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Trata-se da quarta edição da Coleção Turminha Brava, composta por 8 livros infantis com histórias protagonizadas por alguns mitos do folclore brasileiro, tais: Mula sem Cabeça, Curupira, Iara, Boitatá, Boto, Lobisomem, Caipora e Saci. São histórias de ficção curiosas e divertidas que buscam dar continuidade à transmissão de nossa cultura e saberes populares que são passados de geração à geração através de uma linguagem lúdica, contribuindo assim para sua preservação.
Cada volume tem um texto único, não é dividido em capítulos. Então, as sinopses são para cada um deles. 1) O dia em que Joaquim correu atrás do Curupira mata adentro. Joaquim, um adulto, e seu sobrinho Dudu estão atravessando uma mata. O menino anda com medo de encontrar cobras ou outros animais “perigosos”, mas Joaquim diz que se aparecer qualquer bicho, ele enfrenta, com seu facão. Segue cantando uma música, afirmando ter coragem para enfrentar até o Curupira, ser da mata que as pessoas dali respeitam e temem. Dudu pede ao tio que não provoque, mas ele segue cantando, cortando cipós e arbustos do caminho, com um facão. De repente, um silêncio na mata... Pássaros e animais silenciam. E aparece a poucos metros aquele ser com corpo de menino, mas troncudo e com cara feia. Joaquim resolve ir atrás dele, a fim de dar uns tapas no moleque... E o alcança no meio da mata. Para seu azar. Apanhou no bumbum. E no caminho restante, é o menino que vai cantando uma música com letra engraçada, sobre seu tio, que desde então mudou de comportamento. 2) Um mergulho atrás da Iara Lili mora perto de um rio bonito e gosta de passear por suas margens, até que um dia ouve um canto bonito. Volta àquele lugar outros dias para ouvir aquele canto. Um dia, aparece em sua casa um grupo de homens da cidade, amigos do seu pai, querendo pescar. O pai previne é tempo de desova dos peixes e a pesca é proibida. Mas eles seguem assim mesmo para a beira do rio, com uma barraca para armar e equipamento de pesca. O que fazer? Nesse dia, Lili, por acaso, conhece a Iara, que era quem cantava no rio, e enroscou seus longos cabelos verdes num galho espinhoso de uma árvore que se debruça sobre o rio. A Iara conta que encanta os homens e os leva para o fundo do rio, onde tem um palácio e prende homens maus nele. Ela está furiosa com aquele grupo que foi pescar em época proibida. Está decidida a levá-los para o fundo do rio. E faz isso com um deles. Lili consegue convencer a Iara a “soltar” o amigo do seu pai, que volta para casa, mas não é mais o mesmo sujeito... 3) Um boi chamado Tatá? Uma história contada na primeira pessoa, de “quando eu tinha 6 anos de idade” e fui passar uns dias na fazenda de um tio, levado por uma prima, Rosa, de 9 anos, que estudava na cidade e ficava hospedada na minha casa. Lá chegando, minha prima conversou com sua mãe e ficou triste. Levou a mim e outras crianças para passear num pasto. Foi mostrando toda a vida animal e vegetal que havia nele. Não entendi bem porque ela fez isso, até chegar de volta e conversar com o meu tio.. Ele tinha arrendado o pasto para um vizinho, que iria queimá-lo e plantar um tipo de capim diferente nele. Muitos animaizinhos e muitas plantas úteis seriam queimados. Mas não tinha jeito de voltar atrás. Afonso, o vizinho, faria a queimada à noite. E tentou fazer... Mas não conseguiu. Chegou bufando à casa do amigo, pai da Rosa, contando que tinha sido perseguido por um fogo comprido... “O Boitatá”, concluíram. Como eu não sabia isso, perguntei se era um boi chamado Tatá. Riram e contaram o que é e o que faz o Boitatá. 4) Ninguém engana o Saci? Num sítio à beira do rio Paraná, mora uma família que tem duas crianças, Julinha e Juquinha. Todo mundo sabe que na mata perto do sítio tem um Saci, que não incomoda ninguém desde que o tratem bem. Gosta de ganhar presentes. Um homem valentão não acredita que o Saci existe e resolve atravessar a mata a cavalo, por uma trilha, de forma desafiadora; E se dá mal, volta correndo e com medo. O Saci acha então que o pai dessas crianças incentivou o valentão a desafiá-lo. Por isso, passa a aprontar no sítio, fazendo as coisas de sempre, como dar nó em crina de cavalo e jogar sal na comida. Totonho resolve então “dar um jeito” no Saci, prendê-lo numa ilha, Será que consegue? E será que o Saci, se preso lá, não acha um jeito de escapar? 