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PRONAC 191115Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Uma Aprendizagem

Rimel Produções Artísticas Ltda
Solicitado
R$ 398,8 mil
Aprovado
R$ 398,8 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
19

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2019-07-04
Término
2022-12-31
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

O projeto propõe a montagem de "Uma Aprendizagem" uma adptação do livro "Uma Aprendizagem ou O livro dos Prazeres", de Clarice Lispector, romance publicado em 1969, que nunca foi adaptado para o teatro. Com adaptação de Melise Maia e direção de Ticiana Studart. O presente romance trata da relevância do amor e de como amar vale sempre a pena. E que, em se tratando de amor, somos todos aprendizes.

Sinopse

Uma Aprendizagem conta a história da evolução do relacionamento amoroso entre Lóri e Ulisses. Ele professor de fi losofi a que possui fórmulas para explicar o mundo. Ela, professora primária, faz uma longa viagem ao mais profundo de si mesma, chegando à consciência total de ser. Trata-se de uma jornada, estimulada por Ulisses, mas que ambos vivenciam. O objetivo é amadurecer a relação e aguardar o momento certo, a fi m de alcançar a plenitude do amor. Ulisses fecha os ouvidos para outras sereias, porque só está disponível para Lóri. A narrativa acompanha o progressivo e prazeroso processo de espera dos amantes, que resultará, fi nalmente, em uma profunda e completa troca afetiva. Nessa jornada, Lóri segue em busca de si mesma e do prazer sem culpa. Ulisses funciona como um farol, iluminando-a, radiografando seus sentimentos e sensações, indicando onde estão os perigos e o caminho correto para o conhecimento mais profundo do ser e a aprendizagem do amor e da vida. Classificação: 14 anos Duração: 90 minutos

