Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
O objetivo do projeto é produzir um vídeo documentário de curta metragem que retrate de forma aprofundada e abrangente a cultura agrícola brasileira, contemplando seus aspectos ecossistêmicos, antropológicos e socioculturais, desenvolvidos no exemplo da agricultura sustentável no Brasil, da agricultura extrativista em equilíbrio com o meio ambiente. Trata-se de um documentário que resgate a imagem da agricultura nacional e internacionalmente. O produto final terá 15minutos de duração e será finalizado em vídeo digital de alta definição (HD).
O documentário mostrará exemplos bem sucedidos de produção agrícola sustentável. Não trataremos apenas da produção dos alimentos, mas de seu impacto na vida das pessoas envolvidas, no meio ambiente, e os laços criados e fortalecidos entre o ser humano e o meio ambiente.Fora das porteiras, percorreremos as cadeias de transporte e comercialização, por meio de feiras e outras formas de comércio – inclusive passando pelas redes sociais e aplicativos - que vem aproximando o produtor do consumidor final (algo inviável na agricultura tradicional). Temos, inclusive,exemplos de localidades em que os consumidores visitam regularmente as propriedades, para conhecerem de perto a produção dos alimentos que consome, participando, em alguns casos, até mesmo do plantio e de outras fases da produção dos alimentos.Investigaremos os impactos econômicos e ambientais destas práticas e as mudanças que a nova agricultura está gerando nos hábitos dos consumidores, a culinária daí resultante, os sabores e aromas que passaram a ser desenvolvidos nos lares e restaurantes e que hoje fazem parte da mesa de milhares e milhares de brasileiros. Percorreremos todo o ciclo de produção e consumo da agricultura sustentável de forma a permitir uma compreensão ampla e aprofundada de seu desenvolvendo no país e de suas perspectivas presentes e futuras.Chegando até às geladeiras das casas dos brasileiros, ao fogão e à mesa, investigaremos esse momento importante para a alimentação, para a vida urbana e para o campo e o meio ambiente. A classificação do documentário é Livre, visto que não expõe as crianças a conteúdos potencialmente prejudiciais e que poderá serexibição em qualquer horário. Se acordo com o Guia Prático da Secretaria Nacional da Justica, entende-se por LIVRE conteúdos positivos e que não tragam elementos com inadequações passíveis de indicação para faixas etárias superiores a 10 anos.
O objetivo do projeto é produzir um vídeo documentário de curta metragem que retrate de forma aprofundada e abrangente a cultura agrícola brasileira, contemplando seus aspectos ecossistêmicos, antropológicos e socioculturais, desenvolvidos no exemplo da agricultura sustentável no Brasil, da agricultura extrativista em equilíbrio com o meio ambiente. A migração e a miscigenação permitiram ao Brasil uma formação cultural única. E essa formação cultural está refletida nos processos produtivos das zonas rurais brasileiras. Uma cultura agrícola única, com influência técnica e cultural dos indígenas, europeus, africanos e asiáticos. São costumes, hábitos, tradições que passaram de geração em geração. Serão realizadas filmagens e produzido um filme que irá mostrar ao nosso público alvo a cultura, os procedimentos, os efeitos positivos da implantação da agricultura sustentável e da manutenção dos antigos hábitos agrícola e as consequências para a terra e principalmente para as pessoas que tiram dela seu sustento. A principal meta a ser atingida com a realização deste projeto é produzir um documentário cujo principal tema de abordagem trata a riqueza da cultura das técnicas sustentáveis dos nossos antepassados, dos pequenos produtores que aderiram à agricultura e de como estas pessoas tratam e vivenciam seu processo de adaptação (seja ela técnica ou comunitária) ao exercício de uma prática tão fortemente relacionada às tradições e ao passado como a agricultura. Os principais tópicos abordados serão as mudanças (sutis ou nem tanto) nos costumes, tradições e principalmente na rica diversidade cultural existente entre as inúmeras comunidades e associações de produtores rurais de pequeno porte, que se vêem em frente a um desafio novo e completamente diferente do que eles estavam acostumados: utilizar-se da tecnologia do século XXI para aperfeiçoar e tornar menos danosa para quem produz e para quem consome produtos agrícolas. Nossa intenção é acompanhar parte dessa mudança histórica e observar as alterações nas vidas e na cultura dos camponeses. Neste projeto será realizada uma ampla pesquisa de campo, cujo resultado final irá produzir um grande painel sobre a imensa riqueza e diversidade cultural agrícola do nosso país. Pretendemos mostrar as mudanças nos seus costumes, seus valores e crenças, seu relacionamento com a terra e os recursos naturais etc. Através deste documentário pretendemos chamar a atenção e despertar o interesse do público para a importante e delicada questão da cultura agrícola do nosso país que está sendo atropelada, sufocada pela indústria dos defensivos químicos. Índios, negros, europeus, asiáticos enriqueceram a nossa alimentação, a nossa lavoura, e estamos sendo vencidos pelos interesses das grandes multinacionais
