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Elaboração e edição de livro de 180 páginas, com textos e imagens, da cana-de-açúcar no Brasil, a partir de um registro detalhado da história, da influência cultural e da saga do produto na formação da identidade nacional, das primeiras mudas plantadas em solo nacional, ainda na Colônia, até o surgimento do biocombustível, nos dias atuais.
Sinopse do livro: À sombra dos canaviais: a saga do açúcar e do etanol no Brasil 1º Capítulo: A terra doce: a criação do homem de três sangues: o do branco, o do índio e o do negro. Capítulo vai abordar a criação a da identidade nacional por meio da história do ciclo do açúcar. 2º Capítulo: O Palácio das Duas Torres: arquitetos, médicos e pintores ocupam os canaviais do Nordeste. Capítulo vai tratar da ocupação holandesa no País e a administração do conde Maurício de Nassau (1604-1679) 3º Capítulo: As usinas do imperador: o açúcar-da-beterraba europeu e a cana-de-açúcar da América Central invadem o mundo. Capítulo vai mostrar o início de produção da cana-de-açúcar no Caribe e nas Antilhas, e da adoção do açúcar-de-beterraba em parte da Europa, após o bloqueio contra Napoleão Bonaparte (1769-1821), o que levou os canaviais e engenhos à decadência durante décadas, e a solução encontrada pelo imperador Dom Pedro II (1825-1891). 4º Capítulo: O combustível do futuro: imigrantes ocupam o Sudeste brasileiro com canaviais. Capítulo vai mostrar expansão da cana-de-açúcar para o Sudeste brasileiro, a história do primeiro veículo movido a álcool no mundo, construído por Henry Ford (1863-1947) nos EUA, e como o Brasil adotou o modelo 60 anos depois, e o impacto disso na vida nacional. 5º Capítulo: A era do álcool: adoçantes sintéticos e o xarope de frutos e avançam sobre o açúcar Capítulo trata da adoção do etanol como matriz energética, a expansão dos canaviais, a partir da 2ª Guerra Mundial, os programas do álcool, as relações de trabalho, e a influência do segmento no Brasil contemporâneo.
Objetivo geral Produzir um livro de valor artístico e literário, com distribuição gratuita, sobre o universo da cana-de-açúcar no Brasil, a produção e os seus muitos derivados, seu legado histórico e cultural e as soluções sustentáveis em geração de energia limpa e desenvolvimento limpo. Objetivos específicos Editar 3.000 exemplares do livro "À sombra dos canaviais: a saga do açúcar e do etanol no Brasil", com 180 páginas, ilustrado com 60 fotografias e 60 laudas de texto. Contribuir para a democratização do acesso à cultura por meio da distribuição gratuita de 80% dos exemplares do livro para bibliotecas e instituições de acesso público. Incentivar a difusão do conhecimento, auxiliando na preservação da história, da cultura e da memória brasileira, por meio de pesquisa e redação da saga da cana e do etanol e seu vínculo com a identidade brasileira, dos tempos coloniais ao presente. Como ação formativa, a realização de uma palestra gratuita e aberta ao público sobre o tema e o processo de elaboração do livro, preferencialmente em escola da rede pública (a ser definida), com expectativa de atender 300 pessoas, sendo 50% professores e estudantes.
A construção da identidade nacional e a ocupação do território brasileiro estão ligadas às relações advindas de um país de história predominantemente rural. Até o início do ciclo de industrialização, entre as décadas de 1940 e de 1950, mais pessoas viviam no campo do que em áreas rurais. Este período de quatro séculos está fortemente ligado à nossa herança cultural. Entre as atividades ligadas ao mundo rural, destaca-se a produção de cana-de-açúcar, que refletiu ao longo desses séculos, de forma impactante, música, linguagem, culinária e costumes em diversas regiões do País, sobretudo Nordeste, Sudeste e Centro-Oeste, mais recentemente. O livro pretende contar a história da cana-de-açúcar no Brasil, dentro de um viés cultural, que tem início no Brasil Colônia, em meados do século 16, com o açúcar representando a primeira grande riqueza agrícola e industrial do Brasil e, durante muito tempo, a base da economia colonial, até os dias atuais, quando a cana-de-açúcar se expandiu, mudou as relações de trabalho, e tornou-se também matriz energética, com a produção do etanol, o "combustível verde". A cana-de-açúcar foi o fio condutor da obra do sociólogo Gilberto Freyre (1900-1987). O autor do clássico "Casa grande & senzala" descreveu as relações de poder no País, por meio de explicações sobre o papel da cana-de-açúcar na história do capitalismo brasileiro. Em 1939, o sociólogo publicou "Açúcar. Uma sociologia do Doce", um livro com receitas de bolos e doces nordestinos, mostrando os modos de apresentá-los, sua função estética, social, lúdica e sagrada. Freyre documenta e inventaria a doçaria brasileira, com a idéia de que o paladar é um dos agentes mais poderosos da identidade nacional. Contar a história da cana-de-açúcar é também contar muito da saga do povo brasileiro. O projeto justifica-se pelo fato de apresentar um panorama de umas das atividades mais características do Brasil. O registro da influência da cadeia de cana-de-açúcar na cultura brasileira é fundamental para compreensão de fatores econômicos e sociais do Brasil contemporâneo. Assim, a publicação atende aos objetivos descritos no artigo 3º da Lei 8.313/91, que busca incentivar o registro da cultura nacional por meio da edição de livro de valor artístico e cultural, com a perspectiva de resgate histórico, contextualização cultural e preservação da memória brasileira.
