| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 21256870000104 | FERRO + MINERAÇÃO S/A | 1900-01-01 | R$ 199,4 mil |
| 41785833000192 | HERCULANO MINERACAO LTDA | 1900-01-01 | R$ 86,0 mil |
| 02326750000183 | Intercast Ltda. | 1900-01-01 | R$ 60,0 mil |
Em livro, o registro histórico e cultural sobre a ocupação da região centro-oeste mineira, abrangendo três séculos, desde a chegada dos primeiros portugueses à procura do ouro e de outros metais preciosos. Destaca-se a importância do rio São João para as cidades que banha, com o foco no município de Itaúna, que em inguagem tupi-guarani significa pedra negra, em relação à descoberta do minério de ferro, abundante na região. A edição acompanha passo a passo o desenvolvimento cultural e histórico, seguido do crescimento econômico do município, que tornou-se um polo educacional, culminando com a fundação da Universidade de Itaúna, em 1965, e o título de primeira "Cidade Educativa" de Minas, em 1975.
Prefácio Introdução Capítulo I – PRIMÓRDIOS Aspectos gerais da colonização da região centro-oeste mineira em torno do rio São João. O rio nasce no Campo dos Gentios, localidade do município de Itaguara, e passa por outras 10 cidades: Itatiaiuçu, Carmo do Cajuru, Itaúna, Mateus Leme, São Gonçalo do Pará, Igaratinga, Conceição do Pará, Pará de Minas, Onça do Pitangui e Pitangui, desaguando no Rio Pará em Velho da Taipa, município de Pitangui- A colonização por meio da Picada de Goiás - Estrada real do século XVIII – O século XVIII e a chegada dos portugueses – A procura pelo ouro – Os primeiros povoados. Capítulo II – FORMAÇÃO DO MUNICÍPIO Os primeiros povoadores de Itaúna – O período entre 1720 e 1850: análise e formação das primeiras famílias – Primeiros registros de terras (1855-1856) na Paróquia de Nossa Senhora Sant’Ana do São João Acima – A criação do município - Rio São João: sua importância para o desenvolvimento da região. Capítulo III – 1º CICLO ECONÔMICO - O TÊXTIL A indústria têxtil no oeste mineiro – As cidades de Pará de Minas e Pitangui eram expoentes com venda de chita para toda Minas Gerais – Itaúna surge dessas duas cidades - Início da industrialização no município - O nascimento do setor têxtil – A criação de grandes indústrias: Cia. Tecidos Santanense (1891) e Cia. Industrial Itaunense (1911) – O posterior declínio do setor. Capítulo IV – 2º CICLO ECONÔMICO – O MÍNERO-METALÚRGICO Minério, a descoberta da matéria-prima abundante na região – Os tipos do minério e sua aplicação – Fatores principais para a nova convergência econômica do município – Os pioneiros e as primeiras empresas – A consolidação e o crescimento do setor. Capítulo V – FASE 1 – ALTOS-FORNOS Início da mineração (Décadas 1930/1940) – A instalação dos primeiros altos-fornos – A produção do ferro-gusa - Os pioneiros do setor – Perfil das primeiras empresas – O aumento populacional – Abertura e instalação do SENAI e SESI com cursos profissionalizantes – O fortalecimento do ensino com a inauguração da Escola Normal de Itaúna – Criação do Ginásio Santana. Capítulo VI – FASE 2 – ACIARIAS A era Vargas e o incentivo à produção brasileira de aço – A inauguração da Cia. Siderúrgica Nacional (CSN) em Volta Redonda, em 1948 – A expansão da fabricação do aço no Brasil a partir de 1950 – A inserção do município na era do aço – Aproveitamento da matéria prima local: o minério e o ferro-gusa – Os pioneiros e as primeiras empresas do setor – Capítulo VII – FASE 3 – FUNDIÇÕES O “boom” da criação das empresas no município - Os pioneiros e as primeiras empresas – Análise do crescimento do setor – Principais produtos – Empresas associadas a grupos estrangeiros – A exportação – Capítulo VIII – CIDADE EDUCATIVA O reflexo do crescimento econômico no impulso à cultura e ao desenvolvimento da educação – O município como vencedor do concurso “Primeira Cidade Educativa do Mundo”, recebendo o título de Cidade Educativa (1975), por decisão da Unesco, em terras brasileiras e no estado de Minas Gerais - Perfil do ensino na cidade – A criação da Universidade de Itaúna, uma das maiores do Estado. Capítulo IX – COMPROMISSO SOCIAL A missão e presença do setor mínero-metalúrgico para o desenvolvimento econômico, social e cultural do município – Dados estatísticos - O apoio à comunidade nas ações educacionais e culturais. BIBLIOGRAFIA – REFERÊNCIAS
