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Produção e divulgação do espetáculo "Divinas Palavras", escrita pelo espanhol Ramón del Valle-Inclán, um dos mais importantes dramaturgos do início do século XX, conhecido sobretudo por um estilo muito singular que ele mesmo denominou Esperpento, uma mistura de grotesco, farsesco e tragicômico. A peça foi escrita há um século e essa montagem contribuirá para difundir a obra de seu autor assim como suas reflexões, ainda bastante pertinentes nos nossos dias. Tem-se em vista uma encenação esteticamente sofisticada, sobretudo visual e sonoramente, por isso contará com cenário e figurinos rebuscados, além de música executada ao vivo por atores-músicos. Voltada para jovens e adultos, independententemente de classe, raça, gênero ou grau de estudo.
A ambulante Joana Rainha expõe a deformidade de seu filho Laureano, o Idiota, para esmolar nas feiras; certa feita, no caminho para casa, ela passa mal e morre subitamente, de modo que o anão hidrocéfalo vira motivo de disputa entre seus tios, Marica do Reino e o sacristão Pedro Gailo, afinal eles sabem que sua má formação é uma fonte de dinheiro fácil. O juiz do vilarejo intervém e os dois herdeiros decidem partilhar a posse do Idiota – três dias um irmão, três dias o outro, sendo os domingos alternado. É Mari-Gaila, a esposa do sacristão, quem começa a explorar a excentricidade do anão, mas em dado momento ela se embrenha no mato para fornicar com Sétimo Miau e se descuida de Laureano; uma amiga sua, Rosa Tatula, leva-o para uma taberna, onde, dão-lhe tanto de beber que ele tem uma síncope e morre em meio à esbórnia. Desconsolada, Mari-Gaila deixa o defunto próximo ao chiqueiro de sua cunhada, Marica do Reino, e os porcos comem o rosto e as mãos do Idiota.Para conseguir algum dinheiro para o enterro, o corpo é exposto diante da capela, e nesse ínterim, Mari-Gaila é flagrada fornicando, mais uma vez, com Sétimo Miau. A fim de puni-la, uma multidão ensandecida a despe, coloca-a sobre uma carruagem e a faz atravessar nua pelas ruas do vilarejo. Diante daquela cena vexaminosa, o sacristão lança as palavras de Cristo para a turba enraivecida: “Qui sine peccato est vestrum, primus in illam lapidem mittat”. Conduzida pelo próprio marido, a adúltera entra na igreja e a população se dispersa, agora tranquila e piedosa, deixando o corpo do Idiota sozinho sob o pórtico, coroado com camélias.
Objetivos Gerais:Produção e divulgação do espetáculo "Divinas Palavras", escrita por Ramón del Valle-Inclán e dirigida por Ivan Andrade. O objetivo dessa montagem é tornar acessível à população a beleza e a profunda reflexão sobre as relações interpessoais proposta por esse autor. Objetivos Específicos- Produzir o espetáculo "Divinas Palavras", com temporada de 2 meses, totalizando, no mínimo, 24 apresentações e 4.000 beneficiários;- Oferecer uma palestra com o tema "O esperpento em Divinas Palavras de Valle-Inclán: teoria e prática" para no mínimo 400 pessoas, sendo 50% delas estudantes e professores de instituições públicas de ensino.
