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Este projeto pretende realizar a produção e temporada do espetáculo teatral "Badminton". Durante o processo de criação do espetáculo haverá ensaios abertos e leitura dramática do texto, ambos com entrada gratuita. Todas as apresentações serão gratuitas. Depois da última apresentação da temporada haverá debate com diretor e ator sobre os temas do espetáculo e seu processo de criação. Todas as apresentações terão tradução simultânea para Libras (Língua Brasileira de Sinais) e audiodesrição para cegos. Como contrapartida social haverá ações formativas culturais, que serão oficinas gratuitas: de trilha sonora para teatro a partir da música eletroacústica, de vídeo-cenografia e de dramaturgia contemporânea; haverá também dentro do escopo da contrapartida social outra ação formativa cultural que será palestra gratuita sobre o impacto do uso dos smartphones na vida contemporânea (tema do espetáculo teatral).
SINOPSE DO ESPETÁCULO "BADMINTON: Um homem comum acorda cinco e meia da manhã, celular à mão, com um novo e-mail em sua caixa de entrada. De: Comitê Olímpico Nacional. Assunto: Badminton. Ao abrir a mensagem o conteúdo é justamente o que sua desconfiança pressentia de maneira absurda e natural: Ele, um cara normal, acabava de ser convocado para integrar a seleção nacional de badminton. A partir deste fato, num processo kafkiano às avessas, ele sempre com seu celular à mão, tenta lidar com a insólita convocação que lhe foi imposta sem se perder nos meandros excitados e convulsos de suas expectativas e frustrações. SINOPSE DO DEBATE PÓS ESPETÁCULO: Depois da ultima sessão do espetáculo, ainda no teatro, haverá um debate de 60 minutos. Nele, diretor e ator irão compartilhar as impressões do processo de criação do espetáculo: escolha do texto, adaptação dramatúrgica, ensaios, concepções de cenário, figurino, música etc. Depois será aberto espaço para perguntas e impressões críticas por parte do público. SINOPSE DA OFICINA DE VÍDEO-CENOGRAFIA: A oficina de vídeo-cenografia será ministrada por um integrante do Coletivo Bijari (responsáveis pela cenografia e vídeo-instalação do espetáculo"Badminton"). A oficina terá caráter teórico-prático versando sobre o uso da vídeo-projeção nas artes cênicas desde os desenvolvimento dos primeiros projetores no início do século XX, passando pelos adventos da performance art, da dança interativa e mais recentemente nos experimentos de interação de atores/performers/bailarinos com o vídeo-mapping, assim como o uso do vídeo-mapping como instalação visual em espaços públicos. O público alvo desta oficina será estudantes, professores, entusiastas da tecnologia e das artes cênicas, atores, iluminadores, vídeo-makers, artistas e interessados em arte-tecnologia em geral. SINOPSE DA OFICINA DE DRAMATURGIA CONTEMPORÂNEA: A oficina de dramaturgia contemporânea será ministrada por Rodrigo Pocidônio (autor do texto do espetáculo "Badminton"). A oficina terá caráter teórico-prático versando sobre a história da dramaturgia, os modelos clássicos até o território da dramaturgia contemporânea. Serão analisadas estratégias dramaturgicas de autores antigos, renascentistas, modernos e contemporâneos como Ésquilo, Shakespeare, Racine, Tcheckov, Ibsen, Beckett, Heiner Muller, Koltès, Sarah Kane e Novarina. As referências teóricas principais serão A Poética de Aristóteles, A Teoria do Drama Moderno de Peter Szondi, e