O projeto deste documentário é fruto da convergência de convicções, interesses e vontades do grupo de pessoas que o idealizou, composto por profissionais de diversas áreas, como audiovisual, jornalismo, organizações e associações ligadas a agroecologia (incluindo indígenas e quilombolas) , produção orgânica, centros de pesquisa do agronegócio, especialistas em saúde pública e especialistas em mercado e negócios. Ocorre no Brasil um momento importante (ainda que a princípio um pouco tímido) de transição. O Brasil da vocação de "celeiro do mundo" e "maior produtor de alimentos do planeta", cuja maior parte da produção é composta em grande parte por cereais que são exportados in natura para consumo de animais _ não para consumo humano. Ao mesmo tempo, importamos grande quantidade de frutas e outros alimentos que poderiam ser produzidos por aqui _ e até mesmo exportados. Estamos desperdiçando toda a tradição agrícola e os avanços por ela conquistando, preservando o solo, a aguá, e principalmente respeitando o ciclo dos plantios orientado pelo sistema solar e os planetas (técnicas utilizadas nos primórdios da agricultura a 10mil anos atrás.) O mais complexo dos desafios, no entanto, se dá no contexto sociocultural: os moradores das metrópoles e cidades médias _ concentradoras da maioria da população no território - têm demandado fortemente por alimentos mais saudáveis, invocando um aspecto funcional e afetivo. No entanto, nos supermercados tradicionais, o alimento oriundo da agricultura natural ainda é tratado como grife e possui preços altos, considerados como excessivos. É dessa forma que no nosso país começam a fervilhar feiras alternativas para suprir a lacuna, vemos o surgimento de diversos arranjos que aproximam os novos agricultores dos consumidores interessados na alimentação saudável _ até mesmo sem suporte do poder público. Para a nova agricultura abrem-se outras e novas possibilidades: de retorno dos produtores rurais para o campo (caminho inverso do êxodo rural); de proximidade com seus clientes (por meio de feiras e venda de produtos no comércio local); de beneficiamento da produção; do desenvolvimento de cadeias locais de transporte, comercialização e consumo; de valorização da agricultura familiar, das pequenas e médias propriedades. R esgatar a nossa cultura agrícola nos fortalecerá como nação multicultural e impactará positivamente no aspecto econômico, social e ambiental em nossas terras. Este documentário oferecerá uma visão amplamente educativa voltada principalmente para o entendimento por grande parte da população urbana de que uma das principais atividades econômicas (e socioculturais) do país se encontra em um momento de mudança e, ao lançar um olhar sobre os aspectos ecológicos, antropológicos e socioculturais da nova agricultura em sua integralidade (comercial, ambiental, social e humana) temos a convicção de que o trabalho irá colaborar, de forma concreta, para o fortalecimento deste setor que adquire cada dia mais importância para o Brasil e para o mundo, e sobretudo, valorizar a nossa história agrícola. O projeto contribuir para promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores, proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional, salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira, preservando os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro, desenvolvendo a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações e estimulando a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória e prioriza o produto cultural originário do País. O projeto atende o objetivo de fomentar a produção cultural e artística e a preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante a proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais.
Este projeto visa documentar, com recursos audiovisuais, o tema exposto, por meio da captação e finalização do trabalho em Full HD. A narrativa será estruturada em depoimentos de pessoas que integram as diversas etapas da nova agricultura, do campo à mesa do consumidor, os processos e inovações envolvidos, suas particularidades, as dificuldades e desafios, e os impactos positivos sobre o ser humano, a sociedade e o meio ambiente. O documentário Brasil: A nova agricultura possui declaração de interesse de patrocínio de empresas.