Nascido num vilarejo na Galícia (Espanha), Valle-Inclán é um dos mais importantes dramaturgos da História do Teatro, primeiro porque antecipou propostas estéticas de emblemáticos escritores das décadas seguintes (como Bertolt Brecht, J.P. Sartre, Albert Camus...), segundo porque tratou com sofisticada simplicidade algumas problemáticas inerentes ao Homem, as chamadas questões universais (o bem e o mal, amor e morte, ética e moral, destino e acaso, racional e irracional...). Suas narrativas se passam em aldeias imaginárias, de tal modo que as personagens são rústicas e têm contornos mais arquetípicos do que psicológicos, o que torna seus conflitos bastante viscerais. É assim que, mergulhando fundo na alma humana, suas tramas ultrapassam as contingências histórico-sociais e escapam de um viés ideológico específico. Apesar da grandeza e da profundidade, sua obra é praticamente desconhecida no Brasil; na cidade de São Paulo, houve célebres montagens de suas peças nas décadas de 80 e 90 e algumas no começo dos anos 2000, mas desde então o autor, lamentavelmente, manteve-se restrito ao escaninho dos especialistas. A lei de incentivo à cultura é a única maneira de viabilizar e disponibilizar à população um espetáculo de sua autoria, pois exige uma equipe numerosa de artistas talentosos nos mais variados campos da criação teatral. "Divinas Palavras" é um de suas narrativas mais instigantes, pois condensa muito do que ele pensava sobre arte na maturidade; escrita em 1919, a peça continua pertinente mesmo depois de tantas turbulências durante esse século que passou. Ainda assim, realizaremos uma tradução especificamente para essa encenação a fim de atualizar expressões, léxico e modos de falar, o que garantirá melhor comunicabilidade com o público de hoje. Todo esse empenho garantirá a difusão de seu nome para um amplo público, bem como suas reflexões sobre as pulsões da carne e do espírito que, na sua visão, regem a existência do homem.Nesse texto em específico, as personagens são torpes e incapazes de controlar seus apetites mais baixos, o que fecha um ciclo vicioso entre a miséria afetiva e a miséria material. Considerada "tragicomédia de aldeia" pelo próprio autor, a peça mistura o grotesco com o farsesco para explorar temas intrínsecos à natureza humana, como a crueldade, a compaixão e a piedade. Como interromper a sucessão de perversidades desencadeada pela cobiça? Quais virtudes deveriam ser cultivadas? No desfecho da peça, são as palavras de Cristo "quem nunca pecou, que atire a primeira pedra", proferidas pelo marido traído, que apaziguam os injuriados. Propõe-se com essas divinas palavras uma auto análise da relação do homem com o Outro e, consequentemente, o resgate de valores humanistas. Para além disso, parte da sofisticação de Valle-Inclán é resultado de sua admiração pelas artes plásticas, sobretudo pintores espanhóis como Francisco Goya, razão pela qual suas narrativas têm notável potencial imagético. Ao misturar o grotesco com o farsesco, assim como o trágico com o cômico, ele driblou classificações e rótulos; seu intuito era, por contraditório que possa parecer, reverenciar a Beleza e ter uma comunicação direta com o espectador, sem mediações acadêmicas. O cenário, o figurino, os adereços e a iluminação dessa montagem devem estar à altura dessa sua ambição estética, por isso o trabalho contará com profissionais extremamente qualificados e bem entrosados em busca da exuberância dos sentidos. A música eletroacústica, parte cantada e tocada ao vivo por atores-músicos, contribuirá para o embelezamento da encenação e sensibilização do espectador. Todo esse conjunto, fruto de muita dedicação e estudo, exigirá muito esmero.Não se trata de uma produção com nomes incensados pela mídia, mas de reunião de talentos genuínos, verdadeiros trabalhadores da cultura, na maioria com muita vivência de teatro (muitas das personagens são homens e mulheres idosos, daí interpretadas por atores com carreiras longevas). Trata-se de uma equipe numerosa, pois a narrativa tem dimensões superlativas (acontece numa aldeia com inúmeras ambientações e conta com mais de 30 personagens), sendo que na direção-geral está um diretor jovem, mas de vastíssima experiência, pois já liderou imensas equipes de importantes produções, tanto nacionais quanto internacionais. Serão três meses de ensaios diários com doze atores que dominam a interpretação, o canto e algumas habilidades circenses, além de três músicos (cujas especialidades ainda serão definidas, mas que estarão em cena junto com os atores). O público-alvo é composto por jovens e adultos, independentemente de gênero, raça ou classe social.
O texto em questão é de domínio público, posto que seu autor morreu há mais de setenta anos, não havendo, portanto, restrição para quem quer queira utiliza-lo.
Projeto Pedagógico (Contrapartida Social) Como atividade de formação, que faz parte da nossa Contrapartida Social, ofereceremos uma palestra sobre o singular universo poético do autor a fim de expandir o campo de reflexão proposto pelo mesmo e assim sensibilizar os participantes para a importância da arte. O tema da palestra será "O esperpento em Divinas Palavras de Valle-Inclán: teoria e prática". Na sua maturidade artística, Valle-Inclán rompeu radicalmente com o realismo e criou o Esperpento, um gênero ao qual seu nome ficou inescapavelmente ligado. O Esperpento condensa o farsesco com o grotesco a fim de atingir registros trágicos, mas sem ser uma tragédia propriamente dita. Como o reflexo de um espelho côncavo que deforma o objeto, Valle-Inclán almejava um espectador com olhar crítico sobre um mundo fictício para, dessa maneira, desmascarar o absurdo da realidade.
