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Montagem e temporada da peça "De Cara cheia no Velório, levei a coroa pra casa", comédia de Flávio Braga na cidade do Rio de Janeiro.
Comédia popular clássica. Um velório é a cena. Durante o evento a esposa de Honório lamenta sua morte cercada de amigos e da filha. Surge um bêbedo. Ele carrega uma coroa de flores e conversa com o morto aparentando intimidade, referindo-se a aspectos particulares da vida do agora defunto. Suas observações geram mal estar por levantarem suspeitas sobre a conduta amorosa dos presentes. O bêbedo, chamado Tendó causa tanto tumulto que acaba agredido pelas mulheres e desmaia num canto. Surge um advogado ligado a família e informa que Tendó é o condutor do testamento que determina quem vai herdar os bens de Honório.
Objetivo geral: Realizar a produção e temporada da comédia "De cara cheia no Velório, levei a coroa pra casa" de Flávio Braga, com direção de Gláucia Rodrigues na cidade do no Rio de Janeiro. É uma comédia que possuí uma dramaturgia a original e simples, explorando a versatilidade do trabalho do ator e suas potencialidades na atuação e representação, oferecendo ao público, um espetáculo de qualidade que conta com uma equipe de criação e técnica de relevância para o Teatro Brasileiro Objetivo específico: Realizar temporada na cidade do Rio de Janeiro com um minímo de 32 sessões. Queremos apresentar um espetáculo teatral com uma dramaturgia original e simples, explorando a versatilidade do trabalho do ator e suas potencialidades na atuação e representação, oferecendo ao público, um espetáculo de qualidade que conta com uma equipe de criação e técnica de relevância para o teatro brasileiro.
Espetáculo da tradição de comédia brasileira, a peça mostra os vários laços familiares e amigáveis que se rompem no momento do drama da morte. A comédia no Brasil tem uma tradição insuperável e se consegue através dela chegar aos meandros mais profundos da arte brasileira. O projeto se enquadra: Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; § 1o Os incentivos criados por esta Lei somente serão concedidos a projetos culturais cuja exibição, utilização e circulação dos bens culturais deles resultantes sejam abertas, sem distinção, a qualquer pessoa, se gratuitas, e a público pagante, se cobrado ingresso.(Renumerado do parágrafo único pela Lei nº 11.646, de 2008) Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos:I - incentivo à formação artística e cultural, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;
DURAÇÃO : 90 MINUTOS CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA - 16 ANOS
O local escolhido para a temporada do espetáculo roporcionará condições de acessibilidade a pessoas idosas, nos termos do art. 23 da Lei no 10.741, de 1o de outubro de 2003 (*), e portadoras de deficiência, conforme o disposto no art. 46 do Decreto no 3.298, de 20 de dezembro de 1999 (**). Os projetos culturais financiados com recursos federais, inclusive oriundos de programas especiais de incentivo à cultura, deverão facilitar o livre acesso da pessoa portadora de deficiência e pessoas idosas de modo a possibilitar-lhe o pleno exercício dos seus direitos culturais.s termos do art. 23 da Lei no 10.741, de 1o de outubro de 2003 (*), e portadoras de deficiência, conforme o disposto no art. 46 do Decreto no 3.298, de 20 de dezembro de 1999. Realizaremos 2 sessões para deficientes auditivos E 2 para deficiente visuais.