Objetivos

Este projeto tem como objetivo trazer aos palcos 32 apresentações (em sessões de 5a. a domingo, durante dois meses) da peça inédita "Uma Aprendizagem", baseada no livro "Uma Aprendizagem ou O Livro dos Prazeres" de Clarice Lispector, um dos maiores nomes da nossa literatura. Uma brasileira-ucraniana, que ao responder a uma pergunta sobre a sua nacionalidade, disse que pertencia ao Brasil. O publico estimado é de 11.200 pessoas, tendo como base 32 apresentações em teatro de 350 lugares, aproximadamente. Além das apresentações, o projeto conta com 6 (seis) palestras gratuitas visando formação de plateia, para o público em geral. A divulgação das palestra será voltada prioritariamente para estudantes e professores da rede pública de ensino, escolas de teatro e artes cênicas. O presente romance trata da relevância do amor e de como amar vale sempre a pena. E que, em se tratando de amor, somos todos aprendizes. A estreia está prevista para ocorrer até o 2º semestre de 2019, quando haverá a celebração dos 50 anos de lançamento do livro. O texto narra o processo de amadurecimento de Lóri, portanto, pode ser considerado como um romance de formação feminina - para aprender, a personagem precisa desaprender a vergonha que sente sobre o próprio corpo e a proibição do prazer. Em várias passagens do texto fica claro que o único caminho para a felicidade é o aprendizado. Essa busca da protagonista passa pela percepção do que está a sua volta e do que ocorre em seu íntimo, pela sua capacidade e experiência em aproveitar cada instante. No romance, Clarice aborda a relação homem-mulher, privilegiando, como sempre, uma ótica feminina. "Uma Aprendizagem" percorre caminhos culturalmente propostos para que a feminilidade se realize na conformação a um destino de mulher, e tal investigação é reforçada a partir da encenação, que traz ao palco os conflitos e as soluções propostas como saída para o impasse feminino. Lóri é uma personagem que se esforça por abordar, simultânea e criticamente, a condição da mulher, o lugar e as representações do feminino na cultura. O espetáculo demonstra que o amor romântico é um fantasma do imaginário feminino, constituindo-se num modelo mítico das relações homem-mulher, mesmo para a mulher moderna. Objetivos gerais: - Incrementar a cena teatral com uma montagem de qualidade, que promove uma reflexão sobre temas como: a relevância do amor e de como amar vale sempre a pena; o desaprender a vergonha do corpo e a proibição do prazer; a relação homem-mulher, sob a ótica feminina; os conflitos sofridos por abordar, simultânea e criticamente, a condição da mulher, o lugar e as representações do feminino na cultura. - Lançar um olhar sobre a figura feminina, abordando de forma criativa os momentos de força e fragilidade da mulher, desconstruindo os estereótipos que a cercam; - Levar ao público um espetáculo que, apesar da densidade do tema tratado, apresenta um texto e atuação impregnados por uma linguagem moderna, com toques de humor inteligente e criativo; - Criar a estrutura necessária, através da forma e do conteúdo, para aproximar o público do espetáculo, fazendo com que a plateia se identifique com os personagens e suas narrativas; - Promover a realização de atividades de Formação de Plateia com Palestras, com o objetivo de valorizar a cultura e as artes cênicas, para a população brasileira. Essas ações visam atingir em torno de 200 pessoas, distribuídas em alunos e professores de instituições públicas de ensino de qualquer nível e moradores das localidades onde o espetáculo será apresentado. Estes encontros serão filmados e disponibilizado gratuitamente na internet para o público em geral. - Realizar 6 (seis) palestras gratuitas visando formação de plateia, para o público em geral. A divulgação das palestra será voltada prioritariamente para estudantes e professores da rede pública de ensino, escolas de teatro e artes cênicas. - Criar oportunidades de acesso aos produtos culturais para deficientes audiovisuais, deficientes auditivos e pessoas portadoras de necessidades especiais. - promover a reflexão e o conhecimento através da arte; - formar novas plateias; - Destinar cota de ingressos a preços populares, a fim de fomentar e incentivar o acesso a cultura, - promover o desenvolvimento e a difusão de produções nacionais; - investir no processo de educação dos sentidos e na fruição artística dos espectadores brasileiros. - Incentivar e fomentar as artes cênicas e a dramaturgia nacional. - fomentar a cultura, promovendo o intercâmbio de pensares e fazeres que a prática do teatro possibilita; Objetivos específicos: - Encenar um texto/espetáculo inédito, adaptado da obra de Clarice Lispector _ um dos maiores nomes da nossa literatura. - Realizar 32 apresentações do espetáculo inédito "Uma Aprendizagem" / em temporada de 02 (dois) meses na cidade do Rio de Janeiro / em teatro de aproximadamente 350 lugares / com início das apresentações no segundo semestre de 2019. - Levar ao público um espetáculo inteiramente brasileiro e inédito, estimulando a produção artística nacional e formação de plateia, possibilitando a expressão de artistas nacionais, desenvolvidos pelos anos de carreira no teatro; - Tratar de um tema universal, visando o alcance do todos os públicos. - divulgar fortemente a obra e pensamento de Clarice Lispector; - promover a pesquisa e a discussão artística na área da artes cênicas e sua interação com a área literária, aproximando classes artísticas; - oportunizar aos artistas envolvidos e à plateia a discussão e reflexão sobre o feminino, sobre o papel da mulher no mundo, suas buscas e indagações; - gerar empregos, incentivar, manter, ampliar e valorizar o mercado de trabalho para artistas e técnicos locais. - 6 (seis) palestras gratuitas visando formação de plateia, para o público em geral. A divulgação das palestra será voltada prioritariamente para estudantes e professores da rede pública de ensino, escolas de teatro e artes cênicas.

