| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 75315333000109 | ATACADAO S.A. | 1900-01-01 | R$ 300,0 mil |
| 90852914000173 | MASTER SISTEMAS AUTOMATIVOS | 1900-01-01 | R$ 240,0 mil |
| 03505185000184 | Companhia Riograndense de Valorização de Resíduos | 1900-01-01 | R$ 90,0 mil |
| 00843966000190 | JOST BRASIL SISTEMAS AUTOMOTIVOS LTDA | 1900-01-01 | R$ 40,0 mil |
| 33059528000195 | Copelmi Mineração Ltda | 1900-01-01 | R$ 25,0 mil |
| 89042642000167 | M D Móveis Ltda | 1900-01-01 | R$ 20,0 mil |
| 11476673000139 | BANCO RANDON SA | 1900-01-01 | R$ 20,0 mil |
| 04311157000199 | DUETO TECNOLOGIA LTDA | 1900-01-01 | R$ 15,0 mil |
| 87408464000110 | Guterres Comércio de Combustíveis Ltda | 1900-01-01 | R$ 10,0 mil |
| 87296026000107 | Benoit Eletrodomésticos Ltda | 1900-01-01 | R$ 10,0 mil |
Realizar o III Circuito instrumental de musicas instrumentais, danças e circo intinerante. No evento ainda teremos mostras que contemplarão, principalmente, artistas dançarinos, musicos instrumentais, entre outros que são deste meio. O Objetivo é aproximar a música instrumental, o circo teatralizado e a dança da população urbana, para isso todas as atividades relacionadas, serão oferecidas gratuitamente ao público.
Sinopse do Espetáculo Circo de Horrores e Maravilhas com Oigalê Circo de Horrores e Maravilhas é uma farsa baseada nos tradicionais circos dos horrores do início do século passado, que exibiam pessoas 'diferentes' como objetos de diversão. O espetáculo reflete sobre a exclusão, de uma forma divertida e poética. A barbada, a gigante, as siamesas, são algumas das atrações internacionais que descortinam suas histórias. Mulheres que evidenciam a superação de dificuldades, frequentemente vividas por aqueles que não se enquadram nos padrões de normalidade impostos pela sociedade. O texto foi inspirado em casos verídicos. As ‘grandes diferenças’ são mostradas como metáforas da intolerância às pequenas diferenças, existentes em diversos âmbitos da sociedade e que ainda prevalecem pelo mundo inteiro. A montagem partiu do texto dramatúrgico e de improvisações, por meio da pesquisa de uma linguagem de ampliação corporal, jogo e composição de imagens apropriadas à dramaticidade dessas figuras. A música é executada ao vivo pelas próprias atrizes, conferindo um colorido especial ao trabalho. O espetáculo conta com os recursos de acessibilidade de Libras, a língua brasileira de sinais (executada pelos próprios atores) e Audiodescrição aberta, desde que haja combinação prévia. A Acessibilidade é uma oportunidade de ampliação da capacidade de comunicação da sociedade como um todo, com um universo praticamente invisível à maioria das pessoas. A língua de Libras está inserida naturalmente no contexto do espetáculo, proporcionando a compreensão do texto pelos surdos, mas também acostumando às demais pessoas a esta linguagem de forma natural. Duração: 45 minutos THOLL, IMAGEM E SONHO” Espetáculo de circo-teatro Duração : 75 min Categoria : livre para todos os públicos Uma mistura de cor, emoção, acrobacia e...fantasia. Assim é “Tholl, Imagem e Sonho”, espetáculo de circo-teatro consagrado nacionalmente e que, por onde onde passa , arrebata corações, ganha novos fãs e desperta, em especial nos jovens, o gosto pela arte circense. “Tholl, Imagem e Sonho” utiliza variadas técnicas circenses, faz uso de uma roupagem moderna e arrojada, numa metalinguagem teatralizada. É chamado de “NOVO CIRCO” e está em cartaz desde 15/11/2002, já atingindo a marca de mais de UM MILHÃO de espectadores. “Tholl, Imagem e Sonho” não utiliza texto. O corpo, a respiração e a sincronia de movimentos são elementos principais no espetáculo. Cada cena destaca o trabalho de equipe, cooperação, equilíbrio, ousadia, sonho, magia e.... .MUITA ALEGRIA. “Tholl, Imagem e Sonho” encanta e emociona platéias de todas as idades. O espetáculo tem iluminação sofisticada, dança coreografada e música vibrante e marcada. O espectador nota a espontaneidade e a naturalidade de cada artista, seu amor à arte e a capacidade de superação