um jeito afetuoso, como quem cata piolhos, nosso convidado nos coloca no coração da Amazônia, de suas histórias e memórias ancestrais. ESPETÁCULO CIRCENSE Após a Aula Espetáculo, as atividades noturnas serão encerradas com O espetáculo: “SILÊNCIO TOTAL”, com o Palhaço Xuxu, dentro do viés da arte circense como ferramenta pedagógica, no contexto de circo social, combinando finalidades educativas com os saberes populares locais, como forma de proporcionar um ambiente lúdico e de integração entre os participantes. Artista circense que interpreta o Palhaço Xuxu é o ator LUIZ CARLOS VASCONCELOS - Formado em Letras, estudou Artes Cênicas na Dinamarca e se incorpora ao grupo teatral Intrépida Trupe. Ator de diversos filmes, séries e novelas.
Os locais escolhidos para a realização do “AMAZÔNIA DAS PALAVRAS ITINERANTE - SEGUNDA EDIÇÃO” serão adaptados para deficientes, eliminando‐se qualquer barreira física ou arquitetônica para os mesmos. A Lei n. 7.853/89 e Decreto n. 3.298/99 dentre demais legislações nos âmbitos municipais, que balizam a política nacional para integração da pessoa portadora deficiência, são rigorosamente observadas. Será ainda observada a busca no atendimento da Lei n. 13.146/2015 e Decreto n. 9.404, de 2018, os quais disciplinam a assegurar e promover o exercício dos direitos e das liberdades fundamentais por pessoa com deficiência, e para tanto adotará as medidas necessárias a áudio descrição, legendagem descritiva e Língua Brasileira de Sinais, em especial, quanto ao produto secundário (vídeo). Dessa forma está previsto junto a planilha orçamentária os custos do respectivo trabalho. NÃO HÁ COBRANÇA DE INGRESSOS. Todas as atividades são amplamente divulgadas, pelos diversos meios de comunicação, com a indicação de classificação indicativa e horários. Em todos os locais das atividades do “AMAZÔNIA DAS PALAVRAS ITINERANTE – SEGUNDA EDIÇÃO”, sejam eles em comunidades as margens dos rios ou locais isolados, em especial por ser na Amazônia, a Proponente observara o atendimento e se responsabilizará com a estrutura adequada. O produto secundário a ser gerado observará o estabelecido no § 2º, do art. 18, da Instrução Normativa n. 02 de 23 de abril de 2019.
Em todas as atividades do "AMAZÔNIA DAS PALAVRAS ITINERANTE - SEGUNDA EDIÇÃO", NÃO HÁ COBRANÇA DE INGRESSOS. O produto secundário (VÍDEO) será integralmente distribuido junto as escolas públicas, bibliotecas e/ou equipamentos comunitários culturais, e ainda, será adotada as medidas necessárias a audiodescrição, legendagem descritiva e Língua Brasileira de Sinais. Dessa forma está previsto junto a planilha orçamentária os custos do respectivo trabalho. As atividades do "AMAZÔNIA DAS PALAVRAS ITINERANTE - SEGUNDA EDIÇÃO", em especial, as OFICINAS acontecem em escolas públicas, voltadas a educação do público infantil e/ou infantojuvenil. As atividades noturnas (AULA ESPETÁCULO e ESPETÁCULO CIRCENSE) são abertas ao público em geral, com entrada GRATUITA. Será observado os incisos III e IV do art. 21 da Instrução Normativa n. 02 de 23 de abril de 2019, o qual o projeto poderá disponibilizar via redes sociais do "AMAZÔNIA DAS PALAVRAS ITINERANTE - SEGUNDA EDIÇÃO", imagens e conteúdos. Ademais, o projeto observará o cumprimento integral do estabelecido junto ao art. 22 da Instrução Normativa n. 02 de 23 de abril de 2019, o qual prevê ações culturais formativas para professores de instituiçoes de ensino, através das contrapartidas sociais. Previsto no respectivo Projeto Oficina de Formação para educadores.
