Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
O Circuito Penedo de Cinema emerge da junção de quatro grandes e já consagrados eventos do cinema alagoano: o Festival de Cinema Universitário de Alagoas; o Encontro de Cinema Alagoano (9ª edição); a Mostra Velho Chico de Cinema Ambiental (6ª edição); e, a retomada do Festival do Cinema Brasileiro (12ª edição). O evento objetiva fomentar a cultura cinematográfica e fazer girar o ciclo da produção audiovisual independente alagoana e nacional. Em sua Edição de 2019, o evento será realizado durante sete dias e conta com uma programação e atividades bastante diversificada e gratuitas, além das mostras competitivas, oficinas, palestras e mesas-redondas para os entusiastas do cinema nacional e de apresentações artístico-culturais e shows musicais. Realiza ainda, Mostra não-competitivas de "Cinema Infantil" e uma retrospectiva da "Mostra Sururu de Cinema Alagoano", assegurando ainda espaço aberto para interação com outras iniciativas, mostras e festivais de outros estados nordestinos.
I. Mostra Competitiva Universitária Mostra de filmes em curta-metragem com temática, gênero e formato livres, respeitando apenas o tempo máximo de 25 min. É composta por duas fases, a de seleção e a de julgamento. A premiação tem duas categorias: Melhor Filme Júri Oficial e Melhor Filme Júri Popular. II. Mostra Competitiva de Cinema Brasileiro Segue o mesmo formato da anterior, com mostra de filmes em curta-metragem com temática, gênero e formato livre. É composta por duas fases, a de seleção e a de julgamento. A premiação é constituída por: Melhor Filme Júri Oficial e Melhor Filme Júri Popular. III. Mostra Competitiva de Cinema Ambiental A mostra de filmes em curta metragem que abordem em seu conteúdo a Bacia do Rio São Francisco em seus mais variados aspectos (socioeconômico, cultural e ambiental). As exibições têm como público prioritário: estudantes da Educação Básica técnica e tecnológica e superior de todas as redes de ensino da região. A premiação se dará em duas categorias: Melhor Filme Júri Oficial e Melhor Filme Júri Popular. Obs.: Em todas as mostras onde existe a premiação conferida pelo Júri Popular, este é composto por todos os espectadores presentes e a votação realizada através de aplicativo desenvolvido especialmente para o evento. IV. Mostra (Não-Competitiva) de Cinema Infantil A mostra é destinada aos alunos de escolas públicas e privadas do ensino fundamental (anos iniciais). A ideia é estimular o gosto pelo cinema e fomentar a formação de novos públicos, considerando que as duas salas de cinema da cidade, estão localizadas no Centro histórico e possuem fachadas a mais de 30 anos e encontram-se em fase de restauração. V. Encontro Acadêmico de Cinema (Mesa-redonda, Oficina e Workshop) Objetiva fomentar o debate de temas que são objetos de discussão no universo da Sétima Arte ou a ela diretamente relacionada, atualizando discussões e conhecendo os principais rumos do setor. Esta atividade atende a demanda dos participantes interessados em capacitação técnica e atualização. As oficinas, com duração entre 8 e 12 horas, com enfoque tanto teórico, como também com caráter mais prático. A apresentação de trabalhos acadêmicos visa promover circulação da produção acadêmica e a interação entre pesquisadores e demais interessados pela temática com formato de exposições orais, e a atividade é seguida de debate aberto ao público, coordenado por mediadores. VI. Retrospectiva Sururu de Cinema Alagoano O Festival Sururu de Cinema Alagoano acontece em Maceió, capital de Alagoas sempre no mês de dezembro. É um evento competitivo que premia os melhores filmes produzidos no estado. O Circuito Penedo de Cinema abre espaço para uma mostra em formato de retrospectiva, sempre com filmes exibidos na última edição do evento. VII. Espaço Cineclubista Trata-se de um espaço destinado a apresentação das ações do movimento cineclubista alagoano. O Cineclubismo que tem seu marco inicial definido pela criação do Chaplin Club, em junho de 1928, na cidade do Rio de Janeiro. Constitui-se numa ação caracterizada por um movimento sistemático de exibição e discussão de filmes numa abordagem mais ampla sobre a sociedade brasileira, difundindo obras cinematográficas que não tem lugar na rede de exibição comercial, cumprindo assim a função de popularizar a atividade cinematográfica, como opção mais acessível para uma grande parcela da população, perfil que se assemelha muito aos objetivos declarados do Circuito Penedo de Cinema. Instalado na Praça 12 de Abril, no Centro Histórico da cidade, a atividade tem exibições em espaço aberto, com curadoria e mediação dos debates sob a responsabilidade dos cineclubes alagoanos. VIII. Mostra de Longa Metragem Nacional Criada desde 2011, a mostra consolida o espaço destinado a exibição de longas metragens de lançamento recente da cinematografia nacional (com a promoção de um espaço de discussão entre seus realizadores e ou artistas convidados e o público). Objetiva divulgar e promover o cinema nacional e aproximar os expectadores dos produtores e ou dos seus artistas preferidos. IX. Show Musical Com palco coberto (10m x 10m), montado na Praça 12 de Abril/Centro Histórico. Os convidados e participantes do Circuito podem desfrutar de uma rica e cuidadosa seleção da boa música alagoana e regional, encerrando a noite, sempre a partir das 23h00.
