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Realizar o Festival de Cinema Acessível Kids®, da empresa Som da Luz, apresentando em Florianópolis 4 filmes: 1 filme nacional premiado e 3 filmes internacionais de sucesso no mundo. Todos os filmes serão exibidos com três tecnologias de acessibilidade: Libras, legendas descritivas e audiodescrição, inseridas nas obras e apresentadas de forma simultânea e sem sobreposição à obra original. O enfoque dos filmes é voltado para crianças e jovens de todas as idades. Além das acessibilidades de conteúdo o projeto visa promover a convivência de pessoas com e sem deficiência.
"Meu Olhar Diferente Sobre as Coisas" - 2012 - É um documentário de criação coletiva que foi realizado em Florianópolis por um grupo de jovens com Síndrome de Down, com o objetivo de utilizar o audiovisual como ferramenta de comunicação com a sociedade.O grupo participou de oficinas audiovisuais específicas, ministradas por uma equipe multidisciplinar. Após a realização das oficinas, foram gravadas as histórias individuais roteirizadas pelo grupo, onde cada um teve a oportunidade de ser o protagonista de sua história falando sobre suas vidas e como a Síndrome de Down não os impediu de realizarem seus sonhos de ter filhos, casar, trabalhar entre outras realizações. Estes jovens também foram os sujeitos ativos de todo o processo, trabalhando como entrevistadores, entrevistados, como técnicos e participaram ativamente da montagem de sua história. Meu olhar diferente sobre as coisas participou em 2013 da 6ª edição do Festival Assim Vivemos- Festival Internacional de Filmes sobre deficiência no Rio de Janeiro e ganhou o prêmio Liberdade de Escolha. “Meu Malvado Favorito” – 2010 (é a 4ª animação com maior bilheteria) - Alguém rouba umas das pirâmides do Egito, e isso instiga Gru, o protagonista, a realizar um roubo maior do que esse. Surge a ideia de roubar a Lua, portanto ele precisa de um foguete e um "raio encolhedor", pois dessa forma conseguiria roubar a Lua e se tornar o maior vilão da História. Mas para a construção do foguete ele precisa de um empréstimo, que não consegue junto ao banco, e após roubar o "raio encolhedor" este é roubado dele. Para reaver o objeto roubado ele cria um plano que necessita de três meninas, que são adotadas por ele. Mas passam a influenciar sua vida de uma maneira que ele nunca teria imaginado. “Malévola” – (estúdios Disney 2014) - Antes de seu futuro sombrio e perturbado, Malévola era uma bela jovem, um ser humilde e pronta para ajudar os demais, nascida e criada em um reino pacífico na floresta. A paz é atormentada com a chegada de um exército de humanos que invade e ameaça a harmonia do território. Malévola é vista como a feroz protetora do reino, mas que acaba sendo traída. O ato de traição desencadeia o sentimento de frieza e maldade na antiga protetora de seu reino. Após uma grande batalha com o rei do exército opressor, Malévola lança uma maldição em sua filha recém-nascida, Aurora. Com o desenrolar do tempo, a vilã percebe que Aurora pode ser a chave de muitos mistérios. Um filme de aventura e fantasia, dirigido por Robert Stromberg e produzido pela Walt Disney Pictures, a partir de um roteiro escrito por Linda Woolverton. Estrelado por Angelina Jolie como a personagem vilã da Disney de mesmo nome, o filme é um live-action re-imaginado do clássico da Walt Disney Pictures, “A Bela Adormecida” de 1959, adaptação animada da Walt Disney de A Bela Adormecida, e retrata a história a partir da perspectiva da antagonista, Malévola. “Divertidamente” – 2015 Riley é uma garota divertida de 11 anos de idade, que deve enfrentar mudanças importantes em sua vida quando seus pais decidem deixar a sua cidade natal, no estado de Minnesota, para viver em San Francisco. Dentro do cérebro de Riley, convivem várias emoções diferentes, como a Alegria, o Medo, a Raiva, o Nojinho e a Tristeza. A líder deles é Alegria, que se esforça bastante para fazer com que a vida de Riley seja sempre feliz. Entretanto, uma confusão na sala de controle faz com que ela e Tristeza sejam expelidas para fora do local. Agora, elas precisam percorrer as várias ilhas existentes nos pensamentos de Riley para que possam retornar à sala de controle - e, enquanto isto não acontece, a vida da garota muda radicalmente.
