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PRONAC 191181Prestação de contas aprovada com ressalva formal e sem prejuízoMecenato

Desfile Bangalafumenga 2020

OFICINA DE ALEGRIA ENTRETENIMENTO LTDA - EPP
Solicitado
R$ 599,3 mil
Aprovado
R$ 596,4 mil
Captado
R$ 500,0 mil
Outras fontes
R$ 137,2 mil

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (1)
CNPJ/CPFNomeDataValor
10625931000139BOOKING.COM BRASIL SERVICOS DE RESERVA DE HOTEIS LTDA.1900-01-01R$ 500,0 mil

Eficiência de captação

83.8%

Classificação

Área
—
Segmento
Desfile de escola de samba
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
19

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2019-12-20
Término

Resumo

A Oficina de Alegria/Grupo Musical Bangalafumenga propõe o presente projeto para realização dos ensaios técnicos e do carnaval de 2020, abordando o tema "Meu Banga, Minha Paixão" (título provisório), que fala da amor que os foliões têm pela história do bloco, cujo título foi alterado para "No Batidão do Banga".

Sinopse

O Bangalafumenga nasceu no verão de 1998 na cidade do Rio de Janeiro, e depois de uma temporada de sucesso no Teatro Planetário da Gávea, onde juntava samba, poesia, convidados e público em geral, mais que tudo instigou a “turma” a fazer o Carnaval de maneira reinventada. Foram anos brincando, criando e aprendendo, sempre com muitos desfiles na rua, fazendo com que o Banga engordasse sua bateria e lapidasse suas levadas. Com o desenvolvimento da ideia, criou-se a oficina de percussão, que além de fornecer o material humano para sua bateria, ajudou a espalhar o carnaval pela cidade, e assim o grupo passou a ensinar a pescar, levando o carnaval a sério. Foram e são muitos profissionais envolvidos, e a partir de então foi feita a “ponte aérea” e levou para a “terra da garoa” (SP) a sua arte, tendo mais de 20 professores capacitados a difundir as levadas e arranjos do grupo, que hoje tem um público de mais de 150.000 pessoas em suas apresentações individuais. Durante anos foram se aprimorando, cuidando da casa, formando a bateria, documentando as levadas, gravando vídeos, criando canções, arranjos e danças. Anos investindo em mostrar um Carnaval com nossa cara, mesclando profissionalismo de uma bateria que ensaia duramente durante todo o ano, com a poesia e a leveza que nosso Carnaval pede. No próximo ano, não há nada mais legítimo que celebrar os próprios fãns e membros do Grupo Bangalafumenga em um formato de desfile recheado de elementos cenográficos, fantasias, coreografias, adereços e tudo mais que já foi mostrado ineditamente no carnaval de 2019, e certamente se fará apresentar muito mais completo e emocionante no carnaval de 2020.

Objetivos

Em relação ao produto Desfile de Carnaval, citamos os objetivos específicos são realizar um desfile de carnaval e quatro ensaios técnicos. Em razão da atual crise econômica e com respaldo na possibilidade aberta e aceita por este Órgão com fundamento na Instrução Normativa n. 2, de 23 de abril de 2019, do Ministério da Cidadania, Anexo IV, I, letra "g", apresentar o projeto de desfile festivo de caráter musical e cênico que tem relação com festividades regionais (carnaval), com confecções de fantasias, adereços ou material cenográfico, incluindo o presente projeto na lei de incentivo com o intuito de oferecer uma forma sempre inovadora para o Carnaval Brasileiro que é consagrado como a festa mais importante e significativa do país. Geral: Produzir e realizar a apresentação do Grupo Musical Bangalafumenga, com fantasias, carro alegórico, alegorias etc., a realizar-se próximo ao Carnaval de 2020, inclusive distribuir gratuitamente todas as fantasias confeccionadas com o incentivo fiscal federal aos participantes.Objetivos específicos e impactos do projeto: Confeccionar os elementos necessários a apresentação, tais como fantasias (a serem distribuídas gratuitamente), carro alegórico, fantasias de portas-estandarte e mestres-sala, composições de alegorias, alas, geração de empregos formais e informais ligado à indústria do carnaval na expressão da cultura popular do país, reconhecendo e fortalecendo um patrimônio cultural brasileiro.