Justificativa

"Uma Aprendizagem ou O livro dos Prazeres", de Clarice Lispector é um romance publicado em 1969, que nunca foi adaptado para o teatro. Conta a história da construção do amor entre as personagens Lóri e Ulisses. É a narrativa de uma iniciação e um extraordinário hino ao amor. Além disso, trata também do mistério feminino, quase impossível de ser desvendado, tanto na literatura, quanto no teatro. Um tema de extrema ousadia, característica que perpassa toda a literatura de Clarice. Um clássico que investiga o que de homo e heterogêneo o amor provoca. Um movimento feminino, não feminista, onde Clarice destaca o mais simples: a delicadeza do olhar, a sutileza do gesto e do pensamento a respeito de um abismo ao qual chamamos mulher. Afinal, o que é uma mulher? Uma conquista? Uma liberdade? Um corpo? Um desejo? Um brinquedo de prazer? A personagem Lóri está perdida, perdidamente apaixonada, mas supõe que Ulisses não saiba. Ele finge não saber, porque quer que ela perca o medo. É possível aprender a ter prazer? É possível uma aprendizagem dos prazeres? Assim como o amor, Ulisses não tem pressa. O mistério feminino, o casamento, a história de um homem e uma mulher. Mas como ser feliz num jogo em que as cartas são marcadas? Como falar de corpos nus e virgindades impossíveis? Um terreno arenoso, mas extremamente líquido. Um arco de emoções que vai do cotidiano ao transe amoroso entre casais apaixonados. A busca do autoconhecimento, aproximando-se do outro e de si mesmo. Um voo ao desconhecido. Lóri e Ulisses... Um projeto de vida para a vida toda, para todas as vidas e todas as idades. Uma encenação para um livro de Clarice Lispector tem que ser pensada à exaustão. Como transformar falas tão simbólicas e poéticas em diálogo teatral e comunicação com a plateia? Lóri e Ulisses constituem um casal, mas para amar o outro é necessário amar a si próprio primeiro, algo de difícil compreensão. "Uma Aprendizagem" é uma história de amor, que fala da difi culdade de amar e do aprendizado incentivado pelo personagem de Ulisses. O palco reproduz elementos que retratam a casa de Lóri, uma praça, um bar, um clube com piscina, dentre outros cenários. Usaremos o recurso da projeção para unir Lóri ao mar, em atos que sugerem suplícios de afogamentos ou apenas para fazê-la boiar. As personagens terão uma comunicação direta com o público, inclusive demonstrando a intimidade entre os dois amantes. Para transmitir o universo de Clarice, usaremos os seguintes recursos: fotos, imagem, rádio, microfones, etc. Todos esses recursos serão elementos para transmitir a difi culdade de Lóri com a vida e consigo mesma. Sua insegurança e sua baixa autoestima. Ulisses, professor de fi losofi a, será o narrador e amante. O homem que a levará para outros oceanos, outros entendimentos sobre a vida. Uma verdadeira aprendizagem, a qual resultará na entrega de Lóri. A absolvição e o amor maduro compartilhados. Quando Lóri conhece a si mesma, deixando-se amar e ser amada. "Lóri se cansava muito porque não parava de ser". Alguém se identifica? A relevância desse projeto, além de trazer para o conhecimento do público outro elemento do acervo de Clarice Lispector, consiste em apresentar ao público a única obra que a autora dedicou inteiramente ao tema do amor. "Uma Aprendizagem", ainda inédito no teatro, traz à cena o olhar de Clarice sobre as relações amorosas. Este livro foi premiado como o melhor romance do ano, em 1969, além disso, conquistou o prêmio Golfi nho de Ouro, pelo MIS, o que chama a atenção para o fato de que, até hoje, ninguém tenha feito uma montagem da obra, uma vez que se trata de um livro singular diante do acervo de Lispector. O texto reflete a busca da força do feminino nas atitudes cotidianas, a incessante procura de Lóri pelo equilíbrio entre o papel forte da mulher em uma relação amorosa e a fragilidade intrínseca ao feminino. O papel de Clarice Lispector na literatura brasileira é inquestionável. Clarice possuía uma habilidade incrível em mesclar o romance com a prosa e a poesia, acrescentando doses fi losófi cas e renovações linguísticas em seus livros. Por isso acreditamos, que em 2019, 50 anos depois da publicação do livro, ainda se faz relevante trazer esta temática para o questionamento do público. A presente proposta se enquadra nos seguintes incisos do Art 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; O projeto se enquadra no Art 3° da lei 8313/91 conforme abaixo: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;

Estratégia de execução

Impacto Ambiental - O material gráfico será impresso em papel reciclado - Todo material gráfico constará a frase "Jogue o lixo no lixo. Recicle" A equipe de produção terá como prioridade a necessidade de evitar o desperdício, reutilizar materiais e reduzir os custos. Acreditamos que dessa forma, contribuímos com a redução do impacto ambiental e com a conscientização dos profissionais da área cultural.