Objetivos Geral: Fomentar a cultura cinematográfica e fazer girar o ciclo da produção audiovisual independente alagoana e nacional através da realização do Circuito Penedo de Cinema, que será realizado no período de 25 de novembro a 01 de dezembro de 2019. Objetivos específicos: Divulgar e premiar obras cinematográficas e vídeográficas produzidas por realizadores e produtores de todo o território nacional; Divulgar e premiar obras cinematográficas e vídeográficas produzidas especificamente pela comunidade acadêmica (alunos, professores e servidores técnico-administrativos), das Instituições de Ensino Superior (IES) e escolas técnicas de cinema, públicas e privadas, de todo o território nacional; Divulgar e premiar obras cinematográficas e videográficas com temáticas ambientais, produzidas por realizadores e produtores de todo o território nacional; Democratizar o acesso ao cinema e estimular a participação do público nas sessões gratuitas das mostras competitivas e das mostras não-competitivas de Cinema Infantil, de Cinema Nacional, Cineclubista e na Retrospectiva Sururu de Cinema Alagoano; Estimular o desenvolvimento da produção audiovisual independente, promovendo o intercâmbio com a agentes produtores, realizadores e artistas de todo o território nacional; Proporcionar espaços de reflexão e debate a partir do eixo temático de cada Mostra, abordando questões que vão da formação para o setor audiovisual, à produção, distribuição e circulação da obra cinematográfica brasileira e ainda sobre o Rio São Francisco e às questões ambientais a ele afetadas; Promover um ambiente de troca de experiências no âmbito da pesquisa, da extensão, da produção e da exibição cinematográfica; Promover o acesso amplo e irrestrito ao produto cultural da cadeia do audiovisual nacional, especialmente à população interiorana, carente de salas de exibição.
Circuito Penedo de Cinema _ edição 2019, dar continuidade ao Festival de Cinema Universitário, que surgiu em meio ao processo de interiorização da Universidade Federal de Alagoas (2006) e a instalação da Unidade de Ensino Penedo. Vale salientar que a cidade de Penedo (fundada em 1632), caracterizada como a Capital do Baixo São Francisco, tem longa tradição cultural e artística, inclusive nas nuances que permeiam a atividade cinematográfica e as artes cênicas. No Circuito Penedo de Cinema, convergem as ações de exibição, formação e reflexão, especialmente com a integração do Encontro de Cinema Universitário, que propõe a criação de um espaço permanente de troca entre centros de formação, alunos e os agentes produtores, a fim de possibilitar um mapeamento acerca das demandas de produção, de mercado, promovendo também o diálogo entre a academia e os atores envolvidos, além do aprofundamento das pesquisas concernentes ao eixo produtivo e mercadológico do audiovisual brasileiro em Alagoas. A cada edição, o Circuito cresce em atividades e assume novos desafios. No intuito de empreender ações mais assertivas para consecução de seus objetivos (a promoção, produção, distribuição e circulação da obra cinematográfica brasileira), foi planejado uma gama de atividades culturais durante os sete dias de evento, para tanto, se faz necessário o suporte e apoio de alguns órgãos e parceiros, além do imprescindível uso do mecanismo de incentivo, para captação e canalização de recursos do Pronac, no intuito de contribuir e facilitar os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais. O Circuito é palco de experimentos que aliam a democratização do acesso ao cinema e aos bens e produtos culturais, ao desenvolvimento da produção e o acesso amplo e irrestrito ao produto da cadeia do audiovisual local e nacional. Sendo assim, o evento atende a diversos fundamentos preconizados no Programa Nacional de Apoio à Cultura: incentivo à formação e fomento da produção cultural, estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, através da apresentação gratuita e pública de uma gama de atividades da cultura cinematográfica para um público bastante diversificado, dentre adultos, jovens, crianças e idosos de diferentes segmentos sociais. Portando, ponderamos de fundamental importância aprovar o Pronac para aumentar as possibilidades de captação recursos neste evento junto a diversas empresas no estado de Alagoas que incentivam a cultura através de incentivos fiscais.