O objetivo deste projeto é realizar o "Festival de Cinema Acessível Kids®" com obras cinematográficas de temática infanto-juvenil adaptadas com três tecnologias de acessibilidade: Audiodescrição, LSE (Legendas para Surdos e Ensurdecidos) e LIBRAS, dando início a um processo de descentralização e democratização do acesso à cultura em Florianópolis. Antes da exibição do filme "Meu olhar diferente sobre as coisas" será realizada uma palestra, ministrada por um diretor de cinema e um diretor de acessibilidade em conteúdo audiovisual, dirigida para educadores, alunos e agentes que trabalham com a inclusão social das pessoas com deficiência, sobre "Produção fílmica" "Protagonismo de atores com Deficiência no Cinema" "Acessibilidade em Conteúdo Audiovisual" "Cadeia Produtiva" "Papel da Sociedade" "Educação Inclusiva" "Cenário da Deficiência no Brasil" "Conceitos e Pré-conceitos". Ao final de cada sessão, será realizado um bate-papo entre organizadores e o público para coleta e avaliação das impressões da plateia sobre a experiência vivenciada. Deste modo, ao mesmo tempo em que leva a magia dos filmes em formato acessível a pessoas que jamais teriam acesso ao cinema sem essas tecnologias, o projeto abre um canal de comunicação com o mundo, possibilitando momentos de lazer com familiares e amigos e também o convívio natural entre pessoas com deficiência visual, deficiência auditiva e/ou deficiência intelectual em ambiente cultural, neste caso, a sala de cinema. Além do conteúdo acessível, o projeto promove e instiga o pensar em inclusão e acessibilidade na infância e na juventude com o intuito de em um futuro próximo termos uma sociedade mais justa, livre de preconceitos, onde o compartilhamento de vivências se dê de forma natural e ampla. Objetivos Específicos Serão exibidos em sala de cinema 4 filmes com três tecnologias de acessibilidade: audiodescrição, LSE e LIBRAS apresentadas de forma simultânea e sem sobreposição à obra original. As sessões serão mensais e gratuitas, garantindo assim a inclusão sociocultural das pessoas com deficiência visual e/ou auditiva e/ou intelectual e a população de baixa renda. Em cada sessão será exibido um título diferente. O projeto visa também garantir o exercício pleno da cidadania a essa parcela da população carente de conteúdo fílmico em formato acessível e de qualidade. O Festival de Cinema Acessível Kids é um case já existente e de sucesso reconhecido no Brasil - tem a chancela da UNESCO - e de domínio da empresa O Som da Luz Estúdio de Gravações LTDA, nossa parceira neste projeto. O sucesso das edições do Festival e a satisfação do público alvo comprovam a capacidade, qualidade e experiência que a empresa tem para executar esse trabalho com excelência. Os títulos dos filmes a serem apresentados nesta edição são: "Malévola", "Meu Malvado Favorito", "Divertidamente". Esses 3 títulos já contam com as três tecnologias de acessibilidade produzidas. O filme brasileiro "Meu Olhar Diferente Sobre as Coisas" complementa os 4 títulos constantes nesta proposta. Para tanto, este projeto contempla torná-lo acessível no mesmo formato dos demais sendo produzidas e inseridas, pelo Som da Luz, as três tecnologias de acessibilidade. Em suas edições anteriores, nos 4 anos de existência, os projetos originais e circulações do Festival de Cinema Acessível atingiram um público total de 12.611 (doze mil seiscentos e onze) pessoas, diante disso temos como meta atingir um público de 100% da capacidade da sala de cinema a cada sessão. Este público será composto por crianças com deficiência e sem deficiência e adultos com deficiência e sem deficiência, pois oportunizaremos a convivência num ambiente que valoriza as diferenças. Pensando na inclusão deste público, a ONG Me Ensina, em parceria com o Som da Luz, traz um projeto cujo impacto