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Publicação de um livro de arte sobre o Pantanal, com imagens do renomado Luciano Candisani que elegeu a água como o fio condutor de sua narrativa fotográfica para interpretar a grande planície de forma surpreendente e inédita. A dinâmica das águas pantaneiras ditam o ciclo da vida e das imagens de Candisani, que reunem uma identidade estética e se equilibram de forma peculiar entre arte e documento.
O Pantanal é uma das mais belas regiões do país e está dentre as pouquíssimas belezas naturais brasileiras a receber o título de Patrimônio Natural da Humanidade conferido pela UNESCO. Nesse livro inédito, o consagrado fotógrafo e documentarista Luciano Candisani traz sua interpretação da vida no Pantanal sob a regência de suas águas, das cheias e secas que acontecem todo ano na maior planície alagável do planeta. Luciano Candisani é apaixonado pelo Pantanal desde a infância e se encantou quando foi pela primeira vez em férias com o pai, que era fotógrafo amador. Já adulto e fotógrafo profissional, voltou diversas vezes para conhecer e revelar os mistérios dessa região, formando um vasto e valioso acervo de imagens únicas da paisagem, fauna e flora da planície pantaneira. "Eu comecei a fotografar com 14 anos de idade, inspirado nas fotografias da National Geographic que eu era um leitor assíduo. Eu olhava aquelas imagens e queria ver tudo aquilo com meus próprios olhos. E depois na escolha profissional, eu uni essa paixão pela imagem e também pelo tema natureza." Luciano Candisani A fotografia de Luciano Candisani é feita de jornalismo e arte. Há 25 anos dedica-se à tarefa de produzir imagens capazes de evocar a forte ligação entre as espécies e seu hábitat, e usá-las como bandeira para despertar nas pessoas o interesse pela conservação. "O meu interesse é mostrar o Pantanal sob o ponto de vista da água. É a dinâmica das águas que determina o ciclo de vida do Pantanal, que sem as cheias e secas pode se transformar em outro ambiente. Eu venho trabalhando há anos com natureza sobretudo na América do Sul para produzir imagens que possam evocar a ligação das espécies com o ambiente e sua conservação. Infelizmente existem ameaças à essa dinâmica das águas na planície. Por isso meu objetivo de publicar um livro que mostre a importância da água nesse bioma." Luciano Candisani Assim, equilibrando-se entre a informação e a estética, Candisani partiu para o Pantanal com uma difícil missão: reinterpretar em imagens a planície alagada, incontáveis vezes fotografada e filmada nas últimas décadas. Para captar o novo, surpreender, Candisani decidiu que a água seria o fio condutor de sua narrativa. Pois é a água, sempre, que dita o ritmo de tudo - bichos, gente, paisagens - no Pantanal. A linha d'água é o ponto sensível que determina a transformação da natureza, ao demarcar os caminhos da fauna para cima ou para baixo, para fome ou para a fartura, para a prole ou a solidão. É a fronteira que pode definir entre, literalmente, entre a vida e a morte. E que, nas imagens de Luciano Candisani servem para fundir jornalismo e arte. A fotografia é ferramenta na arte e cultura da documentação da natureza desde 1850 quando chega ao país e os trabalhos artísticos ganham realismo documental. Além do registro das tradicionais vistas tornara-se possível a incorporação do momento. As imagens feitas por artistas como August Stahl e Marc Ferrez, naquela época, persistem até hoje como legítimas obras de arte carregadas de informações precisas sobre geografia, antropologia e cultura. São trabalhos que encantam tanto quanto informam. Atualmente, a documentação da natureza brasileira continua, em grande parte, a cargo da fotografia. E, geralmente, os artistas dedicados ao tema tornaram-se especialistas. São viajantes contemporâneos que, assim como seus predecessores, observam e interpretam incansavelmente a diversidade do país continente através do visor da câmera fotográfica. Mas para esses artistas já não é mais a surpresa diante do desconhecido que predomina como guia o olhar. A principal motivação vem da necessidade urgente de compreensão das transformações impostas ao ambiente pelo avanço sem paralelo das sociedades humanas sobre a natureza. E nada melhor do que a arte para chamar a atenção para essa questão. Luciano Candisani é um dos representantes dessa nova geração de artistas engajados em acompanhar a dinâmica das transformações na paisagem brasileira e seus reflexos na sociedade do país. O estilo peculiar desse autor vem de uma mistura de tendências. Seu olhar transita entre os retratos jornalísticos precisos e o impressionismo, o que resulta em obras de estética original e apurada e repletas de conteúdo. Como bem definiu o ex ministro da Cultura, Gilberto Gil: ?Cada época e cada cultura constrói uma determinada leitura da natureza. O que significa que a natureza, para