Trata-se de um projeto de circulação e fruição de produtos culturais, apesar de gerar um telecine diário (entre 2 e 4 minutos), exibido na abertura de cada sessão, esse produto não tem a finalidade de circular. Todo o material produzido, vídeos e fotos, são postados nas redes sociais e no site do evento. Impacto Ambiental: Construída em parceria com o Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco (CBHSF), entidades ambientalistas públicas e da sociedade civil, a Mostra Velho Chico de Cinema Ambiental, tem como público prioritário estudantes da Educação Básica de todas as redes de ensino da região. Assim, será realizada articulações com instituições como as Prefeituras Municipais, os IFs (Institutos Federais de Educação) e a rede privada de ensino, objetivando induzir a participação do público estudantil nas sessões da Mostra Velho Chico. A participação na programação, além de ampliar o debate sobre as questões ambientais que afligem o Rio São Francisco, aponta para a formação de uma outra mentalidade sobre a temática, dado que a massiva presença de jovens e adolescentes nas edições anteriores, tem indicado esse fim e, ainda, contribui para fortalecer o trabalho do CBHSF, na consecução de seus objetivos fundantes. Contrapartida Social: Formação audivisual - Na programação do Festival, existem diversas ações formadores e educativas como: oficinas (estimativa de 100 participantes); worshop, mesas e debates (estimativa de 300 participantes); Mostra de Cinema Infantil (realizada durante 4 dias, e cada dia com estimativa de 650 participantes por sessão. Totalizando 2.600 pessoas); Mostra Velho Chico de Cinema Ambiental (realizada durante 4 dias, e cada dia com estimativa de 650 participantes por sessão. Totalizando 2.600 pessoas). O evento objetiva fomentar a cultura cinematográfica e fazer girar o ciclo da produção audiovisual independente alagoana e nacional, promovendo o acesso amplo e irrestrito ao produto cultural da cadeia do audiovisual nacional. Portando, todos os ingressos/convites serão disponibilizados de forma inteiramente gratuita para todo o público interessado no universo da sétima arte. Observação: O Festival Penedo de Cinema não produz as obras (filmes) apresentados, apenas realiza as exibições dos mesmos. Portanto, não há necessidade de realizarmos a previsão orçamentária para legendagem descritiva. A lengedagem, de acordo com a legislação da ANCINE é obrigatoriedade do realizador do filme.
O evento garante o deslocamento dos realizadores selecionados para as mostras competitivas, assim, da mesma forma que não podemos quantificar os filmes, em função do processo seletivo e da diferente minutagem, não é possível quantificar nem definir os estados de origem dos realizadores que ainda serão selecionados. Podemos assegurar que nas últimas oito edições tivemos representações das cinco regiões do país, com maior incidência para a região Centro/Sul.
