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LUNÁRIAS _ Ecos de Um Canto Selvagem, é uma performance operística, futurista e feminista, que agrega linguagens de artes visuais, música, ópera, teatro e tecnologia. A atriz e soprano Chiara Santoro faz releituras de árias que apresentam mitos e histórias do arquétipo da mulher selvagem, através da reapropriação de árias de óperas mais tradicionais. A equipe técnica e artística é formada exclusivamente por mulheres, celebrando a força e poder do feminino. Alicerce deste projeto, queremos ir além das imposições de gêneros imposta pelo patriarcado.
MULTI ÓPERA ELETROACÚSTICA FUTURISTA E FEMINISTA LUNÁRIAS - ECOS DE UM CANTO SELVAGEM apresenta os mitos e histórias do arquétipo da mulher selvagem. É ópera, é teatro, é performance, é música, é tecnologia, é poesia. Com referência a manifestos feministas presentes nos livros “Mulheres que Correm com Lobos”, de Clarissa Pinkola Estés e "A Derrota das Mulheres" de Catherine Clement, o enredo traça a trajetória de uma personagem que mergulha nos mistérios do feminino sagrado. O caminho percorrido passa por várias fases da evolução da personagem, desde se descobrir mulher, até se tornar a mulher que deseja ser. A soprano Chiara Santoro se desvenda em cena, fazendo releituras de árias que cantam a mulher selvagem em seus diversos aspectos. Ecos de um passado ritualístico. As canções tecem um percurso de auto reconhecimento da natureza feminina. Classificação indicativa: LIVRE
Objetivo Geral Realizar a montagem e circulação da Ópera futurista e feminista, LUNÁRIAS _ Ecos de Um Canto Selvagem, que agrega linguagens de artes visuais, música, ópera, teatro e tecnologia. Objetivos específicos Realizar a montagem da Ópera Lunárias Realizar oito apresentações na cidade do Rio de Janeiro durante o mês de novembro de 2019 Realizar oito apresentações na cidade de São Paulo durante o mês de dezembro/2019 e janeiro/2020 Realizar duas apresentações na cidade de Brasília durante o mês de janeiro/2020 Realizar duas apresentações na cidade de Belo Horizonte durante o mês de fevereiro/ de 2020
Multi Ópera Eletroacústica Futurista e Feminista, LUNÁRIAS - ECOS DE UM CANTO SELVAGEM, apresenta os mitos e histórias do arquétipo da mulher selvagem. É ópera, é teatro, é performance, é música, é tecnologia, é poesia. Por envolver uma conexão com várias linguagens artísticas, Lunárias, se apresenta como um projeto de alto nível e exigência técnica, sendo o Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais necessário para um projeto dessa envergadura e que se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Além disso seus objetivos dialogam com os objetivos apresentados no Art. 3º da Lei 8313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; Com referência a manifestos feministas presentes nos livros "Mulheres que Correm com Lobos", de Clarissa Pinkola Estés e "A Derrota das Mulheres" de Catherine Clement, o enredo traça a trajetória de uma personagem que mergulha nos mistérios do feminino sagrado. O caminho percorrido passa por várias fases da evolução da personagem, desde se descobrir mulher até se tornar a mulher que deseja ser. A soprano Chiara Santoro se desvenda em cena, fazendo releituras de árias que cantam a mulher selvagem em seus diversos aspectos. Ecos de um passado ritualístico. As canções tecem um percurso de auto reconhecimento da natureza feminina. A relação do corpo e dos ciclos da mulher com a Lua, o tabu do sangue, a imposição do patriarcado, os rituais de cura e o mergulho nas águas da intuição. O feminismo e o feminino sagrado. A mulher selvagem carrega consigo os elementos para a cura de si mesma; traz tudo o que a mulher precisa ser