de seus próprios limites – físicos e emocionais. “Tholl, Imagem e Sonho” liberta o espectador para que faça sua própria leitura de forma simples e sincera, transportando-o a um mundo de sonhos e fantasia, como um inexplicável momento de catarse coletiva. “Tholl, Imagem e Sonho” é um espetáculo de circo-teatro apresentado pelo GRUPO THOLL, da cidade de Pelotas/RS. Mostra das oficinas (ensaios) As oficinas ensaios desenvolve-se em um ambiente escolar (a ser definida pela produção em 30 dia antes do evento) , no qual os participantes vivenciam experiências com técnicas circenses, de caráter prático, durante 2 horas. Serão desenvolvidas as seguintes técnicas: Mostra de acrobacia de solo, malabares, técnicas de equilíbrio e teatro.
O Objetivo Geral é aproximar e fomentar a musica instrumental, o circo e a dança da população, incentivando as manifestações espontaneas de cada região. Objetivos especificos:Formar plateia para apreciar a música instrumental;o circo teatralizado e as danças.Popularizar o acesso a espetáculos de qualidade desenvolvendo assim a consciência crítica dos cidadãos. Realizar 02 apresentações de circo dançado com o Grupo Tholl;Realizar 20 apresentações de danças, os grupos de danças serão convidados (daremos preferencia para os do local da realização do projeto);Realizar 10 apresentações musicais instrumental de artistas locais;Realizar 02 oficinas de habilidades circencenses na rede escolar do municipio de realização e teatro;Realizar 02 palestras. Atrair 100.000.00 pessoas nos locais das apresentações para assistir os espetaculos.
Contexto historico.Até o início do século XVI, os instrumentos musicais eram usados apenas para acompanhar os cantos ou marcar o compasso das músicas. A partir disso, as composições instrumentais foram ficando cada vez mais frequentes até que, durante o período barroco, a música instrumental passou a ter importância igual à vocal.A expressão música instrumental distingue toda música produzida exclusivamente por instrumentos musicais. Porém, ao contrário do que parece, a música instrumental não é necessariamente desprovida da voz e do canto. Em alguns casos, como "Taiane", do brasileiro Hermeto Pascoal, ou "The Great Gig in the Sky", da banda inglesa de rock progressivo Pink Floyd, a voz é usada como instrumento musical.Até o início do século XVI, os instrumentos musicais eram usados apenas para acompanhar os cantos ou marcar o compasso das músicas. A partir disso, as composições instrumentais foram ficando cada vez mais frequentes até que, durante o período barroco, a música instrumental passou a ter importância igual à vocal. Foi durante o período clássico (da música), porém, compreendido entre os anos de 1750 e 1810, que a música instrumental passou a ter importância maior do que a vocal, devido ao aperfeiçoamento dos instrumentos e ao surgimento das orquestras.Como não podia deixar de ser, a música popular brasileira moldou-se a partir de todas estas fontes, bem como das influências vindas da música africana, trazida por negros de vários lugares, e também da música indígena de diversas regiões. Historiadores da música afirmam que a modinha (da Europa) e o lundu (da África) são as grandes influências da música popular brasileira e, juntamente com o schottish, a valsa, o tango e a polca, são grandes influências também para o choro, que é essencialmente instrumental, e considerado primeiro gênero popular urbano do Brasil. Os principais instrumentos utilizados no choro são o violão de 7 cordas, violão, bandolim, flauta, cavaquinho e pandeiro, embora diversos outros instrumentos tenham sido utilizados. No BrasilSegundo Kiefer (1986), é ponto pacífico entre os musicólogos que a modinha e o lundu são as raízes principais da música popular brasileira. Seguindo este pensamento, apresentaremos algumasconsiderações sobre estes dois gêneros musicais.Segundo Mozart de Araújo (1963, apud Kiefer, 19 86) a modinha brasileira teria uma característica rítmica acentuada que lhe é vital, característica compartilhada pela maior parte da