O Circuito busca ofertar as melhores condições e recursos de acessibilidade: sobre a acessibilidade arquitetônica, a área de exibição montada em praça pública, permite o livre acesso e a ampla circulação de pessoas com mobilidade reduzida, evitando as barreiras e favorecendo a inclusão dos cadeirantes, idosos e/ou qualquer pessoa portadoras de alguma deficiência física. Oferecemos tradução em libras e áudio-descrição dos filmes nas mostras Infantil e Velho Chico de Cinema Ambiental, ambos com tradução/transmissão ao vivo. Para a acessibilidade de pessoas com deficiência visual, desde de 2016 foi oferecido a audiodescrição dos filmes. O serviço de audiodescrição envolve a narração, em língua portuguesa, integrada ao som original da obra audiovisual, contendo descrições de sons e elementos visuais e quaisquer informações adicionais que sejam relevantes para possibilitar a melhor compreensão da obra. Do total de 15 sessões 02 terá legendas descritivas; 06 tem áudio com descrição ao vivo; 06 tem tradução em libras ao vivo, além de assegurar tradução em libras ao vivo e acessibilidade total para cadeirantes e pessoas com dificuldade de locomoção em todas as atividades acadêmicas (oficinas, mesas de debates, workshops e conferencias).
Todas as atividades são inteiramente gratuitas, com livre acesso ao público visitante e com condições de acessibilidade para idosos e pessoas com mobilidade reduzidas, portadores de deficiência auditiva, com tradução em libras e visual, com áudio descrição, ambas realizadas de forma simultânea nas mostras Infantil e Velho Chico de Cinema Ambiental. O Circuito assegura tradução em libras ao vivo em todas as atividades acadêmicas e acessibilidade total para cadeirantes e pessoas com dificuldade de locomoção. O Circuito Penedo de Cinema apresenta proposta de formação audivisual, contemplando ações formadoras e educativas como: oficinas (estimativa de 100 participantes); worshop, mesas e debates (estimativa de 300 participantes); Mostra de Cinema Infantil (realizada durante 4 dias, e cada dia com estimativa de 650 participantes por sessão. Totalizando 2.600 pessoas) e Mostra Velho Chico de Cinema Ambiental (realizada durante 4 dias, e cada dia com estimativa de 650 participantes por sessão. Totalizando 2.600 pessoas). A Mostra (Não-Competitiva) de Cinema Infantil é destinada aos alunos de escolas públicas e privadas do ensino fundamental (anos iniciais). A ideia é estimular o gosto pelo cinema e fomentar a formação de novos públicos, considerando que as duas salas de cinema da cidade, localizadas no Centro histórico, fechadas a mais de 30 anos, encontram-se em fase de restauração. A Mostra Competitiva de Cinema Ambiental objetiva exibir filmes em curta metragem que abordem em seu conteúdo a temática ambiental em seus mais variados aspectos natural e antrópico. As exibições têm como público prioritário os estudantes da Educação Básica técnica e tecnológica e superior de todas as redes de ensino da região. A premiação se dará em duas categorias: Melhor Filme Júri Oficial e Melhor Filme Júri Popular. Observação: Em todas as mostras onde existe a premiação conferida pelo Júri Popular, este é composto por todos os espectadores presentes e a votação realizada através de aplicativo para celular desenvolvido especialmente para o evento.
