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PRONAC 191016Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

TAIPAS - Registros Históricos

EDISON PAEGLE BALOD
Solicitado
R$ 151,6 mil
Aprovado
R$ 151,6 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 2,5 mil

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Livros ou obras de referência - valor Humanístico
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
19

Localização e período

UF principal
SC
Município
Criciúma
Início
2019-09-30
Término
2022-11-30
Locais de realização (1)
Criciúma Santa Catarina

Resumo

O projeto consiste em pesquisa para levantamento histórico e cultural da localidade de São Martinho, em Siderópolis-SC, com ramificações nos municípios de Nova Veneza e Cocal do Sul. O foco é o complexo das construções em taipas de pedra, tendo por produto a publicação do livro ¨TAIPAS-Registros Históricos", em formatos impresso e eletrônico (e-book) contendo textos, ilustrações e fotos de elementos que ainda compõem a paisagem local. Em paralelo, serão realizados encontros de audiência pública, como forma de conscientização e para preservação do patrimônio e elaboração de roteiro turístico. O projeto será finalizado com o lançamento do livro e apresentação do roteiro.

Sinopse

Com o título “TAIPAS - Registros Históricos”, a obra constitui-se no levantamento histórico cultural da localidade de São Martinho, município de Siderópolis-SC (com abrangência a Nova Veneza-SC e Cocaol do Sul-SC), com foco nas construções em taipas de pedra para dividir terrenos e piquetes, para estruturas básicas das casas, paióis e currais tendo por resultado, a publicação de um livro em formatos impresso e eletrônico (e-book) contendo textos, ilustrações e fotos de elementos que ainda compõem a paisagem local.

Objetivos

GERAL: PUBLICAR O LIVRO "TAIPAS - Registros Históricos" (impresso e eletrônico/e-book), a partir de pesquisa (entrevistas e documentos), textos, registros fotográficos e ilustrações referentes à formação e atual constituição histórica e cultural das localidades de São Matinho, Santa Luzia e São Geraldo no município de Siderópolis _ SC. ESPECÍFICOS: · Realizar 05 ENCONTROS (Contrapartida Social), com entradas gratuitas, para conscientizar a população local da importância da preservação dessas paisagens como patrimônio natural e arquitetônico do sul catarinense; · Elaborar um ROTEIRO TURÍSTICO em formato digital, como fator de desenvolvimento econômico para as comunidades com foco na gastronomia local, que tem por base, os produtos preparados artesanalmente; · Realizar uma AUDIÊNCIA PÚBLICA (Contrapartida Social) para propor novas soluções para as necessidades de modernização (asfaltamento da estrada), sem prejuízo do patrimônio cultural; · Realizar o EVENTO de LANÇAMENTO DO LIVRO publicado, em conjunto com uma exposição (textos, fotografias, ilustrações, reprodução de documentos históricos, entre outros), como marco finalizador das atividades de produção do projeto.