O espetáculo será realizados em espaços que impreterivelmente atendam às necessidades de Acessibilidade Física, conforme consta no disposto no art. 27, inciso II, do Decreto 5761/06, que diz proporcionar condições de acessibilidade a pessoas idosas, nos termos do art. 23, da Lei n° 10741, de 1° de outubro de 2003, e portadores de deficiência, conforme o disposto no art. 46, do Decreto 3298, de 20 de dezembro de 1999 e os artigos 18 e 19 da Instrução Normativa Nº 2, de 23 de abril de 2019, conforme segue: - Art. 18. As propostas culturais apresentadas ao mecanismo de incentivo a projetos culturais do Pronac deverão conter medidas de acessibilidade compatíveis com as características do objeto sempre que tecnicamente possível, conforme a Lei nº 13.146, de 2015 e Decreto nº 9.404, de 2018. § 1º Havendo custos com as ações de acessibilidade, estes devem estar previstos no orçamento analítico do projeto. § 2º O material de divulgação dos produtos culturais gerados pelo projeto deverá conter informações sobre a disponibilização das medidas de acessibilidade, quando adotadas para o produto. - Art. 19. Será permitido ao proponente oferecer medidas alternativas devidamente motivadas, sujeitas à prévia aprovação da Secretaria Especial de Cultural, para assegurar o atendimento às medidas de acessibilidade previstas na legislação pertinente. No que diz respeito à Acessibilidade de Conteúdo, serão realizadas quatro apresentações com atenção a pessoas com deficiência auditiva, ou seja, com tradução em sinal de libras por um profissional devidamende capacitado.
Atendendo ao art. 27, inciso II, do Decreto 5.761/06 e artigos 21 e 22 da Instrução Normativa Nº 2, de 23 de abril de 2019, adotaremos as seguintes medidas:- realização de no mínimo um ensaio aberto nas vésperas da estreia para estudantes de teatro, dança, circo e/ou canto, com bate papo com os atores e/ou diretor, falando sobre o processo de montagem do espetáculo;- 20% (vinte por cento) dos ingressos distribuídos gratuitamente para escolas públicas, ONGs, escolas de teatro, professores da rede pública de ensino etc, cujas cartas de agradecimento serão anexadas na prestação de contas;- 10% (dez por cento) dos ingressos comercializados no valor do Vale-Cultura.Salientamos ainda que do total dos ingressos:- 10% (dez por cento) dos ingressos serão destinados ao patrocinador;- 10% (dez por cento) para convidados da produção, incluindo imprensa e formadores de opinião;- 50% (cinquenta por cento) comercializados com valor médio a R$ 80,00 inteira e R$ 40,00 meia entrada; Quanto à Contrapartida Social, ofereceremos aula(s) sobre o singular universo poético do autor a fim de expandir o campo de reflexão proposto pelo mesmo e assim sensibilizar os participantes para a importância da arte. Mais detalhes em Descrição da Atividade.
