Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
O Ciclo de Exposições Artísticas em Belo Jardim 2019 consiste na realização de uma exposição de obras realizadas na cidade de Belo Jardim, em Pernambuco, com uma artista contemporânea, um artista local e diversos grupos locais. O projeto prevê ainda a produção de um livro, ação educativa, roda de conversa, oficinas, registro fotográfico e videográfico, e um site que registra o dia a dia do processo. Trata-se de um projeto de longo prazo iniciado em 2017 que objetiva desencadear processos de discussão, formação de público e de produção de arte contemporânea pensado a partir do rico contexto e da herança cultural da cidade de Belo Jardim. Busca endereçar questões e trazer à tona novos significados da região Nordeste e da cultura popular, por meio de um processo dialógico com a comunidade local.
Produto: Exposição de Artes VisuaisSinopsePhonosophia é a exposição apresentada em plataforma virtual com visitação gratuita, criada exclusivamente, em um projeto desenvolvido pela artista Camila Sposati, em Belo Jardim - PE.As obras artísticas apresentadas serão criadas com as artistas Camila Sposati e Amália Lima, por pessoas da cidade de Belo Jardim na sede do Instituto Conceição Moura, inscritas através de formulário eletrônico e interessadas em trabalhar no campo das artes e/ou conhecer mais sobre os processos de criação nas artes.Público alvo: pessoas interessadas em exposições, processos criativos, artistas, professores, pesquisadores, entre outrosClassificação indicativa livre.Produto: Contrapartidas sociaisSinopseAs contrapartidas sociais serão uma série de conversas, ações formativas entre as artistas, curadoras, e palestrantes convidados para falar sobre temas afins ao projeto. As atividades serão realizadas em plataformas de conferências digitais como Zoom e Google Meet. Classificação indicativa livre.Produto: LivroSinopseA publicação terá textos e imagens oriundos do trabalho das artistas e participantes da formação, bem como textos das curadoras e dois artigos concebidos para compor o o livro, que tratarão da produção das artistas e do processo de trabalho colaborativo em Belo Jardim. Trará imagens da exposição e das obras produzidas na cidade de Belo Jardim, Pernambuco. O livro busca documentar as atividades e reflexões realizadas pelo projeto, servindo de referência para estudantes, pesquisadores, curadores, produtores e demais interessados nos temas abordados pelo projeto.
Objetivo geralO Ciclo de Exposições Artísticas em Belo Jardim 2021 têm como objetivo realizar uma exposição digital gratuita com obras de arte criadas coletivamente na cidade de Belo Jardim - PE, e programação online com conversas e debates em artes visuais, a produção de um livro.O projeto visa estimular processos de produção e discussão de arte contemporânea e formação de público pensados a partir do rico contexto e herança cultural da cidade por meio de contatos, escutas e trocas com a população local.Objetivos específicos- Realizar exposição gratuita com visitação virtual em plataforma criada para o projeto. - Produzir obras de arte coletivas e inéditas, que serão parte da exposição. As artistas Camila Sposati e Amália Lima realizarão a formação/ coordenação da criação das obras de artes coletivas guiando artistas locais nesse processo.- Criar site/plataforma do projeto, que irá abrigar textos, vídeos, fotografias de todas as atividades do projeto.- Realizar contrapartidas sociais com debates e conversas gratuitas focadas na participação de professores da rede pública de ensino de Belo Jardim - PE e também para o público geral.- Produzir um livro digital com textos inéditos e registro fotográfico. O livro é uma importante ferramenta do projeto para ampliar seu alcance, apresentar reflexões de especialistas em artes ao público interessado e registrar a memória do projeto, seja para futuras produções, seja para consultas em interessados em mapear a produção artística contemporânea nacional.- Realizar registro fotográfico (que será usado no sítio eletrônico do projeto; e no livro com o resultado do projeto) e videográfico. Durante os processos de trabalho dos artistas contaremos com profissionais para fazer fotografias e vídeos que registrem as atividades, no intuito de produzir uma memória documental do projeto e ampliar seu alcance.
Pela primeira vez em formato digital, o projeto Ciclo de Exposições Artísticas em Belo Jardim 2021, pretende ampliar uma abordagem que privilegie agentes enunciadores oriundos da região, a partir da produção criativa e do envolvimento com a comunidade do local. Desta forma, contribui para a descentralização da arte contemporânea, tão necessária no Brasil, uma vez que o desenvolvimento dessa manifestação cultural continua concentrado nos grandes centros urbanos. Assim, foi incorporada a esta proposta a participação de artistas que vêm realizando nos últimos anos obras artísticas que lidam com o cruzamento entre as artes visuais e sonoras, e produzirão trabalhos colaborativos que irão envolver a participação de músicos, poetas e performers locais. O tema selecionado para a edição de 2021 é Corpo. Para a concepção das obras inéditas, as artistas Camila Sposati e Amália Lima irão trabalhar com um grupo de 15 pessoas com formações e percursos distintos, bem como diferentes faixas etárias. Os encontros com o grupo serão focados tanto em aspectos conceituais do projeto Phonosophia quanto em atividades práticas de conscientização do corpo. Os participantes vão elaborar e executar um instrumento / escultura tendo como base a metodologia de Phonosophia e seu próprio corpo. A ideia é que esses instrumentos atuem como mediadores entre a voz desses indivíduos e o mundo como resultado do processo de aprendizado e conscientização sobre suas próprias subjetividades que as artistas pretendem despertar ao longo dessa série de encontros. A publicação terá textos e imagens oriundos do trabalho das artistas e participantes da formação, bem como textos das curadoras e dois artigos concebidos para compor o livro, que tratarão da produção das artistas e do processo de trabalho colaborativo em Belo Jardim. Trará imagens da exposição e das obras produzidas na cidade de Belo Jardim, Pernambuco. O livro busca documentar as atividades e reflexões realizadas pelo projeto, servindo de referência para estudantes, pesquisadores, curadores, produtores e demais interessados nos temas abordados pelo projeto. As contrapartidas sociais serão uma série de conversas, ações formativas entre as artistas, curadoras, e palestrantes convidados para falar sobre temas afins ao projeto. As atividades serão realizadas em plataformas de conferências digitais como Zoom e Google Meet. Todo processo do projeto, desde as exposições até os debates, será acompanhado por registro imagético (fotos e vídeos) e textual e disponibilizado no site criado para abrigar o conteúdo do projeto. Os debates e conversas serão transmitidos ao vivo e disponibilizados no YouTube. O conteúdo da plataforma: textos, fotografias, a própria exposição e o livro em formato pdf são um material de importância para a construção de memórias que posteriormente ampliam o alcance e os intercâmbios do que é produzido nas diferentes regiões do país. Trata-se, assim, de um projeto de longo prazo, iniciado a partir de exposições artísticas que desencadeiam processos de discussão, formação e de produção de arte contemporânea pensado a partir do rico contexto e da herança cultural de Belo Jardim, cidade situada no Agreste de Pernambuco a 185 km do Recife e a 50 km da mítica Caruaru. Reforçamos, por fim, que mesmo que realizado em formato digital o projeto tem como foco principal o município de Belo Jardim - PE. A realização em formato digital permite que o calendário cultural da cidade se mantenha e que o projeto seja realizado da melhor forma possível. Também ressaltamos que o formato digital permite a ampliação do contato de pessoas de outras regiões do país com a região; assim como trocas profícuas por todo o território nacional, abrindo caminhos para futuras exposições e intercâmbios entre artistas e demais profissionais dos setores cultural e educacional. Pelos argumentos apresentados comprova-se que o incentivo através da lei no 8.313/1991 é essencial para viabilização do projeto, que dialoga com Art. 1 diante das seguintes rubricas:I _ Contribui para a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais, visto que se trata de um projeto com programação inteiramente gratuita;II _ Promove e estimula a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais, pois, com sua localização em Belo Jardim (PE) retira a produção cultural dos grandes centros urbanos. Além disso, permite trocas entre artistas de diferentes regiões brasileiras e a população de Belo Jardim;VIII _ Estimula a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória com a ação educativa do projeto em escolas da região, das rodas de conversa e produção de objetos artísticos;IX _ Prioriza o produto cultural originário do país;E com o Art. 3? da mesma lei nas seguintes medidas:II - Fomento à produção cultural e artística, mediante:e) a realização de uma exposição de artes visuais em território pernambucano;IV - Estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante a entrada gratuita na exposição e demais programações do projeto.
