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PRONAC 190910Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

As Ablusadas (webserie)

ROBERTA MAGALHAES SILVA
Solicitado
R$ 50,1 mil
Aprovado
R$ 50,1 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Produção de websérie
Enquadramento
Artigo 26
Tipologia
Projetos normais
Ano
19

Localização e período

UF principal
MG
Município
Belo Horizonte
Início
2019-08-01
Término
2021-12-31
Locais de realização (1)
Belo Horizonte Minas Gerais

Resumo

Produção de uma websérie em gênero documental, com 10 episódios de 7 a 15 minutos cada em resolução HD 1080 pixels. O tema será o dia a dia da banda em apresentação internacional para divulgação em suas redes sociais e canais de streaming. Sobre o produto secundário descrito em plano de distribuição, serão oferecidas 2 oficinas como formação de plateia para até 200 alunos e professores em escolas públicas de BH. Tema: Vida de artista!".

Sinopse

As Ablusadas Série em 10 capítulos de 7 a 15 minutos.Nove mulheres brasileiras se juntam por uma paixão em comum: a música, especialmente o blues. Juntas elas vão de Belo Horizonte para o meio do mundo participar de um festival tradicional do gênero na América Latina: o 12º Festival Internacional de Blues. Equador recebe essas musicistas que para chegar lá enfrentam desafios e vivem um caminho de descobertas e superações. Cada capítulo da série é apresentado do ponto de vista de uma das integrantes, assim esta história ganha nove versões diferentes, afinal cada uma têm características próprias e uma história particular diferenciada com o seu instrumento e trajetória cultural.

Objetivos

OBJETIVO GERAL Realizar registro videográfico da banda em situações diferentes de trabalho, evidenciando as dificuldades e alegrias da carreira artística. Ainda gerar proximidade do público com essas artistas mineiras, principalmente através de redes sociais e canais virtuais. Um material que, através do incentivo desta lei, será elaborado em alto valor cultural e qualidade profissional. OBJETIVOS ESPECÍFICOS - apresentação artística da banda Ablusadas no exterior, gerando valor agragado ao currículo artístico delas; - 10 vídeos de 7 a 10 minutos cada para webserie; - geração de renda para a cadeia artística mineira e brasileira; - intercâmbio cultural Brasil/ Equador; - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;- proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;- empoderamento feminino.

Justificativa

A música é um elemento que auxilia no bem estar das pessoas, importantíssima na vida do ser humano. É um elemento de fundamental importância, pois movimenta, mobiliza e por isso contribui para a transformação e o desenvolvimento social e criativo do ser. Este projeto propõe uma questão: homens e mulheres, artistas, têm os mesmos direitos na música? Ablusadas quer se posicionar como representante de mulheres musicistas brasileiras, incentivando outras mulheres a seguirem o mesmo caminho. Discutir uma sociedade machista, subir em um palco, tocar um instrumento e falar sobre as mazelas do patriarcado é uma atitude corajosa e necessária. Discutir a importância da representação feminina no cenário musical independente, compondo sobre suas histórias e ampliando a percepção do "ser mulher" na sociedade atual é importante. Então, a principal justificativa desteprojeto é mostrar que a música, dentre tantos adjetivos, também pode ser empoderadora. As canções têm o poder de fazer com que mulheres se reconheçam, sintam-se mais fortes e importantes.A música é substantivo feminino e, cada vez mais, as mulheres tomam o lugar que lhes pertence: o de donas de suas próprias histórias, vozes, canções. Não é difícil encontrar na mídia declarações de cantoras e instrumentistas que reclamam do machismo na música. Segundo a cantora Bjork "as mulheres na música estão autorizadas a serem cantoras e compositoras que cantam sobreseus namorados. Se elas mudam de assunto para átomos, galáxias, ativismo, matemática nerd usada na edição debatidas ou qualquer outra coisa além de serem intérpretes cantando sobre seus amores, elas são criticadas: osjornalistas sentem que falta algo, como se nossos únicos assuntos fossem emocionais. (...) Aos homens é permitidopassar de um assunto a outro, fazer ficção científica, obras de época, palhaçadas e serem cômicos, nerds demúsica que se perdem esculpindo uma atmosfera sonora. Às mulheres não. Se não rasgarmos o peito e sangrarmossobre os homens e crianças de nossas vidas, estamos enganando nosso público." Um projeto que promete reposicionar questões sociais e comportamentais, através do audiovisual (webserie), músicas de alto valor artístico. Outros fatores que justifica este projeto:- levar à população mundial o reconhecimento de seus próprios valores, elevando a autoestima e a consciência social do povo, principalmente das mulheres;- impulsionar o desenvolvimento local com a realização de projeto cultural diferenciado, atraindo investimento e incentivo à cultura da cidade;- promover eventos de qualidade envolvendo a pluralidade das artes (música e audiovisual);- Gerar entretenimento de qualidade ao público adulto;- Integração e sociabilização da comunidade através das artes/ entretenimento. Este projeto se enquadra na lei 8.313/ 23 de dezembro de 1991 onde se destaca: parágrafo 3º, inciso f, produção de obras cinematográficas e videográficas de curta e média metragem e preservação e difusão do acervo audiovisual