O Teatro Pós Dramático de Hans-Thies Lehmann. Serão propostos exercícios práticos para os alunos, a patir das teorias, modelos e estratégias estudados. O público alvo desta oficina será estudantes, professores, escritores e interessados em dramaturgia em geral. SINOPSE DA OFICINA DE TRILHA SONORA PARA TEATRO A PARTIR DA MÚSICA ELETROACÚSTICA: A oficina de trilha sonora para teatro a partir da música eletroacústica será ministrada pelo músico Dr. Morris (Diretor Musical do espetáculo "Badminton"), será uma oficina prático-teórica que versará sobre a história do desenvolvimento da escola eletroacústica observando desde o trabalho de artistas como Stockhausen, Edgar Varèse e John Cage até seus desdobramentos mais contemporâneos na integração com trilhas sonoras de teatro. Também serão realizadas demonstrações e experimentos práticos com os alunos. O público alvo desta oficina será estudantes, professores, entusiastas da música, tecnologia e das artes cênicas, atores, músicos, artistas e interessados em arte-tecnologia em geral. SINOPSE DA PALESTRA SOBRE O IMPACTO DO USO DOS SMARTPHONES NA VIDA CONTEMPORÂNEA: A palestra será um convite à reflexão filosófica e sociológica do impacto das tecnologias de comunicação móveis na vda contemporânea. Após um breve panorama histórico dos desenvolvimentos dessas tecnologias digitais será analisada a mudança dos hábitos de consumo, afeto, trabalho e de socialização a partir do paradigma do smartphone. O objetivo maior é a tentativa de pensar a sociologia contemporânea das sociedades conectadas digitalmente 24/7. O público alvo desta palestra será estudantes, professores, artistas, entusiastas do pensamento crítico, tecnologia e das artes e interessados em sociologia e filosofia em geral.
OBJETIVO GERAL - Produzir o espetáculo teatral "Badminton" texto e direção de Rodrigo Pocidônio e depois realizar vinte apresentações do mesmo e outras ações formativas na cidade de São Paulo/SP. OBJETIVOS ESPECÍFICOS - Realizar vinte apresentações gratuitas do espetáculo teatral "Badminton" na cidade de São Paulo/SP, em um teatro com capacidade para no mínimo 100 pessoas por sessão; Proporcionar tradução simultânea para Libras (Língua Brasileira de Sinais) em todas as vinte sessões do espetáculo; Proporcionar audiodesrição para cegos em todas as vinte sessões do espetáculo; Realizar uma oficina formativa gratuita de vídeo-cenografia na cidade de São Paulo/SP para 15 alunos; Realizar uma oficina formativa gratuita de trilha sonora para teatro a partir da música eletroacústica na cidade de São Paulo/SP para 15 alunos; Realizar uma oficina formativa gratuita de dramaturgia contemporânea na cidade de São Paulo/SP para 15 alunos; Realizar uma palestra gratuita sobre o impacto do uso dos smartphones na vida contemporânea na cidade de São Paulo/SP para 160 espectadores; Realizar dois ensaios abertos gratuitos do espetáculo teatral "Badminton" na cidade de São Paulo/SP; Realizar uma leitura dramática gratuita do texto teatral "Badminton" na cidade de São Paulo/SP; Realizar um debate gratuito sobre os temas do espetáculo e seu processo de criação entre diretor, ator e o público na última apresentação da temporada na cidade de São Paulo/SP; Realizar ampla divulgação de todas as ações do projeto através de material gráfico impresso, material gráfico digital, contratação de assessorias de imprensa, anúncios em guias especializados e divulgação paga nas redes sociais.
