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PRONAC 191135Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

MAGNÓLIAS DE AÇO.

L W PRODUCOES ARTISTICAS LTDA.
Solicitado
R$ 484,5 mil
Aprovado
R$ 484,5 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
19

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2019-07-04
Término
2022-12-31
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

Montagem e temporada da peça MAGNÓLIS DE AÇO de Robert Harling, com tradução e direção de Nilsen Accili na cidade do Rio de Janeiro.

Sinopse

Toda ação de Magnólias de Aço ocorre no salão de beleza de Truvy em Chinquapin, na Louisiana, onde todas as senhoras e senhoritas da cidade que são “alguém na vida” comparecem para terem seus cabelos penteados. Com a ajuda da nova e ansiosa assistente, Annelle (que não tem certeza se ainda está casada ou não), a bem falante e contadora de piadas inteligentes Truvy, ensaboa os cabelos e dá conselhos gratuitos para a rica e grosseira Ouiser que fala, “Eu não tou louca, eu apenas vivo de mal humor há quarenta anos”; para a excêntrica Senhora Clairee, que é alucinada por doces; e para a líder local da cidade, M’Lynn, cuja filha Shelby (a garota mais bonita da cidade), está para se casar com um “bom menino caipira”. Repleta de tiradas hilárias, piadas afiadas e bem humoradas revelando colisões verbais, a peça se encaminha para tragédia quando no segundo ato, a corajosa Shelby, (que é diabética) arrisca sua própria vida numa gravidez de alto risco. A descoberta repentina da moralidade, não apenas afeta o comportamento entre elas, mas também narra a força e o amor que dá a peça (caracterizada pelo humor do gênero literário *Southern Gothic) e seus personagens, qualidades especiais, tornando estas mulheres verdadeiramente sensíveis, engraçadas e incríveis companheiras em bons e maus momentos. *Southern Gothic: é um sub-gênero da ficção Gótiica única na Literatura Americana que é desenvolvida exclusivamente no sul dos EUA. O Gótico do Sudeste emprega o uso de eventos macabros e irônicos que examinam os valores daquela região. Truman Capote, Anne Rice, William Faulkner e Tennessee Williams são alguns dos autores importantes na construção deste gênero literário.

Objetivos

Montagem e temporada da peça "Magnólis de Aço" de Robert Harling na cidade do Rio de Janeiro em 2019/2020 inédita no Brasil. Objetivo geral: Queremos apresentar um espetáculo teatral com uma dramaturgia original e simples, explorando a versatilidade do trabalho do ator e suas potencialidades na atuação e representação, oferecendo ao público, um espetáculo de qualidade que conta com uma equipe de criação e técnica de relevância para o teatro brasileiro. Realizar 34 sessões do espetáculo na cidade do Rio de Janeiro no horário de 5ª a Domingo.

Justificativa

Nossa proposta com o espetáculo "Magnólias de Aço" é trazer ao palco mulheres espirituosas e inteligentes, e acima de tudo, personagens reais. Em nenhum momento elas serão vividas de uma forma caricata ou cartunista, permanecendo desta forma fiel a obra e a intenção de seu autor, Robert Harling. Como a peça se desenrola numa cidade fictícia do sudeste americano, que é caracterizado por um clima sub-tropical, influenciado pelas culturas africanas e francesas, tendo a região mais pobre do país, com um sotaque cantado e arrastado, tudo se assemelhando a situação de parte do nordeste brasileiro, darei a esta montagem um sabor da prosódia nordestina para melhor traduzir a condição etnográfica daquela região e aproximar a comicidade intrínseca da obra ao imaginário da platéia no Brasil, facilitando desta forma o seu entendimento e envolvimento com a mesma. A estória continuará se desenvolvendo nos anos oitenta como no texto original, num cenário de uma salão de beleza de classe média de uma cidade pequena daquela região, onde a passagem de tempo caracterizada pelas marcantes diferenças das ocorrências climáticas é observada através das duas janelas existentes ao fundo. O figurino e caracterização (cabelo e maquiagem) das personagens também refletirão a localidade e época do texto. O projeto se enquadra: Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; § 1o Os incentivos criados por esta Lei somente serão concedidos a projetos culturais cuja exibição, utilização e circulação dos bens culturais deles resultantes sejam abertas, sem distinção, a qualquer pessoa, se gratuitas, e a público pagante, se cobrado ingresso.(Renumerado do parágrafo único pela Lei nº 11.646, de 2008) Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;