além de sua existência física, também é, sempre, uma criação cultural.? O livro TERRA D'ÁGUA PANTANAL mostrará cerca de 80 imagens e textos de Luciano Candisani e conta com acabamento gráfico diferenciado, papel especial para a capa e miolo. Indispensável para os amantes da fotografia e admiradores do Pantanal. Para completar o acervo de imagens Luciano fará duas viagens para captar imagens aéreas e registrar a dinâmica das águas da Serra do Amolar, localidade há 100 kms de Corumbá MT - onde permanecerá por 10 dias - e Planalto da Bodoquena no Mato Grosso do Sul também por 10 dias. "O livro é um dos grandes desdobramentos para uma história para uma reportagem. Os livros ficam para as gerações futuras!" Luciano Candisani ?Oportunista como um jacaré à espera de suas presas, explorei os rasos iluminados pelo sol tropical à espreita de chances para construir imagens capazes de evocar a força da enchente na gênese e manutenção do Pantanal?. Luciano Candisani "O campo de investigação de Luciano Candisani são os grandes espaços naturais remanescentes, dos trópicos até a Antártica. A água é sempre o fio condutor. Fonte de vida, este elemento é fortemente maltratado. O autor atribui a maior importância à influência que terá as suas fotografias. Algumas correm o risco de ficarem, em curto prazo, como arquivos de um mundo desaparecido. A questão ética também se duplica em uma questão estética. É pela beleza que o ser humano pode ser comovido e eventualmente conduzido a compreender o cosmos ao qual pertence. Todos esses traços fazem de Luciano Candisani um fotógrafo autor completo. O seu propósito e o seu estilo nos comovem e nos interrogam." Pierre Devin, fundador do ?Centre Regional de la Photographie Nord Pas de Calais?, França. "Luciano é autor de outras reportagens memoráveis de National Geographic Brasil. Você talvez se lembre de ?A jornada de paz e amor dos macacos hippies? (dezembro, 2003) ou de ?Vôo do exílio?(abril, 2007), sobre o Albatroz brasileiro. As fotos de Luciano já foram publicadas em muitas edições de National, nos mais diversos cantos do planeta. Ele ganhou o prêmio Abril de Jornalismo quatro vezes e foi nomeado, há pouco, membro associado da prestigiosa Liga Internacional dos Fotógrafos de Conservação (ILCP, na sigla em inglês). Não é difícil entender por quê. Suas imagens são um convite para adentrar o mundo selvagem. Por elas conseguimos sentir com agudeza um elo nosso que já foi mais forte com a natureza. Dão vontade de cuidar melhor do planeta. Por nossa sorte, Luciano concentra seu trabalho no Brasil." Matthew Shirts, redator chefe da National Geographic Brasil
Publicar um livro de arte com imagens e abordagem inéditas sobre o Pantanal, mostrando as águas pantaneiras e sua pitoresca paisagem, que muda conforme as cheias, tempestades, vistas aéreas, vazantes, o olhar na linha d'água, as imagens subaquáticas e toda a poesia que só Luciano Candisani sabe captar pela convivência com a região desde sua adolescência. Ele olha no olho dos bichos, próximo, de igual para igual, observa o e aprende o comportamento da dinâmica da vida local e a beleza incomparável da flora na maior planície alagada do planeta. Apresentar um novo e surpreendente Pantanal é o objetivo desse livro. Realizar um livro com produção gráfica de excelência, desde o design, especificações técnicas, materiais e impressão, para que o livro seja suporte da arte fotográfica que o compõe, e tenha durabilidade para transpor o tempo e eternizar o registro histórico da obra de Luciano Candisani. Através da arte, contribuir com a preservação de um dos locais mais belos e importantes do Brasil, considerado Patrimônio Natural da Humanidade conferido pela UNESCO. Difundir a obra de Luciano Candisani, fotógrafo e documentarista brasileiro que representa nosso país de forma brihante no mundo todo. A relevância internacional da obra de Candisani o levou a integrar o júri de alguns dos mais respeitados prêmios da fotografia, como o World Press Photo, na Holanda, e o Wildlife Photographer of the Year, na Inglaterra. A repercussão de seu trabalho também lhe rendeu convites para compor importantes coletivos fotográficos, como o Internacional League of Conservation Photographers (ILCP), o Sea Legacy e o The Photo Society, que agrupa fotógrafos colaboradores da edição principal de National Geographic. Oferecer a democratização do acesso à cultura, à arte e ao conhecimento, proporcionando a formação de público e obra de referência nos estudos e apreciação da fotografia brasileira. Prover o mercado editorial com publicações de relevância, voltadas à fotografia artística e com valor histórico, privileginado obras brasileiras que podem ser apreciadas em todos os países do mundo. Objetivo específico Publicar o livro de arte inédito, composto com fotografias e textos de Luciano Candisani imprimindo 3.000 exemplares na primeira edição.