música popular urbana do Brasil. É claro que a modinha não é música instrumental, porém seu lirismo melancólico constitui uma importante faceta da musicalidade brasileira que se faz presente no choro e na MI, aparecendo ali claramente em temas e improvisos.Para Oneyd a Alvarenga (1950), o lundu deu à música brasileira características musicológicas importantes, como a sistematização da síncope e o emprego da "sétima abaixada", ou seja, acordes de sétima menor. O lundu-dança foi desembocar, juntamente com elementos de outras danças, no maxixe, gênero que foi expoente máximo da dança urbana brasileira. Vindo das gafieiras, o maxixe era uma dança marcada pela corporalidade africana. O ápice do maxixe se deu na segunda década do século XIX, continuando depois com menos peso até ficar praticamente desaparecido a partir da chegada do fox-trot no Brasil e, depois, com o surgimento do XVI Congresso da Associação Nacional de Pesquisa e Pós-graduação em Música (ANPPOM) Brasília _ 2006 Trabalho aceito pela Comissão Científica do XVI Congresso da ANPPOM - 933 - samba. O conceito de maxixe chegou a se confundir com o de samba, aparecendo em composições como "Pelo telefone" (Moura 1983), de Donga e Mauro de Almeida. O choro, que constitui um gênero instrumental da música brasileira que se prolonga até o presente momento. Segundo Oliveira, a origem do choro está na nova classe formada no Rio de Janeiro a partir da segunda metade do século XIX, que ele chama de "pequenos burgueses". Nesta época eram comuns, principalmente na capital do império, os chamados grupos de "pau e corda", constituídos por violão, cavaquinho e flauta. No final do século XIX, o trio mais conhecido era "O Choro Carioca", do qual Antônio da Silva Callado fazia parte. Callado foi um dos muitos flautistas virtuoses da sua época (Diniz, 2002) e contribuiu com o seu grupo no abrasileiramento da polca e na afirmação do choro como gênero musical (Oliveira, 2000). Em termos formais, o choro tem normalmente três partes e se caracteriza por ser necessariamente modulante. Um tipo de forma rondó, sendo característica a competição e a improvisação. Um aspecto comum entre o jazz e o choro é, sem dúvida, a improvisação generalizada e o caráter de interação entre os músicos na performance. Na música instrumental, a forma do improviso está diretamente ligada à do jazz. O improviso no choro deve ser entendido como uma variação da melodia do tema principal. No jazz, o improviso é muito mais a criação de novas melodias em cima de uma harmonia fixa (cf. Oliveira, 2000). De fato, no choro o solista improvisador toca a melodia com liberdade para interpretá-la, floreá-la, variá-la, mantendo seus traços temáticos sempre claros. Pode-se dizer que o solista, assim como o acompanhamento de base, especialmente as linhas de baixo, estão improvisando (variando) durante a música inteira. Atualmente, temos notado choros com improvisos em seções do tipo chorus, ou seja, o foco no improviso de um músico solista sobre a base harmônico-polifônica do tema. Este tipo de improviso com chorus é provavelmente uma influência do jazz no choro. Um exemplo de grande improvisador de choro é Pixinguinha, que ainda adolescente era conhecido como grande improvisador. Pixinguinha foi um grandeinstrumentista, arranjador e compositor. Segundo Cabral (1978), houve um momento em que Pixinguinha trocou a flauta pelo sax: foi aí que, tocando com o flautista Benedito Lacerda e desprovido da condição de solista, passou a compor e improvisar contracantos.Entre as décadas de 50 e 70, ocorreu um momento de obscurecimento do choro: foi uma época em que praticamente não havia jovens tocando este gênero. A bossa nova surgiu nos anos 50, na zona sul do Rio de Janeiro. Ali, cantores, instrumentistas e compositores amantes do jazz americano, da música brasileira e da música erudita se reuniram e criaram este gênero que viria a influenciar a música mundial (Castro, 1990). Esta triangulação está expressa por Scarabelot (2004) na divisão da bossa nova em três pilares: João Gilberto