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PRONAC 191023Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Aplicativo sobre o patrimônio histórico e cultural de Juiz de Fora (MG)

DALILA VARELA SINGULANE
Solicitado
R$ 175,7 mil
Aprovado
R$ 175,7 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Projetos Audiovisuais Transmidiáticos
Enquadramento
Artigo 26
Tipologia
Projetos normais
Ano
19

Localização e período

UF principal
MG
Município
Juiz de Fora
Início
2019-08-05
Término
2021-12-31
Locais de realização (1)
Juiz de Fora Minas Gerais

Resumo

Temos como propósito promover e incentivar a proteção do patrimônio histórico e cultural da cidade de Juiz de Fora (MG) e a valorização da cultura local, através da adoção de ações e instrumentos educativos de amplo acesso. Para alcançar esse objetivo, temos como meta o desenvolvimento de aplicativo e de livreto relacionados à temática patrimonial, bem como a ampla divulgação desses recursos, a fim de que o patrimônio histórico e cultural se torne mais acessível e conhecido por todos. O aplicativo gratuito para celular disponibilizará para os usuários informações sobre todos os bens tombados e registrados do município e sobre as áreas verdes preservadas, contando com fotos, vídeos e áudio descrição, para maior acessibilidade. Além disso, serão realizadas ações de formação cultural com a distribuição gratuita dos livretos na rede municipal de ensino e seminário com palestrantes como contrapartida social.

Sinopse

Aplicativo (produto principal): Aplicativo para celular (Android e IOS) totalmente gratuito para download, disponibilizando o histórico e informações sobre a proteção legal de todo o patrimônio histórico e cultural de Juiz de Fora (MG), bem como as áreas verdes preservadas da cidade. O aplicativo contará com textos explicativos, fotos e vídeos dos locais e manifestações culturais, bem como opção de áudio descrição a fim de promover maior acessibilidade para deficientes visuais e pessoas ainda não alfabetizadas; Formação cultural: O seminário tem por meta levar o debate sobre a proteção cultural para a esfera pública da cidade. Logo, pretende-se convidar pesquisadores que lidam diretamente com o patrimônio e acadêmicos da área para que a população tenha oportunidade de debater junto à esfera institucional as questões preservacionistas em Juiz de Fora, traçando rumos cada vez mais democráticos para esse campo. Voltado a professores da rede pública de ensino e estudantes das áreas de arquitetura, história, turismo, direito e áreas afins, o seminário buscará enfatizar a importância do uso da arte e cultural nos processos educativos, relacionando e publicizando o aplicativo (produto principal da proposta) como ferramenta que pode auxiliar nesse processo, uma vez que os profissionais terão acesso a informações sobre o patrimônio de forma simples e fácil, podendo utilizar as informações em sala de aula. Conforme previsto na IN n°2/2019 estarão reservados pelo 50% dos ingressos aos professores e alunos da rede pública e os outros 50% estarão disponíveis para o público em geral, para que o debate ocorra de forma ampla e democrática. Será emitido certificado de participação para todos os participantes, inclusive os palestrantes. Ocorrerá ampla divulgação do evento para que atinja todo o seu potencial. Desejamos que haja apresentação de grupo cultural da cidade ao final do evento. O seminário ocorrerá de forma totalmente gratuita. Ampliação do acesso: O livreto, em suas trinta e cinco páginas, contará com atividades educativas sobre o patrimônio adequadas à faixa etária das crianças dos anos iniciais. Busca-se relacionar este público com os bens patrimoniais localizados em diferentes regiões da cidade, ampliando seu horizonte cultural. Dessa forma, a proposta busca estimular os alunos à leitura, escrita e criatividade, pontos cruciais ao aprendizado. A educação relacionada a temas históricos e culturais se faz primordial em crianças dos anos iniciais de escolarização, uma vez que é nessa idade que elas começam a se reconhecer enquanto ser social, e, assim, ensiná-las sobre referências culturais estimula seu desenvolvimento. Os livretos serão distribuidos durante as atividades de educação patrimonial nas escolas de forma gratuita.