Um trabalhador comum acorda cinco e meia da manhã, celular à mão e com um novo e-mail em sua caixa de entrada. De: Comitê Olímpico Nacional, assunto: Badminton. O conteúdo da mensagem é justamente o que sua desconfiança pressentia de maneira absurda e natural: ele, um cara normal, acaba de ser convocado para integrar a seleção nacional de badminton. Essa premissa surreal, que flerta com o patético, abre uma narrativa sinuosa e cheia de fissuras por onde vazam diversas questões sobre as neuroses, compulsões e obsessões geradas pela competitividade na esfera do trabalho dentro das grandes metrópoles. Um estranho experimento narrativo que conta como uma abrupta ascensão profissional (ainda que absurda) pode desencadear uma série de desastrosas ações, movidas pela ambição, pelo medo e pela credulidade, que culminarão no desmantelamento completo da estrutura psicológica, social e mesmo fisiológica da personagem. O espetáculo será dirigido pelo próprio autor, Rodrigo Pocidônio e é seu primeiro projeto fora da companhia Academia de Palhaços que fundou em 2007 e da qual se desligou em 2018 depos de mais de dez espetáculos, prêmios e carreira em festivais internacionais. É um projeto capital na carreira de Pocidônio, pois fora do ambiente coletivo da companhia é neste projeto que dará um salto existencial rumo à suas criações autorais, justamente na criação de um encenação que fala sobre os ecos do trabalho, da competitividade e da construção de uma carreira no subconsciente contemporâneo. O espetáculo será uma experiência sensorial que criará sucessivos fragmentos de espaço-tempo, com deslocamentos brutais da percepção do público e cujas fronteiras teatrais sejam borradas com as das artes visuais, da video-art e da música experimental. Essa linguagem evidenciará as mútiplas vozes que se justapõem e se sobrepõem na dramaturgia de "Badminton", permitindo que o sujeito-peronagem, se fragmente e se apresente múltiplo e contraditório, em um caleidoscópio em simbiose com ruídos, iluminação e projeção. Um tratamento espetacular em consonância com o material dramaturgico que além de apresentar uma narrativa convulsa e sinuosa, de um ser humano em constante conflito com as múltiplas vozes que o constitui, também dialóga com a temática dos smartphones - o personagem somente se relaciona com o mundo exterior através da tela de seu celular -, embrenhando em sua trama vida humana e tecnologias digitais assim como a cena de que se situará num híbrido de teatro, vídeo-instalação e concerto de música eletroacústica. Para criar a cenografia e a vídeo-instalação foi convidado o coletivo Bijari (Prêmio Shell/SP 2017 de Melhor Cenário por Adeus, Palhaços Mortos e Prêmio Shell/SP 2019 de Melhor Cenário por Os 3 Mundos), parceiros de Pocidônio desde 2016 quando criaram juntos Adeus, Palhaços Mortos (Rodrigo foi um dos idealizadores e atores-criadores do espetáculo). Na trilha original está Dr. Morris, premiado compositor paulistano que trabalha justamente com ruidagem, música eletroacústica e manipulações digitais das vozes dos atores, expedientes que criarão a proposta de concerto de música eletroacústica que acompanha o projeto de encenação. No elenco deste monólogo temos Eduardo Reyes, experiente ator da cena paulistana. Reyes é membro da companhia Os Fofos Encenam há mais de 15 anos, no seio da qual conheceu Rodrigo Pocidônio e onde também trabalharam juntos em alguns espetáculos como atores, dividindo palco. De lá veio a identificação e o entrosamento artístico entre os dois, tão necessário à realização deste projeto. O espetáculo será ensaiado de segunda a sexta, em encontros de quatro horas, durante três meses. Neste período também serão concebidos e produzidos a cenografia, a vídeo-instalação, os figurinos, a trilha sonora e a iluminação (que será assinada pelo próprio Eduardo Reyes). Em três momentos haverá abertura do processo no sentido de compartilhar o momento da criação com estudantes e interessados em geral: dois ensaios abertos e uma leitura dramática do texto. Essas ações terão entrada gratuita. Depois de pronto o espetáculo fará uma temporada de 20 apresentações gratuitas em um teatro na região central da cidade de São Paulo/SP. O teatro terá capacidade para receber no mínimo 100 espectadores por sessão. Todas as apresentações terão tradução simultânea para Libras (Língua Brasileira de Sinais) e