Justificativa

É de conhecimento geral a dificuldade que passam os agentes do setor cultural quando o assunto é captação de recursos para o desenvolvimento de projetos.Na área de patrimônio local, raros são os editais de fomento, tanto no âmbito estadual (no caso, Santa Catarina), como no Nacional ou internacional. Assim, significativos espaços de histórias comunitárias, que podem parecer irrelevantes num contexto "macro", são na verdade, ambientes povoados por colonizadores que mantêm muitas das características originais e devem ser percebidos e considerados historicamente para os municípios e estados aos quais pertencem, bem como o País, que teve seus "ganhos" no processo de crescimento.Após a análise dos mecanismos de financiamentos abertos para propostas como o projeto TAIPAS - Registros Históricos, o que se identificou como o mais viável, foi a Lei 8313/91 (Lei Rouanet). A proposta de pesquisa e publicação de livro para registro e salvaguarda do patrimônio material, tem amparo no Art. 1°, Incisos:"V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira eVI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro".E, amparo Inciso "II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais", quando nos referimos ao desenvolvimento econômico, com foco na gastronomia (engenho de açúcar e alambique existentes e ainda atuantes).Nesse sentido, o projeto atenderá o Art.3º da referida Lei, em seus Incisos: "III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico e IV- estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais", mediante o registro fotográfico das construções que ainda existem e mantém sua originalidade na localidade e o registro da memória oral da comunidade, onde vivem pessoas com idade avançada, filhos dos primeiros colonizadores de origem italiana.Justificada legalmente, a inscrição da proposta na Lei Rouanet, passamos à fundamentação da mesma:Somando, aproximadamente, 900mil habitantes, o Sul Catarinense é uma das seis mesorregiões de Santa Catarina, formada pela união de 47 municípios agrupados em três microrregiões. Resultado da mistura de diversas etnias, é considerada a região mais "italiana" do Estado, pois, cerca de 65% da população é descendente de italianos, sendo que em alguns municípios esse percentual chega a quase 100%.Nesse contexto, encontra-se a Microrregião de Criciúma, com 11 municípios, entre eles: Balneário Rincão, Cocal do Sul, Criciúma, Forquilhinha, Içara, Lauro Müller, Morro da Fumaça, Nova Veneza, Siderópolis, Treviso e Urusssanga.Atraídos pela promessa de terras, imigrantes italianos chegaram à região nos anos entre 1877 e 1895, vindos do norte da Itália, regiões do Tri-Vêneto.Nessa "caminhada", enfrentaram grandes desafios para se estabelecerem e tornar o solo produtivo. Um deles, foi tombar a floresta com ferramentas rudimentares; outro, foi liberar o solo das pedras basálticas (pedra ferro) que recobriam extensas áreas, nas propriedades na região. Com a expreiência trazida do Tri _Vêneto (Itália), os imigrantes logo encontraram utilidade para as pedras: a construção de residências, alicerces, paredes de porões e muros que serviriam como cercas (taipas) para delimitar terrenos, fazer piquetes, entre outras utilizações.Especialmente, nos municípios de Nova Veneza, Siderópolis e Cocal do Sul, muitos exemplares dessas taipais permanecem da mesma forma que foram erguidas há mais de 100 anos, como nas localidades de São Martinho, Santa Luzia e São Geraldo, formando um dos mais representativos conjuntos de taipas do sul do Estado.Depois de algumas décadas praticamente esquecidas, a técnica está sendo resgatada por descendentes dos primeiros taipeiros, que utilizam o mesmo tipo de pedra para a construção de novas taipas, porém, com uma finalidade mais decorativa do que propriamente utilitária.O conteúdo da publicação, com textos, fotografias, ilustrações, relatos e entrevistas será um documento que permitirá traçar uma abordagem comparativa com as construções correlatas no norte da Itália, que, além da proteção das construções centenárias, criará, perspectivas de expansão do turismo histórico-cultural no sul de Santa Catarina, que tem se mostrado em gradativo desenvolvimento, a partir de eventos como o Carnevale di Venezia (Nova Veneza); Festa do Vinho (Urussanga), Festa das Etnias (Criciúma), Ritorno Alle Origini (Urussanga), Festa do Colono (Siderópolis), entre outros.Entendendo a cultura como um processo humano e social, construída ao longo do tempo, a investigação e documentação de outros olhares sobre as atividades de um determinado grupo, é de extrema relevância para se garantir o acesso da população às suas origens. Assim, a produção de uma publicação sobre o caminho das taipas não resgatará apenas o aspecto histórico e cultural das comunidades que aprenderam a conservar suas tradições, mas também, propõe uma abordagem do tema à luz de uma ampla discussão do futuro de tais construções e a necessidade da criação de mecanismos de salvaguarda desse patrimônio que corre risco de alteração e possível desaparecimento, o que tem preocupado a comunidade local que ainda mantém muitos aspectos originais, incluindo a gastronomia, o folclore, a língua no dialeto Vêneto e a produção de subsistência (leite, queijo, melado, açúcar mascavo, aguardente, etc.).Assim, a realização do projeto com a produção e publicação do livro "TAIPAS - Registros Históricos", é crucial para o desenvolvimento de ações subsequentes, abrangendo: educação patrimonial, economia solidária, turismo e outras que venham consolidar a salvaguarda do patrimônio cultural local e, por consequência, de um aspecto crucial da história dos imigrantes no Sul de Santa Catarina, fomentando a aproximação, a convivência e o fortalecimento social, econômico e cultural das comunidades.