com seus sambas peculiares, Tom Jobim com sua experiência erudita e jazzistas de Copacabana. Nos anos 60, com Laurindo de Almeida, Charlie Byrd e Stan Getz, a bossa nova é apresentada ao público norte americano. Foi nesta época que o jazz começou a incorporar elementos da bossa nova, assim como nos anos 40 incorporou elementos da música cubana. Se o samba e a música de Carmem Miranda representavam para os americanos a criatividade "exótica", a bossa nova penetrou intensamente na cultura americana, mas pela inovação na mescla de refinadas harmonias, espírito cool e batida rítmica típica (Scarabelot, 2004). Embora a influência do cool jazz na bossa novaseja reconhecida pelos próprios bossa-novistas, as raízes da bossa nova podem estar muito mais fortemente estabelecidas na própria música brasileira, na dimensão dos arranjos (ver Pinheiro, 1992) e mesmo na melódica das modinhas (Bastos, 1996).A partir dos anos 80, o jazz brasileiro entra no circuito internacional de festivais de jazz (por exemplo, o de Montreux). A partir deste momento, as obras de Hermeto Pascoal e Egberto Gismonti têm sido muito importantes para a formação da MI como um gênero pleno, com termos temáticos, estruturais e estilísticos relativamente estáveis. Com a maturidade do jazz brasileiro nos anos 80, os anos 90 representaram um período de impressionante crescimento e vigor. Atualmente, a produção da MI gira em torno de gravadoras que são, na maioria das vezes, administradas pelos próprios músicos (por ex. Núcleo Contemporâneo, Maritaca, entre outras). Ou seja, a MI continua inscrita em um circuito alternativo, havendo um mercado restrito para o gênero no Brasil.No Rio Grande do Sul a história da música instrumental é muito recente, os artistas mais conhecidos são Yamandú Costa e Renato Borghetti. Os artistas que estão começando não tem muito espaço, por esta música não ser comercial, entendemos que precisamos abrir espaços para valorizar esta musica e formar plateias.A musica instrumental não atende a demanda de grande público, as pessoas tem dificuldades em curtir essa musicalidade, e normalmente quem vai a estes espetáculos são pessoas de opinião ou musicistas, por isso, nós pensamos alencar ao projeto apresentações circenses com teatro, a ideia é fazer dos espetáculos partes do diálogo entre a dança e a musica, queremos fazer com que o público aprecie o circo musicado e dançado, técnica que o Grupo Tholl executa muito bem, em suas performances as temáticas são lúdicas, atraindo a mágica, imaginação, despertando nos expectadores, um universo de sonoridades e encantos. Os espetáculos preservarão a magia do circo, a dança e a musica instrumental, além de contarmos com a interação da plateia, tornando os espetáculos algo agradável e memorável.O projeto versará para uma música tocada exclusivamente por instrumentos, os artistas apresentaram temas latinos, eruditos e folclóricos. Também esta previsto palestras durante o evento. Estamos solicitando este mecanismo por que as localidades de realização do evento são em regiões que este tipo de projeto quase não acontece no caso apresentação de circo, e os recursos para executar este projeto so poderão ser oriundos de empresas que aportam recursos pela lei federal, a realização deste evento impactará cada região de forma positiva, alem do evento todo ser de forma gratuita para a população da região. Para tanto, devido as dificuldades de encontrar parceiros e patrocínios diretos, é que buscamos este Sistema de apoio, para que este projeto consiga ser realizado na sua integra e a cultura musical e cênica do Brasil seja valorizada. O projeto se enquadra no art. 1º da leo 8313/91 no Inciso I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores einformadores de conhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País. O projeto se enquadra no Art. 3° para cumprimento das finalidades expressas aqui nos seguintes objetivos:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;
A programação ainda não foi definida devido a aprovação do projeto e captação.