direto será a inclusão destes sujeitos de direitos, prioritariamente do público infanto-juvenil com deficiência, mas também, de pais, famílias, comunidades escolares e comunidade de convivência, de modo a incentivar mudanças de concepção e atitudes. Objetiva-se, assim, concretizar a verdadeira inclusão de todos em um único universo. Para tanto, o planejamento de divulgação visa atender o público alvo e a comunidade em geral contratando duas (02) equipes de assessoria de imprensa, uma dirigida ao público das pessoas com deficiência e outra dirigida ao público em geral do estado de Santa Catarina e do Brasil. Todas as apresentações serão registradas em imagem e vídeo, publicadas em página de Facebook criada exclusivamente para o projeto e nas redes sociais da ONG Me Ensina e dos parceiros, a fim de divulgar a ação e comprovar a sua execução. Para garantir a eficácia da ação serão realizadas duas reuniões preparatórias que antecederão o início das exibições e três reuniões de manutenção e acompanhamento durante a execução do projeto. Os participantes dessas reuniões serão a equipe da ONG Me ensina, a equipe do Som da Luz e serão convidados representantes de associações e entidades que trabalham com as pessoas com deficiência, representantes da Secretaria de Educação e Cultura do Estado de Santa Catarina, representantes municipais que trabalham com a temática da inclusão e acessibilidade, para sensibilizar e mobilizar o público das pessoas com deficiência e sem deficiência.
O Censo 2010 revelou que, na época, 23,93% (45 milhões) da população brasileira têm algum tipo de deficiência severa, nestes números não estão computadas a população de idosos nem as pessoas que ficaram com alguma sequela causada pela diabetes. Em Santa Catarina e Florianópolis esses números se repetem. Estes dados impressionam muito quando associados à ausência de produção cultural acessível para este público carente e sedento de conteúdo. Uma grande parcela dessas pessoas nunca foi ao cinema. A Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015, destina-se a assegurar e promover o exercício dos direitos e das liberdades fundamentais por pessoa com deficiência. O artigo 42, da referida lei, parágrafo II, diz que a pessoa com deficiência tem direito à cultura, ao esporte, ao turismo e ao lazer em igualdade de oportunidades com as demais pessoas, sendo-lhe garantido o acesso a programas de televisão, cinema, teatro e outras atividades culturais e desportivas em formato acessível. O cinema pode contribuir para a ampliação do repertório cultural e para a construção de significados sobre o cotidiano das pessoas. Dessa forma, é possível apontar o cinema como um dos mais importantes meios de prática social existentes no contexto atual. Além de poder informar, instruir e moldar as capacidades críticas dos cidadãos, que tomam conhecimento de fatos e momentos cruciais de sua realidade e das demais, ele serve como uma excelente forma de lazer e diversão. Por isso, a ONG Me Ensina em parceria com a empresa O Som da Luz Estúdio de Gravações ltda., idealizadora e realizadora do Festival de Cinema Acessível®, visam realizar em Florianópolis esse projeto inovador, criado para propiciar acessibilidade de conteúdo para as pessoas com deficiência visual ou auditiva, intelectual ou cognitivas, entre outras, possibilitando o entendimento das obras, diversão e emoção de forma independente, criando também um ambiente de convivência entre as pessoas com e sem deficiência que valoriza as diferenças e equipara as oportunidades. Essa ação vivencial possibilita a troca de experiências entre os diferentes e provoca o pensar e repensar conceitos e preconceitos. Mais até: cria um espaço diferenciado e único onde pessoas sem deficiência são incluídas em uma interação com a realidade das pessoas com