e saber. Ela carrega histórias e sonhos, palavras e canções, signos e símbolos. Ela é tanto o veículo quanto o destino. Aproximar-se da natureza instintiva significa delimitar territórios, encontrar nossa matilha. Estar consciente, alerta, recorrer aos poderes da intuição e do pressentimento inato às mulheres, adequar-se aos próprios ciclos, descobrir aquilo a que pertencemos. Liberdade ao potencial da alma feminina. A equipe técnica e artística é formada exclusivamente por mulheres, celebrando a força e poder do feminino. Alicerce deste projeto, queremos ir além das imposições de gêneros imposta pelo patriarcado. Foi-se o tempo em que existiam profissões consideradas exclusivamente masculinas ou femininas. Cada vez mais mulheres estão quebrando estas barreiras e se firmando nos mais diversos campos de conhecimento. A direção musical é de Délia Fisher, conferindo linguagem contemporânea às árias. A direção geral é de Julianna Santos. O cenário é de Giorgia Massetani, que irá dialogar com projeções e vídeo mapping da VJ Lê Pantoja. Os figurinos são de Patrícia Muniz e a direção de movimento de Virgínia Maia. Idealização e interpretação de Chiara Santoro, a direção de produção é de Anamaria Rigotto, da Casa de Fulô Produções. Se observada por ótica machista, a mulher selvagem pode ser confundida com uma louca. Ela canta no espaço dos sonhos, do delírio e das paixões. Mas LUNÁRIAS não é uma história sobre mulheres lunáticas ou histéricas. É sobre o Caminho de reapropiar-se de si mesma, através da conexão com o ciclo de Vida-Morte-Vida que se experimenta no ventre a cada mês, a cada lua. Mas como não passar pela repressão centenária do feminino, do controle opressor sobre a mulher, das milhares de bruxas queimadas nas fogueiras? Foi e ainda é preciso muita luta para conquistar novos espaços. Uma boa dose de loucura também é desejada para concretizar esta libertação e exaltação do feminino. O repertório apresenta releituras de árias que tratam do universo sagrado feminino, preciosidades de compositores que passeiam do barroco ao contemporâneo. Com intervenções eletroacústicas e abusando da tecnologia tanto no que tange a música como a cena, o espetáculo insere a ópera em outro lugar, aproximando o público desta linguagem, além de conectar ancestralidade e contemporaneidade. Roteiro: 1a parte : O OLHAR DO PATRIARCADO a mulher selvagem enjaulada - momentaneamente domesticada e anestesiada O patriarcado. Ao sair da anestesia, a dor do isolamento e anseio por liberdade. 2a parte: CANTOS DE SANGUE E DE CURA A mulher cíclica e a conexão da intuição O Tabu e o poder do sangue menstrual Consciência vida-morte-vida que se renova no ventre 3a Parte: A FOGUEIRA A fogueira, a inquisição. Recolhendo pedaços da Deusa desmembrada. De volta para o nosso corpo, nossa morada. Transformação. Libertação
A MULTI ÓPERA ELETROACÚSTICA FUTURISTA E FEMINISTA, LUNÁRIAS - ECOS DE UM CANTO SELVAGEM, tem como estimativa de duração 90 minutos de apresentação.
Os locais de apresentação da Ópera Lunárias (Teatro Riachuelo (RJ); Teatro Porto Seguro (SP); Teatro Caixa Cultural Brasília (DF) e Teatro SesiMinas (MG)), contam com espaço reservado para cadeirantes, banheiros e acesso adaptados para pessoas com mobilidade reduzida. Em relação a acessibilidade de conteúdo duas sessões terão Legendagem para surdos.
Como forma de democratizar o acesso 20% dos ingressos serão disponibilizados para organizações sociais. Além disso, teremos um ensaio aberto seguido de palestra sobre o processo de construção do projeto e música instrumental que será realizado antes da estreia na cidade do Rio de Janeiro, direcionado para músicos, estudantes, universitários, e interessados pela temática.
