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PRONAC 190950ArquivadoMecenato

Musica para Ler - Juarez Fonseca

CIDA CULTURAL LTDA.
Solicitado
R$ 261,8 mil
Aprovado
R$ 261,8 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Livros ou obras de referência - valor Artístico
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
19

Localização e período

UF principal
RS
Município
Porto Alegre
Início
2019-06-19
Término
2022-12-31
Locais de realização (1)
Porto Alegre Rio Grande do Sul

Resumo

Publicação de um livro que sintetiza os mais de 40 anos de trabalho do jornalista gaúcho Juarez Fonseca dedicados à cultura musical brasileira. Ilustrado com fotografias, reúne uma seleção de entrevistas realizadas pelo autor com os mais importantes músicos nacionais, dos mais variados gêneros e épocas, bem como comentários das mais relevantes apresentações, discos e festivais, de 1970 até a atualidade. A proposta contempla a realização de palestras, um audiobook e um sítio de internet.

Sinopse

1. Livro: Intitulado "Música para Ler", sintetiza os mais de 40 anos de trabalho deste jornalista dedicados à música. Ilustrado com fotografias, reune uma seleção de entrevistas realizadas pelo autor com os principais nomes da música brasileira, dos mais variados gêneros e épocas, bem como comentários das mais relevantes apresentações, discos e festivais, de 1970 até a atualidade. Os textos introdutórios são de consagrados músicos e críticos musicais, como Vitor Ramil, Zuza Homem de Mello e Tárik de Souza; Chico Buarque, Tom Jobim, Gilberto Gil, Caetano Veloso e Elis Regina são alguns dos entrevistados. 2. Ações Educativo-Culturais: a. Palestra de lançamento: A ser realizada em instituição cultural relevante do Rio Grande do Sul, com participação de entrevistados. b. Palestras educativas: A serem ministradas pelo autor em instituições públicas do Rio Grande do Sul. 3. Audiobook: Narrativa em áudio do livro. 4. Sítio de Internet: Visa disponibilizar a programação dos eventos, os registros audiovisuais das Ações Educativo-Culturais e o Audiobook.

Objetivos

Objetivo Geral: Editar livro de magnitude editorial e gráfica, de intensa difusão cultural, com tiragem de 1000 exemplares, constituído por uma coletânea de entrevistas realizadas pelo jornalista Juarez Fonseca com ícones da música brasileira, além de registros fotográficos e críticas sobre as mais relevantes apresentações, discos e festivais das últimas quatro décadas. Objetivos Específicos: - Realizar Ações Educativo-Culturais gratuitas, especificamente cinco palestras ministradas pelo autor. Uma delas será a palestra de lançamento, para 300 pessoas. As quatro demais palestras, sob o tema "História da Música Brasileira", destinam-se a um público de 50 pessoas cada. - Produzir um Audiobook do livro, a ser disponibilizado gratuitamente no sítio de internet do projeto, para um público ilimitado. - Produzir um Sítio de Internet específico para o projeto, objetivando disponibilizar gratuitamente tanto a programação dos eventos quanto o registro audiovisual das Ações Educativo-Culturais e o Audiobook do livro, para um público ilimitado.