Os itens da planilha orçamentária referentes à remuneração do proponente são: Etapa - Produção: Coordenador de geral - 36.000,00 Coordenador de produção - 24.000,00 Etapa - Custos administrativos: Administração do projeto e prestação de contas - 24.000,00 Os custos com caracteres ampliados (medida de acessibilidade da exposição) estão previstos no item Sinalização da planilha orçamentária.
Produto: Exposição de Artes VisuaisEm termos de especificação técnica, a preparação da exposição, bem como a sua realização, foram transpostas do formato presencial para o formato híbrido, entre o universo digital e o presencial. Para a concepção das obras, as artistas irão trabalhar com um grupo de 15 pessoas com formações e percursos distintos, bem como diferentes faixas etárias. Os encontros com o grupo serão focados tanto em aspectos conceituais do projeto Phonosophia quanto em atividades práticas de conscientização do corpo.Os participantes vão elaborar e executar um instrumento/ escultura tendo como base a metodologia de Phonosophia e seu próprio corpo. A ideia é que esses instrumentos atuem como mediadores entre a voz desses indivíduos e o mundo como resultado do processo de aprendizado e conscientização sobre suas próprias subjetividades que as artistas pretendem despertar ao longo dessa série de encontros.Especificações técnicas01 exposição de artes visuais, realizada em plataforma digital criada para o projeto. Visitação gratuita e livre a todos os públicos.Período expositivo: 03 mesesProduto: Contrapartidas sociaisPrograma educativoO programa educativo será uma formação para professores de escolas públicas de Belo Jardim - PE, que estejam interessados em trabalhar com temas afins ao projeto em sala de aula. Temas como corpo, música, curadoria, criação artística, e afins serão explorados durante os encontros.Programas públicosO programa público será composto por uma série de conversas entre artistas, curadoras e palestrantes convidados a refletir sobre temas afins à exposição. Serão realizados ao vivo, no Youtube, gratuitamente, ao longo do período expositivo.Especificações técnicasProgramas públicos4 encontros de 2h cada, total 8h.1 convidado por encontro (mais curadoras e artista), 4 convidadosAberto a todos os públicos, transmitido no YoutubePúblico estimado: 440 pessoasPrograma educativo4 encontros, 15 pessoas por encontro, total 60 pessoasCarga horária a definirAções voltadas para professores de escolas públicas de Belo Jardim - PEProduto: LivroO livro será disponibilizado em formato pdf para download gratuito na internet, classificação etária livre.Especificações técnicas01 livro digital (formato .pdf)100 páginasdisponibilizado para download gratuito na plataforma do projeto
ExposiçãoAcessibilidade de conteúdo para pessoas com deficiência visual: audiodescrição das obras e legenda aumentadaAcessibilidade física: N/A - plataforma digitalLivroAcessibilidade de conteúdo para pessoas com deficiência visual: audiodescriçãoAcessibilidade física: N/A - distribição digitalContrapartidas sociaisAcessibilidade de conteúdo para pessoas com deficiência auditiva: intérprete de libras nos debatesAcessibilidade física: N/A - debates e conversas em ambientes virtuais
Todo o evento, bem como os produtos gerados por ele, serão gratuitos.Entre o público alvo do projeto gostaríamos de destacar: professores e estudantes da rede pública e privada de ensino; profissionais do meio artístico; famílias; professores; pesquisadores de diferentes áreas: arte, educação, letras, cinema, geografia e saúde; lideranças comunitárias; produtores culturais. Profissionais das áreas de agenciamento-sócio-cultural ligados às diferentes secretarias municipal e estadual.- Realização de um sítio eletrônico do projeto na internet, visando ampliar o acesso da população brasileira ao conteúdo do projeto, conforme Art.º 21, IN 02/2019;- Realização de rodas de conversa e debates paralelos gratuitos Art.º 21, V, IN 02/2019;- Distribuição gratuita do livro do projeto, em formato pdf, no site do projeto e da proponente;- Acesso gratuito à plataforma digital do projeto e a todo o seu conteúdo;
Artista: Camila Sposati Camila Sposati nasceu em São Paulo e vive e trabalha entre o Brasil e a Europa há muitos anos. Seus trabalhos investigam processos de transformação e energia, utilizando métodos que muitas vezes que se assemelham metodologias de pesquisa científica. Ela examinou processos em escala microscópica e global, como o crescimento de cristais em laboratórios e os efeitos geológicos na crosta terrestre em diferentes locais. Em seu trabalho, Sposati justapõe processos materiais e históricos para desafiar o tempo oficial e suas significações. A pesquisa de Sposati a levou para a Amazônia, o sertão do Nordeste do Brasil, Turcomenistão, Uzbequistão, Reino Unido, França, Holanda e Japão. Seu trabalho foi apoiado pelo Ministério da Cultura do Brasil, Goldsmiths College, Instituto Goethe, Mairie de Paris, British Council, University College de Londres, Arts Catalyst, Tokyo Wonder Site e Centro Cultural Montehermoso Kulturunea. Expôs na Vila Itororo, Goethe na Vila (2018), BAK - base voor actuele kunst, Utrecht (2017), Instituto Tomie Ohtake, São Paulo (2013, 2017), 10ª Bienal do Mercosul, Porto Alegre (2015), CCBB Centro Cultural Banco do Brasil, Rio de Janeiro (2015) ), 3ª Bienal da Bahia, Salvador (2014), Eleven Rivington Gallery, Nova York (2013), Instituto HICA Highland de Arte Contemporânea, Inverness-shire (2012), Centro Cultural Montehermoso, Vitoria-Gasteiz (2012), Musée de la Chasse et de la Nature, Paris (2012). Curadoria: Cristiana Tejo Vive e trabalha em Lisboa e Recife, PR. Cristiana Tejo é curadora independente, doutoranda em Sociologia (UFPE) e co-fundadora do Espaço Fonte – Centro de Investigação em Arte. Foi co-curadora do 32º Panorama da Arte Brasileira do MAM – SP (2011), juntamente com Cauê Alves, Diretora do Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães (2007- 2008), curadora de Artes Plásticas da Fundação Joaquim Nabuco (2002-2006), curadora do Rumos Artes Visuais do Itaú Cultural (2005-2006), curadora visitante da Torre Malakoff (2003 –2006) e curadora da Sala Especial de Paulo Bruscky na X Bienal de Havana (Cuba, 2009). Participou de diversas comissões de seleção e de premiação, entre elas: Solo Projects – Focus Latin America (ARCO, Madri, 2013), Rumos Artes Visuais da Argentina (como júri internacional, em Buenos Aires, Argentina, 2011), Salão de Goiás, Salão Arte Pará e do Programa BNB Cultural, entre outras. Publicou Paulo Bruscky – Arte em todos os sentidos (2009) e Panorama do Pensamento Emergente (2011). Participou de diversos júris como Prêmio Marcantônio Vilaça CNI-SESI (2006), Salão Arte Pará (2007), Salão de Arte do MAM-BA (2007) e Salão de Goiás (2006). Escreveu artigos para as revistas Artecontexto e Flash Art. Curadoria: Kiki Mazzucchelli Kiki Mazzucchelli é curadora e crítica independente. Atualmente desenvolve pesquisa de doutorado junto ao centro de pesquisa TrAIN - University of the Arts, em Londres, com um projeto que examina o legado de algumas exposições que foram fundamentais para a expansão da arte brasileira no circuito internacional na última década. Em 2011, realizou a curadoria do projeto "O Cartaz como Espaço Expositivo Expandido" e editou o livro de artista "4.000 Disparos", de Jonathas de Andrade, ambos financiados pela Fundação Bienal e pelo Ministério da Cultura. Em 2009, foi curadora residente na Fundación Gilberto Alzate Avendaño, em Bogotá. Escreveu ensaios sobre a obra de artistas como Alexandre da Cunha, Carla Zaccagnini, Erika Verzutti, Marcius Galan, entre muitos outros. Seus textos aparecem em diversas publicações, entre elas, Artecontexto, Cadernos do Videobrasil, Flash Art e Tatuí. Coordenação de produção: Luiza Mello / Automatica Luiza Mello é formada em História pela USP e História da Arte pela Sorbonne (Paris I), possui pós-graduação em História da Arte e Arquitetura do Brasil pela PUC-Rio. Desde 2000, atua como produtora executiva de exposições de arte contemporânea. Em 2006 funda a produtora Automatica e desde então atua como coordenadora de projetos e diretora geral da empresa. Em 2018 foi curadora das exposições Dreaming Awake no Marres, House for Contemporary Culture, em Maastricht, Holanda; Mufa Caos, do artista Barrão, no Jacarandá, Rio de Janeiro e Perpectives on Contemporary Brazilian Art, na Art Berlin, Alemanha. Proponente: Coordenação Geral, coordenador de produção e gestão técnico/administrativo financeira - Automatica Produção Contemporânea Observação: o proponente será remunerado pelas rubricas coordenação geral, coordenação de produção e gestão administrativa/técnico financeira do projeto. Automatica é produtora e editora de projetos culturais. Atua na elaboração, produção, gestão, coordenação, pesquisa, edição, difusão e consultoria de projetos culturais, especialmente vinculados ao universo das artes visuais. Trabalha com artistas, curadores, críticos de arte, historiadores da arte, instituições culturais, patrocinadores públicos e privados. Participa de editais e prêmios, e elabora projetos para as leis de incentivo nas três esferas da administração pública. Sua missão principal é aproximar o público da arte contemporânea. Principais exposições dos últimos três anos: Entre Construção e Apropriação: Antonio Dias, Geraldo de Barros e Rubens Gerchman, Sesc Pinheiros, SP (2018), A Longa Noite - Lucia Koch, Sesc Pompéia, SP (2018); Dreaming Awake, Marres, Maastricht, Holanda (2018), Residência Belojardim, Belo Jardim-PE (2017 e 2018), Desmedidas - Amalia Giacomini, Artur Lescher, Eduardo Coimbra, Galeria BNDES, Rio de Janeiro; Tuca Vieira - Atlas fotográfico da cidade de São Paulo; Felipe Russo - Garagem Automática, Casa da Imagem, São Paulo (2016); Gabriela Machado - Things that fit in my hand, MAM Rio (2016); Barrão _Fora Daqui, Casa França Brasil (2015); Daniel Steegmann Mangrané e Philippe Van Snick, Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro e Casa Modernista, São Paulo (2015); Travessias 4, Galpão Bela Maré, Rio de Janeiro (2015); Memorias Capitais, SESC Quitandinha, Rio de Janeiro (2015); Rio Setecentista, quando o Rio virou capital, Museu de Arte do Rio (2015); Imaterialidade, SESC Belenzinho, São Paulo (2015). Para informações detalhadas sobre os projetos, ver portfólio online no endereço www.automatica.art.br
Prestação de Contas Aprovada na Força Tarefa Nise da Silveira, instituída por meio da PORTARIA SGPTC/SE/MINC Nº 2, DE 13 DE NOVEMBRO DE 2024, conforme Relatório Executivo nº1489/Grupo Preto/SGPTC/Força-Tarefa - NS/SGPTC/GSE/GM de 18/12/2024.