A Lei de Incentivo à Cultura é apropriada para esse projeto por ser artístico e cultural, tratar de um tema de interesse e relevância nacional e internacional, que vai contribuir para a valorização e difusão da arte fotográfica e do Pantanal como riqueza natural e destino turístico do Brasil. O projeto atende os seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91 : I - O livro terá distribuição gratuita e contribuirá para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - O livro mostrará nas imagens artísticas e autorais diversos aspectos do Pantanal, suas riquezas naturais consideradas Patrimônio Natural da Humanidade conferido pela UNESCO, preservando a cultura e o despertar da identidade brasileira, a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - O livro mostra fotografias autorais e artísticas de Luciano Candisani valorizando e difundindo o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores. IV - Uma das missões do projeto é valorizar e proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; VIII - As fotografias de Luciano Candisani e a repercussão de sua obra no mundo vão inspirar e estimular a produção e difusão da fotografia, uma expressão artística de valor universal, e conteúdo formador e informador de conhecimento, cultura e memória; IX - O livro será totalmente produzido por pessoas e profissionais brasileiros, priorizando o produto cultural originário do País. O projeto atende mais de um dos objetivos do Art. 3º, sendo: II - fomento à produção cultural e artística, mediante edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante a distribuição gratuita dos exemplares; V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante a contratação de serviços para elaboração de projetos culturais.
Formato fechado – 25 cm largura X 33,5 cm alturaFormato Aberto - 50 cm largura X 33,5 cm alturaCapa dura revestida com papel couchê fosco 150g, impressa em 4X0 cores, e colada em papelão 151420g, acabamento laminação fosca.Guardas em color plus escuro 180gMiolo com 216 páginas, impressão 4X4 em couchê fosco importado garda pat kiara 150g, refilados, dobrados, aplicação de verniz a base d'água fosco, total frente e total verso + encarte de 16 páginas em papel alto alvura para legendas das fotografias.Acabamentos: verniz a base d'água frente e verso.Finalizações: Alcear, costura, reforço, encapar, empacotamento, shrink individual.Um jogo de provas digitais para aprovação, acertos das imagens e revisão.Tiragem 3.000 exemplaresBilíngue português/inglêsAudio Livro - Fundacão Dorina - audiodescrição de 20 imagens.
O proponente garante a acessibilidade de deficientes físicos, escolhendo locais onde o livro será lançado, bem equipados com medidas tais como rampas com corremão, elevadores para cadeirantes, banheiros adaptados e guias táteis. O livro terá uma versão audiolivro para atender a acessibilidade de deficientes visuais, contendo a locução do texto e a audiodescrição do formato, capa, textos e 20 imagens selecionadas pelo autor dos retratos. Este audiolivro será disponibilizado gratuitamente para instituições que tem distribuição e bibliotecas para pessoas com deficiência visual no Brasil como: LARAMARA – Associação Brasileira de Assistência ao Deficiente Visual, Instituto de Cegos “Padre Chico”, Fundação Dorina Nowill para Cegos, Associação de Deficientes Visuais e Amigos – ADEVA, CADEVI - Centro de apoio ao deficiente visual, Associação Catarinense para a Integração do Cego, Associação de Cegos do Rio Grande do Sul – ACERGS, Instituto Benjamin Constant , APEC – Associação Pernambucana de Cegos, Instituto Paranaense dos Cegos, União Auxiliadora dos Cegos de Minas Gerais , Associação dos Deficientes Visuais do Estado de Goiás, Associação Brasiliense de Deficientes Visuais, Associação dos Cegos do Estado do Ceará – ACEC.