Coordenação Geral: JOSÉ JURANDIR DA COSTA - Cineasta, Diretor e Produtor de Vídeo e Cinema, Publicitário, Curador e Coordenador Geral do CINEAMAZÔNIA – Festival Latino Americano de Cinema Ambiental. FORMAÇÃO ACADÊMICA 2002-2005 – Publicidade e Propaganda Uniron – Faculdade Interamericana de Porto Velho/ FORMAÇÃO COMPLEMENTAR: 2017 – Curso O Processo Criativo na Realização Audiovisual Com Tizuka Yamasaki. Escola de Cinema Darcy Ribeiro (Rio de Janeiro); 2017 – Curso Desenho de Som – A Narrativa Sonora e a Música dos Ruídos Com Ricardo Mansur. Escola de Cinema Darcy Ribeiro (Rio de Janeiro); 2017 – Curso Cinema Auto-Referencial com Basel Ramsis Escola Internacional de Cinema e TV de Cuba; 2014 - Patrocínio, Marca e Reputação CEMEC – Cultura e Mercado SP; 1997 - Curso de Diretor de Fotografia e Montagem AICTV – Academia Internacional de Cinema Produção: FERNANDA KOPANAKIS - Produtora Executiva Espaço Vídeo LTDA, Diretora Associação Mapinguari, Produtora e Diretora do CINEAMAZÔNIA – Itinerante (2008 a 2018); em 2011 realizou o trabalho de produção executiva do Livro de Fotografia “Viagem de Cores e Sonhos; FORMAÇÃO ACADÊMICA - Doutora em Planejamento Urbano e Regional IPPUR/UFRJ, Mestrado em Direito UFMG. Graduação em Direito – UNIR. Cinegrafista/Diretor: JOSÉ EUGÊNIO VELOSO (XENO VELOSO) - FORMAÇÃO: 1982 – Produção e Direção de TV - Fundação Cultural do Estado da Bahia 1983 – Roteiro para Cinema e Televisão - Fundação Cultural do Estado da Bahia - Doc – Comparato; 1994 – Curso de Radialismo - Faculdade Visconde de Cairu – Sindicato dos Radialistas e Publicitários do Estado da Bahia; 1996 – Direção de Fotografia para Cinema - Sind. dos Artistas e Técnicos da Indústria de Espetáculos do Estado da Bahia. SATED/BA. 2000 – Cinematografia Eletrônica - Fundação Cultural do Estado da Bahia - Carlos Ebert. Oficina de Cinema - Fundação Cultural do Estado da Bahia – Walter Sales e Walter Carvalho. 2008 – Cinema HD 24p - Fazendo Vídeo (SP); PROJETOS: 2009 - Diretor de Fotografia do documentário “Mandinga En Colômbia” Canal Estatal de Cali, Colômbia; 2011 - Diretor de Fotografia do documentário “É no pé do morro, é lá no cafundó”, Projeto Territórios de Identidade Cultural da Bahia, TV Educativa da Bahia – IRDEB; 2014 - Diretor de Fotografia do documentário “O Veneno Está na Mesa II” Direção Silvio Tendler; Diretor de Fotografia da série “Brasil Místico” - Globosat - Direção Silvio Tendler Coordenação das Oficinas: ANTÔNIA PEREIRA DA COSTA - FORMAÇÃO - Licenciatura em Historia. Unir, Conclusão, 2000 - Pós-Graduada em Historia Regional. Unipec, conclusão, 2003 - Pós-Graduada em Educação Ambiental. São Lucas, conclusão, 2003 - Bacharel em Ciências Contábeis. UNOPAR, Conclusão 2015. EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL - 2010-2016– Secretaria de Regularização Fundiária e Habitação – SEMUR - Cargo: Assessora Executiva Nível I - 2005 até hoje – Secretaria de Educação do Estado de Rondônia – SEDUC - Cargo: Professora Classe C. Principais Atribuições: Elaboração de Projetos Sociais desenvolvido junto a comunidade beneficiária dos Contratos de Repasse entre o Município de Porto Velho e o Ministério das Cidades, elaboração e execução de Plano de Trabalho, organização e coordenação de oficinas temáticas sobre Regularização Fundiária e Habitação, gestão de contratos de prestação de serviços, contratos de repasses de recursos e convênios, e Professora de Ensino Médio e Fundamental. Trabalha junto ao projeto CINEAMAZONIA - Festival de Cinema Ambiental desde 2003 e em 2019, trabalhou como Coordenadora das Oficinas do AMAZONIA DAS PALAVRAS. OFICINAS BETE BULLARA (OFICINA IMAGENS DA AMAZÔNIA): Formada em Cinema pela Universidade Federal Fluminense (UFF). Jornalista e fotógrafa. Secretária executiva do CINEDUC desde 1975, onde participou de treinamento de professores, mesas redondas e palestras, tanto no Brasil como no exterior. Preparou materiais didáticos, tanto teóricos como de exercícios. Realizou 67 oficinas para professores e para jovens em 16 estados brasileiros para o SESC Nacional no último ano; promoveu curso de professores para a Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro; curso para professores no Festival Nueva Mirada, em Buenos Aires; oficina de leitura de imagens para jovens de vários países e em festivais de cinema em Porto Velho, Rio de Janeiro, Tiradentes, Niterói, Ouro Preto, Belo Horizonte e Gramado. Curadora da Mostra Geração do Festival Internacional