Especificação técnica

CLASSIFICAÇÃO - 14 ANOS DURAÇÃO - 100 MINUTOS

Acessibilidade

O local escolhido para a temporada do espetáculo roporcionará condições de acessibilidade a pessoas idosas, nos termos do art. 23 da Lei no 10.741, de 1o de outubro de 2003 (*), e portadoras de deficiência, conforme o disposto no art. 46 do Decreto no 3.298, de 20 de dezembro de 1999 (**). Os projetos culturais financiados com recursos federais, inclusive oriundos de programas especiais de incentivo à cultura, deverão facilitar o livre acesso da pessoa portadora de deficiência e pessoas idosas de modo a possibilitar-lhe o pleno exercício dos seus direitos culturais.s termos do art. 23 da Lei no 10.741, de 1o de outubro de 2003 (*), e portadoras de deficiência, conforme o disposto no art. 46 do Decreto no 3.298, de 20 de dezembro de 1999. 02 sessões com Tradução em Libras para deficientes auditivos e 2 sessões com Áudiodescrição para deficientes visuais.

Democratização do acesso

O projeto pretende garantir a democratização de acesso à cultura, através da execução de uma estratégia de formação de plateia, por meio de ações sócio-culturais, como inciso/medida do art. 21 da IN nº 05/2017 do MinC a proposta irá adotar como ação de democratização de acesso. III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; IX - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pelo MinC. - Disponibilizar ingressos gratuitos aos estudantes e professores da Rede Pública de Ensino, Ong´s, de Teatro e artes em geral. - Realizar 1 (um) ensaios abertos gratuitos, em fase anterior a estreia para o público das escolas da Rede Pública de Ensino, ONG´s, alunos de Teatro e artes no geral. - Público alvo que se beneficiará dos ingressos gratuitos, são os estudantes da Rede Pública de Ensino e Ong´s. - Público que se beneficiará do Vale cultura e Meia entrada, serão os idosos, estudantes e professores, de acordo com a Lei. Art. 22. As propostas culturais deverão apresenta ações formativas culturais em suas atividades ou equivalente, em território brasileiro, com rubricas orçamentárias próprias. - Realizaremos 2 debates com o Diretor e Tradutor do espetáculo para estudantes e professores da Rede Pública de Ensino - Realizaremos uma oficina de interpretação gratuita para 40 jovens entre 14 e 21 anos.

Ficha técnica

TRADUTOR/PRODUTOR/DIRETOR: NILSEN ACCIOLI É um profissional de Teatro, Cinema, TV & Vídeo com passagens em diversas empresas do ramo nos USA e Brasil. Como ator, assistente de direção e produção, roteirista e diretor trabalhou em diversos estudios, entre os quais: Sony Music Studios (NY), Kaufman Astoria Studios (NY), Children Television Workshop atual Sesame Workshop (NY), Golden Squirrel (NY), Golden Crest (USA/UK), USA Cable Network (USA), Rede Globo de Televisão, Globo Filmes, e CineVideo. Trabalhou ainda ao lado de profissionais como o diretor inglês John Boorman (como ator em Floresta de Esmeralda), os americanos Frank Oz (assistente de producao para dois home videos), como diretor com Tammy Gold/John McGeehan dirigiu The Tree on Tenth Avenue (Tammy Gold produziu e dirigiu Out of Work, documentário hors-concours no Festival da Sundance de 1997 e depois vendido para HBO); como assistente de produção para John Chiappardi e Ken Diego (que dirigiram Vila Sésamo); Como ator com Mick Hurbis-Cherrier (Prof. de cinema da NYU/Hunter College e Roteirista); como assistente de direção, preparador de elenco e pesquisador para Between the Rains um espetáculo de teatro dirigido por Jonathan Silver no Irish Arts Center Theatre em NYC. Ele tambem dirigiu Chico Anysio Show com o mais celebrado comediante brasileiro Chico Anysio no Carolines e o espetáculo Sapopema no Riverside Church Theatre, ambos em NYC. Accioli ensinou interpretação para câmera e teatro no Centro Nacional das Artes no RJ e foi diretor de cena para o Workshop de Som de Chris Newman, diretor de som norte-americano com três Oscars durante o RioFilm Festival/RioMarket em 2011, 2012, e 2013. No Brasil, Nilsen Accioli trabalhou com inúmeros diretores como ator e diretor assistente, entre os quais: Roberto Talma, Cininha de Paula, Denis Carvalho, Denise Saraceni, Jorge Fernando, José Alvarenga Jr., Miguel Arraes, Mauricio Sherman, Wolf Maya, e José Possi Neto. Na Rede Globo e Globo Filmes, ele trabalhou como ator e assistente de direção e diretor assistente em novelas e filme de longa metragem. Junto a SKY Produções em São Paulo trabalhou na criação e desenvolvimento de novos projetos (Hackers – piloto já produzido) para a televisão. Nilsen Accioli também organizou e gerenciou eventos de multi-media para Golf Partners em NYC. Profissional com dois curtas premiados (I Hate Sheetrock in NY; The Tree on Tenth Avenue) em competição nos Estados Unidos no Hunter Student Film Festival. Ele formou-se com honra em direção de cinema e vídeo pela CUNY/USA, e recebeu em 1997 o premio de Excelência em Produção cinematográfica do Hunter College. Accioli também tem um mestrado em TV, Vídeo & Digital Media Artes do Brooklyn College, tendo três dos seus vídeos apresentados pelo Canal 75 em NYC. Recentemente, Accioli produziu e dirigiu independentemente Collage, um documentário sobre famílias não tradicionais em HD filmado nos USA e Canadá. A versão atual é de 29:14 minutos. No Brazil co-dirigiu o espetáculo Meu Amigo Bobby escrito por Tim Rescala e dirigido por Cininha de Paula e foi Assistente de direção para a segunda temporada de Pé Na Cova de Miguel Falabella na Rede Globo de Televisão. CENÓGRAFO: JOSÉ DIAS Mestre e Doutor pela Universidade de São Paulo, desenvolvendo pesquisa sobre a arquitetura cênica no Brasil, o carioca José Dias começou sua carreira de cenógrafo em 1969. Ao teatro dedica maior parte do seu tempo, não só através de trabalhos profissionais, mas também pelo desempenho de funções acadêmicas. Como cenógrafo e figurinista, já participou de mais de 250 espetáculos. Da qualidade desses trabalhos resultaram indicações e prêmios; para o troféu Mambembe, em 1983, 1984, 1985, 1986 e 1997; para o Prêmio Molière, em 1997; em, recebeu o prêmio IBEU de teatro em 1985; com o prêmio Medalha de Ouro e Prêmio Viagem; o prêmio Shell de melhor cenografia em 1992, 1995 e 1996. e em 1994 o