Objetivo geral: Proporcionar que o cidadão tome conhecimento em primeiro instante na história do desenvolvimento da região e a contribuição nesse parâmetro dada pelo rio São João, e, em seguida, os aspectos históricos do município itaunense por meio da análise dos seus principais ciclos econômicos - o têxtil e o minero-metalúrgico -, acompanhando o aspecto cultural que mais tarde tornou o município a primeira "Cidade Educativa" de Minas Gerais. Contribuir para o incentivo do estudo da história de Itaúna, com uma obra que ao mesmo tempo analise os aspectos históricos e os culturais, sendo que estes advêm em grande parte graças ao progresso econômico, tornando-se uma edição completa, ainda não existente, e que servirá sobretudo em pesquisas para o público estudantil. Objetivo específico: Publicar um livro, com tiragem de 2.000 exemplares, com ampla pesquisa sobre a ocupaçao e desenvolvimento da região centro-oeste de Minas, tendo a cidade de Itaúna como principal meta de abordagem, em rica ilustração em fotos e documentos de época, além de entrevistas com historiadores, professores, autoridades e empresários. Distribuir a edição, de maneira gratuita, em sua totalidade, para os patrocinadores e a população em geral, destacando os estudantes, professores e estudiosos da história itaunense, como forma de levar a história da ocupação e desenvolvimento da região centro-oeste mineira ao conhecimento de todos. Divulgar a obra para a população, com a realização de quatro palestras e distribuição gratuita do livro, uma na Escola Estadual de Itaúna (escola pública) , outra na Universidade de Itaúna, e as outras duas em escolas públicas das cidades de Itaguara e Pitangui, a serem proferidas pela historiadora Ana Maria Nogueira Rezende.
A primeira divisão territorial do Estado ocorreu em 1711, por ordem do governador Antônio de Albuquerque Coelho de Carvalho, ao desmembrar a parte mineira da Capitania de São Paulo e Minas Gerais, antiga Capitania de São Vicente. Foram então criadas a Vila Ribeirão do Carmo (8 de abril), Vila Rica (8 de julho) e Vila Real de Nossa Senhora da Conceição de Sabará (17 de julho), hoje, os respectivos municípios de Mariana, Ouro Preto e Sabará. Em razão das atividades desenvolvidas e da sua vasta extensão, o território mineiro passou por sucessivas divisões regionais. Na década de 1970, o governo estadual promoveu estudos regionais para congregar municípios ligados por características socioeconômicas, estabelecendo as seguintes 10 regiões, em ordem alfabética: Alto Paranaíba, Central, Centro-Oeste de Minas, Jequitinhonha/Mucuri, Mata, Noroeste de Minas, Norte de Minas, Rio Doce, Sul de Minas e Triângulo. Por motivos históricos, as regiões mais estudadas de Minas são a Central, que abriga municípios como Ouro Preto, Mariana, Congonhas e Sabará e as do Sul de Minas e Triângulo, a primeira também pelos aspectos turísticos e a segunda pela pujança econômica e proximidade com o estado de São Paulo. As demais carecem de mais obras pertinentes e de maior alcance, que possam compor um estudo global completo do estado de Minas Gerais. É o caso deste projeto sobre a região centro-oeste mineira, no sentido de se apoiar na Lei de Incentivo à Cultura na busca de parceiros para possibilitar um estudo mais abrangente visando ao amplo conhecimento. A obra, sob o selo da Lei de Incentivo, também abordará o rio São João, ainda pouco estudado historicamente, e sua importância para a ocupação e desenvolvimento da região centro-oeste. Rio mineiro, afluente do São Francisco, nasce no município de Itaguara, desaguando no município de Pitangui, banhando 11 cidades: Itaguara, Itatiaiuçu, Carmo do Cajuru, Itaúna, Mateus Leme, São Gonçalo do Pará, Igaratinga, Conceição do Pará, Pará de Minas, Onça de Pitangui, e Pitangui. Dessas cidades, Itaúna é a mais populosa e de economia mais próspera, servindo de foco para o estudo que se pretende, pois apresenta uma perfeita simbiose entre crescimento econômico _ ciclos têxtil e minero-metalúrgico _ e a cultura, ao receber o título de "Cidade Educativa", em 1975, tendo criado, em 1965, a Universidade de Itaúna, que possui hoje 9.000 alunos em diversos cursos de graduação tecnológica, graduação, pós-graduação e mestrado, sendo a maior do interior do Estado. Procura-se, assim, atender à Lei 8313/91, em seu artigo 1º, nas alíneas I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória e IX - priorizar o produto cultural originário do País. E ao artigo 3º, da mesma Lei, respeitar os inciso II - fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de exemplares do livro conforme o Plano de Distribuição e V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: c)ações não previstas nos incisos anteriores: palestras com distribuição gratuita de exemplares em estabelecimentos de ensino em Itaúna e mais duas cidades da região, Itaguara e Pitangui.