FICHA TÉCNICA Texto: Valle-InclánTradução: Ivan AndradeDireção Geral: Ivan AndradeSonoplasta: Raul TeixeiraDiretor Musical: Oswaldo SperandioCenógrafo: Chris Aizner Elenco: Maria do Carmo Soares Lara Córdulla Silvio RestiffeJair Assumpção Salete Fracarolli Matheus SouzaLuciano GattiLívia Ziotti O proponente realizará as funções de “tradução” e “direção geral”.O elenco contará com mais atores, além de músicos, esses selecionados na pré-seleção. Os demais membros da equipe técnica também serão escolhidos na pré-produção. CURRÍCULOS Ivan Andrade: tradutor e diretorEscreveu e dirigiu INCUBADORA versão final(2012) e EVERGREEN-tarja preta(2008). Dirigiu O Mal-entendido, de Albert Camus (2018), Amigos Ausentes, de Alan Ayckbourn (2008) e Entreatos, de Gero Camilo (2005). Tem atuado também como Diretor Assistentee Coordenador Técnicode espetáculos nacionais e internacionais. Como Diretor Assistente, trabalhou ao lado de importantes encenadores brasileiros, tais como Gabriel Villela(Hoje é dia de Rock; Boca de Ouro; Peer Gynt;A Tempestade;Mania de Explicação; Um réquiem para Antonio; Os gigantes da Montanha; Macbeth; Hécuba; Crônica da Casa Assassinada; Sua Incelença Ricardo III; Vestido de Noiva), Zé Celso (Os Sertões; Festival Uzyna Uzona), Gerald Thomas (Kepler, o cão atormentado), Ivaldo Bertazzo(NOÉ NOÉ), Cibele Forjaz (Galileu Galilei; O idiota), Aury Porto(Cinzas) e outros. Trabalhou também com o americano Richard Maxwell(X Moradias), com o alemão Florian Loycke(Jardim das Delícias) e com a companhia francesa HVDZ (Les veiellés). Na realização desses espetáculos, trabalhou com atores renomados como Marília Pera, Marcelo Anthony, Leandra Leal, Denise Fraga, Luana Piovani, Marat Descartes e vários outros. Como Coordenador Técnico, foi responsável por grandes produções internacionais que fizeram temporada no Brasil. Trabalhou com Bob Wilson(Garrincha;Ópera dos três vinténs; LULU; A última gravação de Krapp), com a companhia alemã andycompany&(Fatzer), com o alemão Frank Castorff(Anjo Negro) e com o artista performático Ziya Azaia(Devirsch). A parceria com todos esses artistas têm colaborado para uma sólida experiência artística convergindo diferentes matizes estéticas. Formado na Escola de Comunicações e Artes (ECA-USP) em Direção Teatral, também fez um mestrado teórico-prático, sob orientação do prof. Dr. Antonio Araújo(diretor do Teatro da Vertigem), sobre uma inusitada relaçãoentre teatro e videogames. Maria do Carmo Soares: atrizIniciou sua carreira no Grupo de Teatro Mambembe com Carlos Alberto Soffedini com quem fez diversos espetáculos que se mantiveram em repertório por anos, entre os quais: O Diletante, A farsa de Inês Pereirae Minha Nossa. Trabalhou também com outros importantes diretores brasileiros, como Roberto Vignati(A noite dos Assassinos, O Amor move o céu e as estrelas), Mario Mazzeti(Coisa de louco), Roberto Lage(Besame Mucho, Francesca), Moacir Góes(Assembleia de Mulheres,Toda nudez será castigada, Divinas palavras), Eduardo Tolentino(A Mandrágora, Amargo Siciliano),Gabriel Villela(O concílio do Amor, A vida é sonho, Fausto Zero, Vestido de Noiva, Crônica de uma casa assassinada, Peer Gynt, por cujo trabalho foi agraciado com o Prêmio Fensa de teatro Infanto Juvenilna categoria de atriz coadjuvante em 2016). No cinema atuou em A hora da estrela(1985), dirigido por Suzana Amaral, Bonitinha, mas ordinária(2004), dirigido por Moacyr Góes. Na televisão atuou em Aline (2011) e O Brado Retumbante(2012), ambas minisséries produzidas pela Rede Globo. Lara Córdulla: atrizFormou-se em 1985 no curso Profissionalizante de Formação do Ator no INDAC (Instituto de arte e Ciência) e, em seguida, realizou cursos de Interpretação e Análise de Texto com a atriz Ester Góes e o Professor de Comunicação de Rádio e Televisão Rubens Teixeira; fez seis anos de balé clássico na Escola Municipal de Bailado, curso de cinema com o diretor Walter Lima Jr., e vários cursos de atuação em