deficiência. Leva, além disso, a linguagem do cinema em um formato acessível a pessoas que jamais teriam acesso ao cinema sem estas tecnologias. Os recursos utilizados nas obras serão de audiodescrição, legendas para surdos e ensurdecidos (LSE) e Libras. A audiodescrição permite ao público com deficiência visual (pessoas cegas ou com baixa visão) ter acesso aos filmes através da descrição dos elementos visuais da obra. Estes recursos beneficiam, ainda, espectadores com autismo, Síndrome de Down, déficit intelectual, dificuldade de concentração e problemas neurológicos. As legendas LSE e a janela de Libras trazem acessibilidade ao público surdo ou com deficiência auditiva. Para aproximar ainda mais o público catarinense do Festival, a edição de Florianópolis inclui na programação um longa-metragem catarinense. O documentário Meu Olhar Diferente Sobre as Coisas, realizado pela ONG ME Ensina, é uma produção coletiva de um grupo de jovens com Síndrome de Down de Florianópolis que aborda o cotidiano e a capacidade dessas pessoas viverem como todos. O filme recebeu o Prêmio Liberdade de Escolha no Festival Assim Vivemos, no Rio de Janeiro em 2010. Especialmente para este projeto, esse documentário vai receber as três tecnologias de acessibilidade produzidas pelo Som da Luz. Os demais filmes incluídos na programação já contam com as acessibilidades também produzidas pelo Som da Luz. Este projeto _ uma parceria entre a ONG Me Ensina e o Som da Luz -- terá a duração de 12 meses e as exibições, mensais, serão gratuitas e ocorrerão no período de março a dezembro de 2020. A escolha por exibições mensais se baseia na experiência do Som da Luz com o Festival em mais de 30 cidades do Sul do Brasil. Essa experiência demonstrou: a) num público de 12.611, mais de 60% são pessoas com deficiência, das quais a maioria foi ao cinema pela primeira vez. b) esse público não tem o hábito de ir ao cinema pela falta de acessibilidade nas obras cinematográficas produzidas no formato convencional e, por isto, excludentes. c) em função dessas características, esse novo público precisa de um tempo maior para se programar para frequentar o cinema. As leis de acessibilidade para as pessoas com deficiência estão em vigor há pouco tempo, a LBI _ lei brasileira de inclusão é de dezembro de 2015, e as que existem há mais tempo raramente são cumpridas. As ações de inclusão cultural para o público das pessoas com deficiência são muito poucas e a maioria delas assistencialistas. Existem também algumas ações voluntárias voltadas para esse público que não são suficientes para atender de forma profissional e eficiente a demanda por acessibilidade. Neste momento é preciso utilizar mecanismos como a Lei Rouanet para que projetos como esse sejam realizados, preenchendo uma lacuna causada pelo não cumprimento da Lei por parte dos produtores e diretores de cinema, muitas vezes pelo desconhecimento dos recursos de acessibilidade e da necessidade deles. Através do mecanismo da Lei Rouanet, que proporcionará uma remuneração justa às equipes envolvidas no projeto, contribui-se efetivamente para o fomento e fortalecimento de uma cadeia produtiva emergente, que são os profissionais da área de acessibilidade em conteúdo audiovisual. Entendemos que o projeto está bem alinhado com os parâmetros exigidos pelo MINC por preencher e estarem diretamente relacionados com os Artigos: Art. 1º da Lei 8313/91 Inciso I e VIII Art. 3º da Lei 8313/91Inciso II alínea "b" e "e", Inciso IV alínea "a", Inciso V alínea "c"
