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Produção, montagem e temporada do espetáculo "O Último Concerto para Vivaldi", um drama com três personagens nos últimos meses de vida de um deles.
"A gente nunca sabe quanto tempo o outro vai morar na gente depois da despedida”. Anton e Ben vivem juntos há dez anos. O primeiro matemático, professor universitário e pesquisador reconhecido. O segundo, um violinista profissional que toca em uma orquestra sinfônica e ensaia para um concerto de “As Quatro Estações” em homenagem a Vivaldi. Morando juntos desde que se conheceram, eles transformaram a casa onde vivem em um hospital com poucos equipamentos após a descoberta de uma doença grave em um deles, fazendo com que o outro viva os últimos meses ao lado do parceiro, como uma despedida. Até a metade do texto o espectador não sabe quem está doente de fato, já que o outro passa a viver a vida do parceiro, e além disso a dramaturgia deixa o público em dúvida todo o tempo até a revelação. ANTON– (lendo) “Deixe que a vida faça contigo o que a primavera faz com as flores”. De novo sem assinatura. É o quinto vaso que recebo, só este mês. ADILAH– Deve ter sido algum aluno. O senhor é muito querido na universidade. ANTON– Toda semana um vaso de flor sem identificação. Convivendo juntos e trabalhando em casa, eles passam as horas relembrando momentos de suas vidas juntos, traçando um panorama sobre o comportamento dos casais no mundo contemporâneo, a convivência entre dois homens e tudo o que compreende esta condição. De maneira elegante, bem-humorada e em alguns momentos romântica e poética. A medida que as estações do ano avançam, a doença se agrava e o público sabe enfim quem está se despedindo da vida. ANTON– Eu achei que o nosso amor seria para sempre. BEN– Eu também. Mas “para sempre” é tempo demais. Histórias de amor que duram toda a eternidade são pura invenção, apenas para vender livros infantis. ANTON– Vai ser difícil sem você... BEN– Que bom ouvir isso. ANTON– Me deixa segurar a sua mão. (segura à mão) Está gelada... Eu vou te aquecer! O texto também relembra os anos de relação do casal, passando por momentos de ciúmes, reflexões importantes sobre o papel na sociedade, as escolhas de cada um, arte, viagens, entre outros assuntos. Eles revivem em um ano, durante as quatro estações momentos marcantes de suas vidas. BEN– Eu não acho normal alguém receber flores semanalmente, com cartão e dedicatória, sem assinatura. ANTON– É ciúmes! BEN– Por mim você pode sair por aí trepando com todos os seus alunos – um por um – que eu não vou me importar. Você já fez isso antes. ANTON– Aquilo foi um período que nós estávamos separados. BEN– Por um continente! Eu estava tocando na Europa. ANTON– Você foi morar seis meses fora, viajando em turnê com a orquestra. É importante ressaltar que esta obra falar de amor, em qualquer que seja a sua instancia. E não trata do tema de forma a levantar bandeiras políticas ou sociais, apenas narra a relação de dois homens maduros e independentes que lutam dia após dia para um deles morrer dignamente, com a aliança e pacto de serem felizes por um ano ou até o término das quatro estações. Nesta atmosfera realista se desenrola a trama de O ÚLTIMO CONCERTO PARA VIVALDI, um drama inédito do autor Dan Rosseto, conhecido por obras como "Nunca Fomos tão Felizes", "Diga que Você já me Esqueceu", “Enquanto as Crianças Dormem”, “Manual Para Dias Chuvosos” e “Antes de Tudo”. “Um dia você vai acordar e perceber que não há mais dor. Aos poucos a sua alma vai filtrando toda a tristeza e só restarão lembranças. Boas, ruins... E com o passar dos anos os detalhes vão se perdendo no emaranhando de novas histórias, até que reste muito pouco ou quase nada. Ainda assim, diante deste pequeno fragmento do que foi vivido, você precisará de muito esforço para que o tempo não apague de vez todas as lembranças. É importante deixar fluir, o rio precisa seguir o seu curso. O senhor fez o que devia fazer! E aquilo que se faz por amor está além do bem ou do mal. Quando você olha muito tempo para um abismo, o abismo passa a olhar para você. Não se permita lamentar por tanto tempo. (antes de fechar a porta) Senhor Anton... Por detrás de um grande amor; está sempre uma grande história”.