20% da edição do livro, serão distribuídos gratuitamente em escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, para cumprir o caráter social, educativo ou formação artística, conforme Art. 20 da Instrução Normativa nº 2 de 23 de abril de 2019. 10% da edição será comercializada por preço promocional de R$ 50,00, valor que corresponde ao Vale-Cultura, nos termos do art. 8º da Lei nº 12.761, de 2012. Atendendo ainda ao art. 21 da Instrução Normativa nº 2 de 23 de abril de 2019, o proponente realizará duas ações complementares como medidas de ampliação de acesso, sendo: Inciso III - disponibilizar na internet imagens do livro, fotografias de seu lançamento e outras atividades que o projeto realizar, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22. Inciso IV - O proponente permitirá a captação de imagens das atividades do projeto e autoriza sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias. Outra medida de democratização de acesso será disponibilizar na internet via canais como Youtube e Redes Sociais, o vídeo da palestra que o autor Luciano Candisani fará sobre o Pantanal na Escola Pública Dr. Gabriel Ribeiro dos Santos, situada na Rua Santa Teresa, em Ilhabela, SP, ação que faz parte da Contrapartida Social do projeto.
Vento Leste Editora - editor - coordenador administrativo - remuneração do proponente Luciano Candisani - Fotógrafo - autor das imagens e consultor de conteúdo e imagens Heloisa da Costa Manso Vasconcellos - Coordenação Editorial e Produção Gráfica Letícia Moura - designer gráfica e editoração eletrônica CURRICULOS DA EQUIPE Luciano Candisani Função no projeto - Fotógrafo - autor das imagens - consultor de conteúdo e imagens Luciano Candisani produz há duas décadas narrativas fotográficas que interpretam culturas tradicionais e ecossistemas ao redor do mundo. Suas imagens, reconhecidas com alguns dos principais prêmios da fotografia mundial, reúnem uma identidade estética e se equilibram de forma peculiar entre arte e documento. São imagens sempre carregadas com a motivação criativa do autor: mostrar a vida nos grandes espaços naturais remanescentes e alertar para a urgência de salvaguardar territórios e culturas em risco. Seus trabalhos aparecem em exposições, galerias de arte e museus ao redor do mundo e são publicadas por revistas conceituadas, como a norte-americana National Geographic e a alemã GEO, além de vários jornais, como o britânico The Guardian e os brasileiros O Estado de S. Paulo e Folha de S. Paulo, entre outros. Sua produção conta ainda com sete livros fotográficos, inúmeras matérias, workshops e palestras no Brasil e exterior. A relevância internacional da obra de Candisani o levou a integrar o júri de alguns dos mais respeitados prêmios da fotografia, como o World Press Photo, na Holanda, e o Wildlife Photographer of the Year, na Inglaterra. A repercussão de seu trabalho também lhe rendeu convites para compor importantes coletivos fotográficos, como o Internacional League of Conservation Photographers (ILCP), o Sea Legacy e o The Photo Society, que agrupa fotógrafos colaboradores da edição principal de National Geographic. Luciano começou sua carreira fotografando expedições científicas enquanto ainda era estudante de graduação de biologia, na Universidade de São Paulo (USP). Sua primeira grande oportunidade profissional surgiu em 1996, quando foi convidado a integrar uma expedição de três meses para as Ilhas Shetlands do Sul, na Antártica, com o objetivo de documentar a vida marinha sob o gelo para o Instituto Oceanográfico da USP. Desde então, suas pautas já o levaram a trabalhar em diversos lugares originais do planeta, como Patagônia, Amazônia, Atol das Rocas, Ilhas Darwin e Wolf, Ilhas Malvinas, Tonga e Filipinas. Em 1998, passou sete meses a bordo da escuna Aysoo, em expedição pela Patagônia e Terra do Fogo. Tem sete livros publicados. O trabalho de Luciano Candisani