Especificação técnica

A Participação do proponente NAO se dará de forma voluntária Serão funções desempenhadas pelo Proponente: A atividade que o proponente/dirigente da instituição realizará no projeto abrange também a responsabilidade pela sua gestão administrativa / técnico-financeira. O proponente realizará a função de Coordenador Geral no projeto, sendo também responsável pela total gestão administrativa e financeira do projeto. 1 - ADAPTAÇÃO DO TEXTO2 - ELENCO PROTAGONISTA3 - COORDENAÇÃO GERALOBS: CASO VENHA A CAPTAR OS RECURSOS PARA O PROJETO, O PROPONENTE PODERÁ FIGURAR TAMBÉM COMO CAPTADOR TOTAL OU PATCIAL DOS RECURSOS DO PROJETO. GRUPO DE DESPESAS - Adaptação do Texto = R$ 10.000,00 - Elenco Protagonista = R$ 32.000,00 - Total para o proponente: R$ 42.000,00

Acessibilidade

A produção desse espetáculo se compromete a proporcionar condições de acessibilidade as pessoas idosas, nos termos do art. 23 da Lei n° 10.741, de 1° de 2003, e portadoras de deficiência, conforme o disposto no art. 46 do Decreto n° 3.298, de 20 de dezembro de 1999. Os teatros a serem escolhidos deverão apresentar as condições que seguem abaixo, atendendo ao art. 27, inciso II, do Decreto 5.761/06 e artigo 47 da Instrução Normativa nº 2/Ministério da Cidadania, de 23 de Abril de 2019. * Instalação de banheiros adaptados, com de barra de apoio e vasos sanitários apropriados para deficientes físicos; * Rampas / ou elevadores que permitam o acesso de cadeiras de roda; * Portas com largura suficiente (mínimo de 0,80 m) para a passagem de uma cadeira de rodas; * Dimensões amplas suficiente para garantir os deslocamentos e rotação da cadeira de rodas;* Os assentos devem ter altura mínima de 0,50 cm (para facilitar a transposição do cadeirante);* Funcionários treinados para atender adequadamente os portadores de necessidades especiais e/ou idosos. DEFICIENTES VISUAIS E AUDITIVOS Produto - Espetáculo - No caso de deficientes visuais e auditivos, procuraremos informar através de sinalização na bilheteria ou de orientação por parte de um assistente de produção a disponibilidade deste espectador sentar-se em área próxima ao palco, de forma a facilitar a recepção do espetáculo através do sentido que lhe é mais raro. Deficientes visuais - Impressão de encartes em braile contendo informações como sinopse e ficha técnica, serão distribuídos juntamente com programa do espetáculo para os deficientes visuais; Deficientes auditivos - Iremos realizar 04 sessões com tradução em Libras e 04 sessões com audiodescrição durante a temporada no Rio de Janeiro em datas previamente divulgadas ao público, com o objetivo de otimizar a presença de portadores desta necessidade especial no espetáculo. Acreditamos que ao tomar conhecimento de que os espetáculos incentivados através da Lei Rouanet realizam sessões com suporte específico para portadores de necessidades especiais, este público passará a buscar a programação incentivada por esta Lei de Incentivo. Assim, estaremos realmente promovendo a formação de plateia junto aos portadores de necessidades especiais e avaliando como melhor atender à demanda por espetáculos voltados para este público específico. Produto - Palestra Deficientes auditivos - Iremos realizar 04 sessões com tradução em Libras e 04 sessões com audiodescrição durante a temporada no Rio de Janeiro em datas previamente divulgadas ao público, com o objetivo de otimizar a presença de portadores desta necessidade especial no espetáculo. Acreditamos que ao tomar conhecimento de que os espetáculos incentivados através da Lei Rouanet realizam sessões com suporte específico para portadores de necessidades especiais, este público passará a buscar a programação incentivada por esta Lei de Incentivo. Assim, estaremos realmente promovendo a formação de plateia junto aos portadores de necessidades especiais e avaliando como melhor atender à demanda por espetáculos voltados para este público específico.

Democratização do acesso

O programa de Formação do Plateia do Projeto, pretende criar oportunidades para que o público alvo (estudantes e professores de instituições públicas de ensino) possa assistir as palestras, visando à conscientização para a importância da arte e da cultura. O projeto adotará, em atendimento a Instrução Normativa nº 2/Ministério da Cidadania, de 23 de Abril de 2019, as seguintes medidas de democratização: Atendendo as regras previstas no CAPÍTULO IV - Sessão III - artigo 21 da IN nº 02/2019 do MinC: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; SÍTIO DE INTERNET: Disponibilizaremos na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos e das atividades propostas, como palestras e ensaios abertos. V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22 ENSAIOS ABERTOS Temos o objetivo de realizar 1 ensaio aberto no Rio de Janeiro, contribuindo para a democratização de acesso às atividades. O público destas apresentações poderá ser composto por público social, ligado à instituições voltadas para a inclusão social; por estudantes de artes cênicas de instituições públicas e de cursos ministrados em áreas mais carentes das cidades (comunidades, bairros da periferia, etc); e estudantes da Rede Pública de Ensino / Universidades Públicas. VI - oferecer bolsas de estudo ou estágio a estudantes da rede pública ou privada de ensino em atividades educacionais, profissionais ou de gestão cultural e artes desenvolvidas na proposta cultural; PROGRAMA DE ESTÁGIO: O projeto oferecerá vagas para um programa de estágio a estudantes da rede pública ou privada de ensino, voltadas para atividades educacionais de gestão cultural em artes. Estes estudantes irão acompanhar na prática a realização dos espetáculos em todas as etapas, o que contribuirá para seu aprendizado e desenvolvimento profissional. As ações de FORMAÇÃO DE PLATÉIA serão registradas em fotos. - Pretendemos ainda, realizar este espetáculo em teatro situado em ponto central da cidade do Rio de Janeiro, cujo acesso seja viável a todos os moradores dessas cidades, inclusive portadores de necessidades especiais e idosos.

