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PRONAC 191073ArquivadoMecenato

O ESCÂNDALO PHILIPPE DUSSAERT - CIRCULAÇÃO NACIONAL

BEM LEGAL PRODUCOES ARTISTICAS LTDA
Solicitado
R$ 870,6 mil
Aprovado
R$ 870,6 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
19

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2019-06-27
Término
2023-12-31
Locais de realização (7)
Manaus AmazonasBrasília Distrito FederalCuritiba ParanáJoão Pessoa ParaíbaBelém ParáRio de Janeiro Rio de JaneiroAracaju Sergipe

Resumo

Realização da circulação nacional do prêmiado monólogo "O ESCÂNDALO PHILIPPE DUSSAERT", de Jacques Mougenot.

Sinopse

A peça conta a história do pintor Philippe Dussaert, nascido no norte da França em 1947, que perseguiu obstinadamente em sua trajetória o sentido mais profundo do “Nada”. Sua proposta inicial é inusitada: reconhecido pelo seu talento de exímio copista, reproduz quadros famosos de pintores como Da Vinci, Manet, Cézanne, Vermeer, porém excluem da imagem quaisquer personagens humanos ou animais, e preserva fielmente o cenário ao seu fundo. Causando surpresa e inquietude no mundo das artes, ele segue radicalizando sua proposta e, pouco a pouco, vai ganhando o mercado de arte contemporânea - suas obras se tornam cada vez mais valiosas e disputadas por grandes museus e colecionadores. A trajetória de Dussaert chega ao ápice quando sua derradeira exposição deflagra uma reviravolta que ficou conhecida como "O Escândalo Philippe Dussaert". Duração: 80 minutos Indicação:12 anos

Objetivos

Objetivo Geral Realizar a circulação nacional do espetáculo O ESCÂNDALO PHILIPPE DUSSAERT, premiado texto do ator e dramaturgo francês Jacques Mougenot, escolhido por Marcos Caruso para ser seu primeiro trabalho solo depois de mais de 40 anos de uma sólida e premiada carreira no teatro, na TV e no cinema. O ESCÂNDALO PHILIPPE DUSSAERT é um texto que investiga com fino humor os limites da arte contemporânea e as polêmicas em torno do assunto, através do escândalo envolvendo o pintor Philippe Dussaert, onde as obras do pintor, após sua morte, vão a leilão custando uma fortuna, e despertando a reflexão sobre se o que Dussaert fez é de fato arte ou enganação… Se é um artista digno de nota, ou de notas de dinheiro. Com humor incrível e contemporâneo, o autor parte das artes plásticas para falar do teatro e dos escândalos e mentiras de nosso cotidiano. Objetivo específico -12 apresentações do espetáculo O ESCÂNDALO PHILIPPE DUSSAERT em cidades brasileiras. -03 sessões com interprete de libras em cidades selecionadas. -03 sessões com audiodescrição para portadores de deficiência visual, - Resumos do espetáculo em Braile.

Justificativa

Para viabilizar o projeto, contamos com o fundamental apoio do Ministério da Cidadania, através da Lei federal de Incentivo a Cultura, para captar os recursos necessários para prover os custos dessa produção, tendo em vista que a bilheteria dificilmente consegue suportar tais gastos. Desta forma, a Lei Federal de Incentivo a Cultura é fundamental para o desenvolvimento do nosso projeto que se enquadra nos incisos I e VIII, do Artigo 1º, da Lei 8.313/91, a saber: Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; O projeto também alcança os objetivos das alíneas "c" e "e" do Inciso II, do artigo 3º da Lei 8.313/91, a saber: Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres. O Projeto contribuirá com o fomento da produção de artes cênicas, gerando dezenas de empregos na cidade do Rio de Janeiro, impactando de forma positiva a sociedade brasileira com um produto cultural que nos proporciona um questionamento sobre o que é e quem defini a de arte contemporânea. O projeto tem repercussão positiva regional, sendo de relevante contribuição cultural incentivando e divulgando a produção artística nacional.

Estratégia de execução

- Destacamos também que as rúbricas correspondentes ao proponente do projeto são de Direção de Produção/ Coordenador administrativo financeiro / Captação. -Rúbricas correspondentes MARCOS CARUSO: Coordenador Artístico/ Ator.