vídeo. Estreou no teatro profissional em 1986 e desde atuou em mais de 25 espetáculos, dirigidos por: Gabriel Villela(Concílio do Amore a Vida é Sonho); Fauzi Arap(Frida); Iacov Hillel(As Polacas); Jorge Takla(Seis Graus de Separação); Vladimir Capella(Maria Borralheira); João Falcão(A Ver Estrelas); Gianni Rato(A Carta e Morus e Seu Carrasco); Roberto Laje(Anjo Na Contra Mão); Marco Antônio Braz(O Grande Dia, Boca De Ouroe Falecida);Débora Dubois(Guerra Na Casa De João); Mario Bortolotto(Felizes Para Sempre);Alexandre Reinecke(Sua Excelência, O Candidato), Clarisse Abujamra(Mambo Italianoe A Fantástica Casa De Bonecas) entre outros. Por um ano, fez parte do CPT (Centro de Pesquisa Teatral) coordenado por Antunes Filho. Em 2007, pela empresa Lapidari, começa a trabalhar com empresários, políticos e palestrantes com o Programa de Comunicação e Expressão Verbal, que consiste na conscientização da comunicação direta através de técnicas verbais e corporais, como analisar um texto, conhecer o conteúdo e correções de vícios de comportamento social. Em 2013 e 2014, trabalhou em círculo de leituras, ação voltada para indivíduos em grau de vulnerabilidade social alfabetizados, no caso, a Penitenciária Feminina do Butantã em SP e Arsenal da Esperança, pelo Leitura Cura, programa que consiste em leituras de contos e poesias, criando novas possibilidades de reflexão e ampliação de seu meio cognitivo. Em 2018, atuou em O mal-entendido, direção de Ivan Andrade. Lívia Ziotti: atrizAtriz formada pela escola de atores INDAC, além de ser bacharel em Letras pela USP, e ter formação técnica em piano clássico pelo Conservatório Heitor Villa Lobos (Rib. Preto). Sob direção de Marco Antônio Braz, atuou em diversas peças de Nelson Rodrigues, como Valsa n°6(Teatro de Arena Eugênio Kusnet - 2011/ SESI - Interior de São Paulo - 2012), O Beijo no Asfalto(Teatro de Arena Eugênio Kusnet - 2011), Boca de Ouro(SESI – Av Paulista – 2012/ SESI – Interior de São Paulo -2013), e A Falecida(SESI – Av Paulista – 2012 / Circuito Cultural Paulista -2013). Em 2015, participou do espetáculo A Fantástica casa de Bonecas, com direção de Clarisse Abujamra. Também atuou em diversos espetáculos infantis como O bebê que não dormia e trocava a noite pelo dia, direção de Marcelo Galdino (2017/2018), Na cola de João e Mariasob direção de Alex Moreno (Teatro Folha, Teatro Shopping Dom Pedro, circuito Ceus- 2011-2012), O rapto da Princesada Cia Embarcações (Teatro Juca Chaves-2010), entre outros. Em 2016, fez residência artística e assistência de produção junto à Velha Cia de Teatro, no espetáculo Sínthia. Atualmente, estreia o espetáculo Em caso de Emergência, quebre o vidro, de Denio Maués, com direção de Fábio Mraz, no Instituto Cultural Capobianco – Teatro da Memória.Oswaldo Sperandio: diretor musical Compositor e Diretor Musical de mais de 50 espetáculos teatrais, tendo trabalhado com os grandes nomes do teatro nacional, tais como Antunes Filho, Antônio Abujamra, Cacá Rosset, Gabriel Villela, Yácov Hillel e outros. Lecionou na EAD (1980-89). Atualmente é Diretor de Produção da HBO Brazil, onde é responsável por toda a produção on airdo canal, e Diretor de Criação da House agency, onde é idealizador e produtor das produções originais e faz inteface com agências de publicidade/eventos/canais de televisão/produtoras de filme e conteúdo. Tem mais de 50 prêmios pelas obras publicadas. Chris Aizner: cenógrafoAtuando no Cenário Lírico e Teatral da cidade de São Paulo como Cenógrafo e Figurinista, realizou trabalhos ao lado de Diretores como José Possi Neto, JÔ Soares, Antonio Araújo,Daniel Filho, Cacá Carvalho, Antunes Filho,Kiko Marques, Antonio Nóbrega, Alonso Barros,Roberto Lage, Leonardo Moreira, Marco Antonio Pamio, entre outros. Contemplado pela Crítica a Indicações e Premiações de Cenografia e Figurino, dentre eles os Prêmios APCA, SHELL E FEMSA, tem em sua carreira artística mais de uma centena de Espetáculos.
PROJETO ARQUIVADO.