1) Todos os profissionais envolvidos no projeto fornecerão notas fiscais dos serviços prestados, com anotação dos respectivos impostos registrados. 2) Os custos com o transporte rodoviário para entrega dos exemplares aos 11 municípios do Vale do Rio São João Acima, estão inseridos na Planilha Orçamentária. 3) Realização de palestras pela historiadora Ana Maria Nogueira Rezende 1 - Itaguara (2 dias) Aluguel de carro Combustível Hospedagem com alimentação 2 - Pitangui (2 dias) Aluguel de carro Combustível Hospedagem com alimentação
Edição de 2.000 exemplares, com as seguintes especificações técnicas do livro: REV.CAPA: 70x30cm, 4x1 cores, Tinta Escala em Couche Liso 150g. Prep. Arquivo Aberto. Prova Digital Epson. Cópia Xerox (imposição).MIOLO: 160 pgs, 23,5x30cm, 4 cores, Tinta Escala e Verniz Ir Fosco F/V em Couche Fosco. 150g. Prep. Arquivo Fechado(PDF). Prova. CópiaXerox (imposição).GUARDAS: 47x60cm, 4x4 cores, Tinta Escala em Off-set. 180g. Prep. Arquivo Aberto. Prova Digital Epson. Cópia Xerox (imposição).SOBRECAPA: 92x47cm, 4x0 cores, Tinta Escala em Couche Fosco 170g. Prep. Arquivo Aberto. Prova Digital Epson. Cópia Xerox(imposição).Lombada:13mm, Intercalação, Dobrado(MIOLO), Laminacao Fosca, Nº Lados: 1(REV.CAPA), Hot Stamping(REV.CAPA), HotStamping(REV.CAPA), Vinco(GUARDAS), Lamin. Soft Touch, Nº lâminas 1(SOBRECAPA), Hot Stamping(SOBRECAPA), HotStamping(SOBRECAPA), Corte Vinco(SOBRECAPA), Shrink Individual(MIOLO), Cliché Hot Stamping, Altura Cliché(cm) 1, LarguraCliché(cm) 16, Cliché Hot Stamping, Altura Cliché(cm) 1, Largura Cliché(cm) 21.Obs.: Capa dura cartonada em papelão paraná. // Sobrecapa "francesa". // Aplicação de 2 hot stamps iguais (mesmos clichês) na capa e na sobrecapa.
Em atendimento ao artigo 18, da IN de 23 de abril de 2019, informa-se que toda a edição, de 2.000 exemplares, será distribuída gratuitamente, não havendo comercialização do produto. Deste modo, a acessibilidade será ampla para a população em geral: 1) Acessibilidade FÍSICA - Ao produto ser disponibilizado para as bibliotecas públicas das 11 cidades da região do Vale do Rio São João Acima, estará à disposição de toda a população em geral, com inteira acessibilidade também a pessoas idosas e portadoras de necessidades especiais. 2) Acessibilidade de CONTEÚDO - Será feita a audiodescrição do livro, em português, com gravação de 200 CD's para distribuição gratuita em entidades com deficientes visuais, bibliotecas públicas e patrocinadores.