OBJETIVO GERAL - Produção e Temporada da peça teatral "O Último Concerto para Vivaldi". OBJETIVO ESPECIFICO - Fomentar a montagem de um texto teatral inédito de um novo dramaturgo nacional contribuindo assim para o desenvolvimento e difusão da dramaturgia contemporânea. - Investir na troca de experiências entre atores veteranos e novos talentos. - Geração de 20 empregos diretos e mais diversos empregos indiretos. - Temporada de 24 apresentações na cidade de São Paulo.
Conforme o pensamento de Augusto Boal um dos grandes teatrólogos brasileiros: O Teatro é uma arma muito eficiente. Acreditamos nesta premissa e assumimos o compromisso de produzir, administrar e levar ao público um teatro de qualidade que possibilite a reflexão imediata, permitindo ao espectador um despertar de consciência e uma quebra de velhos paradigmas. Evoluir é o caminho natural para a renovação e possibilitar que novos talentos sejam descobertos. Por isso acreditamos que devemos incentivar nossa própria literatura, uma vez que existe uma farta qualidade e o que há de novo na dramaturgia brasileira é bem-vinda, não só para apresentar escritores fantásticos; que em muitos casos não tem espaço e investimento para levar uma obra ao palco e ver assim a sua história ganhar vida; como para lembrar que ainda existem boas histórias a serem contadas. A parceria entre o autor e diretor Dan Rosseto e a produtora Lugibi Produções Artísticas dirigida por Fabio Camara; parceiros desde 2011; rendeu quinze montagens com boas críticas, indicações a prêmios e alguns conquistados como "Melhor Dramaturgia" para Dan Rosseto no antimusical "Enquanto as Crianças Dormem", no VI Prêmio Aplauso Brasil de Teatro, além de conquistarem também em "Trilha Sonora Original" e "Melhor Produção Independente". O primeiro espetáculo da dupla "Manual Para Dias Chuvosos" recebeu indicação a "Melhor Drama" em 2014 no prêmio Arte Qualidade Brasil de Teatro. "Em tom de thriller psicológico, o drama 'Manual Para Dias Chuvosos' surpreende valorizando a dramaturgia ao tratar de bullying e violência sexual". Dirceu Alves Jr., Revista Veja 2014. Crítica do espetáculo "Manual Para Dias Chuvosos". "A peça inicia em tom de realismo fantástico até o final surpreendente. Os diálogos são fluentes e cortantes e as personagens muito bem construídas. A direção do autor enfatiza a interpretação". José Cetera, Palco Paulistano 2015. Crítica do espetáculo "Antes de Tudo". "As surpresas maiores, ficam por conta da dramaturgia. Mesmo que Rosseto, como autor e diretor, esboce uma série de estereótipos, todos são descartados ao longo do espetáculo". Dirceu Alves Jr., Revista Veja 2015. Crítica do espetáculo "Antes de Tudo". "A bem engendrada trama de 'Nunca Fomos tão Felizes', novo espetáculo de Dan Rosseto, que assina texto e direção, envolve o espectador em um emaranhado de verdades ocultas que vem à tona uma após a outra". Eduardo Nunomura, Carta Capital 2019. Crítica do espetáculo "Nunca Fomos tão Felizes". Estereótipo são generalizações que as pessoas fazem sobre comportamentos de outros. São impressões sólidas sobre aparências, roupas, comportamento, cultural e sexualidade. Ao tratar destes temas, tão comuns a nossa vida, este projeto pretende inovar, baseando-se no conceito que diz: Inovação é a exploração bem sucedida de novas ideias. Com este dado voltamos a frisar a importância do apoio ao novo, ressaltando que o texto foi entregue a importantes artistas do teatro paulista assim como leituras internas para discussão dramatúrgica. Os atores que serão selecionados para este projeto têm em suas trajetórias profissionais experiências e importantes realizações, além de um compromisso com o seu ofício e uma gama de conhecimento e domínio necessário para cada um dos momentos desta encenação. A direção está centrada principalmente no