COORDENAÇÃO GERAL DO CIRCUITO PENEDO DE CINEMA Sérgio Onofre Seixas de Araújo DIREÇÃO ARTÍSTICA Antônio Carlos Leal de Moraes (Ninho Moraes) COMISSÃO ACADÊMICA DO 8º ENCONTRO DE CINEMA ALAGOANO Sérgio Onofre Seixas de Araújo, Antonio Carlos Leal de Moraes (Ninho Moraes), Marcos Paulo de Oliveira Sobral, José dos Anjos Junior, Cláudio Luís Santos Sampaio CURADORES Tairone Feitosa Pereira, Yanara Cavalcante Galvão, Camila Souza Porto, Kim Ribeiro Barão, Taciana Kramer de Oliveira Pinto, Joseane dos Santos do Espírito Santo, Milena Dutra, Rosemeire Lima Secco, Marcos Paulo de Oliveira Sobral CURADORIA DA MOSTRA DE LONGAS METRAGENS Sérgio Onofre Seixas de Araújo e Antonio Carlos Leal de Moraes (Ninho Moraes) ACESSIBILIDADE Joseane dos Santos do Espírito Santo (coordenação) COORDENAÇÃO DE ALBERGUE Marcos Roberto Muniz Santos (coordenador) PRODUÇÃO EXECUTIVA Edsamy Dantas da Silva, Fernando Artur Martins Santos, Karlinne Laianne Cordeiro Santos, Marcos Feliph Alves de Almeida e Marcos Roberto Muniz Santos ASSESSORIA TÉCNICA Edilberto Sandes Lima TÉCNICO DE PROJEÇÃO Albert Rego Ferreira e Edilberto Sandes Lima SECRETARIA Maria Rita de Cássia de Araújo Seixas ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO Natália Alves de Oliveira Leandro e Thyeres de Medeiros Lima Rolim PROJETO GRÁFICO E DIAGRAMAÇÃO Thyeres de Medeiros Lima Rolim FOTOGRAFIA, REGISTRO E PRODUÇÃO VIDEOGRÁFICA Fernando Aldo Bulhões Brandão CURRÍCULOS: - SERGIO ONOFRE SEIXAS DE ARAÚJO (SÉRGIO ONOFRE): É Licenciado em História pela Universidade Federal de Alagoas - UFAL (1996) e Mestre em Serviço Social, linha de pesquisa Políticas Públicas pela Universidade Federal de Pernambuco - UFPE (2003) e doutorando em Ciências Sociais pela Universitat de Valência, linha de pesquisa Cultura y política de los lugares. Atualmente é Professor Assistente da Universidade Federal de Alagoas. Tem experiência na área de História Regional e Memória Cultural em Alagoas, foi Coordenador de Assuntos Culturais da Pró-Reitoria de Extensão da UFAL e Diretor do Espaço Cultural Salomão de Barros Lima (2012-2016). Coordenou diversos projetos extensionistas dentre os quais o “Projeto Tambores”, que ofereceu oficinas de musicalização e dança afro-brasileira em comunidades quilombolas (2010-2013), o Projeto Meu Ambiente (en)Cena”, de documentação videografica em comunidades tradicionais; o Projeto (cineclubista) Cine Artpopular de exibição semanal de cinema nacional nas cidades de Penedo e Maceió (2009-2015) e o Festival de Cinema Universitário de Alagoas na cidade de Penedo (em sua 9 ͣ edição), hoje denominado Circuito Penedo de Cinema, congregando mais três atividades: o Festival do Cinema Brasileiro (11 ͣ edição), a Mostra Velho Chico de Cinema Ambiental (6 ͣ edição) e o Encontro de Cinema Alagoano (9 ͣ edição). Entre outras obras, publicou: “GESTÃO DEMOCRÁTICA?: Os desafios de uma gestão participativa na educação pública em uma sociedade clientelista e oligárquica” (Maceió/Edufal/2007); “Cine Artpopular: uma proposta de democratização do acesso ao cinema nacional em Alagoas” In: Cultura e Extensão Universitária: a democratização do conhecimento (São João Del Rei/Malta/2010), em coautoria com Mac-Dawison Buarque Lins Costa e Maria Betânia Buarque Lins Costa, publicou “Democracia, comunicação e participação social” (Maceió/Edufal/2011) e, em coautoria, com Andelli D’Mara Santos da Graça, “Os Festivais de Cinema de Penedo (1975-1982): impactos para o turismo local”. In. Cultura Alagoana: algumas reflexões (Maceió/Edufal/2013). Participou do Júri Oficial do 7º festival de Cinema de Triunfo (2014), e do 11º Festival Internacional de Curta Metragem de Taquaritinga do Norte – Curta Taquari, foi diretor de produção dos longas metragens “O suicídio” e “Terra Maldita”, ambos de Pedro Onofre. Atualmente coordena o Laboratório Escola de Arte, Cinema e Audiovisual. Em parceria com a Secretaria de Estado da Educação – SEDUC, coordenou, em Penedo, o curso MedioTec de Produção de Áudio e Vídeo, voltado para alunos do Ensino Médio daquela Rede. Produziu e co-dirigiu dois curtas como resultado do MédioTec: “Rotina” (2018) e “A Última Carta” (2018). Participou da produção coletiva do curta “Coisas de Cinema” (Doc-Lab/SESC/2018), coordenou a produção do curta “Vaudeville” de Elcio Verçosa (2019). Aprovado no Prêmio Audiovisual da Secretaria de Estado da Cultura (2015), atualmente está em fase de pós-produção do curta metragem de sua autoria e direção, “Percurs...