Estratégia de execução

IMPACTOS AMBIENTAIS: Para minimizar os impactos ambientais, no período da pesquisa, serão desenvolvidas ações de plantio de vegetação com mudas nativas da região, principalmente, frutíferas, como jabuticaba, gabiroba, amora, bacupari, murta, pitanga, etc. PROJEÇÕES DE CONTINUIDADE:Após a publicação do livro, a proposta de continuidade é de exposições do material coletado (textos, fotografias e ilustrações) nos principais eventos culturais dos municípios da Região Carbonífera, como também, em espaços de interesse público, como instituições de ensino superior, órgãos de cultura, museus, entre outros.Em paralelo, serão captados elementos para elaboração de projeto no intuito de realizar documentário referente a pesquisa e será criado um canal de intercâmbio cultural com a localidade de origem na Itália (regiões do Vêneto).

Especificação técnica

PRODUTO: livroTÍTULO: "TAIPAS: registros Históricos"Serão publicados 1000 volumes, em papel miolo Couchê 115 gramas 4x4 cores em offset. Capa: Papel triplex 300 gramas.Número de páginas: 150 páginas, com textos, ilustrações e fotos. O livro deverá ser transformado em e-book para ampla divulgação, via internet.Formato do livro: 24x30cmCada exemplar do livro vai no interior de uma caixa em papel triplex 300 gramas, com a mesma proposta visual da capa.Conteúdo textos: histórias das famílias pioneiras nas três comunidades e que tenham ligação com as taipas, fazendo uma ligação com o espaço contemporâneo e suas transformações.Ilustrações: feitas a partir de desenho de observação com pranchas aquareladas no formato A3 em papel para aquarela 300 gramasO tema é o ambiente das comunidades onde será realizado o projeto (casarios, muros de pedra, paisagens, pessoas, ofícios, etc.).Fotos: será feito de forma semelhante às ilustrações, registrando o ambiente das comunidades onde será realizado o projeto (casarios, muros de pedra, paisagens, pessoas, ofícios, equipamentos, utensílios, ferramentas, etc.).Em cada volume será inserido um CD com áudio-descrição como meio de acessibilidade aos deficientes visuais.

Acessibilidade

LIVRO: Inserção de DVD com audiodescrição das fotografias, ilustrações e conteúdo publicados, traduzindo as imagens em palavras e proporcionando aos deficientes visuais a acessibilidade ao conteúdo da publicação EVENTOS: Encontros de Conscientização (Contrapartida Social), Audiência Pública e Lançamento são eventos que envolvem participação de grande número de público, serão realizados no Centro Comunitário de São Martinho, local de fácil e amplo acesso, incluindo o ingresso de pessoas com mobilidade reduzida. ACESSIBLIDADE GERAL: Divulgação do projeto e sua execução, em página específica na Internet (BLOG e redes sociais), como meio e ampliação do acesso.

Democratização do acesso

O processo da pesquisa será divulgado por meio eletrônico (Internet) e posterior publicação e distribuição gratuita do produto, incluindo e-book. Assim, o acesso será amplo e estará garantido, através da web e das principais instituições/órgãos difusores da cultura, sem limites de abrangência; Como medida educativa, serão realizados encontros com palestras de conscientização, com assuntos referentes à Patrimônio Cultural, a serem ministradas por profissionais das áreas afins. O último encontro será destinado ao planejamento estratégico, junto à comunidade, para definir ações de continuidade do projeto, com sustentabilidade. Esta ação está contemplada como contrapartida social. Todos os eventos do projeto que envolvem participação de grande número e público (Encontros de Conscientização, Audiência Pública e Lançamento) serão realizados no Centro Comunitário de São Martinho, com ampla divulgação via redes sociais, banners e mobilização nos locais de maior fluxo de pessoas. A entrada será gratuita e o local de realização dos eventos é de fácil e amplo acesso, incluindo pessoas com mobilidade reduzida. Para facilitar a participação, as datas serão estipuladas junto com a comunidade, de preferência, em horário noturno ou fins de semana. A publicação terá distribuição gratuita para órgãos oficiais de cultura e bibliotecas públicas de Santa Catarina, além de edição e-book, com divulgação e distribuição via internet. Prospecção distribuição: a. 100 para patrocinadores e apoiadores; b. 200 para órgãos governamentais de cultura de SC; c. 40 para Secretaria especial da Cultura e IPHAN; d. 100 para a comunidade; e. 70 para parceiros; f. 80 para os profissionais participantes do projeto; g. 60 para divulgação junto aos veículos de comunicação, com abrangência local, estadual e nacional); h. 20 para as comunidades de origem na Itália; i. 330 para manutenção do programa e do projeto em seus desdobramentos. j. O livro eletrônico será disponibilizado nas páginas do projeto (Facebook e Blog), como também em sites de órgãos de cultura interessados. PROCESSO PESQUISA: será divulgado por meio eletrônico (Internet) para que o público interessado possa acompanhar as etapas de execução do projeto e participar das atividades paralelas; ROTEIRO TURÍSTICO: este será divulgado e ‘distribuído’ via internet com ampla divulgação nas redes sociais.

Ficha técnica

FICHA TÉCNICA: NOME: JOSE CARLOS JOSÉ FUNÇAO NO PROJETO: . Coordenaçao administrativo-financeira . Contador PROFISSAO: Contador FORMAÇÃO ACADÊMICA - Bacharel em Contabilidade pela UNESC – Universidade do Extremo Sul Catarinense no ano de 2002;- Pós Graduado em MBA Contabilidade e Controladoria pela UNISUL – Universidade do Sul de Santa Catarina no ano de 03/2003 A 07/2004;- Pós Graduado em MBA Gestão Tributária pela UNESC – Universidade do Extremo Sul Catarinense no período de 07/2004 a 11/2005 EMPRESA FORÇA E LUZ DE URUSSANGA LTDAPERÍODO: 01/04/1993 A 14/03/2005FUNÇÃO: CONTADOR - PROPRIETÁRIO ESCRITÓRIO DE CONTABILIDADEINÍCIO EM 04/2006 ATÉ O PRESENTE MOMENTO. ÁREA SOCIAL- PRESIDENTE DO CONSELHO COMUNITÁRIO DE URUSSANGA DO CENTRO SOCIAL URBANO DR. ALDO CARUSO MAC DONALDPERÍODO: 03/1993 A 12/2014- PRESIDENTE DA ASSOCIAÇÃO DE MORADORES DO BAIRRO MORRO DA GLÓRIA, URUSSANGA SCPERÍODO: 05/1998 A 05/2000PERÍODO: 05/2002 A 05/2004- MEMBRO DO C0NSELHO MUNICIPAL DE SAÚDE PERÍODO: 2005/2006- MEMBRO DA RÁDIO COMUNITÁRIA PERÍODO; 2006/2007- TESOUREIRO DO CONSEG – CONSELHO DE SEGURANÇA DO MUNICÍPIO DE URUSSANGAPERÍODO: 2007/2009 ........................................................ NOME: Edison Paegle BalodFUNÇAO NO PROJETO: Proponente/administrador, Pesquisador e ilustrador. ATIVIDADES: ⦁ Administração do projeto, juntamente com o coordenador financeiro, acompanhamento e vistoria de sua execução; ⦁ Pesquisa documental, em parceria com Antônio Cesar Medeiros Pereira; e⦁ Produção de ilustrações referentes ao projeto. Edison Paegle Balod (Edi Balod) é graduado em Comunicação Social – Jornalismo – na PUCRS. É especialista em arte e educação e professor universitário aposentado com atuação na Unesc – Universidade do Extremo Sul Catarinense, nos cursos de Artes Visuais, Arquitetura, História e Geografia.Ocupou o cargo de Presidente na Fundação Cultural de Criciúma-SC (2000-2004).Atualmente, dedica-se exclusivamente às diversas formas da expressão artísticas, como Artes Plásticas (exposições, instalações e performances), Literatura (produção de poemas, livros) e Cinema (com participações em várias produções estaduais).Na área musical coordena grupos de cantoria relacionados ao folclore e promove saraus poéticos e musicais no espaço “Atelier Casa Arte Ana Frida – Antiques”, além de exposições artísticas com representantes locais e em parceria com o curso de Arte Visuais da Unesc.Por seu vasto conhecimeento e experiência no setor cultural, tanto como produtor, quanto, como artista plástico, folclorista e pesquisador, além da vivência como professor universitário em disciplinas afins e gestor cultural junto à Fundação Cultural de Criciúma, Edison Paegle Balod demonstra capacidade e competência para exercer as atividades propostas. .................................NOME: Antônio César de Medeiros PereiraFUNÇÃO NO PROJETO: Pesquisador/escritor e fotógrafo, terá por atividades:⦁ Registro fotográfico;⦁ Pesquisa documental e entrevistas;⦁ Escrita dos textos.Antônio César de Medeiros Pereira nasceu em Jaguaruna, Santa Catarina, em 12 de junho de 1964. É formado em Artes pela Unesc e Jornalismo pela Unisul. Atuou como chargista e cronista do Jornal da Manhã em Criciúma por 15 anos. Também trabalhou como chargista para os jornais Diário de Notícias, Folha Regional, Correio de Notícias e Jornal Vanguarda. Atualmente faz charge para o jornal Folha do Vale, de Braço do Norte.De 1991 a 1992 