trabalho de pesquisa, trazendo uma postura distinta diante de cada cena e de cada personagem, e a sua junção com o todo. O ÚLTIMO CONCERTO PARA VIVALDI, é um drama em quatro quadros (Primavera, Verão, Outono e Inverno) que conta o último ano na de um professor de matemática universitário e um violinista profissional que ensaia um concerto de "As Quatro Estações" de Vivaldi. Um deles está com uma doença terminal incurável e tem apenas um ano de vida. Eles decidem transformar a casa em que moram em um hospital para que eles possam viver juntos durante este período. Eles são assistidos por Adilah, uma cuidadora muçulmana que deixou o seu país após perder toda a sua família num confronto. Com o agravamento da doença vem uma descoberta que pode abalar a relação de Anton e Ben. Um deles se inscreveu num programa de morte assistida e precisa que o outro assine a documentação para que o procedimento aconteça. Neste embate entre vida e morte, o espectador é testemunha da difícil decisão entre antecipar ou não a partida quando o fim está próximo. Respeitados por muitos no meio do fazer teatral, a dupla vem conquistando espaço e admiração, tendo em seus projetos anteriores trabalhado com artistas como: Kiko Pissolato, Paloma Bernardi, Teca Pereira, Wagner Pinto, Bruna Anauate, Greta Antoine, Mateus Monteiro, Fred Silveira, Lucas Romano, Gustavo Haddad, Angela Figueiredo, Kleber Montanheiro, Miguel Briamonte, Eduardo Martini, Nicole Cordery e outros. Além das indicações a prêmios, estiveram em importantes cidades brasileiras com seus espetáculos.
Contrapartidas Sociais A produção do espetáculo "O Último Concerto para Vivaldi" realizará uma palestra gratuita para 480 pessoas (estudantes e professores), sendo 50% de escola pública, sobre a vida e obra de Vivaldi e sua importância para a música classica.
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O projeto prevê atendimento preferencial a idosos e portadores de deficiência, responsabilizando-se pela locação de teatros dotados de rampas de acesso e/ou plataforma elevatória, banheiros adaptados, locais para cadeirantes e acompanhantes, assentos adequados para obesos permitindo o gozo e o pleno exercício de seus direitos culturais, atendendo ao disposto no art. 27, inciso II, do decreto 5.761/06, nos termos do art. 23 da Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2003, e do art. 46 do Decreto 3.298, de 20 de dezembro de 1999, principalmente no que tange ao capítulo/seção "Da Educação, Cultura, do Desporto, do Turismo e do Lazer". A produção do espetáculo terá um funcionário uniformizado, exclusivamente, para atendimento e informações ao público presente nos dias, sobre a localização de rampas de acesso, banheiros adaptados, locais para o cadeirante e o seu acompanhante na plateia, assim como qualquer dúvida sobre a casa. Dessa forma possibilitará a todos os espectadores um maior conforto e comodidade na sua diversão. O espetáculo realizará 02 sessões com tradução em libras.
O projeto doará 20% do total de seus ingressos à população de baixa renda, sendo instituições sem fins lucrativos (ongs, escolas públicas). Além disso será doado 10% dos ingressos aos patrocinadores e 10% destinado a divulgação. Será vendido a preço normal (no valor de R$ 60,00 reais) 50% dos ingressos e a preço promocional (R$ 30,00) 10% dos ingressos. Será realizado um ensaio aberto, gratuito, para a população, com debate após a apresentação. Contrapartidas Sociais A produção do espetáculo "O Último Concerto para Vivaldi" realizará uma palestra gratuita para 480 pessoas, composta 100% por estudantes e professores do ensino médio, de escola pública da cidade de São Paulo (a escola será definida assim que a produção estiver começado). O tema da palestra será sobre a obra de Vivaldi e sua importância para a música classica.