Objetivos

Objetivos Gerais: Popularizar o patrimônio histórico e cultural, despertando uma consciência crítica e responsável e atentando para a preservação do patrimônio em toda sua expressão, isto é, envolvendo experiências pessoais e a identificação do indivíduo com o meio no qual está inserido enquanto ser social. Objetivos específicos: Desenvolver aplicativo para celular (Android e IOS) totalmente gratuito para download, disponibilizando o histórico e informações sobre a proteção legal de todo o patrimônio histórico e cultural de Juiz de Fora (MG), bem como as áreas verdes preservadas da cidade. O aplicativo contará com textos explicativos, fotos e vídeos dos locais e manifestações culturais, bem como opção de áudio descrição a fim de promover maior acessibilidade para deficientes visuais e pessoas ainda não alfabetizadas; Divulgar amplamente o aplicativo em mídias sociais e em veículos de comunicação em massa, além de promover ações de contrapartida social de formação cultural que inclui seminário e ações educativas nas escolas municipais com distribuição gratuita de livreto. O seminário tem por meta levar o debate sobre a proteção cultural para a esfera pública da cidade. Logo, pretende-se convidar formalmente pesquisadores da área que lidam diretamente com o patrimônio para que a população tenha oportunidade de debater junto à esfera institucional as questões preservacionistas em Juiz de Fora, traçando rumos cada vez mais democráticos para esse campo; Elaboração e distribuição dos citados mil livretos de trinta e cinco páginas para alunos de escolas da rede municipal. O conteúdo do livreto abordará de forma educativa o patrimônio histórico e cultural de Juiz de Fora (MG), com linguagem e atividades adequadas à faixa etária das crianças. A distribuição desse material aliada a atividade educativa nas escolas sobre o tema, visa estimular a curiosidade sobre o patrimônio, a visitação aos museus da cidade e o reconhecimento e identificação de bens e lugares representativos para a memória coletiva local. Tal abordagem pretende corroborar com o que Henri Lefebvre (2001) classifica como direito à cidade, criando uma consciência sócio-histórica e preservacionista;