participou da Oficina de Pintura no Atelier Livre de Porto Alegre, tendo como orientador o pintor Paulo Porcela. Na mesma época participou da Oficina de HQ com os cartunistas Santiago, Iotti, Edgar Vasques e Joaquim da Fonseca. Foi co-editor da revista de História em quadrinhos “Oficina HQ” e participou de diversas produções de HQ, como roteirista e desenhista.Em 2002, juntamente com os cartunistas Otávio, Fábio Matos e Bel Duarte, participa da exposição “Humor Nosso de Cada Dia” na Unesc. Em 2004, com Bel Duarte e Thiago Tavares participa da exposição “Humor a Três”, na Casa da Cultura de Criciúma.Em 2011, realiza a mostra De Casso a Rio Maior, desenhos com aguada e bico de pena, na Casera Dei Friulani, no Parque Municipal Ado Cassetári Vieira. Em 2012, realiza mostra fotográfica “A Arte de Zé Diabo” no Espaço Cultural Fretta em Orleans.Em 2017 participa da exposição “Madeira e Cerâmica” na Casa Arte Ana Frida, em Criciúma. Em 2018, juntamente com o artista plástico Edi Balod participa da exposição “Das Coisas da Terra, do Céu e do Mar Catarina Sul”, no Museu Histórico de Araranguá.Entre 2012 e 2016, foi coordenador do Núcleo de Cerâmica Artística de Morro da Fumaça – SC.Na literatura, estreou com a publicação de duas crônicas na coletânea “Percepções”, organizada e publicada em 2001, por Ivonilson Magalhães.Em 2010, foi coautor do livro “Urussanga, Traços da História” e publicou o romance policial “Eu Matei o Ombudsman”. Em 2011, publicou, em coautoria, o livro sobre a imigração italiana para Urussanga “Um Vapor para a Benedetta” e o livro de crônicas “Vinte Oito”. Em 2012, lançou o livro “Contos de Natal”. Em 2013 escreveu e publicou o livro biográfico, “João Trento, Cento Anni di Storia”. Também em 2013 publicou o romance policial “Uma Barra de Ferro na Cara”. Em 2017, publicou o livro biográfico “Vida e Laoro, narrativas da família de Quintino Padoin”. No mesmo ano, publica a coletânea de contos “3x5, isto não é um livro de matemática”, juntamente com Karla Ribeiro e Lauro Henrique. ......................................... NOME: Antônio Euclides De Lorenzi CancelierFUNÇÃO NO PROJETO: Coordenador geral, tendo por atividades: ⦁ Acompanhamento e a fiscalização no cumprimento do cronograma; ⦁ Produção executiva dos eventos relacionados ao projeto;⦁ Contatos com órgãos governamentais e não governamentais para estabelecer parceriasNasceu em 02 de dezembro de 1944, em Urussanga. Formado em Engenharia de Agrimensura em 1976 na Fucri/Unesc.Participou de diversos concursos fotográficos, sendo premiado com o primeiro lugar na modalidade Vales da Uva Goethe da V Giornata Fotografica em 2013. Em 2012 participou da mostra fotográfica A Arte de Zé Diabo. Em 2014 participou da mostra coletiva da Uva ao Vinho. Além da fotografia, a arte gastronômica também faz parte da vida de Antônio De Lorenzi Cancelier, sendo inclusive premiado com o primeiro lugar em concurso gastronômico realizado durante a V Ritorno Alle Origini.No vinho, já recebeu diversos prêmios em concursos regionais.Em 2014 também participou como monitor da Oficina de Escultura e Madeira, realizada para alunos da Escola Lídyo de Brida, em UrussangaAtualmente, faz parte da Banca de Avaliação do Vinho Goethe. Como também produz vinhos em sua cantina, localizada na comunidade de Palmeira Alta, Orleans – SC;além de coordenar a galeria do Espaço Fretta Cultural em Urussanga.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.