5) Bete e o Boto Bete, professora por vocação, pois desde menina gostava de brincar de escolinha, ensinando crianças menores a ler e escrever, descobre uma comunidade à beira de um rio da Amazônia que precisava muito de uma professora. Ela se encanta com o lugar e com os moradores, e vai para lá. Leciona na casa onde mora, não só para crianças, mas para adultos também. A comunidade, muito satisfeita, faz uma festa para arrecadar dinheiro, com o qual construirá uma escolinha de verdade. A festa é um sucesso e se encerra com um baile. Nesse baile, aparece um rapaz bonito, irresistível, bom dançarino, que declama poesia no ouvido das parceiras de dança. Ele se encanta com a Bete, que ocupa uma mesa e não tinha dançado com ninguém. Ele é irresistível, mas ela resistiu aos seus encantos. Como? Quem descobre e conta isso é uma menina, Lia, sua aluna, que contou aos outros o “segredo” da Bete numa redação em sua própria sala de aula. 6) A corajosa menina que montou na Mula sem Cabeça Numa comunidade rural, há crianças que vivem com simplicidade, mas com alegria. Entre suas diversões, há as brincadeiras de roda. Aprendem novas cantigas com Matilde, uma moça amiga, que gosta de brincar com as crianças. Passado um tempo, numa madrugada, ouve-se um tropel assustador e relinchos de estremecer, em toda a redondeza. O que será? Uns pensam em assombrações, outros dizem que é o Lobisomem, mas para muitos é a Mula sem Cabeça. Passado um tempo, de novo, aquela coisa assustadora. Há um medo geral na comunidade, tanto de adultos quanto de crianças. Ritinha, menina esperta, ouvindo histórias contadas por sua mãe e vizinhas adultas, tira suas conclusões e descobre quem é que se transforma nesse animal, e também uma forma de ‘curá-la”. E faz isso, com direito a uma caminhada montando o pobre animal. 7) O caiporismo do Tenório Uma fazenda muito bonita, com uma grande mata, está à venda. Nicolau, um morador da cidade, tem o sonho de comprá-la e transformá-la em um hotel fazenda; Leva a mulher, Margarida, e os filhos para passar um fim de semana ali e tentar convencer todo mundo que será bom realizar seu sonho. Além dos filhos Paulinho, de 6 anos, Luísa, de 8, Denise de 16 e Tenório de 17, foi junto uma amiga da Denise, Olga. Tenório se sente atraído pela amiga da irmã e começa a se exibir para ela. E entra na mata a fim de caçar um bicho, mesmo tendo sido proibido pela mãe. Mas lá dentro encontra um bando de catetos, o maior deles montado por um sujeitinho mal encarado. Acaba tendo que correr para não apanhar dele. E passa a ter uma fase de “azar”, em que as coisas não dão certo. Como solucionar isso? 8) Quem será o Lobisomem? Uma antiga fazenda enorme foi dividida em muitos sítios, vendidos para famílias vindas de diversos lugares. Os novos moradores, até então desconhecidos, viviam bem e tranquilamente, eram amigos, com boa relação de vizinhança. . Numa noite de lua cheia, de sexta-feira para sábado, um “cachorrão”, na descrição de quem o viu, atacou o galinheiro de um morador. “É o Lobisomem”, concluíram. Num desses sítios, mora o menino Zico, de 5 anos, e a menina Naninha, de 7, com seus pais, dona Piedade e seu Ernesto. Zico e Naninha, uma noite, ficam imaginando quem seria o homem que tem a sina de se transformar nesse animal que ataca animais e gente. O menino fez até uma musiquinha bem-humorada sobre esse ser estranho e a canta quase sem parar. Uma madrugada, o Lobisomem aparece de novo, e desta vez é no sítio deles. Quase pega seu Ernesto desprevenido. Mas ele não só escapa como consegue acabar com a maldição do sujeito. E, claro, descobre quem tinha esse fadário.
Objetivo Geral O projeto tem como objetivo principal disseminar estórias que fazem parte do universo popular, colocando em contato com o pequeno leitor os personagens que representam a mitologia brasileira. Demonstrar a partir dos mitos de nossa cultura popular que a cultura é uma dimensão da realidade social, da dimensão não-material e de uma dimensão totalizadora porque engloba aspectos construídos a partir da ação do próprio homem, que são os pais da criança que vão ler o livro, seu tios, avós e a própria criança inserida e identificada nesse contexto, promovendo o processo de integração cultural, para fortalecimento de uma identidade brasileira no desenvolvimento da criança. Objetivos específicos: - Produção de 3.000 exemplares da coleção Turminha Brava, sendo 24.000 livros, com distribuição gratuita. ‐ Distribuir gratuitamente 90% da tiragem do produto principal - Realizar 10 ações de incentivo à leitura, com contação de histórias, em bibliotecas, escolas públicas ou em centros culturais. Distribuir parte da tiragem do produto principal nos eventos de incentivo a leitura.