Especificação técnica

A peça rendeu a Caruso todos os prêmios de teatro existentes no Rio de Janeiro: Prêmios Shell, APTR, Cesgranrio e Botequim Cultural de Melhor Ator, além do novo Prêmio do Humor (criado por Fabio Porchat) na categoria Melhor Espetáculo.Em cartaz desde 2016, o espetáculo já foi visto em várias cidades brasileiras como Porto Alegre, Florianópolis, Camp inas, Região Serrana do Rio, Recife e Belo Horizonte. Em janeiro de 2018 seguiu para apresentações em Portugal - um mês em Lisboa e mais um mês viajando por cidades portuguesas. Em 05 de abril de 2018, o espetáculo estreou em São Paulo, no Teatro FAAP, e ficou em cartaz até 29 de julho de 2018. Em julho de 2019 fará uma turnê pelo interior do Sul do Brasil.

Acessibilidade

Acessibilidade FÍSICA O espetáculo será apresentado em teatro com infra-estrutura necessária para atender os portadores de necessidades especiais, como banheiros adaptados, rampa de acesso, e disponibilização de lugares indicados para este público, conforme disposto no artigo 46 do Decreto no 3.298, de 20 de dezembro de 1999. Acessibilidade de CONTEÚDO Para promover o acesso ao conteúdo dos produtos culturais ás pessoas com deficiencia auditiva, realizaremos ao longo da temporada: - 03 apresentações com interprete de libras. - 03 apresentações com serviço de audiodescrição em , - Disponibilizaremos o resumo do espetáculo em braile, facilitando a plena fruição deste bem cultural.

Democratização do acesso

Democratização de Acesso: -10% (dez por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem o valor do Vale-Cultura, nos termos do art. 8º da Lei nº 12.761, de 2012; -10% dos ingressos serão destacados para a divulgação -10% para os patrocinadores. -20% para formação de platéia com entrada gratuíta onde 50% (cinquenta por cento) do quantitativo de beneficiários das ações serão constituidos de estudantes e professores de instituições públicas de ensino, bem como associações e instituições de amparo a portadores de necessidades especiais, e estudantes de artes cênicas e segmentos ligados a cultura, como isntituições responsáveis em qualificação de técnicos para espetáculo e produtores Culturais. Medidas de Ampliação de Acesso: De acordo com o artigo 21 da IN 2/2019: V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; -Serão realizados 6 bate papos/ palestra com jovens alunos de instituições públicas. Um bate papo sobre as profissões no Teatro. O público presente poderá interagir participando com perguntas. A carga horária prevista para essa ação é de 60 minutos por bate papo, o quantitativo de público da ação corresponderá aos 10% do total do plano de distribuição. - Será permitido a captação de imagens da atividade palestra/ bate papo e ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias;