audiodesrição para cegos. Será realizado também um debate gratuito sobre os temas do espetáculo e seu processo de criação entre diretor, ator e o público da última apresentação da temporada. Fechando o escopo de ações de interesse público deste projeto, dentro da perspectiva de nossa contrapartida social, serão ministradas ações formativas culturais cujo público será de no mínimo 50% (cinquenta por cento) de estudantes e professores de instituições públicas de ensino. Será uma oficina formativa gratuita de vídeo-cenografia, para 15 alunos, na cidade de São Paulo/SP; uma oficina formativa gratuita de trilha sonora para teatro a partir da música eletroacústica, para 15 alunos, na cidade de São Paulo/SP; e uma oficina formativa gratuita de dramaturgia contemporânea, para 15 alunos, na cidade de São Paulo/SP. Além de uma palestra gratuita sobre o impacto do uso dos smartphones na vida contemporânea, na cidade de São Paulo/SP para 160 espectadores. Todas as ações do projeto serão filmadas e disponibilizadas gratuitamente na internet. E 50% das vagas das ações formativas serão reservadas para alunos e professores da rede pública. As provocações urgentes sobre nossas auto-estimas deformadas por uma sociedade ultra-competitiva e pela a violência de seus bens de consumo tecnológicos são o pilar temático deste texto e justamente o que afirma a necessidade de sua produção. Soma-se a isso o fato de que "Badminton" trata-se de um texto da nova geração da dramaturgia contemporânea paulistana e será um espetáculo de invenção de linguagem, possibilitando um passo capital na trajetória de pesquisa cênica e produção teatral de Rodrigo Pocidônio e da premiada equipe, que são relevantes atores dentro do panorama das artes cênicas do país. Acrescenta-se também que o largo escopo de contrapartidas gratuitas e de interesse público que este projeto oferece incluindo ações pedagógicas, de compartilhamento de processo criativo, acessibilidade à população surda e cega, gratuidade nas sessões etc. garantem ainda mais a necessidade de sua execução e a consonância com as diretrizes da LEI Nº 8.313, DE 23 DE DEZEMBRO DE 1991. É importante ressaltar que este é um projeto de invenção de linguagem, de pesquisa cênica e voltado para o teatro enquanto obra de arte, no sentido de criar uma experiência transformadora no público que a assistir, gerando reflexão, aprendizado e fruição artística. Portanto é um espetáculo que foge radicalmente às regras do mercado do entretenimento, não tendo assim meios de ser viabilizado sem o apoio das leis de incentivo à cultura. A valorização da dramaturgia brasileira contemporânea como patrimônio imaterial da cultura brasileira também aumenta a relevância deste projeto e afina seus objetivos com os da LEI Nº 8.313, DE 23 DE DEZEMBRO DE 1991.
Todas as peças gráficas impressas de divulgação utilizarão papéis reciclados ou com certificação florestal.
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DO ESPETÁCULO "BADMINTON": Duração esttimada: 60 minutos Quantidade Estimada de Público por Sessão: 100 pessoas Um homem comum acorda cinco e meia da manhã, celular à mão, com um novo e-mail em sua caixa de entrada. De: Comitê Olímpico Nacional. Assunto: Badminton. Ao abrir a mensagem o conteúdo é justamente o que sua desconfiança pressentia de maneira absurda e natural: Ele, um cara normal, acabava de ser convocado para integrar a seleção nacional de badminton. A partir deste fato, num processo kafkiano às avessas, ele sempre com seu celular à mão, tenta lidar com a insólita convocação que lhe foi imposta sem se perder nos meandros excitados e convulsos de suas expectativas e frustrações. Tudo isto em diálogo com vídeo-projeções mapeadas e uma trilha sonora eletroacústica, revelando um eterno espiral de lembranças, dúvidas e angústias. ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DO DEBATE PÓS ESPETÁCULO: Duração: 30 minutos Quantidade Estimada de Público: 100 pessoas Depois da última sessão de cada temporada do espetáculo, ainda no teatro, haverá um debate de 60 minutos. Nele, diretor e ator irão compartilhar as impressões do processo de criação do espetáculo: escolha do texto, adaptação dramatúrgica, ensaios, concepções de cenário, figurino, música etc. Depois será aberto espaço para perguntas e impressões críticas por parte do público. ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DA OFICINA DE VÍDEO-CENOGRAFIA: Duração: 240 minutos Quantidade Estimada de Público: 15 pessoas A oficina de vídeo-cenografia será ministrada por um integrante do Coletivo Bijari (responsáveis pela cenografia e vídeo-instalação do espetáculo"Badminton"). A oficina terá caráter teórico-prático versando sobre o uso da vídeo-projeção nas artes cênicas desde os desenvolvimento dos primeiros projetores no início do século XX, passando pelos adventos da performance art, da dança interativa e mais recentemente nos experimentos de interação de atores/performers/bailarinos com o vídeo-mapping, assim como o uso do vídeo-mapping como instalação visual em espaços públicos. Serão realizadas demonstrações e experimentos práticos com os alunos. O público alvo desta oficina será estudantes, professores, entusiastas da tecnologia e das artes cênicas, atores, iluminadores, vídeo-makers, artistas e interessados em arte-tecnologia em geral. ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DA OFICINA DE DRAMATURGIA CONTEMPORÂNEA: Duração: 240 minutos Quantidade Estimada de Público: 15 pessoas A oficina de dramaturgia contemporânea será ministrada por Rodrigo Pocidônio (autor do texto do espetáculo "Badminton"). A oficina terá caráter teórico-prático versando sobre a história da dramaturgia, os modelos clássicos até o território da dramaturgia contemporânea. Serão analisadas estratégias dramaturgicas de autores antigos, renascentistas, modernos e contemporâneos como Ésquilo, Shakespeare, Racine, Tcheckov, Ibsen, Beckett, Heiner Muller, Koltès, Sarah Kane e Novarina. As referências teóricas principais serão A Poética de Aristóteles, A Teoria do Drama Moderno de Peter Szondi, e O Teatro Pós Dramático de Hans-Thies Lehmann. Serão propostos exercícios práticos para os alunos, a patir das teorias, modelos e estratégias estudados. O público alvo desta oficina será estudantes, professores, escritores e interessados em dramaturgia em geral. ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DA OFICINA DE TRILHA SONORA PARA TEATRO A PARTIR DA MÚSICA ELETROACÚSTICA: Duração: 240 minutos Quantidade Estimada de Público: 15 pessoas A oficina de trilha sonora para teatro a partir da música eletroacústica será ministrada pelo músico Dr. Morris (Diretor Musical do espetáculo "Badminton"), será uma oficina prático-teórica que versará sobre a história do desenvolvimento da escola eletroacústica observando desde o trabalho de artistas como Stockhausen, Edgar Varèse e John Cage até seus desdobramentos mais contemporâneos na integração com trilhas sonoras de teatro. O público alvo desta oficina será estudantes, professores, entusiastas da música, tecnologia e das artes cênicas, atores, músicos, artistas e interessados em arte-tecnologia em geral. ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DA PALESTRA SOBRE O IMPACTO DO USO DOS SMARTPHONES NA VIDA CONTEMPORÂNEA: Duração: 120 minutos Quantidade Estimada de Público: 160 pessoas A palestra será ministrada por um sociológo especializado e tencologias digitais de comunicação, a ser convidado. E será um convite à reflexão filosófica e sociológica do impacto das tecnologias de comunicação móveis na vda contemporânea. Após um breve panorama histórico dos desenvolvimentos dessas tecnologias digitais será analisada a mudança dos hábitos de consumo, afeto, trabalho e de socialização a partir do paradigma do smartphone. O objetivo maior é a tentativa de pensar a sociologia contemporânea das sociedades conectadas digitalente 24/7. O público alvo desta palestra será estudantes, professores, artistas, entusiastas do pensamento crítico, tecnologia e das artes e interessados em sociologia e filosofia em geral.
Todas as sessões do espetáculo contarão com dois intérpretes de Libras (Língua Brasileria de Sinais) que revezarão para fazer a tradução simultânea da fala dos atores para promover o acesso ao conteúdo das apresentações teatrais às pessoas com deficiência auditiva. Todas as sesões do espetáculo contarão também com audiodescrição de cenários, figurinos, movimentação dos atores e outros signos visuais para para promover o acesso ao conteúdo das apresentações teatrais às pessoas com deficiência visual. A acessibilidade física será garantida pelo compromisso agora assumido da escolha de teatro com acesso a cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida.
*Espetáculos de Artes Cênicas: Para as apresentações do espetáculo teatral Badminton foram escolhidas as seguintes medidas como democratização de acesso: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; *Contrapartidas Sociais (ações formativas culturais): Serão realizadas gratuitamente oficinas formativas (vídeo-cenografia, trilha sonora e dramaturgia) e uma palestra sobre o impacto da tecnologia na vida contemporânea. 50% de todo o público das ações de formação de plateia serão reservados para as instituições do ensino médio da rede pública. Nas contrapartidas sociais foram escolhidas as seguintes medidas como democratização de acesso: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22;
O proponente Rodrigo de Oliveira e Silva realizará as atividades de diretor do espetáculo, dramaturgo do espetáculo e responsável pela gestão administrativa/técnico-financeira. Texto, Direção e Administração técnico-financeira - Rodrigo Pocidônio (Rodrigo de Oliveira e Silva - Proponente do Projeto) Rodrigo de Oliveira e Silva, de nome artístico Rodrigo Pocidônio é ator, dramaturgo e diretor. Foi membro-fundador da cia. Academia de Palhaços na qual atuou durante dez anos como diretor de criação, ator, produtor e idealizador em mais de dez espetáculos diferentes sob patrocínio de diversos editais públicos e privados como Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo, Proac, Sesi, Petrobrás Distribuidora de Cultura, Caixa Cultural etc. Desde 2018 se dedica aos seus projetos autorais de dramaturgia. Como ator dedicou a maior parte de seu trabalho à cia. Academia de Palhaços e atuou esporadicamente em outras produções como convidado. Assinou a assistência de direção do espetáculo Não Contém Glúten, de Sérgio Roveri, direção de José Roberto Jardim, temporada no SESC Santana, com Bia Seidl e Pascoal da Conceição no elenco. Atualmente está entre Paris e São Paulo ensaiando o espetáculo Fim de Partida, de Samuel Beckett, com direção de Yoshi Oïda. Formação: Mestrado, Artes da Cena, 2011-2014 / Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) / Área de Concentração: Teatro Bacharelado, Artes Cênicas, 2007 - 2010 / Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) / Habilitação: Interpretação Teatral Premiações: Melhor Ator Coadjuvante por Adeus, Palhaços Mortos - Prêmio APTR / RJ - 2017 (indicação) Melhor Ator Coadjuvante por Adeus, Palhaços Mortos - Prêmio Botequim Cultural / RJ - 2017 (indicação) Melhor Espetáculo de Grupo por Adeus, Palhaços Mortos - Prêmio Aplauso Brasil / SP- 2016 (vencedor) Principais Trabalhos como Ator: Fim de Partida (2019) de Samuel Beckett, direção de Yoshi Oïda (em processo); Adeus, Palhaços Mortos (2016) de Matei Visniec, direção de José Roberto Jardim; Elza e Fred - o amor não tem idade (2015) de Marcos Carnevale, direção de Elias Andreato; Nosferatu – o vampiro das sombras (2014) da obra de F. Murnau, direção de Fernando Neves; A Mulher do Trem (2013) de M. Hannequin e G. Mitchell, direção de Fernando Neves; O Mistério Bufo (2012) de V. Maiakóvski, direção de Fernando Neves; Francesca (2011) de Luís Alberto de Abreu, direção de Roberto Lage; Reciclonices (2009) de Enéas Carlos, direção de Charles Geraldi; A Academia de Palhaços se Apresenta (2008) textos da tradição circense, direção de Fernando Neves. Elenco e Criação da Iluminação - Eduardo Reyes Bacharel em Artes Cênicas pela UNICAMP, trabalha profissionalmente há 19 anos. Atuou nos espetáculos Édipo Rei e Fausto Zero, ambos sob direção de Marcio Aurélio. Trabalhou como ator com Gabriel Villela nos espetáculos Gota D’agua, de Chico Buarque e A Ponte e a Água de Piscina, de Alcides Nogueira. Fez Romeu em Romeu e Julieta, sob direção de Willian Pereira, no SESI Paulista. Fez ainda o espetáculo O Rim, sob direção de Elias Andreatto, com Adriane Galisteu e Carolina Ferraz. Atuou no espetáculo A vingança do espelho: a vida de Zezé Macedo, de Flávio Marinho com direção de Hamir Hadad, com Betty Gofman interpretando Zezé. Com Lilia Cabral atuou no espetáculo Maria do Caritó, texto de Newton Moreno com direção de João Fonseca. Fez ainda o espetáculo O Misantropo, com direção de Marcio Aurelio, em 2016, no Teatro Aliança Francesa de São Paulo. Como iluminador, participou dos espetáculos Deus Sabia de Tudo, Ferro em Brasa, Assombrações do Recife Velho (assistente de Alessandra Domingues), Memória da Cana, A Mulher do Trem, Terra de Santo e O Encontro das Águas.Foi indicado ao prêmio Shell na categoria Inovação além do Prêmio Cooperativa Paulista de Teatro, na categoria Mostras, ambos pelo Projeto Baú da Arethuzza. Foi indicado ao prêmio Shell e prêmio Questão de Crítica - RJ, como melhor iluminador pelo espetáculo Memória da Cana. Conquistou o prêmio de Melhor Iluminador no Festival de Teatro de Americana, com O Encontro das Águas. Cenografia e Vídeo-Instalação - Coletivo Bijari A Bijari é um centro de criação em artes visuais e multimídia com mais de vinte anos de trajetória. Seu trabalho deriva de uma pesquisa constante situada na convergência entre arte, design e tecnologia, permitindo imprimir novos olhares e significados à comunicação em diferentes plataformas de atuação. Para esta missão reuniu-se um grupo multidisciplinar de profissionais, composto por artistas, arquitetos, cenógrafos, designers, diretores de vídeo e planejadores. Utilizam a potência gerada por esta equipe diversa para construir experiências estéticas que transformem a relação entre pessoas, espaço e sociedade. Principais Premiações: Prêmio Shell 2017 de Melhor Cenário - Adeus, Palhaços Mortos; Prêmio Shell 2019 de Melhor Cenário (em parceria com Marisa Bentivegna e Eloar Guazzelli) - Os 3 Mundos; Direção Musical - Dr. Morris Violonista, compositor e produtor, atuou como músico em diversos espetáculos teatrais. É o diretor musical do Barracão Cultural. Em teatro compôs a música e fez direção musical dentre outros de “A Famosa Invasão dos Ursos na Sicília”, da Cia Delas, direção Carla Candiotto; “A Serpente”, de Nelson Rodrigues, direção Yara de Novaes; “O Continente Negro”, direção de Aderbal Freire Filho; “O Amor e Outros Estranhos Rumores”, direção Yara de Novaes; “Contrações”, direção de Grace Passô; “Tio Vanya – aos que vierem depois de nós” do Grupo Galpão; “O Homem Elefante”, direção de Cibele Forjaz; “Do Amor,” direção de Francisco Medeiros, “Esconde Onde” de Marcelo Romagnolli; “Cabras, Cabeças Que Voam, Cabeças Que Rolam” de Luis Alberto De Abreu e Maria Thais; “Tiros Em Osasco” de Cássio Pires, direção de Yara de Novaes; “Gagá”, de Marcelo Romagnolli; e “Pentesileia, treinamento para a batalha final”, direção de Maria Thais. Principais Premiações: Prêmio Shell 2016 Melhor Trilha Sonora - Cabras, Cabeças que Voam, Cabeças