Folder explicativo do projeto no formato 42,5 x 21,5 4 cores. Material este que será distribuido nas escolas do municipio de realização do projeto. Flyer 15 x 10, 4 x cores Divulgação com carro de som Divulgação nas radios- Spot de radio Cards nas redes sociais Transmissão online do evento.
A organização disponibilizará nos dias do evento banheiros químicos, espaço reservado para todo portador de necessidades especiais. No evento teremos cadeiras reservadas para idosos e pessoas portadoras de necessidades especiais, alem de termso uma pessoa( produtor) recebendo as mesmas. Estaremos disponibilizando rampa de acessos para cadeiras de rodas em lugares em que não houver o acesso e banheiros adaptados para cadeirantes. No evento disponibilizaremos serviço de audiodescrição e libras para as pessoas com deficiencia visual. No momento da realização das oficinas teremos serviço de libras e filmaremos as oficinas, após disponibilizaremos nas redes sociais da produtora.
As oficinas paralelas possuem como foco alunos de faixa etária infantil e infantojuvenil de escolas públicas municipais e estaduais da região. As oficinas paralelas serão realizadas nas PRÓPRIAS escolas públicas, assim dispensando o transporte dos alunos. As oficinas atenderão as medidas previstas no inciso/medida do art. 21 da IN nº 02/2019 do Ministério da Cidadania III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; Os registros das palestras serão disponibilizados no Youtube.
Suzana Pereira Schuwchow - Coordenadora do projeto, gestora financeira, e proponente A Danna Produções (nome fantasia da empresa Suzana Pereira Schuwchow-ME) foi fundada em 12 de maio de 2003, sua diretora é Suzana Pereira Schuwchow. Atividades realizadas: Administração e coordenação de orçamento e administração geral de equipe. Contratação, controle e supervisão de fornecedores, de recursos humanos e de artistas. Produção de materiais promocionais, gráficos e de decoração. Elaboração, revisão e produção de livros. Produção e criação de design gráfico. Produção de espetáculos artísticos e shows. Supervisão de montagem de palco, iluminação, sonoplastia. Supervisão de criação e execução de figurinos, cenário, adereços. Elaboração e pesquisa de projetos culturais online. Captação de recursos e patrocínios para projetos. Prestação de contas(planilhamento) dos projetos culturais Capacidade técnica para envio de projetos online nas Leis Municipais, Estaduais e Federais. Vini Tonello – Diretor de Palco Músico, produtor e engenheiro de som Vini Tonello, nasceu em Soledade/RS aonde comecou sua carreira musical formando bandas de rock na regiao. Em Porto Alegre a partir de 1996 entrou para o selo Antidoto/Acit e ao lado de feras como Edison Campagna, Raul Albornoz, Aguinaldo Paz. Francisco Anele entre outros iniciou profissionalmente sua carreira na indústria fonográfica gaúcha e nacional. Possui no currículo mais de 10 discos de ouro, como engenheiro de som e produtor musical, tendo produzido Cds de bandas como Reação em Cadeia , Rosa Tattooada , Bidê ou Balde ,Armandinho, Solon Fishbone, Maria do Relento e artistas nacionais em duas edições do CD Planeta Atlântida ao vivo. Também foi o engenheiro de som em inúmeros discos como da Tequila Baby, Papas na Língua, Bebeto Alves, Yamandú Costa, Luiz Carlos Borges, Borguetinho tendo atuado em praticamente todos os lançamentos do selo Antídoto, desde 1996. Pôde compartilhar idéias e aprendizados trabalhando com produtores extrangeiros