Para complementar as informações da equipe por falta de espaço no campo Ficha Técnica, informamos aqui o currículo resumido dos participantes: A ONG ME ENSINA: instituição sem fins lucrativos, não governamental, fundada em 2006, possuidora do título/certificado de OSCIP de número 0871.008906/2006-44. Vem desenvolvendo diversos projetos promovendo a inclusão social através da educação e da arte. Entre os principais projetos estão A Hora do Conto, durante os anos de 2009 e 2010, realizando apresentações teatrais e palestras de incentivo a leitura em escolas públicas da Rede Estadual de Santa Catarina. Simulador Ambiental, jogo educativo digital que tem como objetivo principal, demonstrar aos usuários os impactos ambientais gerados pelos hábitos de produção e consumo humano no ambiente residencial; Meu Olhar Diferente Sobre as Coisas, documentário escrito,produzido e atuado por um grupo de pessoas com Síndrome de Down. Em 2013, recebeu o prêmio Liberdade de escolha na 6ª edição do Festival Assim Vivemos – Festival Internacional sobre Filmes de Deficiências. O projeto Histórias que Salvam o Planeta é um documentário reflexivo, que aborda histórias contadas pela população local de regiões do interior do Brasil. As canções d’além mar é um projeto que desenvolveu uma pesquisa participativa para o registro da memória musical tradicional dos imigrantes açorianos em suas mais diversas vertentes. Descaminhos da Coxilia Rica é documentário realizado em 2015 sobre a região do Planalto Serrano Catarinense, que teve uma forte importância histórica para o desenvolvimento do Brasil e do estado. Um olhar diferente sobre moda é livro impresso em tinta com transcrição em Braille para atender ambos os públicos, incluindo pessoas com baixa visão. Gilca Maria Motta da Silveira - brasileira, natural de Pelotas, RS, reside em Florianópolis desde 1997. Formou-se em Publicidade e Propaganda e Jornalismo pela Universidade Católica de Pelotas em 1997. Trabalhou como produtora de comerciais e audiovisuais em Criciúma, Santa Catarina,entre 1988 e 1992 e em Florianópolis como Coordenadora de Produção da SET Cinema e Televisão de 1997 à 2009. Atuou como Produtora Executiva, Diretora de produção e Assistente de direção em diversos documentários, filmes de ficção e campanhas políticas e publicitárias. Em 2009, assumiu como Diretora Presidente da ONG Me Ensina coordenando projetos que possam contribuir para a construção de uma rede de agentes multiplicadores que atuem em um processo de promoção, valorização e fortalecimento da cidadania em suas ações diárias. Viviana Schames Kreitchmann Atriz, e Produtora Cultural Licenciada em Teatro pelo Departamento de Arte Dramática da Universidade Federal do Rio Grande do Sul em 2010, ao longo de sua trajetória artística, participou de diversos festivais nacionais de teatro e atividades de intercâmbio de grupos de outras regiões do país. É produtora cultural da Companhia Caixa do Elefante Teatro de Bonecos, com quem produziu turnês de espetáculos, criação de espetáculos/eventos e mostras teatrais além de workshops. Entre os festivais que produziu estão Cena Brasil Internacional, no CCBB RJ (2012-2016), responsável pela parte específica de palestras e wokshops. Dimitri Steckel Camorlinga - Formado em Teatro pela UDESC, trabalha há cerca de 10 anos em diversos projetos culturais, tanto com grupos (teatrais e musicais) como eventos de médio e grande porte. Já produziu circulações no Nordeste e Sul do Brasil do Grupo Experiência Subterrânea, além de uma turnê pela Argentina. Foi responsável pelo lançamento do primeiro CD do Grupo A Corda em Si, o qual produziu durante dois anos. Na UFSC trabalhou na Comissão de Arte e Cultura nos anos de 2008 e 2009, quando da retomada do UFSCTOCK, Abril o Bosque, entre outros projetos culturais da Instituição que estavam adormecidos ou inexistiam. Foi convidado pelo Instituto Maratona Cultural a trabalhar na execução da Maratona Cultural 2017, e coordenação da Maratona Cultural 2018, além de outros projetos do Instituto como a Orquestra de Baterias 2018 e o Circuito Cultural edição Floripa. Contratado