Justificativa

Compartilhando da posição colocada por Rodrigo Melo Franco de Andrade, dirigente do IPHAN desde sua criação até 1967, acreditamos que somente a educação é capaz de produzir uma efetiva valorização e consequente preservação do patrimônio histórico e cultural. A educação para o conhecimento dos monumentos e práticas culturais gera resultados positivos para toda a sociedade, na medida em que amplia o conhecimento sócio-histórico a respeito das referências e manifestações culturais, e por conseguinte, desenvolve o respeito pelo outro, contriuindo para o desenvolvimento dos cidadãos. Juiz de Fora conta hoje com mais de 180 bens protegidos e 17 áreas verdes, sendo uma importante cidade mineira desde sua fundação no século XIX. Polo de comércio e cultura, a cidade mineira detém em seu território um dos mais importantes museus nacionais, Museu Mariano Procópio, que possui sob sua tutela o segundo mais maior acervo imperial do Brasil. Centro cultural e econômico da região, a cidade se desenvolveu acompanhando a efervescência cultural dada por sua formação marcadamente constituída pela imigração do final do século XIX e início do XX, que deixaram um grande legado para a cidade, tendo como destaque os povos germânicos e italianos. Logo, sua constituição urbana reflete tal movimento em seus estilos arquitetônicos e manifestações culturais, transmitindo aos moradores e visitantes uma intensa relação com a arte, que pode ser apreciada nos painéis de Portinari das fachadas do edifício Clube Juiz de Fora, no edifício do Banco do Brasil desenhada por Oscar Niemeyer, no grande número de edificações modernistas e em art nouveau, entre tantos outros exemplares representativos de variadas tendências culturais. A diversidade é também enfatizada pelas manifestações culturais protegidas, como o Batuque Afro-Brasileiro de Nelson Silva, o Festival Internacional de Música Colonial Brasileira e Música Antiga, entre outros. Contudo, tais expressões culturais e edificações históricas não são plenamente conhecidas pela população, devido principalmente ao seu grande volume e pouca visibilidade em alguns casos. Assim, a presente proposta vem de encontro a essa problemática, investindo na tecnologia para ajudar a preencher essa lacuna da proteção patrimonial da cidade, uma vez que a facilidade de acesso proporcionada pela ferramenta dinamiza a relação do cidadão com a história local, democratizando o acesso à informação. Com o aplicativo, andando pela cidade, o usuário receberá uma notificação sempre que passar por algum bem protegido ou local de manifestação cultural, podendo atentar seu olhar para esses bens e até mesmo fiscalizar se sua história e cultura estão sendo devidamente preservados por seus responsáveis legais. Objetivando atingir também crianças que ainda não têm pleno acesso à internet, seja pela sua faixa etária ou por sua condição social, a proposta também engloba ações de educação patrimonial em escolas selecionadas da rede municipal da cidade. A partir da elaboração de um livreto, que contará com atividades educativas sobre o patrimônio adequadas à faixa etária das crianças dos anos iniciais, busca-se relacionar este público com os bens patrimoniais localizados em diferentes regiões da cidade. Dessa forma, a proposta possibilita também o estímulo dos alunos à leitura, escrita e criatividade, pontos cruciais ao aprendizado. A educação relacionada a temas históricos e culturais se faz primordial em crianças dos anos iniciais de escolarização, uma vez que é nessa idade que elas começam a se reconhecer enquanto ser social, e, assim, ensiná-las sobre referências culturais estimula seu desenvolvimento enquanto cidadãos. Através do patrimônio é possível mostrar de forma concreta como a diversidade cultural construiu e continua construindo a nossa sociedade. Além de divulgar pontos históricos, o livro enfatizará os museus da cidade, buscando incentivar as crianças e seus familiares a conhecer pessoalmente os espaços. Assim, se pretende, a partir da facilitação do acesso, ampliar o horizonte cultural de crianças e jovens, uma vez que no Brasil cerca de 116 milhões de pessoas acima de 10 anos estão conectadas a internet, sendo 94,6% via celulares, segundo matéria do portal G1 de fevereiro de 2018. Logo, entende-se ser importante adaptar o conteúdo educacional às novas formas de aprendizado, dando novos usos ao que primeiramente é entendido como distração e entretenimento para os jovens. Isto é, acreditamos no potencial do aplicativo "Caminhos da História: Juiz de Fora" como meio de informação para a população, que hoje se vê limitada a pesquisar no incipiente histórico existente no site da Prefeitura Municipal sobre apenas 43 dos 186 bens tombados da cidade. Um outro meio de acesso a essas informações é consultar pessoalmente os processos de tombamento e registro. No entanto, essa alternativa é bastante limitada em função da dificuldade de fazer pesquisas in loco e em horário comercial. Juiz de Fora, segundo senso de 2018, estima ter 564.310 habitantes, o que torna inviabilidade desta consulta in loco ainda mais evidente. Além disso, o manuseio excessivo de tais processos administrativos leva a uma deterioração ainda mais rápida do documento público, além do risco iminente de rasuras e rasgos. Portanto, a disponibilização dessas informações como histórico, ano de tombamento ou registro, fotos e vídeos, se faz imprescindível para a democratização do conhecimento. Nesse sentido, o aplicativo tem, também, o potencial de alcançar salas de aula como ferramenta de auxílio educacional. Por fim, a divulgação do patrimônio histórico e cultural por meio do aplicativo facilita, não somente ao morador, mas também ao visitante e ao turista conhecer a história de Juiz de Fora, cidade polo da região da Zona da Mata mineira que reúne em seu território uma Universidade Federal e diversas particulares, um Instituto Federal de ensino, além de diversos hospitais de referência para o entorno. Sua proximidade com o Rio de Janeiro aproxima turistas cariocas e de outras localidades, pelo seu fácil acesso. Assim, a facilidade tecnológica amplia o alcance do conhecimento, fazendo com que a população brasileira conheça mais de perto sua história e o patrimônio que sustenta. Concluindo, acreditamos que nossa proposta de desenvolvimento do aplicativo e elaboração do livro educativo, a serem disponibilizados gratuitamente, contempla os direcionamentos dados pelo Art. 1° da Lei n°8.313, de 23 de dezembro de 1991, na medida em que contribui para facilitar o livre acesso à informação e à cultura. A proposta promove e estimula a regionalização da produção cultural e artística brasileira e a valorização de recursos humanos e conteúdos locais, uma vez que nosso foco será a cidade Juiz de Fora (MG). Apoia, valoriza e difunde o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores, visando proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional. O conhecimento público estimula a salvaguarda, a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira, preservando os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro.