O local escolhido para a temporada do espetáculo roporcionará condições de acessibilidade a pessoas idosas, nos termos do art. 23 da Lei no 10.741, de 1o de outubro de 2003 (*), e portadoras de deficiência, conforme o disposto no art. 46 do Decreto no 3.298, de 20 de dezembro de 1999 (**). Os projetos culturais financiados com recursos federais, inclusive oriundos de programas especiais de incentivo à cultura, deverão facilitar o livre acesso da pessoa portadora de deficiência e pessoas idosas de modo a possibilitar-lhe o pleno exercício dos seus direitos culturais.s termos do art. 23 da Lei no 10.741, de 1o de outubro de 2003 (*), e portadoras de deficiência, conforme o disposto no art. 46 do Decreto no 3.298, de 20 de dezembro de 1999. O projeto pretende garantir a democratização de acesso à cultura, através da execução de uma estratégia de formação de plateia, por meio de ações sócio-culturais, como inciso/medida do art. 21 da IN nº 05/2017 do MinC a proposta irá adotar como ação de democratização de acesso. III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; IX - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pelo MinC. - Disponibilizar 1.000 ingressos gratuitos aos estudantes e professores da Rede Pública de Ensino, Ong´s, de Teatro e artes em geral. - Realizar ensaio aberto gratuito, em fase anterior a estreia para o público das escolas da Rede Pública de Ensino, ONG´s, alunos de Teatro e artes no geral, seguido de um dabate sobre o autor. - Público alvo que se beneficiará dos ingressos gratuitos, são os estudantes da Rede Pública de Ensino e Ong´s. - Público que se beneficiará do Vale cultura e Meia entrada, serão os idosos, estudantes e professores, de acordo com a Lei.
FLÁVIO BRAGA - AUTOR Flávio Braga nasceu em São Paulo em 1953. Reside no Rio de Janeiro há 40 anos e é autor de 18 livros publicados. É dramaturgo e roteirista de cinema com prêmios no Brasil e no exterior. Principais textos teatrais levados a público: TEATRO 2010: Sade em Sodoma, texto, com direção de Ivan Sugahara, teatro da Caixa. RJ. 1995: Racha, texto, com direção de Anselmo Vasconcelos, teatro Cândido Mendes. RJ. 1988: Os Saltimbancos, direção, texto de Chico Buarque, teatro do Círculo Social Israelita. POA-RS 1978: O Club das enfermeiras, direção e texto, teatro de ARENA. POA-RS 1977: Adalgisa Go Home. Texto e direção. Teatro de ARENA. POA-RS 1975: Supermercado. Texto e direção. Teatro de ARENA. POA-RS GLÁUCIA RODRIGUES - DIRETORA Bacharel em artes cênicas pela UNIRIO, Gláucia estreou no teatro em 1981 em Nelson Rodrigues: O Eterno Retorno, com direção de Antunes Filho, participando de festivais de Teatro em Londres e Berlim. Em 1982 atuou em Macunaíma, de Mário de Andrade, com direção de Antunes Filho, cumprindo uma excursão pela América do Sul e Europa, num total de nove países. Trabalhou ainda em montagens de, A Comédia dos Erros (1992), As Malandragens de Scapino (1995), O Olho Azul da Falecida (1996), A Moratória (2001), O Avarento (2002), O Doente Imaginário (2005), As Preciosas Ridículas (2006), As Eruditas (2007), O Santo e a Porca (2008); Thérèse Raquin, de Émile Zola (2011); na remontagem do musical Vicente Celestino – A Voz Orgulho do Brasil, de Wagner Campos (2012) e na peça Auto da Compadecida de Ariano Suassuna (2012). Estreou na televisão em 1990 na novela Pantanal, da TV Manchete. Seguiram-se papéis nas novelas Amazônia (1991), Amazônia II (1991), História de Amor (1995), e