Justificativa

O projeto do livro "Música Para Ler" se insere no inciso 2 do Art. 1º da Lei 8313/91, cujo objetivo é promover o acesso da população aos bens e serviços culturais, apoiar a produção e a expressão cultural, de modo a fortalecer a economia criativa e contribuir para o desenvolvimento do país. Igualmente se insere no inciso 5, abrangendo as áreas de Patrimônio Cultural Material e Imaterial, Memória e Humanidades. Graduado em 1971 pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Juarez Fonseca atuou durante 23 anos no jornal Zero Hora (1973-1996), de Porto Alegre, como repórter cultural, colunista e crítico musical. Paralelamente e em épocas diversas, foi editor do Segundo Caderno, da Revista ZH e, por fim, do Caderno Cultura, do mesmo jornal. Foi também comentarista de música da TV Bandeirantes RS, da Rádio Gaúcha, da TVE RS e da RBS TV, além de freelance da revista Veja, Jornal do Brasil, O Globo, e colaborador de publicações alternativas de Porto Alegre e outras capitais. A partir de 1996, publica uma coluna semanal de música no jornal ABC Domingo, do Grupo Sinos (até 2012), de Novo Hamburgo, e uma coluna mensal na revista de cultura Aplauso (até 2012), de Porto Alegre. E, a partir de 1997, ocupa o cargo de Editor Cultural do Jornal da Universidade/UFRGS (até 2004) e colabora com a revista Sucesso, de São Paulo (até 2013). Em março de 2013, retorna para a Zero Hora, com uma coluna no caderno Cultura e colaborações no Segundo Caderno. Em mais de quatro décadas, Juarez realizou centenas de entrevistas com ícones da música nacional e internacional. Acompanhou as atividades musicais no Rio Grande do Sul e demais regiões do Brasil, fazendo a cobertura de inúmeros shows e festivais, dentre os quais destacam-se a Califórnia da Canção Nativa do RS, o Free Jazz, os festivais da Rede Globo e as primeiras edições do Rock in Rio e Hollywood Rock. Resenhou muitos discos locais, nacionais e internacionais, de todos os gêneros, e redigiu inúmeros ensaios focados em música. Idealizou e produziu o álbum intitulado Paralelo 30, com as primeiras gravações de artistas gaúchos que começavam a se destacar, como Bebeto Alves, Carlinhos Hartlieb, Nelson Coelho de Castro e Raul Ellwanger. Este álbum seria, mais tarde, considerado um marco da nova música gaúcha. Além destas atividades, produziu inúmeros shows e discos de artistas locais, entre eles o primeiro registro do agora consagrado acordionista Renato Borghetti, considerado até hoje o mais vendido da música instrumental brasileira. O autor, portanto, é um dos principais testemunhos da música brasileira, e a publicação do livro "Música para Ler" justifica-se por este fato. Dentre as entrevistas e registros do livro destacam-se: Chico Buarque, Tom Jobim, Gilberto Gil, Caetano Veloso, Elis Regina, Nara Leão, Paulinho da Viola, Milton Nascimento, Koellreutter, Egberto Gismonti, João Bosco/Aldir Banc, Luiz Gonzaga e Gonzaguinha; Rita Lee, Erasmo Carlos, Roberto Carlos, Raul Seixas, Teixeirinha, Nelson Gonçalves, Kleiton & Kledir, Vitor Ramil, Arnaldo Antunes, Marcelo Camelo e Yamandu Costa. No que tange o enquadramento nos objetivos do Art. 3º da Lei 8313/91, esta proposta cultural contempla a edição de obras relativas às humanidades, às letras e às artes. Trata-se de pesquisa intensiva sobre a música brasileira, que irá contribuir para difusão de sua história e legado cultural, circunscrita nos objetivos fundamentais da referida lei. Além da publicação, estão previstas ações educativo-culturais, gratuitas, ampliando o acesso à obra, como palestras traduzidas em LIBRAS, o site do projeto e o audiobook. Este é o prefácio do livro, escrito pelo músico gaúcho Vitor Ramil, que atesta a relevância cultural da obra: Juarez Fonseca é o jornalista e crítico musical que há mais tempo acompanha o meu trabalho. É dele a