(ando)”. Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/5914057606949638 - ANTONIO CARLOS LEAL DE MORAES (NINHO MORAES): possui graduação em Jornalismo pela Faculdade Cásper Líbero (1979) e mestrado em Audiovisual pela ECA/USP (Programa de Pós Graduação em Ciências da Comunicação, Área de Estudos dos Meios e da Produção Mediática-2009). Foi coordenador do curso de Cinema da Universidade Anhembi Morumbi entre 2006 e 2008. Entre 2005 e 2017 foi professor da Faculdade Cásper Líbero no curso de Rádio, TV e Internet (Produção, Administração e Planejamento e Direção em TV). Realizou duas pesquisas para o CIP - Centro Interdisciplinar da Cásper: sobre a Abril Vídeo/TV Gazeta e sobre a questão da tragédia no filme São Paulo Sociedade Anônima. Promove vários intercâmbios entre estudantes e eventos como Ecofalante, Kinoforum/Festival Internacional de Curtas de SP, Mostra de Cinema e Semana ABC. Em 2017, realizou dois cursos online: Direção em Audiovisual na Era Digital (curso livre na Faculdade Cásper Líbero) e Cinema Digital (Pós-Graduação EAD no Centro Universitário Belas Artes). Desde 1977, criou, roteirizou, editou e dirigiu vários telejornais e programas de televisão. Realizou dois curtas em cinema (35 mm). Escreveu uma premiada peça de teatro (infantojuvenil) e produz textos para rádio (antes Eldorado, agora na Alpha) desde 1974. Em novembro de 2010 lançou o livro RADIOGRAFIA DE UM FILME: SÃO PAULO SOCIEDADE ANÔNIMA, pela Editora Imprensa Oficial. Tem experiência na área de Artes, com ênfase em Artes do Vídeo, atuando principalmente nos seguintes temas: televisão, cinema, São Paulo, entrevista, poder e política. É roteirista e diretor-geral do documentário para cinema (edital Petrobras) com o título FUTURO DO PRETÉRITO: TROPICALISMO NOW! (produzido pela Anhangabaú - realização em 2011/lançamento em 2012), exibido em vários Festivais Nacionais (Ceará /In Edit SP/Gramado - vencedor do Kikito de Melhor Trilha Musical/ ABC, entre outros) e Internacionais (Montevidéu e Havana). Venceu o Prêmio APCA 2012. Também codirigiu o documentário "100% Jardim Ângela", para um edital da prefeitura de São Paulo, sobre bairros. Desde 2016 é membro efetivo da Comissão de Organização do Circuito Penedo de Cinema, festival anual que ajudou a criar em 2010 em Alagoas. É conselheiro da ABC - Associação Brasileira de Cinematografia, ativo participante de suas atividades (Semana ABC e Sessões ABC) e autorizado a utilizar a sigla ao lado do nome: Ninho Moraes - ABC. Ajudou a criar e participou de todas as versões do Festival de Cinema Universitário de Alagoas. Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/7139780288900321 - GLAUBER MARTINS FREIRE XAVIER: Graduado em Artes Cênicas pela Universidade Federal de Alagoas (2001), onde foi professor substituto entre os anos de 2005 e 2006, lecionando diversas disciplinas. Atua profissionalmente como videomaker desempenhando as funções de roteirista, fotógrafo, montador e diretor, para TV, cinema e vídeo. Atualmente é diretor artístico do coletivo Saudáveis Subversivos, onde desenvolve projetos artísticos multilinguagem atuando como Arte educador, produtor cultural, ator, bailarino, coreógrafo, diretor de cena, performer, artista visual e videomaker. Sua experiência e interesse no estudo das Artes prioriza os seguintes temas: corpo, cidade e sociedade, teatro de auto gestão, performance arte, cinema, documentário, webdocumentário, experiências populares em audiovisual e live cinema. Recebeu prêmios nos programas Rumos Itaú Cultural 2002, Dança em Cena 2003, Festival Nordestino de Teatro de Guarabira: Melhor Ator e Melhor Cenógrafo 2002, Festival Nacional de Teatro de Presidente Prudente: Prêmio Estímulo a Pesquisa e Indicações a Melhor Ator e Cenógrafo 2005, Alagoas em Cena Artes Cênicas 2004. Participou, dirigiu, roteirizou e