Este projeto visa documentar, com recursos audiovisuais, o tema exposto, por meio da captação e finalização do trabalho em Full HD. A narrativa será estruturada na interação da locução com animações envolvendo as etapas da nova agricultura, do campo à mesa do consumidor, os processos e inovações envolvidos, suas particularidades, as dificuldades e desafios, e os impactos positivos sobre o ser humano, a sociedade e o meio ambiente.
A cópia final do filme terá as seguintes ferramentas de inclusão e acessibilidade: Legendagem descritiva: narração, em língua portuguesa, integrada ao som original da obra audiovisual, contendo descrições de sons e elementos visuais quaisquer informações adicionais que sejam relevantes para possibilitar a melhor compreensão da obra. Audiodescrição: transcrição, em língua portuguesa, dos diálogos, efeitos sonoros, sons do ambiente e demais informações da obra audiovisual que sejam relevantes para possibilitar a melhor compreensão da obra.Lingua Brasileira de Sinais - LIBRAS: forma de comunicação e expressão, em que o sistema linguístico de natureza visual-motora, com estrutura gramatical própria, constitui um sistema linguístico de transmissão de ideias e fatos, oriundos de comunidades de pessoas surdas do Brasil.
Publico alvo: Todas as classes sociais. A divulgação do projeto cultural será realizada através de: 1. Contrapartidas socias: a. ações formativas culturais deverão corresponder a pelo menos 10% (dez por cento) do quantitativo de público (10 vagas) previsto no plano de distribuição, contemplando 20 (vinte) beneficiários em oficinas de fotografia, sendo que 50% (cinquenta por cento) equilavente a 10 vagas do quantitativo de beneficiários das ações formativas culturais devem se constituir de estudantes e professores de instituições públicas de ensino. 2. Doações de DVDs: a. Doação de 50% dvd's para as escolas públicas, bibliotecas, museus e locais culturais de acesso franqueado ao público.b. Doação de 10% dvd's para a empresa patrocinadora, a qual será comprometida a distribuí-los gratuitamente. - Distribuição de 10% dvd's e 10% gratuitamente ao público participante do documentario.c.Distribuição de 10% dvd's em todo o país, para emissoras de rádio e televisão a título promocional.
Bruno Gehring, Coordenador do Festival Kinoarte de Cinema de Londrina (atualmente em sua 18ª edição). Um dos fundadores da KINOARTE (Instituto de Cinema e Vídeo de Londrina). Coordenador de projetos de exibição (Kinoarte Mostra Curtas) e formação (Oficinas Kinoarte); produtor de curtas que, juntos, somam mais de 60 premiações em festivais nacionais e internacionais. Conselheiro da CNIC – Comissão Nacional de Incentivo a Cultura do Ministério da Cultura (2013/2014). Produtor das Festas Funk-me e Barbada desde 2010.Formado em Comunicação Social – Jornalismo (em 2005). Atualmente se dedica à produtora LesteBR, à coordenação da Vila Cultural Kinoarte e à produção dos Festivais Kinoarte de Cinema e de Música Instrumental Katiane Fátima de Gouvêa,sócia proprietária da Grow Comunicação Ltda, Conselheira do Câmara Temática da Produção Orgânica e da Câmara Setorial das Fibras Naturais do Ministério da Agricultura, Brasília. Produtora executiva e roteirista.Especialista em Comércio Exterior e Negócios Internacionais formada pelo MBA FGV/DF. Membro da Associação dos produtores Orgânicos de Londrina. Relações Governamentais do Instituto do Vale da Seda. Formação de Design da Universidade do Norte do Paraná, com pós graduação na UEL Universidade Estadual de Londrina, ESPM – Escola Superior de Propaganda e Marketing, IED – Instituto Europeu de Design e FGV. Atuou como consultora nas áreas de design,mercado, agronegócios e inovação no SEBRAE, ANPEI – Associação Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento das Empresas Inovadoras. e Centro Brasil Design.
PROJETO ARQUIVADO.