como Daniel Rey (Tequila Baby/Ramones), Ron Levy (Fernando Noronha/Bud guy) e gravado músicos como o baterista dos Ramones , Marky Ramone, Dominguinhos, Renato Borguetti, Sergio Reis, entre outros. A partir de 2004 abriu seu próprio estúdio chamado Cafofo do gringo aonde faz suas produções musicais, gravacões, mixagens e masterizações de inúmeros artistas da cena gaúcha como Pata de Elefante, Alemão Ronaldo, Rosa Tattooada, Nei Van sória, Luiz Henrique “Tchê” Gomes, Egisto dal Santo, Luiz Nenung, Luciana Pestano e muitos outros. Após o sucesso do estúdio se fez necessário abrir um selo musical e uma produtora fonográfica chamada VTONELLO aonde foram lançados vários álbuns de bandas gaúchas como a banda Pondera Rock, Rosa Tattooada, Maio 23, Inkognita, Balbúrdia Livre. Willyam Claiton Alves Soares - Diretor de Produção Possui experiência em gestão de projetos e processos. Neste tempo atuou em mais de 6 empresas trazendo assim a vivencia em multi-cenários empresariais. Possui graduação em Administração de Empresas com Gestão de TI e certificação complementar em Marketing pela PUCRS (Pontifícia Universidade Católica do RS), e diversos cursos de extensão no segmento de administração e finanças. Atualmente é proprietário da Chronos Empreendimentos que, através dela, assessoria a Danna Produções na Gerência de Negócios. Planejamento, contratação, controle e supervisão de fornecedores, de recursos humanos e de artistas. Coordenação de equipe e plano de trabalho. Eventos realizados na Danna Produções Festa do Peixe em Tramandaí II Circuito Instrumental de Musica e DançaSemana Farroupilha de Canos e Porto AlegreCanoas jJzz 2018 em Canoas Patricia Castro- Assessora de Imprensa e jornalista Graduada em jornalismo pela Unisinos em 2006 e pós-graduada em Jornalismo Empresarial pela Esade - Laureate International Universities em 2012, teve passagens pela Assessoria de Imprensa do Departamento Municipal de Água e Esgotos (Dmae), Martha Becker Comunicação Coorporativa, como gerente de conta da Câmara Rio-Grandense do Livro (CRL) e pelo portal Coletiva.Net. Foi Assessora de Imprensa do Projeto A Viagem do Violão Gaúcho, com o músico Marcello Caminha, em 2012, 2013, 2014 e 2015. Atua como jornalista-editora da Agência de Pautas Pauta Social e do Portal Porto Alegre.travel, de Porto Alegre. João Bachilli - Diretor Geral do Tholl Fundador e diretor do Grupo Tholl Natural de Pelotas, nascido em 5 de outubro de 1963, João Bachilli é ator profissional. Começou a atuar em 1983 no Teatro dos “Gatos Pelados” do Colégio Municipal Pelotens e. Após, fez parte do elenco da Cia. Tragicômica Theatro Avenida culminando no Teatro Escola de Pelotas. Participou de 16 espetáculos, dentre eles o premiado nacionalmente “Maragato”, de Valter Sobreiro Jr. Protagonista do espetáculo “Don Leandro” ou “Os Sendeiros do Sangue”, atualmente é diretor do Grupo Tholl - OPTC (Oficina Permanente de Técnicas Circenses). Trabalhos no teatro como diretor: - “O Circo de Bonecos” (1991 e 1996) Teatro Escola de Pelotas. - “O Castelo das Sete Torres” (1996) Teatro Escola de Pelotas. - “A Viagem de um Barquinho de Papel” (1997) Teatro Escola d e Pelotas. - “Pluft, o Fantasminha” (1998) Teatro Escola de Pelotas. - “Talismã” (1998) Teatro Escola de Pelotas. - “Performances” (1999) OPTC - Oficina Perm anente de Técnicas Circenses. - “Vision” (2001) OPTC - Oficina Permanente de Técnicas Circenses. - “Tholl, Imagem e Sonho” (2002) OPTC - Oficina Permanente de