Este projeto fornecerá aos primeiros leitores bases de informação através de uma literatura construída a partir de elementos extremamente lúdicos e linguagem adequada, os mitos, personagens e manifestações da cultura popular brasileira. Com visual atrativo e ilustrações as estórias constroem paisagens de mistério e humor. Cada livro tem cerca de 7 mil caracteres distribuídos em 32 páginas, o que resulta em quantidade adequada de texto por página, formando histórias completas com personagens que são crianças de 5 a 7 anos, a mesma faixa etária do público alvo. E como cada exemplar contém um personagem do nosso folclore, sempre de forma misteriosa e provocativa, a coleção servirá para instigar a curiosidade e estimular a criança a procurar saber mais sobre esses mitos que fazem parte de sua própria cultura. Cada volume contém também cantigas de roda e/ou versos inéditos (construídos a partir dessa estética que propõe o próprio tema), e que podem ser musicados ou não, utilizados da forma como a imaginação e a criatividade permitir. Esses livros não se esgotarão em uma leitura. A coleção foi desenvolvida considerando a prática de contar histórias para as crianças, estimulando dessa forma seus processos imaginativos, reforçando sua identidade cultural e oportunizando construção de conhecimento acerca dos mitos do nosso folclore.
8 LIVROS - FORMATO: aberto 410X205mm, fechado 205X205mm. - CAPAS - Impressas 4X0 cores no cartão Supremo Duo Design 250g + Laminação BOPP fosca frente - MIOLOS - 32 páginas (capa livro) impressas no couchê fosco LD 170g, 4X4 cores iguais. - ACABAMENTO - Lombada quadrada " costurada ", refile tri lateral.
Como medida de acessibilidade, cada livro que compõe a coleção ganhará uma versão em áudio, veiculada na plataforma YouTube, promovendo o acesso ao conteúdo do produto às pessoas com deficiência visual e deficiência auditiva.
O plano de distribuição refere-se a quantidade de coleções, cada coleção contem 8 livros: 90% da tiragem (2.700 coleções, totalizando 21.600 livros) será distribuída gratuitamente para escolas, instituições e/ou bibliotecas públicas. 10% (300 coleções, totalizando 2.400 livros) será destinado ao patrocinador. Como outra medida de ampliação de acesso, será veiculado na internet um audiolivro do projeto. Serão adotadas as medidas previstas pelos incisos I, IV e VII do art. 21 da INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 2, DE 23 DE ABRIL DE 2019 do MinC: I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil Contrapartida Social - Em respeito ao Artigo 22 da Instrução Normativa nº 2, de 23 de abril de 2019, no que se refere às contrapartidas sociais, o projeto prevê: a realização de 10 eventos de incentivo à leitura, com contação de histórias folclóricas. Estima-se atender 300 alunos e professores de escolas públicas, atendendo assim os 10% (dez por cento) do quantitativo de público previsto no plano de distribuição dos livros, afim de garantir o acesso deste público obrigatório, as ações serão realizados em escolas públicas, bibliotecas ou centros culturais.
Produção executiva - Cepar Cultural (Proponente) Possui a responsabilidade de executar as diretrizes do projeto conforme o planejado e cadastrado junto a Secretaria Especial de Cultura, acompanhar e orientar o trabalho do produtor e coordenador, bem como será o responsável pelo contato com a Empresa Patrocinadora para o alinhamento, diretrizes, cronogramas e definições do projeto A Cepar iniciou no ano de 1998 a captação de recursos para projetos culturais com base em suas relações comerciais, dentre elas os filmes "Tiradentes", de Osvaldo Caldeira e o documentário "Mehinaku", sobre um dos povos do alto do Xingu, além dos livros "Cem Anos Luz", comemorativo do centenário da Estação da Luz, "Paulista Avenida - A Síntese da Metrópole" e "Sorocabana - Uma Saga Ferroviária". Após estas experiências, começou a produzir Projetos Culturais junto às empresas, oferecendo assessoria em marketing cultural, desde a elaboração, aprovação até a implantação definitiva de projetos. Dentre os projetos executados nos últimos 10 anos estão:Cine Eletrosul; Cinetransformer Brasil; Amigos da Água; Jean Manzon - Memórias do Brasil; Cinema Ultragaz Cultural; Cine Ceste; Coleção Todo mundo tem direitos; Aldemir Martins - Arte no Brasil; O Reino da Agua; Expo Reciclagem na arte; Coleção Mitologia Brasílica; Saci e os amigos da natureza; Cine Gazin; Cinema Merial. Mouzar Benedito da Silva - Autor Formado em Jornalismo (1977), pela Faculdade de Comunicação Social Cásper Líbero. Sócio-fundador da Sosaci – Sociedade dos Observadores de Saci (entidade criada para estudo e divulgação da cultura popular brasileira) tem vasta de experiência como cronista, escritor e pesquisador da cultura brasileira. Algumas Publicações: Cartilhas como “A vida de todos nós depende dessa água”, sobre mananciais de São Paulo; “Usucapião urbano” e “Viver melhor em favela”, para a prefeitura de São Paulo (gestão Luíza Erundina); e “Vamos defender nossa água”, para escolas de primeiro grau municipais localizadas nas áreas de mananciais (prefeitura de São Paulo e Consulado do Canadá); "Saci e os Amigos da Natureza"; ''Coleção Turminha Brava"; " Para entender o Brasil - O país do Futebol", Livro bilingue para turistas no contexto da Copa do Mundo de Futebol realizada no Brasil; "O reino da água"; entre outros.
Prestação de Contas final apresentada, aguardando análise.