Justificativa

O Grupo Bangalafumenga nasceu em 1998, e aos poucos foi ganhando espaço na zona sul carioca, onde, invariavelmente, as apresentações acabavam em grandes festas de rua. Com o sucesso alcançado no Carnaval, os principais integrantes ficaram motivados a seguir com o trabalho durante o ano, fazendo shows com uma formação reduzida, mas sempre sem perder a sonoridade e a característica festiva do bloco que funcionou como estopim para o surgimento da Banda Bangalafumenga. Mas ainda assim, mesmo como uma banda, essa trupe não perdeu seu jeito "vira-lata", e não abandonaram a folia carnavalesca das ruas, resultando em um som direto, percussivo e dançante, com uma linguagem poética simples. Com isso, muita gente passou a enxergar a simplicidade e proximidade com os instrumentos, e como consequência, diversas pessoas começaram a estudar instrumentos musicais estimuladas pelo Bangalafumenga, participando dos ensaios e do bloco também, bem como, outras bandas no mesmo formato de fanfarra surgiram, configurando assim uma verdadeira tendência contemporânea do Rio de Janeiro. Com a conquista da simpatia do público, e respeito aos nossos músicos, os palcos em que o Banga se apresentou já foi dividido com artistas de respeito como Nei Lopes, Zélia Duncan, Fernanda Abreu, Marcelo D2, Frejat, Seu Jorge, Paula Lima, Walter Alfaiate, Adriana Calcanhoto, Pedro Luis e a Perede, dentre vários outros. Rodrigo Maranhão, líder e principal compositor do grupo, já foi gravado por vários intérpretes, dentre os quais podemos citar Fernanda Abreu, Zélia Duncan e Maria Rita. Esta última gravou a canção "Caminhos das Águas" que deu ao seu compositor o Grammy Latino de melhor canção brasileira em 2006. Nas apresentações do Banga são entoadas canções próprias e também de outros autores clássicos da MPB como Lenine, Alceu Valença, Gilberto Gil etc. A partir do projeto aqui proposto, além da democratização e descentralização do acesso à cultura, pretende-se criar um novo olhar sobre os desfiles de blocos. Um dos sentidos de democratizar a cultura, é ampliar o acesso aos bens culturais universais já existentes, permitindo que as pessoas construam o seu modo próprio de ser e de participar na comunidade e na sociedade como um todo. A partir dos 4 ensaios que culminarão com a apresentação na cidade de São Paulo, pretende-se formar um público e de agentes culturais necessárias as formas de políticas culturais que visam à democratização da cultura. A plenitude do projeto atinge a necessidade da democratização do acesso em amplo sentido e realiza o papel pertinente no fomento à cultura e o patrimônio cultural brasileiro. Projetos de tamanha envergadura e ineditismo ainda ampliam e mantêm o mercado técnico e artístico nacional, gerando emprego e renda, bem como desenvolve simultaneamente, junto ao empresariado, o exercício da aplicação de investimento em cultura através das leis de incentive fiscal. No ano de 2019 fez uma apresentação inédita em um desfile memorável na cidade de São Paulo, onde se apresentou de maneira elaborada, arrebatando um batalhão de seguidores pelas ruas paulistanas. Justificativa do Enredo: O Banga prepara próximo carnaval. Foi