Estratégia de execução

Em resposta à diligência: "argumento cinematográfico da websérie contendo a estratégia de abordagem, lista de locações e personagens documentados e a ideia cinematográfica do projeto que deve conter em si uma visão sobre os fenômenos abordados". Lista de Locações Equipamentos Canon 60D Canon T3iLente 11/16mmLente 50mmLente 18/135mmTripé de câmera Steed de câmera Led de luz Gravador H4N Lapela com fioBoom e vara de boomMi Band goopro Argumento e demais demandas da diligência As locações serão em Belo Horizonte e em Quito, Equador. Serão realizadas 10 tomadas de gravação em Belo Horizonte e pelo menos 10 tomadas de gravação em Quito Equador, sendo 9 com as integrantes das Ablusadas em separado com cada uma, já que as personagens da série são reais e cada episódio será do ponto de vista de uma e um reunindo a visão do conjunto, com todas integrantes. Desta forma a websérie terá uma mesma narrativa construída com pontos de vista diferentes a cada episódio. As locações serão em estúdio em um ambiente cotidiano das personagens reais (em casa ou no trabalho) e no festival Quito Blues no Equador, onde também serão gravadas cenas urbanas lá, com as Ablusadas interagindo com este novo local, com o olhar de quem vai pela primeira vez, já que se trata de uma nova descoberta para todas, já que nenhuma integrante nunca esteve naquele país. Série em 10 capítulos de 7 a 15 minutos.Nove mulheres brasileiras se juntam por uma paixão em comum: a música, especialmente o blues. Juntas elas vão de Belo Horizonte para o meio do mundo participar de um festival tradicional do gênero na América Latina: o 12º Festival Internacional de Blues. Equador recebe essas musicistas que para chegar lá enfrentam desafios e vivem um caminho de descobertas e superações. Cada capítulo da série é apresentado do ponto de vista de uma das integrantes, assim esta história ganha nove versões diferentes, afinal cada uma têm características próprias e uma história particular diferenciada com o seu instrumento e trajetória cultural.

Acessibilidade

Este projeto prevê enfoque na acessibilidade de conteúdo onde será planilhado e contratado profissional especializado em legenda descritiva. Todo o material gerado será legendado antes de enviado ao streaming. Ainda, atendendo a diligência: - Audiodescrição: narração adicional roteirizada, em língua portuguesa, integrada ao som original da obra audiovisual ao à sua versão dublada, contendo descrições das ações, linguagem corporal, estados emocionais, ambientação, figurinos, caracterização de personagens, bem como a identificação e/ou localização dos sons. - Legendagem descritiva ou Legenda para surdos e ensurdecidos – LSE: consiste na conversão do texto oral para o texto escrito de uma língua para outra, dentro de uma mesma língua ou de uma língua de sinais para uma língua escrita, levando-se em conta, na composição das legendas, a redução textual decorrente das restrições de tempo, espaço na tela, número de caracteres, conveniência de supressão ou acréscimo de informações, segmentação, alinhamento, fonte e local de cada legenda na tela e velocidade de leitura. Devem ser explicitadas informações de efeitos sonoros, música, sons do ambiente, silêncios significativos e aspectos paralinguísticos do discurso perceptíveis pela entonação ou pela emissão de sons não verbais – como choro ou riso –, bem como adicionada a identificação dos falantes. - Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS: forma de comunicação e expressão, em que o sistema linguístico de natureza visual-motora, com estrutura gramatical própria, constitui um sistema linguístico de transmissão de ideias e fatos, oriundos de comunidades de pessoas surdas do Brasil. OBS: Todo material de divulgação dos produtos culturais gerados pelo projeto conterá com informações sobre a disponibilização das medidas de acessibilidade adotadas para o produto. Estas medidas de acessibilidade serão cumpridas em todos os episódios da webserie. A websérie terá as seguintes medidas de acessibilidade: Audiodescrição, Legendagem descritiva ou Legenda para surdos e ensurdecidos – LSE e Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS em todos os episódios.

Democratização do acesso

O Projeto será altamente democratizado, uma vez que: As apresentações artísticas serão eventos próprios para a diversão do público jovem, faixas etárias entre 20 e 55 anos. Será permitida a captação de imagens das atividades e de espetáculos e autorizada sua veiculação por redes públicas de televisão. Todo material gerado e editado para a webserie será disponibilizada na internet, em plataforma de streaming, youtube. Sobre produto secundário exposto em plano de distribuição, serão realizadas 2 palestras em escolas públicas da cidadede Belo Horizonte com participação ativa de alunos e professores na soma de participantes no total. O tema seerá sobre "Vida de artista" e será ministrada pelas artistas e produtora da banda Ablusadas.

Ficha técnica

ROBERTA SILVA MAGALHÃES (PROPONENTE/ CANTORA/ COMPOSITORA/ COORDENADORA DE COMUNICAÇÃO) Roberta Magalhães é cantora e compositora com mais de 15 anos de experiência em diversos projetos de rock, blues e jazz. Ela também aproveita sua formação em design, marketing e branding para produzir e criar estratégias diferenciadas para seus projetos. Roberta começou seus estudos musicais na adolescência com a professora de canto erudito e popular, e conselheira da Ordem dos Músicos de Minas Gerais, Geraldina Benício. Foi para a escola de música Minueto e estudou canto-coral, teoria musical e performance. Foi aluna da Babaya por 5 anos, onde estudou canto, interpretação e palco. Logo após iniciou seus estudos de aperfeiçoamento vocal com Renata Vanucci, que ainda hoje realiza o trabalho de coaching e produção vocal, principalmente para suas composições autorais. Já participou de vários projetos em BH. Com maior destaque, estão os últimos projetos, onde além de ser a idealizadora, também produziu, compôs, atuou como designer, marketóloga e frontwoman das bandas Black Blues e Ablusadas. Entre 2012 a 2017, com a banda Black Blues - quinteto formado por grandes músicos da cena belorizontina de blues, jazz e rock- percorreu várias casas e festivais do estado. Foi finalista do Festival de Verão de Ouro Preto/MG com suas canções autorais. Com as Ablusadas, a frontwoman vem realizando um trabalho incrível, desde a escolha do repertório ao conceito do projeto: a primeira banda de blues formada apenas por mulheres, em estilo big band, talvez a única do Brasil no estilo. Em pouco tempo de formação já tocaram no Cine Teatro Brasil Valllourec, Museu de Arte da Pampulha em um evento todo produzido pela banda em homenagem às mulheres, foram as únicas representantes da cidade no festival que percorre todo o país: Festival Banco do Brasil Seguridade de Blues e Jazz 2018, em Belo Horizonte, ao lado de grandes mestres como Pepeu Gomes, Hermeto Pascoal, Stanley Jordan e Nuno Mindelis. Tocaram duas vezes ao vivo na Rede Minas e recentemente participaram do Festival Chapadas Folk`n Blues. Ainda em 2018 foram convidadas a se apresentar no grande teatro Palácio das Artes em parceria com produtoras locais de BH e no estádio do Mineirão. Em dezembro de 2018 a convites, foram para Argentina onde se apresentaram com reconhecidos nomes locais do blues, nas famosas jam sessions que acontecem em Buenos Aires. A banda está produzindo clipes de forma independente, e também a todo vapor na produção de suas músicas autorais. Sobre seus projetos pessoais, Roberta já participou de 3 edições do Horizonte Blues Festival, no espetáculo Divas do Blues. BRENDA PENA (PRODUÇAO/ ROTEIRISTA/ ASSESSORA DE IMPRENSA) Escritora, jornalista, fotógrafa, baterista