primeira nota publicada na imprensa sobre mim, por ocasião da minha estréia em show solo no ano de 1978, quando eu tinha dezesseis anos. Dessa data para cá, raras foram as vezes em que ele deixou de noticiar ou comentar alguma realização minha. Uma olhada rápida no meu acervo de matérias de jornais e revistas desses anos todos serve como prova: o Juarez esteve sempre lá, atento a cada passo da minha discreta trajetória artística. Não quero com isso sugerir que eu seja o único privilegiado a ter sempre recebido a atenção desse profissional apaixonado por seu ofício. Muitos músicos, cantores, compositores, letristas ou produtores da música popular feita no Rio Grande do Sul do começo dos anos 70 para cá, senão todos, seguramente a maior parte deles, podem dar relatos semelhantes. Poucos, no entanto, podem, como eu, dizer que acompanham o trabalho do Juarez desde os onze anos, quando apenas começavam a tocar violão. Acabo de completar cinquenta e um. Não é pouco tempo, portanto. E no meu caso, não se trata apenas de alguém que leu quase todas as colunas e matérias escritas pelo Juarez para o jornal Zero Hora, de Porto Alegre: fui influenciado por ele. Do contrário, não teria cursado jornalismo e talvez não tivesse desenvolvido o hábito de pensar criticamente minha própria produção, hábito que se tornou determinante para meu crescimento artístico. Considerando a importância fundadora que o trabalho do Juarez Fonseca tem para a cena musical do Rio Grande do Sul, sua influência sobre mim pode, em parte, ser compartilhada pelos colegas que citei anteriormente, pois a militância dele pela nossa música de certa forma a inventou. Arrisco-me a dizer _ porque nunca fiz uma investigação que me desse subsídios para dizê-lo com autoridade _ que a cena musical do Rio Grande do Sul, tal como a conhecemos hoje, começou com a atuação do Juarez na imprensa local _ nem é preciso destacar todas as atividades paralelas que ele desenvolveu relativamente ao tema. Sempre houve jornalistas e críticos que se detiveram sobre a nossa música popular, mas só o Juarez fez dela a sua prioridade. Seu acompanhamento de perto da carreira dos artistas locais deu a eles mais do que o destaque necessário para despertar o interesse do público por suas produções: deu-lhes um sentido de coletividade autoconsciente, de pertencimento a um grande grupo cuja expressão artística importava para seus contemporâneos próximos. Sem uma base como essa, seria mais difícil aos artistas, não só iniciar e dar continuidade às suas carreiras, mas, principalmente, encontrar sua própria voz, pois a voz do artista está inevitavelmente ligada ao lugar e ao contexto em que ela se formou. Não me tornei compositor e intérprete por causa do Juarez, mas foi por meio dos comentários e entrevistas feitos por ele _ que me alcançavam no interior do Estado numa época sem internet e com restrições impostas pela ditadura _ que entrei em contato com as ideias dos melhores pensadores e criadores da musica brasileira da época. Isso foi crucial para os meus primeiros anos. Não demorei a sonhar em ter um disco comentado por ele; em, quem sabe, vir a contribuir de forma relevante à música do Sul, que eu percebia como nova, adolescente feito eu, em franco desenvolvimento _ a essa altura o Juarez já havia me contaminado com sua militância. No futuro, essa contaminação me levaria a virar meu mapa pessoal do Brasil de ponta-cabeça, à moda do uruguaio Torres García, como a declarar que o Sul era o meu Norte. Passados trinta e cinco anos da primeira nota escrita sobre mim, tive muitos discos comentados por Juarez Fonseca, a rigor, todos. Sonho realizado além da conta. No mais, continuo a acompanhá-lo, movido já não apenas pela admiração, mas também pelo desejo de estar sempre perto de um dos meus amigos mais queridos. *Texto de Vitor Ramil

Estratégia de execução

A empresa proponente, CIDA CULTURAL EIRELI - ME, sob CNPJ número 07.408.873/0001-87, é a antiga empresa CIDA PLANEJAMENTO CULTURAL LTDA, sob mesmo CNPJ, com atividades desde 02/06/2005 e com diversos projetos registrados, aprovados e executados no Sistema de Apoio às Leis de Incentivo à Cultura. De fato, houve somente alteração de sua razão social, capital social e atividades econômicas, conforme documentos anexados.

Especificação técnica

1. Especificações técnicas do livro: Tamanho 17cm x 23cm (formato biografia), 180 páginas 4x4, e 424 páginas em preto e branco, totalizando 504 páginas. Miolo em papel off set gramatura 90; capa com supremo 250 gramas, verniz, com orelhas de 12 cm, brochura. Tiragem de mil exemplares. 2. Especificações técnicas das Ações Educativo-Culturais: a. Palestra de lançamento: Duração de 120 minutos, com sessão de autógrafos em local prefencialmente com acessibilidade física, para 300 pessoas. Transmissão via web, tradução em Libras e disponibilização digital posterior no sítio de internet do projeto. b. Palestras educativas: Tema: História da Música no Rio Grande do Sul, a serem ministradas por Juarez Fonseca. Duração de 120 minutos, para 50 pessoas cada, preferencialmente em universidades públicas e instituições culturais com acessibilidade física. Tradução em Libras e disponibilização digital posterior no sítio de internet do projeto. Total de quatro palestras. 3. Especificações técnicas do Audiobook: A ser disponibilizado em formato digital no sítio de internet do projeto, com subdivisão em capítulos e duração de áudio correspondente. 4. Especificações técnicas do Sítio de Internet: Com projeto gráfico correspondente ao livro, o sítio disponibilizará a programação dos eventos, os registros audiovisuais das Ações Educativo-Culturais e o Audiobok.

Acessibilidade

1. Livro: Quanto à acessibilidade de conteúdo, será gravada a narrativa integral da obra em formato de áudio, um Audiobook, que será disponibilizado gratuitamente no sítio de internet do projeto. 2. Ações Educativo-Culturais: a. Palestra de lançamento: A ser realizada em instituição cultural relevante do Rio Grande do Sul, necessariamente com acessibilidade física universal (com rampas, elevadores, banheiros PCD, etc.). Esta palestra será transmitida via web e traduzida em LIBRAS, posteriormente disponibilizada no sítio de internet do projeto. b. Palestras educativas: A serem ministradas pelo autor em instituições públicas do Rio Grande do Sul, espaços necessariamente com acessibilidade física universal (com rampas, elevadores, banheiros PCD, etc.). Estas palestras serão transmitidas via web e traduzidas em LIBRAS, posteriormente disponibilizadas no sítio de internet do projeto. 3. Audiobook: Narrativa em áudio do livro, facilitando o acesso de conteúdo às pessoas com deficiência visual. 4. Sítio de Internet: Disponibilizará a programação dos eventos, os registros audiovisuais das Ações Educativo-Culturais e o Audiobook, facilitando acesso de conteúdo tanto às pessoas com deficiência visual quanto auditiva.

Democratização do acesso

Incisos/medidas do artigo 21 da IN n. 02/2019 do Ministério da Cidadania adotados: 1. Livro: I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; 2. Ações Educativo-Culturais: V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; 3. CD-Áudio ou outro suporte para música (Audiobook): III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; X - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela Secretaria Especial de Cultural. 4. Sítio de Internet: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias;

Ficha técnica

A empresa Cida Cultural, proponente, será responsável pelo Planejamento e Gestão do Projeto "Música Para Ler", concernindo as atividades de Produção Executiva, Coordenação Geral, Coordenação Administrativa e Financeira, Prestação de Contas e Captação de Recursos. Currículos Maria Aparecida Herok (Diretora da Cida Cultural) - proponente: Formada em Pedagogia (Unisinos/RS), tem pós-graduação nas áreas de Administração de Ensino (Unisinos/RS), Economia da Cultural (UFRGS/RS) e Gestão de Pessoas (FGV/RS). Há 30 anos atua na área cultural como empreendedora, operando como proponente, coordenadora geral, curadora e agente de Projetos Culturais. Também atua no campo cultural como captadora de recursos, consultora e articuladora de projetos tailor-made para empresas. Presta serviços como diretora de produção e gestora de projetos para artistas e instituições do terceiro setor. Como co-produtora, atua ao lado de empresas na recuperação e restauração de Patrimônio Cultural, tendo em seu currículo a revitalização de três importante espaços do RS: Casa João Goulart e Museu Getúlio Vargas (São Borja/RS) e Casa das Artes SEMEC II (Novo Hamburgo/RS). Tem expertise em projetos de circulação e turnês em âmbito estadual e nacional, tais como Lâmpada Mágica (RS), Sonoras Energias (RS), Concertos no Interior do RS com várias Orquestras desde 2000, DENTROFORA (Brasil) e Cia Stravaganzza (Brasil). Desde 2012, é gestora do Prêmio Empreendedor Cultural, que visa estimular e premiar a inovação cultural em municípios do interior do RS. Foi patrocinada diretamente pela empresa AES Sul e ministra palestras e cursos sobre Empreendedorismo Cultural e Articulações e Implantações de Sistemas de planejamento e gestão de projetos socioculturais. Juarez Fonseca - autor: Graduado em 1971 pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Juarez Fonseca atuou durante 23 anos no jornal Zero Hora (1973-1996), de Porto Alegre, como repórter cultural, colunista e crítico musical. Paralelamente e em épocas diversas, foi editor do Segundo Caderno, da Revista ZH e, por fim, do Caderno Cultura, do mesmo jornal. Foi também comentarista de música da TV Bandeirantes RS, da Rádio Gaúcha, da TVE RS e da RBS TV, além de freelance da revista Veja, Jornal do Brasil, O Globo, e colaborador de publicações alternativas de Porto Alegre e outras capitais. A partir de 1996, publica uma coluna semanal de música no jornal ABC Domingo, do Grupo Sinos (até 2012), de Novo Hamburgo, e uma coluna mensal na revista de cultura Aplauso (até 2012), de Porto Alegre. E, a partir de 1997, ocupa o cargo de Editor Cultural do Jornal da Universidade/UFRGS (até 2004) e colabora com a revista Sucesso, de São Paulo (até 2013). Em março de 2013, retorna para a Zero Hora, com uma coluna no caderno Cultura e colaborações no Segundo Caderno. Em mais de quatro décadas, Juarez realizou centenas de entrevistas com ícones da música nacional e internacional. Acompanhou as atividades musicais no Rio Grande do Sul e demais regiões do Brasil, fazendo a cobertura de inúmeros shows e festivais, dentre os quais destacam-se a Califórnia da Canção Nativa do RS, o Free Jazz, os festivais da Rede Globo e as primeiras edições do Rock in Rio e Hollywood Rock. Resenhou muitos discos locais, nacionais e internacionais, de todos os gêneros, e redigiu inúmeros ensaios focados em música. Idealizou e produziu o álbum intitulado Paralelo 30, com as primeiras gravações de artistas gaúchos que começavam a se destacar, como Bebeto Alves, Carlinhos Hartlieb, Nelson Coelho de Castro e Raul Ellwanger. Este álbum seria, mais tarde, considerado um marco da nova música gaúcha. Além destas atividades, produziu inúmeros shows e discos de artistas locais, entre eles o primeiro registro do agora consagrado acordionista Renato Borghetti, considerado até hoje o mais vendido da música instrumental brasileira. Dentre as entrevistas realizadas por Juarez destacam-se: Chico Buarque/Tom