muita água que passou, muitos encontros, partidas, muita história, sonho amor. Muita gent, muito coração pulsando e sempre ele: O ritmo. Abraçando a bateria soberana. Em forma de ciranda, coco, xote, reggae, samba, maracatú, funk... Esse ano o bloco quer homenagear esse fenômeno nacional, que pipoca em vários cantos do país onde a cultura transborda. "Batidão Bonito", é a música tema. Fala dessa vontade de expressar e extravasar o que sentimos através da força de uma levada perfeita. Da vontade de soltar o grito. De fazer carnaval o ano inteiro. De se vestir de forma especial pra uma ocasião especial. Fazer a festa. Com ajuda da internet, o Bangalafumenga vai atrás desse "batidão". Onde a tradição conversa com a modernidade. Onde o tambor fala alto e da o tom. Onde o "Zé Ninguém" é o rei. E faz a maior festa do Mundo. A primeira parada de nossa nave cibernética será Pernambuco. Onde nasce o baião, e o Rei Luiz Gonzaga. Terra do maracatu. É de lá também o canto guerreiro de Alceu Valença, e o petardo musical Nação Zumbi. Usando os tradicionais instrumentos de uma escola de samba, acrescentando cavaco, uma guitarra espacial, trombone e trompete, o Banga leva pra rua canções emblemáticas do "Leão do Norte". A parada seguinte é a Bahia de todos os santos. Vamos visitar a Timbalada e o Olodum. Navegar nas ondas do samba-reggae, e desaguar no eletrônico e tribal Baiana System. O Banga nunca gostou de fronteiras. A tradição convive perfeitamente com a modernidade. Sem essa troca o ciclo de renovação se esgota e seremos uma sociedade estática e triste. Depois seguimos pra Sampa, onde fizemos nossa segunda morada. Aqui nosso desembarque é literal. O "Velho Banguela" chegou de mala e cuia fazem 8 anos. Foi um processo lindo de troca. E foi amor a primeira batida. Trovejou e choveu no primeiro desfile, pra lavar a alma. O batuque chegava forte e abençoado de poesia. Do samba de Adoniran e Paulo Vanzolini à poesia urbana de Criolo, passando pela fúria dos Titãs e por sua mais completa tradução, Rita Lee. Alguma coisa acontece no coração do Banga. Última parada da aventura, São Sebastião do Rio de Janeiro foi também onde tudo começou. Foi lá que um grupo de amigos resolveu fazer batucada com as antenas ligadas e sem respeitar os velhos modelos. Vamos homenagear Madureira, terra do samba, passar pelo pancadão dos bailes, pelo furacão Iza e fechar com os magos Jorge Benjor e Tim Maia. É o "Baile da Pesada" que chegou pra arrebentar. Fazer carnaval com os olhos voltados pro futuro não é falta de respeito com a velha tradição. Quer dizer apenas que acreditamos na diversidade, na troca, na convivência e na arte. Seja ela feita onde for. No tempo que for. E queremos navegar muito mais. Espalhando nossa batida e nosso amor. Sabemos que é uma viagem sem volta. Sabemos que ainda existe muito por desvendar. Mas em quatro tempos, trazemos um pedaço importante da nossa cultura, reverberando o som da rua, dos bares, quadras, festas, pelas lentes do bloco mais vira lata do carnaval. Salve Maricota, salve o Velho Banguela, salve a Bateria Fulminante. Força no leme que a reta é curva. E a vida muito curta pra ser pequena. Auê auê O Banga pede passagem.