A ficha técnica deste projeto compreende os seguintes profissionais: Fabio Camara – PRODUTOR E ASSESSOR DE IMPRENSA Será o responsável pelo projeto, através de sua empresa, Lugibi Produções Artísticas, executando as seguintes funções: Diretor de produção e Assessor de Imprensa. Também será o responsável pela gestão administrativa / técnico-financeira do projeto "O Último Concerto para Vivaldi". Produtor formado em Rádio e TV pela Universidade Metodista de São Paulo em 2007, pós-graduado em Produção Executiva e Gestão em TV pela FAAP em 2010. Produziu espetáculos “Manual para Dias Chuvosos” (2014), “Antes de Tudo” (2015), “Enquanto as Crianças Dormem” (2017) e “Diga que Você já me Esqueceu” (2018) todos com texto e direção de Dan Rosseto. Também produziu o IV Ciclo de Teatro Documentário Irlandês da Cia Ludens (2015), “Eles Não Usam Black-Tie” (2018), “O Planeta dos Esquecidos” (2018), “Tadzio” (2018), entre outros. Em 2016 produziu os espetáculos, “Memórias (Não) Inventadas” com direção de André Garolli, “As Loucuras que as Mulheres Fazem” de Luciana Guerra Malta com direção de Dan Rosseto e “As Duas Mortes de Roger Casement” de com texto e direção de Domingos Nunez. Dan Rosseto – DIRETOR Graduado em Comunicação Social, Cinema e Pós-Graduado em Crítica de Arte. É diretor fundador da Applauzo Produções. Dirigiu mais de vinte montagens entre elas: "Nunca Fomos Tão Felizes" (seu texto recente), “Diga que Você já me Esqueceu” (de sua autoria) e “As Loucuras que as Mulheres Fazem”, “O Colecionador de Universos”, “O Falcão Vingador”, “Lisbela e o Prisioneiro – O Musical”, “Tadzio” e “Antes de Tudo” (seu segundo texto montado). Dirigiu os espetáculos, “Manual para Dias Chuvosos” (também de sua autoria), “O Primo Basílio – O Musical”, “Valsa nº 6”, “Eles não usam Black-Tie” (em duas versões: 2011 e 2018), “Quando as Máquinas Param”, “Maldito Coração”, “O Colecionador”, “Dois Irmãos”, entre outros. É fundador da Cia. Eventual de Teatro e esteve em países como México e Chile com a peça “Marcas de um Crepúsculo”. Como ator, esteve em “Roleta-Russa”, “Imperador e Galileu”, “O Beijo no Asfalto”, “Canãa – A Terra Prometida”, “Mão na Luva”, “Ponto de Partida”, “Madame Blavatsky” entre outros. Dan Rosseto – AUTOR Desde os anos 2000 escreve roteiros para publicidade e teatro. Professor de dramaturgia, tem em seu currículo aproximadamente 15 textos originais, dos quais destacam-se: “Enquanto as Crianças Dormem”, premiado como Melhor Dramaturgia no VI Prêmio Aplauso Brasil de Teatro 2017, “Antes de Tudo”, “Manual Para Dias Chuvosos” e “Diga Que Você Já Me Esqueceu” (todos encenados); além de mais de 10 adaptações para o teatro entre musicais e clássicos. Vale ressaltar: “Eles Não Usam Black Tie”, “O Auto da Compadecida”, “Quando as Máquinas Param”, “O Colecionador”, “Dois Irmãos”, entre outros. Atualmente trabalha na pesquisa para os textos “O Óbvio”, “Gaza” e “Aliens”. “O Último Concerto para Vivaldi” é o seu texto mais recente. Kleber Montanheiro – FIGURINISTA Kleber Montanheiro é ator, diretor, cenógrafo, figurinista e iluminador. Destaca-se na criação de cenário, figurino e luz do espetáculo “Misery”, com Marisa Orth e Luis Gustavo; “Cada um