que Rolam; Prêmio São Paulo de Teatro Infanto Juvenil 2015 - melhor trilha sonora - Já Pra Cama; Prêmio Femsa de Melhor Trilha infantil 2011 - POP; Prêmio Shell 2012 de Melhor Trilha Sonora - Facas Nas Galinhas (indicação); Prêmio Femsa 2010 de Melhor Trilha infantil - 100 + Nem Menos (indicação); Visagismo e Figurino - Leopoldo Pacheco Formou-se em Interpretação pela EAD– ECA (USP), e cursou Artes Plásticas na FAAP. Destaca-se hoje por um ser um artista que atua em várias funções. Ator, diretor, maquiador, figurinista e cenógrafo. Foi fundador da Cia São Paulo-Brasil, com quem teve o Piccolo Espaço Cultural escola de teatro e espaço cultural especializado em apresentações teatrais e musicais. Como diretor teatral: A Cidade dos Sonhos e O Pallácio Não Acorda com a Cia Cênica Nau de Ícaros, Anjo com a Cia SP-BR e Ôneiron. Em teatro, seus trabalhos de ator mais recentes são: Para tão Longo Amor de Maria Adelaide do Amaral, direção de Yara de Novaes e Carlos Gradim, Depois do Ensaio de Ingmar Bergman e direção de Mônica Guimarães; Camille e Rodin de Franz Keppler e direção de Elias Andreato; Maria do Caritó de Newton Moreno e direção de João Fonseca. No cinema atuou nos filmes de longa metragem: Bala sem Nome dirigido por Felipe Cagno; Aparecida dirigido por Tizuka Yamasaki; Carandiru dirigido por Hector Babenco; Feliz Ano Velho dirigido por Roberto Gervitz. Vencedor de 11 prêmios nas mais variadas categorias: maquiagem, figurino e atuação. É também colaborador da Academia de Palhaços e diretor de arte da Cia Os Fofos Encenam. Direção de Produção - Maurício Inafre É administrador e produtor de espetáculos e projetos culturais. Principais trabalhos: Espetáculo teatral Carmen, a grande pequena notável, um musical de Heloisa Seixas e Julia Romeu com direção de Kleber Montanheiro, realizado no Centro Cultural Banco do Brasil de São Paulo (2018); Espetáculo teatral Diálogo noturno com um homem vil, de Friedrich Durrenmatt e direção de Roberto Lage, realizado pelo Sesc São Paulo (2018); Espetáculo teatral Dostoiévski Trip de Vladimir Sorokin e direção de Cibele Forjaz, realizado pelo Banco do Brasil nas unidades de São Paulo, Brasília, Rio de Janeiro e Belo Horizonte (2017/2018); Espetáculo teatral A Plenos Pulmões de Vladimir Maiakóvski e direção de Marcia Abujamra, realizado pelo Banco do Brasil na unidade de São Paulo (2017); Espetáculo Single Singers Bar, texto e direção de Dagoberto Feliz, projeto viagem teatral do SESI/SP(2017); Espetáculo teatral ESPELHOS, de Machado de Assis e Guimarães Rosa com direção de Vivien Buckup. Prêmio Zé Renato de produção inédita da prefeitura de São Paulo (2016); Espetáculo teatral OS DOIS E AQUELE MURO, de Ed Anderson e direção de Francisco Medeiros. Prêmio Zé Renato de produção inédita da prefeitura de São Paulo (2016); Espetáculo Teatral JACQUES E SEU AMO, de Milan Kundera, direção de Roberto Lage (2016). Centro Cultural Banco do Brasil/DF; Espetáculo Teatral CAIS, ou da Indiferença das Embarcações, texto e direção de Kiko Marques com a Velha Companhia (2016). Temporada realizada através da lei Proac Icms no Viga Espaço Cênico/SP; Centro Cultural Banco do Brasil/SP; Espetáculo teatral DO AMOR, de Philippe Minyana e direção de Francisco Medeiros. Prêmio Proac de produção inédita e indicado ao prêmio Apca de melhor direção artística (2015).
PROJETO ARQUIVADO.