e produtora cultural. Desde 2014 é analista de TV da Rede Minas Cultural e Educativa atuando como repórter e produtora do Alto-Falante, programa de música exibido em rede pela TV Brasil, tendo trabalhado também nos programas Campo & Criação, Opinião Minas, Palavra Cruzada, Jornal Minas, Meio de Campo, na série Ribalta e no Agenda. Idealizadora e apresentadora do programa CurtAgora na TV Universitária e também do programa Bastidores, premiados no festival de Gramado na categoria universitária. Trabalhou por cinco anos no departamento de jornalismo na TV Alterosa como auxiliar de produção e repórter apuradora. Produziu e trabalhou como roteirista no mini-documentário Baila Cubano Baila (2005) e no curta de ficção "Amores" (2000). Foi assessora de comunicação e produtora de cinco edições da Mostra Disseminação de Vídeos Experimentais. Autora dos livros: Tsunâmica (Sangre Editorial, 2019) Manos Pulsantes (O Lutador, 2017), DESnaturalizados (Editora Saramandaia, 2016), Poesia Sonora – História e Desdobramentos de uma Vanguarda Poética (Editora Tradição Planalto, 2009), Utopias Possíveis: Imersão Latina: 10 anos (O Lutador, 2015). Integra o Coletivo Contorno, as bandas Cáustica e Ablusadas, o grupo Corpo Língua de performance cênica e o núcleo de pesquisa em dramaturgia do Galpão Cine Horto. Atualmente pré-doutoranda, é Mestre em Estudos Literários pela Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG, cursando disciplinas na área de Poéticas e Políticas no doutorado, do programa de pós-gradução em Linguagens do CEFET-MG. É fundadora do Instituto Imersão Latina (IMEL), que faz parte das redes Facción Latina, Ciranda Brasil e Fórum Nacional de Democratização da Comunicação. Representante do Movimento Cultural Abrace, com sede no Uruguai e membro fundadora do Círculo de Narradores y Poetas del Mercosur. Diretora da Associação de Jornalistas e Escritoras do Brasil, em Minas Gerais – AJEB-MG. NATALIE MATOS DE MOURA (DIRETORA DA OBRA AUDIOVISUAL) Graduada em Cinema e Audiovisual pelo Centro Universitário UNA (2016); Oficina de Web Séries - Mercado e Produção pelo 10o Mostra Cine BH - International Film Festival - Outubro de 2016.Experiência profissional: Diretora do curta documental 'Mulheres no Batuque" exibido na mostra de cinema do projeto Segunda Preta em 2017; Montadora e editora do curta documental “Favela em Diáspora”, exibido no festival CIne BH e no Cine Humberto Mauro em 2018; Diretora e editora do webdoc “Vozes em Conjunto”, em fase de finalização; Editora e diretora do setor audiovisual da Organização FAVELA realizando toda produção audiovisual das redes sociais, cobertura de eventos como formaturas e conteúdo de campanha do Empreendedorismo de Base Favelada de agosto de 2016 até a agosto de 2018;Direção e edição do documentário Educação Sem Muros - Tomas Educação, realizado durante o processo de formação de 25 jovens no Alto Vera Cruz, que narra a história de 3 jovens moradores de periferia que tiveram a oportunidade de se inserir na educação e hoje são multiplicadores de uma metodologia que vai além do ensino formal; Editora do Clipe - Um Rap Por dia Bárbara Sweet - Realizado em 2013 por mulheres jovens na formação do Hip Hop das Mina2 de Negras Ativa realizado com o benefício da Lei Municipal de Cultura de BH; Estagiária com função de editora e produtora audiovisual no TRE- Tribunal Regional Eleitoral de MG, no setor SGCON. de Janeiro de 2012 até outubro 2013.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.