com seus ‘pobrema’”, de Marcelo Médici; cenário e iluminação de “Madame de Sade”, direção de Roberto Lage, “Macbeth”, dir. de Regina Galdino, entre muitos outros. Foi integrante do projeto de humanização hospitalar “Doutores da Alegria”, de 1993 a 2003. Recebeu indicações ao prêmio FEMSA por “Chapeuzinho Vermelho” (figurinos-2001); “O Rouxinol” (iluminação e figurinos-2002); “Marias do Brasil” (figurinos-2003); “Amazônica” (cenário e iluminação-2005); “O Doente Imaginário” (cenário-2007) e “Sonho de uma Noite de Verão” (figurinos e direção-2008). Ganhou o prêmio APCA 2008 por “Sonho de Uma Noite de Verão” e o prêmio FEMSA 2009 por “A Odisséia de Arlequino”, ambos de melhor diretor. Foi indicado ao prêmio CPT 2012 pela direção de “Cabeça de Papelão” e vencedor dos prêmios APCA e FEMSA 2012 pelos cenários e figurinos de “A História do Incrível Peixe Orelha”. Dirigiu em 2013 no Teatro Popular do SESI: “Crônicas de Cavaleiros e Dragões”, de Paulo Rogério Lopes, recebendo o prêmio FEMSA 2013 de melhor iluminação. Suas últimas direções no teatro em 2014/2015 foram: “Ópera do Malandro”, de Chico Buarque de Hollanda; “Navio Fantasma – O Holandês Voador” e “O Cigano e o Gigante”, ambos de Paulo Rogério Lopes; “Sobre Cartas & Desejos Infinitos”, de Ana Luiza Garcia e “Os Dois Cavalheiros de Verona”, de William Shakespeare, para a Cia. da Matilde. Em 2016 dirigiu “Blink”, de Phill Poter e o musical “Um Dez Cem Mil Inimigos do Povo”. Dirige artisticamente a Cia da Revista. Cássio Brasil – CENÓGRAFO Começou sua trajetória nas artes em cima dos palcos, como ator, mas foi na criação de figurinos e cenários, que se destacou como um dos mais expressivos profissionais dessas áreas. Trabalhou com Jô Soares, Bete Coelho como assistente de direção. Foi indicado do Prêmio Carlos Gomes. Nomeado ao Prêmio Robert da Academia Dinamarquesa de Cinema. Premiado com Shell. Trabalha nas principais casas de espetáculos e com os mais respeitados diretores e companhias de Teatro, Dança, Ópera e Cinema. Dentre seus principais trabalhos estão “Linha de Passe” de Walter Salles e Daniela Thomas, "Tudo que aprendemos juntos" de Sergio Machado, “Hamlet”, com Thiago Lacerda, direção Ron Daniels. “Ricardo III”, com Marco Ricca, Denise Fraga e Glória Menezes, direção o Jô Soares, "Vazante" de Daniela Thomas. Atualmente vive em São Paulo, e trabalha em várias cidades brasileiras e realiza eventualmente projetos fora do país. Amazyles de Almeida – ATRIZ Atriz e diretora mineira; atuou em mais de 35 peças de teatro, 04 novelas e 02 seriados, além de 05 longas-metragens e 08 curtas. Entre os destaques, vale ressaltar os espetáculos: “Cenas de uma execução”, “A volta pra casa” de Matei Visniec, “A Coleção”, “Te Amo São Paulo”, “Side Man”, “Closer”, entre outros. Na Rede Globo atuou nas novelas: “O Cravo e a Rosa”, “Suave Veneno” e “Torre de Babel”, e também atuou no seriado “Sandy & Junior”. Atuou na novela “Mandacaru”, na extinta Rede Manchete e na também em “Antônio dos Milagres” na Rede CNT. Esteve junto a profissionais como: Clarisse Abujamra, Regina Duarte, Otávio Martins, Esther Góes, Zé Henrique de Paula, Roberto Lage, Alexandre Reinecke entre outros.
PROJETO ARQUIVADO.