Chiara Santoro: Idealizadora e Intérprete Bacharel em Canto pela Unirio, pós- graduada no Conservatório Santa Cecilia de Roma. Premiada em Concursos de Canto em Roma, São Paulo e Milão. Participou como solista em festivais operísticos pela Europa e Integrou o Coro Lírico Sinfônico Romano, com turnês internacionais com Ennio Morricone e Andrea Bocelli. Começou atuando em musicais premiados com diretores como Karen Acioly, Tim Rescala, Stella Miranda e Cacá Mourthé com quem também estudou teatro no Tablado. Concilia a agenda de concertos operísticos com temporadas de musicais. Esteve em cartaz na superprodução “O Mágico de Oz” da dupla Moeller & Botelho e “Era uma vez...Grimm” de Tim Rescala e José Mauro Brant. Foi protagonista em “Il Re pastore” de Mozart, com a Orquestra Sinfônica Brasileira, e solista convidada na Alemanha com a Orquestra Sinfônica de Karlovy Vary. Integrou a Cia de Jovens Solistas do Theatro São Pedro em São Paulo. Debutou em Falstaff de Verdi como Nannetta e na ópera “O Menino e a Liberdade” de Ronaldo Miranda. Esteve em cartaz no musical de Tim Rescala “O pequeno Zacarias, uma ópera irresponsável “ Cantou a personagem principal na ópera Martha de Flotow no Theatro São Pedro em São Paulo e foi Susanna em “As Bodas de Figaro” no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Julianna Santos: direção cênica e geral É graduada em Direção Teatral pela UFRJ. Em 2003, ainda na universidade, iniciou seu trabalho como assistente de direção da ópera, “Le Nozze di Figaro” de Mozart. Participou de quatro edições do Festival de Amazonas de Ópera, onde em 2013, dirigiu a Ópera “O Morcego” de Johaan Strauss e em 2018 a Ópera “Acis and Galatea” de Haendel . Em 2017 dirigiu La Tragedie de Carmen no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Durante quatro anos, fez parte da equipe fixa de Direção Cênica do Theatro Municipal de São Paulo, assumindo a função de Diretora Residente. Nesse período foi responsável pela direção de remontagem das operas La Boheme e Cavalleria Rusticana, trabalhando com grandes nomes da írica nacional e internacional. Ainda em 2018 dirigiu na Escola de Musica da UFRJ a Ópera A Flauta Magica de Mozart. Trabalhou também como assistente no Palacio das Artes de Belo Horizonte e Theatro São Pedro em São Paulo. Delia Fischer: direção musical A cantora, compositora e pianista carioca embarcou numa nova aventura artística em que sua voz afinada e de timbre muito original é o veículo para suas canções autorais e parcerias espalhadas em 6 álbuns lançados ao longo de 30 anos de música. Com uma carreira sólida como pianista de música popular, de improvisos jazzísticos ao lado dos maiores instrumentistas brasileiros, de arranjadora e premiada diretora musical dos mais famosos teatros musicados da história recente brasileira (fez os arranjos novos para o show Simone encontra Ivan Lins em turnê ao longo de 2018), Delia Fischer alcançou projeção internacional com apresentações em festivais em Copenhagen, Paris e Montreux, mas atingiu um novo ponto alto em 2018 quando venceu nas categorias "Best Latin Song" e "Vox Pop" no 16º Independent Music Award, em Nova Iorque. Virginia Maria: direção de movimento É atriz, cantora, coreógrafa (dança e luta), contadora de histórias, educadora. Mestre com Distinção Acadêmica em Teatro Aplicado- RCSSD- UK. Docente- Instituto Superior Anísio Teixeira. Vem atuando junto a nomes como Cia do Latão; Diogo Liberano; Zecora Ura (Hotel Medea- UK); Bruno Beltrão; Christiane Jatahy; Samir Murad; Thierry Trémouroux entre outros. Em suas atuações em TV e cinema, comemora parcerias do Hsu Chien, Lucia Murad, Fernando Ceylão entre outros. Inicia o projeto ADA- Machine, aprovado em residências artísticas nos Midia-Labs Hangar (Barcelona) e Prado (Madrid). Vivendo entre o Brasil, a Espanha e o Reino Unido desde 2008, atualmente pesquisa educação, interculturalidade/inclusão social. Le Pantoja: VJ/ Mapping Diretora e montadora de cinema por formação e VJ desde 2007, a artista visual multimídia Leticia