prêmio Oscarito (SATED) como melhor cenógrafo do ano no Rio de Janeiro. Em 1996, os prêmios Mambembe e Shell como melhor cenógrafo de 1995 pela cenografia de “LIMA BARRETO AO 3º DIA”, de Luis Alberto de Abreu e “ÉDIPO REI”, de Sófocles (RJ). Em 1996 indicado para o prêmio Cultura Inglesa (RJ) com o espetáculo “SÃO HAMLET” inspirado no HamIet de William Shakespeare. No primeiro semestre de 1997 indicado para o prêmio Shell (RJ) pela cenografia de “CARTAS PORTUGUESAS”, de Mariana Alcoforado. EM 1997, ganhou o prêmio Mambembe com a cenografia de “DIVINAS PALAVRAS”, de Ramon Del Valle Inclán (RJ). Em 1999 foi laureado com os prêmios: Cultura Inglesa de Teatro e Paschoalino com os espetáculos: “A PROFISSÃO DA SENHORA WARREN”, de Bernard Shaw e “ROMEU E JULIETA”, uma história de amor, de Ariano Suassuna (RJ). Em sua passagem pela televisão, trabalhou na extinta TV Tupi (1972-1973), mas foi na TV Globo que deixou trabalhos de importância, onde esteve de 1974 a 1989, sendo responsável pela cenografia dos casos especiais: “FELIZ ANIVERSÁRIO”, “CIRANDA CIRANDINHA”, “A MORTE E A MORTE DE QUINCAS BERRO D'ÁGUA”, entre outros, e do seriado “O BEM AMADO”. Participou também da equipe de cenógrafos de novelas “GABRIELA”, “A ESCALADA”, “O GRITO”, “BRAVO”, “SARAMANDAIA” e ocupou o cargo de Cenógrafo Chefe do Setor de Montagens naquela emissora, entre 1979 e 1981. No Rio de Janeiro, foi responsável pelos projetos de reformas e modificações dos teatros Gláucio Gil, Cidade, Ipanema e Sala Yan Michalski, Suas mais recentes atividades nesta área são os projetos: Teatro Planetário da Gávea, transformando em Arena, Miguel Falabella, Palácio da Justiça Federal, Teatro São Mateus, Teatro Pedro Calmon, Teatro do Palácio Rio Negro. FIGURINISTA: COLMAR DINIZ Sociólogo graduado pela PUC-RJ. Um dos mais conhecidos cenógrafos e figurinistas do teatro também passou pela televisão e cinema. Em 1989/90 assinou os figurinos de Kananga do Japão e Pantanal, novelas da Rede Manchete, que primavam pelos detalhes. Foi cenógrafo, diretor de arte e figurinista em mais de noventa espetáculos, sendo criador da cenografia e figurinos do espetáculo O Mistério de Irma Vap, que marcou a cena brasileira por causa das muitas e rápidas trocas de figurino. Premiado quatro vezes com Prêmio Molière de teatro por cenários e figurinos e APCA – Associação Paulista de Críticos de Arte, por Kananga do Japão. Especialista Cultural da Gerência de Cultura e Arte do Sistema FIRJAN de 1999 a 2015. Premiação PRÊMIO IBEU 1975, “A Noite Campeões”, de Jason Miller – Melhor espetáculo texto americano PRÊMIO MOLIÈRE 1978, “Arte Final”, de Carlos Queiroz Telles – Cenografia e Figurinos PRÊMIO MOLIÈRE 1980, “Dom Quixote”, de Camila Amado – Cenografia e Figurinos PRÊMIO ASSOCIAÇÃO PAULISTA DE CRÍTICOS DE ARTE 1990, “Kananga do Japão”, de Wilson Aguiar Filho – Figurinos PRÊMIO GOVERNADOR ESTÁCIO DE SÁ (RJ) 1991, “Kananga do Japão” – Figurinos PRÊMIO IBEU 1994, “O Grito do Anjo”, de Bill Davis – Melhor espetáculo texto americano ILUMINADOR: ROGÉRIO WILTGEN Cursos “Theatre Lighting: Design & Technology”, Londres, 1991 Curso realizado em Março de 1991, em Londres onde foram selecionados pelo Conselho Britânico iluminadores de todo o mundo para participar de palestras, análises e debates com iluminadores como Andrew Brige (The Phantom of the Opera, Cats) , David Hersey (Miss Saigon), entre outros teatro Projeto de Iluminação cênica de mais de cem espetáculos teatrais, muitos deles indicados e ganhadores de prêmios como Prêmio Moliére, Shell, Mambembe , SATED , Coca-cola e Cultura Inglesa de Teatro (12 prêmios de Melhor espetáculo e indicações como melhor iluminador dos anos de 1995 e 96), trabalhando com diretores como Amir Hadad, Bibi Ferreira, Jacqueline Laurence, José Henrique, Carlos Augusto Nazareth, João Bittencourt, Jorge Fernando, Luís Armando Queirós, Luís Arthur Nunes, Marília Pêra, Pedro Paulo Rangel, Sérgio