montou diversos vídeos institucionais para órgãos públicos e para o terceiro setor, sendo selecionado para o Move Berlin 2005 com o videodança Burka. Participou do FAS - Festival da América do Sul 2006 Brasil/Bolívia, do ENTEPOLA - Encontro de Teatro Popular Latino Americano 2005 em Santiago do Chile e Fórum Social Mundial - 2005. Foi pesquisador do NACE/UFAL - Núcleo de Pesquisa Transdisciplinar em Artes Cênicas e Espetaculares 2005/2006. Foi Vice Presidente da ABD&C-AL - Associação Brasileira de Documentaristas e Curtametragistas Secção Alagoas 2010/2011. Atuou junto ao poder público e terceiro setor procurando integrar educação, arte e tecnologias da informação e da comunicação em projetos, sendo Consultor de Gestão de Conteúdos Digitais e Difusão do Conhecimento da SEPLAN-AL 2009-2010 e Assessor de Projetos e Desenvolvimento da Cepal – Companhia de Empreendimentos e Intermediações de Alagoas, onde coordenou o Programa Cepal Social e o Portal de repente e Inclusão Digital e Difusão do Conhecimento. É idealizador e Coordenador do projeto Olhar Circular (www.olharcircular.org) de articulação de Experiências Populares em Audiovisual no nordeste e Coordenador do Festival Olhar Circular de Cultura Livre (Duas edições: 2010/2012). Foi produtor local da Mostra de Cinema e Direitos Humanos na América do Sul - 2008/2015. É membro do FEPA - Fórum de Experiências Populares em Audiovisual, do FORVIDA - Fórum Permanente Pela Vida e Pela Paz. Foi co-fundador e instrutor do Ateliê SESC de Cinema – 2010/2014. Realizou diversos trabalhos audiovisuais em parceria com o Canal FUTURA - 2010/2015. - TAIRONE FEITOSA: Escritor de Roteiros para Cinema, Televisão, Rádio e outros. Entre seus trabalhos mais conhecidos estão: a) Cinema: J. S. Brown, o último herói; O homem da capa preta; A dança dos bonecos; LuziaHomem; Ele, o boto; Veneno da madrugada. B) Televisão: O outro lado do horizonte; Quinta-Coluna; Rabo de saia; A máfia no Brasil; Argumento inicial da novela Mandacaru. C) Diversos programas do Projeto Minerva, radionovelas didáticas para o Mobral; D) Teatro: diálogos adicionais para a peça O cortiço – Parte II, de Sérgio Britto; Consultor de dramaturgia da peça Somos irmãs, de Sandra Louzada. - YANARA CAVALCANTI GALVÃO (YANARA GALVÃO): Cineclubista, pesquisadora e arte-ducadora. Mestranda em Cinema e Narrativas Sociais pelo Programa de Pós Graduação da Universidade Federal de Sergipe (PPGCINE/ UFS). Currículo lattes: http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4483606Z1 - MARCOS CÉSAR SAMPAIO DE ARAÚJO (MARCÃO): Formado em Administração pela UFAL, Pós Graduado em Gestão Cultural pela Fundação Joaquim Nabuco e UFRPE, atua como Diretor de Políticas Culturais da Fundação Municipal de Ação Cultural – FMAC/Maceió, e é Diretor de Programação do Cine Arte Pajuçara. - ALBERTO CARLOS QUEIROZ DE LIMA (CASA GRANDE): Formação acadêmica: Formado em Comunicação Social na FURNE-PB, habilitação em Jornalismo, Publicidade e Propaganda na FACHA-RJ, habilitação Publicitário e especialização em Fotografia de Cinema e Vídeo, na Escola Internacional de Cinema e TV em Santo Antônio de Los Bânos em Cuba. - VERA ROCHA OLIVEIRA: é produtora e diretora. Iniciou suas atividades no meio audiovisual como assistente de produção de filmes publicitários em 1998. Em seguida passou a atuar como produtora. O primeiro curta metragem autoral em que trabalhou foi a ficção “A Risonha Morte de Tião das Vacas”, de Pedro da Rocha, selecionado para IX Mostra de Cinema de Tiradentes (MG) e, depois dessa primeira experiência, mais de uma dezenas de documentários e ficções para o diretor Pedro da Rocha e realizadores como Regina Barbosa (o curta “O DJ do Agreste”) e Jorge Oliveira (o longa metragem “Olhar de Nise”). Como diretora estreou em 2014 com o documentário “Mamãe Yes!”, Logo em seguida foi contemplada no III Edital do Audiovisual da SECULT/AL