Pantoja faz parte da primeira geração de vídeo jockeys do RJ. Suas vídeo-performances são sincronizadas com a música, transformando superfícies e a arquitetura local em "tela" para suas narrativas, compostas de um mar de imagens, ideias e conceitos. Conhecida no meio da arte pop multimídia por sua linguagem de recorte e colagens, as imagens produzidas por Leticia Pantoja remetem à estética onírica. A mistura de técnica de projeção mapeada e efeitos visuais, com elementos da cultura pop e surrealistas, característicos de sua marca, já ocupou as principais casas de shows do RJ. Giorgia Massetani: cenografia Formada em Cenografia pela Accademia di Belle Arti di Firenze, na Italia, especializou-se em Tecnicas Plasticas para Cenografia Teatral e Estoria de Espetacolo. Iniciou seu percurso como cenógrafa no teatro infanto-juvenil pela companhia Vieni Tela Racconto do Prof. Massimo Mattioli e na Compagni dell'Atto Comico, com a qual participou de Mercantia (Festival Internazionale del Teatro di Strada) em Certaldo, Itália. Ainda na Itália trabalhou no ABC Festival e La Luna Azzurra, festivais de Teatro. Teve suas primeiras experiências com ópera, no Maggio Musicale Fiorentino e no Festival Pucciniano de Torre del Lago. Em 2012 participou pela primeira vez do Festival Amazonas de Ópera, em Manaus, como assistente na ópera Lulu com direção de Gustavo Tambascio e, desde então segue colaborando com o festival. Atualmente é Cenógrafa Residente e Coordenadora da Central Técnica do Theatro São Pedro de São Paulo. Patricia Muniz: Figurino Patricia Muniz é Figurinista, Diretora de Arte e Aderecista. Tem entre seus principais trabalhos AGOSTO de Tracy Letts, com direção de André Paes Leme, indicada ao Prêmio FITA 2018 na Categoria Figurino, o monólogo Eu Só Queria que Você Não Olhasse Para o lado, de Herton Gratto com direção de Guta Stresser , e o clássico La Ronde, com a Cia Enviezada e o infantil Pelos Quatro Cantos do Mundo da Cia Milongas, direção de Breno Sanches. Possui extensa carreira teatral onde se destacam trabalhos com diretores como Gerald Thomaz (Bait Man), Marcos Caruso (A Família Lyons) Guta Stresser (‘A Flor da Pele), Henrique Tavares (À Sombra das Chuteiras Imortais e Apesar de Você), João Fonseca (Minha Mãe é uma Peça!), Bosco Brasil (Cheiro de Chuva) e Jarbas Homem de Mello, no Musical Constellation que lhe rendeu o Prêmio Cenin de Melhor Figurino. Na música estão nomes como Marisa Monte, Ana Carolina e atualmente Getúlio Cortes. No Samba assinou Figurinos da Comissão de Frente da Acadêmicos da Grande Rio, na Rede Globo foi assistente de Arte de Andrea Penafiel e é Professora de Figurino do Curso Técnico da FIRJAN. Casa de Fulô Produções Artísticas (Coordenação Geral) Empresa proponente do projeto, irá assumir a Coordenação Geral, sendo responsável pela coordenação e acompanhamento de todas as etapas de montagem/produção e execução da circulação das temporadas (RJ, SP, BSB e BH), assim como ficará responsável pela coordenação administrativa e financeira do projeto. A Casa de Fulô é uma agência de entretenimento e conteúdo musical. A empresa presta serviços de agenciamento de artistas, produção de eventos culturais e festivais de música e arte. Além de representar a carreira de artistas, a empresa possui projetos próprios, como os festivais SUNSET INSTRUMENTAL (BH), Festival EXPERIA (RJ E BSB), CIRCUITO REPIQUE DO TAMBOR (BSB) e KIDS ON THE ROCKS (RJ). Projetos recentes: Agenciamento Tour França Virgínia Rodrigues no Museu Quai Branly, Paris e no La Roche de Palmer, em Bordeaux, 2018; Agenciamento YAMÍ MUSIC + CRIOLO, no Festival Admirável Música Nova, em SP e BH, em 2018; Curadoria e coordenação de produção do EXPERIA 2018, BSB; Curadoria e coordenação de produção do Festival EXPERIA 2017, RJ; Curadoria e coordenação de produção do Festival Experia 2016, BSB; Curadoria e coordenação de produção do I Sunset BH Instrumental, em 2016, BH; Idealização e coordenação de produção do Circuito Repique do Tambor, em 2016, BSB.
PROJETO ARQUIVADO.