Britto, João Fonseca, entre outros shows Membro das equipes de iluminadores de eventos como “Rock in Rio”, “Hollywood Rock” e “Free Jazz”, trabalhando como iluminador para a Peter Gasper Associados, IRIS Luminotécnica e Oficina de Luz. Já tendo realizado shows diversos com artistas como Ivan Lins, Nana Caymi, Gilberto Gil, Zezé Motta, Marília Pêra, etc. e tido a oportunidade de trabalhar em shows internacionais como Paul McCartney, Sting, Rod Stewart, Tina Turner, Paul Simon, Pavarotti, Os Três Tenores etc. televisão TV Globo Ltda.: “Globo de Ouro”, “Chico Anísio Show”, Gravações de novelas como “Rainha da Sucata”, “Bebê à Bordo”, “A Viagem”, etc., “Domingão do Faustão“, “Angélica“, Especiais de Fim de ano (Roberto Carlos, Xuxa e etc.). Atualmente participando dos Programas “Planeta Xuxa“ e “Xuxa Parque“ Bandeirantes: SP Show (Ivan Lins, Nana Caymi, etc.), Especial Tom Jobim Multi-Show: Iluminação dos Shows do Free Jazz Festival no Palco II, MAM, RJ TVE: Várias séries e ciclos de Chorinho e música erudita realizados no CCBB, RJ Multi-Rio: Direção de Fotografia do Programa “Na Arquibancada“, 2000 MTV: Iluminação para TV para o “Hollywood Rocks“, Praça da Apoteose, RJ COORDENADOR GERAL: EDMUNDO LIPPI TEATRO “Os Sete Gatinhos” de Nelson Rodrigues; Direção: Marcelo de Barreto. Teatro Ziembinski, 1991 (Produtor) “Dom Quixote” de Miguel Cervantes. Adaptação: Wagner Campos; Direção: Cláudio Torres Gonzaga. Teatro de Arena, 1991 ( Produtor) “A Comédia dos Erros” de William Shakespeare; Direção: Cláudio Torres Gonzaga. Teatro Glauce Rocha, 1992 (Produtor) “O Mercador de Veneza” de William Shakespeare; Direção: Cláudio Torres Gonzaga. Teatro Glauce Rocha, 1993 (Produtor) “À Margem da Vida” de Tenesse Williams; Direção: Roberto Vignati. Teatro Glauce Rocha, 1994/95 “Frankenstein” de Mary Shelley; Direção: Angela Leite Lopes. Centro Cultural Banco do Brasil, 1995 “As Malandragens de Scapino” de Molière; Direção: João Bethencourt. Teatro Gláucio Gil, 1995 (Ator e Produtor) “O Olho Azul da Falecida” de Joe Orton; Direção: Sidnei Cruz, 1996 “O Avarento” de Molière; Direção de João Bethencourt. Com Jorge Dória, Jacqueline Laurence e elenco. 1999/2004 “A Moratória” de Jorge Andrade; Direção de Sidney Cruz. Com Leonardo Villar. 2001 “As Preciosas Ridículas” de Molière; Direção de Cláudio Torres Gonzaga. 2006 (Produtor) “As Eruditas” de Molière; Direção de José Henrique. 2007 (Produtor) “O Santo e a porca” de Ariano Suassuna; Direção de João Fonseca.2008 “Thérèse Raquin” de Émile Zola; Direção de João Fonseca. 2011 “Vicente Celestino – A Voz Orgulho do Brasil” , musical de Wagner Campos; Direção de Jacqueline Laurence. 2010. “Seria Trágico Se Não Fosse Cômico” de F. Durrenmatt; Direção de Luiz Arthur Nunes. Com Cláudio Corrêa e Castro, Jacqueline Laurence e Rubens de Falco.1998. “As Armas e o Homem de Chokolatte” de Bernard Shaw, direção de Cláudio Torres Gonzaga - 1997 “Bonifácio Bilhões”. Texto e direção de João Bethencourt. Com Rogério Cardoso, Francisco Millani e Elizangela. 1997 “Um Maridão Na Contramão”. Texto de Ray Cooney, direção de Joao Bethencourt. Com Osmar Prado, André Valli e elenco. 2000/01 “Bonifácio Bilhões” de João Bethencourt, direção de Jacqueline Laureance. 2002 “O Doente Imaginário”, de Molière. Direção de Jacqueline Laureancee. Teatro Sesi – RJ e Teatro Sérgio Cardoso - SP “A Importancia de Ser Fiel”, de Oscar Wilde, Direção de Eduardo Tolentino. Tournée e temporada no Rio de Janeiro – 2003/04 “Tartufo, O Impostor”, de Molière, direção de Jacqueline Laureance. Teatro SESI - 2004 “Ladrão em Noite de Chuva”, de Millôr Fernandes. Direção de João Bethencourt. Teatro das Artes – 2005. “CINEMA “COPACANANA” , longa com direção de CARLA CAMURATTI – assistente de produção. OBS: O proponete receberá como Coordenador Geral do projeto e será o responsável pela gestão administrativa / técnico-financeira.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.