Téc nicas Circenses. - “Exotique” (2008) - OPTC - Oficina Permanente de Técnicas Circenses. - "Natal daquel Ano" -"Cirquim" -"Par Ou ímpar (kleiton & Kledir + Grupo Tholl)" Curriculo dos espetaculos: Histórico OPTC - Grupo Tholl A OPTC - Oficina Permanente de Técnicas Circenses foi criada, de fato, em junho de 1987 e de direito em abril de 2004, em Pelotas/RS. O Grupo Tholl foi agregado como nome fantasia desde 2006, data em que a montagem de circo-teatro "Tholl, Imagem e Sonho"conquistou a crítica e arrebatou plateias pelo Brasil. A OPTC foi "acidentalmente" fundada em 1987 quando João Bachilli, liderando um grupo de amigos (todos atletas de ginástica olímpica competitiva e apaixonados pela arte circense), resolveu aliar todo aprendizado acrobático ao teatro e à dança. Surgiu então a ideia de realizar uma "oficina" objetivando selecionar mais integrantes e criar um grupo circense, um circo sem lona e picadeiro, mas atuando em teatros e na rua. Várias performances foram montadas, todas de pequeno porte, no início utilizando somente a acrobacia como foco, depois incluindo a pirofagia, o malabarismo, técnicas de clown e pernas-de-pau. O Grupo Tholl tem seu registro como associação civil, de direito privado, de caráter sócio-cultural, sem fins econômicos. Para o Grupo o foco principal que se prospecta é a excelência para novas montagens e o exercício da cidadania de cada um de seus integrantes em projetos de inclusão social e cunho cultural. Hoje, o Grupo Tholl conta com três montagens em cartaz: "Tholl, Imagem e Sonho" e "Exotique", espetáculos circenses, e "O Circo de Bonecos", espetáculo teatral infantil. A responsabilidade social do Grupo Tholl está em oferecer oportunidade e trabalho à comunidade em geral e em ações filantrópicas e individuais (e na maioria das vezes anonimamente) que são praticadas ao longo de cada ano como exercício de cidadania de cada um de seus integrantes. Os principais objetivos do Grupo Tholl, são: estimular o crescimento cultural de crianças e adolescentes com sua inserção no mundo das técnicas circenses, desenvolvendo atividades físicas e lúdicas; promover as técnicas circenses, conjuntamente com teatro e dança, em montagens de espetáculos com elevado padrão de excelência; difundir e desenvolver o pleno exercício da educação, proporcionando qualidade de vida à comunidade em que está inserida; exercer parcerias, diálogo local e solidariedade entre diferentes segmentos sociais, que visem interesses comuns com a arte. Grupo Oigalê A Oigalê Cooperativa de Artistas Teatrais surgiu em 1999 e, desde então, mantém um trabalho contínuo e de pesquisa. Ao longo destes anos produziu os espetáculos: 1999 – Deus e o Diabo na Terra de Miséria * 2001 – Mboitatá, a Verdadeira História da Cobra de Fogo dos Pampas * 2001 – Cara Queimada 2002 – O Negrinho do Pastoreio * 2005 – A Máquina do Tempo * 2006 – Uma Aventura Farroupilha 2008 – Miséria Servidor de Dois Estancieiros * 2009 – Era Uma Vez... uma fábula assombrosa Em 2002 a Oigalê gravou um CD com a trilha sonora dos três espetáculos sobre lendas e contos riograndenses. O grupo anualmente faz temporadas de teatro de rua nos parques e praças de Porto Alegre, além de apresentar em escolas e entidades. Também realiza cortejos e intervenções cênicas. Nestes anos já fez mais de 1.300 apresentações de seus espetáculos em mais de 150 cidades do Rio Grande do Sul, 17 estados brasileiros e exterior, atingindo um total de 300.000 pessoas. A Oigalê