Estratégia de execução

O tempo estimado para execusão e finalização do projeto são de 170 dias.

Especificação técnica

Aplicativo gratuito para telefone móvel de sistema operacional Android ou IOS, com conteúdo histórico e informacional de todos os bens históricos, culturais e ambientais protegidos legalmente (nível municipal, estadual e federal) da cidade de Juiz de Fora (Minas Gerais). O conteúdo contará também com fotos, videos e audiodescrição, além de ferramenta de alerta ao localizar o usuário próximo a bem protegido; Atividade de educação patrimônial para alunos dos anos iniciais de escolarização, com duração máxima de 30min. visto a faixa etária das crianças e o cronograma escolar. A atividade de educação patrimonial consistirá em breve explanação sobre a história de Juiz de Fora (MG) e a importância da preservação da memória para as gerações futuras, o livreto será distribuido no início da atividade para que assim possa servir de suporte didático para os estudantes. Serão produzidos 1.000 (mil) de 35 (trinta e cinco) páginas com textos, ilustrações e atividades educativas para crianças dos anos iniciais de escolarização sobre o patrimônio histórico e cultural de Juiz de Fora (MG); Seminário de formação cultural contará com palestra de especialistas sobre o patrimônio municipal em diálogo com a educação escolar, direcionando então para a potencialidade do aplicativo produto principal da porposta, visto que com ele será possível que educadores tenham um maior e fácil acesso ao patrimônio da cidade. Contaremos com a participação de dois palestrantes que têm experiência na área e com apresentação de grupo cultural da cidade ao final das palestras, contribuindo, assim, para divulgação do patrimônio imaterial da cidade. Além disso, contaremos com interpréte de libras durante todo o evento. Será emitido certificados de participação para todos os participantes e palestrantes, sem custos adicionais. O evento acontecerá em teatro público local que conta com 407 lugares, de forma totalmente gratuita conforme IN n°2/2019. Metade dos ingressos estará reservada a professores e alunos da rede pública de ensino e os outros 50% estarão disponíveis para o público em geral. As palestras terão duração total de 2 horas sendo reservados 30 minutos ao final para perguntas do público.

Acessibilidade

O aplicativo a ser desenvolvido pela proposta contará com audiodescrição para maior acessibilidade para deficientes visuais e pessoas não alfabetizadas. Para a ação de educação patrimonial nas escolas, será realizada consulta prévia para conhecimento de possíveis alunos com necessidades especiais e assim, elaboração de livreto específico que as atenda (braile) e interprete de libras. O seminário de formação cultural será realizado em teatro público local, que já conta com rampas e elevadores de acesso e contará com intérprete de libras durante todo o evento.