com o projeto Relicários de Zumba, filme convidado para encerrar a V Mostra Sururu de Cinema Alagoano em 2015. Também atuou organizando a primeira e a terceira edições da Mostra Sururu de Cinema Alagoano. - ALEXANDRE SOARES TAQUARI: Diretor dos festivais Curta Taquary e Criancine, estudou “Roteiro” e “Curadoria, gestão e Network de festivais de cinema” na EICTV, em Cuba. Produz o Caravana Criancine, que promove oficinas audiovisuais para jovens e crianças. Coproduziu os curtas “Fogo Pagou” (Prêmio Itamaraty no Kinoforum) e “Capela” (melhor filme em Triunfo) ambos de Ramom Batista e “A moça que dançou com o diabo” de João Paulo Miranda Maria (Menção honrosa no 69º Festival de Cannes). - CLARISSA KUSCHNIR: Jornalista, escreve para cinema desde que começou na profissão. Atua em diversas frentes como repórter, crítica, assessora de imprensa, júri em festivais de cinema. Sua paixão sempre foi revista, onde começou trabalhando na extinta Sci-fi News e Sci-Fi News Cinema. Como assessora, passou pelas independentes Focus Filmes, Flashstar, A2 Filmes, Plataforma de vídeos on demand Looke e Elite Filmes. Atualmente, faz parte da Revista Preview. - Carlos Eduardo Japiassu de Queiroz (EDUARDO JAPIASSU): Jornalista, mestre e doutor em Teoria da Literatura pela UFPE, é pós-Doutor em Literatura e Cinema pela Universidade do Algarve, de Portugal. Atualmente é professor de Letras Vernáculas da Universidade Federal de Sergipe (UFS), onde ministra as disciplinas de Teoria da Literatura e Crítica Literária. Pertence ao Programa de Pós-Graduação Interdisciplinar em Cinema da UFS, no qual ministra a disciplina de Relações Estéticas e Linguagem do Cinema. Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/4145031983656427 - AMILTON PINHEIRO : Colaborador para o Estadão, é curador do Fest Aruanda do Cinema Brasileiro e do Curta-SE, Festival Iberoamericano de Sergipe e da Mostra Lima Duarte Profissão: Ator, realizada no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB). Membro da Associação Brasileira de Críticos de Cinema (Abraccine) e da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA), é autor de um ensaio sobre o filme “Sargento Getúlio”, publicado no livro “100 Melhores Filmes Brasileiros”, lançado pelo Grupo Editorial Melhoramento e Abraccine. - PEDRO DA ROCHA : Produtor, diretor, roteirista e editor, começou sua atuação como diretor de filmes publicitários e programas de TV. Em 1998, produziu e dirigiu seu primeiro curta-metragem autoral e desde então já possui mais de 20 filmes entre curtas e médias-metragens. No biênio 2009/2010, presidiu a Associação Brasileira de Documentaristas e Curta metragistas de Alagoas ‒ ABD&C/AL, período em que foi criada a Mostra Sururu de Cinema Alagoano. - CLAUDIO SAMPAIO: Biólogo pela UFBA, é mestre e doutor em Ciências Biológicas pela UFPB. Tem experiência na área de Zoologia, com ênfase em taxonomia dos grupos recentes, história natural, pesca, conservação, peixes recifais e ornamentais. É pesquisador colaborador do grupo de especialistas em peixes recifais da IUCN, coordenador do PAN‒Tubarões/ICMBio, pesquisador associado do Projeto Meros do Brasil, além de membro da comissão científica do “Local Beach, Global Garbage”. É professor de Engenharia de Pesca e Ciências Biológicas da Ufal em Penedo. Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/2526336992077506 - TACIANA KRAMER : Engenheira de pesca com doutorado em oceanografia biológica, é professora da Universidade Federal de Alagoas desde 2006. Ao longo deste tempo, desenvolveu pesquisas em Ecologia Aquática, coordenou e participou de projetos de extensão voltados à sensibilização ambiental, incluindo a curadoria das duas edições da Mostra Velho Chico de Cinema Ambiental, juntando duas paixões: o cinema e a natureza. Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/4590437453711867
PROJETO ARQUIVADO.