do Rio de Janeiro. CELDO BRAGA (OFICINA POESIA: NARRATIVA E ESCUTA) - Amazonense, formado em Letras/PUC-RS, membro da União Brasileira de Escritores e autor de inúmeras obras poéticas e musicais, todas abordando traços significativos da cultura amazô- nica. A inspiração do poeta vem de sua vivência, de suas raízes, de sua relação com os pássaros e de suas lembranças. A inspiração do poeta vem de sua vivência, de suas raízes, de sua relação com os pássaros e de suas lembranças. Seu pai de criação, como ele diz, nordestino, o estimulava por meio da literatura de cordel. ELIAKIN RUFINO (OFICINA DE PRODUÇÃO DA CULTURA INDÍGENA E POESIA) - Natural de Boa Vista, Roraima, é graduado em Filo- sofia/UFAM, poeta, cantor, compositor, professor, jornalista e produtor cultural. Já publicou onze livros com poemas de sua autoria e lançou cinco CDs com suas composições. É protagonista, com outros artistas, do Movimento Roraimeira, de cunho artístico, cultural e identitário. É Professor aposentado da Universidade Federal de Roraima. Faz show de música e poesia no Brasil e em outros países e participa frequente- mente de eventos na área da Música e da Literatura como artista e palestrante. Em abril de 2019 inicia o projeto Arte da Palavra, pelo Sesc, onde percorre sete cidades do país com a Oficina de Cultura Indígena e Poesia. THIAGO THIAGO DE MELLO (OFICINA SONS DO COTIDIANO) - Doutor em Ciências Sociais/ UERJ, sua educação musical e poética teve raízes lançadas já na primeira infância, na Amazônia, através de seu pai, o Poeta da Floresta Thiago de Melo e do irmão mais velho, o cantor e compositor Manduka. Fundador da banda Escambo, do Prêmio da Música Brasileira de 2012, busca a convergência entre a reflexão acadêmica e a paixão pela música. Desde 2014 trabalha na composição de um repertório de canções amazônicas. O projeto “Amazônia Subterrânea” inclui a realização de shows, a gravação de CD e o lançamento de uma série de vídeos. MARCOS MAGALHÃES (OFICINA PALAVRA ANIMADA) - Arquiteto e Urbanista/UFRJ, Mestre em Design pela PUC/ RJ, onde é Professor de Cinema de Animação e coordenador da pós em Animação. Coordenou o Núcleo de Animação da Embra- filme e é um dos fundadores e diretores do Anima Mundi. É autor de diversos curtas-metragens em animação, entre os quais “Meow!”, ganhador do Prêmio Especial do Júri no Festival de Cannes 1982 e “Animando”, filmado no National Film Board of Canada, que ganhou o Prêmio de Melhor Filme Didático no Festival de Espinho, Portugal, e até hoje é frequentemente exibido em programas de TV, escolas e cursos de animação do mundo inteiro. É o criador e animador do ratinho de massinha do programa de TV “Castelo Rá-Tim-Bum”. AILTON KRENAK - AULA ESPETÁCULO MEMÓRIAS DA AMAZÔNIA - Mineiro, produtor gráfico, Jornalista, ambientalista e escritor. É considerado uma das maiores lideranças do movimento indígena brasileiro, possuindo reconhecimento interna- cional. Participou da Assembleia Nacional Cons- tituinte, que elaborou a Constituição Brasileira de 1988. Em Minas Gerais, se dedica ao Núcleo de Cultura Indígena. Desde 1998, a organização realiza, na região da Serra do Cipó, um festival idealizado por Ailton: o Festival de Dança e Cultura Indígena, que visa a promover a integração entre as diferentes etnias indígenas brasileiras. Em 2016 a UFJF concedeu o título de Professor Doutor Honoris Causa, um reconhecimento pela sua importância na luta pelos direitos dos povos indígenas e pelas causas ambientais no país. Nesta mesma universidade, Krenak leciona as disciplinas “Cultura e História dos Povos Indígenas” e “Artes e Ofícios dos Saberes Tradicionais”, ambos em cursos de especialização. LUIZ CARLOS VASCONCELOS (ESPETÁCULO CIRCENSE “SILENCIO TOTAL”) - Formado em Letras, estudou Artes Cênicas na Dinamarca e se incorpora ao grupo teatral Intrépida Trupe. Em 1978 cria o personagem que iria acompanhá-lo pela vida afora, o Palhaço Xuxu, um palhaço cidadão por ser uma presença constante nas comunidades carentes. Neste mesmo ano, junto com outros artistas, funda em João Pessoa a Escola Piolim, nome dado em homenagem a um velho palhaço paraibano. O complexo, além de ser sede de seu grupo teatral, desenvolve um trabalho de educação popular. Em 1984, passa a morar no Rio de Janeiro onde fez a Escola Nacional de Circo. Ator de diversos filmes, séries e novelas.
O pedido de ajuste foi finalizado. O parecer está no Salic em "Outras Informações/Documentos Assinados".