Jobim, Gilberto Gil, Caetano Veloso, Elis Regina, Nara Leão, Paulinho da Viola, Milton Nascimento, Koellreutter, Egberto Gismonti, João Bosco/Aldir Banc, Luiz Gonzaga, Gonzaguinha; Rita Lee, Erasmo Carlos, Roberto Carlos, Raul Seixas, Teixeirinha, Nelson Gonçalves, Kleiton & Kledir, Vitor Ramil, Arnaldo Antunes, Marcelo Camelo e Yamandu Costa. Outros eventos relevantes: * Jurado do Prêmio Fato Literário, da RBS, desde 2005 * Co-editor dos livros Teia (antologia de contos, independente, 197?) e 14 Bis (antologia de humor, Editora Garatuja, 1976) * Autor da biografia do trovador Gildo de Freitas (coleção “Esses Gaúchos”, Tchê/RBS, 1985); do livro Ora Bolas - O humor cotidiano de Mario Quintana (Artes e Ofícios, 1994, terceira edição 1996 e quarta edição, revista e ampliada, L&PM Editores, 2006); do fascículo Música Regional Gaúcha na série Caderno de História do Memorial do RGS (2008); do livro Neugebauer uma História (2010). Co-autor, com Marcelo Ferla, da Agenda Opinião – 50 Anos de Rock e Outras Histórias (Editora Nova Prova, 2005) * Participação nos livros Sombras e Luzes – Um Olhar sobre o Século (Samrig/MPM Propaganda/L&PM Editores, 1989), ao lado de Cyro Martins, Carlos Reverbel, Luis Fernando Veríssimo, Lya Luft, José Antonio Pinheiro Machado, João Gilberto Noll, Tabajara Ruas e Liberato Vieira da Cunha; Nós, os Gaúchos (Editora da UFRGS, 1992), Sobre Porto Alegre (Editora da UFRGS, 1993), Lupicínio Rodrigues - Foi Assim (L&PM, 1995); Gaúchos – Líderes e Vencedores do Século XX (Federasul/Assembléia Legislativa doRS, 1999); Pensando Porto Alegre (Instituto Hominus, 2012). * Membro do Conselho de Cultura do Estado em 1989/90.*Título de Cidadão Emérito, outorgado pela Câmara de Vereadores de Porto Alegre (1990), a Medalha Cidade de Porto Alegre, da Prefeitura Municipal (1994), o Troféu Kronika de Destaque em Atividade Jornalística Cultural (1989), o Troféu Amigo do Livro, da Câmara Rio-Grandense do Livro (1993) e o Troféu Califórnia 30 Anos (2001) * Assessor de Comunicação da Secretaria da Cultura do Estado do RS em 1996/1997* Integrante da comissão nacional de seleção do Projeto Pixinguinha – Prêmio Produção, Rio de Janeiro, 2008 * Integrante do júri do Prêmio da Música Brasileira, do Rio de Janeiro, edição 2011/2012. * Curador do projeto musical “Canções aos Pares”, no Theatro São Pedro, em 2011 e 2012. Clô Barcellos - projeto gráfico e coordenação editorial: Jornalista (PUC/RS), designer (ULBRA) e artista plástica (UFRGS). Na área de design editorial (jornais, revistas e livros) atua desde 1982. Desde 1996, dirige sua própria empresa, a Libretos Comunicação Ltda. Acumulou experiência no desenvolvimento e coordenação do design na Revista Amanhã, Revista Aplauso e diversas publicações da Editora Plural Comunicações durante seis anos. Desenhou e finalizou diversas publicações dentre os colecionáveis da Zero Hora, posteriormente, RBS Publicações. Alguns exemplos: História Ilustrada de Porto Alegre e do Rio Grande do Sul, Os Farrapos (foi selecionado na III Bienal de Design Gráfico da Associação dos Designers Gráficos /ADG e premiado com Troféu Açorianos de Literatura 2002, categoria Projeto Gráfico). Projeto, design e execução dos livros de 50 anos do Margs (Museu de Artes do Rio Grande do Sul), 2005. Recebeu o Prêmio Açorianos de Literatura, categoria Projeto Gráfico por este trabalho, em 2006. Recebeu também, por esta publicação, o Prêmio Bornancini / I Salão Apdesign, categoria Design Editorial, também em 2006. Através de sua editora, a Libretos, editou e produziu o design de 60 títulos próprios. Em 2013/2014, foi vice-presidente do Clube dos Editores do RS. Sua editora tem o site/loja www.libretos.com.br. Clientes: *Conselho Regional de Psicologia, Jornal O Povo de Cachoeira do Sul, Mahatma Comunicação, MDA, Vivo, Amigos da Terra, MDA, MinC, MMA, MEC, Secretaria de Cultura da Prefeitura Municipal de Porto Alegre.

Providência

ARQUIVADO CONFORME SOLICITAÇÃO DO PROPONENTE