em episódios dos seriados Você Decide (1998) e Carga Pesada (2004). Seu primeiro papel no cinema foi em 2002, no longa-metragem Meteoro, de Diego de La Texera. Em 2010 participou do longa-metragem Chico Xavier, com direção de Daniel Filho, em 2011 da série As Brasileiras, em 2013, da série Pé na Cova e em 2015 do seriado Ribanceira no Canal Brasil. Seu primeiro trabalho de direção foi em 2014 com a peça Fazendo História de Alan Bennett, que recebeu a Indicação do Prêmio Cesgranrio para Melhor Ator – Xando Graça. Em 2015 foi convidada para dirigir a comédia Tem um Psicanalista na nossa cama de João Bethnecourt. Em 2016 dirigi ao lado de Wagner Campos a peça “ O Casamento Suspeitoso” de Ariano Suassuna. Foi indicada aos Prêmios: Prêmio SHELL 2008 como atriz da peça O SANTO E A PORCA Prêmio Mambembe/1997 como atriz coadjuvante no espetáculo O HERÓI DO MUNDO OCIDENTAL Prêmio Cultura Inglesa/1996 como melhor atriz no espetáculo O OLHO AZUL DA FALECIDA Prêmio Cultura Inglesa/1995 como melhor atriz no espetáculo AS ARMAS E O HOMEM DE CHOCOLATE. WAGNER CAMPOS – MÚSICAS E DIREÇÃO MUSICAL Compositor, diretor teatral, pesquisador, arranjador, diretor/ produtor musical e musicista especializado em instrumentos antigos e tradicionais de cordas dedilhadas. Iniciou sua carreira de instrumentista em meados da década de 1970 como concertista de violão, realizando inúmeros recitais solo e em duo, bem como diversos recitais como camerista. Em 1980, grava seu primeiro disco, contendo composições próprias para o instrumento. A partir de 1995 se especializa em instrumentos antigos e tradicionais brasileiros de cordas dedilhadas, incluindo alaúde medieval, vihuelas, guitarras de quatro, cinco e seis ordens e clássico-romântica, violas de arame e machete. É autor de inúmeras composições musicais para formações instrumentais diversas, orquestrais e de câmara e solos para variados instrumentos, interpretadas por grupos/músicos nacionais e estrangeiros. Em 2002 gravou o CD “Rapsódia Pantaneira”, para viola de cocho, viola de arame e orquestra de câmara, atuando como compositor, regente e solista, lançado em 2003. Em 2004 participou da gravação do CD “O Violão Brasileiro”, atuando em duas faixas como solista, lançado em 2005. No campo da pesquisa musical vem desenvolvendo estudos, recolhas e registros musicológicos (sonoros e escritos) de diversas manifestações da música do povo do Brasil, realizados em várias regiões do país. Ainda, realiza conferências, palestras e seminários sobre a música brasileira, nas áreas da pesquisa e recolha musicológicas, composição e produção musical. É produtor e diretor musical em mais de quarenta projetos de gravação de CDs realizados em diversos estados brasileiros, atuando nos segmentos da música escrita e de tradição oral do Brasil. (Quarteto Romançal (PE), Quinteto Villa-Lobos (RJ), Quinteto Latino Americano de Sopros da Paraíba (PE), Camerata Contemporânea do Rio de Janeiro (RJ), Música Antiga da UFF (RJ), Duo Passos e Cohen (RJ) e Nelson da Rabeca (AL), Lia de Itamaracá (PE), Mestre Eugênio (PR), Gentil do Orocongo (SC), Grupo de Samba Chula Os Filhos da Pitangueira (BA), entre outros). É compositor, arranjador, instrumentista, diretor e produtor musical em mais de trinta produções em Teatro, Televisão e Cinema, atuando desde o ano de 1979. Em publicações editoriais, é autor de vários artigos e estudos sobre a música brasileira, destacando, entre outros, “A Música do