1) A totalidade da edição será disponibilizada gratuitamente a todas as camadas da população, obedecendo aos seguintes critérios: a) 10% - 200 exemplares, para os patrocinadores. b) 50% - 1.000 exemplares destinados às bibliotecas públicas, secretarias de educação, entidades técnicas e prefeituras das seguintes cidades que compõem o Vale do Rio São João Acima: Itaguara, Itatiaiuçu, Carmo do Cajuru, Itaúna, Mateus Leme, São Gonçalo do Pará, Igaratinga, Conceição do Pará, Pará de Minas, Onça de Pitangui, e Pitangui. O número de exemplares para cada município será definido percentualmente em relação à sua população. c) 30% - 600 exemplares, a serem distribuídos para estudantes e professores durante as palestras em escolas e universidade. d) 10% - 200 exemplares para divulgação e acervo da proponente. 2 )Em atendimento ao disposto no art. 21 da IN nº 2, de 23 de abril de 2019 para ampliação do acesso, que, em seu item I pede a distribuição gratuita de pelo menos 20% do produto, ela ocorrerá em sua totalidade, de 100%, para as bibliotecas públicas dos 11 municípios do Vale do Rio São João Acima, além dos exemplares para os patrocinadores e divulgação. 3) CONTRAPARTIDAS SOCIAIS Em atendimento ao disposto no art. 22, da IN nº 2, de 23 de abril de 2019, que estabelece como contrapartida social atividades paralelas ao projeto, serão realizadas 4 palestras, pela historiadora Ana Maria Nogueira Rezende, com distribuição gratuita de livros para estudantes e professores, com os custos anotados na planilha orçamentária: 1 – Universidade de Itaúna 2 – Escola Estadual de Itaúna (escola pública) 3 – Escola Estadual Coronel Frazão (escola pública), de Itaguara, cidade escolhida por abrigar a nascente do Rio São João. 4 – Instituto Histórico de Pitangui, cidade escolhida por sua tradição histórica e também por ser importante polo minerador.
Airton Geraldo Guimarães – Pesquisa, Redação, Edição Jornalista, formado pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, PUC-MG, de Belo Horizonte. Exerceu essa atividade em vários órgãos de imprensa, entre eles o jornal “Estado de Minas”, de Belo Horizonte, onde atuou por vários anos na editoria de Cultura, como repórter e cronista. Estreou em literatura em 1984, com “Histórias Mineiras”, lançado pela Editora Ática de São Paulo, volume integrante da série Minas de Livros, da Rede Globo Minas, uma coletânea que reuniu nomes consagrados mineiros e a nova geração de contistas. Ao longo dos anos vem publicando novos livros, sendo os últimos, “Minas é uma Festa” (2011), “Minas/Itália, Um Encontro Cultural” (2012), “Bandeiras de Minas” (2014) e “Búzios, Inesquecível, Unforgattable, Inolvidable” (2015). Roteirista dos documentários “O Encontro das Águas com a História – Alto Rio das Velhas” e “Mariana – O Resgate da História e da Cultura”, em edição para 2019. É formado em Gestão Cultural e membro da Academia de Ciências, Letras e Artes de Minas Gerais e da Academia de Letras e Artes Buziana, de Búzios, RJ. (Currículo completo anexado) Alan Rodrigo de Lima – Designer gráfico Formado em Publicidade e Propaganda pelo Instituto J. Andrade – Juatuba (MG), em 2004 a 2008. Curso de Extensão “Gestão de Produtos e Marcas” pela Fundação Getúlio Vargas – Rio de Janeiro – 2008. Cursos: Desenho e Pintura clássica – Mestra Arthumira Nogueira – 1985/1993. Inglês – MAI - Methodology American Institute – 1997/2000. Publicitário (Diretor de arte) da empresa MM Comunicação. Designer Gráfico autônomo. Consultor em Gestão de Marcas (Branding). Fotógrafo de moda autônomo. Portfólio na internet: www.alanlima.com Realizou projetos gráficos de dezenas de livros, entre os quais “Cidades Históricas Mineiras – 1a e 2a Edição”, “Brasília – 50 anos”, “Minas/Itália – Um Encontro