Título: Às sombras dos canaviais: a saga do açúcar e do etanol no Brasil Formato: 20 cm x 26 cm (fechado) e 40 cm x 26 cm (aberto) Páginas: 180 páginas Capa: capa dura, verniz localizado Miolo: papel couche, 120 gramas Laudas de texto: cerca de 60 Imagens: cerca de 60 fotografias e ilustrações
Como o principal produto do projeto é um livro, a acessibilidade está garantida para a maior parte das pessoas com deficiências auditivas e físicas, além de idosos, de acordo com as recomendações da Norma Brasileira 15599:2008 da ABNT. Em relação a pessoas com deficiência visual, em cumprimento ao inciso V do artigo 3º da Lei 13.146 (Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência), será disponibilizada versão do livro em áudio-book (voz digitalizada por meio de ferramentas online e softwares de uso gratuito). A palestra prevista na contrapartida social, aberta ao público em geral, será realizada em local com acesso a deficientes.
Como medida de democratização de acesso, o projeto prevê a distribuição gratuita de 80% da tiragem de 3.000 livros para bibliotecas de escolas públicas, de museus e de organismos culturais selecionados, por meio de entrega direta e mediante recibo confirmando a doação, para apresentação na fase de prestações de contas. Assim, o livro será franqueado ao público em geral, sobretudo estudantes, atendendo ao inciso I (doar, além do previsto no inciso I, do art. 44, do Decreto 5.761, de 2006, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; e ao inciso VII (realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil) do artigo 21 da Instrução Normativa 05/2017. Outros 10% serão doados para os patrocinadores e, o restante 10%, farão parte do acervo do autor.
O proponente Carlos Eduardo Cherem será responsável pela pesquisa, redação e edição do livro. Ele concluiu no início de 2018, como autor e proponente, o livro “Peirópolis, o Vale dos Dinossauros Brasileiro”, Pronac 150849. O livro foi patrocinado pela Vale e CBMM (Companhia Brasileira de Metais e Metalurgia), por meio também da Lei Federal de Incentivo à Cultura. Colaborou também na elaboração e redação dos livros “Patrimônio material: centros históricos, conjuntos arquitetônicos, santuários e ruínas” e “Patrimônio imaterial: cultura e tradição no Brasil”, publicados pela M4 Marketing, com os benefícios da Lei Federal de Incentivo à Cultura. Graduado em Ciências Sociais e Comunicação Social pela UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais), onde também fez mestrado em Comunicação Social, com a realização dos créditos, sem defesa da tese, ele atuou como sociólogo em pesquisas sobre a religiosidade em Congonhas (MG), além de ter trabalhado como analista de Mercado de Trabalho em municípios do interior do Estado. Há 26 anos trabalha como repórter, tendo passado pelas redações e por editorias de cultura dos principais órgãos de imprensa de Minas Gerais, a exemplo dos jornais Estado de Minas e O Tempo. Foi também colaborador do jornal Valor Econômico, e das revistas Época Negócios e Pequenas Empresas & Grandes Negócios, da editora Globo. Atua hoje como colaborador (repórter e fotógrafo) do portal UOL, em Belo Horizonte. Bushido Produções Eireli: Coordenação Editorial - A Bushido Produções tem ampla experiência no segmento editorial, bem como na produção e gestão de projetos culturais de outras naturezas, contando com os códigos da CNAE relacionados à Edição de Livros (58.11-5-00), à Produção Teatral (90.01-9-01), à Organização de Exposições(82.30-0-01) e ao Ensino de Arte e Cultura (85.92-9-99), entre outras atividades. O sócio-diretor da Bushido, Guilherme Aragão, tem em seu portfólio dois livros inscritos como pessoa física, aprovados, captados, executados e com as contas prestadas junto ao Ministério da Cultura: Futebol e Arte (Pronac 122086) e Anos Olímpicos (Pronac 1012712). Além disso, atuou na publicação dos livros “Patrimônios do Rio” (ISBN 978-85-93282-00-3) e “Peirópolis: o Vale dosDinossauros brasileiro” (ISBN 978-85-69628-08-8), entre outras obras recentes.
PROJETO ARQUIVADO.