pela Harmônica, Produtora Cultural de Florianópolis, esteve também na produção de grandes eventos como o FIK – Festival Internacional de Arte e Cultura José Luiz Kinceler, em janeiro de 2018, e o Festival Isnard Azevedo - Floripa Teatro, em Setembro do mesmo ano. A empresa O Som da Luz - Tem como premissa de trabalho a acessibilidade como condição indispensável para possibilitar às pessoas com deficiência o exercício pleno da cidadania e de todos os direitos e liberdades fundamentais, buscando assegurar a essas pessoas o acesso, em igualdade de oportunidades. Desde seu início, em 2010, a empresa Som da Luz tem uma gestão focada na responsabilidade social, sempre investindo no desenvolvimento de novas tecnologias e qualidade técnica. Ao longo desse período, tem criado importantes parcerias e aglutinado profissionais de diversas áreas. A empresa com seu projeto inovador e pioneiro no Brasil, o Festival de Cinema Acessível, em 2015, com segunda edição em 2016, tornou-se referência em Acessibilidade Universal em conteúdo audiovisual. O Som da Luz inova mais uma vez em 2017 com o lançamento do Festival de Cinema Acessível Kids ®. Com continuação em 2018, é a primeira mostra de filmes internacionais de sucesso, com temática infantil, apresentados no Brasil com três tecnologias de acessibilidade simultâneas. O Festival de Cinema Acessível Kids® tem chancela da UNESCO e outros parceiros de peso. Sidnei Schames - Diretor de acessibilidade, Sócio Diretor do Som da Luz, comanda projetos de inclusão das pessoas com deficiência e pessoas sem deficiência a um universo único, prestando consultoria em soluções tecnológicas de inclusão, colaborando na efetivação das políticas públicas de acessibilidade plena, tendo como meta o “Tudo para Todos”. Tem como premissa de trabalho a acessibilidade como condição indispensável para possibilitar às pessoas com deficiência o exercício pleno da cidadania e de todos os direitos e liberdades fundamentais, buscando assegurar a essas pessoas o acesso, em igualdade de oportunidades. Sidnei também atua como Diretor da AGADE, Associação Gaúcha de Audiodescritores, primeira associação do setor no Brasil. Domina o conhecimento de fluxo de processos e sistemas de funcionamento de empresas comerciais visando uma melhor produtividade, sabendo identificar com objetividade desconexões, para obter o maior percentual de oportunidade de melhorias. Possui experiência em gestão de pessoas, conquistando com habilidade, na coordenação e liderança de equipes, os melhores resultados. Milu Leite é jornalista e escritora. Nasceu em São Paulo e vive em Florianópolis há 19 anos. Criou, produziu e dirigiu as duas primeiras edições da Mostra de Cinema Infantil de Florianópolis (2001 e 2002). Criou, produziu e dirigiu os Encontros de Literatura & Afins em Florianópolis (2013 e 2014). Foi produtora assistente dos ciclos de Cinema e Literatura em São Paulo (1999, Espaço Unibanco de Cinema). Foi editora das revistas Problemas Brasileiros e Mercosul (1991-1996, Senac/SP) e Revista Cinema (1996-1999 - Espaço Unibanco de Cinema), redatora da Folha de S. Paulo (1985-1987) e fez reportagens para as revistas Carta Capital, Bravo, Marie Claire, Claudia e Serafina. Em 2006, recebeu o Prêmio Jabuti na Categoria Infanto-Juvenil com O dia em que Felipe sumiu. Publicou ainda os livros Os teus, os meus, os nossos contos (2013), O dia em que b apareceu (2015) e De passagem (2014). Tem contos infantis publicados na Folhinha (Folha de S.Paulo) e na revista Nova Escola. Desde 2009, coordena oficinas de escrita criativa. Em 2014, um projeto das oficinas foi contemplado com a Bolsa de Fomento à Literatura do MINC, e 30 oficinas foram realizadas gratuitamente para o público jovem e adulto na cidade de Florianópolis em parceria com a Biblioteca Comunitária Barca dos Livros.