Ficha técnica

A Participação do proponente NAO se dará de forma voluntária Serão funções desempenhadas pelo Proponente: A atividade que o proponente/dirigente da instituição realizará no projeto abrange também a responsabilidade pela sua gestão administrativa / técnico-financeira. O proponente realizará a função de Coordenador Geral no projeto, sendo também responsável pela total gestão administrativa e financeira do projeto. 1 - ADAPTAÇÃO DO TEXTO2 - ELENCO PROTAGONISTA3 - COORDENAÇÃO GERALOBS: CASO VENHA A CAPTAR OS RECURSOS PARA O PROJETO, O PROPONENTE PODERÁ FIGURAR TAMBÉM COMO CAPTADOR TOTAL OU PATCIAL DOS RECURSOS DO PROJETO. FICHA TÉCNICA Autor: CLARICE LISPECTOR Adaptação: MELISE MAIA Colaboração: TICIANA STUDARTSupervisão: TERESA MONTERO Concepção e Direção: TICIANA STUDART Direção Musical: MARCELO ALONSO NEVES Elenco: MELISE MAIA e ERIBERTO LEÃO (A CONFIRMAR)Cenografia: FERNANDO MELLO DA COSTA Figurino: JEFFERSON MIRANDA Iluminação: PAULO CESAR MEDEIROSDireção de Movimento: SUELI GUERRA Assistente de direção de movimento: OLIVIA VIVONEProdução Executiva: OLIVIA VIVONEDireção de Produção: CACAU GONDOMARProgramação visual: LUANA AGUIAR Ilustração: FELIPE STEFANICoordenação do Projeto e Idealização: MELISE MAIA Realização: RIMEL PRODUÇÕES CURRÍCULOS AUTORA DA OBRA ORIGINAL: CLARICE LISPECTORClarice Lispector é uma das escritoras mais aclamadas da literatura brasileira. Nascida na Ucrânia, Clarice foi naturalizada brasileira. Recebeu o nome Haia Pinkhasovna Lispector ao nascer, mas adotou Clarice quando veio para o Brasil com os pais. Levada para o Brasil com apenas dois meses, Lispector se considerava brasileira. O gosto pela escrita começou cedo, assim que aprendeu a ler em Recife onde morou até os 14 anos. A singularidade de sua escrita deixou os críticos perplexos desde sua estreia com Perto do Coração Selvagem (1943). Clarice inaugurou uma nova narrativa que não apresentava nenhuma afinidade com a prosa brasileira em evidência nos anos 1940, cujo modelo narrativo era de cunho realista e regionalista. Colaborou na imprensa onde assinou páginas femininas sob pseudônimo no Correio da Manhã e no Diário da Noite, mas foi na revista Senhor e em sua coluna semanal no Jornal do Brasil que abriu um canal direto com seus leitores. “Laços de Família”, “A Hora da Estrela”, “A Paixão Segundo G.H.”, “Água Viva”, “Uma Aprendizagem ou o Livro dos Prazeres” foram algumas obras que marcaram a carreira de Lispector. Clarice Lispector segue em pleno século XXI uma trajetória muito particular, cultuada e amada pelos leitores brasileiros, adaptada para o cinema, o teatro e a TV, um mito nas redes sociais, sua obra se destaca no cenário internacional traduzida em vários idiomas como o inglês, francês, italiano, alemão e espanhol, e em línguas raras como o russo, o japonês e o turco. Objeto de inúmeras teses acadêmicas no Brasil e no exterior, ela continua atravessando as fronteiras e cativando leitores de todos os continentes. COLABORAÇÃO, CONCEPÇÃO E DIREÇÃO: TICIANA STUDARTTiciana Studart começa sua carreira como atriz em 1979. Atuou em várias peças de teatro, cinema e televisão. Em 1986 foi para Nova York estudar direção teatral, e se tornou membro do Director’s Company. Sua formação resulta de estudos com Geraldine Page, F. Murray Abraham e Uta Hagen. Ainda em Nova York, produz peças curtas de Samuel Beckett e assina a direção de “Yerma” de Garcia Lorca no “Staret Theatre”. No Brasil, dirige sua primeira peça “Delicadas Torturas” em 1987 e recebe o prêmio “Moliére” para Paulo José e o “Mambembe” para Zezé Polessa e Lilian Cabral. Em seguida dirige diversos espetáculos, entre eles: “Bukowski, Bicho Solto no Mundo”, “Música divina Música”, “Casa de Prostituição de Anais Nin”, “Coração na Boca”, “Insensatez”, “As Lágrimas Amargas de Petra Von Kant”, “Tudo sobre Mulheres”, “Freud a Última Sessão”, “Amargo Fruto, a Vida de Billie Holiday”, entre outros. Faz parte do corpo docente da CAL (Casa das Artes de Laranjeiras) há 23 anos, realizando inúmeras montagens: “Perdoa-me por me Traíres”, de Nelson Rodrigues, “Pedaços” de Samuel Beckett, “Assim é se lhe Parece”, de Pirandello, “Bonitinha mais Ordinária”, de Nelson Rodrigues, “Agosto Quente”, de Tracy Letts, “Carícias”, de Sergi Belbel, entre outras. ADAPTAÇÃO / ATRIZ PROTAGONISTA: MELISE MAIAMelise Maia, iniciou sua trajetória na Unirio e estreou como atriz em 1978. Atuou em diversas peças de teatro, cinema e TV. Estreou em “Ponto de Partida” de Gianfrancesco Guarnieri, em seguida fez “Peer Gynt”, de Ibsen, “Por um Triz Não sou Feliz”, de Maria Carmem Barbosa, “Vejo um Vulto na Janela me Acudam que eu Sou Donzela, de Leilah Assunção, “Tributo”, de Bernard Slade”, “Os Setes Gatinhos, de Nelson Rodrigues, “As Lágrimas Amargas de Petra Von Kant”, de Fassbinder , “O Marinheiro” de Fernando Pessoa, entre outras. Depois seguiu para o teatro autoral escrevendo e atuando em duas comédias em parceria com Marcelo Lino: “As Absorventes” e “O Diabo Veste Saara”. Escreveu e dirigiu três curtas metragens: “A Madonna Não Vai Esperar”, “O Caso Libras” (vencedor de três prêmios), e “Sou Filha de Babá”. Na televisão participou de várias novelas e séries: “Corpo a Corpo”, O Outro”, “Que Rei sou Eu”, “De Corpo e Alma”, “Separações”, “Amazonia”, “A Diarista”, entre outras. Em 2008 se formou no curso: “Autor-Roteirista” pela Universidade Estácio de Sá. Foi co-roteirista em alguns programas para o Multishow, entre eles: “De Cabelo em Pé” e “Morando Sozinho”. Como diretora, co-roteirista, atriz e produtora, realizou a série “Ribanceira”, vencedora do FSA/ Ancine em 2013 e exibida no Canal Brasil em 2016. ATOR PROTAGONISTA: ERIBERTO LEÃO (A CONFIRMAR)Eriberto Leão formado pela Escola de Arte Dramática da Universidade de São Paulo. Após sua formação, foi para Nova York estudar no Lee Strasberg Theatre and Film Institute. De volta ao Brasil, conseguiu seu primeiro trabalho, a novela Antonio dos Milagres e numa montagem de Ventania, com direção de Gabriel Villela, em 1996. No cinema, a sua estreia foi no longa Onde Andará Dulce Veiga, de Guilherme de Almeida Prado, lançado em 2008. Eriberto também esteve nos filmes Intruso, de Paulo Fontenelle e Um Homem qualquer, de Caio Vecchio. Em 2011, protagonizou o filme Assalto ao Banco Central. Em 2012, entrou para o elenco do filme De Pernas pro Ar 2. Em 2015 foi indicado como melhor ator coadjuvante no Grande Prêmio do Cinema Brasileiro com o filme O Senhor do Labirinto. No teatro ficou em cartaz durante 3 anos com o espetáculo Jim sobre o cantor Jim Morrison. Está no ar com a série Ilha de Ferro na TV Globo e gravando a segunda temporada que estreia no primeiro semestre de 2019. DIREÇÃO MUSICAL: MARCELO ALONSO NEVESMúsico renomado e conhecido no meio artístico brasileiro, ganhador do Prêmio Shell 2010 com a comédia “As Conchambranças de Quaderna”, de Ariano Suassuna. Responsável pela musicalização de mais de 150 espetáculos nos últimos 15 anos de carreira. DIREÇÃO DE MOVIMENTO: SUELI GUERRAProfissional com vasta experiência artística e intelectual, formou-se no Ballet Dalal Aschar, especializou-se no método Royal pela Washingnton School of Ballet e graduou-se em Dança pela UniverCidade (RJ). Foi bailarina de companhias como a Renato Vieira Cia de dança, Laso Cia de Dança, Cia Aérea de Dança, Ballet do Terceiro Mundo, Lourdes Bastos Cia de Dança, entre outras. Coreografou diversos filmes, como “Madame Satã” e “Chatô”, musicais, como o sucesso “Tim Maia, vale tudo” ; “ Radio Nacional”; ”Otelo da Mangueria”; “Freud” além de “Billie Holiday - Amargo Fruto”; “Rádio Nacional”; “Os Saltimbancos” e muitos outros. Participou de programas de TV, como “Aquarela do Brasil”, além de atuar como atriz e bailarina em muitos outros, como “Chiquinha Gonzaga” e “Hilda Furacão”. Foi integrante da Cia de Teatro Aberto, onde dirigiu “O crime do professor de matemática” e “A Guerra Conjugal” juntamente com Leonardo Netto. Trabalhou, por 10 anos no projeto social “Oficina de Criação” de montagem teatral na ONG Palco Social, com direção de Rogério Blat e Ernesto Piccolo. Integra o corpo docente da Casa das Artes de Laranjeiras (CAL) desde 1997, além de atuar como professora de dança e pilates. Entre os festivais e eventos em que participou como coreógrafa estão: Parada Iluminada – Orla de Copacabana, parceria da Prefeitura do Rio e Coca-Cola (2007); Festival Tápias Rio de Janeiro (2007 e 2009); Feverestival – Campinas (2007); Festival de Londrina (2006); Festival do Rio Br 2000 – Festival de Cinema; Inauguração do Cine Odeon; Rio Cine Festival – Copacabana Palace; Festival