Cultural”, “Aleijadinho - O mestre do Barroco”, “Os Patrimônios da Humanidade no Brasil”; “Ouro Preto - Uma Viagem em Pedra e Ouro”. (Currículo completo anexado) Ana Maria Nogueira Rezende - Pesquisa iconográfica, Consultora em História Formada em História pela Universidade de Itaúna, em 2002, com a monografia: “A presença de Guimarães Rosa em Itaguara- MG (1930-1932)”. Gestora Cultural desde 2006. Pesquisadora, escritora e palestrante. Publicou a obra “Transportador Mineiro - História Pioneira” em agosto de 2012, apoiada pela Federação das Empresas de Transporte de Cargas Rodoviárias do Estado de Minas Gerais - FETCEMG, Sindicato das Empresas de Transporte de Cargas Rodoviárias do Estado de Minas Gerais – SETCEMG, e das Leis de Incentivo à Cultura estadual e federal. Realização de curso de Design Thinking fornecido pela Universidade de Stanford em 2013. Concluiu Mestrado em “Ambiente Construído e Patrimônio Sustentável” pela Escola de Arquitetura da UFMG, em 2017, com a dissertação: “Fluxos Globais no Século XVIII- A Produção Do Modus Vivendi E Operandi No Entorno Da estrada Real Picada De Goiás”. Em 2018 tomou posse no Instituto Histórico de Pitangui e no ano de 2019 passou a fazer parte do Conselho Consultivo da mesma instituição. Professora de Projeto Interdisciplinar nos Cursos de Graduação de Design Gráfico e Pedagogia no Instituto de Educação Superior Latino-Americano/ IESLA, desde 2019. Professora de Patrimônio Cultural e Memória no Curso de Extensão para a Terceira Idade no Instituto de Educação Superior Latino-Americano/ IESLA, desde 2019. Colabora com artigos em várias publicações e tem vários livros publicados. (Currículo completo anexado) Cristina Gonçalves Lima Carvalho – Coordenadora Editorial e Revisora de texto Mestre em Educação, graduada em Letras e Pedagogia. Revisora e escritora. Mestre em Educação e graduada em Letras pela Fundação Universidade de Itaúna. Graduada em Pedagogia e pós-graduada em supervisão escolar. Curso de Atualização em Cultura, Arte e Educação, ministrado pela Universidade de Itaúna. Experiência profissional: realiza revisões de metodologia, semântica e gramática em trabalhos acadêmicos, livros empresariais e artísticos. Realiza pesquisas documentais e iconográficas para livros de arte. Revisora dos textos de várias obras. Redigiu textos para vários livros. Trabalha com pesquisas voltadas para projetos culturais desde 2005. Curadora de exposições de arte fotográfica no Brasil e exterior. (Currículo completo anexado) Márcio de Lima Carvalho – Coordenação editorial , Coordenação gráfica e Fotografia Fotógrafo profissional desde 1991, atuando nas áreas de fotografia social e industrial. A partir do ano de 2005, passou a dedicar-se à publicação de livros de arte e a exposições fotográficas. Graduado em Gestão Empresarial pela Universidade de Itaúna. Possui especialização em fotografias através de: Curso de Laboratório Preto e Branco – José David Aguiar – Belo Horizonte; Curso Avançado de Fotografia – Stúdio Imagem – Belo Horizonte, Curso de Controle Tonal – José David Aguiar – Belo Horizonte, e Curso de Laboratório – Kodak – São Paulo. Tem uma dezena de livros de arte fotográfica publicados, desde 2005 com “Cidades Históricas Mineiras”, e os últimos “Ouro Preto - Uma Viagem em Pedra e Ouro” (2013) e “O Brasil na Copa” (2014), "Patrimônios da Humanidade no Brasil" (2016), "Circuito da Liberdade" (2017), "Serra Do Cipó" (2018) e "Antônio Francisco Lisboa, o Aleijadinho” (2019). Vem realizando exposições por várias cidades mineiras e pelo Exterior, divulgando Minas Gerais, destacando-se as de Washington (EUA – 2005), Barcelona (Espanha 2006) e Lisboa (Portugal 2008). (Currículo completo anexado)
Prestação de Contas final apresentada, aguardando an´lise.