A exibição dos filmes será na sala de Cinema do CIC de Florianópolis, datas e horários serão definidos nas reuniões preparatórias. A apresentação do Festival de Cinema Acessível Kids ® em Florianópolis com o trabalho de acessibilidade plena acontecerá no período entre os meses de março e novembro de 2020, será uma exibição de cada filme, totalizando 4 sessões. Para as sessões serão convidadas escolas e associações de crianças e jovens com deficiência, e escolas de crianças e jovens sem deficiência, para que assistam juntos o filme, oportunizando o convívio em um ambiente único que valoriza as diferenças e dando condições iguais de entendimento das obras, diversão e emoção. Como Contrapartida Social importante e multiplicação do conhecimento, será realizada uma palestra-debate antes da exibição do filme "Meu olhar diferente sobre as coisas", dirigida à educadores, alunos, agentes que trabalham com a inclusão social de pessoas com deficiência. Os principais temas abordados serão "Produção fílmica" "Protagonismo de atores com Deficiência no Cinema" "Acessibilidade em Conteúdo Audiovisual" "Cadeia Produtiva" "Papel da Sociedade" "Educação Inclusiva" "Cenário da Deficiência no Brasil" "Conceitos e Pré-conceitos". Essa troca de experiências através de um a atividade vivencial enriquece o conhecimento dos jovens sobre a deficiência e fortalece os conceitos de acessibilidade, inclusão e igualdade de oportunidades. A equipe do Som da Luz tem experiencia comprovada em atividades de Cinema Acessível e juntamente com a equipe da ONG ME Ensina estão preparadas para recepcionar de forma correta e acolher o público das pessoas com deficiência. Em todas as sessões dos filmes haverá um intérprete de LIBRAS para facilitar a comunicação com o público das pessoas com deficiência auditiva. A programação será exibida sempre com as 3 tecnologias de acessibilidade e de forma gratuita (Audiodescrição, LIBRAS e Legendas explicativas) possibilitando o acesso às pessoas com deficiência visual, cegos, pessoas com deficiência auditiva e surdos, pessoas com deficiência intelectual ou cognitiva, população de baixa renda e população em geral. Todos poderão perceber que a arte do cinema é possível e deve ser para TODOS. A sala de cinema do CIC possui 180 lugares, incluindo espaço para cadeirantes. Os 4 filmes serão exibidos com as tecnologias de audiodescrição, LIBRAS e legendas explicativa, atingindo 720 pessoas as quais serão agentes multiplicadores da ideia da inclusão das pessoas com deficiência à Cultura, e inclusão das pessoas sem deficiência a uma nova realidade social. Os quatro filmes escolhidos são "Meu Olhar Diferente Sobre as Coisas", "Malévola", "Meu Malvado Favorito" e "Divertidamente".
Este é um projeto que se baseia na importância da acessibilidade para a cultura. A cultura pode e deve estar ao alcance de todos, e este projeto tornará isso possível. O projeto visa apresentar 4 filmes com três tecnologias de acessibilidade (Audiodescrição, Legendas LSE e janela de Libras), proporcionando a inclusão sociocultural das pessoas com deficiência visual ou auditiva ou intelectual e população de baixa renda, garantindo assim o exercício pleno da cidadania a essa parcela da população carente de conteúdo fílmico em formato acessível de qualidade e gratuito. A acessibilidade verdadeira é dar autonomia às pessoas ao acesso. Daí a urgência em proporcionar às pessoas com deficiência a mesma oportunidade de entendimento de conteúdo e de vivenciar a magia do cinema como as pessoas sem deficiência. O projeto traz em seu DNA responsabilidade social, inclusão, acessibilidade e acolhimento das pessoas com deficiência colaborando com as políticas públicas e contribuindo efetivamente para a formação de uma sociedade mais correta e digna. O trabalho do conceito e a vivência da inclusão e acessibilidade com crianças, jovens e adultos garantirão, em um futuro próximo, uma sociedade mais justa, humana e inclusiva. Diante disso, é possível constatar que este projeto está orientado de acordo com os direcionamentos constantes dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável definidos pela ONU. Nesse sentido, uma iniciativa como a do Festival possibilita que crianças e jovens já cresçam em um contexto que acolhe e respeita as particularidades de cada indivíduo, contribuindo diretamente para a educação inclusiva, equitativa e de qualidade, promovendo oportunidade de aprendizagem, crescimento inclusivo e sustentável da sociedade, oportunizando também trabalho decente para todos (pessoas COM e SEM deficiência). Espera-se, como resultado desta ação, atender diretamente aos objetivos do desenvolvimento sustentável ODS4, ODS8 e ODS10. Diante da natureza do projeto, qual seja inclusão das pessoas com deficiência à cultura e inclusão das pessoas sem deficiencia a uma nova realidade social, é imperativo que o espaço a serem realizadas as exibições dos filmes seja plenamente acessível. O local previamente selecionado é equipado com banheiros acessíveis, lugares reservados e rampa de acesso para cadeirantes e pessoas com dificuldade de locomoção, poltronas para obesos, e piso tátil. Além do espaço físico acessível, estarão disponíveis para recepção e acolhimento do público: intérprete de Libras e pessoas treinadas em atendimento ao público com deficiência visual que servirão como facilitadores para locomoção e deslocamento durante o evento.
O projeto, em sua essência, representa o efeito positivo na sociedade que por meio do convívio entre os diferentes, provoca o pensar e repensar em conceitos e pré-conceitos. O projeto gera um impacto positivo na sociedade pela proposta de romper as barreiras excludentes da sociedade no âmbito cultural. O projeto visa a conquista da cidadania das pessoas com deficiência através da democratização do acesso atribuindo o verdadeiro valor àquelas pessoas com alguma deficiência, igualando-os em direito e dignidade à maioria dos indivíduos da sociedade. Portanto entendemos que a estrutura do projeto se baseia na contrapartida social, uma sociedade mais justa e democrática no futuro. Não obstante, inserimos no escopo do projeto uma palestra de cunho informativo/educativo dirigida ao público de professores e alunos de todos os níveis. Todos os filmes serão apresentados com três tecnologias de acessibilidade produzidas pelo Som da Luz: audiodescrição, janela de Libras e legendas descritivas. As exibições serão realizadas no cinema do Centro Integrado de Cultura, uma vez por mês, com datas e horários definidos nas reuniões preparatórias. A apresentação do projeto, exibição dos filmes no formato acessível, será gratuita. Não será cobrado nenhum tipo de ingresso. Para alcançar este público de maneira eficiente, serão realizadas parcerias com diferentes Instituições, Associações e Secretarias que trabalham com pessoas com deficiência, além de escolas públicas, universidades e EJAS. Algumas delas: ACIC - Associação Catarinense de Integração do Cego APAE Florianópolis IATEL - Instituto de Audição e Terapia da Linguagem CCR- Centro Catarinense de Reabilitação ASGF - Associação de Surdos da Grande Florianópolis UFSC- Graduação em Letras Libras CMPD- Conselho Municipal da Pessoa com Deficiência O sentido de Democratização de Acesso é viabilizar de todas as formas o acesso, tanto pela gratuidade como pelas tecnologias de acessibilidades previstas. O projeto contempla o conceito de Acessibilidade e Democratização de Acesso Universal ao proporcionar e promover o “Tudo para Todos e ao Mesmo Tempo”. Democratização do Acesso também é dar o direito de escolha para as pessoas decidirem se querem ou não assistir a um determinado filme. Sem as tecnologias que o projeto propõe, as pessoas com deficiência visual ou deficiência auditiva não podem decidir se querem assistir ou não assistir a um filme. Simplesmente não podem porque não tem o recurso de acessibilidade necessário para tal. Este projeto é apenas uma pequena parte de um conceito real de democratização do acesso a bens culturais. Tudo para Todos é possível.
Gilca Maria Motta da Silveira - Diretor Geral - coordenação e acompanhamento do trabalho das equipes e também de todo o processo de produção e administração do festival. Viviana Schames Kreitchmann - Produtor local - para atender a demanda local do projeto. Agendamento das reuniões preparatórias,dsa entrevistas com a mídia do estado, junto com a assessoria de imprensa, das apresentações, com escolas, de universidades, contato periódico com as entidades de PCDs; responsável pela contratação de serviços de transporte, catering, aluguel e/ou compra de materiais, acompanhamento presencial durante as sessões. Dimitri Steckel Camorlinga - Produtor local - para atender a demanda local do projeto. Agendamento das reuniões preparatórias,dsa entrevistas com a mídia do estado, junto com a assessoria de imprensa, das apresentações, com escolas, de universidades, contato periódico com as entidades de PCDs; responsável pela contratação de serviços de transporte, catering, aluguel e/ou compra de materiais, acompanhamento presencial durante as sessões. A empresa O Som da Luz - a função da empresa é disponibilizar os filmes em formato acessível, tornar acessíveis todos os materiais, inclusive os de divulgação, produzidos para o projeto. Facilitar a interação do público sem deficiência com o público sem deficiência. Preparar os vídeos de abertura das exibições, apoiar nas reuniões preparatórias, participar no acolhimento e recepção do público nos dias das exibições e participar das conversas com público.
PROJETO ARQUIVADO.