de Joinville (professora). Ganhou do prêmio Coca Cola- teatro jovem pela coreografia do espetáculo “Praça Onze, o musical”. Fundou a Cia da Ideia em 2006 e desde então vem desenvolvendo um trabalho autoral a partir da interseção entre teatro e dança. Pelo seu trabalho como diretora, coreógrafa e bailarina é reconhecida como uma profissional de excelência. DIREÇÃO DE PRODUÇÃO: CACAU GONDOMARProdutora cultural e designer. Em 20 anos de carreira integrou as equipes de produção de vários espetáculos de sucesso, como: “Soppa de Letra”, de Pedro Paulo Rangel; “Marlene Dietrich - As Pernas do Século”, “Radio Nacional”; “O Lago dos Cisnes” (TMRJ). Integrou a equipe de produção do Festival Panorama 2015 e foi diretora de produção das ocupações Muito Além da Dança no Teatro Cacilda Becker 2015/2016 e Conexão RJ-CE no Teatro Cacilda Becker em maio de 2017. Ganhou o Prêmio CBTIJ em 2015 e 2016 pela programação visual de “Bossa Novinha - A festa do Pijama” e “Forró Miudinho”. ILUMINAÇÃO: PAULO CESAR MEDEIROSPaulo Cesar Medeiros tem na bagagem 29 anos de carreira e mais de 1.200 projetos realizados em parceria com grandes nomes do cenário teatral brasileiro. Parceiro constante nas realizações de diretores como Wolf Maya, Sergio Britto, Bibi Ferreira, entre outros. Indicado diversas vezes aos mais importantes prêmios do país, venceu três vezes o Prêmio Shell. Realizou a iluminação de shows de artistas como Paulinho Moska, Maria Bethânia, entre outros. PRODUÇÃO EXECUTIVA: OLIVIA VIVONEAtriz e bailarina especializada em sapateado formada pela mestra Patrícia Taranto. Fez parte da Cia Móbile e da Só de Sapatos Cia de sapateado. Formada em Artes Cênicas pela CAL – Casa das Artes de Laranjeiras. Em 2007 se formou na Universidade Gama Filho em Comunicação Social – Publicidade e Propaganda. Desde 2001 trabalha em montagens de peças infantis com os diretores Cláudio Figueira e Carlos Artur Thiré. Atuou no musical “Sinatra olhos azuis” também com a direção de Cláudio Figueira que ficou em cartaz durante três anos no Rio de Janeiro e em São Paulo. Como bailarina trabalhou com os coreógrafos Renato Vieira, Patrícia Taranto, Caio Nunes, Janice Botelho. Na TV, participou das novelas “Êta Mundo Bom!”; “Negócio da China”, “Ti-ti-ti” e da minissérie “Dalva e Herivelto”, entre outras. No cinema fez parte do corpo de baile de “Apolônio Brasil” com direção de Hugo Carvana. Integrou a equipe de produção do Festival Panorama 2015, e assinou a produção executiva da ocupação Muito Além da Dança no Teatro Cacilda Becker 2015/2016 e Conexão RJ-CE no Teatro Cacilda Becker em maio de 2017. PROPONENTE: RIMEL PRODUÇÕES ARTÍSTICASRealizações no Teatro: AS ABSORVENTES - OBRA TEATRAL De Melise Maia e Marcelo Lino - 2005; AUTORA E ATRIZ - 4 Temporadas em teatros do Rio de Janeiro: Teatro Glória, Teatro Cândido Mendes e Teatro dos Quatro e Teatro do Jockey Somando mais de 30.000 espectadores PREMIO: VENCEDOR DO FATE; O Diabo Veste Saara - OBRA TEATRAL de Melise Maia e Marcelo Lino 2009 AUTORA E ATRIZ - Teatro Cândido Mendes, Teatro Sesi e Teatro Unimed; Freud a Última Sessão - OBRA TEATRAL - 2013/2014 Produtora Diretora assistente: Melise Maia Teatro dos Correios, Teatro Maison de France e Teatro Clara Nunes Indicado a Melhor Ator no FITA; Cinema: O Caso Libras Curta metragem Salas de cinema de várias cidades e países 2011- 20 MINUTOS Diretor e Roteirista PREMIOS: LABRFF - MELHOR FILME CINEAMAZÔNIA - Troféu Mapinguari - MELHOR FILME E MELHOR ROTEIRO. PARTICIPAÇÕES EM FESTIVAIS: Nova York (Infnito) - 2012, Miami (Infnito) - 2012, Sardinia - Itália - 2012, Edinburg -2013, Maringá- 2013, Cabo Frio -2013 entre outros; SOU FILHA DE BABÁ CURTA METRAGEM 2014 - 15 MINUTOS DIREÇÃO E ROTEIRO Premios; Atriz Revelação - Sabrina L'Astorina - LABRFF Participações em Festivais: LABRFF -2014, BUENOS AIRES (Infnito)2015, MONTEVIDÉO (Infnito)- 2015 Televisão: Ribanceira Série de TV - .13 episódios - 25 minutos; De Melise Maia e Marcelo Lino Vencedora do FSA 2014 Exibida no Canal Brasil em 2016; DE CABELO EM PÉ Série de TV - 13 episódios de 25 minutos Uma das roteiristas : Melise Maia Exibida em 2011 no Multishow; MORANDO SOZINHO SÉRIE TV - 13 episódios - 25 minutos Exibida em 2010 no Multishow Uma das roteiristas: Melise Maia

Providência

PROJETO ARQUIVADO.