Nordeste do Brasil”, “A Música do Norte do Brasil”, “A Música do Sudeste do Brasil” e “A Música do Sul do Brasil”, publicados entre os anos de 2002 a 2004, “A Viola do Samba Chula”, “A Guitarra, a Viola”, “Achegas para a História do Violão” publicados em 2004 e 2005 e “Achegas para a História da Viola no Brasil”, publicado em 2007. É autor do livro “A História do Violão”, publicado em 2006. Entre 1998 e 2008 foi curador musical do Projeto SONORA BRASIL – Circuito Nacional de Música, do Sesc Nacional. Entre 2008 e 2016 dirigiu o NPAV – Núcleo de Produção de Audiovisual, do Sesc Nacional. Fundador da Cia Limite 151 adaptou para o teatro as obras “Dom Quixote de La Mancha” de Miguel de Cervantes (1991) e “Os Contos de Canterbury” de Geofrey Chaucer (2004). Em 2016 dirigiu ao lado de Gláucia Rodrigues a peça “O Casamento Suspeitoso” de Ariano Suassuna. COLMAR DINIZ - FIGURINISTA Sociólogo graduado pela PUC-RJ. Um dos mais conhecidos cenógrafos e figurinistas do teatro também passou pela televisão e cinema. Em 1989/90 assinou os figurinos de Kananga do Japão e Pantanal, novelas da Rede Manchete, que primavam pelos detalhes. Foi cenógrafo, diretor de arte e figurinista em mais de noventa espetáculos, sendo criador da cenografia e figurinos do espetáculo O Mistério de Irma Vap, que marcou a cena brasileira por causa das muitas e rápidas trocas de figurino. Premiado quatro vezes com Prêmio Molière de teatro por cenários e figurinos e APCA – Associação Paulista de Críticos de Arte, por Kananga do Japão. Especialista Cultural da Gerência de Cultura e Arte do Sistema FIRJAN de 1999 a 2015. Premiação ¨ PRÊMIO IBEU 1975, “A Noite Campeões”, de Jason Miller – Melhor espetáculo texto americano ¨ PRÊMIO MOLIÈRE 1978, “Arte Final”, de Carlos Queiroz Telles – Cenografia e Figurinos ¨ PRÊMIO MOLIÈRE 1980, “Dom Quixote”, de Camila Amado – Cenografia e Figurinos ¨ PRÊMIO ASSOCIAÇÃO PAULISTA DE CRÍTICOS DE ARTE 1990, “Kananga do Japão”, de Wilson Aguiar Filho – Figurinos ¨ PRÊMIO GOVERNADOR ESTÁCIO DE SÁ (RJ) 1991, “Kananga do Japão” – Figurinos ¨ PRÊMIO IBEU 1994, “O Grito do Anjo”, de Bill Davis – Melhor espetáculo texto americano JOSÉ DIAS - CENÓGRAFO Mestre e Doutor pela Universidade de São Paulo, desenvolvendo pesquisa sobre a arquitetura cênica no Brasil, o carioca José Dias começou sua carreira de cenógrafo em 1969. Ao teatro dedica maior parte do seu tempo, não só através de trabalhos profissionais, mas também pelo desempenho de funções acadêmicas. Como cenógrafo e figurinista, já participou de mais de 250 espetáculos. Da qualidade desses trabalhos resultaram indicações e prêmios; para o troféu Mambembe, em 1983, 1984, 1985, 1986 e 1997; para o Prêmio Molière, em 1997; em, recebeu o prêmio IBEU de teatro em 1985; com o prêmio Medalha de Ouro e Prêmio Viagem; o prêmio Shell de melhor cenografia em 1992, 1995 e 1996. e em 1994 o prêmio Oscarito (SATED) como melhor cenógrafo do ano no Rio de Janeiro. Em 1996, os prêmios Mambembe e Shell como melhor cenógrafo de 1995 pela cenografia de “LIMA BARRETO AO 3º DIA”, de Luis Alberto de Abreu e “ÉDIPO REI”, de Sófocles (RJ). Em 1996 indicado para o prêmio Cultura Inglesa (RJ) com o espetáculo “SÃO HAMLET” inspirado no HamIet de William Shakespeare. No primeiro semestre de 1997 indicado para o prêmio Shell (RJ) pela cenografia de “CARTAS PORTUGUESAS”, de Mariana Alcoforado. EM 1997, ganhou o prêmio Mambembe com a cenografia de “DIVINAS PALAVRAS”, de Ramon Del Valle Inclán (RJ). Em 1999 foi laureado com os prêmios: Cultura Inglesa de Teatro e Paschoalino com os espetáculos: “A PROFISSÃO DA SENHORA WARREN”, de Bernard Shaw e “ROMEU E JULIETA”, uma história de amor, de Ariano Suassuna (RJ). Em sua passagem pela televisão, trabalhou na extinta TV Tupi (1972-1973), mas foi na TV Globo que deixou trabalhos de importância, onde esteve de 1974 a 1989, sendo responsável pela cenografia dos casos especiais: “FELIZ ANIVERSÁRIO”, “CIRANDA CIRANDINHA”, “A MORTE E A MORTE DE QUINCAS BERRO D'ÁGUA”, entre outros, e do seriado “O BEM AMADO”. Participou também da equipe de cenógrafos de novelas “GABRIELA”, “A ESCALADA”, “O GRITO”, “BRAVO”, “SARAMANDAIA” e ocupou o cargo de Cenógrafo Chefe do Setor de Montagens naquela emissora, entre 1979 e 1981. No Rio de Janeiro, foi responsável pelos projetos de reformas e modificações dos teatros Gláucio Gil, Cidade, Ipanema e Sala Yan Michalski, Suas mais recentes atividades nesta área são os projetos: Teatro Planetário da Gávea, transformando em Arena, Miguel Falabella, Palácio da Justiça Federal, Teatro São Mateus, Teatro Pedro Calmon, Teatro do Palácio Rio Negro. ROGÉRIO WILTGEN - ILUMINADOR Cursos “Theatre Lighting: Design & Technology”, Londres, 1991 Curso realizado em Março de 1991, em Londres onde foram selecionados pelo Conselho Britânico iluminadores de todo o mundo para participar de palestras, análises e debates com iluminadores como Andrew Brige (The Phantom of the Opera, Cats) , David Hersey (Miss Saigon), entre outros. Teatro Projeto de Iluminação cênica de mais de cem espetáculos teatrais, muitos deles indicados e ganhadores de prêmios como Prêmio Moliére, Shell, Mambembe , SATED , Coca-cola e Cultura Inglesa de Teatro (12 prêmios de Melhor espetáculo e indicações como melhor iluminador dos anos de 1995 e 96), trabalhando com diretores como Amir Hadad, Bibi Ferreira, Jacqueline Laurence, José Henrique, Carlos Augusto Nazareth, João Bittencourt, Jorge Fernando, Luís Armando Queirós, Luís Arthur Nunes, Marília Pêra, Pedro Paulo Rangel, Sérgio Britto, entre outros Shows Membro das equipes de iluminadores de eventos como “Rock in Rio”, “Hollywood Rock” e “Free Jazz”, trabalhando como iluminador para a Peter Gasper Associados, IRIS Luminotécnica e Oficina de Luz. Já tendo realizado shows diversos com artistas como Ivan Lins, Nana Caymi, Gilberto Gil, Zezé Motta, Marília Pêra, etc. e tido a oportunidade de trabalhar em shows internacionais como Paul McCartney, Sting, Rod Stewart, Tina Turner, Paul Simon, Pavarotti, Os Três Tenores etc. Televisão TV Globo Ltda.: “Globo de Ouro”, “Chico Anísio Show”, Gravações de novelas como “Rainha da Sucata”, “Bebê à Bordo”, “A Viagem”, etc., “Domingão do Faustão“, “Angélica“, Especiais de Fim de ano (Roberto Carlos, Xuxa e etc.). Atualmente participando dos Programas “Planeta Xuxa“ e “Xuxa Parque“ Bandeirantes: SP Show (Ivan Lins, Nana Caymi, etc.), Especial Tom Jobim Multi-Show: Iluminação dos Shows do Free Jazz Festival no Palco II, MAM, RJ TVE: Várias séries e ciclos de Chorinho e música erudita realizados no CCBB, RJ Multi-Rio: Direção de Fotografia do Programa “Na Arquibancada“, 2000 MTV: Iluminação para TV para o “Hollywood Rocks“, Praça da Apoteose, RJ EDMUNDO LIPPI - COORDENADOR GERAL/ PROPONENTE Começou seus estudos de dança em 1978 na Associação de Ballett do Rio de Janeiro sob a direção de Dalal Aschar. Ingressou para Corpo de Baile do Thetro Municipal do Rio de Janeiro em 1981. Em 1983 começa seus estudos de interpretação do Teatro d´Tablado com Thaís Balloni. Estréia em 1984 no infantil “A Bela e A Fera” com direção de Cláudio Gaya. Em 1996 participa da peça infantil “O Ovo de Colombo” de Marília Gama Monteira, com direção de Marcelo de Barreto e em 1997 do infantil “Sonhatos de Monteiro; Um sonho de Lobato” com texto e direção de Marcelo de Barreto. Em 1987 participa do infantil “A Bela Adormecida”, com texto e direção de Fernando Berditchevski no Teatro Carlos Gomes. Em 1991 funda ao lado de Marcelo de Barreto, Gláucia Rodrigues, Wagner Campos e Cristiane D´Amato a Cia Limite 151 encenando a peça “Os Sete Gatinhos” de Nelson Rodrigues, com direção de Marcelo de Barreto. Em 1991 também produz o infantil “Dom Quixote” de Miguel Cervantes. Com adaptação de Wagner Campos e Direção Cláudio Torres Gonzaga. A partir de 1992 produz e atua nos espetáculos: “A Comédia dos Erros” de William Shakespeare, direção de Cláudio Torres Gonzaga; “O Mercador de Veneza” de William Shakespeare, direção de Cláudio Torres Gonzaga. “À Margem da Vida” de Tenesse Williams, direção de Roberto Vignati. “Frankenstein” de Mary Shelley, direção de Angela Leite Lopes. “As Malandragens de Scapino” de Molière, direção de João Bethencourt; “O Olho Azul da Falecida” de Joe Orton, direção Sidnei Cruz; “O Avarento” de Molière, direção de João Bethencourt; “A Moratória” de Jorge Andrade, direção de Sidney Cruz; “As Eruditas” de Molière, direção de José Henrique; “Thérèse Raquin” de Émile Zola, direção de João Fonseca; “Auto Compadecida” de Ariano Suassuna, direção de Sidnei Cruz; “O Doente Imaghinário” de Molière, direção de Jacqueline Laurence; “Vaidades&Tolices” de Anton Tchekov, direção de Sidnei Cruz e “O Casamento Suspeitoso” de Ariano Suassuna, direção de Wagner Campos e Gláucia Rodrigues É também o responsável pela produção dos espetáculos “As Armas e o Homem” de Bernard Shaw, direção de Cláudio Torres Gonzaga (1995); “Seria Trágico... Se Não Fosse Cômico” de Frederich Dürrenmatt, direção de Luiz Arthur Nunes (1996/98); “Bonifácio Bilhões” texto e direção de João Bethencourt – Indicada para o Prêmio SHELL de Melhor Ator (Rogério Cardoso) e Autor (1997); e com Jorge Dória (1999) e com Bemvindo Sequeira, Gláucia Rodrigues e Jandir Ferrari. (2000); “Um Maridão Na Contramão” de Ray Cooney, direção de João Bethencourt (2000), “O Santo e O Bicheiro” de João Bethencourt, direção José Renato. (2000); “Bonifácio Bilhões” de João Bethencourt, direção de Jacqueline Laurence (2001); “O Doente Imaginário”, de Molière, tradução de João Bethencourt, direção de Jacqueline Laurence (2002); “Ladrão em Noite de Chuva”, de Millôr Fernandes, direção de João Bethencourt (2005); “Amor Perfeito” de Denise Crispun, com direção de Beto Brown (2008), “O Especulador”, de Honoré de Balzac, direção de José Henrique (2009); “A Varanda de Golda” de William Gibson, direção de Ary Coslov (2011/2012) e “O Canto do Cisne” de Anton Tchékhov, direção de José Henrique (2013/14) e “Fazendo História” de Alan Bennett, direção de Gláucia Rodrigues (2014) –Indicado ao Prêmio Cesgranrio de Melhor Ator para Xando Graça e “Tem um Psicanalista na nossa cama“ de João Bethencourt, direção de Gláucia Rodrigues em 2015 e pela produção das tournées dos espetáculos “A Importância de Fiel” “A Mandrágora” e “Major Bárbara” do GRUPO TAPA. OBS: O PROPONENTE RECEBERÁ COMO COORDENADOR GERAL DO PROJETO
PROJETO ARQUIVADO.