Democratização do acesso

De acordo com o inciso X, Art. 21, da IN nº 02/2019, o aplicativo para celular contará com audiodescrição e imagens para democratizar o acesso, com custos previstos no orçamento. Além disso, o aplicativo estará disponível de forma totalmente gratuita para download para celulares com sistema operacional Android e IOS, podendo qualquer um, em qualquer lugar do mundo, baixa-lo. O livreto a ser desenvolvido está de acordo com o inciso VII, Art. 21, da IN nº 02/2019, uma vez que faz parte da ação cultural pensada exclusivamente para público infantil e infantojuvenil de escolas públicas municipais, com custos já previstos no orçamento. A atividade de formação cultural como contrapartida cultural em conformidade com Art. 22, da IN nº 02/2019, será totalmente gratuita e realizada em local público que já conta rampas e elevadores de acesso, sendo reservado 50% dos lugares a professores e estudantes da rede pública de ensino. Por fim, durante a realização de todas as atividades culturais será permitido e até mesmo incentivado que os participantes façam registros fotográficos e os vinculem a mídias sociais, conforme previsto no inciso IV, Art. 21, da IN nº 02/2019. Além disso, será criada página oficial do projeto em redes sociais, sem custos adicionais, para divulgação de tais imagens captadas durante as ações. As ações e produto da proposta serão amplamente diulgados em veículos de comunicação, havendo complementação de divulgação por meio de fixação de cartazes em locais de grande circulação, como transporte público, para que a população usuflua do aplicativo e compareça a ação de formação cultural.

Ficha técnica

Dalila Varela Singulane (proponente; coordenação e elaboração geral do projeto, históricos e livreto, palestrante em ação de divulgação nas escolas) Mestranda em História pela Universidade Federal de Juiz de Fora, com pesquisa voltada ao patrimônio histórico e cultural urbano; bacharel em História, com ênfase em Patrimônio Cultural pela UFJF. Trabalhou por 2 (dois) anos como estagiária de História na Divisão de Patrimônio Cultural da prefeitura municipal de Juiz de Fora (MG), desenvolvendo atividades de produção de históricos e dossiês para processos de tombamento e registro, e ações de educação patrimonial. Participou da organização do "Seminário Olhar Sobre o que é Nosso" (2018), da Prefeitura Municipal de Juiz de Fora. Participou da organização da Semana de Museus por dois anos (2017 e 2018). Produção acadêmica voltada ao patrimônio histórico e cultural, tendo quatro artigos anexados a anais de eventos. Karina Avelar de Almeida (elaboração de históricos e livreto, palestrante em ação de divulgação nas escolas) Licenciada em História, com ênfase em patrimônio cultural pela Universidade Federal de Juiz de Fora. Atualmente professora de história da rede estadual de ensino de Minas Gerais. Trabalhou como estagiária por um ano e meio na Divisão de Patrimônio Cultural da prefeitura municipal de Juiz de Fora (MG), desenvolvendo atividades de produção de históricos e dossiês para processos de tombamento e registro, e ações de educação patrimonial. Participou da organização do "Seminário Olhar Sobre o que é Nosso" (2018), da Prefeitura Municipal de Juiz de Fora e Semana de Museus (2018). Alexssandro Alves dos Reis (Desenvolvedor responsável pelo aplicativo) Manager Software Development do aplicativo "Ta Na Escuta" (2018 - Atualmente), gerente de desenvolvimento, auxiliando a equipe na migração e convivência do código legado, aplicando as melhores práticas de desenvolvimento em conjunto com novas tecnologias. Atuou como arquiteto de Soluções no CAED, Centro de Políticas Públicas e Avaliações da Educação, da Universidade Federal de Juiz de Fora (2018-2019), desenvolvendo soluções para a área do ensino, definindo arquiteturas utilizando Parse Server, Angular.js, React, montagem de soluções DEVOPS para automatização de tarefas e arquitetura. Trabalhou como System Analyst/Team Leader, na empresa Stefanini (2016-2018). Desenvolvedor FullStack, desenvolvendo e mantendo aplicações que envolvem o ecossistema Java/JEE, o framework Spring e suas especialidades. Android/iOS Developer, APPTA (2013 - 2014): Desenvolvimento de aplicações para Android e iOS utilizando tecnologia nativa da plataforma, implementação de ecossistema de micro serviços, desenvolvimento de serviços RestFull utilizando Java com Spring Framework, desenvolvimento da camada Front-end utilizando AngularJS, Bootstrap e Bower. Coordenação da equipe de desenvolvimento. IT Consultant, Universidade Federal de Juiz de Fora (Out/2013 - Dez/2013). Prestação de coach sobre desenvolvimento de aplicações Android.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.