já foi tema de inúmeras reportagens e documentários. O mais recente é o aclamado filme Haenyeos: a Força do Mar, da cineasta Lygia Barbosa (Tru3lab, 2018). O longa metragem, em cartaz no canal NatGeo, conta a história das mulheres do mar da Ilha de Jeju, na Coreia do Sul, por meio do olhar de Candisani. Ele é seguido pelas câmeras de cinema e compartilha com elas suas motivações criativas para a interpretação da história diante de suas próprias lentes. O resultado é um filme raro, no qual duas linguagens de tempos diferentes, o cinema e a fotografia, se complementam em favor de uma narrativa comovente. Luciano Candisani vive entre a floresta e o mar em Ilhabela, no litoral sudeste do Brasil. Heloisa da Costa Manso Vasconcellos Função no Projeto - Coordenação Editorial e Produção Gráfica Após 20 anos de experiência corporativa, nos mercados publicitário e editorial – tendo atuado como gerente de contas em agências como ALMAP e Lintas (década de 1980); coordenadora de projetos especiais e captação de recursos na Terra Virgem Editora (década de 1990); coordenadora editorial na Editora Talento; diretora de operações da Editora Cultura em Ação, participando ativamente da criação da Revista RAIZ, desde a montagem da equipe –, criou, em 2006, a TINO EDITORIAL – Gestão de projetos especiais, por meio da qual realiza essas atividades de forma independente. NA PRÁTICA: congregar, processar e distribuir a informação, fazendo a interface entre os principais envolvidos no processo editorial, administrando o cronograma e indicando os profissionais para compor a equipe conforme a necessidade, com ênfase em Cultura, Fotografia, Meio ambiente e Terceiro Setor. PROJETOS COORDENADOS 2006 a 2018 INSTITUTO ECOFUTURO Produção editorial e gráfica dos livros relativos aos concursos de redação: Entrando nos sítios de Monteiro Lobato; Somos e queremos; Inventário do que podia ser melhor e será; Cuido, logo existo; A vida que a gente quer depende do que a gente faz; Leituras do Brasil. Divulgação do Parque das Neblinas, área de preservação recuperada e mantida pelo Instituto Ecofuturo, junto ao mercado de ecoturismo – prospecção para estabelecimento de parcerias. Construção do mailing de ambientalistas, empresários e formadores de opinião para o evento de lançamento do Reservas Ecofuturo – programa do Instituto Ecofuturo para diagnóstico, implementação e gestão de reservas em áreas de relevância ambiental. Produção editorial e gráfica das publicações: Plano de Manejo da RPPN Barra Mansa; Plano de Manejo da RPPN Botujuru – Serra do Itapety; Plano de Manejo do Parque Natural Municipal Francisco Affonso de Mello “Chiquinho Veríssimo”; Plano de Manejo da RPPN Entre Rios; Estudo de Viabilidade de Implantação de Trilhas Interpretativas na Reserva Biológica Tamboré, Santana do Parnaíba, SP; Plano de Manejo da Reserva Natural Sesc em Bertioga. ECOLOG FLORESTAL Concepção, edição, fotografia e produção gráfica do livro Explorar para preservar, relatando a experiência da Ecolog com manejo florestal na Amazônia. A partir da edição do livro, passa a representar a Ecolog na disseminação do conceito de madeira certificada junto a escritórios de arquitetura, empresas, eventos do FSC e parceiros, e comercialmente. GRUPO EUROBIKE Coeditora, desde 2007, da Eurobike magazine, publicação customizada trimestral do Grupo (edição, coordenação e produção gráfica). CAIMAN Participação na edição final do livro Caiman: uma história de conservação no Pantanal (leitura crítica e edição de imagens). CENPEC Coordenação editorial da série de livros para os programas Aceleração da Aprendizagem e Com a palavra; edição do livro Família, Escola, Território Vulnerável. PINACOTECA DO ESTADO DE SÃO PAULO – VIA CONJUNTO 31 CRIAÇÃO E DESIGN Produção gráfica dos catálogos das exposições: Iran do Espírito Santo, Beatriz Milhazes, Leda Catunda, Carmela Gross, Cristina Iglesias, Aberto