também ministra oficinas de teatro de rua, movimento espaço e ritmo, entre outras, tanto em Porto Alegre como em outros lugares onde se apresenta. Familia LimaFormada em 1994, a Família Lima é uma história de sucesso. Com 9 discos e 2 DVDs lançados, já vendeu mais de 1.000.000 cópiase se apresentou nas mais importantes casas de shows do Brasil, além de já ter feito shows em mais de 13 países, dentre elesEUA, Áustria, França, Espanha, Alemanha e Vaticano, onde se apresentou na Piazza San Pietro para o Papa João Paulo II e umpúblico de 500.000 pessoas.Sempre buscando uma sonoridade única, a Família Lima segue entretendo plateias do mundo todo com sua singular fusão demúsica erudita e estilos variados como pop, rock e música eletrônica, fazendo desde shows corporativos e exclusivos para 100espectadores até multidões de mais de 30.000 pessoas. A mistura de dedicação, amor à música e união parecem ser o segredodessa banda que conseguiu se estabelecer há mais de duas décadas no difícil cenário musical brasileiro, nunca abrindo mão dasua verdade artística e qualidade musical. Palestrante sobre a Dança Carlinhos de Jesus.Carlinhos de Jesus, não dispensa apresentações. Temos muito o que falar e mostrar. Já são mais de 30 anos dedicados à arte dadança de salão. Foi pioneiro na campanha pela valorização, respeito e profissionalização do gênero no país. Virou um símbolo doRio de Janeiro, e é citado pelo Jornalista Sergio Cabral ( Revista VEJA) como o Fred Astaire brasileiro, que leva a paixão peladança da zona sul carioca para o mundo.A história de Carlinhos de Jesus já virou biografia "Vem dançar comigo". Ele nunca pára por isso que por mais que seja oCARLINHOS DE JESUS, nunca dispensamos apresentação.Morador de Copacabana, sua rotina de trabalho segue o compasso do dois pra lá, dois pra cá em ritmo acelerado. Já foi inúmerasvezes convidado a representar o país no exterior. E o amor pela dança também vem de longe: começou aos 4 anos de idade.Formado em Pedagogia, preferiu a arte para vencer na vida e com toda a certeza não se arrependeu. Ele recebe de braçosabertos novos e atuais alunos na sua Casa de Dança Carlinhos de Jesus no Rio de Janeiro em Botafogo, na Rua Álvaro Ramos, 11 eem São Paulo – SP, na Av. Luis Dumont Villares 1945 – Santana. Publico alvo dançarinos e instrutor de dançaDuração: 1h30min Palestrante sobre determinação com Leo ChavesLeo Chaves não é um artista no auge da carreira, mas um ser humano que vivenciou todas etapas da carreira com extrema intensidade: o primeiro passo, as crises, frustrações e derrotas e, consequentemente à tudo isso, o sucesso. Com uma difícil jornada que começa no interior de Minas, em 92, até a ascensão que o levou a conquistar o prêmio de melhor álbum sertanejo da América do Sul, pelo Grammy Latino em 2014, ele releva suas histórias e experiências com intuito de transformar a vida das pessoas – tanto em seus âmbitos pessoais quanto profissionais.Em suas palestras, o músico-conferencista fala sobre inúmeros temas que envolvem motivação e educação sempre aliados a música, criando uma esfera intimista e penetrante, que instiga os participantes a tomar Pilares da Palestra: Motivação; Educação; Empoderamento; Resiliência outras decisões e busca por novas oportunidades. Público alvo mulheresDuração: 1h30min
Resposta à diligência financeira encaminhada por e-mail e devidamente disponibilizada no sistema (aba "documentos anexados"). Aguarda análise por parte do corpo técnico.