Estratégia de execução

- 1 Apresentação + 4 ensaios; - Presença de dois Convidados Especiais que será um cantor/banda de apelo comercial (referências: Emicida, Maria Rita, Fabiana Cozza, Lenine, Leci Brandão), já estando definido Pretinho da Serinha e outro convidado esta a definir; - Presença de uma madrinha do Bloco; - Alegorias (5): os os já conhecidos ?mascotes? do Banga ?Maricota do Banga? (galinha vestida de Banga), ?Preto Véio?, e mais 3 alegorias a definir; - Carro Alegórico (1): carro alegórico simbolizando o enredo; - Fantasias: serão confeccionadas aproximadamente 450 fantasias a serem distribuídas entre seus componentes;Realizar a contrapartida oferecida por intermédio da internet com transmissão ao vivo, nos mesmos moldes e números propostos.

Especificação técnica

Não se aplica.

Acessibilidade

O Proponente disponibilizará medidas de acessibilidade tais como tradutor de libras, monitores para atendimento a pessoas com deficiência física, visual e idosos nos locais de ensaio e de apresentação do grupo. Medidas para promover o acesso ao conteúdo do projeto: por sugestões do proponente pretende-se criar um vídeo com tradutor de libras com todas as informações sobre o projeto, a ser disponibilizado será disponibilizado gratuitamente nas redes sociais

Democratização do acesso

As fantasias confeccionadas através da Lei de Incentivo à Cultura serão distribuídas gratuitamente às pessoas que compõem o quadro de participantes da apresentação do Grupo Bangalafumenga, sendo que para receberem a fantasia, precisarão comparecer aos ensaios realizados no Carioca Club e/ou na rua caso necessário, sendo totalmente gratuitos e abertos ao público em geral. Serão 4 (quatro) ensaios entre janeiro e fevereiro, além do desfile. Ainda como fator de democratização, os desfiles serão sempre realizados em local público e totalmente gratuitos para toda a população. De acordo com ambos os produtos cadastrados, sendo eles Desfile de Carnaval (1) e Contrapartida (2), o proponente irá realizar as medidas do art. 21 da IN n. 02/2019. 1) Desfife de Carnaval: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; 2) Contrapartida: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22;