Fechado: caixa e livro na arte brasileira, Julião Sarmento, Muntadas e Jac Leirner. Produção dos Álbuns de fotografia 2017 com obras de 7 artistas contemporâneos. AUANA EDITORA Coordenação e produção gráfica dos livros: Atitude; Usina Salto Grande de Paranapanema 50 anos; Usina Santa Elisa; Os comes e bebes dos velórios das Gerais; Expedicionários; Somos Terra; Cinex, as portas da Itália; A porcelana em Pedreira; Memórias de Bento Gonçalves; DODE – Guia do Design de São Paulo; Mar Brasil; Café, Ferrovia e Porto, para o Museu do café de Santos e Fazenda Espírito Santo – História e Conservação. AVISTAR – ENCONTRO ANUAL DE OBSERVADORES DE AVES Produção gráfica dos livros dos concursos de fotografia de aves brasileiras (4 livros). INSTITUTO ECOSOCIAL Edição, coordenação geral e produção gráfica do livro Germinar, histórias de transformação. EDITORA GRIOT Coordenação editorial para os livros Numerologia – a chave do Ser, Numerologia do Tempo, Numerologia do amor, A Religião vai à mesa, Espiritualismo, uma busca pessoal. LINK 11 Coordenação de produção do evento Smartphone Congress. EDITORA VENTO LESTE Produção gráfica para os livros Às vezes água, às vezes terra, Na trilha do cangaço – o sertão que Lampião pisou, MAGNA e O Livro dos Monólogos; edição do livro Bubuia do tempo. Criação e administração das páginas da editora e de cada livro no Facebook. Desde 2017, coordenação de todos os livros e projetos da Editora. DASH EDITORA Coordenação e produção gráfica para os livros Gestão de ativos e passivos, Mãe em construção, Beethoven Através de um Prisma, Cozido Goiano, Somos Todos Decoradores, Pilares das Organizações do Futuro, Coisa de Bicho, A Menina em Pedaços, Clienterapia, O Espelho Cruel, O Brainstorm Eficaz e Biking São Paulo. ADRIANA MURAKAMI Edição e produção do livro COM -TATO – o despertar da primeira infância. EDITORA ANTROPOSÓFICA Diagnóstico do processo de produção editorial – entrevistas com todos os funcionários da editora e livraria –; elaboração de relatório para avaliação do modelo de negócio por parte dos sócios. EMERSON MURAKAMI Edição e produção do livro de fotografias Pura e Simples. BETING BOOKS Produção gráfica para os livros Varig, Tango Bravo Alfa e Kai Tak Letícia Moura Função no projeto - Designer gráfica e editoração eletrônica Iniciou sua formação profissional na Fundação Álvares Penteado (Faap), onde cursou Comunicação Visual e Desenho Industrial e graduou-se em Artes Plásticas. Cursou por dois anos diversos cursos da faculdade de Artes Plásticas e de Museologia na University of Colorado at Boulder. Trabalhou no Museu de Arte de São Paulo (Masp), no setor de Museologia e no Departamento de Cinema, onde colaborou com a organização de Mostras Internacionais de Cinema de São Paulo; criou estampas e pintou tecidos para a MMCL; e foi diretora de arte na MCP Publicidade. Em 1991 fundou a Editora MAS, da qual foi sócia por cinco anos. Com interesses profissionais na área do design criou, em 1996, o Estúdio Letícia Moura de Design de Comunicação, onde desenvolveu trabalhos de projetos editoriais e gráficos de publicações, criação de logomarcas, identidade visual e trabalhos institucionais em áreas como arte, meio ambiente, culinária, cultura, indústria, mineradoras, museus, história, instituições financeiras, imobiliárias etc. Prêmios 1º lugar no Prêmio Classic de Artes Gráficas, pelo livro Ervas do Sítio, de Rosy Bornhausen (1991) 2º Prêmio Max Feffer de Design Gráfico, categoria promocional, com a peça de fim de ano para H.Stern (2002) 1º Prêmio Max Feffer de Design Gráfico, categoria editorial, com o livro De Coração para Coração [ACTC], (2003). Prêmios e Indicações por Excelência Gráfica: História do Unibanco (Instituto Moreira Salles) História da Arte Moderna (Companhia das Letras) Perfil da Empresa Cambuhy Citrus Dicionário Ilustrado do Vinho do Porto
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