Ficha técnica

CARLOS GRUN E BEM LEGAL PRODUÇÕES Direção de Produção/ coordenador administrativo financeiro / Captação Em 15 anos de carreira, como produtor executivo e diretor de produção, realizou mais de 40 projetos, dentre eles: Z.É – Zenas Emprovisadas- Marcelo Adnet e Gregório Duvivier- Prêmio Shell 2004 “Esse Alguém Maravilhoso que eu Amei”- Maria Clara Gueiros e Aloísio de Abreu, “Nós na Fita”- Leandro Hassum e Marcius Melhem, Renato Russo – A peça – dir. Mauro Mendonça Filho, Prêmio Shell 2007, “Os Ignorantes “ de Pedro Cardoso, "Outside" com Letícia Spiller e André Mattos, “ A Volta ao Lar” com Sérgio Guizé e Milhem Cortaz, “ O Homem Travesseiro” com Tonico Pereira e Ricardo Blat, “ Parem de Falar Mal da Rotina” de Elisa Lucinda, “ Tudo que eu queria te dizer” de Martha Mendonça com Ana Beatriz Nogueira. Foi produtor e idealizador do "Selfie” com Mateus Solano , que ficou 3 anos em cartaz e fez turnê por Portugal e Estados Unidos. É produtor do “O Escândalo Philippe Dussaert” com Marcos Caruso ( 6 prêmios melhor ator em 2016 e melhor espetáculo), em 2018 o espetáculo fez uma longa turnê por Portugal, para lá em 2019 ele levou também em turnê o espetáculo Doidas e Santas da atriz Cissa Guimarães. MARCOS CARUSO Ator/ Coordenador Artístico. Marcos Caruso atuou em mais de 35 peças teatrais, entre elas os grandes sucessos “Intimidade Indecente” , de Leilah Assumpção (inicialmente ao lado de Irene Ravache, e depois com Vera Holtz) e “Em Nome do Jogo” de Antony Shaffer (inicialmente ao lado de Emilio de Mello, e depois com Erom Cordeiro) . É autor de 10 textos, entre eles o fenômeno “Trair e Coçar é só Começa r”, este ano completando 30 anos em cartaz. A peça integrou várias edições do Guinness Book como recordista da temporada mais longa, e já foi adaptada para o cinema com direção de Moacyr Goes, e para a TV em série com roteiro do próprio Caruso, exibida pelo canal Multishow. Por “Sua Excelência o Candidato” ganhou o Prêmio Shell de Melhor Autor em 1993, e por “Porca Miséria” o P rêmio Mambembe de Melhor Autor em 1994. Dirigiu as peças "S.O.S. Bra sil" e "Brasil S.A.", ambas de autoria do empresário Antônio Ermírio de Moraes (1928-2014). Mais recentemente dirigiu “Família Lyons”, de Nicky Silver, indicada aos Prêmios Shell e Cesgranrio, com Rogerio Fróes e Suzana Faini à frente do elenco; e “Selfie”, peça de enorme sucesso com Mateus Solano e Miguel Thiré, que depois de longa temporada carioca e viagens pelo Brasil, estreia em setembro deste ano em São Paulo.Na TV, atuou em mais de 30 produções, entre elas as novelas “Avenida Brasil”, “A Regra do Jogo”, “Mulheres Apaixonadas”, “Páginas da Vida”, “Cordel Encantado”, “Jóia Rara”, a nova versão da “Escolinha do Professor Raimundo” (como Seu Peru, personagem de Orlando Drummond na versão original); as séries “Chapa Quente”, “O Canto da Sereia”, entre outras tantas, na TV Globo. Escreveu a novela “Ana Raio e Zé Trovão” (a primeira e única novela itinerante da teledramaturgia brasileira, exibida na extinta TV Manchete), e dirigiu o programa “Fala Dercy”, no SBT, com Dercy Gonçalves. No cinema, atuou em mais de 10 filmes, entre eles “Memórias Póstumas de B rás Cubas”, de Andre Klotzel; “Polaroides Urbanas”, de Miguel Falabella; “Irma Vap – o retorno”, de Carla Camurati; e recentemente em “Obra Prima”, de Daniel Filho; “Operações Especiais”, de Tomás Portella; e “O Escaravelho do Diabo”, de Carlo Milani. Escreveu quatro roteiros, entre eles “O Casamento de Romeu e Julieta”, dirigido por Bruno Barreto. Em 2018 esteve em cartaz no Teatro FAAP, em São Paulo, de 05 de abril a 29 de julho com "O Escândalo Philippe Dussaert" e em 2019 faz turnê pelo Sul do Brasil. FERNANDO PHILBERTDiretor Fernando Philbert é diretor do programa “Arte do Artista”, apresentado por Aderbal Freire-Filho na TV Brasil.Foi codiretor dos espetáculos “Em Nome do Jogo”, com Marcos Caruso e Emílio de Melo; “No topo da montanha”, com Lázaro Ramos e Taís Araujo; “Campo de Batalha”, com Rodrigo dos Santos e Aldri Anunciação.Dirigiu os espetáculos “O Corpo da Mulher Como Campo de Batalha” e “Silêncios Claros”, com Ester Jablonski; “Cabras Cabras”, com Priscilla Balio e Flávio Vindaurre; “Quero ser Ziraldo”, com João Velho.Foi diretor assistente dos espetáculos “Incêndios” com Marieta Severo, Macbeth, com Daniel Dantas e Renata Sorrah, e “Hamlet”, com Wagner Moura - os três com direção de Aderbal Freire-Filho. Também foi diretor assistente da peça “Do Fundo do Lago Escuro” com texto, direção e atuação de Domingos Oliveira.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.