Ficha técnica

1) Proponente e Realização: Oficina De Alegria A Oficina de Alegria surgiu em 2011 a partir de 3 amigos, que resolveram abandonar suas carreiras em empresas tradicionais. Em setembro deste ano tomaram a decisão de trazer a oficina de percussão do Bangalafumenga (bloco de carnaval do Rio de Janeiro) para São Paulo. No carnaval de 2012 a Oficina de Alegria promoveu o primeiro desfile de carnaval do Bangalafumenga nas ruas da Vila Madalena em São Paulo com 7 mil pessoas. Em 2012 também houve a estreia do Baile do Banga, um evento para 3 mil pessoas (realizado no Clube Pinheiros na primeira edição) que buscava dar uma ótima experiência para todos os participantes do evento (banda, bateria, público e trabalhadores). Em 2013 aconteceu o segundo desfile, com participação também do bloco Sargento Pimenta (que desfila no Rio de Janeiro há 3 anos) com 35 mil pessoas. Este ano a oficina de percussão voltou com o mesmo sucesso. Já no ano de 2014, novamente produziu o desfile do Banga em São Paulo para um público de 100 mil pessoas, e a oficina de percussão foi mantida. O produto cresceu, exigindo novos parceiros e novas fontes de receita – incluindo projeto incentivados – para manter o padrão de sucesso para as demais edições. No ano de 2015, a Oficina de Alegria realizou com sucesso o projeto “Bloco da Alegria”, apresentado na Lei de Incentivo à Cultura Federal, composto de oficinas, ensaio aberto e Desfile do Bloco Bangalafumenga no pré-carnaval de São Paulo. Além disso, obteve sucesso no projeto de circulação de shows do Bangalafumenga apresentado a Secretaria de Cultura do Estado de SP (ProAC). Inúmeros eventos e oficinas abrilhantaram o ano de 2015 também. Outros projetos também tomaram o cenário da Oficina de Alegria. Entre eles, o projeto Bloquinho – música para crianças e suas famílias, e o Mandalá – uma roda de samba que traz todo o significado do próprio nome: conjunto, união, amigos. Hoje, a Oficina de Alegria encontra-se consolidada e desenvolvida, produzindo diversos projetos e fomentando a cultura musical nacional. A partir do projeto Beto Batuca, e utilizando sua expertise na produção de eventos de grande porte – além da experiência profissional de um de seus sócios com produção de obras de cinema – a empresa pretende mergulhar no universo teatral e musical, de acordo com sua missão e valores traçados. Tanto o teatro quando a música são linguagens universais que transpassam idade, classe social, sexo e cor. 2) Carnavalesco e compositor: Rodrigo Maranhão Fundador do Bangalafumenga, é compositor gravado por grandes nomes da música brasileira como Maria Rita, Zélia Duncan, Fernanda Abreu entre outros. Ganhou o Grammy Latino em 2006 com a canção Caminho das Águas. Vencedor do prêmio TIM em 2008 nas categorias Melhor Cantor de Música Regional e Revelação. Com o Bangalafumenga ganhou o Prêmio da Música Brasileira em 2009 na categoria Melhor Grupo. Atualmente faz sua carreira solo e também coordena todas as ações do Bangalafumenga, como cantor, mestre e diretor artístico e musical. 3) Puxador e cantor: Hamilton Barros (Hamilton Fofão) Cria da Serrinha, berço da Escola de Samba Império Serrano, sobrinho-neto de Silas de Oliveira. Hamilton Fofão está lançando seu primeiro CD. É hoje cantor (puxador) do Bloco Bangalafumenga. Realiza diversos trabalhos juntos a Sergio Loroza, Rodrigo Lampreia e outros artistas. 4) Mestre de Bateria: Carlos Sant`Anna (Negão da Serrinha) Eu, Carlos Sant'anna, conhecido como Negão da Serrinha nasci e fui criado no morro da Serrinha, no bairro Madureira, Rio de Janeiro, onde tive meu primeiro contato com a música aos 7 anos de idade. Ingressei na bateria da Escola de Samba Mirim Império do Futuro tocando instrumentos de percussão. Aos 12 anos, recebi uma bolsa de estudos no Conservatório Brasileiro de Música (CBM) para estudar cavaquinho e mais tarde fazer parte da Orquestra de Cordas Dedilhadas do CBM, participando de suas principais apresentações. Abri o show de Gal Costa, no Teatro Municipal do Rio de Janeiro, com apenas 13 anos de idade e no palco do programa Faustão acompanhei o violinista e regente holandês André Léon Marie Nicolas Rieu, entre outras apresentações. Estudei também na Escola de Música Villa-Lobos participando do projeto de Villa-Lobinhos, onde me aperfeiçoei em Teoria Músical. Nessa trajetória pela música acompanhei alguns artistas dentre eles Dudu Nobre, Mart’nália , Arlindo Cruz, Luiz Melodia, Almir Guineto, Sombrinha, Anderson Leonardo (grupo Molejo), Sergio Loroza, Velha Guarda do Império Serrano e vários outros, como o Jongo da Serrinha, trabalho realizado para preservar as raízes musicais afro-brasileiras dos Escravos o que me rendeu formações culturais e aperfeiçoamento profissional. Participei da gravação dos discos: CD Samba Novo (projeto da gravadora som livre, que lançou novos Artistas), CD Bangalafumenga, CD e DVD Sergio Loroza e Us Madureira, CD e DVD da banda Carnavália e o CD do compositor Baiano Riachão. Para aperfeiçoar minha musicalidade fiz aula de canto com o professor Wagner Barbosa. Sou criador do projeto Oficina de Roda de Samba Roda Viva, em São Paulo, que ensina a tocar instrumentos de roda de samba, Co-Criador do projeto Bloquinho (banda musical que leva um som pra lá de infantil). Atualmente faço parte da Banda Bangalafumenga e sou mestre de bateria de Blocos de Carnaval do Rio de Janeiro e São Paulo (Bangalafumenga-SP, Fogo & Paixão-RJ, Me Esquece-RJ, Chega Mais-SP e Franciskryshna-SP) formando mais de 5 mil adeptos ao batuque ao longo desses anos.

Providência

Prestação de contas aprovada com ressalva formal e sem prejuízo conforme Relatório Executivo de avaliação de Resultados nº 676/2024/CATE/SGPTC/SE/MINC de 03/05/2024.

2021-07-31
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo