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PRONAC 190929Prestação de Contas AprovadaMecenato

Concertos - Séries Rio de Janeiro – Orquestra Petrobras Sinfônica

ASSOCIACAO ORQUESTRA PRO MUSICA DO RIO DE JANEIRO
Solicitado
R$ 6,00 mi
Aprovado
R$ 6,00 mi
Captado
R$ 6,00 mi
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (1)
CNPJ/CPFNomeDataValor
33000167000101PETROLEO BRASILEIRO S A PETROBRAS1900-01-01R$ 6,00 mi

Eficiência de captação

100.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Erudita
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Concertos sinfônicos
Ano
19

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2019-09-06
Término

Resumo

O Projeto vai promover a realização de concertos marcantes para o cenário da música clássica da cidade do Rio de Janeiro, que serão protagonizados pela Orquestra Petrobrás Sinfônica.o. Os concertos compõem a Série Portinari, Série Djanira, Série Em Ação, Série Convidados, Série Rio e Série Em Família, Semana de Câmara, além dos Ensaios Abertos, que vão enriquecer o calendário da música clássica no estado do Rio de Janeiro. Radicada na cidade do Rio de Janeiro, a OPES foi fundada em 1972, e é patrocinada pela Petrobras há mais de 30 anos.

Sinopse

1. Série Portinari 16/11/2019 Isaac Karabtchevsky, regente Nelson Freire, piano LUDWING VAN BEETHOVEN Concerto para piano nº, em Mi bemol maior, Op.73 "Imperador" JOHANNES BRAHMS Sinfonia nº 2, em Ré maior, Op.73 Quantidade de concertos: 01 concerto Local: Theatro Municipal Quantidade estimada de público prevista total: 2.500 pessoas Duração do concerto (tempo de apresentação): 02 horas Classificação indicativa: livre 2. Série Djanira 02/08/2019 A Série Djanira acontece no Theatro Municipal do Rio de Janeiro sempre às sextas, às 20h. Série Djanira Francisco Valero-Terribas, regente João Luiz Areias, trombone HEITOR VILLA-LOBOS Bachianas brasileiras nº 4 MARISA REZENDE Liame para trombone e orquestra (estreia mundial) SERGUEI RACHMANINOFF Sinfonia nº 3, em lá menor, Op.44 20/09/2019 Isaac Karabtchevscky regente Antonio Meneses violoncelo CLAUDIO SANTORO Bachianas brasileiras nº 4, Prelúdio MARISA REZENDE Liame para trombone e orquestra (estreia mundial) ERNANI AGUIAR Sinfonietta seconda, "Carnevale" RONALDO MIRANDA Ponteio e dança HEITOR VILLA-LOBOS Choros nº 6 Quantidade de concertos: 02 Quantidade estimada de público prevista total: 4.500 pessoas Duração do concerto (tempo de apresentação): 02 horas Classificação indicativa: livre 3. Semana de Câmara A Semana de Câmara Armando Prazeres reúne os músicos da Orquestra Petrobras Sinfônica em diferentes formações de câmara apresentando repertório diversificado. Programa a ser definido. Quantidade de concertos: 10 concertos Local: Teatro de Câmara da Cidade das Artes e Espaço Guiomar Novaes Quantidade de público prevista total: 3.700 pessoas Duração do concerto (tempo de apresentação): 01 horas Classificação indicativa: livre 4. Série Em Família A Série Em Família apresenta concertos com arranjos sinfônicos de obras consagradas e com repertório para todas as idades. Felipe Prazeres, regente O Mágico de Oz Quantidade de concertos: 05 concertos Local: Teatro Riachuelo Quantidade de público prevista total: 6.000 pessoas Duração do concerto (tempo de apresentação): 01 hora Classificação indicativa: livre 5. Série Em Ação A Série Em Ação apresenta concertos de câmara em espaços tradicionalmente desassistidos da cidade do Rio de Janeiro. Programa a ser definido. Quantidade de concertos: 08 concertos Local: Escolas municipais e hospitais Quantidade de público prevista total: 2.000 pessoas Duração do concerto (tempo de apresentação): 01 hora Classificação indicativa: livre 6. Série Pelo Rio A Série Pelo Rio apresenta programas clássicos em apresentações gratuitas pelo Estado do Rio de Janeiro. As apresentações acontecem nos sábados e domingos em horários. Programa: Leonardo David, regente Eleonora Rodrigues, violoncelo Fernando Thebaldi, viola Sammy Fuks, flauta Ariane Petri, fagote LIDUINO PITOMBEIRA Concerto para violoncelo e orquestra, Op.53 LIDUINO PITOMBEIRA Concerto para viola nº2, Op.192 MARIO TAVARES Concertino para flauta, fagote e orquestra de cordas Quantidade de concertos: 05 concertos Local: Cidade das Artes, Sala Cecília Meireles, e demais locais a confirmar. Quantidade de público prevista total: 4.000 pessoas Duração do concerto (tempo de apresentação): 01 hora Classificação indicativa: livre 7. Série Convidados Clássicos Programa a ser definido. Quantidade de concertos: 01 concerto Local: Theatro Municipal Quantidade de público prevista total: 2.000 pessoas Duração do concerto (tempo de apresentação): 02 horas Classificação indicativa: livre 8. Ensaios Abertos O Ensaio Aberto acontece sempre na sala de ensaios da Orquestra Petrobras Sinfônica, na Fundição Progresso e é uma ótima oportunidade para todo o público conhecer mais do cotidiano da orquestra. Ensaio aberto I Eduardo Strausser, regente Cristian Budu, piano FRÉDÉRIC CHOPIN Concerto para piano nº 1, em mi menor, Op.11 DMITRI SHOSTAKOVICH Sinfonia nº 10, em mi menor, Op.93 Ensaio aberto II Isaac Karabtchevsky, regente Antonio Meneses, violoncelo CLAUDIO SANTORO Música para cordas MARLOS NOBRE Concerto para violoncelo ERNANI AGUIAR Sinfonietta seconda, “Carnevale” RONALDO MIRANDA Ponteio e dança HEITOR VILLA-LOBOS Choros nº6 Ensaio aberto Isaac Karabtchevsky, regente Pitty, cantora convidada Programa a ser definido. Ensaio aberto (datas a confirmar) Programa a ser definido.

Objetivos

O Objetivo geral do projeto é promover a realização de concertos que vão enriquecer o cenário da música clássica brasileira e carioca, como a Série Portinari, Série Convidados, Série Djanira, Série Em Ação, Série Pelo Rio, Série Em Família, Semana de Câmara e Ensaios Abertos, que serão protagonizados pela Orquestra Petrobras Sinfônica (OPES) durante o período de agosto de 2019 a janeiro de 2020. Criada em 1972 pelo saudoso maestro Armando Prazeres, a OPES, radicada na cidade do Rio de Janeiro, RJ, ganhou impulso e vigor a partir da parceria firmada com a empresa Petrobras (Petróleo Brasileiro S.A.), desde 1986. Desde então, destaca-se por sua força sinfônica e pelo afirmação de sua identidade sonora, chegando hoje à maturidade com uma formação de mais de 70 instrumentistas, e uma média de 60 apresentações por temporada. A Orquestra Petrobras Sinfônica é hoje uma das mais conceituadas orquestras do país, ocupando um lugar de prestígio dentre os maiores conjuntos musicais da América Latina. Com uma frutífera mescla de músicos jovens e experientes, a OPES tem como regente titular o maestro Isaac Karabtchevsky, um nome consagrado no panorama internacional, que retornou ao Rio de Janeiro em 2004 especialmente para assumir este posto. A proponente objetiva aproximar o cidadão que nunca teve acesso a qualquer tipo de evento ligado à música, com famosas e emblemáticas composições deste segmento. Além disso, a concepção artística de cada programação prioriza a diversidade da produção sinfônica, valorizando peças únicas, criando diálogos entre compositores da mesma época ou de períodos distintos, ou ainda realizando ciclos temáticos, como aqueles sobre Villa-Lobos, Tchaikovsky, Beethoven e Mahler. Os concertos possuem uma acentuada qualidade técnica capaz de levar a cultura erudita a um público que por muitas vezes não tem acesso a essa música, é o principal objetivo deste projeto. Dentre os objetivos específicos, é importante destacar os seguintes: - O Projeto vai levar, de forma acessível cerca de 35 concertos distribuídos nas Série Portinari, Série Convidados, Série Djanira, Série Em Ação, Série Pelo Rio, Série Em Família e Semana de Câmara; - O projeto também vai promover 10 ensaios abertos para o público em diferentes locais do estado do Rio de Janeiro; - O projeto objetiva valorizar todo o trabalho artístico de uma importante Orquestra Sinfônica brasileira. - O Projeto visa valorizar e reconhecer o trabalho dos músicos e maestros envolvidos nas apresentações. - Além dos músicos, o Projeto também contribui diretamente para a valorização dos produtores, cenotécnicos, figurinistas, designers - Buscar, através da Lei Federal de Incentivo à Cultura, a consolidação, valorização e difusão da música classica no cenário cultural brasileiro. Através dos objetivos específicos mencionados anteriormente, os impactos sociais previstos pela proponente são: - O Projeto vai gerar empregos diretos e indiretos, promovendo a participação de artistas, músicos, instrumentistas, compositores, técnicos e produtores; - Florescer o orgulho e engajamento do público com este importante movimento musical e artístico, que é a música clássica;

Justificativa

A realização do presente projeto se justifica pela importância dos serviços que vêm sendo prestados à cultura nacional pela Orquestra Petrobras Sinfônica, em particular através da realização de concertos populares e especiais. O Projeto vai, de acordo com o inciso III do Art.1º da Lei 8.313/ 91, apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores, tendo em vista que as apresentações de música clássica vão fomentar a produção e realização de um evento deste tradicional e histórico estilo musical. O Projeto dará oportunidade a um grande número de profissionais, não só aos músicos e maestros, mas também técnicos de som e luz, cenógrafos, operadores logísticos, produtores, entre outros. A viabilização deste importante projeto através da Lei de Incentivo à Cultura contribui para dar uma maior relevância da área cultural da cidade, pois fomenta o interesse da população por este importante segmento cultural, que é a música clássica. (Lei nº 8.313 - Art. 1° - inciso VIII) O projeto também movimentará, através dos seus concertos, a economia da cultura de forma importante, uma vez que sua realização irá gerar empregos relacionados à produção de eventos, além de outros serviços, tais como produtor executivo, produtores, assistentes, fotógrafo, técnicos, entre muitos outros. (Lei nº 8.313 - Art. 1° - inciso III) A Orquestra Petrobrás Sinfônica, uma Associação sem fins lucrativos, com o ideia principal de popularizar a música clásssica, necessita diretamente da Lei de Incentivo à Cultura para viabilizar tal conceito proposto todos esses anos, já que leva a arte da música clássica para periferias e locais menos assistidos. Além do público direta e indiretamente beneficiado pela atuação da Petrobras Sinfônica, suas atividades garantem o trabalho de cerca de 200 pessoas aproximadamente, entre 20 e 65 anos, bem como oportunidades para solistas e maestros de diversas regiões do país, atraídos pelas características singulares da orquestra e pela abertura com que é dirigida. Um de nossos principais objetivos é contribuir para a difusão da musica clássica no país fazendo dessa arte um instrumento de inclusão social e formação profissional. Por fim, o projeto contribui de forma muito significativa para a formação de novas plateias no segmento, já que grande parte do público participante não têm a oportunidade de frequentar os concertos desta qualidade e realizados no âmbito das temporadas comerciais, seja pela realização de seus ensaios abertos, concertos gratuitos ou pela distribuição de parte de ingressos realizada em todos os concertos do Theatro Municipal.

Estratégia de execução

Passagens aéreas: Passagens aéras para maestros, solistas e músicos extras. PORTINARI II Enrique Diemecke, regentePassagem: BUENOS AIRES X RIO X BUENOS AIRES Alexandre Dossin, pianistaPassagem: EUGENE X RIO X EUGENE PORTINARI IV16 DE NOVEMBRO NELSON FREIRE, PIANISTAPASSAGEM: PARIS X RIO X PARIS SÉRIE DJANIRA DJANIRA III FRANCISCO VALERO TERRIBAS, REGENTEPASSAGEM: VALENCIA X RIO X VALENCIA DJANIRA IV ANTONIO MENESES, VIOLONCELISTA02 PASSAGENS: VIOLONCELO + SOLISTAZURIQUE X SP - 01 PASSAGEMSP X RIO – 02 PASSAGENSRIO X SP – 02 PASSAGENSSP X ZURIQUE – 01 PASSAGEM

Especificação técnica

Os concertos ocorrerão de agosto a dezembro de 2019.

Acessibilidade

Tanto no Teatro Municipal do Rio de Janeiro, Sala Cecília Meireles, Cidades das Artes, Espaço Guiomar Novaes, Teatro Riachuelo, Fundição Progresso, como nos outros locais do projeto, possuem equipe especializada e treinada para receber portadores de necessidades especiais, e elevadores e rampas, facilitando o acesso em todas as vias de circulação. Teremos um Ensaio Aberto para deficientes auditivos, protagonizado por intérpretes de libras, seguindo o projeto que foi feito em 2018. Além disso, a proponente disponibilizará equipe para atendimento a deficientes físicos, auditivos e visuais em todos os concertos. Vale ressaltar que a proponente vai realizar visitas tecnicas para verificação de rampas, corrimões e outros tipos de ferramentas de acessibilidade.

Democratização do acesso

A proponente, através dos seus concertos, populariza o acesso a música clássica, aproximando o público comum de verdadeiras figuras importantes da música clássica mundial, como Ludwig Van Beethoven, Heitor Villa-Lobos, Dmitri Shostakovic, Frédéric Chopin, Serguei Rachmaninoff, entre outros. Parte das Séries do Projeto possuem ingressos comercializados a preços populares, democratizando o acesso a este Produto Cultural de grande qualidade artística e que precisa do apoio imprenscindível da Lei Federal de Incentivo à Cultura, visando sua difusão. Além disso, algumas das apresentações da OPES serão gravadas e disponibilizadas gratuitamente no canal da proponente no Youtube, o que também permite que o público tenha acesso gratuito à música clássica. Portanto, a proponente informa que o Projeto em um panorama geral já se caracteriza com um Produto cultural democrático.

Ficha técnica

Ariane Petri – Musicista (Representante legal - Presidente da Associação Pró Música do Rio de Janeiro - Proponente) Começou a ter aulas de fagote aos 14 anos numa cidade pequena do sul da Alemanha. Graduou-se em Karlsruhe, nos cursos de fagote, licenciatura e letras alemãs. Veio para o Brasil em 1997 e se juntou inicialmente à Orquestra Sinfônica Brasileira, à qual pertenceu durante 15 anos. Fez mestrado em práticas interpretativas na UNI-RIO. Em 2005 ingressou na Petrobras Sinfônica, onde ocupa também o cargo de Presidente do Conselho Diretor desde 2013. Ingressou no Teatro Municipal do Rio de Janeiro em 2013. Desenvolve um trabalho pedagógico, colaborando regularmente desde 2016 com o programa Neojiba (Bahia). Foi também professora da Orquestra Jovem Paquetá, da Orquestra Sinfônica Brasileira, da Academia Juvenil da OPES, do V Festival de Bragança Paulista e das Oficinas de Barra Mansa. Atuou como solista na frente do Bachiana Brasileira Ensemble, da Sinfônica Nacional, OSB, OPES e OSUFMT. Philip é trompista da Orquestra Petrobras Sinfônica, da Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro e é membro do Quinteto Villa-Lobos desde 1987. É professor de trompa na Universidade Federal do Rio de Janeiro. Isaac Karabtchevsky - Direção Artística Em 2009, o jornal inglês The Guardian indicou o maestro Isaac Karabtchevsky como um dos ícones vivos do Brasil. A expressão do jornal tem sua razão de ser: desde os anos 70, atuando por 26 anos como maestro da Orquestra Sinfônica Brasileira, comandando o projeto mais ousado de comunicação popular da América Latina, o Aquarius, que reuniu durante anos milhares de pessoas ao ar livre e favoreceu, dessa forma, a formação de um público sensível à música de concerto. Bibliografia IK – 2011. A partir de 2004, Karabtchevsky assumiu a direção da Orquestra Petrobras Sinfônica. Nesta fase prepondera sua vasta experiência no repertório sinfônico e também a visão do regente habituado a títulos do porte de Erwartung, de Schoenberg, Billy Bud, de Britten e inúmeras produções que o levaram a dirigir, na Ópera de Washington, uma notável realização de Boris Godunov, considerada pelo crítico Tim Page, do Washington Post, como a melhor da temporada de 1999-2000. No início de 2011, Karabtchevsky recebeu o convite para dirigir a Sinfônica de Heliópolis, a maior comunidade carente de São Paulo, assumindo paralelamente a direção artística do Instituto Baccarelli. Este projeto se inscreve como um dos maiores desafios recebidos nos últimos tempos, pois vem de encontro à sua aspiração de desenvolver, em comunidades brasileiras, o mesmo modelo do El Sistema venezuelano. Segundo o maestro, somente através da formação de orquestras de jovens, a educação musical do Brasil poderá continuar com o mesmo impulso esboçado por Villa-Lobos e que foi posteriormente tão bruscamente interrompido. Foi convidado pela OSESP para a gravação da intergral das sinfonias de Villa-Lobos, que se realizará de 2011 a 2016. Ele foi também produtor musical do Teatro Municipal de São Paulo e da Orquestra Sinfônica de Porto Alegre. Desde 2000, dirige, na Itália, no Musica Riva Festival, masterclasses para maestros do mundo inteiro. Na Mostra Internacional de Música de Olinda – Mimo, realiza o mesmo curso com enorme sucesso. Philip Doyle - Músico Radicado no Brasil desde 1977, Philip começou seus estudos de trompa na Inglaterra com Adrian Leaper em 1974. No Rio de Janeiro, estudou com João Jeronimo Meneses e Zdenék Svab . Aulas com Norman Schweikert, Gregory Hustis e Roland Pandolfi, além de masterclasses com Hermann Baumann, Frank Lloyd e Vladimira Klanská, aprimoraram seus estudos. Ricardo Amado – Músico Ricardo Amado é natural de Uberlândia - MG, iniciou seus estudos com os professores Micheli Virno, Klemes César Pires e Jurandy Poty Maurício. Graduado em licenciatura em Música na Universidade de Brasília – UnB, estudou com o Prof. Nicolas Merat. Concluiu o bacharelado com o Prof. Paulo Bosísio na Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro - UNIRIO. Em 1989 foi vencedor do Concurso Nacional de Piracicaba e no mesmo ano, obteve o primeiro prêmio e a designação de Melhor Interprete de Musica Brasileira, no Concurso Nacional para Instrumentistas de Cordas de Juiz de Fora. Conquistou o primeiro prêmio no concurso W. A. Mozart, da Orquestra de Câmara da USP, em 1991. Desde 2013 é spalla da Orquestra Petrobras Sinfônica e desde 2002 do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Vem trabalhando na divulgação da música de câmara brasileira com a gravação integral das sonatas de Villa-Lobos com o pianista Flávio Augusto e também em turnê com o Quarteto Atlas pela Itália e Áustria. Her Agapito - Músico Natural de Porto Alegre, estudou violino com os mais conceituados professores brasileiros. Formou-se em violino pela Escola de Musica e Belas Artes do Paraná, em 1994. Integrou a Orquestra Sinfônica do Paraná e Orquestra Sinfônica de Campinas. Mudou-se para o Rio de Janeiro em 2003. Atualmente além de integrar a Orquestra Petrobras Sinfônica, faz parte do grupo humorístico musical Sátira in Concert, e desenvolve trabalhos em Música Popular Brasileira. Carlos Mendes - Músico Iniciou seus estudos de música aos 8 anos de idade no Instituto Meninos Cantores de Petrópolis (Canarinhos), onde permaneceu por onze anos. Aos 10 anos começou a estudar violino nesta instituição com o Prof Carlos Moreno e aos 16 passou aos cuidados do mestre Paulo Bosisio, com quem passou a dividir o palco desde 2008 nos concertos do Quarteto Bosisio. Aos 20 anos de idade ingressou na UNI-RIO (Universidade do Rio de Janeiro), onde tornou-se bacharel em violino. Foi convidado como bolsista pela Académie Européenne de Musique de Tournon (França) por dois anos consecutivos, para participar da Orchestre Philharmonique Rhodanien, nos anos de 1996, onde teve participação também como spalla, e 1997. Atualmente é integrante da Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, onde ocupa o cargo de spalla, e da Orquestra Petrobras Sinfônica. David Alves - Músico Carioca, iniciou seus estudos com o professor Arthur Terry na Escola de Música Villa-Lobos. No Conservatório Brasileiro de Música foi aluno do professor Sebastião Gonçalves, e na Escola Preparatória da Orquestra Sinfônica Brasileira frequentou a classe do professor Keneth Au Buchon. É Bacharel em Trompete pela Escola de Música da Universidade Federal do Rio de Janeiro, na classe do professor Rubens Brandão. Foi o 1º colocado no Concurso da Escola de Música Villa-Lobos e da Escola de Música da OSB. Atualmente, integra o Quinteto de Metais da OSB e os Metais da Petrobras Sinfônica. É Professor Substituto da Escola de Música da UFRJ e primeiro trompetista, não só da Orquestra Petrobras Sinfônica, como também da OSB. Mateus Simões – Diretor geral (Diretor executivo da proponente) Formado em Gestão de Eventos pela Universidade Estácio, e com especialização em instituições como New York University, Berklee e University of Michigan, Mateus atualmente é Diretor Executivo da Orquestra Petrobras Sinfônica, faz parte do corpo docente da Universidade Candido Mendes e é figura frequente nos corredores da ESPM. Na área da música clássica, já trabalhou na Orquestra Sinfônica Brasileira, Utah Symphony | Utah Opera e na Academia Jovem Concertante. No mundo do rock produziu shows de diversas bandas nacionais e internacionais (como No Use for a Name (EUA), Longing for Tomorrow (Alemanha), Millencolin (Suecia), Pain of Salvation (Suécia) Forever the Sickest Kids (EUA)). Em 2015 recebeu comenda da Sociedade Brasileira de Cultura e Ensino, a Ordem do Mérito Cultural Carlos Gomes, e em 2017 fundou sua própria produtora, a MGB Entertainment.

Providência

Prestação de contas aprovada. DESPACHO Nº 1449852/2023.

2020-10-30
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro